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      <title>Laboratório de poesia by Wesley</title>
      <link>https://padlet.com/wesleyavemedio/safurlg95kplpq24</link>
      <description>Projeto desenvolvido pelos alunos do 2º ano do Ensino Médio da Escola Estadual Antônio Carlos, sob a supervisão do professor Wesley Filgueiras, como uma proposta interdisciplinar, unindo Literatura e Ciências da Natureza. Inspirados na poesia de Augusto dos Anjos, reconhecida pelo forte uso de linguagem científica e reflexões sobre a matéria, o corpo e a existência, os estudantes realizaram releituras criativas dos poemas, incorporando conceitos biológicos, químicos e físicos.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-05-24 12:00:31 UTC</pubDate>
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         <title>Versos carbônicos </title>
         <author>wesleyavemedio</author>
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         <description><![CDATA[<p>No átomo que brilha em seu segredo,<br>Carbono é a raiz de toda vida,<br>Na química que tudo liga,<br>Fazem do corpo e do sonho, o seu enredo.</p><p><br/></p><p>No carbono a vida se escreve,<br>Na química que tudo tece,<br>A existência que enobrece,</p><p>Cada átomo é um verso breve.</p><p><br/></p><p>Carbono, elo que clama pelo infinito,<br>Da matéria, pulsa o coração,<br>Que faz a vida florescer.</p><p><br/></p><p>No átomo que tudo cria,<br>A vida é pura poesia,<br>Na constância do renascer.</p><p><br/></p><p>Autor: Wesley Filgueiras, sala: __</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-25 15:18:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Humanidade Ecológica </p><p><br/></p><p>Podemos nos sentir superiores,</p><p>Mas não somos tão diferentes dos animais.</p><p>Todos temos nosso nicho,</p><p>E habitamos nosso ecossistema.</p><p><br/></p><p>Nossa conexão nos torna uma população,</p><p>O preconceito nos divide em Espécies,</p><p>E nosso nicho nos separa em classes,</p><p>Mas nossa fraternidade nos une em uma grande comunidade.</p><p><br/></p><p>Somos de diferentes grupos,</p><p>Ocupamos o mesmo Ecótono,</p><p>Sempre atrás de nosso sonho.</p><p><br/></p><p>Embora sejamos diferentes,</p><p>Trabalhamos juntos por um único objetivo,</p><p>Buscar uma vida melhor para todo ser vivo.</p><p><br/></p><p>Autor: João Victor Loures Coelho </p><p>Sala: 2° D</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-28 03:15:10 UTC</pubDate>
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         <title>Reações Químicas </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Soneto das Reações Químicas</strong></p><p><br/></p><p>No âmago oculto da matéria em paz,<br>Movem-se átomos, dançando em silêncio,<br>Ligam-se em laços — firmes ou fugaz —<br>Num jogo antigo, exato e sem vencêncio.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Explode a troca em luz ou liberação,<br>Liberta-se o calor de combustão,<br>Ou se absorve frio em transmutação,<br>Mudando a face sem mudar o chão.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Ácidos fortes encontram metais,<br>Gerando sal, vapor e mil sinais...<br>Prova que a vida é pura interação.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>E na balança o mundo se equilibra,<br>Cada reação um verso que vibra,<br>No poema exato da transformação.</p><p><br/></p><p>Autor: Caroline Felizardo </p><p>Sala: 2º A</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-29 17:37:17 UTC</pubDate>
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         <title>Soneto das Relações da Natureza</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na floresta densa, sob o emaranhado,<br>A existência pulsa em laços que se atam,<br>Criaturas diversas, em conjunto achado,<br>Num acordo ancestral que os sensatos aclamam.<br><br>A abelha e a flor, num toque refinado,<br>Trocando o doce, o grão e o querer,<br>Enquanto a batalha se trava, de lado a lado,<br>Por sol, por hidratação ou por se manter.<br><br>No lenho inerte, um cogumelo se nutre,<br>Desfaz a forma e cria o novo ciclo,<br>Provando que o fim também contribui.<br><br>Caçar, juntar, render-se e perseverar:<br>A trama da natureza, em seu avanço singelo,<br>Harmoniza o planeta sem desmoronar.</p><p><br/></p><p>Autor: Keven Ruan da Silva Souza</p><p>Sala: 2° A</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-29 18:54:59 UTC</pubDate>
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         <title>Soneto – Termodinâmica do Corpo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No âmago febril da substância humana,</p><p>O caos térmico vibra em cada célula ardente,</p><p>Num átomo em dor, a energia se junta</p><p>À carne em combustão, silente e incandescente.</p><p><br/></p><p>O corpo é um forno em lenta ebulição,</p><p>Onde o calor se espalha, em fluxo e sofrimento,</p><p>Cresce sem redenção,</p><p>No corpo que evapora em cada pensamento.</p><p><br/></p><p>Dilata-se o ser, na chama do viver,</p><p>Condensa-se em lágrimas de gelo e dor,</p><p>Noscilando entre o aquecer e o morrer.</p><p><br/></p><p>Calor específico da angústia interior,</p><p>Física e poesia a se entretecer</p><p>Que no fim se apaga</p><p><br/></p><p>Elvis Raposo Marra da Silva </p><p>Sala: 2° A</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 01:08:13 UTC</pubDate>
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         <title>Soneto - Bactérias </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Nas tramas microscópicas da vida,</p><p>As bactérias reinam com vigor.</p><p>Em cada célula, a força é contida,</p><p>Se adaptam sempre, sem temor.</p><p><br></p><p>No solo, na água, no ar a pairar,</p><p>Transformam, reciclam, causam ou curam.</p><p>Em simbiose ou prontas pra atacar,</p><p>Suas funções, na ciência, perduram.</p><p><br></p><p>No ciclo do nitrogênio operam,</p><p>Nos corpos, fermentam e protegem.</p><p>Mas às vezes, doenças liberam.</p><p><br></p><p>São simples, mas muito eficientes,</p><p>Modelam os ecossistemas vivos,</p><p>Com genes resistentes e persistentes.</p><p><br></p><p><strong>Camila Pinheiro Braga - 2°D</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 19:44:24 UTC</pubDate>
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         <title>Sineto - Relações Ecologicas </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na vida me vejo, sou tartaruguinha,</p><p>me escondo dos predadores sem dó.</p><p>Sou presa, sou parte dessa corridinha,</p><p>no ciclo onde o forte devora o menor</p><p><br/></p><p>Procuro um recife, meu mutual amigo</p><p>corais me abrigam, me oferecem guarida.</p><p>Mas tem o parasita que chega comigo,</p><p>sugando aos poucos os pedaços da vida.</p><p><br/></p><p>Por que na cadeia eu sou limitado,</p><p>competindo por espaço e por abrigo,</p><p>temendo ser sempre o elo mais fraco?</p><p><br/></p><p>Por que me julgam, se só quero viver,</p><p>buscando algo que me facina,</p><p>mas tendo que lutar no mar, buscando alegria</p><p><br/></p><p>Leonardo Joao 2B</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 20:46:29 UTC</pubDate>
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         <title>Soneto- Teia alimentar</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Sou parte dessa teia bem ligada</p><p>Que une o milho ao bico do pardal,</p><p>O peixe ao rio, à boca esfomeada</p><p>E a vida e a morte tudo num sinal igual</p><p><br/></p><p>O bicho morre e vira outra estrada,<br>Vira comida e vira um animal<br>O corpo vira terra, não diz nada,          Mas faz nascer a flor pro bem ou pro mal</p><p> </p><p>Comer, ser comido, tudo se conecta<br> Na dor do ciclo, a vida se protege         E o mundo gira em fome e compaixão</p><p> </p><p>Eu sou também cadeia e consequência, Parte da Terra e sua de dependência,      Com o estômago cheio, e o coração.</p><p>  </p><p><strong>Vinicius Mendes- 2B</strong></p><p>  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 22:30:35 UTC</pubDate>
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         <title>Soneto - Respiração Celular</title>
         <author>guilhermemr2502</author>
         <link>https://padlet.com/wesleyavemedio/safurlg95kplpq24/wish/3474723697</link>
         <description><![CDATA[<p>No escuro abismo da mitocôndria viva,<br>A vida arde em ciclos de oxidação,<br>Onde a molécula, em combustão cativa,<br>Converte em morte a própria criação.</p><p><br></p><p>Glicose, esse espectro que a célula implora,<br>Rompe seus laços num lamento mudo,<br>E o ATP — que o organismo adora —<br>Surge do caos bioquímico absurdo.</p><p><br></p><p>Da cadeia que ao hidrogênio tortura,<br>Nasce o sopro vital, mas passageiro,<br>Num rito de carbono e de amargura.</p><p><br></p><p>Tudo é ciência e dor no derradeiro<br>Movimento do ser que, em estrutura,<br>Respira a morte e vive o derradeiro.</p><p><br></p><p>Autor: Guilherme Macedo Ribeiro</p><p>Sala: 2°A</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 22:44:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wesleyavemedio/safurlg95kplpq24/wish/3474749124</link>
         <description><![CDATA[<p>No frasco, a reação bem calculada,</p><p>A massa exata, o átomo alinhado,</p><p>Na estequiometria equilibrada,</p><p>Surge o produto: gás aprisionado.</p><p><br/></p><p>No corpo, o ciclo avança sem descanso,</p><p>A célula respira e se consome,</p><p>Do O₂ ao CO₂, traça seu ranço,</p><p>E o ATP explode sem ter nome.</p><p><br/></p><p>A física, fria, observa e calcula:</p><p>Na queda, a força age com precisão,</p><p>Mas não compreende o peso da razão.</p><p><br/></p><p>Na alma, a entropia se acumula,</p><p>E a vida – uma equação sem solução –</p><p>Se desfaz no silêncio da função.</p><p><br/></p><p>Ryan de Oliveira Santos  2⁰ D</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 00:47:55 UTC</pubDate>
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         <title>Soneto - Calorimetria </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Teu corpo encosta e muda minha energia,</p><p>Num simples gesto, a física acontece.</p><p>Transfere o teu calor, tua harmonia,</p><p>E o frio em mim, de leve, esmorece.</p><p><br/></p><p>Sou como a água, e tu, talvez metal,</p><p>Com toque firme e cálido, preciso.</p><p>No abraço, a troca é quase ideal </p><p>Q = m·c·ΔT, sem aviso.</p><p><br/></p><p>Não sei medir o quanto me aqueceu,</p><p>Mas sei que o peito inteiro respondeu</p><p>Ao teu calor entrando em equilíbrio.</p><p><br/></p><p>E mesmo após soltar tua emoção,</p><p>Permanece em mim, como um sinal:</p><p>Abraço, forma pura de condução.</p><p><br/></p><p>Melyssa 2 ano C</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 13:18:36 UTC</pubDate>
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         <title>Da sombra ao fogo, à sombra</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No instante desprezível da morte e da ruptura,</p><p>Meu corpo, outrora sólido, se desfazia.</p><p>Na mudança de fase e de estrutura,</p><p>Perdi família, vida e autonomia.</p><p><br/></p><p>O frio cortante fez minha energia</p><p>Ceder calor, sem volta, à noite impura.</p><p>Vazio, sem chama ou guia,</p><p>Desorientado, busco o calor que a alma segura.</p><p><br/></p><p>Uma entidade, ardente como fogo</p><p>Cedeu-me, em condensado e vil abraço</p><p>Fundindo em mim o aço e o fogo vago.</p><p><br/></p><p>Mas fui traído... e ao fim da ebulição,</p><p>Restou-me a sombra, o gelo, a solidão,</p><p>Latente espectro em lenta sublimação.</p><p><br/></p><p>Nome: Guilherme Mota Oliveira</p><p>Turma: 2° D</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 14:40:10 UTC</pubDate>
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         <title> Ciclo do nitrogênio </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Do cadáver que apodrece em lama escura,</p><p>Ergue-se, invisível, o nitrogênio em putrefação.</p><p>É o fedor da essência que não parte,</p><p>Mas transmuta-se em química impura.</p><p>No solo, a bactéria</p><p>Nitrifica a dor em compostos mortais.</p><p>E o que foi carne — ossos sentimentais —</p><p>Vira adubo que a raiz já resgata.</p><p>Sou parte disso! — um ciclo maldito,</p><p>Em que vivo, evacuo, e depois morro,</p><p>Só pra virar, no feno, um novo grito!</p><p>E a planta, que me absorve sem saber,</p><p>Transporta o meu nitrogênio no poro,</p><p>E o entrega ao boi — que me há de comer.</p><p><br></p><p>Nome: Vitória Freesz </p><p>Turma: 2C</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 20:15:56 UTC</pubDate>
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         <title>Magia Química </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>No fundo do laboratório a mistura,<br>Átomos se juntam com energia,<br>Mudam a forma, ganham outra figura,<br>Na química, nasce a magia.</p><p> </p><p>O ácido encontra a base pura,<br>Eles se unem, sem mais agonia,<br>Reação que traz a cura,<br>Transforma tudo em harmonia.</p><p> </p><p>Fogo acende, muda o metal,<br>Gás se solta, explode o sal,<br>Tudo muda, nada é igual.</p><p> </p><p>Na vida tudo tem reação,<br>Na ciência ou no coração,<br>Mudança é a transformação. </p><p><br/></p><p>Bárbara Ribeiro - 2A</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 03:49:08 UTC</pubDate>
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         <title>Tabela periódica </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Do ventre escuro e férreo da Matéria,<br>Brota o Cobre, em veias de eletricidade,<br>E o Ferro, servo vil da gravidade,<br>Sustenta os ossos na prisão bacteri’a.</p><p><br/></p><p>O Zinco zomba, em sua luz funérea,<br>Do Cromo enfermo e sua falsidade;<br>E o Níquel, corroído em vaidade,<br>Clama ao Estanho: "Tudo é miséria!"</p><p><br/></p><p>O Ouro, rei do vício e da ambição<br>Forjou em mim o vício e a corrupção,<br>Enquanto o Chumbo pesa a alma falha…</p><p><br/></p><p>Ah, que Platina inútil me dissolve!<br>Pois todo metal, ainda que evolva <br>É só cadáver na celeste fornalha!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 17:30:37 UTC</pubDate>
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         <title>Soneto química do ser </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Sou feito de <strong>átomos</strong> em partes complexas, <strong>prisão de</strong> carne, osso e sofrimento. <strong> </strong>No peito, sento <strong>a</strong> fria vibração <strong>de</strong> um corpo <strong>em queda</strong> livre <strong>pelo espaço .</strong> As leis de Newton <strong>comandaram meu</strong> cansaço, A gravidade curva a alma no espaço, Enquanto a mente em seu <strong>prezado</strong> compasso <strong>busca </strong>paz no caos de um <strong>leve</strong> laço. Não específico, <strong>eu</strong> vejo o meu abismo <strong>.</strong> A célula é prisão e é labirinto, Um mecanismo preso ao determinismo. E <strong>, no</strong> fim, a morte é só o velho instinto De <strong>voltar</strong> ao <strong>ch</strong>ão , num eco clínico Do sem alma e <strong>sem espaço . </strong></p><p><br/></p><p><strong>Nome: Karolina Kelmer </strong></p><p><strong>Turma: 2°D</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 19:19:44 UTC</pubDate>
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         <title>As Leis Do Fogo Invisível</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No coração da física, a energia</p><p>Se molda em leis que fazem o universo.</p><p>Do quente ao frio, a troca em harmonia,</p><p>Regida em cada átomo disperso.</p><p><br/></p><p>A entropia cresce sem pudor,</p><p>Mostrando a seta do tempo a seguir.</p><p>Nada se perde, tudo tem valor,</p><p>Só se transforma, sem jamais sumir.</p><p><br/></p><p>O zero absoluto é sonho vão,</p><p>Onde o calor cessa a vibração,</p><p>Mas nunca chega à nossa mão.</p><p><br/></p><p>Em cada máquina, um ideal,</p><p>Mas a verdade é sempre parcial:</p><p>Há sempre perda no final.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-03 00:50:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Das entranhas da terra, em rocha antiga,</p><p>O carbono emerge em gás, etéreo véu.</p><p>Nas plantas, vida nova ele se abriga,</p><p>Por fotossíntese, um milagre do céu.</p><p>Consumido por seres, em seu alçar,</p><p>Nutre o corpo e o ar, em cada expirar.</p><p>Depois da morte, em pó, a decompor,</p><p>Volta ao solo, em ciclo, a ressurgir.</p><p>No oceano profundo, um vasto lar,</p><p>Dissolvido, em corais, a sedimentar.</p><p>Nos combustíveis fósseis, jaz latente,</p><p>Memória de um passado, onipresente.</p><p>Assim, o carbono dança, eterno giro,</p><p>Da vida e morte, um perpétuo suspiro.</p><p><br/></p><p>Arthur Lott</p><p> 2ºanoC</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-03 11:24:15 UTC</pubDate>
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         <title>Canibalismo </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No escuro útero da selva enferma,</p><p>Lutam irmãos com garras de agonia,</p><p>E a natureza, em sua anatomia,</p><p>Faz da harmonia apenas voz que hiberna.</p><p><br/></p><p>Cooperação? Talvez, num gesto terno,</p><p>Onde um ajuda o outro a resistir</p><p>À dor comum que insiste em existir —</p><p>Mas logo o egoísmo abate o inverno.</p><p><br/></p><p>Canibalismo! — a morte é digestiva,</p><p>E o parasita, em gana repulsiva,</p><p>Sorve do igual o sangue em erupção.</p><p><br/></p><p>Oh vida! Estranha farsa de conexos,</p><p>Onde entre os mesmos corpos, n’um só nexo,</p><p>Brilha a amizade e morde a extinção.</p><p><br/></p><p>Nome: Ian Gomes </p><p>Turma: 2D</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-03 13:06:48 UTC</pubDate>
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         <title>Calor e mudanças dos etados fisicos </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p> No antro febril do mundo em combustão,</p><p>O calor — dor que pulsa e que devora —</p><p>Ruge no âmago e, num átomo, chora</p><p>A carne em trágica ebulição!</p><p>É a mudança de estado, transição</p><p>Do ser, que em gás se espalha e se evapora,</p><p>Perdendo a forma vil que o tempo doura</p><p>Na orgia da matéria em negação.</p><p>Sólido fui — de orgulho e de esperança —,</p><p>Mas o calor, que em tudo arde e avança,</p><p>Fez-me um líquido vil, sem mais estrutura...</p><p>E hoje, em vapor, sou bruma que não pensa,</p><p>Sou só a ciência fria e sua sentença</p><p>Na eternidade infame da Natura!</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Autor: Maria Paula Andrade</p><p>Sala:2 A</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-03 16:58:01 UTC</pubDate>
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         <title>Metabolismo confuso</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Vem ATP, vem correndo </p><p><br/></p><p>Vem me dar essa energia </p><p><br/></p><p>Que eu preciso todos os dias </p><p><br/></p><p>Pra cumprir minha alegria.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>A glicose ainda está "boa"</p><p><br/></p><p>O metabolismo nem se fala </p><p><br/></p><p>Precisamos de perder peso </p><p><br/></p><p>Pra completar nossa jornada</p><p><br/></p><p><br/></p><p>É preciso o oxigênio para respirar</p><p><br/></p><p>Esse ar que está comprometido </p><p><br/></p><p>As vezes é difícil de lidar </p><p><br/></p><p><br/></p><p>Nossa célula precisa se modificar </p><p><br/></p><p>Para a energia fluir </p><p><br/></p><p>E a nossa vida se exaltar.</p><p><br/></p><p>Autor: Vitória Baio </p><p>Sala: 2°D</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-03 20:30:18 UTC</pubDate>
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         <title>Do Abraço ao Conflito</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No mesmo espaço, lado a lado, eu vejo,<br>Seres iguais partilhando a existência.<br>Entre o afeto, o cuidado e o desejo,<br>Se esconde, às vezes, a cruel resistência.</p><p><br/></p><p>Num elo frágil brota a colaboração,<br>Ajuda mútua, abrigo e alimento.<br>Mas logo surge a sombra da tensão,<br>Onde o igual se torna sofrimento.</p><p><br/></p><p>Na colônia há trabalho e união,<br>Mas a disputa fere, rasga, invade,<br>Transforma irmãos em pura competição.</p><p><br/></p><p>É a vida, um fio tênue entre a harmonia,<br>O instinto grita, sufoca a bondade...<br>Seres iguais, na luta e na companhia.</p><p><br/></p><p>Ian Gomes 2 ano D</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-03 21:11:39 UTC</pubDate>
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         <title>A Anatomia das Forças Ocultas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No útero escuro da Matéria inerte,</p><p>Grita o neutrino em dor sem direção,</p><p>Enquanto a carne — molécula incerta —</p><p>Chora a miséria da combustão.</p><p><br/></p><p>Sou feito de elétrons, medo e carbono,</p><p>Composto instável de caos e memória,</p><p>Fóssil orgânico de um átomo autônomo</p><p>Que apodreceu nos tanques da História!</p><p><br/></p><p>Oh, Luz! Que és função e dualidade,</p><p>Me atravessas com teu espectro aflito —</p><p>E deixas no osso a eletronegatividade</p><p>Dos mortos que o Tempo já tinha escrito.</p><p><br/></p><p>Mesmo o amor — oxidação absurda —</p><p>Não passa de enlace intermolecular,</p><p>Reação espontânea, fria, impura,</p><p>Que cessa ao equilíbrio se igualar.</p><p><br/></p><p>Sou só impulso, massa e decadência,</p><p>Um corpo lançado contra o Infinito,</p><p>Num universo de entropia e ciência!</p><p><br/></p><p>— E na equação da dor que me arremessa,</p><p>A alma implora: “Newton, tem piedade!”</p><p>Mas só responde o vácuo... com pressa.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Nome: RHAYELLI SANTOS </p><p>Turma:2*B</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-03 22:42:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Poema: A Dança das Reações</strong></p><p>No coração da matéria em silêncio,<br>Há forças prontas para se encontrar.<br>Num toque sutil, num gesto propenso,<br>Novas essências começam a brotar.</p><p><br/></p><p>Átomos giram num baile encantado,<br>Quebra-se o velho, se forma o novo.<br>Laços se rompem, tudo é transformado,<br>Do caos nasce ordem, num ciclo de povo.</p><p><br/></p><p>Explode a cor, a chama, o vapor,<br>O ácido encontra a base com ardor.<br>Do choque invisível, floresce o sabor.</p><p><br/></p><p>Reações são poemas sem palavras ditas,<br>Mistérios da vida em fórmulas escritas,<br>Que mostram ao mundo sua eterna cor.</p><p><br/></p><p>SAULO AP. IANTAS</p><p>2 ANO C</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-03 23:16:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Dança do Calor e da Vida</strong></p><p><br/></p><p>No íntimo do ser, o metabolismo pulsa</p><p>Como o calor que aquece a essência vital </p><p>A vida se impulsiona</p><p>Transformando moléculas em força superior</p><p><br/></p><p>O calor que aquece, a temperatura que incendeia </p><p>Retrata uma dança oculta do calor e do ar</p><p>A lógica que incendeia </p><p>Desvendando mistérios do mundo sem parar</p><p><br/></p><p>No ritmo do corpo, na matemática do existir </p><p>A lógica que incendeia</p><p>A vida é uma equação que nunca se esquiva</p><p><br/></p><p>No cosmos, tudo se construi</p><p>Dos anjos nos guia na jornada que não se limita </p><p>Na essência da vida, encontramos o fim</p><p><br/></p><p>Sophia Maria de Almeida </p><p>2°C</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-04 15:26:00 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>🔥🌱 Soneto da Física do Amor Adolescente</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na mesma espécie, o amor se confronta —</p><p>Dois corações disputam o que falta.</p><p>Na pele amiga, a guerra se apronta,</p><p>E o toque vem com perda ou com ressalva.</p><p><br/></p><p>É competição em beijo disfarçada,</p><p>Ou parasita em roupa de ternura.</p><p>Canibalismo em forma delicada:</p><p>Quem ama mais, às vezes, é quem fura.</p><p><br/></p><p>E cada um tem seu calor medido —</p><p>O meu ferve com pouco, o teu resfria.</p><p>Meu peito arde antes de ser entendido.</p><p><br/></p><p>Mas há um calor que fica em agonia:</p><p>Latente, escondido, comprimido…</p><p>Explode só quando o amor já esfria.</p><p><br/></p><p>Autora : Júlia Sixel </p><p>Turma : 2° ano D</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-04 16:27:16 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>🔥Soneto da Física do Amor Adolescente</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wesleyavemedio/safurlg95kplpq24/wish/3479113767</link>
         <description><![CDATA[<p>Na mesma espécie, o amor se confronta —</p><p>Dois corações disputam o que falta.</p><p>Na pele amiga, a guerra se apronta,</p><p>E o toque vem com perda ou com ressalva.</p><p><br/></p><p>É competição em beijo disfarçada,</p><p>Ou parasita em roupa de ternura.</p><p>Canibalismo em forma delicada:</p><p>Quem ama mais, às vezes, é quem fura.</p><p><br/></p><p>E cada um tem seu calor medido —</p><p>O meu ferve com pouco, o teu resfria.</p><p>Meu peito arde antes de ser entendido.</p><p><br/></p><p>Mas há um calor que fica em agonia:</p><p>Latente, escondido, comprimido…</p><p>Explode só quando o amor já esfria.</p><p>autora: Júlia Sixel</p><p>Turma: segundo ano D </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-04 16:31:06 UTC</pubDate>
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         <title>Soneto - fotossíntese</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Do sol, a luz desce e beija a folha em paz,</p><p>Trazendo à planta a força necessária.</p><p>Na clorofila, a mágica se faz,</p><p>Transforma em vida a luz que a toca e clareia.</p><p><br/></p><p>A água sobe, o ar traz o carbono,</p><p>E juntos criam glicose e energia.</p><p>A planta cresce, firme em seu entorno,</p><p>Devolvendo oxigênio a cada dia.</p><p><br/></p><p>É a fotossíntese, obra encantada,</p><p>Que em silêncio sustenta o que respira,</p><p>Na dança da natureza equilibrada.</p><p><br/></p><p>E a cada raio que no campo gira,</p><p>Há uma lição de vida enraizada:</p><p>A luz do sol é a fonte que inspira.</p><p><br/></p><p>Aluno: Antônio José </p><p>Turma: 2 D</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-04 17:45:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Poema: O Calor que Nos Transforma</p><p><br/></p><p>Quando o quente encontra o frio, há um diálogo mudo,</p><p>o calor se entrega, sem pressa, sem estudo.</p><p>Não se perde, não se cria — apenas vai,</p><p>na dança sutil que aquece e desfaz.</p><p><br/></p><p>Cada corpo responde ao toque da energia,</p><p>uns resistem mais, outros cedem com poesia.</p><p>É assim que a vida se molda, se equilibra,</p><p>em cada troca de calor, a essência vibra.</p><p><br/></p><p>No gelo que derrete, há promessa de mudança,</p><p>na água que evapora, a liberdade e a esperança.</p><p>São estados que se desfazem, mas não se perdem,</p><p>como emoções que nos invadem e nos seguem.</p><p><br/></p><p>Calorimetria é isso: ciência com alma e razão,</p><p>traduz o invisível com fórmula e paixão.</p><p>No fundo, é a prova silenciosa e precisa,</p><p>de que até a energia sente, toca e avisa.</p><p><br/></p><p>Nome:Ana Luiza Cagnin</p><p>Turma:2°D</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-04 18:19:24 UTC</pubDate>
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         <title>Soneto do predatismo </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No ermo da selva, o instinto se revela,</p><p>Olhar faminto espreita na mudez,</p><p>O frágil corre, a força se encapela,</p><p>Num ciclo eterno, a morte é só a vez.</p><p><br/></p><p>As presas dançam no compasso exato,</p><p>Do predador que ronda sem piedade,</p><p>Natureza escreve, em traço ingrato,</p><p>Sua lei crua, sem trégua ou bondade.</p><p><br/></p><p>No salto feroz, rompe-se a ilusão,</p><p>Vence o mais apto, ruge a seleção,</p><p>Cessa o suspiro, finda a canção.</p><p><br/></p><p>E assim se sustém a ordem do abismo,</p><p>Vida se molda ao fio do egoísmo,</p><p>Na sombra fria do predatismo.</p><p><br/></p><p>Laura Lima De Souza - 2⁰ano A</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-04 19:16:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luquinhashgduelli</author>
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         <description><![CDATA[<p>Soneto – A Cor da Essência</p><p><br/></p><p>Nos genes, traços vêm de cada lado,</p><p>O DNA não mede a cor da pele,</p><p>Na célula, o amor é revelado,</p><p>No núcleo, a alma livre se repele.</p><p><br/></p><p>A luz reflete em tons que são distintos,</p><p>Mas cada tom carrega o mesmo brilho.</p><p>Na física da vida, somos quintos</p><p>Da mesma luz que mora no estribilho.</p><p><br/></p><p>Em reações, não muda o coração,</p><p>Não há cor nos átomos, só união.</p><p>Na química do afeto, há conexão.</p><p><br/></p><p>Mas há quem julga a cor, não a razão,</p><p>Ferindo com o peso da exclusão,</p><p>Esquecem: somos todos criação.</p><p><br/></p><p>Temas Integrados nas Disciplinas:</p><p>Biologia: genética, DNA, núcleo celular</p><p>Física: reflexão da luz, cores da pele, espectro visível</p><p>Química: átomos, reações químicas, ligação entre</p><p><br/></p><p>Nome:Lucas Henrique Gomes Duelli </p><p>Turma:2A</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-04 21:31:59 UTC</pubDate>
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         <title>Calor latente </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p> </p><p>No ar paira um silêncio abrasador,<br> Queimando os dias sem qualquer pudor.<br> O sol espreita, impiedoso e ardente,<br> Com lábios secos, beija toda a gente.</p><p> </p><p>A pele grita em chamas invisíveis,<br> Os corpos buscam sombras impossíveis.<br> Na mente, um fogo que não se revela,<br> Mas arde oculto, lento, em centelha.</p><p> </p><p>O tempo pára, o pulso se acelera,<br> A alma sua, tensa, prisioneira.<br> É febre muda, dor que não se sente.</p><p> </p><p>Nas veias pulsa um fogo persistente,<br> Um desejo que explode, incandescente,<br> Chamando o mundo ao caos do calor latente.</p><p> </p><p> </p><p>Aluno:Eduardo Augusto Lima Oliveira </p><p>Turma: 2 A</p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-04 21:58:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A Alma da Termodinâmica</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No caos das moléculas em frenesi,</p><p>O calor se propaga e se dispersa,</p><p>A energia, jamais perdida, em si</p><p>Se transforma, obediente e diversa.</p><p><br/></p><p>A entropia avança, a ordem desfaz,</p><p>Em sistemas fechados, cresce sempre.</p><p>Nada se cria, tudo se refaz,</p><p>Sob as leis naturais, puras, perenes.</p><p><br/></p><p>Os estados se buscam em equilíbrio,</p><p>A temperatura dita o movimento,</p><p>O universo expande o seu delírio.</p><p><br/></p><p>E assim, na física o encantamento</p><p>Nos revela que até o caos tem brilho:</p><p>Termodinâmica, lei e fundamento.</p><p><br/></p><p>Nome: Rodrigo Soares de Oliveira Junior</p><p>Turma: 2°C</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-04 22:53:02 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O Poder da Termologia </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O Poder da Termologia</p><p>No estudo intenso da termologia,</p><p>Calor e energia a se transformar,</p><p>Em cada átomo a dança irradia,</p><p>Movendo o mundo sem jamais parar.</p><p>Temperatura mede a agitação,</p><p>Enquanto o calor flui entre os corpos,</p><p>Mudança de estado e condução</p><p>São leis que regem sistemas tão próprios.</p><p>Na expansão térmica, o sólido cresce,</p><p>E o gás, ao aquecer, se faz vibrante.</p><p>Do frio ao calor, a ciência esclarece:</p><p>Energia é a força incessante</p><p>Que, em cada molécula, sempre aparece.</p><p><br></p><p><br></p><p>Nome:Maria Silvia M. Venuto Silva </p><p>Turma:2°D</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 00:01:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Calorimetria</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Em laboratórios, onde a ciência se faz,</p><p>A calorimetria, uma arte se destaca,</p><p>Medindo o calor, com precisão e paz,</p><p>E calculando a energia, que se destaca.</p><p><br/></p><p>A capacidade térmica, um valor a saber,</p><p>O calor específico, uma propriedade a entender e aplicar, e a troca do calor um processo a se estudar.</p><p><br/></p><p>Com termômetros e calorímetros, se mede a quantidade de calor que se  transfere, e assim se liberta.</p><p><br/></p><p>E assim, a calorimetria, nos mostra seu valor, e nos ajuda a entender o mundo</p><p>e o seu calor.</p><p><br/></p><p>Autor: João Gabriel Furtado da Costa Campos 2D</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 00:10:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Minha Genética</p><p><br/></p><p>Em cada célula que abita em mim,</p><p>Existe um plano para a vida futura,</p><p>É o DNA, fiel mensageiro,</p><p>Que mostra ao mundo a minha cultura.</p><p><br/></p><p>Dos meus pais veio a combinação,</p><p>Mistura exata de amor e destreza,</p><p>Trazem meus genes uma direção,</p><p>Se serei feliz, ou morrerei de tristeza.</p><p><br/></p><p>Às vezes muda, vira outro ser,</p><p>Capaz de pensar,compreender,</p><p>Pelo que nessa vida, vale à pena viver,</p><p><br/></p><p>E assim, na vida, posso compreender:</p><p>Que a genética é para aprender, </p><p>Oque sou,ou deixei de ser.</p><p><br/></p><p>Hilla Aparecida de Jesus Inácio </p><p>Sala: 2D</p><p>Escola Estadual Antônio Carlos </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 00:30:05 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A Vida dos Reinos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No Reino Monera tudo é diferente,</p><p>Bactérias vivem, no meio da gente,</p><p>São simples seres, seguem seu destino,</p><p>Vivem em lugares diferentes, até em nosso intestino.</p><p><br/></p><p>Protistas nadam livres no lugar,</p><p>Algas e amebas sempre a se movimentar,</p><p>Fungos se espalham, gostam de escurecer,</p><p>Vivem nos restos, sempre a se fortalecer,</p><p><br/></p><p>A planta  nasce,usa do sol a luz,</p><p>E quando cresce, sua aparência nos seduz,</p><p>Muitas vezes, o oxigênio,  ela produz,</p><p><br/></p><p><br/></p><p>No Reino Animal tudo tem sentimento, </p><p>Famílias se formam à todo momento,</p><p>Estão juntas até no sofrimento.</p><p><br/></p><p>Autor:Hyan Henrique de Jesus Inácio </p><p>Turma:2c</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 01:23:04 UTC</pubDate>
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         <title>TERMODINÂMICA </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No âmago febril da carne inerte,</p><p>O fogo arde em silêncio e contradição.</p><p>Calor que escapa, víscera deserta,</p><p>Traz no fulgor a dor da combustão.</p><p><br/></p><p>Cada molécula exala um fim tristonho,</p><p>Num ciclo que jamais se desfaz.</p><p>A morte é só o ápice medonho</p><p>Da Lei que rege a máquina e a paz.</p><p><br/></p><p>A entropia — tirana e silenciosa —</p><p>Corrói o pulso, o peito e o arrebol,</p><p>Na carne humana, fria e laboriosa.</p><p><br/></p><p>Sou sistema fechado em descontrole,</p><p>Que se consome, absorto e sem farol...</p><p>Na equação da vida, falta o role.</p><p><br/></p><p>Nome: Yan Barbosa </p><p>Turma: 2⁰A </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 02:29:06 UTC</pubDate>
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         <title>Calor sensível </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Calor Sensível</p><p><br/></p><p>O corpo sente o toque do calor,</p><p>Sem que a forma do ser se transforme.</p><p>É troca simples, feita sem ardor,</p><p>Só vibração que cresce e se conforma.</p><p><br/></p><p>Aumenta a agitação do movimento,</p><p>Mas não há fase nova a se notar.</p><p>A essência é mantida em seu momento,</p><p>Mudando apenas o modo de vibrar.</p><p><br/></p><p>Não há fusão, nem há condensação,</p><p>Mas há calor em plena transmissão,</p><p>Presente em tudo o que pode aquecer.</p><p><br/></p><p>É sensível, porém fundamental,</p><p>Na física é um passo essencial:</p><p>Sentir, sem nunca o estado converter.</p><p>  </p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Gustavo Fabbri Zampieri </p><p>Sala:2A</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 09:55:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Química-Elementos químicos </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Soneto dos Elementos Encantados</p><p><br/></p><p>Do Éter antigo surgem os primeiros,</p><p>Quatro irmãos velhos: fogo, ar, terra e água.</p><p>Mas hoje dançam cem, os verdadeiros,</p><p>Em áurea espiral, sem dor, sem mágoa.</p><p><br/></p><p>No ventre escuro de uma estrela morta,</p><p>Nasceu o ferro, o ouro, a luz do cálcio.</p><p>Do lítio ao gás que em luz se reconforta,</p><p>São todos feitiçaria em doce ofício.</p><p><br/></p><p>O sódio acende mares encantados,</p><p>O carbono escreve vidas com paixão,</p><p>O neônio pinta céus iluminados…</p><p><br/></p><p>São runas vivas, pura vibração:</p><p>Elementos, guardiões bem disfarçados,</p><p>Magia oculta em cada ligação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 10:12:27 UTC</pubDate>
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         <title>Soneto de biologia </title>
         <author>planob732</author>
         <link>https://padlet.com/wesleyavemedio/safurlg95kplpq24/wish/3480486192</link>
         <description><![CDATA[<p>Soneto em estilo de Augusto dos Anjos</p><p><br></p><p>Oh, ciclo do carbono em torpe esfera,</p><p>Na química da morte e da existência,</p><p>Vagueias, como a dor na inconsciência,</p><p>No hálito cruel da vida austera!</p><p>Ciclo do nitrogênio! A primitiva</p><p>Podridão te revela em tua essência,</p><p>E a planta em sua orgânica apetência</p><p>Sorve teu sal na luta instintiva!</p><p>Na respiração celular — angústia! —</p><p>O ser se esvai em gás, em sombra e espanto,</p><p>Buscando a luz em sua dor robusta.</p><p>E os mecanismos para obter encanto,</p><p>Energia vil, na carne injusta,</p><p>Revelam as relações do mundo em pranto!</p><p>Nome: Rogério jr </p><p>Turma: 2°a</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 14:09:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ÁTOMOS </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wesleyavemedio/safurlg95kplpq24/wish/3480491008</link>
         <description><![CDATA[<p>No fundo da célula,a dor se esconde,</p><p>No sangue,há mais que só composição </p><p>É a alma que a natureza não responde</p><p>É a vida feita em frágil pulsação. </p><p><br/></p><p>O cálcio dos meus ossos já são pó</p><p>Que um dia será pó da natureza.</p><p>Na fórmula da dor,nada é eterno</p><p>Só restam leite,bem traços de beleza.</p><p><br/></p><p>A luz que invade o peito não aquece</p><p>E o foton sem afeto ou direção </p><p>Reflexo de um vazio que padece.</p><p><br/></p><p>Mas ainda sim,batendo em contradição </p><p>A vida insiste,No caos da química da Emoção.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 14:14:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Soneto se química </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wesleyavemedio/safurlg95kplpq24/wish/3480502513</link>
         <description><![CDATA[<p>Soneto da Química Agonizante</p><p>No abismo universal da decomposição,</p><p>Ergue-se o átomo em dor, desfigurado,</p><p>E o balanceamento — rito ensanguentado —</p><p>Traz ordem ao caos, cruel combustão.</p><p>Nos tipos de reação, há convulsão:</p><p>Síntese e troca em pacto envenenado,</p><p>O corpo em sua fórmula, fechado,</p><p>Segue a estequiometria da aflição.</p><p>Na alma da matéria, o ácido arde,</p><p>A base o enfrenta em choque sem alarde,</p><p>Enquanto o sal, herdeiro da explosão,</p><p>É fruto da equívoca harmonia</p><p>De um mundo que se equilibra em agonia</p><p>No ventre da equação e da razão.</p><p><br/></p><p>Pedro Lucas </p><p>2a</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 14:25:12 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Soneto trófico em carne e dissolução </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>No estômago do verme que se agita,</p><p>Repousa a célula que outrora viu o Sol —</p><p>Produtor clorofílico, órfico arrebol,</p><p>Agora é lama e enzima que vomita.</p><p><br/></p><p>No zênite do ciclo, a águia medita</p><p>Enquanto mastiga a morte em seu arrebol,</p><p>Mas seu destino é pútrido e sem farol:</p><p>Ser devorada pela bactéria aflita.</p><p><br/></p><p>Nível por nível, a teia se equilibra,</p><p>Comendo e sendo a carne que delira,</p><p>Num banquete de angústia e transição.</p><p><br/></p><p>A vida é só cadeia que se parte,</p><p>De boca em boca o mundo se reparte —</p><p>E o topo é só um trono em decomposição.</p><p><br/></p><p>Giovana Veloso B.</p><p>2 B</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 15:03:02 UTC</pubDate>
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         <title>Soneto Do Vírus Invisível </title>
         <author>andray21082008</author>
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         <description><![CDATA[<p>Soneto do Vírus Invisível</p><p><br/></p><p>Do nada vem, sem corpo ou identidade,</p><p>Molécula sem luz, sem alma ou pena,</p><p>Invade, com silêncio e crueldade,</p><p>A célula que apodrece e se envenena.</p><p><br/></p><p>Não pensa, mas domina o ser pensante,</p><p>Não vive, mas impõe sua sentença.</p><p>No código do caos, é tão constante</p><p>Que até a morte em si parece imensa.</p><p><br/></p><p>Fragmento vil da matemática escura,</p><p>É lógica que infesta e me corrói,</p><p>É ciência que lateja na amargura.</p><p><br/></p><p>E eu, matéria frágil, decadente,</p><p>Sou cifra no sistema que destrói,</p><p>Vencido por um nada persistente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 15:15:19 UTC</pubDate>
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         <title>Soneto da respiração celular </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><p>No úmido antro da célula mesquinha,</p><p>Respira a dor da vida em sua essência:</p><p>Glicose, ao ser quebrada em penitência,</p><p>Liberta a luz que a morte acarinha.</p><p><br/></p><p>Mitocôndria, sarcófago que aninha</p><p>A combustão da orgânica existência,</p><p>Transmuta em ATP sua cadência,</p><p>Num ciclo que do nada se avizinha!</p><p><br/></p><p>Oh! Bioquímica lúgubre e discreta,</p><p>Que faz da oxidação a mais completa</p><p>Declaração da carne em frágil treva...</p><p><br/></p><p>Pois todo ser que vive e que trabalha,</p><p>Em cada célula, em silêncio, falha —</p><p>Na pira de NADH que se eleva!</p><p><br/></p><p>Nome: Ana Clara Oliveira e Souza Ligório </p><p>Turma 2B</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 15:19:56 UTC</pubDate>
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         <title>Elegia do Átomo Errante</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No silêncio frio, o carbono parte,</p><p>Das folhas mortas que ao chão se entregam,</p><p>Em pó soturno, sombras que desfazem,</p><p>A vida finda, mas em dor, renasce.</p><p><br/></p><p>O ar que respiro traz tua ausência,</p><p>Átomo errante, perdido e errante,</p><p>Viaja nas brumas, busca sentido,</p><p>Em corpos findos, se torna abrigo.</p><p><br/></p><p>Queima o tempo em chamas, se liberta,</p><p>Retorna ao solo, à terra incerta,</p><p>Morto em vida, vivo no além.</p><p><br/></p><p>Assim o ciclo fecha a dor e o pranto,</p><p>O carbono dança no eterno canto,</p><p>De morte, vida — um recomeçar também.</p><p><br/></p><p>Alana Peres Rodrigues</p><p>2A</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 15:39:30 UTC</pubDate>
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         <title>Soneto da ciência e da natureza</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No frasco em paz, reações a calcular,<br>Mole a mole, a massa se equilibra.<br>A lei de Proust vem nos orientar,<br>Na estequiometria, a lógica vibra.</p><p><br></p><p>Ao fogo lento, a curva vai subir,<br>Mudança de fase em traço sutil.<br>Depois do pico, começa a cair,<br>E o corpo esfria num silêncio febril.</p><p><br></p><p>Mas fora do frasco, a vida é pulsante,<br>Cadeias se formam no ciclo vital,<br>E a teia da vida é sempre vibrante.</p><p><br></p><p>Se o homem descuida, o dano é fatal,<br>Pois tudo conecta, do gás ao elefante,<br>Num frágil balanço essencial.</p><p><br></p><p>LAURA OLIVEIRA PINHEIRO  2B</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 15:42:29 UTC</pubDate>
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         <title>Teoria cinética da matéria </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Eu sou matéria, nunca estou parada,</p><p>Mesmo em silêncio, eu estou me agitando.</p><p>No frio, fico toda encolhida e travada,</p><p>No calor, vou dançando e me espalhando.</p><p><br/></p><p>No sólido, é aperto, é multidão,</p><p>Cada pedacinho preso no lugar.</p><p>No líquido, há mais leveza e conexão,</p><p>E no gás, sou livre, posso até voar!</p><p><br/></p><p>Meu corpo muda com o teu calor,</p><p>Sou gelo, sou vapor, sou sensação,</p><p>Sou dança invisível, sou amor.</p><p><br/></p><p>Na escola ou na vida, preste atenção</p><p>“Até o que parece ter quietude e cor,</p><p>Por dentro vibra, é pura emoção!”</p><p><br/></p><p>Lara de Oliveira /2º ano D</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 15:42:52 UTC</pubDate>
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         <title>A DANÇA DA CIÊNCIA :harmonia e equilíbrio.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na vida em grupo, a paz se faz forte,</p><p>Relações harmônicas, um belo dançar,</p><p>Como a luz do sol que não tem sorte,</p><p>Que aquece e ilumina, vem nos guiar.</p><p><br/></p><p>Na termodinâmica, calor se expande,</p><p>Transformando energia em movimento,</p><p>O universo em equilíbrio se entende.</p><p><br/></p><p>Estequiometria traz a matemática,</p><p>Em reações químicas, tudo é medida,</p><p>Na balança da vida, a ciência é prática.</p><p><br/></p><p>E assim, entre fórmulas e a harmonia,</p><p>Aprendemos que tudo tem seu lugar,</p><p>Na dança da vida, a ciência é poesia.</p><p><br/></p><p>Marcelle Aparecida Gomes 2D</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 15:53:11 UTC</pubDate>
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         <title>Soneto da Energia Escondida </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No centro da vida, um segredo se faz,</p><p>Moléculas dançam em plena união.</p><p>Do açúcar partido, a força se traz,</p><p>Num ciclo invisível de transformação.</p><p><br/></p><p>Nos líquidos da célula, a quebra começa,</p><p>Liberam-se elétrons em rota precisa.</p><p>No ciclo profundo, a engrenagem não cessa,</p><p>E tudo se move na troca imprecisa.</p><p><br/></p><p>Nas membranas finais, a tensão vai crescer,</p><p>O oxigênio abraça o que vem a passar,</p><p>E gotas de água começam a nascer.</p><p><br/></p><p>No fim, surge a força, discreta, vital,</p><p>ATP se derrama, faz tudo pulsar,</p><p>Respirar é viver num sopro celular.</p><p><br/></p><p>Autora: Amanda Alves Souza </p><p>Sala:2D</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 16:18:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wesleyavemedio/safurlg95kplpq24/wish/3480617322</link>
         <description><![CDATA[<p>Soneto à Estequiometria</p><p><br/></p><p>Nos reinos da ciência e precisão,</p><p>A dança exata das proporções rege,</p><p>Com átomos em pura conexão,</p><p>Num cálculo que a lógica protege.</p><p><br/></p><p>Misteriosa arte de balancear,</p><p>Com massas, mols e reações em jogo,</p><p>Permite ao químico então desvendar</p><p>Quantidades com método e fogo.</p><p><br/></p><p>Do reagente ao produto final,</p><p>Cada número conta seu papel.</p><p>Tudo é medida, nada é banal.</p><p><br/></p><p>Na equação se esconde o essencial:</p><p>Harmonia que o saber torna fiel,</p><p>E revela a beleza universal.</p><p><br/></p><p>Beatriz 2B</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 16:22:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Soneto do DNA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No fundo escuro e frio da molécula,<br>Desenha o DNA seu espiral.<br>Ali se esconde a fúria mais minúscula,<br>Comanda o ser com força desigual.</p><p><br/></p><p>A vida é só um código insistente,<br>Quatro bases girando sem razão.<br>Sou carne escrita em forma fluorescente,<br>Matéria que sonha evolução.</p><p><br/></p><p>Na célula, o silêncio é movimento,<br>Proteína se forma em precisão,<br>E o erro às vezes gera sofrimento.</p><p><br/></p><p>Sou pó, sou vida, sou degeneração,<br>Um ser perdido em puro experimento,<br>Feito de acaso, átomo e ilusão.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 16:24:00 UTC</pubDate>
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         <title>Soneto da Entropia Ardente</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No íntimo do átomo em febre acesa,</p><p>O caos se agita em forma e vibração;</p><p>Calor — angústia térmica e prisão —</p><p>É a dor da matéria na incerteza.</p><p><br/></p><p>Vejo o suor da carne — esta vileza —</p><p>Subir, febril, à tépida expansão;</p><p>Tudo em mim é calor, combustão,</p><p>Num ciclo de entropia e tristeza.</p><p><br/></p><p>O corpo é um forno de desintegração,</p><p>Onde o plasma vital se faz carvão,</p><p>E o ser — resíduo térmico — se esgota.</p><p><br/></p><p>A alma, em kelvins, chora a combustão,</p><p>E a ciência — impiedosa — anota</p><p>A morte em forma de dilatação.</p><p><br/></p><p>Fabiana do Carmo Ottonio</p><p>2D</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 16:53:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wesleyavemedio/safurlg95kplpq24/wish/3480678957</link>
         <description><![CDATA[<p>Soneto Científico – O Universo em Nós</p><p><br/></p><p>Em uma célula pequena, a vida inteira,</p><p>Com DNA guardando os segredos,</p><p>Mistura de proteínas tão certeira,</p><p>Que molda os corpos, tempos e enredos.</p><p><br/></p><p>No átomo invisível, o universo,</p><p>Prótons, elétrons dançam sem parar,</p><p>Com leis da Química em verso distribuido, </p><p>Formando tudo o que se pode olhar.</p><p><br/></p><p>A Física explica o céu e o chão,</p><p>A luz que curva e o som que se espalha,</p><p>Na queda livre, a maçã se alinha à mão.</p><p><br/></p><p>Em cada parte, a ciência nos envolve </p><p>Somos matéria, mente e coração,</p><p>Estrelas vivas na imensidão silenciosa.</p><p><br/></p><p>Maria Letícia dê Oliveira Lewenstein</p><p>2°C</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 17:43:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Soneto - Relações ecológicas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No vale profundo, a vida resplandece,  </p><p>A árvore abriga o passarinho em seu lar,  </p><p>Mutualismo sutil que floresce,  </p><p>Na sombra da folha, o amor a brotar.</p><p><br/></p><p>As formigas trabalham em grande união,  </p><p>Carregando as folhas com firmeza e ardor,  </p><p>Enquanto a rainha reina em sua missão.  </p><p>A flor oferece seu néctar encantador.</p><p><br/></p><p>Predador astuto observa em silêncio,  </p><p>A presa inocente na dança da vida,  </p><p>Um ciclo eterno de dor e de alívio.</p><p><br/></p><p>Na terra e no ar, um eco vibrante,  </p><p>Relações que pulsam em cada coração,  </p><p>A natureza ensina o amor constante.</p><p><br/></p><p>Nome: Kauã Ítalo Delvivo Tavares</p><p>Sala: 2°B</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 18:08:59 UTC</pubDate>
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         <title>Soneto sobre Calorimetria.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wesleyavemedio/safurlg95kplpq24/wish/3480702525</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>O calor que se propaga e a energia,</p><p>No corpo se transfere, sem se ver,</p><p>A mudança de temperatura guia</p><p>A ciência que ao calor faz entender.</p><p>Entre corpos, o calor se conduz,</p><p>Transita de um para o outro sem cessar,</p><p>Como troca constante, em luz,</p><p>Medindo o que a energia pode dar.</p><p>Calorimetria, o estudo exato,</p><p>Que revela a troca e a quantificação,</p><p>De energia, sempre num ato.</p><p>O calor é a chave da transformação,</p><p>Que a física revela, no seu trato,</p><p>Em cada equação, uma explicação.</p><p><br/></p><p>Maysa Batista- 2°B</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 18:22:50 UTC</pubDate>
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         <title>Soneto sobre Respiração Celular </title>
         <author>jjuliah</author>
         <link>https://padlet.com/wesleyavemedio/safurlg95kplpq24/wish/3480725976</link>
         <description><![CDATA[<p>Dentro de mim, na intensa escuridão,</p><p>As células trabalham dia e noite, sem cansar,</p><p>Queimam a glicose, em uma única ação,</p><p>Para sustentar a minha podridão.</p><p><br/></p><p>A glicose é degradada, inegável,</p><p>Liberando a força que preciso para viver,</p><p>mais um dia nessa vida miserável</p><p>Porém tudo isso é em vão, se um dia irei morrer.</p><p><br/></p><p>O ATP, uma centelha momentânea,</p><p>Me trazendo falsa esperança,</p><p>Pois um dia vou perecer nessa terra estranha.</p><p><br/></p><p>Respiração cruel, um último momento,</p><p>A vida é uma brincadeira de mal gosto,</p><p>Um sopro inútil contra o esquecimento.</p><p><br/></p><p>Julia Silva Alves </p><p>2°C</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 19:01:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Soneto combustão  Final</strong></p><p><strong>I</strong> No chão, febril, meu corpo exsuda as leis Que regem este escárnio termogênico: Sou carne em combustão — num fim sardônico — Latente em joules, leis de Fourier e reis.</p><p><strong>II</strong> Nos átomos que o verme há de fazer reis, A putrefação é um ciclo orgânico. A uréia e o cálcio — tudo tão mecânico — Retornam ao carbono — e nada mais vês.</p><p><strong>III</strong> Num só suspiro, as células reagem: Meu sangue, em oxirredução precária, Ferve e evapora em gás que o cosmo trague.</p><p><strong>IV</strong> Adeus, prisão de víscera ordinária! Eu vou... livre do ser frágil e limitado, Do corpo à dor e à Matéria condenado.</p><p>Aluno(a): Raissa Vitória V. Franckim</p><p>Turma: 2°D</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 19:16:17 UTC</pubDate>
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         <title>Soneto Calor Latente</title>
         <author>lucasnascimentoeberle</author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>No seio oculto da matéria fria,<br>Reside um fogo em calma, sem alarde.<br>Não cresce a chama, mas há energia<br>Que muda a forma, embora o tempo tarde.</p><p>O gelo em água passa, em transição,<br>Sem que o termômetro se altere, atento.<br>É o calor que age em outra dimensão,<br>Rasgando os laços sem mostrar aumento.</p><p>É força oculta, pura e penetrante,<br>Que rompe elos, move o estado adiante,<br>Silente alquimia da transformação.</p><p>Mistério físico que arde sem calor,<br>Latente impulso de sutil ardor,<br>Mudança em paz, sem nova combustão.</p><p><br/></p><p>Nome: Davi do Nascimento Barata</p><p>Turma: <strong>2º</strong> A </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 19:25:22 UTC</pubDate>
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         <title>Soneto da Termodinâmica - Física</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O calor sempre sai do mais quente,</p><p>Vai pro frio, bem naturalmente.</p><p>Isso eu vejo em nós, todo dia,</p><p>Com as emoções que a gente sentia.</p><p><br/></p><p>A energia não some, ela muda,</p><p>Vira força, movimento ou ajuda.</p><p>Como o amor que a gente sente,</p><p>Transforma tudo, passado, futuro e presente.</p><p><br/></p><p>Se o gás se espalha, faz pressão,</p><p>Pode empurrar, causar ação.</p><p>O motor transforma esse calor em feito.</p><p><br/></p><p>A bagunça no mundo só aumenta,</p><p>Mas com calor a vida esquenta,</p><p>E a gente novamente&nbsp;tenta.</p><p><br/></p><p>Lucas Gustavo Rocas Antunes - 2°C</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 19:28:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Calor Latente – Vaporização </p><p><br/></p><p>A água ferve, e o fogo já constante</p><p>Não muda mais seu quente resplendor.</p><p>E mesmo assim, do líquido vibrante,</p><p>Se faz o gás, sutil e sem calor.</p><p><br/></p><p>O corpo ali recebe a mesma chama,</p><p>Mas não se vê crescer temperatura.</p><p>É a energia oculta que se derrama,</p><p>Rompendo os laços com brandura.</p><p><br/></p><p>Q é m vezes L, diz a equação,</p><p>Latente o nome dessa transformação,</p><p>Que age invisível na vaporização.</p><p><br/></p><p>É transição sem aumento aparente,</p><p>Milagre físico, mudo e eloquente,</p><p>No céu sobe lentamente.</p><p><br/></p><p>João Lucas Martins Barbosa </p><p>2A</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 19:54:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Relações do Ser </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wesleyavemedio/safurlg95kplpq24/wish/3480775326</link>
         <description><![CDATA[<p>Sou parasita e hóspede ao mesmo instante,<br>Num ciclo onde a vida é contradição.<br>Devoro o outro — instinto agonizante —<br>E dele extraio a própria subsistência e pão.</p><p>O verme amável que no ventre habita<br>É só mutualismo em degeneração;<br>A orquídea e a abelha, cena bonita,<br>Escondem cálculos frios da seleção.</p><p>Predar é só viver em outro corpo,<br>E amar — função de um código tão torpo —<br>Que só replica o gene em agonia.</p><p>Na teia oculta das interações,<br>O eu dissolve em mil conexões:<br>Sou vida — mas também sou entropia</p><p><br/></p><p>Autor: Bárbara Morales Meggiolaro </p><p>Sala:2°A</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 20:35:29 UTC</pubDate>
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         <title>Decomposição da matéria (morte)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wesleyavemedio/safurlg95kplpq24/wish/3480778349</link>
         <description><![CDATA[<p>Na vastidão úmida da decomposição,<br>Onde a ação enzimática da morte se espalha,<br>A célula, privada de luz, sofre sua provação<br>Na festa predatória que a bactéria trabalha.<br><br>O plasma se dissipa, vagaroso e gelado,<br>Na osmose inversa que o falecido enfrenta,<br>E o cálcio, já sem sua antiga dignidade,<br>Exige o rigor da morte, parte por parte, atenta.<br><br>A carne&nbsp; antes vibrante em divisões celulares&nbsp;<br>Agora repousa, matéria em desordem crescente,<br>Servindo de sustento ao clostridium voraz,<br>Que a desintegra com uma precisão persistente.<br><br>E a alma? Quem sabe, um resto de energia pura<br>Espalhada em ondas de uma termodinâmica fatal,<br>Ou um campo quântico perdido na amargura<br>Na sinapse inerte, sem calor, impessoal.<br><br>E o corpo, essa estrutura agora em decadência,<br>Onde o ATP não pulsa, sem mostrar reação,<br>É apenas carbono em processo de mudança,<br>É só a ciência no término da própria criação                                                                                                                                         MARCOS JOSÉ MARTINS 2C</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 20:41:19 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O Fôlego da Morte Viva</p><p>Por Ana Clara Matos Ferreira– 2º ano C</p><p>No âmago da célula o tormento</p><p>Respira a dor de um ciclo tão preciso,</p><p>No cárcere do oxigênio indeciso,</p><p>A vida arde em silêncio e sofrimento.</p><p>Na mitocôndria, o lúgubre lamento:</p><p>Glicose arde em fogo sem aviso.</p><p>ATP — que é vida — nasce do improviso</p><p>Do gás que traz à carne o movimento.</p><p>Mas tudo é fim na via oxidativa,</p><p>Pois cada átomo é morte disfarçada</p><p>Na combustão da essência fugitiva.</p><p>E o ser, no seu delírio de jornada,</p><p>É só resíduo e cinza corrosiva</p><p>Da bioquímica triste e condenada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 20:43:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Soneto Augusto dos anjos </title>
         <author>vitoriamariacosta2212</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nome : Vitória Maria Costa Gomes </p><p>Turma: 2°ano C</p><p>Soneto - Fotossíntese </p><p> </p><p>Folhas verdes, luz do sol,</p><p>Clorofila absorve com força,</p><p>Energia para a planta crescer,</p><p>Oxigênio para nós viver.</p><p><br></p><p>Fotossíntese, processo importante,</p><p>Luz vira energia,</p><p>Planta cresce forte,</p><p>Oxigênio essencial.</p><p><br></p><p>Natureza nos ensina,</p><p>Importância da fotossíntese,</p><p>Vida que ela mantém.</p><p><br></p><p>Devemos cuidar da natureza,</p><p>Preservar a vida,</p><p>E sua beleza natural.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 21:12:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pulmões da Célula</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na sombra úmida da mitocôndria ardente,<br>Respira a célula com precisão.<br>Transforma o açúcar lentamente,<br>E exala gás, calor e vibração.</p><p><br/></p><p>O oxigênio entra, quase em prece,<br>Nas trilhas microscópicas do ser.<br>A vida exige esforço e não se esquece<br>De cobrar energia pra viver.</p><p><br/></p><p>Mas cada átomo exposto ao movimento<br>Paga um preço em calor e desgaste.<br>Tudo vive à beira do esgotamento.</p><p><br/></p><p>Sou máquina orgânica que arde e desgaste,<br>Gerando vida a cada sofrimento,<br>Num corpo que consome o que afaste.</p><p><br/></p><p>Autor: Mateus Alves de Araújo</p><p>Sala: 2D</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 21:15:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><p>Eu sou menina e trago no olhar</p><p>A cor das folhas, brilho de manhã.</p><p>Ouço a floresta inteira me chamar,</p><p>E sei que a vida é muito mais que vã.</p><p><br/></p><p>Não quero um mundo feito de cimento,</p><p>De rios secos, céu sem mais azul.</p><p>Quero futuro, flor, ar e movimento,</p><p>O som da chuva e o toque do orvalho em sul.</p><p><br/></p><p>Sou nova, sim, mas trago em mim vontade,</p><p>De proteger o que ainda floresce,</p><p>De ser o grito em meio à tempestade.</p><p><br/></p><p>Porque a esperança em mim não adormece,</p><p>E a Terra ouve minha liberdade,</p><p>Quando caminho e o verde me oferece.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Maria Eduarda de Oliveira </p><p>2 ano B</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 21:24:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A Termologia do Amor</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>O amor é chama que incendeia o ar,</p><p>Um calor que flui, em constante ação,</p><p>Como moléculas dançando a par,</p><p>Transfere energia, é pura emoção.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>A temperatura sobe em seu olhar,</p><p>E na fusão de almas, há conexão,</p><p>Num calor que aquece e faz vibrar,</p><p>O coração pulsa em doce explosão.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Mas como todo calor pode esfriar,</p><p>Se não houver cuidado, amor se vai,</p><p>E o equilíbrio se torna a chave a guardar.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>A termodinâmica do amar nos traz,</p><p>Que ao manter a chama sempre a brilhar,</p><p>O amor se renova em cada instante e paz.</p><p><br/></p><p>Autora: Thawany Campos </p><p>Turma: 2° ano D</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 21:36:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Metabolismo Energético</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wesleyavemedio/safurlg95kplpq24/wish/3480803099</link>
         <description><![CDATA[<p> No núcleo das células, a vida a brilhar,  </p><p>Oxigênio e glicose, um par a dançar,  </p><p>Reações que fluem, energia a gerar,  </p><p>Transformando o alimento em força a pulsar.  </p><p><br/></p><p>As mitocôndrias cantam seu hino sutil,  </p><p>No ciclo de Krebs, o milagre se faz,  </p><p>Produzindo o poder que nos move e nos traz,</p><p>Na sintonia eterna que vem nos tecer.  </p><p><br/></p><p>Em cada batida, a força se revela,  </p><p>Na dança dos átomos, a vida floresce,  </p><p>Um ritmo eterno que nunca se apela.  </p><p><br/></p><p>Assim seguimos, em constante troca,  </p><p>Na sinfonia da vida que ecoa,  </p><p>Energia vital que nunca se provoca.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Nome:</strong> João William da Silva Gomes</p><p><strong>Turma:</strong> 2°B</p><p><br/></p><p><strong>N</strong> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 21:37:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relações ecológicas  </title>
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         <description><![CDATA[<p>Na natureza, há uma luta constante</p><p>Cada ser vivo, busca sobreviver</p><p>A competição, é uma força importante</p><p>E só os mais fortes, conseguem vencer</p><p><br/></p><p>Na sociedade, é a mesma coisa</p><p>Cada um busca, o poder e o dinheiro</p><p>A competição, é uma regra que se impõe</p><p>E muitos se perdem, no caminho errado</p><p><br/></p><p>Mas podemos aprender, com a natureza</p><p>A encontrar um equilíbrio certo</p><p>E a trabalhar juntos, pode ser a solução</p><p><br/></p><p>E assim, podemos criar, uma sociedade melhor</p><p>E a harmonia, pode ser o nosso objetivo</p><p>E a cooperação, pode ser a nossa força.</p><p><br/></p><p>Júlia Lorena -2c </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 21:43:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><strong>Soneto do Calor Medido</strong></p><p><br/></p><p>O corpo aquece, a água se agita,<br>O fogo ensina o quanto se transmite.<br>Calor não se vê, mas logo se admite,<br>Na troca exata, a ciência é bendita.</p><p><br/></p><p>Com massa e com calor específico,<br>A conta surge e tudo faz sentido:<br>Multiplicando, o cálculo é bem-vindo,<br>ΔT revela o salto mais magnífico.</p><p><br/></p><p>Em equilíbrio, a soma é previsível,<br>Pois nada se perde ou se inventaria,<br>A troca é justa, firme e reversível.</p><p><br/></p><p>No todo, a física é incrível,<br>Mostrando o rumo da termodinâmica,<br>Num mundo que arde — e em paz — se alivia.</p><p><br/></p><p>Lohayne Oliveira Santos </p><p>2°A </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 21:49:37 UTC</pubDate>
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         <title>Elementos de Gente/física </title>
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         <description><![CDATA[<p>Diego o f de barros /2° d</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 22:11:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Nome: Yasminne Ventura Teles Nascimento</p><p>turma: 2D</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>🌿</strong></p><p><strong>Soneto: O Carbono e o Ser</strong></p><p><br></p><p><br></p><p>Na putrefação da folha, a essência,</p><p>Carbono exala o hálito da morte,</p><p>E em sua química, cruel sentença,</p><p>Revela à vida o transitório porte.</p><p><br></p><p>No ventre escuro do húmus, fermentando,</p><p>Matéria orgânica se faz lamento,</p><p>E o gás, em nuvens densas, vai vagando,</p><p>Num ciclo eterno e sem esquecimento.</p><p><br></p><p>Da fotossíntese, fulgor sagrado,</p><p>Ergue-se a planta, em glória respirando,</p><p>Enquanto o ser se esvai, desintegrado.</p><p><br></p><p>E em cada célula, carbono grita,</p><p>Fazendo do existir, este fado,</p><p>De vir do nada e ao nada dar vista </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 22:43:05 UTC</pubDate>
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         <title>Soneto estequiométrico </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>No erlenmeyer trêmulo da vida,</p><p>Sou parte exata da equação que chora.</p><p>Em cada mol, minh’alma repartida</p><p>Soma-se ao gás que escapa e vai embora.</p><p><br/></p><p>No átomo, o destino já previsto:</p><p>Reage o ser com fé e sofrimento.</p><p>E o saldo dessa dor, obscuro e misto,</p><p>Precipita no pó do esquecimento.</p><p><br/></p><p>Sou massa convertida em reação,</p><p>Produto de um amor mal calculado,</p><p>Num mundo que equilibra a solidão.</p><p><br/></p><p>E enquanto tudo arde silenciado,</p><p>Meu peito — como ácido no chão —</p><p>Corrói-se em silêncio… estequiometrado</p><p><br/></p><p>Autora : Gabriela Guedes </p><p>Turma : 2 ano A </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 22:55:01 UTC</pubDate>
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         <title>Soneto da Harmonia Natural</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No tronco antigo, a erva se enlaça,</p><p>Sem ferir, nem roubar, só se abrigar.</p><p>Enquanto a abelha, em voo, se abraça</p><p>À flor que a nutre e a faz se espalhar.</p><p><br/></p><p>No recife, um peixe vive em paz,</p><p>Com o camarão que limpa seu abrigo.</p><p>Ambos se ajudam, e a vida se refaz,</p><p>Num pacto mudo, solidário e amigo.</p><p><br/></p><p>Folhas e fungos — líquenes no galho,</p><p>Misturam cores, tecem seu trabalho,</p><p>Mostrando ao mundo a força da união.</p><p><br/></p><p>Na teia viva, o equilíbrio se enlaça,</p><p>Onde até na diferença há comunhão,</p><p>E a natureza pulsa, forte, e não se esgarça.</p><p>Nome:Juan Pablo Nascimento Almeida </p><p>Turma:2 a</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 23:08:42 UTC</pubDate>
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         <title>Calor e Temperatura </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Quando o calor abraça o metal frio,</p><p>Seus átomos dançam e vibram</p><p>Como ondas no mar, em um desafio,</p><p>A superfície se estica e se expande.</p><p><br></p><p>A água fervente em panela reluz,</p><p>Com cada bolha, um volume se altera,</p><p>Transforma-se em vapor sob a luz,</p><p>No ar quente do verão, tudo se estica.</p><p><br></p><p>E assim a matéria cresce em forma,</p><p>Dança ao ritmo do calor que transforma,</p><p>Em cada camada, um novo se forma.</p><p><br></p><p>E na dilatação, vida se reforma,</p><p>Com cada mudança, um novo se cria,</p><p>E o mundo se renova em cada norma.</p><p><br></p><p>Mykaellen Petrato/2°D</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 23:30:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>migueloliveiraz2712</author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><strong>Entre Flores e Feridas </strong></p><p><br/></p><p><br/></p><p>No tronco apodrecido um verme mora,</p><p>Sugando a seiva da raiz vencida,</p><p>Enquanto a coruja que na noite chora</p><p>Cava no escuro o ciclo dessa vida.</p><p><br/></p><p>A abelha e a flor, em pacto tão preciso,</p><p>Trocando néctar, vida, pó e cor,</p><p>Vivem a dança antiga do improviso,</p><p>Num mundo onde o mais forte impõe o ardor.</p><p><br/></p><p>Mas sob a folha murcha, um ser se esconde,</p><p>No corpo alheio faz seu lar infame,</p><p>Da vida, um parasita se responde.</p><p><br/></p><p>E mesmo o homem, no seu alto nome,</p><p>Compete, mata, fere… e se consome,</p><p>Num mundo em guerra, onde ninguém reclame.</p><p><br/></p><p>Por Miguel Cunha Dias Oliveira</p><p>2º ano C</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 23:46:30 UTC</pubDate>
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         <title>Soneto da calorimetria </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>O calor passa de um corpo pro outro,</p><p>Se está mais quente, vai transferir.</p><p>E nessa troca, sem nenhum estouro,</p><p>A temperatura começa a subir.</p><p><br/></p><p>Na água, no ferro ou até no gelo,</p><p>A gente vê a mágica acontecer.</p><p>Com fórmulas certas, sem tanto apelo,</p><p>Dá pra entender e até resolver.</p><p><br/></p><p>Q = m.c.ΔT, não dá pra esquecer,</p><p>É só aplicar que vai entender,</p><p>E o calor certo você vai obter.</p><p><br/></p><p>Ciência explica com sabedoria,</p><p>As trocas feitas com energia,</p><p>É isso que é calorimetria </p><p><br/></p><p>Aluna: Bruna Dornelas </p><p>Turma: 2B</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 23:53:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>soneto das mudanças de fase </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Do gelo ao rio, a dança se inicia,</p><p>Na fusão branda, o frio se desfaz.</p><p>Muda o estado, mas não perde a paz,</p><p>Matéria é alma em nova sintonia.</p><p><br/></p><p>Na ebulição, fervor sobe ao telhado,</p><p>A água canta em nuvem vaporosa.</p><p>Seu corpo some, mas não é perda odiosa,</p><p>É liberdade em gás libertado.</p><p><br/></p><p>Condensa a névoa em gota transparente,</p><p>Chorando o céu num ciclo persistente.</p><p>Sempre mudar é ser presente.</p><p><br/></p><p>Sublima o gelo em vento sem demora,</p><p>Como um suspiro que do tempo aflora.</p><p>Mudança é vida que se vai embora.</p><p><br/></p><p>Layla Zampa </p><p>2° B</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 00:26:21 UTC</pubDate>
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         <title>Soneto da Dor na Reação Química</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No tubo a chama sobe, e eu só assisto,</p><p>O gás explode e tudo se aquece.</p><p>A fórmula me olha — um erro visto —</p><p>E a conta errada grita e me entristece.</p><p><br/></p><p>O calor sai e deixa um gosto amargo,</p><p>A reação não tem pena nem perdão.</p><p>Errei os mols… agora já não largo</p><p>O peso de uma má combinação.</p><p><br/></p><p>A química me mostra, fria e dura,</p><p>Que até no fogo há conta e sofrimento.</p><p>Não há amor na fórmula, só cálculo.</p><p><br/></p><p>No fim, só resta o peso do tormento</p><p>Mas tudo queima dentro, com loucura,</p><p>E eu me desfaço ao som do experimento.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Luana Ribeiro Araújo - 2C</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 00:55:13 UTC</pubDate>
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         <title>O Ciclo Eterno</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>No ar, o carbono em nuvem a vagar,<br>Absorvido pela folha a respirar,<br>Transmutando em vida, luz a capturar,<br>Num ciclo eterno que insiste em pulsar.</p><p><br></p><p>A amônia no solo, sutil veneno,<br>Decompõe a vida, rena a essência,<br>Gás carbônico exala o terreno,<br>Na dança exata da existência.</p><p><br></p><p>Entre terra e mar, a troca se revela,<br>Fosfato, nitrogênio, em fluxo constante,<br>Matéria e energia, trama singela.</p><p><br></p><p>No ventre da Terra, o segredo ardente,<br>É vida e morte num ciclo incessante,<br>Química e alma, vínculo latente.</p><p><br></p><p>Kauã Henrique da Silva  2° D</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 01:10:30 UTC</pubDate>
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         <title>Soneto( Sophia Amaral 2º ano C )</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>A Matéria se Desfaz</strong></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Na ebulição da vida, o corpo geme,</p><p>Entre moléculas, destila a dor.</p><p>O átomo se parte, a carne treme,</p><p>Na combustão da morte e do calor.</p><p><br/></p><p>Nos frascos frios, fórmulas se alinham,</p><p>No ácido que corrói, tudo perece.</p><p>A célula se rompe, os sais definham,</p><p>E a química da vida então falece.</p><p><br/></p><p>No ventre podre, a reação se dá,</p><p>Matéria orgânica volta ao mineral,</p><p>Carbono e gás, no ar a se espalhar.</p><p><br/></p><p>Tudo se decompõe, volta ao inicial,</p><p>Num ciclo eterno, a vida findará,</p><p>No laboratório existencial.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 01:24:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Coração de Floresta </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><p>Cortaram as veias verdes da floresta,</p><p>Por lucro, cinza e sede de poder.</p><p>Mas a seiva, que ainda em dor protesta,</p><p>Nos lembra o que é nascer, crescer, viver.</p><p><br/></p><p>Cada tronco tombado é uma memória,</p><p>De frutos, pássaros, sombra e calor.</p><p>É a ciência esquecendo sua história,</p><p>É o humano agindo sem amor.</p><p><br/></p><p>A árvore grita, mesmo sem ter voz,</p><p>E o planeta chora, mesmo sem ter olhos,</p><p>Pedindo socorro entre nós.</p><p><br/></p><p>Será que os homens ouvirão tais escolhos</p><p>Antes que reste só pó entre nós</p><p>E o mundo seque entre galhos e molhos?</p><p><br/></p><p>Nome: Marcella Fernandes Fonseca </p><p>Turma: 2°C</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <title>Luz da Alquimia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No frasco quieto, em calma aparente,</p><p>Misturam-se os destinos da matéria,</p><p>Num toque leve, a troca é incandescente</p><p><br/></p><p>E nasce a luz da alquimia moderna.</p><p>Do ácido ao sal, um laço se enlaça,</p><p>Gases se erguem num balé de cor,</p><p>A vida pulsa, a fórmula se traça</p><p><br/></p><p>Do caos renasce um novo e puro odor.</p><p>Queima o metal, liberta-se a centelha,</p><p>Do nada, um tudo — essência tão singela</p><p><br/></p><p>Mudança viva em cada molécula.</p><p>Mistério e arte no frasco contido,</p><p>Num simples gesto: o mundo redefinido,</p><p>Ciência em fogo, reação que é música.</p><p><br/></p><p>Nome:Raphael Orchizes Lopes Guimaraes</p><p>Sala:2°C</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 01:47:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Soneto-Entre átomos e estrelas.</title>
         <author>luckbrrb</author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>O corpo cai,a maçã, o pensamento.</p><p>Na queda, há mais que simples gravidade</p><p>É massa em busca de seu fundamento</p><p>É atração vestida em realidade.</p><p>No som que escuto ao riso de alguém perto</p><p>Viaja a onda em ar, vibração sutil.</p><p>No toque, há força e o espaço, por certo</p><p>Se curva à massa num silêncio sutil.</p><p>Do chão ao céu, do tempo à direção,</p><p>Tudo obedece à exata equação</p><p>Que rege até a luz em movimento.</p><p><br></p><p>Mas mesmo sendo átomo e medida,</p><p>Eu sou o imprevisto dessa vida</p><p>Que rompe leis só por um sentimento.</p><p><br></p><p><strong><em>Autor:Lucas Hansen Amorim</em></strong></p><p><strong><em>Sala:2°ano A </em></strong></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 01:48:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Joao Pedro Mota de Castro Andrade escola estadual Antônio Carlos  2*ano Turma 2C</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Soneto do Ciclo do Carbono</p><p>No ar flutua o gás tão essencial,</p><p>O carbono em forma de dióxido leve.</p><p>Nas folhas verdes, entra natural,</p><p>Na fotossíntese, a vida se escreve.</p><p>Na planta vira açúcar, vira pão,</p><p>Passa ao herbívoro que vem se alimentar,</p><p>Depois no solo, pela decomposição,</p><p>Retorna ao ar, sem nunca descansar.</p><p>No ser respira, exala a transformação,</p><p>E o ciclo gira em perfeita harmonia,</p><p>Entre a terra, o mar e a respiração.</p><p>Assim se dá, sem fim, a biologia:</p><p>O carbono roda em constante ação,</p><p>Sustentando da Terra a sinfonia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 01:50:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Ciclo da vida invisível </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><p>No ar que flutua em silêncio e segredo,</p><p>O nitrogênio dança, livre e sereno,</p><p>Mas só na terra é que cumpre seu enredo,</p><p>Virando vida no ciclo pequeno.</p><p><br/></p><p>Bactérias no solo, com arte e saber,</p><p>Fixam o gás num ato preciso.</p><p>De amônio e nitrito, faz-se o crescer</p><p>Do verde da planta ao grão mais conciso.</p><p><br/></p><p>No corpo do bicho, a cadeia se tece,</p><p>O N circula, a vida agradece,</p><p>E volta à terra, num novo papel.</p><p><br/></p><p>Na morte, a matéria é reiniciada,</p><p>E o gás sobe ao céu como alvorada —</p><p>Ciclo sagrado, eterno cordel.</p><p><br/></p><p>Maria Clara Senra</p><p>2B</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 01:55:23 UTC</pubDate>
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         <title>Oxigênio é vida </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>---   </p><p>Oxigênio é vida, é ar pra respirar,</p><p>É o que faz a planta crescer no chão,</p><p>É o que faz o peixe nadar no mar,</p><p>E bater feliz nosso coração.</p><p><br/></p><p>Está no vento, está no balão,</p><p>Está no riso, está no cantar,</p><p>Na brasa do fogo, no avião,</p><p>E até no suspiro antes de sonhar.</p><p><br/></p><p>Se falta o ar, tudo fica parado,</p><p>O mundo dorme, tudo entristece,</p><p>O céu se cala, o som fica apagado.</p><p><br/></p><p>Mas com oxigênio, tudo acontece:</p><p>A vida pulsa, o dia é animado,</p><p>E até o amor, com ar, aparece!</p><p><br/></p><p>Isabela de Andrade da Silva 2ºD </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 02:49:21 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Caminhos da Matéra</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O corpo é feito de pura energia,<br>De átomos que vivem a vibrar.<br>A química comanda a harmonia,<br>E faz a vida inteira funcionar.</p><p><br/></p><p>No sangue corre a força e o calor,<br>Nas células, há vida a construir.<br>O DNA carrega o nosso amor,<br>A história que viemos repartir.</p><p><br/></p><p>Mas tudo um dia volta à natureza,<br>O ciclo nunca deixa de girar,<br>A morte vira nova correnteza.</p><p><br/></p><p>No chão, viramos parte da raiz,<br>E a ciência ensina sem cessar:<br>Até no fim, a vida é aprendiz.</p><p><br/></p><p><strong>Nome:</strong> Nicole de Paula Carolino<br><strong>Sala:</strong> 2B</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 03:26:06 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Respiração da Matéria Viva&quot;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>"Respiração da Matéria Viva"</p><p>No âmago oculto da célula cansada,</p><p>Reage a glicose em lenta combustão.</p><p>No ciclo de Krebs, trama delicada,</p><p>Forja-se a vida em branda exalação.</p><p><br/></p><p>O oxigênio entra — hóspede preciso —</p><p>E o átomo arde em força e energia.</p><p>Do ATP se extrai o breve riso</p><p>Do corpo em sua débil sinergia.</p><p><br/></p><p>Mitocôndria, fornalha do viver,</p><p>Transforma açúcar em labor vital,</p><p>E exala a morte em gás residual.</p><p><br/></p><p>Na carne, o ser se esforça sem saber</p><p>Que a vida é fogo a se esmorecer</p><p>Na química de um ciclo terminal</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 09:14:50 UTC</pubDate>
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         <title>Bichos malucos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O polvo se esconde com força e jeitinho,</p><p>Usando vetores pra dar um olé.</p><p>O gato de Schrödinger? Vai num vai-vem,</p><p>Tá vivo, tá morto… ninguém sabe bem!</p><p><br/></p><p>A abelha voando ignora a física,</p><p>Faz curva no ar, bem na lógica mística.</p><p>Camaleão muda a cor sem aviso,</p><p>Tipo reação — muda até o sorriso!</p><p><br/></p><p>O ornitorrinco é um caso à parte,</p><p>Mistura de tudo, parece até arte.</p><p>E o sapo faz cópia — é mitose no pulo!</p><p><br/></p><p>Na selva, a ciência é só diversão:</p><p>Cada bicho é tipo uma equação</p><p>Com química, risos e caos em conjunto!</p><p><br/></p><p>Lucas Ferreira Tavares 2B</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 10:11:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Soneto da Cor e do Corpo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>No sangue quente, estranha explosão</p><p>As cores nascem, química estranha</p><p>Do DNA à vida que palpita,</p><p>Da célula ao toque da emoção.</p><p><br/></p><p>O espectro gira em ritmo cansado</p><p>No tom da pele, a cor se faz magia</p><p>Enquanto o corpo, em sua melodia</p><p>Mostra o que somos: caos disfarçado.</p><p><br/></p><p>Clorofila, hemoglobina em jogo,</p><p>Pintam no corpo um mapa meio louco</p><p>Na arte bruta da evolução.</p><p><br/></p><p>E no final, na cor que tudo encerra</p><p>Sou só matéria voltando pra terra</p><p>No ciclo vivo da extinção.</p><p><br/></p><p>Maria Carollina Costa Alves Paixão </p><p>2ºB</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 10:26:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Física e os Segredos do Universo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wesleyavemedio/safurlg95kplpq24/wish/3481350350</link>
         <description><![CDATA[<p>O corpo em queda ensina a direção,</p><p>Na força que conduz todo o universo.</p><p>Do átomo ao cometa em translação,</p><p>A física descreve o mundo imerso.</p><p>Do som que vibra ao raio que reluz,</p><p>Da massa à curva exata do espaço.</p><p>A luz viaja e o tempo se conduz,</p><p>Num baile onde energia abre o laço.</p><p>Einstein mostrou que o tempo pode encolher,</p><p>Que a massa e luz são uma só canção,</p><p>Em fórmulas que ousam transcender.</p><p>No caos do mundo, há precisão,</p><p>Pois toda lei que busca compreender</p><p>Revela a ordem em plena imensidão.</p><p>Lara </p><p>2°A</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 11:07:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O verme da consciência </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wesleyavemedio/safurlg95kplpq24/wish/3481367393</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p> </p><p>Nas vísceras da alma, o grito cala,<br> Enquanto a carne apodrece no chão,<br> O verme — sábio — em silêncio se instala,<br> Fazendo da razão sua prisão.</p><p> </p><p>O homem, em sua dor, tudo questiona,<br> No sangue, há a herança do universo.<br> A morte, mãe de tudo, nos apronta<br> E ri do nosso vão discurso adverso.</p><p> </p><p>Oh vida! Ilusão feita de matéria,<br> Tão breve como a dor que nos conduz,<br> Nos olhos — o fulgor da luz funérea.</p><p> </p><p>O peito, trêmulo, implora por cruz,<br> Mas finda a luta vã, muda e etérea:<br> Sobra apenas o pó, sem sonho ou luz.</p><p> Maria Clara 2A</p><p> </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 11:35:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Soneto da Matéria em Agonia </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>No átomo vil, a dor se faz ciência,</p><p>Gravita a angústia em leis de imensidão.</p><p>A luz que vibra em sórdida frequência</p><p>É o grito espectral da criação.</p><p>No vácuo abjeto, a força se anuncia</p><p>Com voz de Higgs e espasmos de neutrino.</p><p>O tempo escorre em mórbida elegia,</p><p>Curvado ao peso trágico do destino.</p><p>Ah! Tudo é pó, colapso, entropia,</p><p>Matéria em febre, em putrefação fria,</p><p>Que o cálculo exato não pode ocultar...</p><p>E o homem, este fóton de desgraça,</p><p>No fundo é só resíduo e sombra baça</p><p>Do universo a tentar se explicar.</p><p><br/></p><p>Lucas Valério 2°B</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 12:01:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Soneto da carne que se estuda</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wesleyavemedio/safurlg95kplpq24/wish/3481389207</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Na célula um flagelo se agiganta,</p><p>O núcleo geme em cólera e terror.</p><p>Mitose — miserável dança santa —</p><p>Reparte a dor no ciclo reprodutor.</p><p>No fígado, a bile amarga canta,</p><p>Nos rins, urina exala o seu horror.</p><p>Na epiderme, a morte se adianta</p><p>E espreita em cada célula o pavor.</p><p>Sou só um zoo de enzimas em conflito,</p><p>Com genes — rudes códices do grito —</p><p>Aditos à matéria sem pudor!</p><p>Biologia! Ciência que dissipa</p><p>A ilusão da alma — e com mão fria,</p><p>Revela o verme atrás do sonhador.</p><p>Maria Clara Lima Nogueira 2B</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 12:07:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Soneto de ácidos </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na essência ardente, oculto mistério,</p><p>Corrói a forma, altera a natureza,</p><p>De fórmulas faz-se o seu império,</p><p>Num toque ácido, mora a esperteza.</p><p><br/></p><p>Têm gosto azedo, força sem igual,</p><p>Reagem vivos com base ou metal,</p><p>Nos tubos brilham com leve destreza,</p><p>Mostrando a química em sua realeza.</p><p><br/></p><p>São H+ que dançam em solução,</p><p>Transformam tudo em reação veloz,</p><p>Trazendo à luz sua composição.</p><p><br/></p><p>Do estômago ao solo, têm sua voz,</p><p>Na vida e ciência, têm função,</p><p>Os ácidos falam — basta ouvir-nos sós.</p><p>João Inácio Dias/ 2º A</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 12:16:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nathan 2A</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Soneto do Volume Molar</p><p><br/></p><p>No templo da razão e da medida,</p><p>Onde a matéria dança em proporção,</p><p>Ergue-se a lei, precisa e tão contida,</p><p>Do mol em seu volume e dimensão.</p><p><br/></p><p>Um mol, qual legião bem definida,</p><p>Ocupa vinte e dois vírgula quatro, então,</p><p>Se o gás for ideal, sem voz contida,</p><p>A um atm e à Celsius zero estão.</p><p><br/></p><p>Na ampola ou balão se faz presente,</p><p>O número de Avogadro ali reluz,</p><p>Em cada átomo, um mundo surpreendente.</p><p><br/></p><p>Oh química, teu verso me conduz!</p><p>No gás, no ar, no cálculo evidente,</p><p>O mol revela o cosmos — e traduz.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 13:51:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>                     Pirâmides ecológicas                         </p><p>Nas bases verdes brota a luz primeira,</p><p>Que o Sol derrama em fios douro ardente;</p><p>Ali se ergue esperança ligeira,</p><p>Sustento vivo de tudo o continente.</p><p><br/></p><p>Do verde lã ascende a eterna esteira,</p><p>Herança pura da semente ao ente,</p><p>E no laboratório da folha verdadeira </p><p>Tecem-se os laços duma rede invente.</p><p><br/></p><p>Depois, herbívoros-harmônica procissão-</p><p>Bebem do caule o alento que transborda;</p><p>Subindo,o fio da energia perde alão,</p><p><br/></p><p>E o raro ápice se estreita e se acorda:</p><p>Lição de esfera em tênue proporção,</p><p>Guardar a base é a lei que o alto acorda.</p><p><br/></p><p>Lavínia Compos Pena.           2ºC</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 15:47:15 UTC</pubDate>
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         <title>Bactérias</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No mundo oculto aos olhos, tão pequeno,</p><p>Habita a vida em forma singular,</p><p>Bactérias dançam sob o olhar sereno</p><p>Do microscópio a tudo revelar.</p><p><br/></p><p>Unidas ou sozinhas, vão crescendo,</p><p>Em solo, ar, nas águas a brilhar.</p><p>Umas curando, outras só adoecendo,</p><p>São parte do que faz o mundo andar.</p><p><br/></p><p>Transformam vida em ciclo sem cessar,</p><p>Decompõem, fermentam, fazem pão,</p><p>E às vezes causam dor ou infecção.</p><p><br/></p><p>Mas nelas há saber a desvendar,</p><p>Pois mesmo em caos, há lógica e lição:</p><p>São vida em forma pura e precisão.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Se quiser um soneto mais engraçado, sombrio, moderno ou voltado para a biologia/ciência, posso adaptar!</p><p>Nome:Gustavo Anthony Chagas Silva</p><p>Turma:2C</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 16:36:27 UTC</pubDate>
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         <title>Soneto do ciclo do carbono </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Sou carbono,elemento vil,primeiro, </p><p>Que habita o osso,o verme e a podridão.</p><p>Do pó me fiz matéria e negação, </p><p>Na usina universal do esterqueiro!</p><p><br/></p><p>Transito entre cadáver e canteiro, </p><p>Num ciclo em que respiro a extinção;</p><p>Do ar ao tronco,à célula e ao carvão, </p><p>Sou vida e morte em ritmo traiçoeiro. </p><p><br/></p><p>Óxido o sonho,a flor,o ser vivente,</p><p>Retorno à Terra,escárnio incandescente, </p><p>Num gás que exala a dor da combustão. </p><p><br/></p><p>E a ciência, essa Morte transparente, </p><p>Sorri de mim,carbono consciente,</p><p>Que se conhece,chora a própria condição.</p><p><br/></p><p>Douglas da Silva Almeida</p><p>Turma:2°D</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 16:52:38 UTC</pubDate>
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         <title>Lutas Silenciosas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No bosque em sombra, a hera se enrosca e toma</p><p>O tronco antigo, firme em seu lugar;</p><p>Num duelo mudo, a vida quer ceifar</p><p>A seiva alheia, enquanto o tempo soma.</p><p><br/></p><p>No rio, um peixe engana sem pensar,</p><p>Com brilho falso, a presa que se assoma;</p><p>No ar, o fungo, em invisível aroma,</p><p>Enfraquece a raiz sem hesitar.</p><p><br/></p><p>São pactos frios, laços de opressão,</p><p>Num mundo onde o mais forte quer reinar,</p><p>Sem dó, sem trégua, ou vã compaixão.</p><p><br/></p><p>E assim prossegue a eterna divisão:</p><p>Predar, infestar, morder e dominar —</p><p>A vida em guerra, ciclo em expansão.</p><p><br/></p><p>Autor: Arthur Agostini Mariano </p><p>Turma 2°C</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 16:54:22 UTC</pubDate>
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         <title>Soneto- Relações Desarmônicas: Competição </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No campo onde o amor devia florescer,</p><p>Semeia-se disputa, orgulho e dor.</p><p>Do olhar que era abrigo, faz-se temor,</p><p>E cada gesto tenta o outro vencer.</p><p><br/></p><p>O afeto vira arena de poder,</p><p>Palavras são espadas sem pudor.</p><p>Compete-se até mesmo o próprio amor,</p><p>Num jogo onde só resta o perder.</p><p><br/></p><p>Não há mais mão que ampare, só rival.</p><p>O toque se transforma em provocação,</p><p>E o “nós” se desfaz no que é banal.</p><p><br/></p><p>Se o amor vira luta, perde a razão.</p><p>Na guerra do ego, tudo é fatal:</p><p>Não há vencedor na separação.</p><p><br/></p><p>Victória Mattos 2D</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 17:09:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p> A Dança da Matéria</p><p>No espaço imenso dança a gravidade,</p><p>Curvando o tempo em sua mão fechada,</p><p>Enquanto a luz, com toda a liberdade,</p><p>Se dobra aos pés da massa enlaçada.</p><p>No átomo, um mundo em miniatura,</p><p>Prótons e elétrons seguem seu compasso,</p><p>E a força oculta em tênue arquitetura</p><p>Sustenta o todo em seu silêncio escasso.</p><p>Do caos ao cosmo, leis são harmonia,</p><p>Física escreve o que a mente decifra,</p><p>Unindo estrelas, corpos e energia.</p><p>O mundo vibra em cordas invisíveis,</p><p>Mistérios sob fórmulas incríveis,</p><p>E tudo é ordem onde há poesia.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Autor: Vinicius de Carvalho Viana </p><p>Turma: 2°B</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 17:12:08 UTC</pubDate>
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         <title>Soneto da Termodinâmica</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No mundo em que o calor rege a dança,</p><p>As leis se impõem com força e precisão.</p><p>Da ordem nasce a fria esperança,</p><p>Na entropia cresce a dissipação.</p><p><br/></p><p>Moto perpétuo é vã fantasia,</p><p>Pois nada vem sem dar compensação.</p><p>A energia troca, nunca se cria,</p><p>E o universo clama a expansão.</p><p><br/></p><p>Nos ciclos, vemos vida e movimento,</p><p>Da chama ao gelo, tudo tem seu preço.</p><p>Equilíbrio é sonho e sofrimento.</p><p><br/></p><p>Cada sistema em seu próprio tropeço</p><p>Busca no caos algum entendimento,</p><p>Mas se rende ao tempo, sem retrocesso.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Bernardo zoffoli 2A</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 17:35:59 UTC</pubDate>
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         <title>Matéria em agonia </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Nas veias da matéria — átomo em pranto —</p><p>O núcleo pulsa, elétrico e ferido.</p><p>Salta a centelha! O gás é consumido,</p><p>Num tubo de ensaio, triste e sem encanto.</p><p>A Física declama seu quebranto:</p><p>A massa cai! O tempo é repartido</p><p>Por leis que, mesmo exatas, têm sentido</p><p>Sombrio — como o vácuo e seu espanto!</p><p>No Becker, o reagente se envenena,</p><p>O campo elétrico arde em dor serena,</p><p>A entropia dança em pó sem direção...</p><p>E eu, molécula errante e solitária,</p><p>Sou luz difusa, inércia necessária,</p><p>Gritando a fórmula da extinção!</p><p><br/></p><p>autor: Mikaela Bahia dos santos </p><p>turma: 2C </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 17:36:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Soneto da Energia da Vida</strong></p><p><br/></p><p>Dentro de mim, há luz em movimento,</p><p>A vida pulsa em cada pequena ação.</p><p>Açúcar vira força num momento,</p><p>No coração da célula, que emoção!</p><p><br/></p><p>O ar que eu respiro é o alimento</p><p>Que junto à glicose faz a união.</p><p>No ciclo da energia, o bom intento</p><p>É o ATP que dá disposição!</p><p><br/></p><p>Com oxigênio a mágica começa,</p><p>E o gás carbônico sai pela pressa,</p><p>Num vai e vem que nunca quer parar.</p><p><br/></p><p>Sou feito dessa troca tão bonita,</p><p>Respirar é viver que é ter a vida</p><p>Que a ciência me ajuda a explicar!</p><p><br/></p><p>Autor:Lauro Lins Mattos</p><p>Sala: 2 D </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 17:38:01 UTC</pubDate>
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         <title>Calor Específico</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Tem coisa que esquenta num piscar,<br>Outras demoram pra pegar calor.<br>A água, por exemplo, vai devagar,<br>Enquanto o ferro já ferve sem favor.</p><p>                  </p><p>Cada matéria tem seu jeitinho,<br>Uns pedem pouco, outros pedem mais.<br>É o tal do "c" que mostra o caminho,<br>Na conta que a gente aprende nos ais.</p><p>                  </p><p>Q = m · c · ΔT, tá ligado?<br>Se mudar um, o resto é afetado,<br>E o calor faz o show acontecer.</p><p>                         </p><p>No fim, o segredo é bem maneiro:<br>Saber o "c" te deixa ligeiro<br>Pra entender por que tudo pode aquecer.                                                                               </p><p>Pedro Henrique Menta de Souza - 2D</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 17:43:00 UTC</pubDate>
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         <title>Dilatação térmica </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Quando o calor toca a matéria em calma,  </p><p>Os átomos dançam, vibram em união,  </p><p>Expansão sutil, como um suave palma,  </p><p>Transforma o sólido em nova dimensão.  </p><p><br/></p><p>O ferro se estica, a água se eleva,  </p><p>O vidro se curva sob o sol ardente,  </p><p>Na dança do calor, a vida se atreva,  </p><p>A alterar formas com toque latente.  </p><p><br/></p><p>Em cada mudança, um ciclo se encerra,  </p><p>Na física do amor e da criação,  </p><p>Assim como a brisa que sopra na terra,  </p><p>A dilatação traz nova visão.  </p><p><br/></p><p>E ao entender esse jogo sutil,  </p><p>Vemos que tudo se move até o fim,  </p><p>Na vida e na ciência, um elo gentil,  </p><p>O calor nos transforma; somos assim.  </p><p><br/></p><p>Lavinia Nocelli de Freitas Oliveira 2D</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 17:59:18 UTC</pubDate>
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         <title>poema em ebulição </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No atrito ignóbil do átomo vencido,</p><p>Expande-se o ser na febre do calor,</p><p>Aço ressurge em febril torpor</p><p>Como um grito em ferro adormecido.</p><p>O corpo, que a chama torna dilatado,</p><p>Rejeita o limite, estala o vão rigor —</p><p>É a matéria em fúria, é puro ardor,</p><p>Sendo além de si, mas sempre enjaulado.</p><p>Cada grau é um Deus que me estilhaça,</p><p>Na fornalha onde o tempo se dilui...</p><p>O metal geme, cresce... e nunca passa!</p><p>Sou vetor da física e do abismo,</p><p>Sou calor e dor, ciência e ruína —</p><p>Um poema em ebulição, sem heroísmo!</p><p><br/></p><p>Maria Eduarda </p><p>2C</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 18:04:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Soneto da Ciência Viva</p><p>No átomo vibra a dança da energia,</p><p>Com elétrons num giro tão preciso,</p><p>A química revela a sua alquimia,</p><p>Transforma a matéria com sutil aviso.</p><p>No corpo pulsa o sangue em harmonia,</p><p>Com células que cumprem seu juízo.</p><p>Na biologia, a vida principia,</p><p>Num código genético conciso.</p><p>A física explica o voo do balão,</p><p>Com gás aquecido a subir no ar,</p><p>Mostrando leis que regem direção.</p><p>E assim, ciência vem nos revelar,</p><p>Mistérios do mundo e do coração,</p><p>Num universo pronto a se explicar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 18:32:43 UTC</pubDate>
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         <title>O vazio da melodia </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Quando algo escapa da mente,</p><p>E o corpo já não segue seu ritmo,</p><p>Nos perdemos no ar, lentamente,</p><p>Como átomos fora da fotossíntese e do ciclo.</p><p><br/></p><p>Já não sei se paramos,</p><p>Nessa estrada sem massa ou direção,</p><p>Fixação sem raízes, dispersão —</p><p>Tudo em nós se perdeu onde estávamos.</p><p><br/></p><p>Nossos toques, como mutualismo em dança,</p><p>Guiavam-se em sintonia e convergência,</p><p>Mesmo em caos, havia uma aliança.</p><p><br/></p><p>Mas agora, sem ti,</p><p>Respiramos como plantas à noite —</p><p>Sem carbono, sem nitrogênio, sem fim.</p><p><br/></p><p>Lorena soares faustino de Souza 2c</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 18:44:06 UTC</pubDate>
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         <title>Soneto da Estequiometria </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>No reino exato da reação perfeita,</p><p>Cada mol tem seu par, sua harmonia.</p><p>Proporção que a balança sempre aceita,</p><p>Na dança da matéria e da energia.</p><p><br/></p><p>Um átomo não mente em sua conta,</p><p>Tudo se conserva, é lei da ciência.</p><p>A fórmula nos guia, nos aponta</p><p>O peso oculto em clara equivalência.</p><p><br/></p><p>Combinações de gás, metal e sal,</p><p>Reagem sob regras naturais.</p><p>Na equação se encontra o ritual.</p><p><br/></p><p>Quem busca o fim com passos racionais,</p><p>Na estequiometria vê o sinal:</p><p>A ordem que há nos choques moleculares.</p><p>Aluno: Davi Fonseca Lopes </p><p>Turma: 2B</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 18:49:30 UTC</pubDate>
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         <title>MATHEUS LUIS GOMES 2A</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na folha verde a luz se faz canção,</p><p>A clorofila dança em pleno dia,</p><p>Transforma o sol em pura energia,</p><p>E exala vida em forma de oxigênio, então.</p><p>No céu a chuva cai por gravidade,</p><p>E o ciclo segue em sábia perfeição.</p><p>A água sobe ao céu por evaporação,</p><p>Retorna à terra em doce suavidade.</p><p>O átomo vibra em sua dimensão,</p><p>A física explica o movimento,</p><p>Da queda livre à luz em expansão.</p><p>Na química, o elo e seu fundamento:</p><p>Reações que nos dão compreensão,</p><p>Da vida em seu sutil encantamento.</p><p>A Ciência da Vida em Verso e Imagem</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 19:16:08 UTC</pubDate>
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         <title>Soneto da Calorimetria</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wesleyavemedio/safurlg95kplpq24/wish/3481672649</link>
         <description><![CDATA[<p>No mundo em que a ciência se revela,</p><p>o calor se espalha em forma e direção,</p><p>no metal, na água, tudo se modela,</p><p>mudando o estado com transformação.</p><p><br/></p><p>Calor sensível aquece com medida,</p><p>sem alterar da matéria o estado,</p><p>mas quando há mudança de partida,</p><p>é latente o calor ali trocado.</p><p><br/></p><p>Na lei de Newton, troca se equilibra,</p><p>pois Q perdido = Q que se retira,</p><p>a natureza em conta se admira.</p><p><br/></p><p>Calorimetria é a arte de entender</p><p>como a energia pode transcender</p><p>de um corpo ao outro, só por aquecer.</p><p><br/></p><p>Gustavo Henrique De Souza Ribeiro 2°B</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 19:21:40 UTC</pubDate>
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         <title>Matéria que Sofre</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wesleyavemedio/safurlg95kplpq24/wish/3481686735</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>No ventre escuro da mitocôndria aflita,<br>Queima o ATP de um sonho terminal.<br>No cromossomo, a dor já se grafita<br>Em ácido que arde o ser animal.</p><p><br/></p><p>Sou massa em decadência gravitante,<br>Prisão de spin num campo sem perdão,<br>Neutrino vago em órbita cambiante,<br>Vibrando na equação da extinção.</p><p><br/></p><p>Meu sangue tem o pH do abismo,<br>Combinações de éter e de sal,<br>Num átomo de cálcio e de egoísmo.</p><p><br/></p><p>E grito, como um fóton marginal,<br>Na entropia final do organismo,<br>Reagente inútil de um Verbo mortal.</p><p><br/></p><p>Autor: Wharley Oliveira de Paula Pires 2B</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 19:57:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O grande soneto da alquimia moderna</title>
         <author>joaovitormcampos46</author>
         <link>https://padlet.com/wesleyavemedio/safurlg95kplpq24/wish/3481689974</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>I  </p><p>No princípio era o caos, átomos livres,  </p><p>Flutuando no vazio sem razão,  </p><p>Até que a força que os núcleos une  </p><p>Criou a dança da atração fina,  </p><p>Onde elétrons giram em órbitas fixas.  </p><p><br/></p><p>II  </p><p>O hidrogênio, pai de toda matéria,  </p><p>Com seu único próton, simples e sutil,  </p><p>Juntou-se ao irmão em fusão nuclear  </p><p>E nos fornos das estrelas, no céu rubro,  </p><p>Deu origem aos elementos do mundo.  </p><p><br/></p><p>III  </p><p>O carbono, tetraédrico e nobre,  </p><p>Teceu cadeias nos mares primordiais,  </p><p>Criando pontes entre vida e morte,  </p><p>Moléculas que o tempo não desfaz -  </p><p>Base da orgânica, segredo da sorte.  </p><p><br/></p><p>IV  </p><p>Metais pesados, filhos das supernovas,  </p><p>Ouro e urânio, chumbo e platina,  </p><p>Guardam em seus núcleos a história antiga  </p><p>De explosões cósmicas, violentas e lindas,  </p><p>Que espalharam pelo espaço a química.  </p><p><br/></p><p>V  </p><p>Ácidos fortes que dissolvem metais,  </p><p>Bases que suavizam a corrosão,  </p><p>E o sal perfeito, neutro e cristalino,  </p><p>Mostram que até na mais dura reação  </p><p>Existe sempre um ponto de equilíbrio.  </p><p><br/></p><p>VI  </p><p>Na tabela periódica, mapa sagrado,  </p><p>Cada grupo conta seu destino:  </p><p>Os gases nobres, sós e estáveis,  </p><p>Os halogênios, sempre famintos,  </p><p>Os alcalinos, loucos por elétrons.  </p><p><br/></p><p>VII  </p><p>E assim a química, linguagem oculta  </p><p>Que descreve a matéria e sua magia,  </p><p>Mostra que somos pó de estrelas,  </p><p>Transformação pura e energia -  </p><p>Tudo muda, nada se perde na alegria.</p><p><br/></p><p>NOME: João Vítor Machado Campos</p><p>Turma:2°B</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 20:06:28 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Soneto da Estequiometria </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wesleyavemedio/safurlg95kplpq24/wish/3481691909</link>
         <description><![CDATA[<p>No reino exato da reação perfeita,</p><p>Cada mol tem seu par, sua harmonia.</p><p>Proporção que a balança sempre aceita,</p><p>Na dança da matéria e da energia.</p><p><br/></p><p>Um átomo não mente em sua conta,</p><p>Tudo se conserva, é lei da ciência.</p><p>A fórmula nos guia, nos aponta</p><p>O peso oculto em clara equivalência.</p><p><br/></p><p>Combinações de gás, metal e sal,</p><p>Reagem sob regras naturais.</p><p>Na equação se encontra o ritual.</p><p><br/></p><p>Quem busca o fim com passos racionais,</p><p>Na estequiometria vê o sinal:</p><p>A ordem que há nos choques moleculares.</p><p>Aluno: Davi Fonseca Lopes </p><p>Turma: 2B</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 20:11:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Decomposição </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No silêncio mórbido da terra jaz,</p><p>Corpo que a morte lentamente consome,</p><p>Decomposição, destino que se faz,</p><p>Transforma a carne em pó, o que foi, some.</p><p><br/></p><p>A podridão revela segredos do tempo,</p><p>Cada verme dança na sua poesia,</p><p>Na putrefação, há um triste exemplo,</p><p>De que tudo na vida um dia se esvazia.</p><p><br/></p><p>Na dança da morte, há uma beleza triste,</p><p>Pois até na decomposição há poesia,</p><p>A vida se desfaz, se desfaz, e se desiste.</p><p><br/></p><p>Assim, na decomposição, tudo se refaz,</p><p>Na morte, a vida encontra sua poesia,</p><p>E no ciclo final, a paz se faz.</p><p><br/></p><p>Autor: Guilherme de Almeida Machado </p><p>Turma: 2⁰C</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 20:14:17 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Soneto da Entropia Orgânica</title>
         <author>pedrohenrrique12kinho</author>
         <link>https://padlet.com/wesleyavemedio/safurlg95kplpq24/wish/3481699914</link>
         <description><![CDATA[<p>No úmido silêncio das enzimas,</p><p>A carne expele o gás da putrefação,</p><p>Enquanto a célula, em lenta combustão,</p><p>Dissolve as leis da vida em suas rimas.</p><p><br/></p><p>Do átomo ao cadáver se caminha</p><p>Com lógica fatal, que não se engana:</p><p>O cálcio em ossos, fria porcelana,</p><p>É só resíduo da matéria minha.</p><p><br/></p><p>Oh, miocôndrias! Vãs em seu labor,</p><p>Nos fótons mortos jaz o antigo ardor,</p><p>Num caos térmico em febre que se espalha.</p><p><br/></p><p>E a alma, átomo incerto, se esfacela</p><p>Num vácuo onde a razão já se atropela,</p><p>E o nada em mim, sorrindo, se agasalha.</p><p><br/></p><p>Nome: Pedro Henrique De Matos</p><p>Turma:2° ano B</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 20:34:58 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Soneto termodinâmico </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wesleyavemedio/safurlg95kplpq24/wish/3481713335</link>
         <description><![CDATA[<p>No útero febril da Entropia insana,</p><p>Lateja o mundo em cálculos sombrios.</p><p>Calor, qual verme, em átomos vazios,</p><p>Se alastra e arde em combustão profana.</p><p><br/></p><p>O corpo humano — máquina tirana —</p><p>Transfere a dor por fluxos tão frios,</p><p>Que em Joules se convertem os assombrios</p><p>Gemidos da matéria sobre-humana.</p><p><br/></p><p>Oh, Clausius! Teu enigma me devora!</p><p>Sou célula exausta em lenta ebulição,</p><p>Num ciclo que me aquece e me evapora...</p><p><br/></p><p>E ao fim, na equação da extinção pura,</p><p>Serei resíduo em forma de equação:</p><p>∆Q igual à morte</p><p>... e à partitura!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 21:17:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wesleyavemedio/safurlg95kplpq24/wish/3481719417</link>
         <description><![CDATA[<p>---</p><p><br/></p><p>Vírus</p><p><br/></p><p>Invisível sopro ao vento,</p><p>dança entre o toque e o lamento,</p><p>cavalga o ar com leveza,</p><p>mas carrega a dor — e a incerteza.</p><p><br/></p><p>Não tem face, nem bandeira,</p><p>não conhece a fronteira,</p><p>surge em um espirro, em um olhar,</p><p>e sem aviso, começa a dominar.</p><p><br/></p><p>Nos corpos, faz seu império,</p><p>no silêncio, é sempre sério.</p><p>Não pede licença, nem perdão,</p><p>crava garras no pulmão.</p><p><br/></p><p>Mas não é só morte que ele traz,</p><p>vem com verdades duras, reais:</p><p>da pressa, do orgulho, do consumo,</p><p>do quanto éramos só mais um resumo.</p><p><br/></p><p>E mesmo assim, em meio à crise,</p><p>há quem lute, há quem avise:</p><p>que da doença nasce o tino,</p><p>e que o humano segue… mesmo ferido.</p><p><br/></p><p>Então que o vírus seja espelho —</p><p>frio, cruel, mas verdadeiro —</p><p>pra nos lembrar, entre mil suspiros,</p><p>que somos frágeis, e ainda vivos.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>---</p><p>Douglas rocha rodrigues 2c</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 21:37:19 UTC</pubDate>
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         <title>CICLO DO CARBONO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wesleyavemedio/safurlg95kplpq24/wish/3481749309</link>
         <description><![CDATA[<p>Em círculos de vida, o carbono flui,</p><p>Entre ar, água, terra e seres vivos.</p><p>Fotossíntese, respiração, a troca sui,</p><p>Ciclos fechados, em ritmos precisos.</p><p><br></p><p>O carbono se transforma, em processos,</p><p>De CO2 a glicose, em ciclos naturais.</p><p>A natureza o recicla, em sucessos,</p><p>Sustentando a vida, em todos os vales.</p><p><br></p><p>Do solo ao ar, o carbono se move,</p><p>Em um ciclo eterno, de dar e receber,</p><p>A vida depende disso, em cada parte.</p><p><br></p><p>Assim, o ciclo do carbono é a base,</p><p>Da vida na Terra, em sua forma e fase,</p><p>Eterna dança, em ciclos de vida.</p><p><br></p><p>Nome: Rafael De Souza Marques</p><p>Turma: 2A</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 23:32:18 UTC</pubDate>
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