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      <title>Introdução Aos Estudos Literários  by Filipa Corunha</title>
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      <pubDate>2022-03-06 16:03:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>filipacorunha</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-06 16:04:32 UTC</pubDate>
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         <title>Aula de Apresentação </title>
         <author>filipacorunha</author>
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         <description><![CDATA[<div>No início desta aula começamos por elaborar uma atividade interativa sobre quais as expectativas que cada aluno achava que seria e que conteúdos seriam lecionados na unidade curricular Introdução Aos Estudos Literários.<br>Fizemos também um pequeno jogo " duas verdades e uma mentira" que nos deu a oportunidade de nos conhecermos melhor uns aos outros e como já temos amizades deste o inicio do ano letivo foi mais fácil de descobrir as mentiras de alguns colegas.&nbsp;<br><br>Esta aula foi direcionada à apresentação da unidade curricular onde analisamos o guia de IEL.<br>&nbsp;Vimos os resultados da aprendizagem e as competências onde no final deste semestre devemos ser capazes de conhecer os conceitos-chave da linguagem literária assim como: poetas, retórica, períodos e géneros literários; saber a importância do estudo do texto literário; saber dominar a terminologia e os métodos de análise crítica do texto literário; saber identificar as diferentes épocas e correntes da história da literária portuguesa; conhecer os métodos de trabalho que contribuam para desenvolver as competências de leitura e compreender a especificidade dos estudos literários como o objeto de estudo, os métodos e as abordagens teóricas. &nbsp;<br>&nbsp; Analisamos também os conteúdos que serão abordados ao longo desta unidade curricular.<br>&nbsp;<br>Posteriormente analisámos os elementos  de avaliação e a forma como ela esta organizada. Falamos também sobre a importância da assiduidade.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-06 16:10:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>filipacorunha</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Literatura pode ser vista como um instrumento de intervenção social.&nbsp;<br>Segundo Sartre o escritor é responsável por intervir na sociedade em que se insere de modo a envolver o leitor para essa intervenção e assim fazer com que o leitor participe na sociedade e que tenha voz para a modificar.<br>A definição de literatura como ato cultural não procura justificações ou finalidades fora de si própria mas sim, existe independentemente das solicitações de ordem social, onde trás para si valores e princípios da arte pela arte.<br>A literatura pode ser vista como alienante, que impele o leitor para um&nbsp; outro universo, prendendo-se com a relação do sujeito com o mundo que o rodeia, no sentido de se autoconhecer e de se autodominar.&nbsp;<br>&nbsp;O escritor aproveita a influência e o poder que tem na comunidade em que se integra. Esse poder é tanto maior quanto maior for os instrumentos de promoção do escritor, o que justifica a sua capacidade de intervenção na vida pública. Por vezes, os escritores confrontam-se com restrições, impostas pela censura, que lhes tira&nbsp; liberdade. Temos como exemplos, Gil Vicente e Camões. E, por isso, eles procuraram proteção que envolve uma certa componente económica.&nbsp;<br>Na ditadura salazarista os escritores que pretendiam passar uma mensagem sem serem apanhados pelo lápis azul tinham de passar uma mensagem com duplo sentido.<br>&nbsp;O direito de propriedade intelectual veio alterar esta situação&nbsp;<br>Com a leitura é possível viajar sem sequer sair de casa, permite entrar naquele universo e viver/sentir o que as personagens estão a sentir.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 11:04:41 UTC</pubDate>
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         <title>Cânone Literário:</title>
         <author>filipacorunha</author>
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         <description><![CDATA[<div>O cânone literário é o conjunto de obras literárias e autores. <br>O cânone resulta de três fatores muito importantes para a sua formação:<br>&nbsp; &nbsp; -&nbsp; A seletividade;<br>&nbsp; &nbsp; -&nbsp; A permanência (se a obra existir para além do seu tempo e espaço);<br>&nbsp; &nbsp; - &nbsp; A formatividade.<br>&nbsp;Estabiliza-se desta forma a opinião cultural cujos valores emanam do cânone e contribuem para a construção de um certo gosto literário.&nbsp;<br>Estes valores determinam a intemporalidade do cânone literário e o papel&nbsp; desempenhado pelo poder é fundamental para analisarmos a questão da configuração, da manutenção e difusão do cânone.&nbsp;<br>Quando uma obra ganha um prémio permite pertencer ao cânone literário.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 11:59:49 UTC</pubDate>
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         <title>Qualidade da obra </title>
         <author>filipacorunha</author>
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         <description><![CDATA[<div>Por vezes, a qualidade de uma obra acaba por depender da imagem que os leitores têm do escritor e da aprovação sociocultural.<br>Por outro lado, o leitor acaba por dar importância à forma de como esta escrito. Estes pormenores acabam por influenciar a valorização de certos autores e obras. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 18:08:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>filipacorunha</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<br>Nesta aula analisamos os exemplos da dimensão sociocultural através dos poemas "A Carta" e " Trova do vento que passa"&nbsp; de Manuel Alegre.<br>No primeiro poema "A Carta" vimos que não tem nada haver com um uma carta por causa da sua estrutura, das rimas e do número de estrofes. Vimos também que esta carta é dirigida a Camões onde serve como uma forte crítica ao Rei, as pessoas da corte e à sociedade. Vemos também a importância de Camões na literatura portuguesa.&nbsp;<br>No poema seguinte "Trova do Vento que passa" de Manuel Alegre vemos que esta obra literária foi escrita em 1963, onde estávamos no Estado Novo, na época da ditatura e na guerra do Ultramar.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-19 17:25:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>filipacorunha</author>
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         <description><![CDATA[<div>Esta aula teve início com uma breve discussão sobre os trabalhos individuais que cada um tem de apresentar e a data da sua respetiva&nbsp; apresentação tanto para o modo narrativo, dramático e lírico. Foi esclarecido também algumas dúvidas sobre este tema.&nbsp;<br>Posteriormente analisámos o poema "Acusam-se de Mágoa e Desalento" de Carlos de Oliveira onde vimos que a dimensão sociocultural desta obra era relativa ao fascismo, pois encontra-se representado as tensões da vida social onde eles não podiam escrever o que queriam nem o que pensavam mas felizmente nos dias de hoje isso já não acontece.<br>Analisámos também o poema "Rendimento", onde vimos que a dimensão sociocultural desta obra esta relacionada com o tempo de tuberculose onde eram vividos tempos muito complicados onde o rendimento era só esmolas.<br> Por fim continuamos com os conceitos de literatura  </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-19 18:49:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>filipacorunha</author>
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         <description><![CDATA[<div>Começamos esta aula por fazer algumas apresentações do modo dramático.<br>De seguida fomos para a Biblioteca Municipal de Bragança assistir à apresentação do livro, "Observação da Gravidade", do poeta André Osório.&nbsp;<br>André Osório nasceu em Portugal, na capital em 1998. Tirou a licenciatura em Estudos Portugueses&nbsp; na Universidade Nova de Lisboa. Encontra-se neste momento a terminar o mestrado em Teoria da Literatura na Universidade de Lisboa.<br>Foi em agosto de 2020 que ele&nbsp; publicou sua primeira coleção de poesias intitulada de "Observação da Gravidade".<br>Gostei de assistir esta apresentação com o escritor, apesar que achar que ele ainda não esta muito à vontade em falar em público, o que compreendo pois a carreira dele esta no início.&nbsp;<br>Mas é sempre bom pois ficamos a obter novos conhecimentos e novas experiências através dos conhecimentos dos escritores .</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 12:28:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>filipacorunha</author>
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         <description><![CDATA[<div>À tarde fomos ao Teatro Municipal de Bragança assistir à peça de teatro "O Ano da Morte de Ricardo Reis" de José Saramago.&nbsp;<br>O "Ano da Morte de Ricardo Reis" é um romance escrito em 1984&nbsp; cujo protagonista é o heterónimo Ricardo Reis de Fernando Pessoa.<br>Foi a primeira vez que tive contacto com esta obra e gostei bastante.&nbsp;<br>Gostei muito de ir ao Teatro Municipal de Bragança, pois é sempre bom este tipo de aulas onde a forma de captar a matéria proposta é muito mais rápido e melhor do que uma aula expositiva. &nbsp;<br>dimensão sociocultural </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 12:34:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>filipacorunha</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Olá, eu sou a Filipa Corunha, nasci em Vila Real no dia 1 de março de 2002.<br>&nbsp; Sou do distrito de Vila Real, do conselho de Sabrosa, terra de Fernão Magalhães, da freguesia de São Martinho De Anta, a terra de Miguel Torga.<br>&nbsp; No secundário tirei o curso de Línguas e Humanidades na escola Miguel Torga em Sabrosa.<br>&nbsp; Entrei na 1ª fase em Aveiro na ESTGA no curso de Secretariado e Comunicação Empresarial mas consegui entrar na 2ª fase no IPB como 1ª opção.<br>&nbsp; O curso de educação básica sempre foi algo que me chamava à atenção e era o que eu imaginava&nbsp; fazer no futuro; dar aulas aos meninos do 1º e 2º ciclo e sei que irei realizar esse sonho.<br><br>Sou uma pessoa divertida, criativa, muito imaginativa que passa a maior parte do tempo no "mundo da Lua".<br>&nbsp; &nbsp; Adoro música, adoro ver séries, animes, casos policiais, histórias de serial killers, adoro passear e conhecer coisas novas.<br><br><br><br>&nbsp; &nbsp;<br><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-11 14:08:45 UTC</pubDate>
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         <title>Peter Pan de J.M Barrie </title>
         <author>filipacorunha</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-16 10:08:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>filipacorunha</author>
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         <description><![CDATA[<div>A obra que escolhi para a realização deste trabalho foi o clássico da literatura infanto-juvenil Peter Pan de J.M Barrie. Ela foi apresentada pela primeira vez como peça de teatro em 1904 e mais tarde como romance em 1911. Peter Pan chegou à Broadway em 1954 e conquistou Tony Awards. O site por onde li este livro tem como editora Zahar.</div><div>&nbsp;Escolhi este livro pois, entre os demais, foi o que me chamou mais a atenção. Era um livro em que eu já tinha alguns conhecimentos, mas é sempre bom recordá-los. E esta foi uma das decisões pela escolha desta obra!&nbsp;</div><div>James era o irmão mais novo de três irmãos, infelizmente um deles acaba por falecer e é este acontecimento que acaba por marcar significativamente o autor pois, James recorda-o como o “menino que nunca chegou a crescer”. Este acontecimento vai ser um dos pontos de partida para esta incrível história onde a nossa personagem principal, Peter Pan, é conhecida como o menino que nunca cresce.</div><div>Este livro narra a história&nbsp; &nbsp; de um menino chamado Peter Pan com características únicas que o tornam muito especial, é um jovem de espírito livre, arrogante, egoísta e egocêntrico (“Infelizmente, ele já esquecera que devia sua alegria a Wendy. Achava que ele mesmo tinha grudado a sombra. – Como sou esperto! – vangloriou-se, num verdadeiro êxtase. – Ah, como é grande a minha esperteza! “). Ele vive numa terra mágica cheia de seres místicos como sereias, fadas e piratas, chamada da Terra do Nunca, mas nem todas as pessoas conseguem chegar a este magnifico lugar pois para entrar é preciso acreditar sem questionar e neste aspeto os únicos que conseguem são as crianças. James descreve a ilha com detalhes tão criativos tão mágicos que faz com que cada um imagine esta ilha como quiser.</div><div>Peter juntamente com Sininho encontraram Wendy, uma menina contadora de histórias com uma voz tão doce, tão calma que Peter não resistiu ao deixar de ouvir e logo soube que ela seria uma ótima “mãe” para ele e os meninos perdidos. Logo levou Wendy e os seus irmãos para a incrível Terra do Nunca. O tempo que eles passaram nesta ilha vão ser vividos da melhor maneira possível com as melhores aventuras e passar por verdadeiros perigos. Infelizmente, tudo o que é bom acaba depressa e Wendy acaba por pedir para regressar a casa com os seus irmãos, pois sabe que os seus pais poderiam estar preocupados. Mesmo assim, a Terra do Nunca não parou de receber novas “mães” com muita imaginação e criatividade.</div><div>&nbsp;</div><div>O autor mesmo escrevendo um livro infantil não deixa de fazer críticas à sociedade da época. Estas críticas podemos encontrar, por exemplo, no pai de Wendy que é ridicularizado e criticado ao longo da obra devido ao facto de ser muito preocupado com o dinheiro pois quando Wendy nasce ele faz mil e uma contas para ver se eles realmente poderiam ou não ficar com o bebê, de seguida é revelado nesta personagem o quanto ele se preocupa com o que os vizinhos pensam sobre ele. É extremamente inseguro pois sempre se esforça para ser amado e respeitado tanto em casa como no trabalho.&nbsp;</div><div>(“O sr. Darling estava terrivelmente orgulhoso dela, mas ele era um homem muito honroso, e sentava na beirada da cama da sra. Darling, segurando a mão dela e fazendo contas, enquanto ela o observava, suplicante.”); (“…o sr. Darling era fanático por ser exatamente igual aos vizinhos;…”)</div><div>Como é uma obra para o público infantil a leitura torna-se fácil, temos um narrador autodiegético que que conversa com o leitor, trata-se de um narrador que comenta a história dialogando com o leitor, um narrador onisciente e onipresente, que está contando a história, dando o seu ponto de vista como se estivesse dentro dela, mas sem ser um dos personagens, o que torna o texto mais rico e mais fácil de compreender. &nbsp;</div><div>Este livro está repleto de humor e de fantasia, cheia de metáforas que servem muitas das vezes para reflexões com o objetivo de deixar o leitor ainda mais curioso, como por exemplo (“quando paramos de sonhar, morremos”).&nbsp;</div><div>Adorei ler este livro, adorei o facto de me sentir transportada para este mundo imaginário e de ser transportada para a Terra do Nunca. Apesar de ser um livro infantil não deixa de ser um bom livro para qualquer tipo de idade pois tem a capacidade de nos levar a viajar&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-16 10:16:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>filipacorunha</author>
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         <title>Guerras de Alecrim e Manjerona  de António José da Silva </title>
         <author>filipacorunha</author>
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         <pubDate>2022-06-16 10:23:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>filipacorunha</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Guerras de Alecrim e Manjerona</em>&nbsp; é uma peça de teatro escrita por António José da Silva, onde o objetivo principal é fazer uma crítica à sociedade portuguesa da época de 70.&nbsp; É uma autêntica sátira à sociedade, com caricaturas bem definidas dos vários tipos sociais pois, nesta obra conseguimos verificar as várias críticas que são feitas tanto à justiça ineficaz, como à medicina, às classes sociais, nomeadamente à nobreza falida, e aos exageros.<br><br></div><div>António José da Silva, mais conhecido como “O Judeu”, nasceu em 1705 no Brasil e morreu com 34 anos, na fogueira pela inquisição, em 1739. Ele foi&nbsp; um escritor e dramaturgo luso-brasileiro formado na Universidade de Coimbra.&nbsp;<br><br></div><div>A peça foi mostrada ao público pela primeira vez em 1737 no teatro Bairro Alto em Lisboa tendo sido o seu maior sucesso. Esta peça já tem quase 300 anos e muitos&nbsp; consideram-na uma obra-prima.<br><br></div><div>Esta&nbsp; obra conta na sua totalidade com nove personagens. Dois jovens conhecidos como D. Fuas e D. Gilvaz, que são dois fidalgos pobres que se apaixonam por duas irmãs ricas, D. Nise e D. Clóris que são partidárias de dois grupos rivais, Alecrim e Manjerona, que se vai tornar o primeiro plano da intriga amorosa.&nbsp;<br><br></div><div>A intriga central tem em vista a tentativa de conquista dos dois fidalgos com as irmãs, que com a ajuda do seu criado Semicúpio vão fazer as maiores estratégias para se aproximarem das pretendentes pois, D. Lançarote torna-se o maior obstáculo amoroso pois pretende casar uma delas com o seu sobrinho e mandar a outra para um convento.&nbsp; É através deste jogo de engano, disfarce e mal-entendidos que eles vão conquistar o coração das duas irmãs e juntamente com os criados Semicúpio, Sevadilha e Fagundes que vão trazer um final feliz à intriga amorosa. &nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;Esta peça é bastante interessante pois permite saber as várias personalidades e características das pessoas que existiam nesta época, e saber o quanto elas mudaram , focando-nos em alguns aspetos. A leitura poderá ser difícil&nbsp; para quem não esteja familiarizado com este período da literatura portuguesa. Este livro será do interesse e agrado do público jovem, uma vez que é sempre interessante saber como eram os costumes da época em relação ao casamento e a forma de como eles chegavam a esse fim, através da comédia e do exagero. É possível observar nesta obra, que acontecia maioritariamente por conveniência com o intuito de manter a fortuna da família ou, até mesmo, ascender a nível social. Portanto, era notável o facto de ser muito raro as pessoas deste século casarem por amor.<br><br></div><div>Em relação ao título desta obra&nbsp; ela vai muito de encontro ao assunto tratado ao longo da peça, pois são através destas “guerras” que se vai desenrolar a ação principal.&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-16 10:27:24 UTC</pubDate>
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         <title>Discurso Literário: </title>
         <author>filipacorunha</author>
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         <description><![CDATA[<div>No discurso literário, podemos perceber que o discurso pode variar de acordo de como é escrito.&nbsp;<br>Então é a própria autonomia que os leitores tem</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-17 10:38:21 UTC</pubDate>
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         <title>A pessoa real, palpável, é dissociável do autor literário.</title>
         <author>filipacorunha</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os escritores são individuos reais, bem localizados na história.&nbsp;<br>O autor, por sua vez, não são individuos mas sim entidades manifestadas, que cria uma obra artística, literária ou até mesmo cientifica.<br><br>Há escritores que utilizam um&nbsp; nome literário, isto é, um nome falso, um pseudónimo. É o caso de Miguel Torga onde o nome verdadeiro é Adolfo Correia da Rocha.&nbsp;<br>O fenómeno da pseudonímia é completamente diferente do da heteronímia.&nbsp;<br>Neste caso, temos outro nome, diferente do ortônimo, que coincide com o nome civil que serve também como nome literário.<br>Temos o caso de Fernando Pessoa que, enquanto ortônimo assina poesias e Mensagem.&nbsp;<br>Pessoa estabelece relações com outras criações literárias, os heterónimos.&nbsp;<br>Os heterónimos possuem um nome próprio, uma identidade autônoma, têm um estilo especifico onde nos é possível distinguir o ortônimo do heterónimo.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-17 21:36:13 UTC</pubDate>
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         <title>Heterónimos de Fernando Pessoa </title>
         <author>filipacorunha</author>
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         <description><![CDATA[<div>Álvaro de Campos:<br><br>Nasceu a 15 de outubro de 1890 em Tavira. Estudou engenharia naval, na Escócia.&nbsp;<br>É um poeta moderno, que vive as ideologias do século XX adepto do sensacionismo.<br>Era uma pessoa rebelde e agressivo.&nbsp;<br>Álvaro Campos é um dos heterónimos mais conhecidos e mais importante de Fernando Pessoa.&nbsp;<br>&nbsp;As características da sua poesia com mais destaque são, por exemplo,&nbsp; as marcas futuristas; o culto à máquina e à velocidade; a temática urbana;&nbsp; o sensacionismo (valorização das sensações); a linguagem agressiva; a melancolia;...<br>Escreveu "Ode Triunfal"; "Ode Marítima" e "Tabacaria".<br><br>Ricardo Reis:<br><br>Nasceu a 19 de setembro de 1887 no Porto.&nbsp;<br>A sua formação foi feita na escola dos jesuítas e estou medicina.&nbsp;<br>Mais tarde, teve que se exilar no Brasil, pois não concordava com a Proclamação da República Portuguesa.<br>Ricardo Reis foi um grande admirador da cultura clássica. A sua obra é cheia de princípios aristocráticos.<br>As caraterísticas da sua poesia são, por exemplo, a objetividade,&nbsp; a linguagem rebuscada; o rigor formal; carpe diem (viver o presente); amor idealizado;....<br><br>Alberto Caeiro:<br><br>Nasceu a 16 de abril de 1889 em Lisboa.&nbsp;<br>Foi órfão de pai e de mãe, só teve instrução primária e viveu toda a sua vida no campo, aos cuidados da sua tia.<br>Era um poeta da natureza, onde para ele tudo é objetivo sem a necessidade de usar o pensamento; "tudo é como é".<br>Era conhecido como "O guardador de rebanhos".&nbsp;<br>As características da sua poesia são, por exemplo, o sensacionismo (valorização das sensações); paganismo (caráter politeísta); &nbsp; versos livres (sem métrica nem rima); linguagem simples;...<br><br>Bernardo Soares:<br><br>Fernando Pessoa definiu sendo um "semi-heterônimo"&nbsp;<br>É autor do livro do Desassossego. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-17 23:25:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>filipacorunha</author>
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         <description><![CDATA[<div>O discurso literário pode variar de acordo com a forma de como é escrito. É&nbsp; a autonomia que acaba por levar o leitor a entrar num universo que não é o dele, e por sua vez, existe uma relação entre o sujeito e o mundo que o rodeia, e é neste sentido que acaba por se questionar a si próprio.&nbsp;<br>Assim, o leitor acaba por se relacionar com o escritor, e por sua vez, é possível que o escritor cultive os seus ideais no leitor. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-18 11:04:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>filipacorunha</author>
         <link>https://padlet.com/filipacorunha/s7ec1i1f96fvvz6d/wish/2224514188</link>
         <description><![CDATA[<div>A palavra literatura tem o mesmo significado desde o século XVIII.&nbsp;<br>Nesta altura quem tinha acesso ao saber, ao conhecimento era os letrados, os eruditos.<br>Durante o século XVII, no contexto do Barroco, o vocábulo «literatura», embora continue a designar o conjunto das obras escritas e dos conhecimentos nelas contidos, adquire uma outra aceção, a de «belas letras» .&nbsp;<br>E assim, adquire uma conotação estética e passa a denominar a arte que se exprime pela palavra.&nbsp;<br>Até meados do século&nbsp; XVIII, a palavra literatura tinha outras denominações: poesia, oratória, eloquência, prosa, verso. Depois, a palavra literatura passar a significar " a arte que se exprime e comunica pela palavra"&nbsp; e assim, é lhe atribuido uma dimensão&nbsp; nacional, remetendo para o património literário de um país.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-18 11:22:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>filipacorunha</author>
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         <description><![CDATA[<div>O real acaba por ser uma replicação do que está descrito na linguagem, acaba por ser autónomo em relação à realidade concreta. O conceito de semiótica acaba por ser substituído pelo conceito de iconicidade.<br>Assim, podemos dizer que a linguagem é autónoma, ou seja, escrevemos da maneira que quisermos numa obra literária. Não tem que haver uma correspondência no mundo real e, por esse motivo não há uma verdade nem uma mentira, porque se trata de uma obra de teor ficcional.<br>Ao ler, acabamos por entrar no mundo do autor e da história onde seguimos a sua linha de pensamento.&nbsp;<br>" A mulher dirigiu-se à torre mais alta e começou a voar"<br>A ficcionalidade é uma das características do texto literário.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-18 11:36:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>filipacorunha</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando falamos de literatura, temos de perceber a relação com o real e dessa forma a conceitos como a mimese (imitação), inspiração, invenção, criação, fingimento,...<br>O conceito de mimese significa imitação ou representação de algo. Ela surge em obras de Platão e Aristóteles, onde associavam a imitação ao engano e à mentira.<br>Platão acaba por ter uma visão diferente de mimese onde acaba por associar uma carga negativa por não ser algo que representa a realidade, mas apesar de ambos terem opiniões diferentes acaba por ser interessante.&nbsp;<br>Horácio também utiliza de maneira diferente a mimese. Ele pretende escrever a poesia de uma forma, segundo ele, perfeita. Onde a pintura e a poesia acaba, por ser imitação.&nbsp;<br><br>Nas Odes, a imitação surge associada a imagens criadas pelo intelecto a partir da seleção ideal do belo da natureza ou então referem-se a um modelo.<br><br>Acaba por ser possível fazer a distinção entre mimese superior e mimese inferior.<br>Na mimese superior o herói domina e acaba por se destacar, na mimese inferior o herói não se destaca em relação às outras personagens. Temos o exemplo do soldado fanfarão que é a personagem principal mas não tem características de herói.<br>A mimese inferior não tem as características ideais".&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-18 21:40:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>filipacorunha</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os textos literários tem de ter uma natureza ficcional, ter coerência, uma entidade pluriestratificada e uma dimensão intertextual.&nbsp;<br>Ela é assegurada pela existência de um emissor, um recetor e um código.&nbsp;<br>A literatura é um processo de comunicação artístico, não apenas linguístico.&nbsp;<br>&nbsp;A ficcionalidade é a representação, a criação, de um modelo do real, sendo um simulacro dela. A criação de um universo inventado, fictício, que esta mais ou menos ligado à realidade.<br>&nbsp;A ficcionalidade estabelece um protocolo entre o emissor e o recetor onde o recetor é convidado a pôr de parte ideias relacionadas com o real e a entrar num mundo imaginário. Os romances, as narrativas, os dramas são textos em que predomina a ficcionalidade.<br>É possível ver que todos os textos literários, têm esta dimensão ficcional.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-18 22:09:53 UTC</pubDate>
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         <title>E Todavia de Ana Luísa Amaral </title>
         <author>filipacorunha</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-18 22:42:37 UTC</pubDate>
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         <title>Das Alcalinas Soluções(Ou Brilhos)  </title>
         <author>filipacorunha</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<br><br></div><div>A obra que escolhi para a realização deste trabalho foi<em> E Todavia</em> de Ana Luísa Amaral, publicada em 2015.&nbsp;</div><div>Ana Luísa Amaral nasceu em Lisboa em 1956, é uma grande poetisa portuguesa, tradutora e professora de literatura e cultura Inglesa e Americana na Faculdade de letras na Universidade do Porto.&nbsp;</div><div>Tem um doutoramento sobre a poesia de EmilyDickinson e publicações académicas tanto em Portugal como no estrangeiro nas áreas de literatura Inglesa.&nbsp;</div><div>Ana Luísa Amaral tem como inspiração a literatura clássica como a de Camões, Fernando Pessoa, entre outros.&nbsp;</div><div>O seu vocabulário é simples mas, ao mesmo tempo, complexo, não necessariamente devido as palavras que utiliza, mas sim por alguns significados subentendidos e com duplo sentido.&nbsp;</div><div>Os poemas escritos neste livro, abordam tudo, é como se tivessem diversas vias, vários sentidos. Como o próprio título do livro indica “E Todavia” e o próprio sujeito poético, tudo nele é “poetável”, isto é, qualquer coisa pode ser transformado num poema, desde o amor, a tristeza, uma caneta no escritório, uma viagem de avião, uma adaptação de fábula, momentos com filha, qualquer coisa do seu quotidiano.&nbsp;</div><div>Neste livro também se pode ver que não existe uma espécie de padrão nos poemas. Nele é possível encontrar sonetos, como em (<em>“Equações ∞ Sonetos”</em>); quadras, decassílabos ou alexandrinos. Diferentes ritmos e diferentes melodias.&nbsp;</div><div>No poema <em>“Das alcalinas soluções ou brilhos</em>", o segundo poema deste livro, termina com dois pontos, o que no ponto de vista do leitor, pode significar uma espécie de introdução que vai dar continuação a outros poemas presentes neste livro. &nbsp;</div><div>Um dos poemas que chamou mais a atenção foi “<em>Pequena ode, em anotação quase biográfica</em>", porque conseguimos ver que ao pegar em coisas banais do dia a dia, o sujeito poético consegue dar assas para escrever um poema, coisas banais que muitos de nós nem dá valor, como por exemplo agradecer por mais um dia, por poder acordar e sentir os raios de sol a entrar no quarto. E o leitor ao ler este poema pode perceber o quão bom é agradecer por poder aproveitar e estar cá mais um dia, é o que o sujeito poético faz neste poema.&nbsp;</div><div>Ao ler os versos "<em>Bom dia, minha filha, igual a girassol,/ quantas mais vezes te direi bom dia,/ olhando o corredor,/ tu, já não de baloiço, mas de amor/ e pura filigrana, / eu, quase entardecendo</em>", é possível perceber o medo explícito que o sujeito poético tem pela morte e a pela nostalgia do passado através da filha. Estes sentimentos são totalmente normais, qualquer um de nós tem estes pensamentos, a curiosidade de saber o que há para além da morte, o medo que temos de um dia simplesmente desaparecer, contudo não devemos de estar sempre a pensar neste tema e sim aproveitar cada momento vivendo um dia de cada vez. &nbsp;</div><div>É possível ver que todos os poemas deste livro estão interligados entre si, não pelo sentido de haver um tema em comum, o que não há, mas sim devido a tudo nele ser poetável. E é isto, que faz que acha uma espécie de ligação entre os poemas, o que o torna mais mágico.</div><div><br>Assim, acredito que este livro, direcionado ao secundário, tenha feito muito sucesso, pois consegue ser uma obra bastante cativante e interessante.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 11:11:24 UTC</pubDate>
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         <title>Texto Literário </title>
         <author>filipacorunha</author>
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         <description><![CDATA[<div>Segundo Carlos Reis, o texto literário "é&nbsp; o resultado articulado e coerentemente estruturado da enunciação da linguagem literária"<br>Algumas características são por exemplo o universo de natureza ficcional; coerência considerável; entidade pluriestratificada e a dimensão intertextual.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-20 08:28:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>filipacorunha</author>
         <link>https://padlet.com/filipacorunha/s7ec1i1f96fvvz6d/wish/2225905525</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar de achar esta unidade curricular um pouco complicada tentei dar o meu melhor, e com a elaboração deste portfólio, que&nbsp; deu algum trabalho, trouxe uma ajuda enorme tanto para a minha organização como para a minha aprendizagem.<br><br>Nas apresentações dos livros, aquela que eu mais gostei foi, sem dúvida, Peter Pan de J.M Barrie.<br>Adorei ter voltado a ler ao fim destes anos todos, trouxe uma enorme nostalgia, e pode "viajar" outra vez para a Terra Do Nunca.&nbsp;<br>Gostei muito das aulas que tivemos no dia&nbsp;<br>5 e 27 de maio, pois foram bastantes diferentes.&nbsp;<br>Na aula do dia 5 fomos ao auditório da escola para assistir a uma apresentação de um livro "A Crioulinha" de Bárbara Pereira e no dia 27 fomos à Biblioteca Municipal de Bragança assistir à apresentação do livro "Observação da Gravidade" do poeta André Osório e à tarde fomos&nbsp; ao Teatro Municipal assistir à peça "O Ano da Morte de Ricardo Reis" de Joé Saramago.&nbsp;<br>Eu gosto muito deste tipo de aulas pois é uma forma diferente do comum de adquirirmos conhecimentos e novas aprendizagens.&nbsp;<br>Temos sempre a oportunidade de conhecer os escritores, onde podemos saber, em primeira mão, aquilo que os expirou, o que levou a realização daquele livro. E nas peças conhecer a maneira como eles nos transmitem a peça, a forma como eles interpretam o papel, a personagem.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-20 16:04:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>filipacorunha</author>
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         <description><![CDATA[<div>A cosmovisão é a forma como o escritor vê o mundo, aquilo que ele sente no memento, que vão ser transmitidos para a obra. Se ele sente-se triste, depressivo a obra vai de encontro com esses sentimentos.<br>É a visão que o escritor tem do mundo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-20 17:09:35 UTC</pubDate>
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         <title> </title>
         <author>filipacorunha</author>
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         <description><![CDATA[<div>As vantagens da criação deste portfólio são, por exemplo, proporcionar o feedback&nbsp; imediato, ao longo das aulas; respeitar as diferenças individuais; desenvolver o hábito de registro sistemático; proporcionar a avaliação docente; promover maior interação entre professor e aluno; favorecer a autoavaliação discente; desenvolver a capacidade de organização do aluno; favorecer a utilização de múltiplas linguagens e expressar o antes e o depois, mediados por uma transformação.&nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-20 17:15:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>filipacorunha</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Os objetivos da utilização do portfólio são, por exemplo, promover o desenvolvimento reflexivo; estimular o processo de enriquecimento conceptual; fundamentar os processos de reflexão para a ação; estimular a originalidade e a criatividade individual e contribuir para a construção individual do conhecimento.<br><strong>&nbsp; </strong><br>Com&nbsp; a elaboração deste portfólio sei que vou adquirir melhor os conteúdos lecionados em contexto de sala de aula pois é uma forma de estudar e de ter os matérias da unidade curricular bem organizados para uma futura consulta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-20 17:19:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>filipacorunha</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-20 17:28:07 UTC</pubDate>
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         <title>Hipotexto</title>
         <author>filipacorunha</author>
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         <description><![CDATA[<div>O hipotexto não é escrito no português atual, assim é possível ver a evolução da literatura ao longo destes séculos todos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-20 17:34:20 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto </title>
         <author>filipacorunha</author>
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         <description><![CDATA[<div>O hipertexto aproveita os aspetos do hipotexto.<br>É o texto produzido a partir de outros ou acerca de outros</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-20 17:39:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>filipacorunha</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para mim o que se relaciona entre a ópera e a literatura é na medida em que a ópera narra uma história através do canto, da música onde a ideia principal é passada para o público através da música.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-20 21:57:56 UTC</pubDate>
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