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      <title>Arara Azul by Ana Sepulveda</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-08-17 14:58:10 UTC</pubDate>
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         <title>Arara Azul grande</title>
         <author>Ana_sepulveda</author>
         <link>https://padlet.com/Ana_sepulveda/saguqpz7owew/wish/273751635</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Arara Azul</strong></div><div>A arara azul é uma ave da famíliados psitacídeos, assim como papagaios, periquitos, maritacas, entre outros. Existem três espécies conhecidas de araras azuis: a arara azul grande, a arara azul de lear e a arara azul pequena, sendo a última delas considerada extinta e as outras ameaçadas de extinção.<br><strong>A arara azul </strong>ou<strong> arara azul grande</strong> (<em>Anodorhynchus hyacinthinus</em>) é uma ave de exuberante plumagem azul, com uma faixa amarela ao redor dos olhos e outra próxima da mandíbula, bicos curvos e fortes e cauda longa.Pode medir até 1,5 m desde a cabeça até a ponta da cauda e pesar até 1,5 Kg.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-08-17 16:12:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Ana_sepulveda</author>
         <link>https://padlet.com/Ana_sepulveda/saguqpz7owew/wish/273778629</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-08-17 17:48:45 UTC</pubDate>
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         <title>Projeto Arara Azul</title>
         <author>Ana_sepulveda</author>
         <link>https://padlet.com/Ana_sepulveda/saguqpz7owew/wish/303201193</link>
         <description><![CDATA[<div>Saiba mais sobre o projeto acessando:<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.projetoararaazul.org.br/Arara/default.aspx" />
         <pubDate>2018-11-12 11:46:55 UTC</pubDate>
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         <title>Hábitos característicos</title>
         <author>Ana_sepulveda</author>
         <link>https://padlet.com/Ana_sepulveda/saguqpz7owew/wish/303203244</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Habitat e Alimentação</strong><br>Possuem uma alimentação especializada, gostam de comer frutos das árvores bocaiúva e acuri. Elas removem a casca fibrosa mais externa e saboreiam o interior dos coquinhos.</div><div>Habitam o Pantanal (Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bolívia e Paraguai), além dos estados de Tocantins, Piauí, Maranhão e Bahia, e ainda na região próxima à Serra dos Carajás, no Pará.<br><br><strong>Comportamento<br></strong>As araras azuis gostam de se exibir e são dóceis permitindo a aproximação do ser humano, o que facilita a captura pelos caçadores. Voam em bandos e costumam se isolar no período reprodutivo. Durante a noite se reúnem para dormir, podem se agrupar às centenas nas árvores chamadas de dormitórios.</div><div>É comum ver casais se acariciando com o bico (comportamento chamado preening) o que serve para a limpeza das penas bem como socialização das aves.<br><br><strong>Reprodução</strong> <br>As araras azuis são aves fiéis que vivem juntas por toda vida. A taxa reprodutiva é baixa, geralmente são postos 2 ovos mas apenas um dos filhotes sobrevive em cada ninhada.</div><div>O ninho é feito em cavidades naturais de troncos como o manduvi, árvore de grande porte, típica do Pantanal. Os ovos eclodem após 28 dias de incubação.</div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-12 11:54:06 UTC</pubDate>
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         <title>Por que as Araras estão em Extinção?</title>
         <author>Ana_sepulveda</author>
         <link>https://padlet.com/Ana_sepulveda/saguqpz7owew/wish/303205330</link>
         <description><![CDATA[<div>A caça ilegal às araras, além de desmatamentos, ventos, chuvas e queimadas são as principais ameaças, pois destroem as árvores que utilizam para seus ninhos e alimentação, assim estas Araras estão na lista de Espécies Ameaçadas desde 1988.</div><div>Devido aos esforços de biólogos e conservacionistas, os números dessa ave têm aumentado no Brasil, em especial nas reservas e no Pantanal onde há um projeto de manejo da espécie.</div><div>Ela não consta na lista de animais brasileiros em extinção, mas pelo IUCN (sigla em inglês da União Internacional para Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais) aparece na lista vermelha classificada como espécie vulnerável.</div><div>Há esforços de conservação para salvar a Arara-azul que tem obtido sucesso, e as Araras também estão sendo criadas com sucesso nos Estados Unidos e em outros países.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-12 11:58:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Ana_sepulveda/saguqpz7owew/wish/303205330</guid>
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         <title>Projeto Arara Azul</title>
         <author>Ana_sepulveda</author>
         <link>https://padlet.com/Ana_sepulveda/saguqpz7owew/wish/303205578</link>
         <description><![CDATA[<div>No Mato Grosso do Sul, as aves têm um aliado importante na luta pela sua preservação: o Projeto Arara-Azul. Criado pela bióloga Neiva Guedes para salvar a espécie de extinção, o projeto teve o apoio do WWF-Brasil durante 10 anos (1998/2008).<br>O trabalho dos pesquisadores envolve:<br>- Monitoramento, recuperação e manejo dos ninhos naturais e artificiais;<br>-Instalação de ninhos artificiais;<br>-Observação do período de reprodução das aves e seus resultados;<br>-Incubação de ovos e translocação de filhotes;<br>-Acompanhamento dos filhotes, com pesagem e coleta de sangue para exames laboratoriais e identificação genética;<br>-Ações de educação ambiental, com palestras nas escolas da região;<br>-Atividades com as crianças e visitantes à sede do Projeto Arara-Azul.<br> <br>Os pesquisadores do Instituto Arara-Azul instalaram 182 ninhos artificiais e monitora um total de 367 ninhos cadastrados em 54 fazendas, localizadas no Pantanal de Aquidauana, de Miranda, de Rio Negro, do Abobral, da Nhecolandia e do Nabileque. O resultado é que desde 1999, o número de araras-azuis subiu de 1.500 para 5.000 no Pantanal<br><br>Monitoramento das Arara<br>Todas as araras azuis e outros psitacídeos avistados são registrados na ficha de monitoramento diário das araras que contém dados sobre: data, horário, nome da fazenda, condição climática, local de observação, espécie, número de indivíduos, o que esta fazendo (voando, pousada, comendo, etc) entre outros dados. Além do número de araras, neste monitoramento sabemos os horários de atividades das araras, o que estão fazendo, que tipos de ambiente estão usando e onde.<br><br>Cadastramento de ninhos<br>Consiste em marcar, tirar medidas, coordenadas das cavidades que possuam tamanhos ideais para serem utilizadas como ninhos e que tenham indícios de exploração (borda da cavidade beliscada, fezes, penas e castanhas de bocaiúva e acuri quebradas no solo) ou ocupação por Arara Azul. Os ninhos naturais, muitas vezes, são encontrados ao acaso, através da vocalização e comportamento de defesa típica dos casais, que denunciam uma possível área de nidificação, ou como acontece com mais frequência atualmente, com a indicação de peões ou fazendeiros que informam sua localização para a equipe do Projeto Arara Azul.<br><br>Monitoramento de ninhos naturais e artificiais <br>Todos os ninhos cadastrados e instalados pelo Projeto Arara Azul são periodicamente monitorados para verificar a ocupação ou não por araras azuis ou outras espécies. Nesta atividade é necessário escalar a árvores até a abertura do ninho utilizando equipamento e técnicas de alpinismo e rapel. A periodicidade do monitoramento de cada ninho varia individualmente. A maior parte dos ninhos é monitorada pelo menos uma vez por mês. Em ninhos que as araras azuis apresentam forte comportamento de defesa ou presença de ovos ou filhotes, o monitoramento torna-se mais frequente. Por exemplo: Ninhos com ovos para eclodir ou filhotes recém-nascidos chegam a ser monitorados de 1 a 4 vezes por dia. Os dados referentes à ocupação dos ninhos são coletados e registrados em uma ficha de monitoramento de ninhos, que entre outros dados, constam: data, hora do monitoramento, número do ninho, espécie (arara azul, arara vermelha ou outras espécies), número de ovos, filhotes, para posterior levantamento da taxa de ocupação dos ninhos.<br><br>Observação do comportamento<br>Para realizar a observação de comportamento, é necessário manter certa distância do ninho e evitar barulho e movimentos bruscos para não interferir no comportamento dos indivíduos observados. Geralmente é uma atividade que requer paciência para permanecer por longo período do dia observando através de binóculo ou luneta e anotando o comportamento das araras em ficha de observação, gravador ou filme. Atividade realizada, principalmente, no período reprodutivo de julho a setembro e nos meses de janeiro e fevereiro, dependendo da pergunta que se quer responder.<br><br>Estudo sobre a biologia de outras espécies de aves.<br>Pelo fato de estarmos com uma pequena equipe o ano inteiro no Pantanal, ter acesso a ninhos e possibilidade de melhorar os conhecimentos básicos sobre a biodiversidade, temos estudado outras espécies e apoiado outros pesquisadores, principalmente estudantes de mestrado e doutorado a desenvolverem seus trabalhos acadêmicos. Artigos e teses foram produzidos na área de genética, comunicação, veterinária, nutrição e botânica. Atualmente estamos realizando estudos com: <br><br>-Araras vermelhas (Neiva Guedes);<br>-Maracanã-de-colar (Grace F. da Silva e Gláucia Seixas);<br>-Aspectos Sanitários das Araras Azuis (Mariângela Allgayer);<br>-Monitoramento de população no Mato Grosso (Pedro Scherer Neto e Grace F. da Silva);<br>e etc.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-12 11:59:26 UTC</pubDate>
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