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      <title> by Monica Pereira</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-04-18 10:21:55 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2016-07-25 19:49:33 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Mónica Pereira- Módulo 1: 1.1 A INICIATIVA LA/FCL</title>
         <author>monicamabap</author>
         <link>https://padlet.com/monicamabap/sdakxucvf7lj/wish/106263611</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Para Valente (2009) a escola actual é chamada de consumidora pois é produtora dos seus próprios recursos e os alunos por sua vez são o “motor teórico” da nova escola e é para eles que se devem direccionar as tecnologias. Existem dois factores que podem ser apontados como essenciais na percepção das tecnologias, são eles como uma necessidades ou oportunidade. Na verdade quando se fala em tecnologias em educação é preciso falar em recursos educativos digitais (RED) que na perspectiva do autor, é uma estrutura única que é aplicada a um determinado contexto, pode ser flexível até ao ponto que as tecnologias lhe permitirem incutir, já outros autores como Graut, Purdy e Rymer (2004) citados por Valente (2009) afirmam que os RED permitem “transformar os ambientes criativos em algo que transcende a esfera da informação directa”. <br><br></div><div>Ramos (2009) fala na importância que existe de avaliar a qualidade educativa e o desenvolver de um conceito de aprendizagem em que existe espaço de interacção para todos e das mais variadas formas, pois não existe só um método e um produto final. Como forma de objectos de aprendizagem Costa (1999) salienta as seguintes características: em primeiro lugar, ao nível dos princípios de natureza construtivista os softwares educativos devem permitir uma contínua actividade intelectual dos alunos de forma a sentirem-se envolvidos e construtores das suas próprias aprendizagens; em segundo lugar, a aprendizagem deve ser sobretudo significativa através da noção de conhecimentos prévios com a possibilidade de transferência para as mais variadas situações; e por último promover o desenvolvimento de capacidades e estruturas mentais do alunos, especialmente o raciocínio, a reflexão critica e a criatividade<br><br></div><div>Já Inovação para Lopie (1977) citado por Silva (2004) pode ser visto como um acto consciente, reflectido e voluntário que passa pelo desejo de uma modificação na finalidade do sistema. Quando se fala de inovação em educação é com o objectivo de melhorar alguma prática educativa ou para atingir um ideal.<br><br></div><div>No entanto, existem diversos problemas e obstáculos como a ausência da continuidade de projectos inovadores ou rejeições de novas propostas. Como forma de sugestões refere-se que a escola deve centrar-se cada vez mais no desenvolvimento de projectos inovadores como o desenvolvimento de planos específicos de inovação, seleccionar esses planos por sua vez de acordo com as preferências e por sua vez potencializar a capacidade de inovação. Já Muñoz (1989) citado por Silva (2004) refere que a escola deve ser o principal foco e contexto a ter em conta pois é a partir dela que se apropria a chamada inovação e a criação de um clima de colaboração. Aqui os professores não devem ser encarrados apenas como meros consumidores, é preciso estimular a inovação continua com base na criatividade. <br><br></div><div>O Projeto iTEC- Innovative Technologies for Engaging Classrooms foi criado em 2011 pela European Schoolnet e contou com o financiamento da Comissão Europeia. Este projeto-piloto nasceu com o principal objetivo de transformar e reforçar a utilização das tecnologias no ensino-aprendizagem na escolaridade obrigatório tanto a nível nacional como europeu, de forma a criar um ensino mais personalizado e cativante para os estudantes. O iTEC contou com a participação de 18 países, 14 Ministérios da Educação, 2500 salas de aula e 26 parceiros de várias partes do Mundo que acreditaram no potencial deste projeto. <br><br></div><div>Assim sendo, o Projeto iTEC apresentou como questão central: “Como é que a tecnologia pode criar impacto na aprendizagem?”<br><br></div><div>Uma das ideias principais do projeto prendeu-se com o desenvolvimento das Future Classrooms Lab (Salas de Aula do Futuro) com o intuito de criar salas de aula para serem mais interativas através da utilização de tecnologia, assim sendo, como forma de complementar esta ideia foram desenvolvidos cenários de aprendizagem e atividades de aprendizagem (Kit de Ferramentas) que complementassem as práticas educativas. Como forma de responder a esta pensamento inovador de Sala de Aula do Futuro, os professores foram colocados numa posição de designers em conjunto com especialistas da área, ou seja, ao longo deste projeto pretendeu-se que os professores se focassem em atividades desenvolvidas pelos alunos. Os recursos desenvolvidos “serviram de apoio aos professores e favoreceram a inovação, fornecendo exemplos pormenorizados de como o uso de ferramentas digitais pode tornar o ensino e a aprendizagem mais personalizados, autênticos e cativantes” (Lewin &amp; McNicol, 2014, p.1) <br><br></div><div>O currículo foi planeado e baseado nas necessidades futuras e oportunidades identificadas como tendências e desafios. Assim sendo foi criado um Kit de Sala de Aula do Futuro que foi desenvolvido por especialistas na área de forma a serem adaptados a vários ciclos de ensino e flexível a vários contextos. <br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2016-04-18 10:22:11 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 1: 1.2 Competências século XXI</title>
         <author>monicamabap</author>
         <link>https://padlet.com/monicamabap/sdakxucvf7lj/wish/106276147</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>Mónica Pereira: Competências do século XXI<br></strong><br></div><div>Actualmente, em pleno século XXI as tecnologias e a aprendizagem estão verdadeiramente ligadas para a construção de um verdadeiro potencial curricular, sendo que estas podem mudar a escola. Esta mudança não passa apenas pela introdução de um número elevado de computadores, é preciso tirar-se partido da construção de conhecimentos feitos pelos alunos, pode-se dizer que “usar um computador ou usar giz não significa que seja melhor para a educação” (Valente, 2009), o modo como é operacionalizado é que pode fazer a diferença.<br><br>Através da análise do vídeo "Above Beyond" é possível compreender que existe uma espécie de comparação entre o método tradicional do ensino com a personagem Charlie em que inicialmente o estudo segue apenas as intruções dadas e com a personagem Maya uma teoria de Inquiry Based Learning (IBL) em que o aluno usa a sua criatividade ao mais alto nível.  É portanto evidenciado ao longo do vídeo a importância dos alunos explorarem as necessidades do mundo real e traze-las para a aprendizagem sobretudo com a colaboração de trabalho em equipa.<br>Levando isto para o espaço da sala de aula, o professor deverá ser capaz de questionar os alunos do porquê quererem participar e o porquê de o fazerem e quais os seus benefícios como o desenvolvimento do pensamento crítico e  dar "asas" à imaginação. É possível os estudantes comparem diferentes fontes de informação e podem desenhar as suas próprias conclusões com base na análise de factos que consideram mais relevantes.</div><div>De um modo geral, pode-se dizer que os recursos educativos digitais vieram a criar novas condições de aquisição e utilização de algo que antes não acontecia, trazendo importantes benefícios à comunidade, investimentos de iniciativa pública ou privada que permitiram assegurar a qualidade destes recursos. É preciso perceber que não basta os recursos por si só existirem. Com base neste teoria de IBL é possível ensinar os alunos a fazerem uma investigação com base nas suas próprias questões. Os professores devem levar os alunos a pensar e aprender a questionar-se.<br><br><br><br></div><div>Referências:<br>Valente, L. (2009) Recursos Digitais para a utilização em contexto educativo: a cana ou o peixe? Centro de Competências da Universidade do Minho.<br><br></div><div>Ramos, L. (2008) Modelos e práticas de avaliação de recursos educativos digitais. Universidade de Évora. Cadernos SACAUSEF, pp. 79-87.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-04-18 11:56:46 UTC</pubDate>
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         <title>Mónica Pereira- Módulo 1: 1.3 &amp;nbsp;Projetos iTEC, etc.</title>
         <author>monicamabap</author>
         <link>https://padlet.com/monicamabap/sdakxucvf7lj/wish/106278544</link>
         <description><![CDATA[<div>Não participei em nenhum dos projeto referidos.  Apenas estou neste momento inserida num projeto de criação de uma "Biblioteca Tecnologia" em Lisboa para o 1º ciclo que vai consistir também na criação de um espaço adaptado ao conceito da Sala de Aula do Futuro. O espaço está a ser redesenhado para serem utilizados vários cenários de aprendizagem com recurso a algum software como: Quadros Interativos, ActiVote, ActivExpressions, Eblocks, tablets, Lego Education Primary School, etc.. Para lém disso, iremos ter algumas formações e workshops que contaram com a presença dos parceiros e fornecedores da tecnologia. <br>Sem dúvida com base na teoria do IBL, queremos que o ditado popular " É desde pequenino que se torce o pepino" seja aplicado e sejamos capazes de "despertar" nos mais jovens uma aptidão para melhorar as dificuldades que existem na área da Matemática e da Língua Portuguesa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-04-18 12:09:32 UTC</pubDate>
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         <title>Mónica Pereira- Módulo 1: 1.4 Zonas de Aprendizagem</title>
         <author>monicamabap</author>
         <link>https://padlet.com/monicamabap/sdakxucvf7lj/wish/106280866</link>
         <description><![CDATA[<div>A escola onde estou a desenvolver o projeto de implementação de uma "Biblioteca Tecnologia" pretende fazer chegar a ideia de Sala de Aula do Futuro a um público mais jovem do que o habitual, neste caso, ao 1º ciclo. <br>Tendo como ideia inicial a criação da sala de aula da Future Classroom Lab, pensou-se nas seguintes zonas de aprendizagem:<br>1. Sonhar: espaço onde os alunos constroem um mapa menta ou exploram ideias de forma autónoma sobre os conceitos apresentados pelo tutor/ professor/ formador.<br>2. Explorar: aqui as crianças têm a possibilidade de utilizar os mais variados recursos à sua volta para serem criativos.<br>3. Jogar: estudantes realizam jogos com base no conteúdo ou até mesmo como um espaço de descontração onde podem ver filmes ou o que quer que seja, sem ser relacionado. Permite que se sintam mais motivados pois tiveram a oportunidade de "brincar" algum tempo durante o momento de aprendizagem e voltar ao foco.<br>4. Criar:  aqui podem desenvolver algo criativo em trabalho de grupo sobre o que é pretendido.<br>5. Apresentar: espaço onde os estudantes apresentam o conteúdo criado ao longo das outras estações.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-04-18 12:21:53 UTC</pubDate>
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         <title>Modulo 2:Parceiros e Tendências Toolset 1</title>
         <author>monicamabap</author>
         <link>https://padlet.com/monicamabap/sdakxucvf7lj/wish/107414041</link>
         <description><![CDATA[<div>O vídeo apresentado anteriormente pela FCL fala da importância de envolver os stakeholders, neste caso, os diretores de escola, professores, especialistas em TIC e alguns técnicos especializados na área, incluindo os parceiros tecnológicos. <br>Sem dúvida que esta resistência à mudança e as novas tendências do século XXI é uma das tarefas mais difíceis, pois o que conhecemos da Escola atualmente, é a mesma que à 100 anos atrás. Na  verdade, o papel do professor é essencial, ele é o verdadeiro "mágico" da aprendizagem, mas hoje em dia, a presença da tecnologia é constante, parece impossível vivermos sem telemóvel. Porquê não usá-lo em favor da aprendizagem? <br>Existem inúmeras aplicações ligadas à educação e que conseguem fazer com que os alunos aprendam melhor e mais facilmente. Na verdade, acho que é preciso saber fazer as questões certas e "guiar" os estudantes no caminho certo. <br>Claro que nem sempre é fácil, é essencial motivar e envolver os professores e todos os agentes que podem possibilitar uma mudança mais acentuada. A formação poderá ser o primeiro passo para isso acontecer, é preciso ainda utilizar e apresentar testemunhos que demonstrem o quanto isso é possível e pode permitir que o trabalho do professor seja facilitado. <br>O envolvimento das parte interessadas torna-se essencial para se conseguir avançar e criar um ensino mais adaptado aquilo que é esperado e não um método de ensino tradicional.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-04-24 18:38:48 UTC</pubDate>
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         <title>Mónica Pereira: Módulo 2: 2.3 Nível de Maturidade</title>
         <author>monicamabap</author>
         <link>https://padlet.com/monicamabap/sdakxucvf7lj/wish/107417483</link>
         <description><![CDATA[<div>Tal como outros colegas já referiram neste espaço de aprendizagem, a aplicação do Modelo de Maturidade e Inovação nem sempre é tarefa fácil.<br>Muitas escolas situam-se na primeira etapa (Exchange) apenas com o uso limitativo das TIC e uma utilização tradicional, ou seja, utilizar um computador e um projetor para apresentar um PowerPoint e depositar a matéria, limitando-se a ler, o que aconteceu em muitos casos do meu processo enquanto aluna, incluindo o ensino superior. Na verdade, é preciso conseguir atingir os outros 4 níveis, mas esse processo não é tarefa fácil. <br>A minha experiência diz que é preciso existir mais interactividade e criatividade no processo de ensino-aprendizagem. A colaboração é essencial neste ensino do século XXI. O uso das TIC irá simplesmente facilitar o ensino e permitir que o aluno seja "controlador" da sua aprendizagem e utiliza as suas competências de "life learnig" e com a ajuda do professor e com a utilização de métodos adequados seja possível atingir as 5 etapas deste modelo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2016-04-24 19:32:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mónica Pereira Módulo 2: 2.4 Modelo de Maturidade e Inovação resultados</title>
         <author>monicamabap</author>
         <link>https://padlet.com/monicamabap/sdakxucvf7lj/wish/107418234</link>
         <description><![CDATA[<div>-<strong>Papel do Aluno: </strong>Dimensão 1<br>O papel do aluno na(s) sua(s) sala(s) de aula coloca-o(a) no nível 2 de Maturidade da Sala de Aula do Futuro. Para alcançar o nível de maturidade seguinte, devem ser dadas aos alunos mais oportunidades de aprender independentemente e de evidenciar competências de pensamento crítico, resolução de problemas e tomada de decisões. Isto deve incluir atividade colaborativa em linha e um bom equilíbrio entre atividades com a turma inteira e em grupo. Os alunos devem ser capazes de decidir que tecnologia usar para apoiar a sua aprendizagem e de demonstrar que se sentem confiantes e competentes enquanto criadores de produtos, ideias e conhecimento. <br><br><strong>-Papel do Professor:</strong> Dimensão 2<br>Maturity Level Response O papel do professor na(s) sua(s) sala(s) de aula coloca-o(a) no nível 1 de Maturidade da Sala de Aula do Futuro. Para alcançar o nível de maturidade seguinte, as abordagens existentes ao ensino devem ser enriquecidas (ou seja, tornadas mais rápidas ou eficazes), utilizando tecnologia e uma variedade de recursos adaptados às necessidades de alunos diferentes. Os professores devem experimentar novas abordagens ao ensino, usando a tecnologia e colhendo inspiração junto de outros professores, e devem envolver os alunos em atividades de resolução de problemas mais colaborativas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2016-04-24 19:44:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mónica Pereira: Módulo 3- 3.1 &quot;Exemplos de Cenários de Aprendizagem&quot;</title>
         <author>monicamabap</author>
         <link>https://padlet.com/monicamabap/sdakxucvf7lj/wish/108429550</link>
         <description><![CDATA[<div>Ambos os exemplos  de cenários apresentados nos vídeos podem ser considerados como interessantes ao nível pedagógico, apesar de ser utilizada uma metodologia pouco praticada no ensino em Portugal.<br><br>Vídeo Outdour Study Project:</div><ul><li>Aspetos melhor conseguidos: professor como observador e orientador; utilização do espaço ao ar livre permite aprendizagens diferentes; trabalho em grupo; utilização de ferramentas de edição para construir vídeos; possibilidade de consultar a informação/ trabalho desenvolvido fora do espaço escolar e em qualquer lugar.</li><li>Aspetos a melhorar: deveria ter existido uma formação prévia para os alunos relativamente à utilização dos instrumentos e como atingir os objetivos de trabalho em grupo; envolver mais os alunos num trabalho de pesquisa sobre o ambiente natural em seu redor antes de irem para o "campo".</li></ul><div><br>Vídeo Recognizing informal learning:</div><ul><li>Aspetos melhor conseguidos: valorização da aprendizagem informal; possibilita-se a documentação de experiências à escolha do estudante; utilização das ferramentas que quiser para recolher a informação, desde desenhos, fotografia, vídeo ou texto; o professor pode "validar" as experiências adquiridas fora da escola.</li><li>Aspetos a melhorar: nada a acrescentar</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2016-04-29 09:22:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mónica Pereira Módulo 3: 3.2 Exemplos de Cenários de Aprendizagem (guiões)&quot;</title>
         <author>monicamabap</author>
         <link>https://padlet.com/monicamabap/sdakxucvf7lj/wish/108435165</link>
         <description><![CDATA[<div>O cenário analisado foi Educação, tecnologias  e programação. Com base nesse cenário as seguintes alterações que sugeria são as seguintes:</div><ul><li>O título do cenário deveria vir em 1º lugar;</li><li>Na parte do papel dos alunos deveria existir um espaço intitulado de Sonhar que poderia ser usada uma ferramenta como o Cacoo ou o MindMeister para os alunos criarem um mapa conceptual que funcionaria como uma espécie de guião do trabalho;</li><li>Os objetivos deveriam estar divididos por gerais e específicos;</li><li>Criação de tutoriais ou realizar formações aos alunos sobre a utilização do Scratch.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2016-04-29 10:11:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Módulo 4: 4.1 Atividades de Aprendizagem</title>
         <author>monicamabap</author>
         <link>https://padlet.com/monicamabap/sdakxucvf7lj/wish/109590521</link>
         <description><![CDATA[<div>Depois de analisar os vídeos apresentados anteriormente é de verificar que os professores inseridos no projeto iTEC salientaram que a utilização das atividades de aprendizagem produziram momentos de aprendizagem positivos. <br>Como objetivo principal, o iTEC pretendeu fornecer diversos modelos pedagógicos para a sala de aula do futuro com a colaboração de alguns parceiros do sistema escolar. A utilização destes cenários de aprendizagem permite a integração do currículo escolar através de uma mudança da metodologia de trabalho e a confrontação de maneiras diferentes de aprendizagem. Os alunos passam a trabalhar mais em formato de grupo e em conjunto com as tecnologias com uma didáctica inovadora e moderna. <br>Assim sendo, a integração das tecnologias em sala possibilita um momento mais cativante e aliciante para os alunos trabalharem, sendo que o trabalho em grupo costuma ser um dos pontos fortes, juntamente com a própria gestão do tempo visto que os alunos podem fazer o trabalho fora do tempo escolar. </div>]]></description>
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         <pubDate>2016-05-06 12:10:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mónica Pereira: Módulo 4: 4.2 Processos de conceção de atividades de aprendizagem</title>
         <author>monicamabap</author>
         <link>https://padlet.com/monicamabap/sdakxucvf7lj/wish/109615150</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-05-06 14:11:25 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Mónica Pereira: Módulo 4: 4.3 Tecnologias para a conceção de atividades de aprendizagem</title>
         <author>monicamabap</author>
         <link>https://padlet.com/monicamabap/sdakxucvf7lj/wish/109617430</link>
         <description><![CDATA[<div>Mónica Pereira: Sugestões de ferramentas</div><div>by Mónica Pereira</div><div>Criação de websites: <a href="http://pt.wix.com/">http://pt.wix.com</a>/ <br>Apresentações: <a href="https://prezi.com/">https://prezi.com</a>/ <br>Criação de livros: <a href="http://www.joomag.com/">www.joomag.com</a> <br>Criação de mapas conceptuais: <a href="http://www.mindmeister.com/pt">http://www.mindmeister.com/pt</a> <br>Comunicação: Skype, Twitter, Instagram, Facebook<br>Produção: <a href="https://www.pixton.com/br">https://www.pixton.com/br</a>/<br><a href="https://kahoot.it/">https://kahoot.it</a>/#/<br>Plataforma Online:  <a href="https://www.classflow.com/classflow">https://www.classflow.com/classflow</a>/ <br>Questionários: <a href="http://pt.surveymonkey.com/">http://pt.surveymonkey.com</a>/ <br>Criação de vídeos: MovieMaker <a>hide</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-05-06 14:19:41 UTC</pubDate>
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         <title>Mónica Pereira: Módulo 5:5.2 Orientações para a pilotagem e avaliação da pilotagem</title>
         <author>monicamabap</author>
         <link>https://padlet.com/monicamabap/sdakxucvf7lj/wish/110834015</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br></strong>Após planificar todo o projeto de pilotagem enquanto mentora do processo e como forma de validar essa experiência e perceber os principais pontos positivos e negativos teria de existir uma avaliação consistente. Em primeiro lugar procuraria com os parceiros do projeto criar formação para os docentes envolvidos no projeto. <br>Em relação ao processo de avaliação seria o seguinte:<br>Procuraria criar uma avaliação com base  um relatório internacional de referência de utilização das TIC com o objetivo de situar os professores no seu grau de conhecimentos (por exemplo: 3 níveis), isto antes de aplicar o projeto. Seguidamente quando desse inicio a aplicação das HA no final solicitaria aos estudantes que respondessem sempre a um breve questionário com o intuito de compreender se realmente os alunos se sentiram mais motivados para esta metodologia de trabalho. Em último lugar, após este processo, voltaria a questionar os professores com esse mesmo questionário com o intuito de perceber se com este processo de pilotagem se situaram no mesmo nível do utilização das TIC ou este haveria aumentado. </div>]]></description>
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         <pubDate>2016-05-13 18:55:20 UTC</pubDate>
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         <title>Mónica Pereira: Módulo 5: 5.3 Impacto no ensino e na aprendizagem</title>
         <author>monicamabap</author>
         <link>https://padlet.com/monicamabap/sdakxucvf7lj/wish/110836447</link>
         <description><![CDATA[<div>Para a concretização de um projeto é necessário adotar uma atitude investigativa para determinar problemas num determinado contexto, concretizar uma clara planificação das atividades a realizar e efetuar a passagem desse plano para a ação.<br>Compreendemos que cada vez mais é um campo impossível de evitar em pleno século XXI, sendo que o nosso quotidiano depende constantemente das TIC. Ao nível do ensino consideramos que uma das principais causas da “falta” de formação se prende com a inexistência de formação pela parte dos professores, não só por questões relacionadas com a sua formação inicial mas também pela falta de financiamento de projetos relacionados com a integração das tecnológicas no ensino, podendo-se afirmar que tecnologia no ensino não passa apenas pela utilização do PowerPoint em contexto de sala de aula, é preciso ir mais além, portanto, é necessário criar estratégias de motivação não só para os alunos como para os professores e sendo os docentes os principais “educadores” dos seres humanos seria importante o nosso projeto incidir nessa componente.<br>É importante o envolvimento e a coesão de um grupo para a criação de ambientes de trabalho positivos e para a própria autoestima de cada pessoa que compõe o grupo. Para a docência é também, fundamental fomentar um bem-estar, o denominado bem-estar docente, sendo que este é promovido pelos próprios professores, através do desenvolvimento de estratégias de adaptação, de forma a ultrapassar as dificuldades da profissão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-05-13 19:11:38 UTC</pubDate>
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         <title>Mónica Pereira: Módulo 5: 5.4 Rubricas. Avaliação</title>
         <author>monicamabap</author>
         <link>https://padlet.com/monicamabap/sdakxucvf7lj/wish/110839268</link>
         <description><![CDATA[<div>No exemplo A, não existe um bom grau de colaboação entre elementos do grupo, pois cada aluno faz o seu trabalho individualmente e no fim simplesmente juntam as diferentes obras representativas de um autor. <br>Já no exemplo B, é evidenciado também um elevado grau de participação individual ao nível da pesquisa e da construção do vídeo.<br>Acho que neste segundo exemplo, seria muito mais interessante o professor apenas apresentar os tópicos e o próprio grupo de alunos construir o seu guião de acordo com determinados pontos-chaves apresentados pelo professor.<br>Ambos os exemplos têm um fraco grau de colaboração e trabalho em grupo, o que pode trazer a desmotivação para o grupo ou até mesmo de uma falta de comunicação nas tarefas, por exemplo, dois elementos do grupo acabarem por fazer referência às mesmas obras ou no caso do trabalho de ciências as imagens ou a construção do vídeo ter falhas de áudio. </div>]]></description>
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         <pubDate>2016-05-13 19:33:58 UTC</pubDate>
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         <title>Mónica Pereira: Módulo 2- 2.2 Parceiros e Tendências </title>
         <author>monicamabap</author>
         <link>https://padlet.com/monicamabap/sdakxucvf7lj/wish/116349730</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>TRICIDER <br></strong><br>Frase: Apostar-se-á na Aprendizagem Baseada em Problemas ou Problem Based Learning (PBL)<br><br></div><div>Negativo:<br><br></div><div>Será que os professores sabem o que é o IBL? ou pensam que o aplicam? e na verdade continuam a depositar os conteúdos sem que os alunos exerçam alguma participação pro-activa?<br><br>Frase: As aulas vão ser online.</div><div><br></div><div>&nbsp;Positivo:</div><div><br></div><div>Deverá existir um pouco da tendência de b-learning. Os alunos podem fazer uma melhor gestão do seu tempo mas também começar a valorizar a aprendizagem informal e não-formal.&nbsp; As aulas em b-learning irão permitir que os professores e alunos possam dedicar-se mais a outras áreas. O currículo escolar deverá ser mais abrangente como noutros países, nomeadamente a criação de disciplinas opcionais como voluntariado, culinário, expressões artísticas, etc..</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-07-13 14:13:20 UTC</pubDate>
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