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      <title>3ªA(3)-Como ocorreu a segregação socioespacial e cultural condicionada pela desigualdade econômica no Rio de Janeiro ? Quais foram seus efeitos a partir do século XIX? by Adilson Gonçalves</title>
      <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/sanxjve5j1zz</link>
      <description>3A - Grupo 3 - Maria Clara; Isadora P.; Gabriel Machado; Pedro; Victor.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-03-12 20:39:40 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-05-22 16:06:45 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Introdução </title>
         <author>maria_said</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/sanxjve5j1zz/wish/346191321</link>
         <description><![CDATA[<div>No início do século XIX a Corte portuguesa veio ao Brasil, instalando-se na cidade do Rio de Janeiro. A transferência da Coroa atraiu nobres portugueses, que emigraram para o Brasil. Esse movimento levou a uma elevação do padrão de vida no Rio de Janeiro, ocasionado pela formação de uma elite econômica. Com isso, os preços das mercadorias se elevaram e, consequentemente, o custo de vida. </div><div>Assim, intensificou-se a desigualdade socioeconômica, que, por sua vez, influenciou a distribuição da população baseada em sua renda, formando áreas com população de perfil socioeconômico semelhante.</div><div>Desde o século XIX até os dias atuais, a desigualdade econômica tem sido um fator determinante na configuração urbana, influenciando também a cultura que será produzida por cada setor da sociedade.</div><div>Essas transformações do meio urbano e as novas formas de manifestações culturais são retratadas em diversas obras literárias, como “O Cortiço” de Aluísio de Azevedo e “Quincas Borba”, de Machado de Assis, as quais refletem as realidades do Rio de Janeiro do final do século XIX e início do século XX.</div><div>Ao longo do tempo, as mudanças na configuração urbana continuaram ocorrendo e a segregação socioespacial condicionada pela desigualdade espacial se intensificou, estando evidente no cenário urbano atual. Ao mesmo tempo, surgiram novas expressões culturais que representam as populações das diferentes classes sociais do Rio de Janeiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-28 15:18:17 UTC</pubDate>
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         <title>Século XX - As favelas brasileiras</title>
         <author>pedro_siscar</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/sanxjve5j1zz/wish/346960659</link>
         <description><![CDATA[<div>     A primeira favela do Brasil começou a ser ocupada em 1897: a Providência. Localizado no então chamado Morro da Favela — hoje Morro da Providência —, conta com 5 mil moradores e teve seus primeiros habitantes como soldados que participaram da Guerra de Canudos e foram enganados por promessas de governo e não tinham onde mais morar. As criações de novas favelas que seguiram foram consequência de uma tentativa de viver em um ambiente urbano com alto custo de vida. Só em 1937 houve alguma menção às favelas nas leis brasileiras, quando foi ordenado que estas deixassem de crescer, e que os cortiços fossem destruídos. Porém, em 1910, o Prefeito Francisco Passos demoliu favelas e cortiços para promover a “Haussmanização do Rio” — alargamento das ruas para assimilarem-se às de Paris.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 22:16:55 UTC</pubDate>
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         <title>Século XXI- A segregação socioespacial e cultural</title>
         <author>gabriel_machado1</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/sanxjve5j1zz/wish/346965466</link>
         <description><![CDATA[<div>      Atualmente, a segregação socioespacial e cultural ainda é muito presente. Com a desigualdade atuando até o decorrer do século XXI, as favelas que se iniciaram o surgimento no século XX, é um fator que só está crescendo por ter cada vez mais pessoas sem a mesma oportunidade e qualidade de vida do que outras. As favelas cariocas apresentam aspectos que as diferenciam das do restante do Brasil, com as de São Paulo. No Rio de Janeiro, esse tipo de assentamento urbano é mais populoso, predominando favelas com mais de mil domicílios, além do surgimento dos chamados "complexos de favelas", que são aglomerados de vários assentamentos próximos que acabaram por se conurbar, um fenômeno mais raro no restante do país. Outra característica das favelas cariocas é a sua proximidade de áreas nobres e centrais, o que cria um forte contraste social.</div><div>     No período de 1870 - 1980, o crescimento populacional, a ausência do estado e a consequente falta de políticas públicas, tornaram as favelas os principais centros do narcotráfico no Rio de Janeiro, o que tornou essas áreas ainda mais violentas. De acordo com a OMS, 123 pessoas morrem vítimas de homicídios por armas de fogo todos os dias no Brasil. São cinco mortes por hora e, somente em 2014, foram registradas 44.861 vítimas. A intolerância racial é apontada como motivadora do aumento da violência, principalmente, contra os negros no Brasil. Nas favelas, a predominância vem por parte de pessoas negras, muitos enxergam eles como violentos ou traficantes de drogas por viverem nos principais centros de narcotráfico, o que é racismo (discriminação social baseada no conceito de que existem diferentes raças humanas e que uma é superior às outras).</div><div>    </div><div>            </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 22:46:58 UTC</pubDate>
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         <title>Século XX - Samba</title>
         <author>isadora_policastro</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/sanxjve5j1zz/wish/346982690</link>
         <description><![CDATA[<div>Diante dessa segregação socioespacial, diferentes formas de manifestações culturais surgiram entre o morro e o espaço urbano. Entre elas, o samba nas favelas e a bossa nova na cidade.</div><div>O samba é um gênero musical criado no início do século XX, buscando uma música genuinamente brasileira, sem influências européias porém valorizando cantos e danças da cultura africana. Na década de 1920, o samba se estabeleceu com um formato mais definido nos morros e subúrbios cariocas. </div><div>Ele traz, em algumas de suas letras, críticas sociais com o ponto de vista de pessoas que moram nos morros, como um exemplo disso é a música "Povo da colina", de Walmir Purificação, Tião Miranda e Roxinho.</div><div><br></div><div><em>"Que mal lhe fez</em></div><div><em>Meu povo humilde da colina</em></div><div><em>Que mora lá encima</em></div><div><em>Vivendo uma vida de cão</em></div><div><em>Abandonado</em></div><div><em>Covardemente injustiçado</em></div><div><em>E você ainda diz</em></div><div><em>Que lá só mora ladrão"</em></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-01 00:52:23 UTC</pubDate>
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         <title>Segunda metade - Século XIX </title>
         <author>victor_dominguite</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/sanxjve5j1zz/wish/346992436</link>
         <description><![CDATA[<div>O final do século XIX foi marcado pela transição entre Monarquia e República, por grandes fluxos migratórios de europeus, pela expansão da economia cafeeira e pelo surgimento das indústrias no território nacional.</div><div>Com isso, impulsionou-se o  processo de modernização do meio urbano, o qual se consolidou como um centro de atração de migrantes. Assim, as cidades, em especial o Rio de Janeiro, sendo a capital do país, passaram a receber um grande número de pessoas que se mudavam em busca de melhores condições de vida e devido às oportunidades de trabalho. </div><div>Para comportar esse novo contingente de habitantes, surgiram os cortiços no atual centro do Rio de Janeiro. Eram constituídos de um conjunto de instalações consideravelmente simples e mais acessíveis financeiramente. As condições e o cotidiano dos moradores desses complexos são retratados na obra naturalista “O Cortiço”, de Aluísio Azevedo.<br>Na imagem, observa-se um cortiço formado na área central do Rio de Janeiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-01 01:45:34 UTC</pubDate>
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         <title>Quincas Borba - Análise</title>
         <author>victor_dominguite</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/sanxjve5j1zz/wish/346992873</link>
         <description><![CDATA[<div>O protagonista da obra é Rubião, um professor de condições financeiras, no início, não muito favoráveis. Porém, com a morte de seu “amigo”, o filósofo Quincas Borba, Rubião enriquece-se, tornando-se um capitalista, uma vez que o testamento do filósofo o nomeou como seu herdeiro universal. A única condição para que a herança permanecesse na posse do professor era de que esse deveria cuidar do cachorro do falecido, que, assim como o dono, se chamava Quincas Borba.</div><div>Outros personagens de extrema relevância para a narrativa são Cristiano Palha, um amigo e sócio de Rubião e Sofia, esposa de Palha, e por quem Rubião tinha sentimentos amorosos.</div><div>Esses dois personagens são os que melhor demonstram o condicionamento da segregação socioespacial pela renda. Isso pois sofrem as mudanças mais drásticas causadas por seu enriquecimento. Sofia e Palha eram, no início da obra, de uma classe relativamente humilde, ainda que não fossem pobres. Mas ao longo da narrativa, se enriquecem consideravelmente e, com esse acúmulo de capital, surgem as mudanças comportamentais, para se adequar aos padrões da elite, a troca do círculo social, passando a se relacionar quase que exclusivamente com membros da alta sociedade. Além disso, o casal também se mudou para uma casa maior em uma área mais elitizada.</div><div>Ao mesmo tempo, Rubião passa por um processo inverso. Quando o personagem perde a sua fortuna, se muda para uma modesta casa alugada na Rua do Príncipe, sendo que antes possuía sua residência em Barbacena e a que herdara de Quincas Borba em Botafogo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-01 01:48:00 UTC</pubDate>
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         <title>QUINCAS BORBA - Introdução</title>
         <author>victor_dominguite</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/sanxjve5j1zz/wish/346992938</link>
         <description><![CDATA[<div>A Obra “Quincas Borba” (1891), de Machado de Assis, retrata o Rio de Janeiro do final do século XIX, especialmente a área compreendida entre o Centro e Botafogo.</div><div>A questão da segregação socioespacial influenciada pela condição econômica apresenta-se na medida em que os personagens, conforme enriquecem e adquirem maior status social, passam a frequentar lugares diferentes e alteram seu círculo social.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-01 01:48:26 UTC</pubDate>
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         <title>O CORTIÇO - Introdução </title>
         <author>maria_said</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/sanxjve5j1zz/wish/346998339</link>
         <description><![CDATA[<div>O romance “O Cortiço” (1890), de Aluísio Azevedo, retrata a vida de diversas pessoas que vivem em um cortiço no Rio de Janeiro, expondo a realidade brasileira no final do século XIX . A segregação socioespacial e cultural está totalmente conectada a esta realidade, no qual o cenário recriado pelo romancista é promíscuo e violento e, assim a ideologia cientificista denominada determinismo, passa a dominar os personagens. Ao mesmo tempo que temos personagens menos favorecidos,  dominados por instintos primitivos, temos a contraposição com cenários e personagens que revelam uma ascensão social. </div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-01 02:22:04 UTC</pubDate>
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         <title>O CORTIÇO - Análise </title>
         <author>maria_said</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/sanxjve5j1zz/wish/347076320</link>
         <description><![CDATA[<div>A obra apresenta a inter-relação entre as histórias de João Romão e Miranda. O português João Romão era um trabalhador que exercia a função de caixeiro no balcão de uma taberna de um outro português. Com o passar do tempo,após a morte de seu patrão, de empregado João Romão passará a ser o dono do local, e a seguir se associa à escrava Bertoleza, que residia também no Rio de Janeiro, e trabalhava no comércio para conseguir sua alforria fazendo comida em uma venda. Juntos passam a trabalhar como sócios e até chegam a roubar materiais de construção para a construção de três quartos de aluguel, que seriam construídos no terreno comprado por João ao lado da venda deles.</div><div>Miranda, também português porém de classe mais alta, muda-se para a cidade e estabelece-se em um sobrado próximo ao terreno de João Romão. Assim, João Romão, sempre condicionado pela fome de enriquecer e pela desigualdade financeira em que se encontra, quando comparado com seu vizinho, acaba ascendendo economicamente em busca de alcançar o mesmo nível socioeconômico de Miranda. </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-01 09:23:05 UTC</pubDate>
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         <title>SÉCULO XX - As favelas brasileiras</title>
         <author>pedro_siscar</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/sanxjve5j1zz/wish/348562880</link>
         <description><![CDATA[<div>Pouco tempo depois de serem condenadas pela legislação brasileira, as favelas foram classificadas como um problema de saúde pública. Seus moradores foram realocados para “parques proletários”, construídos em terrenos públicos, onde a entrada e saída era controlada por cartões de identidade. Foram construídos três desses parques, inclusive um no Leblon, entre 1941 e 1943 — contavam com barracos de madeira, que a princípio seriam provisórios, mas acabaram se tornando permanentes —, e requeriam um pequeno preço a ser pago pelos moradores à administração como aluguel. Os três parques proletários somavam mais de 4000 moradores quando o programa teve seu crescimento estagnado devido aos custos que causava ao governo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 14:59:37 UTC</pubDate>
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         <title>SÉCULO XX - As favelas brasileiras</title>
         <author>pedro_siscar</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/sanxjve5j1zz/wish/348563613</link>
         <description><![CDATA[<div>     No final dos ano 40, o medo de que houvesse uma ameaça comunista nas favelas fez com que a Igreja Católica fizesse eventos sociais para tentar combater esse “perigo”. Com o Partido Comunista Brasileiro ganhando 24% dos votos nas eleições municipais do Rio de Janeiro em 1947 e seu banimento logo em seguida, uma fundação chamada Leão XIII foi criada para “dar assistência material e moral” aos habitantes das favelas. Criada não só para combater o comunismo como a fundação também trazia saneamento básico, médicos, professores e luz para um conjunto de 34 comunidades. </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 15:00:41 UTC</pubDate>
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         <title>Século XXI- Análise música dos Racionais MC’s</title>
         <author>gabriel_machado1</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/sanxjve5j1zz/wish/348563648</link>
         <description><![CDATA[<div>      Os Racionais MC’s, paulistanos que generalizam suas obras para localidades assim como o Rio de Janeiro, produzem músicas, assim como a “Nego Drama”, para fazer apologias a essas situações. A letra começa definindo uma situação geral, aquela de quem tem "cabelo crespo e a pele escura": o drama de viver entre o sucesso e a lama é aquele dos negros brasileiros, mais especificamente dos negros das periferias de São Paulo, onde vivem os autores da música.</div><div>A terceira pessoa mantém o caráter generalizante da letra, mas a seguir, o "eu" assume voz para falar dessa experiência que é comunitária e pessoal, o que o posiciona dentro do contexto que descreve. Edy Rock carrega consigo um trauma: um sentimento de cobrança para não ser mais um “nego drama”. O drama geral sempre discutido na música, o drama da "cadeia" e da "favela", traduzido em signos concretos "túmulo, sangue, sirene, choros e velas". A música segue na alternância entre a voz em primeira pessoa e a construção da imagem do negro drama. Racionais, no contexto social brasileiro, a letra compreende também sutis alusões ao processo histórico do país: "Olha quem morre, então veja você quem mata". Desde o início, diz que mata-se por "ouro e prata", o que evidencia a correspondência com a história do Brasil, lugar onde, desde o início da colonização, literalmente, sede de ouro e prata, quando da descoberta do ouro nas Minas Gerais, no final do século XVII, mas também antes, durante o ciclo da cana-de-açúcar, e depois, nas lavouras de café, como atualmente na periferia das grandes cidades, segundo dizem os Racionais. Agora, porém, a violência contra os negros assume um caráter entre moral e selvagem, em que "recebe o mérito a farda que pratica o mal". A referência à polícia, materializada na palavra "farda", é evidente, e a frase expõe a situação de conivência e incentivo com que é encarada a violência praticada contra a população pobre.</div><div>          </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 15:00:44 UTC</pubDate>
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         <title>Século XXI- Funk</title>
         <author>gabriel_machado1</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/sanxjve5j1zz/wish/348564610</link>
         <description><![CDATA[<div>       Através de situações como essas de desigualdade e segregação, movimentos musicais como por exemplo o rap e o funk, surgem. O funk é definido por uma “forma de manifestação cultural de caráter popular", em que expressa o pensamento daquilo relacionado à cultura. O funk carioca é um estilo musical oriundo das favelas do estado do RJ, no Brasil. Apesar do nome, é diferente do funk originário dos Estados Unidos. Com o tempo, os DJs foram buscando outros ritmos de música negra, mas o nome original permaneceu. O funk carioca tem uma influência direta do freestyle. O termo "baile funk" é usado para se referir a festas em que se toca o funk carioca. Atualmente, as condições permanecem as mesmas, sendo o funk o ícone moderno da expressão criado pela população periférica. Entretanto, os temas abordados neste estilo musical são variados, sendo que alguns contribuem com a denúncia da precariedade social a que estão sujeitos, enquanto outros apenas lançam às mídias conteúdos escandalizadores, visando ao sucesso. Compositor e cantor de MPB mais “clássica”, Caetano Veloso, muito ligado ao que acontece na modernidade, assim como o funk que é algo muito presente no cotidiano, e que busca se renovar, produz alguns sons que são caracterizados como “funk”, para que sua criatividade se enriquecer e se alimentar do que há de novo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 15:02:08 UTC</pubDate>
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         <title>Século XX - Bossa Nova</title>
         <author>isadora_policastro</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/sanxjve5j1zz/wish/348565309</link>
         <description><![CDATA[<div>A Bossa Nova surgiu no final da década de 1950, concebida por cantores e compositores de classe média da zona sul do Rio de Janeiro, com influências  tanto do samba, como do jazz americano, com um ritmo mais leve e calmo.</div><div>Ela traz composições que retratam a vida da classe média, com tons coloquiais e poetizados na narração das letras. Também apresenta elementos políticos, ligados ao governo de Juscelino Kubitscheck, que visava promover a modernização do país. </div><div>No âmbito cultural de suas músicas, procurava-se transformar o Brasil em uma referência cultural internacionalmente.</div><div>Alguns dos nomes mais conhecidos dessa época são João Gilberto, Vinícius de Moraes e Tom Jobim, sendo os dois últimos os responsáveis por uma das músicas brasileiras mais notáveis, "Garota de Ipanema", que retrata o cotidiano leve dos cariocas de classe média.</div><div><br></div><div>"Olha que coisa mais linda</div><div>Mais cheia de graça</div><div>É ela, menina</div><div>Que vem e que passa </div><div>Num doce balanço </div><div>A caminho do mar"</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 15:03:15 UTC</pubDate>
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         <title>Samba - &quot;Povo da colina&quot;</title>
         <author>isadora_policastro</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/sanxjve5j1zz/wish/348566784</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 15:05:31 UTC</pubDate>
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         <title>Bossa Nova - &quot;Garota de Ipanema&quot;</title>
         <author>isadora_policastro</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/sanxjve5j1zz/wish/348567242</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/KJzBxJ8ExRk" />
         <pubDate>2019-04-04 15:06:14 UTC</pubDate>
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         <title>SÉCULO XX - “Parques proletários”</title>
         <author>pedro_siscar</author>
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         <pubDate>2019-04-04 15:10:45 UTC</pubDate>
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         <title>Quincas Borba</title>
         <author>victor_dominguite</author>
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         <description><![CDATA[<div>Cristiano Palha e Sofia em frente a Rubião, no momento em que se conhhecem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 15:14:54 UTC</pubDate>
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         <title>Século XXI- A luta do funk contra o preconceito </title>
         <author>gabriel_machado1</author>
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         <description><![CDATA[<div>   Como o estilo musical “funk” acabou gerando um certo preconceito de parte da população, que rejeita esse tipo de música por terem apologias à culturas que não confortam alguns. E com isso, nasce o Apafunk, em 2008. <br><br><a href="https://www.revistaforum.com.br/a_luta_do_funk_contra_o_preconceito/">https://www.revistaforum.com.br/a_luta_do_funk_contra_o_preconceito/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 15:23:37 UTC</pubDate>
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         <title>Favelas </title>
         <author>gabriel_machado1</author>
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         <pubDate>2019-04-04 15:24:31 UTC</pubDate>
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         <title>Século XXI- Foto da banda “Racionais MC’s”</title>
         <author>gabriel_machado1</author>
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         <pubDate>2019-04-04 15:27:39 UTC</pubDate>
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         <title>Rio de Janeiro do século XIX</title>
         <author>maria_said</author>
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         <description><![CDATA[<div>A enseada de Botafogo</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-07 22:40:16 UTC</pubDate>
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         <title>Rio de Janeiro do século XIX</title>
         <author>maria_said</author>
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         <description><![CDATA[<div>As ruas cariocas</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-07 22:44:33 UTC</pubDate>
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         <title>Rio de Janeiro do século XIX</title>
         <author>maria_said</author>
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         <pubDate>2019-04-07 22:55:04 UTC</pubDate>
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         <title>O CORTIÇO - Conclusão da Análise </title>
         <author>maria_said</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na obra temos de um lado João e Miranda que aspiram a riqueza e ascensão, e do outro lado o cortiço e seus moradores, que enfrentam uma realidade degradante. Apesar das realidades opostas entre os personagens, elas se associam retratando assim, a realidade carioca: o elemento português (João Romão) que explora o Brasil com o objetivo de enriquecimento, e o elemento brasileiro (moradores do cortiço), inferior e explorado. <br>   A partir destas relações prova-se como o meio, a raça e a história determinam o homem e o levam à degradação e como convivência entre dominantes e dominados é constante em qualquer relação social. No caso da pobreza, essas relações de força concorrem para a constituição de um quadro de segregação. Isto exemplifica-se com o personagem João Romão, capaz de subjugar e explorar todos do cortiço para seu próprio benefício. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-08 13:02:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pedro_siscar</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-04-08 13:24:14 UTC</pubDate>
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         <title>Morro da providência</title>
         <author>adilson_goncalves</author>
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         <description><![CDATA[<div>1ª favela do Brasil</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-08 13:26:33 UTC</pubDate>
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         <title>O CORTIÇO - Análise </title>
         <author>maria_said</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/sanxjve5j1zz/wish/349570005</link>
         <description><![CDATA[<div>Em busca desta ascensão econômica, João se tornou dono de uma pedreira e construiu mais casas no terreno, expandido o negócio e formando um cortiço para abrigar os trabalhadores da pedreira e lavadeiras. Muito ambicioso, e com a persistente vontade de ascender economicamente e socialmente, João acaba também se tornando dono de um armazém. Passa-se o tempo e João quase se equipara economicamente ao seu vizinho, mas este ao comprar o título de Barão demonstra que João Romão ainda precisava ascender no plano social. </div><div>A partir disso, a desigualdade de status acaba se acentuando e a vontade de ascensão cultural surge, juntamente com a ideia de se casar com a filha de Miranda e comprar o título de visconde. Desta forma há uma disputa constante entre os dois personagens: Miranda tem total aversão ao cortiço e se incomoda como seu crescimento, enquanto que João almeja ter uma família como a de seu rival, que é aceita socialmente. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-08 15:53:39 UTC</pubDate>
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