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      <title>Mulheres no/do Continente Africano by Equipe UFMA</title>
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      <description>Equipe: Alex, Jaquileude, Marcus.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-04-14 23:50:12 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 1 - Quem são as mulheres no/do Continente Africano?</title>
         <author>equipeufmaliesafro</author>
         <link>https://padlet.com/equipeufmaliesafro/s9f808s5ox69u221/wish/1683033779</link>
         <description><![CDATA[<div>A população da África é de mais de 800 milhões de habitantes, distribuídos em 54 países e representando cerca de um sétimo da população do mundo.<br>&nbsp;A cultura, evolução e história das mulheres africanas refletem a evolução e a história do próprio continente africano. Vários estudos curtos sobre a história das mulheres nos países africanos foram realizados. Muitos estudos focam os papéis históricos e o status das mulheres em países e regiões específicos, como Egito, Etiópia, Marrocos, Nigéria, Lesoto, e a África subsaariana. Recentemente, os estudiosos começaram a focar na evolução do status das mulheres ao longo da história da África, usando fontes menos comuns, como canções do Malawi, técnicas de tecelagem em Sokoto e linguística histórica.<br>&nbsp;O status das mulheres na África varia entre nações e regiões. Por exemplo, a Ruanda é o único país do mundo em que as mulheres ocupam mais da metade dos assentos no parlamento — 51,9% em julho de 2019, mas Marrocos só tem uma ministra em seu gabinete. Esforços significativos em direção à igualdade de gênero foram feitos através da criação da Carta Africana dos Direitos Humanos e dos Povos, que incentiva os Estados membros a acabar com a discriminação e a violência contra as mulheres. Com exceção de Marrocos e Burundi, todos os estados africanos adotaram esta carta. No entanto, apesar desses avanços em direção à igualdade, as mulheres ainda enfrentam várias questões relacionadas à desigualdade de gênero, como níveis desproporcionais de pobreza e educação, saúde e nutrição precárias, falta de poder político, participação limitada da força de trabalho, violência baseada em gênero, violência de gênero, mutilação genital feminina e casamento infantil.</div><div>A discriminação de gênero foi solidificada em todo o continente durante a era colonial. Durante a era pré-colonial, as mulheres mantinham chefias por direito próprio, e algumas populações mantinham tradições para transmitir direitos dinásticos através da linha matrilinear. No entanto, o colonialismo corroeu o poder dessas chefias, o que foi enfrentado por uma oposição feroz, como o caso da revolta das mulheres de Abeokuta na Nigéria. Após a independência, os estados soberanos solidificaram as normas de gênero e as estruturas de classe, pois a primeira e a segunda gerações de administrações africanas falharam em restaurar os poderes tradicionais das mulheres. Isso levou a mais oposição e, ao longo das últimas décadas, houve uma melhoria significativa na situação.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-18 00:17:41 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 2 - Ativismo feminino em África</title>
         <author>equipeufmaliesafro</author>
         <link>https://padlet.com/equipeufmaliesafro/s9f808s5ox69u221/wish/1683035259</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Em África as mobilizações pela emancipação feminina tiveram lugar nos movimentos de independência; frente às imposições colonialistas as mulheres buscaram lutar pelas organizações autônomas e os sistemas de autogoverno que controlavam. Essa ativa participação resultou na criação de ligas feministas dentro dos movimentos de libertação, cujo objetivo era genderizar as lutas e chamar a atenção para as relações sociais e de poder ali existentes.<br>As mulheres africanas feministas e ativistas sociais, tem desempenhado papéis fundamentais no que concerne sobre a luta contra o sistema patriarcado que legitimou a dominação dos homens sobre as mulheres, esse enfrentamento se iniciou quando houve a invasão colonial em África, em ocorrência disso, as sociedades que eram maioritariamente matrilineares foram transformadas em patriarcais baseada na ideologia dualista, sexista, racista e machista com burocracias europeias que rejeitaram a História da África e do seu povo, para poder legitimar a sua dominação. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-18 00:18:43 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 4 - UNIR PARA (RE)EXISTIR: a União Democrática das Mulheres de Guiné-Bissau no cenário político africano</title>
         <author>equipeufmaliesafro</author>
         <link>https://padlet.com/equipeufmaliesafro/s9f808s5ox69u221/wish/1683036552</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Historicamente a população majoritária de Guiné-Bissau é formada por mulheres, no entanto, essa porcentagem não se reverte em maior participação delas nos espaços públicos formais. Embora existam várias Organizações Não Governamentais lideradas pelas mulheres, que trabalham com diferentes aspectos de direitos humanos, luta conta violência doméstica e contra mutilação genital feminina, entre outras pautas; a ocupação deste espaço ainda não representa a conquista da esfera pública.&nbsp; Por isso que há sempre desigualdades ao acesso as representações do poder político, econômico e profissional, na conciliação entre trabalho e vida familiar, de modo que isso atesta a segregação e discriminação a respeito do papel da mulher no espaço público e no espaço privado, é a realidade que as mulheres guineenses vivem, que embora representem a maioria da população, não encontram ressonância na esfera pública para suas demandas e necessidades.&nbsp; Ao largo disso, as mulheres construíram espaços próprios de comunicabilidade e organização, a fim de dar visibilidade as suas demandas, buscando transformá-las em políticas públicas.&nbsp;Neste sentido, a fim de preparar as mulheres para reagir ao colonialismo e em defesa da dignidade das mulheres, inclusive dentro do próprio PAIGC, foi criada a em Conacri, em 1961, a União Democrática das Mulheres da Guiné e Cabo-Verde (UDEMU), que tinha como principal tarefa nesta fase histórica a mobilização das mulheres para um melhor enquadramento no processo de luta e conscientização na preparação política e ideológica das mulheres, bem como o desenvolvimento de uma ação diplomática no sentido da captação de recursos materiais e financeiros para a luta armada.<br><br></div><div>OBS: Foi considerada como uma das principais estratégias de emancipação postas em prática pelo P.A.I.G.C -Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-18 00:19:36 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade - PROJETO - Biografias de Mulheres Africanas.</title>
         <author>equipeufmaliesafro</author>
         <link>https://padlet.com/equipeufmaliesafro/s9f808s5ox69u221/wish/1683041718</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://www.ufrgs.br/africanas"><em>Biografias de mulheres africanas</em></a> é o resultado de um projeto de iniciação científica desenvolvido por estudantes de graduação e de pós-graduação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul no período de 2018 – 2020.</div><div>Trata-se de iniciativa com finalidade didático-pedagógica, pelo qual são informados dados essenciais sobre a vida de 552 mulheres nascidas no continente africano e na diáspora, das origens da humanidade ao tempo presente.</div><div>O trabalho contou com a participação de estudantes de diversos cursos de graduação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, preferencialmente estudantes cotistas, pelo que pretende contribuir para a afirmação epistemológica dos estudos africanos e estudos da diáspora negra. Vincula-se ao que preconiza o Artigo 26A da LDB, atualizado pelas leis federais 10.639/2003 e 11.645/2008.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-18 00:23:29 UTC</pubDate>
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         <title>Símbolo de Resistência: o protagonismo de Carmem Pereira                                                     https://www.ufrgs.br/africanas/indice-alfabetico</title>
         <author>equipeufmaliesafro</author>
         <link>https://padlet.com/equipeufmaliesafro/s9f808s5ox69u221/wish/1696471457</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Carmen Pereira tornou-se o símbolo feminino da luta pela libertação da Guiné. Trata-se da primeira mulher a ocupar a presidência de um país africano e única Presidente da História da Guiné-Bissau.<br>&nbsp;O envolvimento político de Carmen Pereira começou em 1962, quando ela entrou para o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_Africano_para_a_Independ%C3%AAncia_da_Guin%C3%A9_e_Cabo_Verde">Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde</a> (PAIGC), um movimento revolucionário que buscava a independência de Portugal para as duas colônias da África Ocidental. Pereira e seu marido eram ambos ativos no partido. Em 1966, o Comitê Central do PAIGC começou a mobilizar as mulheres em pé de igualdade como os homens, e Pereira tornou-se uma líder no movimento político, e tornando-se uma das pessoas chaves na luta independentista. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-25 17:09:01 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 3- A atuação das mulheres na luta armada de libertação nacional em Guiné-Bissau</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/equipeufmaliesafro/s9f808s5ox69u221/wish/1707072022</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Na Guiné-Bissau, a luta armada de libertação nacional desencadeada entre os anos 1960 e 1970 conseguiu aglutinar em torno de uma causa comum os diferentes povos. Nesse processo, as mulheres participaram ativamente. Conforme, Amílcar Cabral o papel fundamental das mulheres na revolução e no processo de construção nacional. O sucesso de qualquer tipo de transformação social, segundo a sua análise, consistia “em constatar de que forma a mulher participa no mais amplo processo de libertação da sociedade (…). A nossa revolução nunca será vitoriosa se não conseguirmos a plena participação das mulheres”.<br>&nbsp;A luta de libertação na Guiné-Bissau foi um fator histórico de transformação das relações sociais e o seu êxito pressupôs a integração das mulheres no processo. Assim, é importante conhecer a história dos dominadores e dos detentores do poder nos países africanos, mas é igualmente fundamental que essas histórias sejam narradas a partir do olhar de quem viveu as experiências sob a condição de dominado e de subordinado. No caso da Guiné-Bissau, as “outras vozes” representam os sucessos e os limites de um processo de libertação que viu como protagonistas as populações guineenses, e, em particular, as mulheres.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-31 13:23:14 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 5 - Movimento de Mulheres africanas e Educação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/equipeufmaliesafro/s9f808s5ox69u221/wish/1707236880</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A contribuição das mulheres foi importante e permitiu alcançar objetivos em termos da organização de novas instituições. A participação efetiva no movimento de libertação também possibilitou, de forma positiva, a mudança das mentalidades sociais, sobretudo nos meios rurais, em que existia uma maior resistência quanto à presença feminina nos lugares de decisão. De acordo com a autora, as lutas de libertação trouxeram mudanças importantes, especialmente no âmbito educacional: centenas de crianças, independentemente do sexo, foram escolarizadas. Nesse processo, as mulheres se destacaram tendo participado ativamente nos diversos programas implementados, como professoras e formadoras, apesar do seu papel ter se limitado aos âmbitos considerados tipicamente femininos como educação, saúde, transporte e preparação de alimentos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-31 14:25:42 UTC</pubDate>
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