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      <title>Breves relatos sobre o trabalho com texto literário na sala de aula by Emanuele Pacheco</title>
      <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga</link>
      <description>Considerando as ideias apresentadas no artigo da semana, produza um breve relato sobre uma situação em sala de aula em que, trabalhando com o texto literário, você percebeu ter proporcionado uma experiência estética e/ou um distanciamento estético o qual permitiu a “ampliação dos horizontes de expectativas” dos estudantes. Fique à vontade para curtir ou comentar nos relatos dos outros cursistas.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-06-18 10:38:03 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 01 - Relato “Ampliação dos horizontes de expectativas” </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2170057674</link>
         <description><![CDATA[<div>Professora: Regiane Machado - SESI  Ipiranga </div><div>Turma : 2º ano do Ensino médio</div><div>Tema: Realismo no Brasil</div><div>Texto: A carteira de Machado de Assis</div><div><br></div><div>Após as discussões sobre o Movimento Realista no Brasil, contexto histórico, características e autores; o texto “A carteira” foi entregue como uma forma de se analisar psicologicamente as personagens; mas também discutir sobre os valores morais de cada estudante da sala. O conto foi entregue em duplas mas não na íntegra. O final foi suprimido para que os estudantes discutissem sobre a temática da obra.</div><div>A leitura foi feita de forma compartilhada, onde a abordagem inicial foram apenas os valores morais denunciados no conto. Os estudantes discutiram sobre o enredo da história e a proposta era cada dupla finalizar seu texto; dando um final que mais coubesse à história.</div><div>Uma roda de leitura foi realizada para se discutir os finais e o final real foi apresentado à classe. A partir daí, os estudantes deveriam repensar se mudariam o seu final ou manteriam-no; visto que as discussões sobre os valores morais deveriam prevalecer sobre o julgamento final.</div><div>O trabalho com a temática realista, contexto histórico, características do movimento e a intencionalidade do autor tornaram - se mais coerentes e atrativos após a compreensão e extrapolação dos elementos constituintes na obra.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-04 14:49:47 UTC</pubDate>
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         <title>Relato de experiência significativa com texto literário</title>
         <author>profdenisedenadai</author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2170434789</link>
         <description><![CDATA[<div>Professora Denise Cristina Denadai<br>SESI Limeira<br>2º Ano do Ensino Médio<br>Tema: Simbolismo<br><br>Há alguns anos, trabalhando uma atividade proposta pelo material didático do 2º ano do Ensino Médio (anterior à reformulação), percebi que havia, efetivamente, proporcionado uma experiência de leitura vivenciada, em seus aspectos afetivos e intelectuais. O poema a ser trabalhado era “Ismália”, de Alphonsus de Guimaraens. A metáfora do suicídio desencadeou muitos questionamentos e momentos de interação e discussão na sala. A atividade também propunha que, além da leitura e análise, fossem produzidos vídeos, a partir das sensações provocadas pelo poema. O resultado foi extremamente significativo. Algumas equipes produziram animações, a partir de ilustrações autorais; outras, dramatizaram textos, com situações análogas ao do poema, evocando sentimentos, com a utilização de recursos de imagem e música. Essa experiência, a meu ver, exemplifica o “potencial humanizador da leitura” e valoriza o contato do aluno com os textos literários.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-04 18:46:37 UTC</pubDate>
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         <title>TAREFA 1 – Experiência Literária Professora: Roberta Dantas          SESI AE Carvalho/SP                   Tema: ninguém = ninguém </title>
         <author>robertadsilva</author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2171313046</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;No final do ano letivo de 2021, realizei uma atividade voltada para turma de 9º ano, sendo 2 em 1, tarefa em LP e Projeto de vida, como encerramento.&nbsp;</div><div>Acredito ter ocorrido uma ampliação dos horizontes de expectativas dos alunos em relação ao texto literário, alguns demostraram grande satisfação, outros comentaram que foi diferente, mas ’legal’. &nbsp;</div><div>Utilizei em meu plano, vídeo clip, símbolo de = e # (leia-se <em>diferente</em>, ok!!) impressos em sulfite, caixa de sapato, espelho e o material didático da Rede, Muitos textos... – onde selecionei o texto (poema musicalizado): “ninguém = ninguém”, de H. Gessinger, interpretado pela banda Engenheiros do Hawai. &nbsp;</div><div>Antes de iniciarmos a roda de conversa, afixei os símbolos = e #, e obviamente que muitos me perguntaram se realmente aquele seria o tema da aula. Inclusive, antes mesmo de começarmos, percebi uma certa movimentação entre alguns alunos, porém, continuei apenas observando. Então, ao nos reunirmos, constatei que alguns alunos haviam se deslocado para um outro lado da sala, o que não era comum. &nbsp;</div><div>Nem bem perguntei se conheciam os símbolos, quase que todos imediatamente responderam, falavam ‘juntos e misturados’; foi aleatória e diversificada a forma como me respondiam: símbolos matemáticos... tem a ver com sociologia e filosofia... nós humanos... e algumas outras respostas.&nbsp;</div><div>Percebi que estavam ansiosos, e logo citei uma estrofe do poema:&nbsp;</div><div>“todos iguais&nbsp;</div><div>&nbsp;todos iguais &nbsp;</div><div>&nbsp;mas uns mais iguais que os outros”&nbsp;</div><div>Fez-se um silêncio, e na sequência, perguntei o motivo de tamanho silêncio, e para minha surpresa, os alunos, citados acima que haviam se deslocado na sala, me questionaram se eu não os dividiria em grupos de pessoas ‘comuns’ e ‘diferentes’, pois eles já estavam agrupados em diferentes, já que eram a turma dos gamers, e sempre jogavam on-line juntos.&nbsp;</div><div>Aproveitei o momento, e questionei a turma toda, por qual razão pode-se haver pessoas comuns e pessoas diferentes. Discorremos uma conversa muito proveitosa e promissora. Solicitei um bate papo familiar, sobre poema e poesia, como os pais estudavam poemas na escola, se estudavam esse gênero...&nbsp;</div><div>Na aula seguinte, solicitei que acompanhassem a leitura do poema: ninguém = ninguém, dos Muitos textos, e ao término da leitura, questionei os alunos se já conheciam o poema, e a resposta foi quase que unanime: “Prô aqui no rodapé está dizendo que é música...”; “nem tem cara de poema, parece texto...” – Expliquei para a turma que qualquer música antes de ser ‘musicalizada’, ‘harmonizada’ e ou/ arranjada’, é um poema, devido a estrutura como é composta/ escrita.&nbsp;</div><div>Conseguimos sistematizar a partir daí que poesia está presente em tudo – arte, ciência, esporte, é beleza que se vê quando se reflete, e já o poema é um gênero textual, e tem suas características próprias, como versos, rimas, entre outros.&nbsp;</div><div>Lemos novamente o poema, e agora os alunos tinham que selecionar e escrever no caderno algumas palavras que se identificassem.&nbsp;</div><div>Após selecionarem e escreverem, fizemos um combinado, que não poderiam mostrar para ninguém as palavras que selecionaram.&nbsp;</div><div>Num outro momento de aula, levei uma caixa de sapato com recorte na tampa, e um espelho colado no fundo, pedi para os alunos que retomassem as palavras selecionadas do poema.&nbsp;</div><div>Então, combinamos que cada aluno viria observar a caixa, voltaria ao seu lugar e escreveria em seu caderno o que aquela pessoa vista na caixa poderia contribuir para uma sociedade melhor, podendo ser uma sociedade macro, ou em frações como: familiar, escolar, religiosa...&nbsp;</div><div>&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-05 12:16:17 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Tarefa 1- Protagonismo e ressignificação no trabalho com os textos literários                                              </title>
         <author>clauvalter</author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2172094744</link>
         <description><![CDATA[<div>Professora- Cláudia dos S. L da Silva</div><div>CE 440- Jandira</div><div>Turma- 9ºs anos</div><div><br>Diante dos resultados medianos dos 9ºs anos referentes à habilidade voltada à identificação dos recursos semânticos expressivos em segmentos de um poema, fiquei refletindo em como aproximar os estudantes ao gênero e aos recursos, aguçando a leitura, facilitando a&nbsp; compreensão e o reconhecimento das figuras de linguagem.&nbsp;<br><br></div><div>Para tanto, distribuí os estudantes em grupos e os encaminhei ao laboratório de informática para pesquisa livre de poemas e seleção de um modelo que apresentasse algum significado a eles. Destinei tempo para a referida curadoria e registro do mesmo, além da justificativa da escolha, suas impressões e deduções sobre o assunto.<br><br></div><div>Posteriormente, os grupos socializaram os poemas selecionados, divulgaram suas justificativas,&nbsp; impressões e análises. Nesse momento, os demais estudantes puderam fazer intervenções, as quais foram muito significativas e indicaram novas análises para a mesma obra. Como já havíamos dialogado sobre algumas das figuras de linguagem, fui instigando a análise das mesmas em trechos dos poemas, bem como&nbsp; a intenção do poeta ao utilizá-las. Também solicitei a ampliação dos estudos com a pesquisa sobre o escritor, data da produção da obra e do contexto histórico como elementos que auxiliariam na ressignificação do poema. Um bom exemplo foi a análise do texto Moça linda bem tratada de Mário de Andrade, pois chamou a atenção da sala por conter ofensas destinada à mulher, as quais foram compreendidas após a investigação.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-05 21:32:20 UTC</pubDate>
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         <title>Relato de experiência significativa </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2172114595</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 1 - Relato de experiência significativa com texto literário<br></strong><br></div><div>Professora Monica Andrea Ignacio Marcomini<br>SESI Pirassununga<br>3º Ano do Ensino Médio<br>Tema: As vanguardas europeias<br>&nbsp;<br>No ano passado, após nosso retorno presencial, precisava atrair os alunos para aulas ainda mais prazerosa. Foi então que juntei minhas ideias e as dos professores de arte e história e, de forma integrada, trabalhamos com as vanguardas.&nbsp;<br>Iniciamos com pesquisas no LIE para descoberta desta arte moderna, suas características e algumas imagens que traziam.&nbsp;</div><div>Na sequência, os alunos, em grupo, liam alguns textos (de vanguarda e atuais) e os agrupavam conforme as características da arte a qual deveriam identificar (Cubismo, Futurismo, Expressionismo, Dadaísmo ou Surrealismo) e apresentavam suas conclusões. Em meio a isso, os alunos produziram um pequeno texto obedecendo as características da vanguarda e o resultado foi muito interessante, pois haviam charges, poemas, contos, artigos de opinião, manifestos, slam, fanfics, manuais de instrução e textos dramáticos.</div><div>Para que tudo ficasse bem sistematizado, os alunos deveriam produzir uma cena (foto ou vídeo) em grupo ou individual, das artes estudadas e, é claro, que a mais popular delas apareceu, “O grito”, de Munch em suas diferentes abordagens subjetivas do mundo interior. Além desta, outra que também teve destaque foi o Cubismo com seus diferentes planos geométricos e ângulos retos. Os alunos tiveram como base à canção atual do compositor Gotye “Somebody that I used to know” onde o cantor é representado em meio a quadros característicos.</div><div>Considero uma experiência significativa, pois os alunos demonstravam compreensão e conseguiram ora reunindo assuntos aparentemente sem nexo ora constituídas por frases nominais ou ainda atuando sob o imaginário extraído do sonho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-05 22:01:09 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1 - Relato de experiência com texto literário</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2172183539</link>
         <description><![CDATA[<div>Professora Vanessa Lubek<br>CE 192 - Alumínio<br>Turma: 3º anos do Ensino Médio<br>Tema: Vanguardas Europeias<br><br>Ao trabalhar o Modernismo com os 3º anos, realizamos um estudo referente às vanguardas europeias e as influências na literatura. Os estudantes, separados em grupos, realizaram pesquisas relacionadas às características e obras da vanguarda direcionada a eles. Após, prepararam uma apresentação para a turma, juntamente com a exposição de textos que mais lhes chamaram a atenção. O objetivo nesse momento foi compartilhar o conhecimento adquirido com toda a turma, a fim de que todos passassem a conhecer um pouco de todas as vanguardas estudadas.<br><br></div><div>Após as apresentações, os estudantes prepararam salas temáticas para visitação dos demais alunos da escola. Assim, diversas ideias surgiram. Na sala pertencente ao Cubismo, os componentes do grupo espalharam partes de poemas no espaço e convidaram os visitantes a montar um para si.<br><br></div><div>&nbsp;No Expressionismo, os estudantes vendaram os convidados e proporcionaram exercícios que lhes aguçassem os sentidos e possibilitassem a expressão das emoções que sentiam. Ao final, todos deixaram suas impressões em versos. Futurismo, Dadaísmo e Surrealismo trabalharam no mesmo sentido, apresentando obras, vídeos e atividades para a aplicação e transformação do conhecimento em experiência para o outro.<br><br></div><div>A atividade foi muito significativa, tanto para quem apresentou quanto para quem assistiu. Os estudantes conseguiram compreender os movimentos, criar, e expor sentimentos e reflexões acerca do que vivenciaram.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-05 23:46:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Relato de experiência com texto literário - 1º tarefa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2174037759</link>
         <description><![CDATA[<div>Professora – Lúcia H C Spina</div><div>CE 109 - Franca</div><div>Turma: 1º anos do Ensino Médio<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Para iniciar literatura no 1º ano EM, solicitei que os estudantes pesquisassem sobre o contexto histórico, político e social do&nbsp; Humanismo movimento que incentiva a valorização do ser humano, fizemos roda de conversa sobre temas atuais e pertinentes a temática.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Apresentei o livro Auto da barca do inferno e comentei sobre o gênero textual e retomei a sua estrutura. Em seguida trabalhei o título do livro com alguns comentários sobre as personagens. &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Montamos grupos para que cada um deles lessem e analisassem as personagens da história relacionando-as ao cotidiano. Em seguida, a leitura e pesquisa feita pelos grupos.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Os estudantes resolveram encenar a história do livro. Fiz parceria com Arte para que a professora fizesse interferências relacionadas a apresentação que foi no Teatro SESI, público- alvo (alunos EM)<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Considero a experiência&nbsp; relevante pois&nbsp; permitiu que os estudantes&nbsp; trabalhassem sua individualidade,&nbsp; opinião e reflexão sobre a sociedade, mergulharam num mundo de subjetividade e encantamento e descoberta. Perceberam que a literatura passa a ser um momento de libertação e compreensão de suas próprias emoções.<br><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-07 19:50:52 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa</title>
         <author>valeriahae</author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2174056388</link>
         <description><![CDATA[<div>Profª Valéria Campos<br>CE 414 - Vila Leopoldina<br>Turma 3º EM<br><br>Este ano, ao estudar o Realismo com o terceiro ano,&nbsp;uma das minhas preocupações esteve em consonância com o que se menciona no artigo: em vez de trabalhar obras extensas, as quais, muitas vezes, os alunos acessam apenas por meio de resumos, proporcionar textos curtos que os estudantes pudessem ler aos poucos e construir sentidos.<br>Começamos com "Um apólogo", de Machado de Assis, de apenas uma página. Eles leram o conto individualmente e, em grupos, compartilharam suas interpretações/análises. Conversamos sobre o fato de o Realismo tecer críticas sociais e a necessidade de olharmos para além do enredo. Identificamos as possíveis críticas nesse primeiro texto e partimos para um segundo conto, ainda curto, de Eça de Queirós, "A Aia". Já sabendo das características buscadas pelos escritores realistas, foi mais fácil a identificação das críticas feitas nesse texto. Caminhamos, por fim, para o conto "Causa Secreta". Eles leram o texto, discutiram primeiramente em grupos e, em seguida, foram divididos para a encenação de trechos. No dia da apresentação, fizeram em sequência a dramatização e o resultado foi interessante. Muitos relataram terem compreendido melhor o conto depois de feita a adaptação, dessa forma, atingiu-se o objetivo da "projeção e auto-inserção simulativa". Como passo final, havia uma lista de perguntas entre as quais os estudantes deveriam escolher algumas para responder, ligando acontecimentos do conto à época de Machado de Assis e também à contemporaneidade.<br>Acredito que, dessa forma, o horizonte de expectativas foi ampliado, pois a dificuldade de leitura se intensificou e os estudantes compreenderam as lentes da ironia, crítica e análise do ser humano com as quais os textos realistas devem ser lidos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-07 20:37:25 UTC</pubDate>
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         <title>SESI Ribeirão Pires  Turma: 1EM</title>
         <author>Marilucia</author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2174359825</link>
         <description><![CDATA[<div>Como relatado na aula ao vivo, iniciei a aula pedindo para que os alunos sentassem em pequenos grupos (no máximo 4 pessoas); coloquei a música para eles ouvirem uma vez e perguntei sobre o que eles acharam da canção, se ela era melódica, triste, alegre, irônica, etc.<br>Os alunos responderam que ela parecia ser um pouco romântica, pois dava a entender que era uma declaração de amor, ao mesmo tempo que aparentava ser triste, pois em algum momento da canção, percebia-se que o casal estava rompendo o relacionamento.<br>Toquei a música mais uma vez e pedi para que os grupos lessem a letra da canção e; assim que a música acabou, selecionei uma estrofe para cada grupo estudar.<br>Eles precisavam interpretar a canção para entender o que o eu lírico queria dizer; enquanto faziam isso, eu circulava pela sala para conversar com os grupos e perceber se estavam conseguindo interpretar, colhia as informações que eles levantavam e fazia outras perguntas para levantar mais ideias.<br>Ao fim desse primeiro momento, pedi para que os grupos compartilhassem para a turma o que entenderam sobre a estrofe selecionada e; eu não esperava, não imaginava que durante essa socialização, pudéssemos extrair tantas informações preciosas sobre o texto.<br>Conforme cada grupo falava, eu fazia alguns comentários, trazendo para a nossa realidade, levando-os a pensar ou a se colocar no lugar do outro (E se fosse com você, como você se sentiria?), eu perguntava.<br><br></div><ul><li>Associaram a palavra ruga com a duração do relacionamento, pois as rugas só aparecem depois de um bom tempo, ou seja, o relacionamento já durava há um bom tempo.</li><li>Falaram sobre um relacionamento às escondidas, que um dos dois queria contar para todo mundo saber ("abre as cortinas"); em contrapartida, o outro, por algum motivo, queria manter o sigilo.</li><li>Comentaram sobre o sol, que ele representa claridade, luz, e é um astro que brilha no dia, onde tudo é visível; algo que não acontecia no romance.</li><li>Nos trechos "onde é que o barco foi desaguar/quando é que tudo foi desabar" fizeram alusão ao término do relacionamento, como se ele tivesse desgastado com o passar do tempo.</li><li>Disseram que "a estrela vai cair" poderia ser uma tragédia, uma despedida e foi quando associei a música com a notícia que eles tinham lido anteriormente sobre o desabamento de um prédio.</li></ul><div><br></div><blockquote>Foi uma experiência maravilhosa, na qual pude perceber que não somente suas impressões e reflexões sobre o assunto foram apresentadas, mas os seus sentimentos, suas convicções e leituras sobre a vida.</blockquote><div><br>Professora: Marilúcia Toledo<br><br><a href="https://www.letras.mus.br/los-hermanos/67554/">Conversa de Botas Batidas - Los Hermanos - LETRAS.MUS.BR</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-08 11:49:26 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1 - SESI Descalvado</title>
         <author>marianagrosa</author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2174747090</link>
         <description><![CDATA[<div>Professora: Mariana<br>Turma: 7º ano <br>Tema: MPB<br>Texto: Letra da música Roda Vida, de Chico Buarque<br><br>Minha experiência com ensino de literatura é pouca, sou uma nova professora nesse ramo. Entretanto, pude recentemente realizar uma atividade sobre música popular brasileira com os alunos do 7º ano. Compartilhei com os alunos a letra da música Roda Vida, de Chico Buarque, e perguntei a eles o que haviam compreendido ou o que haviam sentido ao lerem a letra. Alguns alunos me disseram que parecia falar sobre a angústica, ou morte; outros disseram que falava sobre tempo. Então, decidi colocar a música tocando, e Chico cantando. Perguntei novamente aos alunos o que sentiam ou pensaram sobre. Eles conseguiram associar a música a algo que esteja fora do nosso controle, que não pára, e que está relacionando ao tempo. Foi então que decidi relacioná-la ao contexto histórico da ditatura militar, tão determinante para que essa composição surgisse. E que, assim como em Roda Vida, nos versos <br><strong><em>Faz tempo que a gente cultiva</em></strong><br><strong><em>A mais linda roseira que há<br></em></strong>Ainda é possível cultivar a arte, a flor, em meio ao caos e luta. Percebi que os alunos se sensibilizaram, e muitos compreenderam como a música fala sobre algo angustiante, talvez a própria vida, ou passagem do tempo. Porém, ao saberem do contexto histórico, a letra pôde tocá-los ainda mais profundamente, já que se tratava de uma forma de resistência. Acredito que esta tenha sido uma experiência literária mais catártica - e sensibilizadora-&nbsp; aos estudantes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-08 23:04:44 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1- Profª. Deise Cristina de Souza Temóteo (Sesi 349 - Araçatuba)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2174770929</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa ação foi realizada em duas turmas do 9ºano, em junção com o 6ºano e o objetivo principal era foi proporcionar aos alunos a vivência de uma experiência de leitura&nbsp; literária e reflexiva estabelecendo relações do lido com sua própria experiência de mundo, através do gênero literário e a carta. Como metodologia, partimos do período literário Romantismo apresentando a Noite na Taverna de Álvares de Azevedo em uma atividade temática, com apresentações em grupos. Buscamos a partir daí, aliar as características do período a uma obra atual, As Vantagens de Ser Invisível, de Stephen Chbosky.&nbsp; Foram muitas aulas de leituras, discussões e atividades em torno dos temas abordados pelo livro. Em certo ponto do projeto, inspirados pela leitura desse romance epistolar, os alunos produziram cartas para serem trocadas com os colegas das outras turmas, usando pseudônimos, em que relataram livremente, munidos de fatos ou ficções, histórias vividas ou imaginadas. Como encerramento desta ação, foi realizada uma roda de conversa com os 6ªanos que receberam as cartas também, e os estudantes tinham que validar a estrutura do gênero carta pessoal que estudaram, para que posteriormente fosse direcionada por perguntas feitas previamente pelos alunos sobre os assuntos mais inquietantes abordados no livro.&nbsp; A discussão iniciou-se a partir do principal, onde observamos o desenvolvimento do senso crítico dos alunos, instigando os mesmos ao gosto e à procura por novas narrativas. Dessa forma, foi possível perceber que a formação de leitores literários deve partir de um trabalho que aproxime os alunos dos livros, não subestimando a capacidade deles. Trabalhar com uma obra contemporânea bem escolhida, ter propriedade no fundamentar essa escolha e fazer as relações necessárias com a época literária  que levem os alvos da ação a procurar e querer mais, além de encontrar um caminho  prazeroso dentro da literatura.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-08 23:45:55 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2174795825</link>
         <description><![CDATA[<div>Professor: João Vitor<br>Turma: 1º ano EM<br>Tema: Acesso ao cinema no Brasil<br>Texto: Velha história - Mario Quintana<br><br>Nesse encontro, o objetivo era demonstrar o processo de criação de diferentes gêneros textuais, sendo esses o literário, o roteiro e a animação. Então comecei apresentando o texto de Mario Quintana e iniciamos a fruição com o peixinho que o pescador encontrara, e que deixa subentendido uma relação de afeto com o peixinho. Inicialmente, os estudantes analisaram o texto como uma simples pesca feita. Mas quando investigamos as marcas de sentido deixadas pelo autor, chegamos a diferentes interpretações. Uma delas era de que o peixinho era uma alusão à relação do pescador com sua esposa, que quando ele tira o peixinho de fora da água, ele distancia ela (o peixinho) de sua família, amigos... Que quando percebe o feito, o peixinho (a esposa) não consegue mais voltar, sentindo as marcas profundas de uma relação tóxica. Outra interpretação que obtivemos, foi uma visão científica, de que o peixinho é um mutante, que ao sair da água não sofre com a falta de ar, pois consegue respirar oxigênio. Enfim, com a leitura do texto de Mario Quintana feita, fomos para os outros gêneros textuais, e seguimos com o encontro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-09 00:20:39 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1 - SESI Alumínio </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2175563377</link>
         <description><![CDATA[<div>Professora: Silvia Regina Fernandes<br>Turma: 6º ano<br>Sarau<br><br>Após propor e socializar pesquisas sobre alguns autores e realizar todo o processo de retomada do gênero poema, os estudantes produziram seus próprios poemas, os quais foram expostos em varais em um dos eventos escola e família.<br>Os estudantes tiveram a oportunidade de declamar seus poemas (aqueles que quiseram - sem forçar) para os visitantes. Também mostraram seus talentos tocando instrumentos musicais. Durante o sarau, alguns estudantes convidavam os visitantes para que declamassem poemas sugeridos ou que conheciam e também organizassem versos&nbsp; de modo a formarem poemas de acordo com o que sentissem.<br>Foi uma experiência única tanto para os estudantes quanto para os visitantes/família.<br>Essa atividade contou com a participação efetiva de todos os estudantes e pude observar que, ao longo da etapa, vários deles continuaram a produzir pequenos poemas sobre os mais diversos temas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-09 12:05:57 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2175609339</link>
         <description><![CDATA[<div>Professora Lisandra Donato<br>Sesi 409<br>Turma: 9° ano<br>Gênero: conto psicológico&nbsp;<br>O objetivo da atividade era proporcionar ao estudante a leitura e fruição estética do conto "A galinha".<br>Após leitura silenciosa, os alunos foram convidados a partilharem suas interpretações sobre o conto.<br>Resumidamente, o conto narra a história de uma galinha que está para morrer, porém, após botar um ovo, a família desiste e passa a tratar o animal como um membro familiar.&nbsp;<br>Em discussão, os estudantes perceberam que o papel desempenhado pela personagem da galinha era muito similar ao papel designado pela sociedade, às mulheres.<br>O deslocamento causado pela produção do sentido a partir do conto, causou um grande estranhamento aos estudantes, que passaram a buscar outras símbolos dentro do texto.<br>Dessa forma, compreendo que os estudantes expandiram em suas consciências, a influência ideológica e entenderam como ela se apresenta em textos literários.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-09 12:36:54 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1- Unidade 348 Álvares Machado- Professora Marina Tunes Turma: 6º Ano  Gênero: Poema</title>
         <author>marinasilva36</author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2176509676</link>
         <description><![CDATA[<div>Este ano, ao trabalhar com o gênero literário poema no 6º ano abordei a construção de um poema concreto e compreensão do significado de eu lírico de forma inusitada, pois estávamos realizando um projeto da Semana da Arte Moderna Integrado com Arte. Iniciamos a atividade fazendo uma primeira leitura com função de deleite de um poema do livro Muitos Textos... Tantas Palavras “Sobre poemas e pássaros”, de Gracio Reis, após a leitura os estudantes destacaram a página, colaram no caderno e pintaram cada verso do poema em cores diferentes de acordo com as sensações de que este lhe causou (cores claras para sentimentos mais tranquilizadores e cores escuras para sentimentos mais obscuros). Em seguida, os alunos socializaram as três cores que prevaleceram na sua interpretação estética, eles perceberam que as palavras exprimem emoções muito fortes e que faz associações profundas com nossos sentimentos. Expliquei a eles que atribuir uma forma ou mesmo cores ao poema é uma característica de uma fase de grande importância na literatura brasileira, que foi o Modernismo, somente após esse período houve maior liberdade do "eu lírico= voz poética" para exprimir seus pensamentos e sentimentos e a consagração dos poemas concretos. Após essa atividade, os alunos criaram seus próprios poemas concretos sabendo que podiam utilizar cores, atribuir formas às palavras ou "brincar" com seus sons de maneira livre, deixando o "eu lírico" aflorar dentro de cada um para criar.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-09 22:18:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa Aula 01: Relato de experiência com texto literário</title>
         <author>caiooranges</author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2176567723</link>
         <description><![CDATA[<div>Professor: Caio Santilli Oranges<br>SESI 298 - Ribeirão Preto/SP<br>Turma: 3º ano EM<br>Tema: Simbolismo/Modernismo<br>Textos: "Violões que choram", de Cruz e Souza<br><br>Neste ano, iniciando o Simbolismo, partimos da leitura do texto "Violões que choram", de Cruz e Souza. A fim de destacar os aspectos centrais do movimento literário, fizemos uma leitura dando muito destaque ao aspecto sonoro, notadamente aos sons mais importantes à compreensão do poema. Durante a leitura, a turma, que estava agitada, foi se acalmando. Do meio para o final da leitura, o silêncio tomou conta da sala, e percebi que todos eles estavam compenetrados na leitura (muito pela forma como minha leitura estava sendo feita). Naquele momento, houve uma espécie de catarse geral, em que todos os alunos foram tocados pela poesia. Ao final da leitura, aproveitando o momento conjunto, perguntei a eles o que cada um sentiu enquanto eu a realizava, e todos descreveram seus sentimentos de maneira detalhada. "Arrepio", "Tristeza", "Angústia" e "Ansiedade" forma os mais falados. Aproveitei para, a partir dessas impressões, destacar a eles qual o intuito da leitura que fiz: dar destaque aos sons. O interessante é que, em sua maioria, os estudantes relataram não ter compreendido o conteúdo do poema, mas ter sentido algo "estranho" enquanto eu lia. Ou seja, a literatura proporcionou à sala um momento conjunto de "prazer dos afetos", de "sensibilização". Foi um momento muito importante para mim. Desde esse episódio (que ocorreu no início do ano), os educandos sempre ficam em completo silêncio quando vou ler um poema em conjunto com a turma.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-09 23:37:55 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1 </title>
         <author>brunaloria</author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2176570878</link>
         <description><![CDATA[<div>Turma: 2º EM<br>Sobrevivendo no Inferno - Racionais MC's<br>Professora: Bruna Loria Garcia<br>SESI 346<br><br>O primeiro contato com a obra Sobrevivendo no Inferno, de Racionais MC's, foi a leitura das letras das músicas junto da escuta das canções - experiência estética, que causou estranhamento, surpresa e engajamento dos alunos, ao descobrir que a obra possuía linguagem e temáticas populares.<br>A partir desta escuta e leitura das letras do álbum, os alunos foram divididos em pequenos grupos (até 3 pessoas) e tiveram que apresentar uma das canções à sala, contando-os quais visões de mundo eram veiculadas nas obras e quais eram as impressões que as obras causaram.<br>Depois, em sala de aula invertida, os alunos tiveram que, individualmente, pesquisar a respeito do contexto histórico em que a obra foi criada e debater em sala ao seguinte questionamento: "Na época do lançamento do álbum, ele era considerado Literatura?"<br>Essa discussão trouxe diversos pontos de vista em debate sobre aa funções da Literatura - principalmente o de que, conforme mudam-se os tempos, mudam-se as interpretações de mundo.<br>Assim, foi possível perceber que a abordagem pela experiência estética trouxe maior engajamento dos alunos, já que causou um estranhamento que sensibilizou os alunos a perceber a Literatura de forma diferente de como eles a viam anteriormente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-09 23:41:40 UTC</pubDate>
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         <title>Relato de experiência significativa-SESI 099. Professora Érica Inácio.       Turmas dos 6º e 7º anos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2176581388</link>
         <description><![CDATA[<div>A turma selecionada para desenvolver a atividade foi do 7º ano. Era uma turma heterogênea, com perfis de leitores distintos.&nbsp;</div><div>Os conhecimentos dos alunos foram diagnosticados num questionário, elaborei um forms, fazendo questionamentos sobre os gostos de cada estudantes, o que fazem nos tempos livres, qual o tempo reservado para leituras durante a semana, se liam poemas, se conheciam poetas brasileiros, entre outras. Essa ação possibilitou avaliar os conhecimentos e o perfil de leitor dos participantes das aulas que trabalharíamos com poemas.</div><div>Observei que mais da metade da turma realizava a leitura obrigatória e que os poemas eram pouco contemplados na rotina dos estudantes. Liam por orientação da escola, mas não com liberdade e por opção.&nbsp;</div><div>Após a coleta de dados, foi possível detectar os conhecimentos prévios dos alunos para a elaboração das propostas das atividades. O diagnóstico foi fundamental para ajustar o planejamento inicial.</div><div>Pensei no seguinte questionamento: como o letramento literário, pela mediação do professor, pode favorecer o desenvolvimento da leitura significativa, contextualizada e colaborativa a partir de poemas nas aulas de Língua Portuguesa?</div><div>Para a elaboração desta proposta de trabalho, consideramos as relações possíveis entre a linguagem dos poemas e outras linguagens poéticas, como a música e as artes plásticas, de modo a favorecer a aproximação dos estudantes com as obras de uma antologia que reúne textos literários.</div><div>Propus a leitura de poemas em voz alta e apreciação de textos musicados, pinturas, vídeos e teatro, entre outras manifestações artísticas. O objetivo foi o de levar a poesia para a vida escolar.</div><div>Utilizei o método de “sprints de leitura” semanais, que repercutiram positivamente.&nbsp;</div><div>A colcha literária é um projeto que aplico com as turmas desde 2018, em parceria com a biblioteca escolar, trazendo um novo significado para os momentos de leitura. Utilizamos o espaço externo e a cada ano, uma nova colcha é confecciona , sendo um recurso para a escola utilizar nos momentos de leitura. &nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-09 23:51:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 1- Relato de experiência com texto literário</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2178211852</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Professora Irene das Graças Monteiro Turra&nbsp;</div><div>CE 081- Suzano&nbsp;</div><div>Atividade realizada com alunos de 9º ano&nbsp;<br>Atividade: Sarau- Manuel Bandeira<br>&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; O objetivo desta atividade era ampliar o repertório do estudante sobre as características dos poemas, bem como relacioná-los ao momento de criação e estilo do autor, já que no ano seguinte iniciariam os estudos de Literatura no Ensino Médio. Por isso, em parceria com a professora de Arte, organizamos um sarau sobre Manuel Bandeira. &nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Para isso, num primeiro momento disponibilizei uma cópia para cada aluno de três diferentes poemas de Manuel Bandeira: O último poema, Pneumotórax e Jacqueline. Pedi-lhes que lessem, e após, me relatassem suas impressões. Grande parte quis me relatar o quanto estranharam, pois para eles os textos não eram poemas, já que eram tristes e as palavras lhes chocaram, principalmente em Pneumotórax.&nbsp; &nbsp; &nbsp;Assim, após socializarem, finalizei esta aula relacionando os conteúdos à vida do autor e às características de suas produções. &nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Após, ampliamos as discussões em rodas de conversa, incluindo pesquisas sobre o autor e outros poemas trazidos por eles.&nbsp;Posteriormente, elaboramos uma sequência de apresentações e um cronograma de ensaios, direcionados ora por mim ora pela professora. Após vários ensaios, o sarau foi apresentado às outras turmas e foi um sucesso.&nbsp; &nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 19:34:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 1 - Relato de experiência com texto literário.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2180336608</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Professor: Wellington Rodrigues<br>SESI 113 - Mogi das Cruzes, SP.<br>Turma: 6º ano&nbsp;<br>Tema:&nbsp;Gênero textual poema<br><br><br>Sou professor do ensino fundamental II, mais precisamente das turmas de 6º ano. É preciso deixar isto claro, uma vez que o próprio artigo traz um direcionamento para as aulas do ensino médio. De fato, o aprofundamento literário ocorre a partir dos anos finais. Todavia, se falamos em aprofundamento, pressupõe-se o acesso a uma superfície, e esta é apresentada nos anos iniciais. Posto isto, passemos à exposição da atividade.&nbsp;<br><br></div><div>No material didático do 6º ano há uma unidade que trabalha com poemas. Ali é discutida algumas questões estéticas e históricas que contribuem para a contextualização dos poemas selecionados. Vale ressaltar que até este momento da vida escolar, estas crianças não tiveram contato sistematizado com poemas do Modernismo. Assim sendo, partindo do pressuposto do artigo, a leitura literária deve causar este estranhamento ao mesmo tempo em que há uma atualização da historicidade da obra.&nbsp;<br><br></div><div>Na aula, tivemos contato com os poemas “Relógio” (Oswald de Andrade) e “A onda” (Manuel Bandeira). De início trata-se de poemas de leitura densa, tendo em vista que estão destinados – no material didático – a um sujeito de 10 anos. O que fiz? Primeiramente, pedi para que lessem o poema. Eu já sabia que leriam com uma velocidade estonteante, apenas para chegar depressa ao final. E evidentemente, nada do que fosse lido os tocaria. E foi exatamente o que aconteceu. E era isso que eu queria, justamente para que eles pudessem fazer um paralelo que seria proposto mais adiante.&nbsp;<br><br></div><div>Após este momento, realizei uma atividade de imersão. Pedi que fechassem os olhos e ativassem os demais sentidos, em especial a audição, com o intuito de trazerem imagens mentais sobre os sons captados. A ideia aqui era levá-los à abstração. Retirá-los desta concretude que a visão nos dá. Depois, trabalhamos técnicas de respiração e silenciamento, para abrir espaço para a leitura literária.<br><br></div><div>Com o estado de espírito alcançado, pedi que imaginassem algumas cenas. Depois li o poema. Coloquei ao fundo um sino de igreja. Ao final, solicitei que abrissem calmamente os olhos e, aos que desejassem, compartilhassem o que sentiram (tudo com a voz naturalmente calma). Fizeram. Pedi para que comparassem a primeira e a segunda leitura e estabelecessem as diferenças. Por fim, discutimos sobre o que é literatura, arte, estado de espírito, atravessamento, leitura literária, tempo, vida, e outras reflexões de cunho estético, sócio-histórico e psicológico.&nbsp;<br><br></div><div>As crianças fizeram paralelos e ficaram tocadas com o poema. Não colocarei aqui o trabalho desenvolvido com o poema A onda, deixarei para outro momento.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 01:11:43 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1 - Relato de experiência com texto literário</title>
         <author>ferfachina</author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2182010354</link>
         <description><![CDATA[<div>Professora: Fernanda Fachina</div><div>SESI 110 – Bebedouro, SP.&nbsp;</div><div>Turma: 6º ano&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Observando certa resistência e desmotivação de alguns alunos com a leitura de textos do livro didático e de materiais extras relacionados ao gênero textual carta – tema da unidade 1 do livro –, pensei em lhes mostrar que a literatura, mais especificamente poemas – assunto da unidade 2 –, podia ser tão interessante quanto a pintura e a música, dois tipos de artes que a classe mencionou gostar no começo do ano letivo.&nbsp;</div><div>Na introdução da unidade 2, apresentei para eles a pintura “A estrada de ferro em Murnau”, de Kandinsky, e pedi que observassem atentamente a imagem e, em seguida, apontassem suas impressões sobre a obra. Na sequência, coloquei a música “Bachianas brasileiras nº 2” (O trenzinho caipira), de Heitor Villa-Lobos, para que eles relacionassem a pintura e a música. Posteriormente, solicitei que eles lessem e interpretassem o poema “Trem de Ferro”, de Manuel Bandeira, em duplas. Por fim, houve a socialização das percepções que as duplas tiveram das três obras, o que foi muito produtivo, pois, até mesmo, os alunos que demonstravam desinteresse participaram ativamente da discussão. Nas aulas seguintes, observei que houve menos resistência à leitura dos poemas. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 23:00:00 UTC</pubDate>
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         <title>Relato de experiência com texto literário</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2190325049</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br>Ao trabalhar o Humanismo no 1o ano do Ensino Médio, orientei os alunos a fazerem a leitura da obra original Auto da barca do inferno, de Gil Vicente. Tal leitura, por ser um momento de contato solitário causou bastante estranhamento.&nbsp; Num segundo momento, já iniciando a experiência estética, fizemos a leitura compartilhada em aula com o objetivo de que os alunos pudessem compreender o vocabulário, o gênero, o estilo e os recursos utilizados pelo autor. Foi feita, ainda, uma discussão sobre o contexto e a intenção do autor. Na sequência, os alunos assistiram o filme O auto da compadecida, baseado na obra de Ariano Suassuna, com o objetivo de comparar com a obra lida anteriormente. Para finalizar foi proposto que os alunos, em dois grandes grupos, criassem um roteiro, atualizando o contexto e as personagens para ser dramatizado.&nbsp;<br><br>Rosângela Galante<br>SESI Ribeirão Pires</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-19 00:19:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Atividade em grupo - Conto: Venha ver o pôr do sol ( Lígia Fagundes Telles )</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2190507863</link>
         <description><![CDATA[<div>Professora: Débora Maria Fiaschi<br>Sesi 123- Sorocaba-SP<br>8 ano<br><br>A proposta trouxe a leitura compartilhada desse conto, propositalmente escolhido por apresentar um enredo extremamente envolvente, colocando o leitor numa posição de pertencimento acerca das ações dos protagonistas: Ricardo e Raquel. Questões abordando o relacionamento amoroso e suas nuances realmente despertam o interesse dos alunos, pois estão numa fase de descobertas sobre o assunto.<br>Após chegarmos ao momento de clímax da história, a leitura foi interrompida, pois os “possíveis desfechos” deveriam ser elaborados pelos grupos para posterior apresentação aos colegas, o que foi executado muito bem por todos. Houve muita socialização e criatividade. Trouxemos alguns assuntos subjacentes à história, tais como a dificuldade de aceitação de um término de relacionamento e possíveis atos de violência decorrentes. A finalização contou com a revelação do desfecho original produzido pela magistral escritora. Aproveitamos também para conhecer um pouco das características literárias de Lígia e algumas obras sugeridas para leitura.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-19 02:29:47 UTC</pubDate>
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         <title>TAREFA 1 - Relato de experiência com texto literário. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2193478859</link>
         <description><![CDATA[<div>Professora: Marcela Astolfo<br>SESI 414 - Vila Leopoldina<br>Turma: 6° ano<br>Mediação de leitura<br><br>“A leitura vivenciada é imprescindível para o texto literário, tanto em nível emocional quanto estético".</div><div>Esse fragmento do texto, me fez lembrar do livro “A parte que falta” – Shel Silverstein que recentemente foi trabalhado como proposta de mediação de leitura na biblioteca com os 6º anos. Fizemos a leitura em roda e depois os alunos passaram por um processo de fruição (1º com os olhos fechados pensamos numa continuação ou um final para a história). Em seguida os alunos partilharam e na sequência contribuíram com as suas impressões sobre as ilustrações associando a história contada, trazendo significado a ela. Por fim, refletimos sobre essa poesia singela encontrada no livro e relacionamos com a vida e as relações com o outro. A turma foi direcionada a pensar no próprio título do livro, mas como uma pergunta - O que falta em mim? Tivemos contribuições de vários relatos e alguns se emocionaram.&nbsp;</div><div>Os alunos puderam refletir com a ideia estética presente no livro e com as especificidades de um texto literário. Causando uma estranheza quando uma história de um livro infantil foi capaz de trazer tantas percepções no coletivo e no individual.&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-20 20:15:45 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1 - Relato de experiência com texto literário. </title>
         <author>carolineamorim</author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2194024822</link>
         <description><![CDATA[<div>Professora: Caroline de Amorim Santos<br>SESI 397- Mauá - SP<br>Turma: 6º ano<br>Tema: Gênero textual poema<br><br>Embora o artigo seja direcionado para o trabalho com literatura no Ensino Médio, eu leciono Língua Portuguesa para os alunos do Ensino Fundamental, dessa forma, algumas adaptações são necessárias.<br>Quando começamos o trabalho com a unidade 2, que trata sobre o gênero textual poema, percebi desinteresse por parte dos estudantes (consideram o gênero de difícil compreensão por conta das figuras de linguagem a que não estão tão familiarizados ainda). Houve um primeiro momento de resistência por parte dos estudantes. Então sugeri que todos os dias algum aluno voluntário trouxesse o título de uma música de que gostasse para que todos ouvíssemos juntos e eles deveriam explicar o que a música lhes despertava. A partir desse contato com a música e as emoções que sentiam com cada canção sugerida, retomei a leitura dos poemas trazidos na unidade, dessa vez conseguindo atingir o propósito de que interpretassem os poemas, ainda que com certo estranhamento.<br>Após a familiarização com o gênero, fizemos a leitura do poema "Ou isto ou aquilo" de Cecília Meireles, fizemos uma roda de conversa para socializar as experiências que aquela leitura havia proporcionado e compartilhar os sentimentos que foram experenciados com a leitura.<br>Após este trabalho, veio o momento dos estudantes produzirem seus poemas e junto com a professora de Arte e o bibliotecário organizamos um sarau em que os alunos poderão declamar seus poemas ou musicá-los (o trabalho ainda não foi concluído). </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-21 16:35:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2194595026</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 1 - Relato de experiência com texto literário.<br></strong><br></div><div>Professor: Marcelo Dias Martinez<br>&nbsp;SESI 300 - Avaré - SP<br>&nbsp;Turma: 6º ano<br>&nbsp;Tema: Gênero textual poema<br><br></div><div>Sou professor de Língua Portuguesa do 6º Ano. Todos os anos quando vou trabalhar com a unidade 02 do material didático que trata sobre poema e poesia, sinto em um primeiro momento que muitos gostam desse gênero textual, mas quando são apresentados aos poemas Modernistas, eles sentem uma estranheza e dificuldade para compreensão.&nbsp;<br><br></div><div>Para que essa mudança seja compreendida é necessário contextualizá-los sobre o momento histórico da época e suas intenções. Início com poemas concretos, músicas e pinturas e suas interpretações.&nbsp;<br><br></div><div>É muito interessante perceber a mudança de interpretação que se tem quando trabalhamos o poema “Torre de Babel” de Décio Pignatari. Em um primeiro momento, fazemos a leitura do poema e inferências, sem pesquisarem sobre o que foi e a significação dessa torre. Peço para que pesquisem e tentamos relacionar novamente com o poema lido. Nesse momento, começa a fazer sentido e a maioria consegue perceber a intencionalidade do poeta.&nbsp;<br><br></div><div>A partir daí, realizamos as leituras com os demais textos. Costumamos finalizar essa unidade com produções livres de poemas, montamos um varal poético e expomos para os demais da escola.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-22 15:43:19 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1 - Relato de experiência com o texto literário</title>
         <author>laianaoliveira1</author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2195288988</link>
         <description><![CDATA[<div>Professora: Laiana M. Leite de Oliveira<br>SESI 123 - Sorocaba-SP<br>Turma: 9º ano<br><br>A partir do texto lido e das reflexões acerca da prática com o texto literário, consigo me lembrar de algumas práticas que já propus com a leitura.&nbsp;<br>O meu pressuposto de trabalho dialoga com o olhar teórico do artigo, visto que entendo, assim como Cândido, que a leitura é um fator humanizante e é potencializado se validado a partir da fruição.&nbsp;<br>Nessa seara, estabeleci, ao longo do meu percurso, um projeto de leitura que se baseia na liberdade de escolha dos títulos (que eram selecionados previamente pela docente, considerando a faixa etária e os interesses gerais dos alunos). Esses livros ficavam expostos na sala de aula e, após manusearem, lerem e tecerem um contato prévio com o título, eram escolhidos. Para acompanhar a leitura, semanalmente, fazíamos uma roda de conversa sobre as obras, e cada um ia expondo os sentidos descobertos e desvendados até o momento da leitura. Nesse trabalho, ao final, os estudantes trouxeram algo que representou a leitura (uma maquete, uma tela pintada etc.)&nbsp;<br>Outro percurso de leitura como fruição foi, também, deixar a escolha da obra livre e, feitas as decisões, os estudantes deveriam comentar os títulos que escolheram no Teams e, ainda, semanalmente compartilhar o processo de leitura. Depois, foi disponibilzada a eles uma lista com diversas formas possíveis de representar o que foi lido. Essas representações partiram de uma noção dos multiletramentos e cada estudante encontrou alguma forma que fizesse sentido a ele. As opções foram reprodução de receita literária, representação de cenário e personagens no minecraft education, jogo de tabuleiro, booktube, booktrailer, draw my life etc.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-23 05:35:31 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1: Relato de experiência com o texto literário</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2196401515</link>
         <description><![CDATA[<div>Professor: Tiago<br>SESI 411 - Taubaté - SP<br>Turma: 3º Ano EM<br>Mediação de leitura; gênero conto; Guimarães Rosa<br><br>O artigo me fez lembrar de uma atividade de leitura de contos proposta em um 3º ano. O conto em específico foi “Fita Verde no Cabela”, de Guimarães Rosa, uma obra que faz referência à Chapeuzinho Vermelho dos Irmãos Grim.<br><br></div><div>Para um primeiro procedimento, realizamos a leitura compartilhada e realizamos uma roda de conversa sobre os pontos mais relevantes sobre a obra. A ideia foi identificar os pontos em comum em relação a intertextualidade e conhecimentos prévios.<br><br></div><div>Segundo Figueiredo (2008), “Há&nbsp; que&nbsp; se&nbsp; reservar&nbsp; um&nbsp; primeiro&nbsp; momento&nbsp; para&nbsp; o&nbsp; contato&nbsp; solitário&nbsp; entre&nbsp; leitor&nbsp; e&nbsp; texto&nbsp; e,&nbsp; só depois, &nbsp; momentos &nbsp; de &nbsp; desvendamento &nbsp; da &nbsp; natureza &nbsp; do &nbsp; discurso &nbsp; literário, &nbsp; com &nbsp; vistas &nbsp; a desencadear os significados de ordem estética e ideológica configurados nos textos, bem como a vinculação ao contexto histórico de sua produção”.<br><br></div><div>Embora realizamos a leitura compartilhada, cada um teve seu momento interno com a obra e, depois da roda de conversa, perceberam alguns significados em comum com outras obras (sobretudo Chapeuzinho Vermelho).<br><br></div><div>O texto, aos poucos, foi ganhando mais significado ao longo da segunda leitura, agora instigando os estudantes a criar hipóteses sobre a história. O trabalho com neologismos, escolhas literárias específicas do autor. Este procedimento da atividade me fez compreender que “o desvendamento estético do texto literário exige a compreensão dos significados que o autor laboriosamente construiu em seu texto (FIGUEIREDO, 2008, p. 7).<br><br></div><div>A partir da releitura, a história ganhou outro significado, já que relíamos com pausas e discutindo as escolhas literárias feitas pelo autor. Assim, discutimos sobre os sentidos inseridos em textos literários e como é possível ter diferentes tipos de leituras. Para a autora, é importante o leitor ter seu contato solitário com o texto para, assim, se preparar para compreender os diversos recursos empregados na construção desse texto e, também, que lhe permitam o aumento gradativo de uma visão crítica sobre o que é lido.<br><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-23 19:14:14 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1 - Relato de experiência com o texto literário</title>
         <author>tatitsrodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2196892514</link>
         <description><![CDATA[<div>Professora: Tatiana da Silva Rodrigues<br>SESI 206 - Catanduva<br>Turma: 6º ano&nbsp;<br><br>Ao iniciar a unidade 2 do material didático, os alunos e eu fizemos a leitura do poema Os poemas, de Mario Quintana, na abertura da unidade. Pedi que tentassem estabelecer uma relação entre um poema e um pássaro, entre um livro e um alçapão. Os estudantes foram dando suas contribuições, mas não perceberam a intenção do autor ao trabalhar com as figuras de linguagem. Mostrei a eles, então,  que todas as escolhas de palavras e figuras feitas pelo autor são intencionais, inclusive a comparação entre pássaro e livro, e perguntei como eles desenhavam pássaros voando no céu. Ao mostrar a forma de desenho, eles puderam associar a imagem à maneira como o livro fica quando está aberto, visto numa determinada perspectiva. A partir daí, percebi que seus olhares estavam mais atentos às intencionalidades dos poetas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-24 02:58:36 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1- Relato de experiência com texto literário Professora Cristiane Aparecida do Prado Andrade CE 124 - Itapetininga Atividade realizada com alunos de 1º ano Atividade: Interpretação das Cantigas Trovadorescas Inicialmente separei as turmas por agrupamentos produtivos, para que compartilhassem experiências de aprendizagem. Os alunos já tinham estudado na disciplina de História sobre a sociedade feudal, por isso, entreguei a cada grupo uma cantiga trovadoresca diferente, provocando-os para que descobrissem as características daquele tipo de texto. Deixei-os livres para que pesquisassem e fui conversando com cada grupo. Muitos conseguiram identificar várias situações e comparar com textos atuais, outros precisaram de intervenção e direcionamento para que conseguissem levantar hipóteses e pudessem compreender o significado do que estavam lendo. Foi uma atividade que eles ficaram livres para mostrar com criatividade a interpretação da cantiga e aquele momento da sociedade feudal, os alunos precisavam mostrar isso socializando a cantiga que estudaram da maneira que se identificassem, por teatro, música, desenho ou roda de conversa. Para minha surpresa, todos eles optaram por dramatizar e utilizaram músicas atuais para explicar o sentimento presente em suas cantigas. Um grupo que recebeu uma cantiga de mal dizer, ficou bem envergonhado com as palavras impróprias (mesmo que para época) que continham em seu texto, mas fizeram uma bonita reflexão a respeito da simplicidade e ao mesmo tempo a fúria que o trovador queria expressar por meio daquelas palavras. O mesmo grupo trouxe uma música de uma cantora conhecida, colocando a percepção que, ela usa esse mesmo tipo de linguagem sem objetivo de expressar uma raiva, e sim demonstrando que tal vocabulário, apesar de inadequado, é usado como  se fosse um interjeição qualquer. Atividades como essa dão oportunidade para que o aluno construa seu conhecimento e entenda o sentido de buscar conhecer mais sobre a  literatura, formando seu repertório e uma visão crítica da sociedade passada.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2197901710</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-24 15:29:43 UTC</pubDate>
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         <title>Professora: Talita Machiavelli do CarmoSESI 109 - FrancaTurma: 2° Ensino Médio				Vou contar uma sobre uma aula muito prazerosa para mim e diferente para os alunos. Foi no ano de 2018, em uma escola do Programa de Ensino Integral, na E.E. Professor Sebastião Fernandes Palma, para a turma do 2° D (EM) e que na ocasião, estudávamos em ATPCA (Aula de Trabalho Pedagógico Coletivo por Área) diferentes estratégias de ensino para o despertar a fruição pela leitura. Assim, escolhi um conto obrigatório do currículo oficial do estado de São Paulo e ao invés de pedir que lessem e respondessem o que estava previsto, intuitivamente, provoquei uma situação que promoveu um distanciamento entre o horizonte de expectativas, proposto por JAUSS (1979) e que de certa forma, desestabilizou os meus alunos leitores. O conto em questão era “A Cartomante”, de Machado de Assis e antes de realizarmos a leitura, fiz uma dinâmica que atraiu o olhar dos alunos para a atenção ao texto. Assim, me vesti de cigana, interpretando uma cartomante, com um trabalho com jogos de cartas e truques, fui “ludibriando” e provocando espanto, surpresa “como assim, professora”. Na sequência, apresentei o texto para a leitura solitária e no dia seguinte, retomei com uma leitura compartilhada. Explicando trecho a trecho, despertando sensações e percepções sobre textos, personagens, recursos linguísticos que os alunos não haviam inferido na primeira leitura. Após a segunda leitura, expliquei aos alunos que a dinâmica inicial estava cheia de truques e perguntei o que ela tinha relação com o desfecho do conto. A socialização foi maravilhosa, conseguimos após conclusões, contextualizar as questões do conto e da perspectiva histórica e os alunos ficaram interessados em fazer novas leituras sobre a obra Machadiana.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2198209469</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-24 19:16:24 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1 - Relato de experiência com texto literário</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2199917480</link>
         <description><![CDATA[<div>Professora: Fernanda Amaral<br>SESI 124 - Itapetininga/SP<br>Turma: 9º ano&nbsp;<br><br>Atividade - Leitura Inicial da obra "Revolução dos Bichos"<br><br>Em agrupamentos produtivos, realizamos um debate sobre "Testes laboratoriais realizados em animais", contexto abordado no Material Didático. Todos conseguiram formular criticamente os argumentos, levantando hipóteses a partir de suas experiências de aprendizagem.&nbsp;<br>Em seguida, analisaram a imagem de uma das capas da obra em menção, com o título retirado: observaram quais os animais em destaque e a relação destes mesmos, tão utilizados como cobaias científicas. Lemos, então, o hino do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra) para levantar aspectos como a organização de movimentos sociais e a importância da simbologia para criação da noção de pertencimento e ideia de unidade.<br>Após a construção estética individual, trouxe os conceitos da Revolução Russa (mapa mental coletivo), estudados na disciplina de História e pedi que entrassem em contato com a obra, silenciosamente, somente pelos dois primeiros capítulos. A reação deles ao primeiro encontro com o discurso do personagem Velho Major e ao hino "Bichos da Inglaterra" foi literalmente "ensurdecedor"! Chegaram a aplaudir o hino e, conclusivamente, pediram para escutá-lo.&nbsp;<br>Observa-se, até esse momento, que o distanciamento estético também está em processo, pois a obra ainda causará uma quebra nas expectativas já criadas por eles. Ao mesmo tempo, já enraizou-se a afetividade literária, onde a intensidade, a curiosidade e envolvimento à obra foram protagonistas desse caminho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-25 21:05:10 UTC</pubDate>
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         <title>A leitura</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Tratar da pessoa humana é sempre um tema convidativo aos estudantes, em especial na fase da adolescência. Diante de comportamentos de insatisfação pessoal externados em diálogos e debates em aula, decidi me aproximar das inquietações que apresentavam e entendi que era possível abordamos alguns temas a partir da leitura de livros.<br>1º ano do Ensino Médio e a escolha foi por um autor acessível e com proposta de parceria: O mistério das quatro estações, de João Pedro Roriz. O livro se propõe a uma busca pela verdadeira essência da vida – o amor. E é ele que mobiliza as ações e descobertas que envolvem os personagens a partir de um mistério.<br>Na proposta foi instigado inicialmente ideias sobre o título, a capa, a época abordada. Apresentei os nomes dos protagonistas e criamos coletivamente possíveis perfis. Daí já percebi envolvimento. Apresentei o escritor e curiosidades como sua profissão de Psicanalista e que teríamos um bate-papo (on-line) com o autor. O envolvimento foi ainda maior.<br>Iniciamos com a leitura compartilhada do primeiro capítulo e depois foi individual. Durante a leitura, dividida em blocos, trouxe alguns questionamentos sobre temas abordados como bullying, dependências, paixões e outros. Fizemos um painel de escrita anônima com percepções e expressões de sentimentos. E a cada recado postado interagiam, se desejassem, e o fizeram. A leitura estava programada para término em um mês, e em quinze dias a maioria já tinha lido, não aguentaram a espera. E o clima gerado foi motivador, já que não podiam revelar o final aos colegas. Trabalhamos temas transversais sobre preconceito, família, afetividade, sociedade e a discussão se ampliou para as aulas de Sociologia, que surgiu como uma parceria por convite dos alunos.<br>Terminado o prazo combinado trabalhamos com as impressões finais, interpretações, análise linguística (metáforas abundantes), registros de aprendizagem e relato pessoal. Elaboramos questões para a conversa com o autor e o encontro aconteceu. A conversa foi muito legal, e as discussões sobre a vida se aprofundaram com a mediação de análises das ações dos personagens, da ficção para a vida real.<br>Débora Venâncio Claudino<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-25 23:51:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 1 - relato de experiência.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2200194218</link>
         <description><![CDATA[<div>Profª. Fernanda Joseph<br>Turma: 8° ano<br>Me deparei com o gênero textual conto fantástico em uma sala de 8°ano e também com um desafio tremendo de conseguir envolver esses alunos. De primeira pensei em trazer o filme "Coraline" para assim iniciar o gênero, conforme as aulas foram acontecendo eu pensava em estratégias diferentes. Utilizei o filme, dramatização, o conto narrado, até chegarmos na leitura do conto. Dessa forma o envolvimento dos alunos cresceu, todos ficaram completamente alvoroçados, animados e incomodados pela narrativa.&nbsp;<br>Após toda a movimentação feita, os alunos tiveram como tarefa a retextualização de um conto, e assim fizeram.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-26 02:07:29 UTC</pubDate>
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         <title>Relato de experiência a partir da obra &quot;Meu tio&quot; - Jean-Claude Carrière</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pachecoemanuele/scn9rjpcy0qk7wga/wish/2200211261</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-26 02:19:59 UTC</pubDate>
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