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      <title>Filosofias Dialéticas - prática reflexiva by Ariam Ayesha</title>
      <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha</link>
      <description>De primeiro momento, as reflexões foram inspiradas no decorrer do curso de Pedagogia, a partir de 2020. Mas agora, em 2025, as inspirações vêm de Deus. &quot;Toda organização pode ser vista como uma organização emocional (CASASSUS, Juan, 2009).</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-04-27 03:45:21 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Pertencimento e Salvação. </title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462631112</link>
         <description><![CDATA[<div>Nunca me encaixei em lugar nenhum, nem tampouco a sensação de pertencimento... e quando parei de me frustrar na incessante procura por suprir algo,... assim fui salva.&nbsp;<br>(2018).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 04:03:06 UTC</pubDate>
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         <title>Introspecção desencadeia muitas flores.</title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462652854</link>
         <description><![CDATA[<div>Olhar-se para dentro de ti, nessa autognose, reveja tudo, com paciência e tenha orgulho de quem és, pelo que se é, pelo amadurecimento, tenha compaixão de si, e ame a sua história.<br>A introspecção é uma valiosa ferramenta de conexão consigo, no seu próprio florescer e assim, com o outro, pelo reflexo das atitudes.&nbsp;<br>(2020).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 04:16:24 UTC</pubDate>
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         <title>Millôr Fernandes: “Como são admiráveis as pessoas que nós não conhecemos bem”.</title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462664029</link>
         <description><![CDATA[<div>Costumamos sempre se abrir para o novo, para aquilo que nos chame atenção, e, então, é por que aqueles que estão por perto conhecem nossas manias, nossos gostos, nossas decepções... E ao conversar com alguém longe, você é praticamente sem defeitos. Pela internet, você corre o risco de ser sempre perfeito.<br>Acredito que todos que não temos intimidade são sem defeitos para conosco.<br>(2020).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 04:23:03 UTC</pubDate>
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         <title>O que move nossas concepções? </title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462667024</link>
         <description><![CDATA[<div>Você pode não gostar da ideia de alguém, pois são linhas de pensamentos opostas, mas digamos que um dia, pela graça dos graus de consciência, você muda a sua linha de pensamento... Você não admitia uma ideia ou uma ação oposta, mas quando passa a admitir ou aceita,&nbsp; você acaba adotando aquela ideia, e por sua vez, a defende.<br>Falando assim, acho que estou insinuando que todos nós só giramos em torno dos nossos interesses pessoais.<br>(2020).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 04:24:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462674178</link>
         <description><![CDATA[<div>Odeio intimidade porque os íntimos sabem muito. É perigoso.<br>E geralmente sabem as nossas feridas e onde machuca.&nbsp;<br>(2020).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 04:28:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A importância de ser imperfeito e aprender com a semelhança do outro. </title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462675630</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando somos cientes dos nossos demônios, assumindo e sendo sinceros aos outros em relação a eles, acabamos assustando os sonsos que os escondem, podendo ser até os mesmos demônios que os nossos. (2020).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 04:29:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que move nossas concepções? part2</title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462678113</link>
         <description><![CDATA[<div>Porque gostamos de passar pano para os nossos próprios erros?<br>E desenterramos os erros dos outros, julgando-os tão facilmente?<br>Omitir e acobertar os nossos próprios erros?<br>Acobertar e omitir os nossos próprios erros implica e significa dizer que podemos ajudar nas falhas do próximo também...afinal, compactuamos com estes mesmos defeitos, né... facilita o juízo.<br>No livro Textos cruéis demais para serem lidos rapidamente, questiona: “O que te faz acreditar ser melhor que alguém só porque você erra diferente?”.<br>(2020)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 04:30:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Henri Wallon diz que devemos compreender o sujeito na sua totalidade.</title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462679916</link>
         <description><![CDATA[<div>Todos nós merecemos o amor de Cristo. Todos nós somos amados por Ele. Isso ninguém pode dizer ao contrário.<br>Costumamos associar pessoas que nos fizeram mal, como se elas fossem totalmente do mal.<br>Não existe pessoa ruim ou pessoa boa; pessoas são pessoas. O que existe são pessoas.<br>Alguém pode ser ruim com você, mas pode ser boa com outro alguém. Vivemos nesse ciclo. Ninguém é decretado não.<br>Acredito que nem se a nossa totalidade fosse inteiramente maldosa, ainda sim, Ele jamais deixaria de nos amar.<br>(2020).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 04:31:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A pior morte é aquela que sentimos enquanto ainda estamos vivos.</title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462687326</link>
         <description><![CDATA[<div>Traumas. Covardia. Antipatia. Grosseria. Ansiedade. Arrogância. Autoritarismo. Cinismo. Ciúmes. Agressividade. Crueldade. Depressão. Atrevimento. Desprezo. Deselíquibrio. Indecisão. Insensatez. Malícia. Perversidade. Trapacear. Traição. Tendenciosidade. Presunção. Preconceito. Prepotência. Teimosia. Pessimismo. Neurose. Medo. Racismo. Abuso. Estupro. Irresponsabilidade. Injustiça. Insiceridade. Indiferença. Inconveniência. Inconstância. Indecisão. Bipolaridade. Hipocrisia. Mentira. Impaciência. Falsidade. Futilidade. Estresse. Ganância. Egoísmo. Fingimento. Fraqueza. Discriminação. Deslealdade. Desmotivação. Brutalidade. Temperamento. Exigência. Ingratidão. Desonestidade. Impulsividade. Descontrole. Indelicadeza. Insegurança. Mediocridade. Obsessão. Nervosismo. Ódio. Orgulho. Precipitação. Rancorosididade. Interesse. Instabilidade. Intolerância. Narcisismo. Negligência. Terceirização. Preguiça. Procrastinação. Vício. Gula. Avareza. Vigarismo. Fobia. Ganância. Sarcasmo. Oportunismo. Incompetência. Cobiça. Dependência. Insulto. Conflito. Perigo. Perdas. Luto. Remorso. Fracasso. Excesso. Fanatismo. Vandalismo. Irracionalidade. Críticas destrutivas. Inconsciência. Desconfiança. Negação. Irritação. Tempo perdido. Falta de amor. Falta de carinho. Pressão. Mau humor. Superficialidade. Imaturidade. Intimidação. Assédio. Indiscrição. Fofoca. Baixa autoestima. Falta de amor próprio. Maquiavelismo. Inflexibilidade. Niilismo. Derrota. Falta de consideração. Imprudência. Desrespeito. Falta de diálogo. Falta de oportunidade. Desigualdade. Desigualdade social. Nojo. Desordem. Manipulação. Ameaça. Raiva. Violência. Opressão. Vingança. Humilhação.<br>Como superar? Como vencer? Como se blindar da perseguição alheia? Como se blindar das nossas imperfeições? Como se proteger? Como combater o inimigo? Sou inimigo de mim mesmo também?<br>(2020).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 04:35:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Por isso que é perigoso  duvidar ou invalidar a dor alheia. </title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462694878</link>
         <description><![CDATA[<div>A pior morte é aquela enquanto sentimos ainda vivos... e por estarmos vivos, mesmo que as dores passem, elas se tornam atemporais.&nbsp;<br>(2021). </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 04:39:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que move nossas concepções? part3</title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462697314</link>
         <description><![CDATA[<div>Mas de tudo, relações são complicadas.&nbsp;<br>Envolve muitos lados e questões pessoais, que pela empatia, gostamos de olhar apenas os nossos interesses ou a empatia pela nossa própria história ou identificação. <br>(2021).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 04:41:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Na concepção do outro, nossa vida também é sempre imperfeita. Só erramos de maneiras diferentes, claro. </title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462700726</link>
         <description><![CDATA[<div>É claro que você é perfeito... também, você não dá sua cara a tapa para nada. Não tem coragem de conversar com quem te amedronta. Não gosta de expor sua opinião. Vive se escondendo. Sendo sonso. Não se mostra verdadeiramente. Não tem culhão para dizer seus medos, seus defeitos. Não grita. Você tem vergonha de ser ridículo, de dançar, cantar... Só erra quem se aventura, e na medida que se aventura, mais errado é.&nbsp;<br>(2020). </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 04:42:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O processo do amor. </title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462703783</link>
         <description><![CDATA[<div>É tão fácil amar pelas qualidades.<br>Quando se já está arrumado, maquiado, limpo e cheiroso.<br>É tão fácil amar quando os traumas já foram superados.<br>É tão fácil amar depois de uma crise. Existencial ou de ansiedade. Depois do caos. Depois da maré baixa. É tão fácil amar na conquista, na cortesia, os lances e encantos.<br>É tão fácil amar. E ser amado. Ame. E muito. Apesar dessas superficialidades, o sentimento nos preenche e nos tornam únicos.<br>(2020). </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 04:44:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Na concepção do outro, nossa vida também é sempre imperfeita. Só erramos de maneiras diferentes, claro. </title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462706096</link>
         <description><![CDATA[<div>Acredito que cada um tem a sua maneira de se perder da vida.<br>Estamos vivendo, desde sempre, num cenário onde a mente sã já não consegue mais agir saudavelmente. O que nos resta é se matar como podemos... uns gostam de livros, outros já curtem uma música, tem uns que se apaixonam, outros bebem e outros fumam, outros comem... e assim vai as loucuras dependendo de cada ser.&nbsp;<br>(2020). </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 04:45:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Enfrentar sem estar enfrentando é muito mais que qualquer combate. </title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462708105</link>
         <description><![CDATA[<div>É se imunizar diante de advertências alheias. Advertências que vem do externo. Dos outros. É enfrentar, mas no sentido de me imunizar sem enfrentar o outro, mas ao depois de depositarem estes combates/empecilhos/barreiras/lixos afetivos até mesmo as nossas diferença, combater e enfrentar sem necessariamente rugir para o outro, sem necessariamente discutir com o outro, mas sim, ouvir e depois aprender a lidar, aprender a fechar os olhos e entender que a gente precisa mais mesmo é enfrentar o nosso maior inimigo que somos nós mesmos; ue é a minha raiva, a minha condição, o meu tom de voz, os meus preconceitos, as minhas opiniões, o meu temperamento para diante das pessoas. <br><strong>É possível enfrentar o outro sem enfrentar, para isso, é preciso, primeiramente, se gerenciar.</strong><br>(2020).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 04:46:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que move nossas concepções? part4</title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462711213</link>
         <description><![CDATA[<div>Muito se diz sobre saúde mental, ainda mais com essa era da informação, a saúde mental está muito mais enfatizada. Significa dizer que temos de cuidar da nossa saúde mental, sim, e ela é mais debilitada devido aos empecilhos que causamos ou as diferenças dos outros.<br><strong>O questionamento é:&nbsp;</strong></div><ol><li>até que ponto é saúde mental?&nbsp;</li><li>De que forma ela se considera em relações as outras pessoas?</li></ol><div>Muito se diz sobre saúde mental, só que esquecemos que há dois lados e muitas vezes, um sempre se dispõe que o outro, a dizer suas mágoas, a procurar os problemas e resolvê-los... dependendo muito de quem seja, e as pessoas falam “cuide da sua saúde mental”, mas...&nbsp;<br>A gente magoa as pessoas, e também somos magoados, sempre nos sentimentos injustiçados.<br>A palavra certa é saúde mental ou é frieza? Ou é “não ligo para o problema”?, “Deixa eu cuidar de mim, porque eu preciso pensar em mim, porque eu não ligo para o seu problema”?<br>Quem nunca se sentiu injustiçado?<br>A gente se sente injustiçado, mas o outro está falando/sentindo o quê?<br>Ele está falando que precisa cuidar da saúde mental dele também?<br>Esse questionamento se dá pelo fato da consciência.<br>Até que ponto o outro terá consciência que machucou o outro? Até que ponto essa consciência se leva a consideração?<br>Vejo muitas pessoas fazendo mal aos outros e falando sobre saúde mental. Parece até comédia.<br>Até que ponto as pessoas precisam estar conscientes dos seus defeitos, que fazem os outros se ferir/machucar?<br>Até qual ponto nós temos de ter a consciência de que também machucamos aos outros?<br>A questão para tudo isso é o individualismo e saber que cada um é por si.&nbsp;<br>(2020).&nbsp;</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 04:48:03 UTC</pubDate>
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         <title>Pessoas sem nenhuma concepção sempre fazem a nossa caveira. Só aceito de quem tem moral. </title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462721248</link>
         <description><![CDATA[<div>Arraste-me para o inferno é um filme de terror que conta sobre a Christine Brown que trabalha como analista de crédito.<br>Um dia, para impressionar seu chefe, ela recusa o pedido de uma senhora chamada Sylvia Ganush para conseguir um acréscimo em seu empréstimo, de forma que possa pagar sua casa.<br>Como vingança, a dona Sylvia joga uma maldição sobrenatural na vida de Christine, convocando um demônio à sua busca para levar sua alma ao inferno.<br>O que que eu quero dizer com tudo isso?<br>No filme, a Christine estava fazendo algo pro seu benefício, recusou uma coisa por causa do trabalho dela.<br>Independentemente de qualquer coisa, quando a gente recusa algo, ninguém tem nada a ver com isso e ninguém é obrigado a fazer as coisas que as outras pessoas querem.&nbsp;<br>A dona Sylvia estava querendo fazer um empréstimo no banco e o banco não quis... a dona Sylvia deveria ter feito o quê?<br>Deveria ter ido embora, e procurado um outro banco para fazer o empréstimo, mas não, ela se sentiu ofendida, porque o banco recusou.<br>A Christine como trabalhadora do estabelecimento em questão, seguiu ordens, então não foi culpa dela ter recusado.<br>Resumidamente, o que se trata deste registro modesto é? Os lixos afetivos que jogam em cima de nós.<br>Estamos sempre sendo bombardeados por maldições impostas pelos outros, e por maldições quero dizer palavras malditas ou palavras mal-ditas, ou por coisas até piores.&nbsp;<br>A todo momento fazem a nossa caveira simplesmente por sermos nós mesmos; nossas vontades, nossos nãos e até por coisas que estamos nos privando, estamos recusando porquê não é a nossa vontade.&nbsp;<br>Quando somos transparentes em relação aos nossos sentimentos às outras pessoas, quando somos sinceros com o que desejamos, queremos e transmitimos essa&nbsp;<br>&nbsp;transparência aos envolvidos, a pessoa que recebe isso da gente em relação a verdade, na condição de amor próprio também, que ela deve ter esse amor próprio, ela deve ter essa consciência de que a pessoa não quer fazer tal coisa, sair do caminho e viver sua vida felizmente... e não desgraçando a vida de outra pessoa, porque essa pessoa não fez algo como desejamos/queremos.&nbsp;<br>Esse ego ferido, esse mimo (quer dizer a pessoa mimada), que a coisa tem que ser feita daquela forma, e só porquê recusou alguma coisa pra gente, a gente se ofende.<br>A gente fica tão pequeno, tão egoísta e não temos amor próprio que acabamos por destruir a vida de outras pessoas por causa do nosso ego ferido, por causa das nossas limitações, por causa dos nossos preconceitos também até...A frase da foto: “A forma como você destrói a minha vida é diferente” ...é justamente isso, quer dizer que, na vida, como qualquer outra coisa que tem que ser vivida, conhecemos pessoas, e pessoas vem e vão (claro, mais um constatação óbvia) é incontrolável que nós não sejamos, pelo menos, uma vez, sequer, egoístas, mimados, que tenhamos ego ferido, que somos arruinados por tudo isso também, nessa mesma medida, que não tivemos um senso, que não fomos transparentes também, e que não tivemos amor próprio para entender que era só ter procurado um outro banco para fazer o empréstimo.<br>(2020). </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 04:52:08 UTC</pubDate>
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         <title>Valorização da interconectividade socioemocionais. </title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462733985</link>
         <description><![CDATA[<div>As coisas parecem inacessíveis quando as questões por trás ou do inconsciente alheio estão envolvidas com interesses próprios.<br>A gente nunca sabe quando estamos sendo enganados ou se estão nos informando o todo.&nbsp;<br>Acredito por não termos o controle, são questões de sociedade, sabe... a vida é uma roda gigante.<br>Assim como alguém interfere em mim, assim interfiro em alguém... e assim vai, como numa cadeia alimentar.<br>(2020).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 04:57:55 UTC</pubDate>
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         <title>Ou é sonsice? </title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462737182</link>
         <description><![CDATA[<div>Há pessoas que não sabemos se tem Alzheimer ou Memória Seletiva... </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 04:59:29 UTC</pubDate>
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         <title>Como que ganha graus de consciência e/ou tomada de consciência? </title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462739282</link>
         <description><![CDATA[<div>Depois dos 18, crescimento não tem mais a ver com idade;<br>É sobre consciência. (2020).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 05:00:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462740995</link>
         <description><![CDATA[<div>É normal todos os sentimentos de ser humano.<br>O que não é normal é reconhecer seus próprios traços "ruins" e continuar acomodado.<br>Acredito que cada um reconhece sua tribo.&nbsp;<br>Quando todos tentam se encaixar um no erro do outro e ninguém é disposto a mudança... o certo é ir para sua tribo.<br>Resumidamente, todos somos seres imperfeitos, o caso é estarmos junto àqueles que conseguimos tolerar/aturar/aguentar.<br>(2020). </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 05:01:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462742554</link>
         <description><![CDATA[<div>Nossa "palestrinha" nunca fará sentido para alguém que ainda não viveu pra entender sobre determinado assunto.<br>Aprendemos com a nossa própria experiência.<br>(2020). </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 05:02:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A ação faz a experiência. Qualquer coisa muda qualquer coisa. </title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462743269</link>
         <description><![CDATA[<div>E pode ser que as coisas que eu tenha vivido com determinada pessoa, seja qualquer pessoa que tenhamos de comum vínculo, não te ocorrerá... pois é questão de consequências e cenários.&nbsp;<br>Pode ser que a pessoa que presenciei tal ação já tenha mudado de forma.<br>Pode ser que eu já tenha mudado de forma.<br>(2020). </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 05:02:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ou seja, não cobre consciência de alguém que não reconhece os erros como erros. </title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462745607</link>
         <description><![CDATA[<div>Não importa o quanto jogamos na cara os erros, os defeitos, o quanto brigamos e gritamos com alguém; ela só levará/tomará estas coisas como verdade, apenas se levar para o pessoal, apenas se a carapuça servir. (2020). </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 05:03:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Consequências e cenários, né. </title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462748303</link>
         <description><![CDATA[<div>Será mesmo que mudamos nossos defeitos? Que as feridas estão cicatrizadas? Que nossos defeitos estão selados?<br>Ou talvez devo questionar: Será que ultimamente ninguém nos testou?<br>Será que somente passou a temporada em que eles se revelam?<br>(2020). </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 05:04:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>É preciso muita coisa para saber distinguir. </title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462752480</link>
         <description><![CDATA[<div>Questiono que tipo de 'deus' me alimento através dos meus interesses, se defendo pelo que convém; nunca questiono a minha fé e sentimento na presença Dele.<br>(2020). </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 05:06:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fala aê</title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462753801</link>
         <description><![CDATA[<div>Afirmar que alguém não mudou, seja de atitude ou pensamento ou caráter ou também personalidade (porquê não?) é querer afirmar que você mesmo também não é capaz de mudar.<br>Porquê raios de motivos você acha que só você é capaz de realizar algo?<br>(2020). </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 05:06:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dá pra emprestar short 40 para alguém que veste 46? </title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462754720</link>
         <description><![CDATA[<div>A intensidade tem muito a ver com prioridade ou todos estes sinônimos existentes a isso.<br>Acho meio injusto "ofender" alguém diante a intensidade dele, sendo que você também é intenso referente as suas prioridades/preferências.&nbsp;<br>Não tem como você "menosprezar" alguém que ama chocolate, sendo que você não gosta de chocolate. É como querer comparar uma medida com réguas diferentes.<br>(2020). </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 05:07:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Frase que provoca. </title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462759882</link>
         <description><![CDATA[<div>Li uma frase cujo autor não lembro: "Se você não está inconformado é porque ainda não se informou o suficiente".<br>Essa frase não se destina a nenhuma defesa... ela apenas provoca. No mundo, sempre haverá linhas de pensamentos opostos... quando leio aquela frase, imagino que mesmo que haja diferença nos pensamentos alheios, todos sentem que estão certos naquilo, e tem a convicção de dizer ao outro para "se informar mais".&nbsp;<br>Temos sim que nos informar mais, somente assim poderemos entender o que o outro defende. Somente assim. Se não se informar mais no que o outro defende, ambos não se informarão o suficiente mesmo.&nbsp;</div><div><strong>Porém é ai que se encontra o problema;&nbsp;</strong></div><blockquote><strong>ninguém quer dá o braço a torcer, porque acha o pensamento do outro totalmente equivocado.</strong></blockquote><div>(2020).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 05:09:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Confio na lei da semeatura. </title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462766799</link>
         <description><![CDATA[<div>Não adianta querer que os outros se importem com o que você fala, se você não presta atenção no que o outro fala.<br>Não adianta querer atenção de alguém, se você não dá atenção para alguém. Não adianta querer receber A, se você só proporciona B.<br>Esteja consciente em relação as suas ações e nunca mais sofra por questionar sobre "o que há de errado comigo?".<br>(2020). </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 05:12:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Será mesmo que não perde? Se não for da tua tribo, não.  </title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462769176</link>
         <description><![CDATA[<div>"quem perde não sou eu",&nbsp;<br>na verdade, todos perdem.<br>Veja bem, se toda relação é uma troca e todas as pessoas são únicas, isso significa dizer que nenhuma troca é dada de maneira igualitária a todos, pois acessamos canais internos alheios de formas diferentes também.<br>(2020). </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 05:13:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Presta atenção nas tuas trocas.</title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462771003</link>
         <description><![CDATA[<div>Que tipo de pessoas estão ao seu redor?<br>Na minha primeira consulta com a Psicóloga, ela disse que boa parte de quem nós somos está no nosso subconsciente e que para ter acesso/e ou trazer os frutos do subconsciente para o consciente e ter ciencia desse lado do cérebro é preciso autoconhecimento.<br>O autoconhecimento é de suma importância para compreender aqueles que nos cercam também.&nbsp;</div><ol><li>Que tipo de pessoa você?&nbsp;</li><li>Que tipo de linguagem você precisa?&nbsp;</li><li>Que tipo de carinho você precisa?&nbsp;</li><li>Que tipo de favores você precisa?</li><li>Que tipos de sonhos você tem?&nbsp;</li><li>Quais tuas preferências?&nbsp;</li><li>Que tipo de ambiente você gosta?&nbsp;</li><li>Que tipo de rolê você faz parte?</li></ol><div>Se você tem ao seu lado uma pessoa impaciente, sinto muito, mas pode ser que quando você precisar da paciência dela, será difícil a troca.<br>Se você tem ao seu lado uma pessoa egoísta, não crie expectativa em relação a altruísmo. Se você tem ao seu lado uma pessoa reclamona, não conte com entusiasmo.<br>Se você tem ao seu lado uma pessoa que conta a vida de todo mundo para você, não conte sua vida para ela, pois outros saberão da sua vida também. <br>O autoconhecimento é tão importante que nos livra das provocações socioemocionais.<br><strong>Por fim, é necessário ter consciência dos nossos demônios ou sombras para privar ou proteger o outro dos nossos problemas. <br>"assim como alguém interfere em mim, assim interfiro em alguém...". <br></strong>(2020).&nbsp;</div><div>&nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 05:14:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dá pra emprestar short 40 para alguém que veste 46? part2</title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462779440</link>
         <description><![CDATA[<div>A&nbsp;intensidade tem muito a ver com prioridade ou todos estes sinônimos existentes a isso. Parte 2.&nbsp;<br>Cada um tem seu anseio de vida.<br>O padrão quem dá é você próprio. Com base no que é e se quer. Ser.&nbsp;<br>Quem sou eu pra achar o padrão do outro errado, sabe?<br>E se na medida deles, o meu padrão for o errado?<br>Da mesma forma que eu estou na condição de julgar, eu também vou ser julgada. Também serei medida. Com a régua do outro. Do padrão quem nem é meu.&nbsp;<br>(2020).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 05:18:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Você está competindo comigo? Pois a única pessoa que preciso provar algo é para mim mesma, só compito comigo mesma. </title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462782727</link>
         <description><![CDATA[<div>É estranho saber que existem pessoas que se sentem numa competição só por causa que o outro está fazendo os seus próprios corres, de acordo com as próprias determinações e anseios.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 05:19:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Será mesmo? Vamos pensar. </title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462783255</link>
         <description><![CDATA[<div>Lidar com os nossos monstros internos já é difícil; lidar com os monstros internos alheios então, nem se fala.<br>Só que os nossos defeitos afastam mais as pessoas do que as nossas qualidades atraem.<br>(2020). </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 05:19:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Para você, sou um alguém que quer ter por perto mesmo? ou somente para ser seu lixo afetivo? </title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1462793662</link>
         <description><![CDATA[<div>Há pessoas que enxergam nós apenas como "prestadores de serviços", nunca nos chamou pra nada legal, apenas pra fazer favores. E chama os outros pra coisas legais.&nbsp;<br>Depois reclama por qual motivo nunca me viu sorrindo, deve ser pelo fato que só me chama para isso, né. E deve ser por isso que os que chama pra coisas legais estão sorrindo contigo... pois tu não precisa lidar com o cansaço do serviço com eles. (2020).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 05:23:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1463054486</link>
         <description><![CDATA[<div>Nossas impulsividades vão determinar onde existe uma lacuna ainda pendente em nós. (2020).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 06:58:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1463055789</link>
         <description><![CDATA[<div>Como que nós nos consideramos extrovertidos ou sociáveis quando estamos apenas com os íntimos.<br>Ou me contradizendo rapidamente...<br>Como que nós somos extrovertidos ou sociáveis quando não há intimidade, apenas por termos tantas possibilidades de conseguir impressionar/agradar. (2020).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 06:59:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1463056587</link>
         <description><![CDATA[<div>Se fosse uma dor sua, você também agiria com desdenho? (2020).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 06:59:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1463057682</link>
         <description><![CDATA[<div>Seja legal com as pessoas, mas nunca renegocie seus dilemas pessoais para ser legal com elas. (2020).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 06:59:41 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1463058306</link>
         <description><![CDATA[<div>Pessoas são difíceis pois existe bagagem emocional. (2020).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 06:59:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Não se deixe afetar por gente agressiva que adora brigar sem motivo. A briga ali é interna, não tem nada a ver com você (autor desconhecido)&quot;. </title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1463059835</link>
         <description><![CDATA[<div>A frase mencionada acima é bastante delicada de discorrer, pois, como disse, as questões que abordo nas minhas filosofias é justamente de acordo com as emoções, o outro, mais os nossos demônios internos que afetam o outro.&nbsp;<br>Desta forma, defendo que requer muito cuidado ao denominarmos que "a briga sem motivo" é realmente uma briga sem motivo.&nbsp;<br>Muitas vezes as nossas brigas internas são adquiridas por questões externas. Na história da humanidade, ninguém fez revolução estando omitido.&nbsp;<br>Nossas revoluções, mesmo que internas, fazem barulhos. Mudam alguma peça do lugar. Psicologicamente falando, a mudança sempre vem de dentro para fora.<br>Nem sempre é de repente. Muitas vezes, "a briga sem motivo" são capítulos acumulados.&nbsp;<br>E nem sempre é briga que foi acumulada interna, às vezes você poderia ter sido o causador desse estopim também.<br>Já postei aqui uma filosofia que dizia assim: "a forma como você destrói a minha vida é diferente". Nela, falo que, na vida, sempre vamos cometer erros com o próximo, e que esses erros vão marcar no outro; nossas lacunas vão fazer lacunas no outro também. Como num efeito cascata, como num efeito dominó.<br>(2020). </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 07:00:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1463070555</link>
         <description><![CDATA[<div>(2020).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 07:03:46 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1463072715</link>
         <description><![CDATA[<div>(2019).&nbsp;</div>]]></description>
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      <item>
         <title>De nada adianta... </title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1463075510</link>
         <description><![CDATA[<div>intimidade, conversas profundas, oportunidades de conhecer, situações de laços, nosso companheirismo, afeição... se o outro ainda vai preferir outra pessoa...&nbsp;<br>Pois o que nos torna especial é o sentimento que a pessoa sente por nós e por isso nada vai adiantar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 07:05:19 UTC</pubDate>
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         <title>O único caminho</title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1467683684</link>
         <description><![CDATA[<div>O despertar de entender como *lido/ajo/atuo/faço* quando machuco alguém é mais importante de compreender do que tentar entender os motivos (lidar, agir, atuar, fazer) da falta de consideração dos outros que nos machucaram.<br>Quantas vezes já machucamos alguém? E destas, quantas vezes seguimos em frente? Sem olhar pra trás? Parecendo que não nos importavámos? Parecendo que não tínhamos consciência dos atos que machucaram o próximo?<br>Se você, na condição que machucou o outro seguiu em frente nos conceitos acima, por qual motivo você deve pensar que quando você é o machucado, o outro devia considerar as tuas feridas?<br>Se seguimos normalmente quando vivemos nesses dois exemplos acima (ferido ou ferindo), significa e implica dizer que sabemos que a vida só tem uma direção; para frente. (2020).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 06:08:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que move nossas concepções? part5</title>
         <author>ariesha</author>
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         <description><![CDATA[<div>As pessoas fazem, são, pensam, agem, falam, atuam, interagem, se comportam, escutam, interpretam, concordam, solidarizam da forma que querem e se sentem a vontade e até onde sua importância a levam.<br>A forma como isso vai acontecer e vai ser defendida e definida será de acordo com a vivência, mais experiências e principalmente, mais nossos impulsos.<br>Por fim, acontece diante das suas próprias vontades e entendimento e tomada de consciência. (2020).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 06:09:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>ariesha</author>
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         <description><![CDATA[<div>(2019)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 07:06:36 UTC</pubDate>
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         <title>Esse conversa com o outro. </title>
         <author>ariesha</author>
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         <description><![CDATA[<div>(2020). </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 07:21:33 UTC</pubDate>
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         <title>O outro conversa com esse. </title>
         <author>ariesha</author>
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         <description><![CDATA[<div>(2020). </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 07:22:47 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O que move nossas concepções? part6</title>
         <author>ariesha</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 08:52:41 UTC</pubDate>
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         <title>Inspirado em Bauman. </title>
         <author>ariesha</author>
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         <description><![CDATA[<div>(2020).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 08:55:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ariesha</author>
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         <pubDate>2021-04-28 08:56:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ariesha</author>
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         <description><![CDATA[<div>(2020). </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 08:58:23 UTC</pubDate>
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         <title>O que move nossas concepções? </title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1468177892</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 08:59:12 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A importância da afetividade, comunicação positiva e pertencimento para os processos de ensino e aprendizagem. </title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/1471836578</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante o curso, é fato que já aprendemos que a primeira instituição social ao qual pertencemos é a família. E, a escola é a segunda instituição.</div><div>É fato também que na escola, sendo uma instituição social, vamos percebendo tipos de pessoas, que vão ter pensamentos e jeitos que são diferentes de nós. Essa subjetividade entre as pessoas nos dará significações acerca das escolhas que vamos tomando durante a vida.</div><div>Outro fato, que aprendemos recentemente é que, as emoções são importantes para os processos de ensino e aprendizagem. E a afetividade, comunicação positiva e pertencimento são exemplos de escolhas e emoções; sendo nossas escolhas e emoções, ou dos outros, interferem diretamente em nós ou nos outros, se tratando da relação da valorização da interconectividade.&nbsp;</div><div>Conforme José Carlos Libâneo nos esclarece: "A educação, ou seja, a prática educativa, é um fenômeno social e universal, sendo uma atividade humana necessária à existência e ao funcionamento de todas as sociedades (p. 15)".</div><div>Sendo então, a educação um fenômeno social e universal, acerca do funcionamento de todas as sociedades, podemos concluir que: toda instituição envolve pessoas, pessoas funcionam em sua interconectividade, logo se trata de emoções.</div><div>E que essa educação pode ser, nas falas de José Carlos Libâneo: "As formas que assume a prática educativa, sejam não intencionais ou intencionais, formais ou não formais, escolares ou extraescolares, se interpenetram (p. 16)".</div><div>Dessa forma, podemos concluir as falas de José Carlos Libâneo em Juan Casassus: "Toda organização pode ser vista como uma organização emocional (p. 203)".&nbsp;</div><div>As questões de afetividade, comunicação positiva e pertencimento tem justifica em todos esses sentidos, pois não há como separar um indivíduo em corpo e mente. O indivíduo, para conseguir conquistar seus objetivos, necessita de um preparo emocional, pois as emoções agem diretamente em nossa totalidade. Nossas lacunas vão determinar onde existem pendências nós.&nbsp;</div><div>Essas pendências vão corroborar no exemplo que Juan Casassus nos mostrou acerca do mapa, onde concluiu que: "[...] quase todas as necessidades e problemas são de natureza emocional (p. 211)".&nbsp;</div><div>Por fim: "[...] o domínio emocional é o que facilita ou obstrui a aprendizagem (p. 205)".&nbsp;</div><div>Isso significa e implica dizer que, um indivíduo que uma das lacunas é a falta de afetividade, em torno de seu ciclo social, vai demandar um preparo emocional ou demandar a dificuldade na sua aprendizagem. A mesma coisa vai valer para a comunicação positiva; quando não somos coerentes ou quando não conseguimos expor com clareza as nossas ideias, isso vai ocasionar em escassezes (na relação com o outro, na informação, etc). A mesma coisa vai valer também para o sentimento de pertencer a um grupo. Veja só: se toda relação envolve pessoas e toda a sociedade demanda de um indivíduo para executar uma tarefa da sociedade, e todos fomos "feitos" para agir entre nós e criar vínculo, como que um ser humano vai assimilar que somente ele não participa de um grupo?&nbsp;</div><div>(2020).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-29 02:16:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexões sobre Gênesis capítulo 4</title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/3417421384</link>
         <description><![CDATA[<pre><code>Hoje (21/04/25), meditando a história de Caim e Abel, tirei três lições muito preciosas para minha vida. Senti que Deus falou diretamente comigo por meio do capítulo, trazendo consciência, confronto e esperança: </code></pre><p><mark>1ª lição: Deus deseja o nosso melhor, não qualquer coisa:</mark></p><p>Na história de Caim (lavrador) e Abel (pastor de ovelhas), quando chegou o momento de ofertar ao Senhor, Caim entregou apenas parte da sua produção,</p><p>enquanto Abel ofereceu suas melhores crias e Deus aceitou a oferta de Abel, mas</p><p>não a de Caim.</p><p>Com isso, compreendo que o Senhor não deseja qualquer parte de nós. Ele deseja o nosso melhor: o tempo mais precioso, a melhor intenção, a dedicação mais sincera. Não é sobre a quantidade ou aparência, mas sobre a entrega do coração. Deus vê além do gesto, Ele vê a intenção. Por isso, quero aprender a oferecer a Ele não só o que me sobra, mas o que tenho de mais puro e verdadeiro.</p><p><br/></p><p><mark>2ª lição: o pecado nasce das emoções desgovernadas e Deus nos chama a</mark></p><p><mark>dominá-las:</mark></p><p>Quando Deus não aceitou a oferta de Caim, ele ficou irado e com inveja de Abel. Essa emoção o dominou a ponto de cometer o pior: matar Abel. </p><p>Em <strong>Gênesis 4:7</strong>, Deus o adverte: <em>“o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas cumpre a ti dominá-lo.”</em></p><p>Essa palavra me tocou profundamente, porque vejo essa luta em mim;  Carrego a ansiedade e, muitas vezes, desconto tudo na comida. Resumidamente, como as minhas emoções. </p><p>Sei que comer, em si, não é pecado, mas quando uso a comida como válvula de escape, em excesso, isso me leva ao exagero, à gula, e ao afastamento do</p><p>equilíbrio que Deus deseja para minha vida.</p><p>Aprendi que preciso reconhecer esses sentimentos, entregar ao Senhor e buscar domínio sobre eles. Porque o pecado começa com um impulso emocional não controlado. Deus não nos pede perfeição, mas consciência e ação: dominar o mal antes que ele possa nos dominar. </p><p><br/></p><p><mark>3ª lição: quando algo trava na minha vida, talvez Deus esteja me chamando à reflexão:</mark></p><p>Depois que Caim matou Abel. Deus o deu algumas consequências e uma delas foi que a terra se tornaria infértil para ele (Gênesis 4:11-12). Isso não foi uma punição qualquer: Caim era</p><p>lavrador, e a infertilidade da terra tocava diretamente sua vida de forma significativa.</p><p>Com isso, aprendo que Deus, em sua justiça, também é pedagógico. Ele sabia exatamente onde Caim sentiria o impacto da consequência. Isso me leva a refletir que, às vezes, quando algo na minha vida parece travar, um sonho que não avança, um projeto que não floresce,</p><p>um sentimento que não se resolve, talvez seja Deus me chamando à consciência.</p><p>Não que tudo que dá errado seja castigo, mas pode ser um convite à introspecção: será que existe algo que preciso rever em mim? Alguma atitude, desejo ou emoção que preciso entregar a Ele?</p><p>Essa lição me mostra que Deus não apenas corrige, mas direciona. E, muitas vezes, Ele usa o “empacado” para me fazer parar, olhar para dentro e recomeçar de forma mais limpa, mais leve e com mais verdade diante d'Ele.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-21 08:10:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexões sobre Gênesis capítulo 4</title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/3417429102</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-21 08:18:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gênesis: reflexão sobre o tempo do Dilúvio e sua relação com a pandemia (covid-19):</title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/3425794130</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje, (26.04.25), meditando em: Gênesis 8 e 7): </p><p>•Noé permaneceu na arca até que Deus mandasse sair (Gênesis 8: 15-18); </p><p>•O período total que Noé e sua família ficaram na arca foi aproximadamente um ano e dez dias (Gênesis 7:11 até Gênesis 8:14).</p><p><br/></p><p><strong>Reflexão pessoal:</strong></p><p>A experiência de Noé me remeteu à pandemia de COVID-19.</p><p>No relato de Gênesis, observa-se que Noé, após a ordem divina, permaneceu isolado na arca junto a sua família, confiando plenamente no tempo de Deus para a salvação e restauração da terra. O período de confinamento foi longo, exigindo não apenas fé, mas paciência e obediência absoluta.</p><p>A confiança de Noé contrasta com a realidade observada na sociedade contemporânea, especialmente durante a pandemia da COVID-19, em que, mesmo diante de orientações claras de isolamento, muitas pessoas, sem necessidade real, priorizaram o prazer momentâneo (principalmente em tempos de rede social),  colocando a vida de outros em risco. Muitas pessoas não conseguiram permanecer isoladas por muito tempo, mesmo diante de um pedido básico de preservação da vida. </p><p>Aqui, é importante distinguir: não se trata de criticar aqueles que, por necessidade básica, precisaram sair para garantir a sobrevivência de suas famílias (trabalhadores informais, pequenos comerciantes, diaristas, etc.). Tais pessoas enfrentaram um dilema ético e social complexo, resultado da desigualdade estrutural e da marginalização econômica (Piketty, 2020; Souza, 2019).</p><p>A crítica, portanto, se dirige àqueles que, por escolha e não necessidade, desrespeitaram o isolamento, revelando uma impaciência e imediatismo que se contrapõem aos princípios bíblicos de confiança no tempo de Deus e de cuidado com o próximo.</p><p>Enquanto Noé representa o modelo da fé perseverante e da submissão à vontade divina, grande parte da humanidade contemporânea demonstrou que a cultura capitalista moldou uma geração que valoriza o "aqui e agora" em detrimento da responsabilidade comunitária e da esperança futura.</p><p><br/></p><p><strong>Conclusão</strong>:</p><p>Por fim, essa comparação revela como a paciência, fé e obediência foram fundamentais para a sobrevivência de Noé — e como esses valores foram desafiados na sociedade contemporânea.</p><p>Assim como Noé precisou confiar, obedecer e esperar, o período da pandemia revelou o desafio contemporâneo de permanecer firme em tempos de isolamento.</p><p>A história bíblica nos ensina que os grandes livramentos de Deus exigem também grande perseverança da nossa parte.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 10:50:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Deus e Sua Perfeição: Uma Reflexão Pessoal Sobre Fé e Dependência</title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/3444215542</link>
         <description><![CDATA[<p>Em meio às complexidades da convivência humana e das emoções que nos atravessam, há uma verdade que constantemente me alcança: a perfeição de Deus. Em um mundo onde os acordos nem sempre são respeitados, onde a necessidade de organização e previsibilidade muitas vezes é negligenciada por quem nos cerca, percebo — com cada vez mais clareza — que somente em Deus encontro repouso verdadeiro.</p><p><br/></p><p>Não é incomum que eu enfrente frustrações com pessoas que ignoram o quanto o planejamento e os detalhes são importantes para meu bem-estar mental e emocional. Gosto de saber o que está por vir, mesmo que sejam situações simples do cotidiano. Afinal, a surpresa só é bem-vinda quando todos colaboram para que ela seja leve. Fora isso, a sensação de desordem me inquieta. Mas é aí que Deus entra.</p><p><br/></p><p>A grandeza de Deus se manifesta exatamente no oposto da desorganização: Ele é o Deus do planejamento eterno, do cuidado absoluto e da ordem perfeita. A Bíblia, Seu manual de vida, foi escrita há milênios e, ainda assim, continua sendo guia atual, viva e eficaz (Hebreus 4:12). Ao ler Sua Palavra, percebo que Ele já havia previsto minhas dores, minhas dúvidas, minhas necessidades. Nada escapa à Sua soberania.</p><p><br/></p><p>Muitas vezes, em resposta às decepções humanas, escolho o isolamento. E esse isolamento não é por orgulho ou egoísmo — é exaustão. É fruto de tentativas que não foram retribuídas, de cuidados que não voltaram, de palavras mal interpretadas ou ignoradas. E, nesse processo, me sinto tola, por me doar a quem não me considerou como eu considerei. No entanto, a Palavra também me confronta nessa dor: “Quem vive isolado se preocupa apenas consigo e rejeita todo bom senso” (Provérbios 18:1). Esse versículo me corrige, mas também me acolhe — porque revela que o isolamento pode ser um reflexo da dor, mas não é o caminho para a cura.</p><p><br/></p><p>É em Deus que encontro equilíbrio: Ele compreende minha necessidade de ordem, mas também me convida a perdoar o caos do outro. Ele entende minha sede de reciprocidade, mas me lembra que minha fonte de valor não deve estar no outro, e sim Nele.</p><p><br/></p><p>Por isso, quando me sinto perdida, sou lembrada: “Aproximemo-nos, então, com toda confiança do trono da graça, onde receberemos misericórdia e encontraremos graça para nos ajudar quando for preciso” (Hebreus 4:16, NVT). É no trono da graça que encontro consolo para as feridas que o mundo causa. É diante de Deus que posso descansar minha mente ansiosa, minha alma ferida, minha vontade de entender tudo.</p><p><br/></p><p>Porque, como está escrito: “É o Senhor quem dirige nossos passos; então, por que tentar entender tudo ao longo do caminho?” (Provérbios 20:24). Deus sabe de todas as coisas — e ainda assim me chama à prudência. Por isso, Ele mesmo me ensina a olhar para a formiga, que, mesmo sendo pequena, planeja com sabedoria: “Observe a formiga... ela não tem chefe, nem supervisor, nem governante, e ainda assim armazena suas provisões no verão; se prepara para o inverno” (Provérbios 6:6-8, adaptado). O planejamento é uma virtude que agrada a Deus. Ele não condena quem busca segurança nos detalhes — Ele nos inspira a isso, desde que saibamos que todo controle está, antes de tudo, em Suas mãos.</p><p><br/></p><p>Assim, reafirmo com gratidão: a perfeição de Deus não está apenas em grandes milagres, mas no cuidado diário que Ele tem em planejar até o mais simples dos meus passos. Basta que eu confie — mesmo quando as pessoas falham, mesmo quando eu mesma vacilo. Porque Deus nunca falha.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-10 05:35:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Amor Que Vale a Pena</title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/3444222793</link>
         <description><![CDATA[<p>Muito se fala sobre o amor de uma mãe por seus filhos, ou de um pai por sua prole. Fala-se das renúncias, dos sacrifícios, da entrega. Das noites mal dormidas, do cansaço engolido, do orgulho deixado de lado. Fala-se da dedicação quase instintiva, do esforço diário para oferecer o melhor, inclusive materialmente, da doação constante, de ceder inúmeras vezes sem esperar retorno.</p><p><br/></p><p>Mas a verdade é que ninguém nasce sabendo ser pai ou mãe. É um aprendizado diário. Ali, diante de um novo ser humano, os pais também precisam descobrir como amar. Aprendem a lidar com alguém que não é extensão deles, mas um universo à parte, com gostos, vontades, fragilidades e forças que muitas vezes destoam das suas. Assim como em qualquer outra relação, o vínculo entre pais e filhos vai se moldando com o tempo, com as experiências compartilhadas, com os desencontros e reencontros da vida.</p><p><br/></p><p>Enquanto conhecem seus filhos, os pais também vão se reconhecendo como indivíduos. Descobrem suas próprias dores, seus traumas silenciosos, suas limitações, suas conquistas internas. Passam a se enxergar não apenas como casal, mas como pessoas singulares tentando amar da melhor forma que conseguem.</p><p><br/></p><p>A Palavra de Deus nos lembra:</p><p>“Honra teu pai e tua mãe, para que tenhas vida longa na terra que o Senhor teu Deus te dá.”</p><p>(Êxodo 20:12)</p><p><br/></p><p>A ciência mostra que é na fase adulta que pais e filhos realmente se conhecem. Afinal, a vida adulta é a etapa mais longa da existência. Se pensarmos bem...</p><p><br/></p><p>Um recém-nascido é conhecido por seus pais por apenas 2 meses;</p><p>A primeira infância dura apenas os primeiros 6 anos;</p><p>A segunda infância se estende dos 7 aos 12;</p><p>A adolescência dos filhos vai dos 13 aos 24 anos;</p><p>E, então, vem a fase adulta, que se estende do agora até o fim.</p><p><br/></p><p>É nesse tempo que temos a chance de olhar para os nossos pais com mais humanidade. Como filha, posso dizer que também aprendi a amar meus pais com o tempo. Não porque antes não os amava, mas porque hoje os vejo além do papel que sempre representaram. Vejo suas falhas, sim, mas também sua força. Suas intenções nem sempre foram compreendidas na infância, mas hoje entendo os silêncios, os “nãos”, os cansaços.</p><p><br/></p><p>Amo meus pais. Amo pelo que fizeram e também pelo que não conseguiram fazer. Amo pelo esforço em continuar tentando, mesmo diante das próprias limitações. E, sobretudo, amo porque aprendi que ser filha também é um chamado à responsabilidade afetiva. É reconhecer que eles também precisam ser cuidados, compreendidos, perdoados.</p><p><br/></p><p>Como diz Provérbios:</p><p>“O filho sábio dá alegria ao pai, mas o insensato despreza a sua mãe.”</p><p>(Provérbios 15:20)</p><p><br/></p><p>Relacionamento entre pais e filhos exige a mesma dedicação que qualquer relação: diálogo, escuta, reconciliação. E, acima de tudo, reciprocidade. Ou seja, o verdadeiro conhecimento vem com o tempo, com o diálogo e com o desejo de se encontrar mutuamente. E essa relação, como um casamento, também precisa de cuidado, esforço e reciprocidade.</p><p><br/></p><p>“Amados, amemos uns aos outros, pois o amor procede de Deus; aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus.”</p><p>(1 João 4:7)</p><p><br/></p><p>Por isso, se tanto se fala do amor de mãe e pai, hoje eu convido você a refletir também sobre o amor de filho. Esse amor que às vezes é exigido, mas nem sempre é construído. Um amor que precisa ser cultivado com presença, maturidade e paciência.</p><p><br/></p><p>A Bíblia diz em Deuteronômio 6:6-7 que as palavras do Senhor devem estar no coração dos pais, e que eles devem ensiná-las com diligência aos filhos, em todo tempo e em todo lugar, quando sentarem em casa, caminharem juntos, deitarem e se levantarem.</p><p>Em outras palavras: educar é uma prática contínua, vivida com exemplo e constância. Não é só corrigir, é estar presente.</p><p><br/></p><p>Mas também sou filha. E como filha, também amo. Também observo. Também me esforço. Muitas vezes, também engulo orgulho e silêncio. E, embora se fale tanto do amor dos pais pelos filhos, é preciso lembrar que o amor do filho pelos pais também existe e também sofre, também deseja ser visto, também se cansa e se alegra.</p><p><br/></p><p>A Bíblia nos lembra:</p><p><br/></p><p>&gt; “Pais, não irritem seus filhos, para que eles não se desanimem.”</p><p>(Colossenses 3:21)</p><p><br/></p><p>Isso porque filhos também têm limites. Não somos recipientes passivos do amor dos pais, também temos sentimentos, necessidades, expectativas. Queremos também construir pontes, não muros.</p><p><br/></p><p>Por fim, o amor que vale a pena é aquele que se compromete a crescer junto. Que não impõe perfeição, mas caminha com sinceridade. Que não se sustenta apenas na obrigação, mas floresce no respeito mútuo, na escuta e na vontade de continuar escolhendo um ao outro, todos os dias.</p><p><br/></p><p>~[Texto escrito há 1 ano e 2 meses (mas que só lembrei de postar hoje)]~</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-10 06:01:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/3444222793</guid>
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         <title>Mais que imagem: um convite à reflexão em Mateus 6 e Êxodo 20. </title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/3449911713</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>“Ninguém pode servir a dois senhores. [...] Não podeis servir a Deus e às riquezas.” (Mateus 6:24)</p><p><br/></p><p>Essa passagem, junto ao primeiro mandamento: “Não terás outros deuses além de mim” (Êxodo 20:3) deveria nos levar a uma reflexão profunda, e não a julgamentos rasos. Muitos leem e imediatamente pensam nas imagens, nos santos, nas práticas externas. Mas será que é só sobre isso?</p><p>Deus, em sua sabedoria eterna, nos chama para além da letra. Ele quer que leiamos com o espírito, com o coração inclinado a compreender. Não para atacarmos o outro, mas para olharmos para dentro de nós mesmos.</p><p><br/></p><p>Idolatria é tudo o que ocupa o lugar de Deus no nosso coração. E, hoje, ela se manifesta nas formas mais sutis:</p><p><br/></p><p>-No vício pelas redes sociais; </p><p>-Na busca obsessiva por aparência, status e performances;</p><p>-No culto ao corpo, à roupa, ao lazer exagerado;</p><p>-No celular que rouba o tempo da oração;</p><p>-No desejo de ser visto, curtido e seguido.</p><p>-Amizades rasas, copos cheios e distrações barulhentas. </p><p><br/></p><p>“Pois onde estiver o seu tesouro, aí estará também o seu coração. (Mateus 6:21)</p><p><br/></p><p>A idolatria não é só dobrar os joelhos diante de uma imagem. É dobrar a alma diante de qualquer coisa que não seja Deus.</p><p><br/></p><p>E aqui entra a importância da dialética: a capacidade de refletir além da superfície. Quando lemos “não adorar imagens”, precisamos ir além da literalidade. Devemos nos perguntar:</p><p><br/></p><p>O que, hoje, tem sido minha imagem de adoração?</p><p>No que tenho confiado mais que em Deus?</p><p>Será que tenho buscado entendimento ou apenas repetido o que ouvi?</p><p><br/></p><p>O maior perigo é sermos rápidos para julgar os outros e lentos para nos examinarmos. E o rastro digital escancara isso: vemos a exposição dos pecados alheios, mas escondemos bem os nossos.</p><p><br/></p><p>Ser cristão é um chamado à profundidade. À consciência. À autoavaliação constante.</p><p><br/></p><p>“O Senhor, porém, não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração.” (1 Samuel 16:7)</p><p><br/></p><p>Vamos deixar de lado a fé superficial, a interpretação rasa, o julgamento precipitado. Vamos mergulhar na Palavra com humildade e permitir que o Espírito nos transforme. Porque Deus não quer apenas que deixemos de adorar imagens externas, Ele quer habitar o trono do nosso coração.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-14 05:25:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Dona: antes do meu amor, agora, da minha dor. </title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/3534751082</link>
         <description><![CDATA[<p>Ela (<s>e aqui eu escolho não dizer o nome, mas é uma figura importante e que exerce um papel social imprescindível na vida de qualquer um</s>). </p><p><br/></p><p>Há ofensas que não gritam, mas ecoam. Elas não quebram objetos nem fazem escândalo, ou seja, não são facilmente notadas. <strong>Ela</strong> tem um desvio sutil de olhar, uma ausência em meio à presença, um elogio que nunca veio, embora tantos tenham sido feitos para outros. </p><p><strong>Ela</strong> é uma dessas presenças que silenciam; que não negam com palavras, mas com a forma como fala; que não rejeita abertamente, mas também nunca celebra; que mantêm o tom neutro quando a vida pede entusiasmo; que escuta, mas não ouve e que vive perto, mas não se aproxima.</p><p>E esse tipo de presença molda. </p><p>Porque a falta de reconhecimento de quem é importante para nós não machuca só pela falta, mas pelo que ensina: ser quem se é talvez não seja suficiente. Que, para valer algo, é preciso ter certas marcas: diploma, corpo, beleza, cor, resumidamente, a aparência… E quando não se tem nada disso, tudo o que se faz parece ter que ser o dobro, o triplo. </p><p><strong>Ela</strong>, aqui também me lembra outra questão, deixou de ser só uma pessoa… se tornou metáfora: o retrato de um <strong>sistema</strong> que despreza o que nutre, que despreza o que educa, que despreza o que é feito em silêncio. </p><p><strong>Ela</strong> me lembra esse <strong>sistema</strong> que só enxerga resultados, que só reconhece conquistas visíveis. Um sistema que exige performance, que cobra aparência, que escolhe quem exibe e silencia quem sustenta. <strong>Ela</strong> é o retrato de uma lógica que me feriu tantas vezes. Porém…</p><p>Eu posso ser qualquer coisa. Eu sei disso. Eu tenho inteligência, esforço e capacidade, sei pesquisar, argumentar e posso ser qualquer coisa: advogada, gestora, escritora, secretária, cozinheira, o que eu quiser. Mas a verdade é que não haveria como eu ser outra coisa. Tudo em mim sempre me levaria até esse lugar. Ser sensível, crítica, às vezes prática, com toda certeza analítica, criteriosa e qualquer coisa que eu tentasse ser ainda me traria até aqui. Porque aqui é onde tudo em mim faz sentido. Porque ensinar, pra mim, não é função, a minha existência clama por docência.</p><p>Minha profissão também carrega esse silêncio. A docência não gera riqueza material, não causa alarde, não atrai holofotes, nem tem status. Formar, cuidar, ensinar: tudo isso acontece longe dos aplausos, só têm cobranças. É uma escolha que o <strong>sistema</strong> ignora, assim como <strong>ela</strong> me ignora.</p><p>Mas não foi o acaso que me trouxe até aqui, porque só nesse lugar é possível transformar a dor em potência. Porque só nesse espaço o que eu sou, deixa de ser insuficiente e passa a ser necessário.</p><p>E talvez seja por isso que <strong>ela</strong> nunca tenha conseguido reconhecer valor no que eu sou, porque o que <strong>ela</strong> rejeita em mim é justamente o que se torna essencial à um educador e é da mesma forma que o <strong>sistema</strong> rejeita a docência: não porque não importa, mas justamente porque importa demais, pelo motivo que a educação transforma e exige humanidade. </p><p><br/></p><p>&lt;Obs: eu amo metáforas&gt; </p><p><br/></p><p>-Ariam Rodrigues (2025) </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-04 04:06:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/3786576279</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2026-02-11 14:39:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O amor que não sabia acolher, mas nunca faltou</title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/3786581607</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao observar a fotografia, vejo uma criança que recebe aplausos. O corpo pequeno ocupa o centro da cena, cercado por signos de celebração. No entanto, a imagem revela algo que não se fotografa: o silêncio interno de uma infância emocionalmente desassistida. Trata-se de uma criança que não dava trabalho, mas que por dentro fazia muito barulho. Essa contradição, amplamente discutida na literatura sobre desenvolvimento emocional, é característica de infâncias marcadas pela precocidade e pela autossuficiência forçada (WINNICOTT, 1975).</p><p><br></p><p>Fui uma criança confortável do ponto de vista material, mas profundamente desconfortável no plano emocional. Minha educação afetiva foi terceirizada: à escola, às amizades, às influências externas, ao entretenimento e, mais tarde, à internet. Cresci como muitas crianças contemporâneas descritas por Postman (1999): exposta precocemente a conteúdos, decisões e experiências para as quais ainda não havia maturidade psíquica. Aprendi cedo demais, senti cedo demais, decidi cedo demais.</p><p><br></p><p>Minha mãe (e meu pai também, claro) não souberam exercer a parentalidade no sentido emocional do termo. Não houve conversas acolhedoras, escuta sensível ou validação dos sentimentos. Contudo, reduzir essa relação à ausência seria injusto. O amor que me foi oferecido não era verbal, nem simbólico; era um amor de atitude. Um amor atitudinal.</p><p><br></p><p>Ela nunca soube me confortar emocionalmente, mas sempre soube agir. Estava presente nas filas do SUS, nos exames, nos remédios tomados na hora certa. Nunca perdeu um prazo escolar, uma reunião, uma inscrição. Acompanhou todas as minhas formaturas (da infância à pós-graduação)... Esteve comigo na primeira inscrição na faculdade, organizando documentos, revisando datas, sustentando o processo e em todos esses processos seletivos por aí que aparecem.</p><p><br></p><p>Um episódio emblemático dessa presença foi a redação do PROERD, no quinto ano do ensino fundamental. O prêmio que recebi (3° lugar entre as escolas do município) não foi apenas meu: foi minha mãe quem esteve ao meu lado, escolhendo palavras, organizando ideias e insistindo. Sem ela, não haveria prêmio, foto na prefeitura, aplausos ou reconhecimento público. Aquele texto já anunciava algo que hoje compreendo melhor: minha trajetória sempre foi atravessada por ela, mesmo quando o afeto não sabia se nomear.</p><p><br></p><p>Ao revisitar essa fotografia, não sinto mágoa. Sinto compaixão. Não uma compaixão romantizada, mas aquela descrita por Hannah Arendt (2007): a capacidade de reconhecer o outro como humano, limitado, atravessado por dores que muitas vezes não sabe nomear. Perdoo não porque o perdão me traga paz imediata, mas porque compreendo que estamos falando de uma mulher que também foi ferida, que também aprendeu a amar com os recursos que tinha.</p><p><br></p><p>Hoje, nossa relação é diferente. Mais leve, mais consciente. Em alguns momentos, ela não ocupa o lugar simbólico de mãe, mas de amiga (e, muitas vezes, de alguém que precisa de cuidado)... A criança daquela foto cresceu, tornou-se adulta, pedagoga, e passou a compreender que o amor não se manifesta apenas pelo acolhimento emocional, mas também pela presença concreta, pela responsabilidade e pela constância… e com nós duas, sim, meu Deus, precisa de muita constância (não fomos fáceis).</p><p><br/></p><p>-Ari Rodrigues (28.01.26)</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-02-11 14:43:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O perigo da ilusão da tranquilidade </title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/3786612933</link>
         <description><![CDATA[<p>Estive refletindo ultimamente sobre o perigo da ilusão da tranquilidade e há quem deseje a tranquilidade como condição suprema de um relacionamento amoroso; todo mundo quer paz no amor, mas confundem a tranquilidade como ausência de conflitos: como suavidade constante, como superfície lisa onde nada pode ameaçar desestabilizar. Contudo, talvez resida aí uma das ilusões mais perigosas das relações contemporâneas: confundir harmonia com silêncio.</p><p><br></p><p>O conflito não é necessariamente ruptura. Ao contrário, ele é, historicamente e filosoficamente, combustível de transformação. A própria formação de sujeito ocorre nesse embate. Não há crescimento onde não há tensão. A história prova que a mudança real exige voz, como bem pontuou o educador Paulo Freire, a libertação é um ato social que ocorre por meio da comunicação e da conscientização, ou seja, confronto de ideias.</p><p>Karl Marx, ao reinterpretar essa dialética, afirma que as transformações sociais emergem do conflito entre forças contraditórias (MARX; ENGELS, 1848). As revoluções não nasceram do conforto, precisam de fricção.</p><p>E como aqui no meu Blogger só me expresso acerca do sentimento, vamos lá…<br></p><p>Se fosse transportar essa lógica para o campo afetivo não significa que estou defendendo a agressividade ou o desgaste constante, mas reconhecer que a diferença é constitutiva do encontro; duas pessoas com suas subjetividades não se fundem sem atrito. Quando alguém interpreta qualquer aprofundamento como ameaça, talvez não esteja buscando tranquilidade, mas controle do clima emocional: um espaço onde nada o confronte, onde nenhuma pergunta o desloque. Busca continuar na sua própria superfície. E existe uma forma de tranquilidade que não é paz, mas suspensão. Uma calma que não nasce da maturidade, e sim da recusa em mover-se. À primeira vista, ela parece confortável: não há gritos, não há imposições, não há turbulências explícitas. Contudo, sob essa superfície, pode existir algo mais inquietante: a ausência de profundidade.</p><p><br></p><p>Há sujeitos que afirmam buscar apenas leveza, apenas convivência serena, apenas a companhia sem exigências. No entanto, quando a conversa se desloca para territórios mais densos, como a identidade, responsabilidade, futuro, compromisso, esse diálogo é confundido com ameaça. Como se qualquer pergunta mais funda fosse, automaticamente, uma tentativa de guerra. Mas não é possível conhecer verdadeiramente alguém evitando as zonas de tensão. Conhecer implica fricção; não há autoconsciência sem confronto. O sujeito só se constitui no embate, no deslocamento de suas certezas. Assim, quando alguém afirma não se conhecer plenamente (mesmo após décadas de vida) e, ainda assim, reivindica o direito de conhecer profundamente o outro, se instala um questionamento inquietante em mim (trazendo pro português bem “dizido” kkkk chamo de hipocrisia): Como desejar mergulhar na complexidade alheia sem antes enfrentar as próprias camadas?</p><p>A ausência de autoconhecimento pode tornar-se confortável. Permanecer na indefinição protege contra decisões, contra riscos, contra a necessidade de transformação. A promessa de “um dia” substitui a ação concreta no presente. E o futuro torna-se uma espécie de álibi permanente: vamos chamar de desculpas esfarrapadas?</p><p><br></p><p>A estagnação, muitas vezes, se mascara de prudência. A repetição de justificativas, como, “preciso disso para começar”, “um dia eu mudo”, “ainda não é o momento”, tudo isso pode funcionar como mecanismo de autossabotagem. Jean-Paul Sartre (1943) chamou de má-fé o movimento pelo qual o sujeito foge da própria responsabilidade, atribuindo a circunstâncias externas aquilo que é, em grande parte, escolha. A liberdade assusta porque implica assumir as consequências do que se é e do que se faz.</p><p><br></p><p>O verdadeiro fracasso, nesse sentido, não reside na ausência de bens materiais ou conquistas sociais. Ele se instala quando o indivíduo se torna incapaz de enfrentar a própria vontade, de governar seus impulsos, de agir para transformar aquilo que reconhece como problema.<br></p><p>O conflito interno é inevitável; a diferença está entre reconhecê-lo como chamado à ação ou acomodar-se nele; quando a tranquilidade serve para justificar a permanência no mesmo lugar, ela deixa de ser virtude e passa a ser paralisia. Relacionar-se com alguém que evita mover-se pode significar, inevitavelmente, ser puxado para essa mesma imobilidade. E há algo profundamente doloroso em perceber que o tempo investido talvez tenha sido absorvido por essa inércia.</p><p>O conflito não é o inimigo do amor. A superficialidade, para mim, que é. O amor exige atravessar a desconfortável tarefa de tornar-se melhor: não apenas para o outro, mas para si. Exige disciplina, autocrítica, responsabilidade. Exige abandonar o “um dia” e assumir o “hoje”.</p><p>Talvez a pergunta mais honesta não seja se houve conflito demais entre nós, mas se houve profundidade suficiente (vejo que não). Só posso te dizer que a tranquilidade que teme a mudança não é serenidade: é medo disfarçado de conforto.</p><p><br></p><p>Zygmunt Bauman (2003) argumenta que as relações na modernidade líquida tendem a evitar compromissos que exijam enfrentamento emocional. Prefere-se a leveza à densidade, a fluidez à responsabilidade de sustentar diálogos difíceis. Porém, o amor maduro exige a coragem do desconforto. Exige que se atravesse o conflito para alcançar entendimento.</p><p>Existe uma diferença entre conflito destrutivo e conflito dialógico. O primeiro visa vencer; o segundo, compreender. Quando um dos lados entende a conversa profunda como briga, o problema talvez não seja o conteúdo, mas o medo de perder a sensação de estabilidade.</p><p><br></p><p>Uma relação verdadeiramente tranquila não é aquela onde não há conflitos, mas aquela onde os conflitos podem existir sem que o vínculo seja ameaçado. A paz que nasce da maturidade é diferente da paz que nasce da fuga. A primeira sustenta; a segunda silencia.</p><p>Talvez seja preciso desconfiar da tranquilidade que não suporta perguntas. Porque o amor não é ausência de tensão; é capacidade de atravessá-la juntos.</p><p><br></p><p>-Ari Rodrigues (11.02.26)<br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-02-11 15:02:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>LIVROS</title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/3788372608</link>
         <description><![CDATA[<p>https://padlet.com/ariesha/mostra-de-arte-4jh0so8hh51d7tl1</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2026-02-12 17:58:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Separação de quê? divórcio ou conflitos internos? </title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/3815145127</link>
         <description><![CDATA[<p>Desde muito cedo, por aqui pela minha vida, a experiência de crescer foi também a experiência de aprender a cuidar de si mesma. Em muitas famílias marcadas por conflitos constante, a minha infância/adolescência deixou de ser um tempo de amparo e se transformou em um processo precoce de amadurecimento, porque a criança observa, interpreta, silencia e, muitas vezes, tenta compreender sozinha aquilo que ainda não possui linguagem para explicar (aconteceu comigo)... Foi nesse cenário que se formou uma consciência sensível: a percepção de que faltavam olhares atentos, daqueles que não apenas veem, mas reconhecem a existência emocional do outro.</p><p>Durante anos, meu cotidiano foi atravessado por uma atmosfera de guerra silenciosa. Não uma guerra de batalhas abertas o tempo todo, mas uma tensão permanente, que paira no ambiente doméstico e atravessa a formação subjetiva dos filhos (meu irmão e eu). A psicologia do desenvolvimento aponta que conflitos conjugais intensos e contínuos podem gerar sentimentos de insegurança, hipervigilância emocional e amadurecimento precoce nas crianças, pois elas passam a tentar interpretar e antecipar os conflitos do ambiente familiar (CUMMINGS; DAVIES, 2010).</p><p>Nesse contexto, nasce muitas vezes uma esperança silenciosa: a crença de que, quando se cresce, quando se torna adulto, tudo finalmente se organiza (eu queria muito ser adulta logo). A criança imagina o adulto como alguém capaz de sentar à mesa, olhar nos olhos e dizer: “vamos resolver isso”. Essa imagem da maturidade é profundamente simbólica, porque representa a ideia de que o tempo produz sabedoria. No entanto, a experiência da vida me mostrou que crescer biologicamente não significa necessariamente amadurecer emocionalmente. O psicanalista Donald Winnicott argumenta que o amadurecimento emocional depende de ambientes suficientemente estáveis e de relações capazes de sustentar o desenvolvimento psíquico; quando isso não ocorre, muitos adultos permanecem presos a padrões de conflito e imaturidade emocional. Meus pais nunca "burros" (cognitivamente falando), mas essa luta de egos entre os dois, os tornavam "burros", porque a nossa família estava perdendo. E Mesmo diante dessa realidade, a esperança permaneceu.</p><p>A fé na família como espaço de reconciliação nunca deixou de existir (sempre acreditei na instituição familiar)... Houve orações, lágrimas e desejos profundos de que, algum dia, a paz finalmente chegasse.</p><p>A ideia de paz, nesse caso, não era apenas ausência de conflito, mas a possibilidade de convivência verdadeira: duas pessoas dispostas a se ouvir, a compreender o outro e a reconstruir o vínculo.</p><p>~~~~ pausa dramática ~~~~</p><p><br></p><p>Contudo, o tempo revelou outra forma de resposta. Depois de décadas de convivência marcada por conflitos, veio a separação.</p><p><br></p><p>Aquilo que durante tanto tempo parecia impensável tornou-se realidade (porque depois de anos, nós, os filhos, pensamos "mais de 24 anos juntos, vão permanecer nessa comodidade pra sempre)... À primeira vista, isso parece contraditório com as orações feitas ao longo da vida. Afinal, pedir paz para uma família parecia significar que todos continuariam juntos. Mas a experiência humana mostra que nem toda permanência gera harmonia.</p><p>Na filosofia das relações humanas, há um princípio recorrente: algumas formas de convivência se tornam destrutivas quando permanecem unidas apenas por obrigação ou por hábito.</p><p>O sociólogo Zygmunt Bauman argumenta que relações humanas só se sustentam quando há reconhecimento mútuo e disposição para o diálogo; quando isso desaparece, a relação tende a produzir sofrimento contínuo em vez de cuidado (BAUMAN, 2004). Nesse sentido, a separação pode assumir um significado paradoxal: ela não é necessariamente o fracasso da paz, mas, em certos casos, o único caminho possível para que a paz exista.</p><p>Às vezes, duas pessoas passam anos tentando misturar aquilo que, na prática, não encontra harmonia. Assim como óleo e água permanecem distintos mesmo quando colocados no mesmo recipiente, algumas relações se mantêm em permanente fricção quando forçadas à convivência.</p><p>A maturidade, então, passa a ser compreendida de outra forma. Não apenas como a capacidade de permanecer juntos, mas também como a capacidade de reconhecer limites. Às vezes, cuidar da própria mente e da própria história exige distância. Não como abandono, mas como reorganização da vida.</p><p>Assim, aquilo que antes parecia uma ruptura pode ser reinterpretado como um rearranjo necessário. A paz talvez não estivesse em manter a guerra sob o mesmo teto, mas em permitir que cada pessoa cuide de si, reconstrua seus próprios caminhos e encontre novas formas de existir.</p><p>No fundo, a oração feita durante tantos anos talvez não tenha sido ignorada. Talvez ela tenha sido respondida de uma forma diferente do que se imaginava. A paz nem sempre chega pela reconciliação das diferenças; às vezes ela chega quando finalmente se reconhece que algumas batalhas só terminam quando deixam de ser travadas no mesmo campo.</p><p>Mesmo assim, sigo agradecendo pela família que me eles me permitiram crescer. Não posso negar que sempre tive o bom dentro de casa (materialmente), mas a nossa vontade era ter o bom que, possivelmente, só teria dentro do coração deles (emocionalmente).</p><p>Sigo crendo na instituição familiar, mas agora, de outra forma,... juntos só que separados.</p><p><br></p><p>06.03.26 </p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-06 16:27:49 UTC</pubDate>
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         <title>JESUS</title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/3818746957</link>
         <description><![CDATA[<p>Para mim, Jesus é o caminho porque foi nele que encontrei direção quando minha vida parecia cheia de perguntas. Ao longo da caminhada, enfrentei momentos difíceis que me fizeram amadurecer muito cedo e aprender, às vezes pela dor, o valor do cuidado.</p><p>Durante muito tempo procurei sentido em muitas coisas e em muitas pessoas, mas percebi que nada preenchia completamente aquilo que existia dentro de mim. </p><p>Em Jesus encontrei algo que o mundo muitas vezes não oferece: graça, restauração e um novo começo. Ele me ensinou que a nossa história não precisa ser definida pelas feridas que carregamos, mas pode ser transformada pela esperança que recebemos.</p><p>Hoje sigo buscando crescer, cuidar da minha vida, do meu coração e das pessoas ao meu redor, sempre lembrando que caminhar com Cristo é um processo diário. Para mim, Ele é o caminho porque foi através dele que encontrei sentido, direção e a certeza de que minha vida tem propósito.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-10 04:47:33 UTC</pubDate>
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         <title>Há uma diferença silenciosa entre quem escolhe um limite e quem apenas nunca teve a chance de atravessá-lo.</title>
         <author>ariesha</author>
         <link>https://padlet.com/ariesha/ariesha/wish/3981419353</link>
         <description><![CDATA[<p>Sempre ouvi julgamentos sobre quem vive com liberdade: como sair, conhecer pessoas, beber ocasionalmente ou ocupar o próprio tempo fosse, por si só, um defeito moral. Mas comecei a me perguntar: <strong>será que toda condenação nasce de uma convicção? Ou algumas nascem da impossibilidade?</strong></p><p><br/></p><p>Existe uma frase que sempre me acompanha: </p><p><br/></p><blockquote><p>"a ânsia de ter e o desejo de possuir". </p></blockquote><p><br/></p><p>Talvez porque o ser humano, muitas vezes, deseje justamente aquilo que lhe é negado. E quando não pode possuir, transforma o desejo em discurso. Não porque deixou de querer, mas porque aprendeu a chamar de errado aquilo que nunca pôde experimentar.</p><p><br/></p><p>Foi então que percebi que a maior diferença entre nós dois talvez nunca tenha sido a forma de viver, mas a forma como fomos criados.</p><p><br/></p><p>Eu cresci cercada por uma liberdade que, para muita gente, parece exagerada... Não porque meus pais sejam ausentes. Pelo contrário. Eles me deram algo muito mais difícil do que a vigilância: a confiança. </p><p><br/></p><p>A liberdade é curiosa. Ela revela caráter mais do que o controle. Quem vive preso às regras pode parecer virtuoso, mas talvez apenas nunca tenha tido outra opção. A verdadeira virtude aparece quando existe liberdade para fazer tudo e, ainda assim, se escolhe o que faz sentido.</p><p><br/></p><p>Eles conhecem o meu caráter antes de conhecerem os meus caminhos. Sabem que eu erro, porque sou humana, mas também sabem que aprendi a responder pelas consequências das minhas escolhas. Confiam na minha inteligência, no meu discernimento, na minha capacidade de perceber quando um ambiente deixa de ser seguro e, principalmente, na educação que construíram em mim ao longo da vida.</p><p><br/></p><p>Eles nunca precisaram controlar cada passo meu para que eu soubesse quem eu sou.</p><p><br/></p><p>Talvez porque tenham entendido que valores não se sustentam pela fiscalização, mas pela consciência. Quem só faz o certo quando está sendo observado não aprendeu a ser responsável; aprendeu apenas a obedecer.</p><p><br/></p><p>Foi essa confiança que me ensinou algo precioso: liberdade não é fazer tudo o que se quer. Liberdade é saber que se pode fazer quase tudo e, ainda assim, escolher aquilo que preserva quem somos.</p><p><br/></p><p>Talvez seja por isso que algumas pessoas confundam liberdade com irresponsabilidade. Não porque toda liberdade leve ao excesso, mas porque nunca experimentaram uma liberdade acompanhada de responsabilidade.</p><p><br/></p><p>No fim, percebi que muitos julgamentos dizem menos sobre quem é julgado do que sobre quem julga. Às vezes, não se condena aquilo que é errado; condena-se aquilo que se gostaria de viver.</p><p><br/></p><p>Talvez algumas pessoas critiquem a liberdade porque nunca aprenderam a caminhar com ela. Não porque lhes falte vontade, mas porque lhes faltou a oportunidade de descobrir quem seriam sem a necessidade constante de aprovação, controle ou vigilância.</p><p><br/></p><p>Eu não agradeço aos meus pais por terem me dado liberdade. Agradeço por terem acreditado que eu seria capaz de honrá-la. Porque existe uma diferença imensa entre receber permissão para viver e receber a confiança de alguém que olha para você e pensa: "Eu sei quem você é."</p><p><br/></p><p>E talvez essa seja uma das formas mais bonitas de amor.</p><p><br/></p><p>A maior prisão não é viver cercado por limites. A maior prisão é convencer-se de que nunca desejou ser livre.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-07-13 17:38:25 UTC</pubDate>
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