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      <title>Portfólio by Luisa H Cury</title>
      <link>https://padlet.com/luisacury/sdhftc8brf35503v</link>
      <description>Crítica de Mídia-Políticas Editoriais </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-17 13:05:48 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-29 06:33:34 UTC</lastBuildDate>
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         <title>N1 - Trilha 1 “A crítica em tempos de pós-verdade”:</title>
         <author>luisacury</author>
         <link>https://padlet.com/luisacury/sdhftc8brf35503v/wish/2133071828</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Pós-verdade: É um neologismo que descreve a situação na qual, na hora de criar e modelar a opinião pública, os fatos objetivos têm menos influência que os apelos às emoções e às crenças pessoais</li><li>Subjetividade: É um subjetivo, individual, particular; relativo ou próprio do indivíduo e que se afasta do concreto; abstrato.. É a qualidade que expressa pontos de vista e julgamentos de valor da própria pessoa, seus sentimentos e preferências.&nbsp;</li><li>Processo mediado pela linguagem, por meio da qual os significados sociais são internos e transformados em sentidos subjetivos. Constrói-se a partir da interação com outros indivíduos, com o mundo físico, simbólico e social, com base no reconhecimento do outro e das determinações sociais e históricas.&nbsp; &nbsp;</li><li>Crítica: Segundo Christian Dunker, “a formação de atitudes antes chamadas de ‘críticas’, baseada no cultivo produtivo da incerteza, na hipótese cruzada de que o outro pode estar a nos enganar, bem como nós mesmos podemos estar nos enganando, transformando-se no ambiente discurso da pós-verdade”.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 17:14:44 UTC</pubDate>
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         <title>N1 - Trilha 2 “Metodologias de análise da mídia”:</title>
         <author>luisacury</author>
         <link>https://padlet.com/luisacury/sdhftc8brf35503v/wish/2133073512</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Análise de conteúdo: É uma metodologia para as ciências sociais nos estudos de exploração do material da comunicação e textos que partem de uma ótica quantitativa, ou seja, através da análise numérica a frequência de ocorrência de determinados termos, construções e referências em um dado texto.&nbsp;</li><li>Análise do discurso: É um campo da linguística e da comunicação que analisa o uso das línguas naturais e, particularmente, a forma como ocorrem as construções ideológicas na estrutura de um texto. Ambas, são, frequentemente, aplicadas para analisar textos da mídia e as ideologias que os produzem.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 17:15:36 UTC</pubDate>
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         <title>N1 - Trilha 3 “Valores profissionais e critérios de qualidade”</title>
         <author>luisacury</author>
         <link>https://padlet.com/luisacury/sdhftc8brf35503v/wish/2133074828</link>
         <description><![CDATA[<div>Valores profissionais do jornalismo: Na profissão existem alguns preceitos e parâmetros, ou seja, algumas “palavras” (os valores) que baseiam e norteiam os profissionais da área. Devemos sempre tomar cuidados e seguí-los para não ir contra a ética jornalística&nbsp; e ter bom currículo e nome na praça. Quem sabe, ser um jornalista de referência e de renome.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 17:16:20 UTC</pubDate>
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         <title>N2 - Trilha 4 &quot;Construção da realidade e responsabilidades coletivas&quot;:</title>
         <author>luisacury</author>
         <link>https://padlet.com/luisacury/sdhftc8brf35503v/wish/2194093431</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Nesta parte tivemos como objetivo analisar (e assumir) as responsabilidades coletivas a envolver todos os atores&nbsp; da comunicação na construção da realidade: profissionais (os jornalistas, inclusive), fontes consumidoras, agentes políticos e econômicos, enfim, cidadãos de todas as áreas, em que é preciso ter ampla consciência da intercausalidade entre todos em um processo de absoluta complexidade.</li><li>"<em>Infodemia feelings</em>": em 2020, primeiro ano da pandemia no novo coronavírus (COVID-19), a Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou um alerta global sobre o que se nomeou como “infodemia” que seria caracterizado como “um excesso de informações, algumas precisas e outras não, que tornam difícil encontrar fontes competentes e orientações confiáveis quando se precisa (...)”, assim definido pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) um “braço”, ou seja, uma subdivisão da OMS que trabalha direta e especificamente com os países das Américas - Norte, Central e do Sul. Neste contexto, em que naquela época a situação da COVID-19 era nova para toda a população mundial e que estavámos todos “trancados em casa” por questão de segurança, “a OMS recomendou que a população consuma menos notícias durante toda a pandemia (...) a principal referência global em saúde, que direciona nossos atores e as políticas públicas, gera essa recomendação (...)” . Por outro lado, ainda em 2020, Roxana Tabakman, do Observatório de Imprensa: “(...) em alusão a uma das únicas ferramentas com eficácia comprovada para enfrentar o vírus: a informação” - recomendou. Por fim, podemos dizer que a chamada “ infodemia” que tanto se caracteriza pelo excesso de informação (reducionista) quanto pela escassez de conhecimento (complexo)”.&nbsp;</li><li>M. I. D. (proveniente do inglês, F. U. D.): provocar MEDO (<em>Fear</em>), gerar INCERTEZA (<em>Uncertainty</em>) e causar DÚVIDA (<em>Doubt</em>) na população. De maneira geral, a mídia tradicional (os grandes veículos e principais nomes na imprensa) utiliza essa estratégia contra a chamada “nova mídia” para tentar impor respeito e estimular temor - vale mencionar que em algumas até consegue. Atualmente, este modelo representa também a base para a produção de <em>fake news</em>. Tal formato tomou conta das campanhas eleitorais no século XXI, onde a reprodução disso ao longo do tempo consolida uma interpretação sobre um determinado tema ou acontecimento.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-21 18:49:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luisacury/sdhftc8brf35503v/wish/2194093431</guid>
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         <title>N2 - Trilha 5 &quot;Presente e futuro do jornalismo: propósito de vida e de carreira&quot;:</title>
         <author>luisacury</author>
         <link>https://padlet.com/luisacury/sdhftc8brf35503v/wish/2194094042</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Aqui o objetivo é aprofundar a consciência de um propósito profissional no jornalismo e para além dele. Ou seja, é preciso pensar em propósito de vida, independente de qualquer coisa. Para isso é necessário conhecer&nbsp; as principais competências técnicas (<em>hard skills</em>) e socioemocionais (<em>soft skills</em>) que são demandadas pelo mercado profissional e, principalmente, pela sociedade, em função das novas oportunidades na comunicação.&nbsp;</li><li>A palavra "jornalismo" se aplica à ocupação, aos métodos de coleta de dados e à organização de estilos literários. Cabe ao profissional desta área da comunicação coletar, investigar e analisar as informações para a produção e distribuição de relatórios - as matérias ou as chamadas pautas no jargão jornalístico - sobre a interação de eventos, fatos ideais e pessoas que são notícia e que afetam a sociedade em algum grau.</li><li>"Quem é o jornalista brasileiro?": Em 2012, uma pesquisa realizada pela UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) entrevistou 2.731 jornalistas de todos os estados brasileiros e também do exterior, com participação e revelou as características demográficas e políticas dos jornalistas.&nbsp;</li><li>A. Os jornalistas brasileiros eram em sua maioria mulheres, 64% - 36% homens. Dentre este número, principalmente brancas, solteiras e com até 30 anos - 48%.&nbsp;</li><li>B. O percentual de negros e entre os profissinais da area era inferior à metade da presença de pretos e pardos no Brasil.&nbsp;</li><li>C. 98% possuem ensino superior. Nove em cada dez eram diplomados em Jornalismo (91,7% dos 89% do total) e, sobretudo, em instituições de ensino privadas (61,2%). Quatro em cada dez já tinham cursos de pós-graduação - 40,4%.&nbsp; &nbsp;</li><li>D. Um em cada quatro jornalistas estava filiado a sindicatos (25,2%) e o restante (74,8%) não.&nbsp;</li><li>E. Naquela época, metade dos jornalistas se consideravam de esquerda, mas quase um terço (30%)&nbsp; negava qualquer classificação ideológica e nove em cada dez jornalistas não eram filiados a partidos políticos.&nbsp;</li><li>F. Apenas um de três jornalistas participava de movimentos sociais, associações ou organizações. 19,9% já atuaram, mas não naquele exato momento e 45% nunca atuaram.&nbsp;</li><li>G. A ampla maioria defendia a exigência de algum tipo de formação superior para o exercício da profissão e dentre isto mais da metade defendia o diploma específico em jornalismo: 55,4%.&nbsp; Apenas 6,1% se posicionaram para que não houvesse exigência de formação superior.&nbsp;</li><li>H. Quase três quartos (72%) eram a favor da criação de um órgão que regulamentasse o exercício da profissão.&nbsp;</li></ul><div><br></div><ul><li>Perfil do jornalista brasileiro: Mais recentemente, em 2018, uma nova pesquisa produzida pelo Comunique-se e a APEX Conteúdo Estratégico, entre abril e maio, ouviu 266 jornalistas brasileiros sobre as transformações que impactaram o perfil dos jornalistas brasileiros naquele ano e nesta foi possível atualizar os números acima expostos.&nbsp;</li><li>A. Mercado: Mais da metade dos jornalistas estão concentrados e divididos nos quatro estados da região Sudeste do Brasil (56,50%), sendo 38,8% apenas em São Paulo. O Espírito Santo é o com menor número de profissionais.</li><li>Fora do eixo RJ, SP e MG quem se destaca é o RS. A imprensa gaúcha possui cerca de 1,1 mil jornalistas, o que representa 7,3% do total nacional. Na sequência vem PR - 5,2%, DF - 4,5%, BA - 3,7% e SC - 3,6%.E 63,7% dos jornalistas atuam nas capitais.&nbsp;</li><li>Homens x Mulheres: eles são 58,2% contra 41,8% delas.&nbsp;</li><li>Formato: naquela época as mídias tradicionais continuavam em alta, sendo TV - 25,2%, jornal impresso - 24,2%, rádio - 20% revista - 10% e internet - 16,6%. Hoje em dia, com o avanço da tecnologia, o surgimento de novas plataformas digitais e o fácil acesso às notícias é bem provável que estes percentuais tenham mudado.&nbsp;</li><li>Temática: a editoria "geral" é a que possui a maior quantidade de pessoas, totalizando 45,6%.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-21 18:50:32 UTC</pubDate>
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