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      <title>Práticas no Laboratório de Bacteriologia by </title>
      <link>https://padlet.com/juliama21/sa69gjdr4yd2ismd</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-11-27 22:26:45 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-12-08 14:53:00 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Sobre o nosso grupo </title>
         <author>juliama21</author>
         <link>https://padlet.com/juliama21/sa69gjdr4yd2ismd/wish/3237296881</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Alunos integrantes:</strong> Beatriz Martins da Silva, Giovanna de Campos Moraes e Julia Martins Araujo</p><p><br/></p><p><strong>Turma:</strong> A2</p><p><br/></p><p><strong>Data das atividades práticas:</strong> 13/11/2024 (experimentação) e 25/11/2024 (coleta dos resultados)</p><p><br/></p><p><strong>Local:</strong> Laboratório de ensino D do Instituto Biomédico da Universidade Federal Fluminense</p><p><br/></p><p><strong>Professores responsáveis: </strong>Joana e André </p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-27 22:49:23 UTC</pubDate>
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         <title>4. Pesquisa de Staphylococcus aureus </title>
         <author>juliama21</author>
         <link>https://padlet.com/juliama21/sa69gjdr4yd2ismd/wish/3237316576</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>O experimento foi realizado com o objetivo de pesquisar a presença da bactéria <em>Staphylococcus aureus </em>(<em>S. aureus</em>)<em> </em>na microbiota nasal dos indivíduos<em>. </em>Foram coletados SWAB nasais das integrantes do grupo Beatriz e Julia, as culturas foram incubadas por 12 dias em meio de cultura Ágar Manitol Salgado por técnica de esgotamento, para análise do crescimento bacteriano. </p><p><br/></p><p>O meio de cultura Ágar Manitol Salgado é um meio que permite a seleção e diferenciação das bactérias <em>Staphylococcus aureus</em>, pois há presença de NaCl no meio e esse gênero de bactéria é halotolerante. Desse modo, se houver presença de <em>S. aureus</em>, há fermentação do Manitol, o que diminui o pH do meio e, consequentemente, altera a coloração do meio de cultura para tons amarelados ao redor das UFC. </p><p><br/></p><p><strong>Resultado </strong></p><ol><li><p><strong>Beatriz </strong>(lado esquerdo da placa)</p><ul><li><p>Houve alteração do meio em algumas partes, indicando a formação de cerca de 23 colônias, o que afirma a presença de <em>Staphylococcus aureus</em> na microbiota nasal da Beatriz </p></li></ul></li><li><p><strong>Julia </strong>(lado direito da placa) </p><ul><li><p>Houve alteração do meio em poucas partes, indicando a formação de cerca de 6 colônias. Assim, é possivel afirmar que há a presença de <em>Staphylococcus aureus</em> na microbiota nasal da Julia</p><p><br/></p></li></ul></li></ol><p><strong>Discussão </strong></p><ul><li><p>A cultura de ambos os SWABs nasais resultou em alteração da cor do meio para tom amarelado devido ao crescimento bacteriano. Portanto, pode-se afirmar que há a presença de <em>Staphylococcus aureus</em> na microbiota nasal da Beatriz e da Julia. No entanto, a partir da formação de maior quantidades de UFCs no lado da placa da Beatriz, pode-se afirmar que em sua microbiota há maior presença de <em>S. aureus </em>que na da Julia </p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-27 23:29:28 UTC</pubDate>
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         <title>5. Antibiograma </title>
         <author>juliama21</author>
         <link>https://padlet.com/juliama21/sa69gjdr4yd2ismd/wish/3237326284</link>
         <description><![CDATA[<p>O experimento começou com a coleta de <em>Escherichia coli (E. coli)</em> e com o seu espalhamento pela placa, fazendo movimentos cruzados com ângulo de 90°&nbsp; para garantir que a bactéria fosse distribuída de maneira uniforme em toda a superfície. Então, usando uma pinça estéril, foram colocados os discos impregnados com os antimicrobianos Imipenem 10μg, Ampicilina 10μg, Ciprofloxacino 5μg e Cefotaxima 30μg sobre a superfície. Após o período de incubação de 12 dias, o resultado foi colhido.</p><p><br></p><p><strong>Resultado e Discussão</strong></p><p> Toda a discussão é baseada na tabela de pontos de corte do BrCAST para as Enterobacterales.</p><p><br></p><p><strong>1) IPM10</strong>: </p><ul><li><p>As <em>E.coli</em> são sensíveis a esse antimicrobiano caso o halo do Teste de Disco-Difusão seja maior que 22mm, e são resistentes caso esse halo seja menor que 19mm. O halo de inibição encontrado tinha 27mm, ou seja, a <em>E.coli</em> é sensível para o IPM 10, sendo o Imipenem 10μg um fármaco eficaz para combater uma infecção por <em>E.coli.</em></p></li></ul><p><strong>2) AMP10: </strong></p><ul><li><p>As <em>E.coli</em> são sensíveis a esse antimicrobiano caso o halo do Teste de Disco-Difusão seja maior que 14mm, e são resistentes caso esse halo seja menor que 14mm. O halo de inibição encontrado tinha 20mm, ou seja, a <em>E.coli</em> é sensível para a AMP 10, sendo a Ampicilina 10μg um fármaco eficaz para combater uma infecção por <em>E.coli.</em></p></li></ul><p><strong>3) CIP 5:</strong> </p><ul><li><p>As <em>E.coli</em> são sensíveis a esse antimicrobiano caso o halo do Teste de Disco-Difusão seja maior que 25mm, e são resistentes caso esse halo seja menor que 22mm. O halo de inibição encontrado tinha 20mm, ou seja, a <em>E.coli</em> é resistente para o CIP 5, sendo o Ciprofloxacino 5μg um fármaco ineficaz para combater uma infecção por <em>E.coli.</em></p></li></ul><p><strong>4) CTX30: </strong></p><ul><li><p>As <em>E.coli</em> são sensíveis a esse antimicrobiano caso o halo do Teste de Disco-Difusão seja maior que 20mm, e são resistentes caso esse halo seja menor que 17mm. O halo de inibição encontrado tinha 28mm, ou seja, a <em>E.coli</em> é sensível para a CTX 30, sendo a Cefotaxima 30μg um fármaco eficaz para combater uma infecção por <em>E.coli.</em></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-27 23:44:28 UTC</pubDate>
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         <title>6. Coloração Gram </title>
         <author>juliama21</author>
         <link>https://padlet.com/juliama21/sa69gjdr4yd2ismd/wish/3237331902</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O experimento </strong></p><p>O nosso grupo realizou a técnica coloração GRAM com a bactéria <em>Escherichia coli</em> com o objetivo de definir a sua categorização de acordo com a técnica. </p><p><br/></p><ol><li><p>Após coletada a colônia de <em>E. coli,</em> adicionou-se <strong>cristal violeta</strong> na placa por 1 minuto, a fim de corar os dois grupos de bactérias (GRAM - e GRAM +)</p></li><li><p>É adicionado <strong>Lugol</strong> na placa por 1 minuto, com o objetivo de fixar o corante na parede celular das bactérias. Depois, o excesso é retirado e inicia-se a <strong>lavagem com água corrente</strong>. </p></li><li><p><strong>Álcool </strong>é utilizado por 15s para agir como um descorante apenas nas GRAM negativas, pois destrói a camada fosfolipídica.</p></li><li><p><strong>Lava-se em água</strong> novamente, para retirar o álcool </p></li><li><p>Adiciona-se <strong>fucsina, </strong>um corante vermelho que impregna nas bactérias GRAM negativas. </p></li></ol><p><br/></p><p><strong>Resultados e discussão</strong></p><ul><li><p>Foi possível observar a coloração rosa, caracterizando a <em>Escherichia coli </em>como uma bactéria GRAM negativa, visto que a coloração rosa determina a perda do corante cristal violeta na etapa do álcool. Além disso foi observada o morfologia de bastão, caracterizado-a, portanto, como bacilo.</p></li><li><p>Dessa forma, a técnica de coloração Gram possibilitou definir a <em>Escherichia coli </em>como um bacilo Gram negativo </p><p><br/></p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-27 23:52:34 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>1. Bactérias no ar </title>
         <author>juliama21</author>
         <link>https://padlet.com/juliama21/sa69gjdr4yd2ismd/wish/3245410158</link>
         <description><![CDATA[<p>Cada placa de cultura foi deixada aberta e exposta por  tempos variáveis: 5, 10, 15, 20 e 30 minutos. Após a exposição, as placas foram incubadas por 12 dias para análise do crescimento bacteriano.</p><p><br/></p><p><strong>Resultados e Discussão</strong></p><p><br/></p><p><strong>Placa 1 (5 minutos):</strong> Apresentou cinco colônias pequenas, todas com características semelhantes (morfologia circular, bordas regulares e crescimento uniforme). Não foi observada diversidade significativa, sugerindo a predominância de um único tipo de bactéria.</p><p>2. <strong>Placa 2 (10 minutos):</strong> Observou-se quatro colônias bacterianas, similares às da placa de 5 minutos, com morfologia uniforme e tamanho reduzido. A quantidade menor sugere possíveis variações momentâneas na dispersão bacteriana no ambiente.</p><p>3. <strong>Placa 3 (15 minutos):</strong> Registraram-se três colônias, também com características semelhantes às das placas anteriores. Esse resultado pode indica uma menor deposição bacteriana durante o período de exposição, possivelmente devido a mudanças nas condições do ambiente, como fluxo de ar e temperatura.</p><p>4. <strong>Placa 4 (20 minutos):</strong> Foi observado cinco colônias, todas pequenas e com morfologia circular uniforme, sem sinais de diversidade. O retorno ao número observado na placa de 5 minutos pode indicar maior estabilidade na dispersão bacteriana ao longo do tempo.</p><p>5. <strong>Placa 5 (30 minutos):</strong> Apresentou o maior crescimento bacteriano em quantidade e diversidade, com dez colônias. Dentre elas, nove apresentaram morfologia circular e bordas regulares, sendo uma visivelmente maior, com bordas mais amplas e circunferência considerável, sugerindo um micro-organismo distinto. Além dessas colônias, foi observado um padrão de crescimento atípico, com formato ramificado, ocupando cerca de um quinto da placa. Este resultado indica maior diversidade microbiana e maior deposição de micro-organismos ao longo do tempo de exposição.</p><p><br/></p><p>Desse modo, os resultados apontam que o tempo de exposição influencia diretamente a quantidade e a diversidade de colônias bacterianas presentes no ar e capturadas pelas placas de cultura. A placa de 30 minutos apresentou não apenas o maior número de colônias, mas também a maior diversidade morfológica, evidenciada por diferenças no tamanho, no padrão de crescimento e na morfologia das bordas. Não obstante, variações momentâneas nas condições do ambiente, como o fluxo de ar, ventilação ou atividades humanas alteram a dispersão bacteriana, visto que as placas de 10 e 15 minutos apresentaram redução do crescimento bacteriano em relação à de 5 minutos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-03 23:16:34 UTC</pubDate>
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         <title>3. Controle microbiano</title>
         <author>juliama21</author>
         <link>https://padlet.com/juliama21/sa69gjdr4yd2ismd/wish/3245410268</link>
         <description><![CDATA[<p>A cultura bacteriana foi dividida em quatro áreas distintas, correspondendo aos diferentes métodos testados: 1. Sem higienização; 2. Lavagem com água e sabão; 3. Uso de álcool 70%; 4. Uso de álcool-iodado na pele. As culturas foram incubadas em condições padrão por 12 dias para análise do crescimento bacteriano.</p><p><br/></p><p><strong>Resultados e Discussão</strong></p><p><br/></p><p>1. <strong>Sem higienização:</strong> Observou-se um crescimento bacteriano considerável. A área apresentou uma colônia grande e densa, com aproximadamente 1,98 cm de diâmetro. Este resultado reflete a alta carga microbiana presente na pele sem higienização, o que era esperado, considerando o manuseio prévio de objetos contaminados.</p><p>2. <strong>Lavagem com água e sabão:</strong> O crescimento bacteriano foi reduzido em comparação ao dedo sem higienização. Contudo, ainda foi possível observar diversas colônias dispersas, embora pequenas. Esse resultado foi maior do que o esperado pelo grupo, indicando que a lavagem com sabão, embora eficaz, não é totalmente suficiente para eliminar todas as bactérias presentes na pele.</p><p>3. <strong>Uso de álcool 70%:</strong> Houve uma redução significativa no crescimento bacteriano, com apenas cerca de 8 a 10 colônias observadas, ainda menores que a com água e sabão. Este resultado está dentro do esperado, uma vez que o álcool 70% é conhecido por sua ação antimicrobiana eficiente, embora não elimine completamente todos os micro-organismos.</p><p>4. <strong>Uso de álcool iodado:</strong> Não foi identificado nenhum crescimento bacteriano no meio de cultura, evidenciando uma eficácia de 100% na eliminação das bactérias. Este resultado superou as expectativas do grupo, que esperava uma redução significativa, mas não completa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-03 23:16:44 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>2. Bactérias em superfícies</title>
         <author>juliama21</author>
         <link>https://padlet.com/juliama21/sa69gjdr4yd2ismd/wish/3245486277</link>
         <description><![CDATA[<p> O experimento foi realizado dividindo a placa bacteriana em 4 partes e em cada uma delas diferentes objetos foram testados. Após o período de incubação de 12 dias, os resultados foram colhidos.</p><p><br></p><p><strong>Resultado e Discussão</strong></p><ol><li><p><strong>Alça de Óculos</strong></p><ul><li><p>Apenas uma pequena colônia de bactérias foi encontrada, indicando um baixo teor microbiano, o que pode ser reflexo de boas práticas de higiene ou da ausência de condições que favoreçam a proliferação microbiana. O resultado não era esperado pelas integrantes do grupo visto que óculos é um objeto exposto aos mais diversos microrganismos diariamente.</p></li></ul></li><li><p><strong>Brinco</strong></p><ul><li><p>Apresentou uma colônia bacteriana extensa, apresentando uma diversidade de dois tipos microbianos de aspectos diferentes - um com aspecto de conjunto de várias pequenas bolas e outro com aparência de apenas um círculo grande, contínuo e uniforme. O resultado era esperado pelo grupo e indica um meio que favorece o acúmulo microbiano devido a higienização insuficiente.</p></li></ul></li><li><p><strong>Caneta</strong></p><ul><li><p>Apresentou dois tipos de colônias diferentes, sendo um deles circular, esbranquiçado, maior e com 5 componentes, e o outro circular, roxo, menor e mais escasso, com 3 componentes. O resultado era esperado, visto que canetas geralmente são objetos pouco/não higienizados, o que favorece a proliferação bacteriana.</p></li></ul></li><li><p><strong>Capa de celular</strong></p><ul><li><p>Apresentou uma colônia com 48 pontos circulares, esbranquiçados e uniformes e 1 ponto roxo irregular, tendo assim uma diversidade microbiana. O resultado condiz com o esperado, visto que o celular é manipulado frequentemente, sendo assim exposto a contaminação pelos mais diversos microorganismos.</p></li></ul></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-04 00:32:41 UTC</pubDate>
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