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      <title>RACISMO NO BRASIL CONTEMPORÂNEO by Moanny Carneiro Morais mcm12</title>
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      <description>Feito por Eduardo Einstein, Erik Filipe, Matheus Antunes, Moanny Morais e Yasmim Marques. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-12-23 12:10:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marquesyasmim44</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Zumbi dos Palmares foi um personagem muito importante para a resistência preta à escravidão durante e época do Brasil colônia. Ele foi líder do Quilombo dos Palmares que abrigou mais de vinte mil pessoas que foram escravizadas e resistiram a isso, dessa forma, constituindo o maior quilombo da América Latina. Zumbi morreu no dia 20 de novembro de 1695, após ser traído e entregue as tropas do bandeirante, sua cabeça foi cortada e exposta em uma praça pública. Diante disso, deu-se o surgimento da consciência negra no Brasil, comemorado no dia 20 de novembro em memória ao dia da morte de Zumbi dos Palmares.&nbsp; Paralelamente, não podemos falar sobre consciência negra sem falar de racismo que é algo ainda muito presente na nossa sociedade, é necessário entendermos corretamente o que é isso.<br><br>&nbsp;Conseguinte, de acordo com <em>Oxford Languages o racismo pode ser definido como: </em>"Preconceito, discriminação ou antagonismo por parte de um indivíduo, comunidade ou instituição contra uma pessoa ou pessoas pelo fato de pertencer a um determinado grupo racial ou étnico, tipicamente marginalizado ou uma minoria.". Conclui-se, portanto, que o preconceito racial é cometido quando um indivíduo destrata outra pessoa somente por ela possuir uma raça diferente da dele. <br><br>&nbsp;Diante dos fatos supracitados, podemos ilustrar bem como isso ocorre através de um caso que aconteceu em poucos dias anteriores ao dia em que este texto foi escrito. Na tarde do dia 20 de dezembro de 2021, um boletim de ocorrência foi registrado após um aluno sofrer um ataque racista de outro estudante da mesma escola.&nbsp; <em>"Saudade de quando preto era só escravo"</em>, <em>"Que bom que o neguin não tá. Já não aguentava mais preto naquele grupo"</em>, essas foram algumas frases ditas pelos alunos de uma escola cristã de Belo Horizonte, a vítima já estava sofrendo ataques hostis e isso somente aumentou quando ele saiu do grupo escolar.<br><br> Conclui-se, portanto, que o racismo é um perigoso desafio social que acaba com a vida de diversas pessoas somente por elas possuírem uma característica diferente de um grupo, característica essa que é normal, natural e possui beleza, como a cor da pele. Diante disso, devemos nos conscientizar e combater aos racistas rudemente, denunciando, expondo e valorizando a história das pessoas pretas, dando continuidade então, ao legado de Zumbi dos Palmares.&nbsp;<br><br>- Yasmim Marques Macedo</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-23 15:41:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marquesyasmim44</author>
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         <pubDate>2021-12-23 17:28:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mcm12</author>
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         <pubDate>2021-12-23 18:20:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>matheusanfr</author>
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         <pubDate>2021-12-23 18:34:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>matheusanfr</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; O racismo possui uma origem cientificista, pois, ele se originou a de determinadas teses criadas por cientistas europeus, que em sua maioria eram antropólogos e médicos, durante o século XIX. Um procedimento que passou a ser muito utilizado por esses cientistas era realizar a medição do crânio de pessoas de raças diferentes. Para eles os crânios maiores comportariam mais massa cerebral, o que seria um indicativo de superioridade racial. Muitos desses cientistas ainda se baseavam na teoria da evolução darwinista, e para eles as mesmas leis da evolução dos seres vivos seriam válidas para descrever uma hierarquia de civilizações.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Mas qual era a razão dessas pesquisas? Dinheiro. Poder. Status. Existiam diversas razões para que a alta sociedade branca buscasse comprovar seus ideais racistas, entre elas, havia a busca para justificar o imperialismo europeu e a colonização dos continentes africano e asiático. Vale lembrar que essas mesmas doutrinas continuaram sendo amplamente usadas na primeira metade do século XX em regimes como o nazista, que buscava exterminar "raças inferiores", e que o Brasil foi uma das últimas nações a abolir a escravidão, o que aconteceu apenas em maio de 1888, e até hoje presenciamos as consequências.<br><br>- Matheus Antunes Freire</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-23 18:35:23 UTC</pubDate>
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         <title>Injúria Racial</title>
         <author>mcm12</author>
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         <description><![CDATA[<div>A injúria racial é dada pela ofensa à honra de um indivíduo específico, usando a raça, cor, religião, etnia ou origem.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-23 19:35:38 UTC</pubDate>
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         <title>Racismo</title>
         <author>mcm12</author>
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         <description><![CDATA[<div>O crime de racismo afeta um grupo indeterminado de indivíduos, e não uma pessoa específica, discriminando toda a integralidade de um determinada raça.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-23 19:37:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fonte</title>
         <author>mcm12</author>
         <link>https://padlet.com/mcm12/s9s2azyzn3abz37r/wish/1962424090</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.cnj.jus.br/conheca-a-diferenca-entre-racismo-e-injuria-racial/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-23 20:00:22 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>edueinsteinrm</author>
         <link>https://padlet.com/mcm12/s9s2azyzn3abz37r/wish/1962426958</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Reflexos da abolição no século XXI<br><br></div><div>Apesar de todo o tempo que se passou, a sociedade atual ainda reflete o período escravocrata. A herança racista atravessou as décadas e ainda está enraizada no século XXI.</div><div>Mesmo que, na maioria da vezes, o racismo seja exposto&nbsp; de uma forma mais velada, os negros ainda são vistos de um modo diferente. A discriminação é um problema social e cultural,&nbsp; passada de geração em geração.</div><div><br></div><div><strong><br>Racismo institucional<br></strong><br></div><div>Este se manifesta a partir do preconceito das instituições, públicas ou privadas, do Estado e das leis, que podem promover e perpetuar a exclusão e o preconceito racial. O exemplo mais claro disso é a abordagem dos policiais contra negros e pobres da periferia de várias cidades brasileiras e a matança de negros – disparados os que mais morrem entre os jovens.</div><div><br><strong>Crime de ódio racial</strong></div><div>Quando um <strong>sujeito ou grupo atua de forma violenta </strong>(física ou verbalmente) contra outras pessoas ou outros grupos <strong>por causa de raça, cor ou etnia. </strong>Aqui também se enquadra quando é negado o acesso básico a serviços e locais, devido aos mesmos motivos.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Racismo estrutural (ou Racismo velado)</strong></div><div>Este tipo pode ser <strong>pouco percebido, mas é muito prejudicial</strong> e afeta bastante os negros e as demais etnias. Aqui se reúnem <strong>hábitos, práticas e comentários rotineiros</strong> que estão incorporados em nossos valores e em nossa cultura e que <strong>acabam ajudando a segregar e a discriminar os indivíduos.&nbsp;</strong></div><div><br>Em outro aspecto, a segregação dos negros e índios de espaços que antes eram quase que exclusivos aos brancos, como a universidade, também se enquadra no racismo estrutural, minimizado em parte nos últimos anos.</div><div><br><strong>Dados no Brasil e no mundo: consequências do racismo<br>&nbsp;</strong></div><div>Os dados no Brasil e no mundo reforçam o racismo que <strong>está enraizado na sociedade </strong>e as consequências desses atos de discriminação e segregação racial. De acordo com a <a href="https://www.gestaoeducacional.com.br/onu-o-que-e/"><strong>ONU (Organização das Nações Unidas),</strong></a><strong> os negros são os que mais sofrem com a desigualdade e violência no país</strong> e os que <strong>mais têm dificuldades para conseguir trabalho, </strong>ascender na carreira e ter um salário digno.</div><div><br>Por exemplo, o salário médio de um homem branco, no Brasil, em 2015, era de R$1.589,00, enquanto que os negros recebiam R$ 898,00. <strong>Pesquisa da Oxfam aponta que a igualdade salarial entre negros e brancos deve ocorrer no país apenas em 2089.<br></strong><br></div><div>Outro dado alarmante vem do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. <strong>Cerca de 70% das vítimas de homicídio são negros.</strong> Dados do Atlas da Violência de 2018 indicam que os assassinatos cresceram de 2006 a 2016, em um total de 23% entre os negros e apenas 6% entre os brancos.</div><div><br>Mas, no mundo também há racismo. Pesquisa feita em 13 países europeus evidenciou que <strong>países como Finlândia e Irlanda, bem desenvolvidos, estão entre os que mais registraram casos de violência física racial</strong></div><div><br></div><h1>conclusão</h1><div>&nbsp;</div><div>Portanto, mesmo 130 anos após a abolição , os reflexos da escravidão&nbsp; são sentidos até hoje e somente uma reeducação da sociedade e políticas públicas de inclusão são capazes de tentar mudar esse fato daqui para frente.<br><br>-Eduardo Einstein Rodrigues Moura</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-23 20:07:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fontes</title>
         <author>edueinsteinrm</author>
         <link>https://padlet.com/mcm12/s9s2azyzn3abz37r/wish/1962433180</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.gestaoeducacional.com.br<br>https://lereaprender.com.br<br>https://www.ibccoaching.com.br</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.gestaoeducacional.com.br/" />
         <pubDate>2021-12-23 20:21:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fonte:</title>
         <author>matheusanfr</author>
         <link>https://padlet.com/mcm12/s9s2azyzn3abz37r/wish/1962435346</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/racismo.htm">Racismo: racismo estrutural, causas, exemplos e lei - Brasil Escola (uol.com.br)</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-23 20:26:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Fontes</title>
         <author>marquesyasmim44</author>
         <link>https://padlet.com/mcm12/s9s2azyzn3abz37r/wish/1962451541</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>https://www.sohistoria.com.br/ef2/culturaafro/</li><li>https://languages.oup.com/google-dictionary-pt/</li><li>https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2021/12/20/saudades-de-quando-preto-so-era-escravo-aluno-e-vitima-de-racismo-em-escola-de-belo-horizonte.ghtml<br><br></li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-23 21:06:35 UTC</pubDate>
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         <title>LEI N°7.716 DE 5 DE JANEIRO DE 1989</title>
         <author>mcm12</author>
         <link>https://padlet.com/mcm12/s9s2azyzn3abz37r/wish/1962457647</link>
         <description><![CDATA[<div>A lei n° 7716 tornou racismo um crime inafiançável, ela foi assinada pelo presidente da República, José Sarney, em 5 de janeiro de 1989.&nbsp;<br>Nela consta que "serão punidos os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, etnia, religião ou procedência nacional." Podendo ter pena de reclusão de 1 a 5 anos.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-23 21:21:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>LEI N° 2.848 DE 7 DE DEZEMBRO DE 1940</title>
         <author>mcm12</author>
         <link>https://padlet.com/mcm12/s9s2azyzn3abz37r/wish/1962482842</link>
         <description><![CDATA[<div>Na lei n° 2848 de 7 de dezembro de 1940 consta que o&nbsp;crime de injúria racial é dado como uma injúria qualificada. A pena pode variar de 1 a 3 anos de reclusão, além de multa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-23 22:27:45 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Fontes </title>
         <author>mcm12</author>
         <link>https://padlet.com/mcm12/s9s2azyzn3abz37r/wish/1962483907</link>
         <description><![CDATA[<div>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7716.htm</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-23 22:30:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>edueinsteinrm</author>
         <link>https://padlet.com/mcm12/s9s2azyzn3abz37r/wish/1962517383</link>
         <description><![CDATA[<h1>O que são as cotas raciais?</h1><div><br></div><div>As cotas raciais são ações afirmativas aplicadas em alguns países, como o Brasil, a fim de <strong>diminuir as disparidades econômicas, sociais e educacionais</strong> entre pessoas de diferentes etnias raciais. Essas ações afirmativas podem existir em diversos meios, mas a sua obrigatoriedade é mais notada no setor público – como no ingresso nas universidades, concursos públicos e bancos.&nbsp;</div><div>As cotas raciais são uma medida de ação contra a <a href="https://www.politize.com.br/desigualdade-social/">desigualdade</a> num sistema que privilegia um grupo racial em detrimento de outros – esses, oprimidos perante a sociedade. Ao contrário do que diz o senso comum, cotas raciais não se aplicam somente a pessoas negras. Em várias universidades, por exemplo, existem cotas para <a href="https://www.politize.com.br/conheca-o-movimento-indigena/">indígenas</a> e seus descendentes, que visam abarcar as demandas educacionais dessas populações.&nbsp;</div><div><br></div><h1>Como as cotas funcionam?</h1><div><br></div><div>Para que usufruam das cotas, as pessoas devem assinar um termo em que se autodeclaram <a href="https://www.politize.com.br/movimento-negro/">negras</a>, <a href="https://www.politize.com.br/povos-indigenas-do-brasil/">indígenas</a> ou pardas, que então será a garantia documental do uso dessa política afirmativa. Às vezes, quando se trata de concurso público para algum emprego, a pessoa pode passar por uma entrevista.</div><div>A existência dessa entrevista, por exemplo, é algo que causa alguma discórdia quando se trata de cotas raciais, em razão de ela ser subjetiva.</div><div>&nbsp;</div><h1>Por que cotas raciais existem ?</h1><div><br></div><div>Se duas pessoas vivem em situações desiguais e forem concorrer nas mesmas condições, concretamente a desigualdade será perpetuada. As ações afirmativas (cotas) seriam uma maneira de colocar essas pessoas no mesmo patamar de concorrência.</div><div>A <a href="https://www.politize.com.br/desigualdade-social/">desigualdade no Brasil</a> abrange o âmbito econômico, social e, principalmente, o da educação e das oportunidades. <strong>Negros e pardos representam 53,6% de toda a população brasileira</strong> e, mesmo sendo maioria, está numa <a href="https://www.politize.com.br/o-que-sao-minorias/">minoria</a> de espaços considerados importantes, como chefias de empresas e outros cargos de relevância social. <strong>Apenas 12% da população preta e 13% da parda têm ensino superior.</strong> Entre os brancos, o número é 31%. A diferença no nível de escolaridade se reflete também na renda. Conforme <a href="http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/imprensa/ppts/00000024954801102016481128904912.pdf">dados de 2015 do IBGE</a>, o salário da população preta e parda equivale a 59,2% da população branca. Em se tratando da <strong>mulher negra</strong>: seu salário equivale a 35% ao de um homem branco, segundo dados do <a href="http://repositorio.ipea.gov.br/bitstream/11058/6777/1/Nota_n22_pnad_2014.pdf">PNAD 2014</a>.<br><br>Então, cotas raciais são importantíssimas para combater a desigualdade racial e o racismo de uma forma mais rápida e eficiente, para que um dia não haja tanta desigualdade racial como se ocorre hoje em dia<br><br>-Eduardo Einstein Rodrigues Moura <br><br></div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-24 00:01:02 UTC</pubDate>
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         <title>fontes</title>
         <author>edueinsteinrm</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://www.politize.com.br/<br>https://brasilescola.uol.com.br/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-24 00:02:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>erikfilipe2005</author>
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         <description><![CDATA[<div>A lei está aí para proteger de crimes de preconceito racial, só precisamos saber como usá-la!<br>Se você for testemunha, tente filmar o ocorrido e se ofereça para ir à delegacia e testemunhar o crime. Em casos de racismo, a própria testemunha pode denunciar o crime. “Mas é importante ter alguma prova, por isso é recomendável gravar a situação”. O mesmo não vale para o crime de injúria, pois somente a vítima pode se manifestar sobre o ataque na justiça.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-24 00:16:29 UTC</pubDate>
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         <title>Fonte</title>
         <author>erikfilipe2005</author>
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         <pubDate>2021-12-24 00:46:38 UTC</pubDate>
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