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      <title>Mola hidratiforme by Pilar Emina da Silva</title>
      <link>https://padlet.com/pilaremina/satudcwrrjg3te1a</link>
      <description>Made with an aura of mystery</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-03 21:58:12 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-01-23 20:20:30 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Apresentação clínica</title>
         <author>pilaremina</author>
         <link>https://padlet.com/pilaremina/satudcwrrjg3te1a/wish/1865912177</link>
         <description><![CDATA[<div>A Mola Hidatiforme ou "gravidez molar" se trata de uma doença trofoblástica gestacional. Ela é uma complicação infrequente, mas com potencial evolução para formas ameaçadoras à vida (como o coriocarcinoma) e que necessitam de tratamento sistêmico. É importante ressaltar que o risco de desenvolver a gravidez molar aumenta em 10 vezes depois que a mulher já teve um primeiro caso de mola hidratiforme, sendo a chance nesse caso igual a 1%. Por esse motivo é importante a avaliação ultrassonográfica precoce nas próximas gestações. Há um alto número de pacientes assintomáticos devido ao uso da ultrassonografia no início da gravidez. Em países desenvolvidos, o diagnóstico é feito, na maior parte, em mulheres sem sintomas relacionados à mola. Ocorre mais casos sintomáticos em países em desenvolvimento, que não tem acesso ao acompanhamento da gravidez, exames pré-natais e emprego generalizado da ultrassonografia. Existem dois tipos de mola: a mola hidratiforme completa (MHC) e a mola hidratiforme parcial (MHP).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-03 22:00:15 UTC</pubDate>
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         <title>Estadiamento</title>
         <author>pilaremina</author>
         <link>https://padlet.com/pilaremina/satudcwrrjg3te1a/wish/1865920207</link>
         <description><![CDATA[<div>Por não ser uma doença maligna, não faz metastase, porem pode evoluir para doenças malignas como o coriocarciona, que possui um alto alcance metastatico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-03 22:07:34 UTC</pubDate>
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         <title>Desenvolvimento</title>
         <author>pilaremina</author>
         <link>https://padlet.com/pilaremina/satudcwrrjg3te1a/wish/1865923633</link>
         <description><![CDATA[<div>Na mola completa, (imagem à esquerda)não  há desenvolvimento de embrião, membranas e cordão umbilical. Do ponto de vista histológico, todas as vilosidades se encontram alteradas, com dilatação hidrópica e formação de cisterna central repleta de líquido. Não há vaso ou hemácia fetal na vilosidade coriônica. A principal característica histológica é a hiperplasia difusa do citotrofoblasto e do sinciciotrofoblasto. Na mola parcial (imagem à direta), pode ser identificado um embrião ou feto com inúmeras malformações associado a placenta aumentada com presença de vesículas. A análise microscópica pode evidenciar vilosidades normais juntamente com vilosidades hidrópicas. A inclusão do trofoblasto dentro do estroma, ainda que não seja patognomônica, é altamente sugestiva de mola parcial. A hiperplasia é focal e em geral limitada ao sinciciotrofoblasto. Além disso, outro componente que sugere a presença de alguma anormalidade são os níveis crescentes e excessivos de gonadotrofina coriônica humana (hCG). Isso por que na Mola hidatiforme há uma proliferação excessiva de células trofoblásticas, as quais são responsáveis pela produção desse hormônio responsável pela manutenção da função endócrina do corpo lúteo, enquanto a placenta não está formada e maturada para realizar tal papel.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-03 22:10:34 UTC</pubDate>
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         <title>Aspectos físiológicos e moleculares da doença</title>
         <author>pilaremina</author>
         <link>https://padlet.com/pilaremina/satudcwrrjg3te1a/wish/1865924321</link>
         <description><![CDATA[<div>A mola hidratiforme completa se origina da fecundação de um óvulo sem núcleo ativo, ou seja, todos os genes de uma MHC são de origem paterna (dissomia uniparental).&nbsp; Esse tipo de MH tem de 18 a 28% de chance de evoluir para uma doença persistente. A maior parte do cariótipo, cerca de 90%, é 46 XX, sendo os outros 10% correspondente ao cariótipo 46 XY. Ela é caracterizada pela proliferação excessiva do tecido trofoblástico, generalizada e pronunciada, e não há a presença de elementos fetais. No entanto, há variações no que é observado. Nesse tipo de Mola Hidatiforme ocorre a perda precoce do embrião.&nbsp;<br>Já a mola hidratiforme parcial é uma triploidia ou tetraploidia associada a fecundação de um óvulo com mais de um espermatozóide ou pode acontecer de um óvulo ser fecundado por um espermatozóide diplóide. O cariótipo pode ser do tipo 69 XXY, se se tratar de uma triploidia, e 92 XXXY se for o caso de uma tetraploidia. É importante relembrar que os cromossomos extras vem sempre do pai e que portanto é uma diantria. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-03 22:11:10 UTC</pubDate>
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         <title>Diagnóstico e sintomas</title>
         <author>pilaremina</author>
         <link>https://padlet.com/pilaremina/satudcwrrjg3te1a/wish/1865924651</link>
         <description><![CDATA[<div>O sangramento vaginal é o sinal mais encontrado, associado ou não a atraso menstrual. Apresenta-se com coloração escura, em geral em pequena quantidade, e tem início por volta da oitava semana de gravidez. A eliminação espontânea de vesículas é indício dessa enfermidade; contudo, atualmente, é de ocorrência rara, em virtude do diagnóstico cada vez mais precoce, em razão de exames de imagem. O sangramento pode vir acompanhado de dores abdominais, geralmente localizadas na reagião hipogástrica.</div><div>Vômitos estão frequentemente presentes nos casos de mola hidatiforme. A hiperêmese gravídica aparece com mais frequência em casos de mola volumosa e parece estar relacionada aos altos níveis de gonadotrofina coriônica humana (hCG) encontrados nessa doença. Como exame complementar, faz-se a dosagem de beta-hCG e exame de imagem, por meio de ultrassonografia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-03 22:11:26 UTC</pubDate>
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         <title>Tratamento</title>
         <author>pilaremina</author>
         <link>https://padlet.com/pilaremina/satudcwrrjg3te1a/wish/1865924866</link>
         <description><![CDATA[<div>Após o diagnóstico de MH, as pacientes devem ser encaminhadas para centros de referências para acompanhamento clínico e esvaziamento uterino.</div><div>O Tratamento mais indicado para mola hidatiforme é o de vácuo-aspiração, podendo ser aspiração elétrica ou pela aspiração manual intrauterina. Outro método muito utilizado é curetagem uterina, entretanto, este procedimento trazer riscos de perfuração uterina, devido ao amolecimento e aumento uterino.&nbsp; Após o esvaziamento uterino, se faz o seguimento pós-molar. Na imagem observa-se como é feito o processo de curetagem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-03 22:11:38 UTC</pubDate>
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         <title>Acompanhamento após o tratamento</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pilaremina/satudcwrrjg3te1a/wish/1879515402</link>
         <description><![CDATA[<div>O seguimento pós-molar é&nbsp; uma fase muito importante do tratamento&nbsp; e tem como objetivo diagnosticar precocemente os casos que evoluem para neoplasias. É imprescindível orientar a paciente a usar algum método contraceptivo, por pelo menos 6 meses pós a gravidez molar. Aproximadamente 15-40% das pacientes desenvolvem Neoplasia trofoblásticas gestacionais. o Diagnóstico de NTG pela medição de beta-HCG é feito da seguinte forma: Após o esvaziamento uterino, se faz o monitoramento dos níveis de hCG, semanal ou quinzenalmente, até a normalização por 3 dosagens consecutivas. Se estiverem normais, o seguimento é por feito por avaliação mensal, durante 6 meses. Se&nbsp; os valores de beta-hCG&nbsp; estiverem estacionários&nbsp; (com uma curva em platô) ou em elevação (com uma curva em ascensão) é necessário fazer exame clínico e ginecológico, de&nbsp; Utrassonografia transvaginal (USTV) com Dopplerfluxometria e radiografia de tórax.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-09 21:22:19 UTC</pubDate>
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         <title>Referências</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pilaremina/satudcwrrjg3te1a/wish/1885822062</link>
         <description><![CDATA[<div>ZUGAIB, Marcelo.; FRANCISCO, Rossana.Pulcineli. V. Zugaib Obstetrícia. [Barueri, SP]: Editora Manole, 2016. 9788520447789. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520447789/. Acesso em: 04 nov. 2021.<br><br>N., M.K.M.P.T. V. Embriologia Clínica. [Rio de Janeiro-RJ]: Grupo GEN, 2020. 9788595157811. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595157811/. Acesso em: 04 Nov 2021<br><br>PADILHA, Sérgio Lunardon. Pesquisa das mutações em amplificações em cortes de parafina de pacientes com neoplasia trofoblástica gestacional através do método NGS. 2018. Dissertação (Mestre em Medicina Interna e da Saúde) - Universidade Federal do Paraná, [S. l.], 2018.<br><br>ANDRADE, Jurandyr Moreira de. Mola hidatiforme e doença trofoblástica gestacional: hydatidiform mole and gestational trophoblastic disease. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, Ribeirão Preto, v. , n. , p. 94-101, 26 fev. 2009. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbgo/a/TMVGM4TNZJYxSWZ6FqZFBsQ/?format=pdf&amp;lang=pt. Acesso em: 17 out. 21.<br><br>ALMEIDA, Larissa Oliveira Galindo (ed.). Mola hidatiforme parcial e completa: características clínicas e histológicas. Revista de Medicina da Ufc, Fortaleza, v. 59, n. 4, p. 46-50, out. 2019. Disponível em: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/48292. Acesso em: 18 out. 2021<br>http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/48292/1/2019_art_logalmeida.pdf<br>https://sistema.atenaeditora.com.br/index.php/admin/api/artigoPDF/40046</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-12 04:12:24 UTC</pubDate>
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