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      <title>2º Técnico - Povos do Brasil antes de 1500 by NICHELI RODRIGUES SANTOS</title>
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      <description>Criado com uma mente curiosa</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-17 12:19:40 UTC</pubDate>
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         <title> Povos Lago Santa </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Muitos historiadores acreditam que&nbsp; o povo de Lagoa Santa seriam descende dos migrantes que vieram por meio da travessia do Estreito de Bering que seriam primeiros seres humanos chegaram à América há milhares de anos, formando os povos nativos desse continente. As hipóteses afirmam que o estreito estaria congelado durante uma glaciação, o que permitiu a sua travessia, quanto que ele teria o seu fundo oceânico exposto em razão do maior congelamento das geleiras nessa mesma glaciação, havendo a consequente retração das águas do mar... Conhecidos como o povo de Luzia, mulher que viveu há cerca de 11 mil anos em alguma caverna da atual Lagoa Santa, Minas Gerais, mal sabia que no futuro viria ser conhecida como Luzia, não tinha noção de que por volta do século XXI sua aparência e ascendência seriam motivos de mistérios e estudos. Considerado o fóssil mais antigo do Brasil e das Américas. O crânio, pertencente a uma mulher, foi descoberto em uma gruta da região de Lagoa Santa-MG, em 1975. Fundamental para compreender como ocorreu a ocupação do continente americano. Em uma caverna na região da Lagoa Santa foi entrada uma caverna que há paredes decoradas com desenhos em relevo que indicam rituais de fertilidade (imagens fálicas), o resultado foi marcante. Strauss, Neves e colegas identificaram três períodos distintos de ocupação humana, o mais antigo entre 12,7 mil e 11,7 mil anos atrás. Entre 2001 e 2009, foram exumados e analisados 26 sepultamentos humanos ocorridos aproximadamente entre 10.500 e 8 mil anos atrás que revelam práticas mortuárias altamente variáveis e nunca antes descobertas nas terras baixas da América do Sul, descritas no artigo da Antiquity e em outro assinado apenas por André Strauss, publicado na edição de janeiro-abril do Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<a href="https://s1.static.brasilescola.uol.com.br/be/e/hhhhhhhhhh.jpg">https://s1.static.brasilescola.uol.com.br/be/e/hhhhhhhhhh.jpg</a>&nbsp; &nbsp;estreito de Bering<br>https://agencia.fapesp.br/a-nova-face-de-luzia-e-do-povo-de-lagoa-santa/29157/#:~:text=%22O%20povo%20de%20Luzia%20seria,ligava%20a%20Sib%C3%A9ria%20ao%20Alasca.<br>https://revistapesquisa.fapesp.br/os-povos-de-lagoa-santa/<br>https://www.google.com/amp/s/www.em.com.br/app/noticia/gerais/2021/06/15/interna_gerais,1276733/amp.html<br><br><br>Eduarda da Silva Cordeiro n°= 08<br>Eduarda Neves n°=09<br>Mariana Silva Prodóssimo n°=22<br>Ana Beatriz n°=03<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 10:43:10 UTC</pubDate>
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         <title>Povos da Boleadeira 🐎</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Camila N°5<br>David N°7<br>Julia N°19<br>Liz N°26<br>Vitória N°33</em></strong><br><br></div><div><strong><em>*CARACTERÍSTICAS GERAIS*&nbsp;</em></strong></div><div><strong><em>*CULTURA*</em></strong></div><div><em>Boleadeira é uma espécie de funda, uma arma muito utilizada para caçar nas grandes pradarias do pampa riograndense, uruguaio e argentino. Era lançada nos pés do animal enquanto ele corria, causando-lhe assim a queda e possibilitando ao caçador ir ao local dessa queda e matar o animal.</em></div><div><em>As bolas de boleadeira são peças líticas finamente trabalhadas em pedra, possuindo na sua porção média um sulco que permite amarrar uma tira de couro ou de fibra vegeta. Poderiam ser de uma, duas ou três bolas. A primeira, conhecida como "bola perdida" era apenas uma bola lisa ou , mais frequente, uma mamilar, composta por várias pontas, conhecida como "rompe cabeça".</em></div><div><em>As boleadeiras com duas ou três bolas eram geralmente utilizadas na caça tanto da ema como de outros animais. Seu uso foi difundido pelos grupos indígenas do pampa brasileiro e uruguaio e, dada sua eficiência, acabou sendo incorporada como artefato típico da cultura gaúcha, sendo utilizada até hoje em exibições artística.<br></em><strong><em>*HÁBITOS ALIMENTARES*</em></strong><em><br>Não eram agricultores. A alimentação era caça e frutos e também foi modificada em contato com os espanhóis, passando os charruas a preferir a carne de cavalo. Também após o contato, passaram a cobrir o corpo com uma camisa curta, sem mangas de pele curtida. No inverno, o pelo era aplicado pelo lado de dentro e no verão, ao contrário. As mulheres usavam uma saia de algodão até os joelhos. Não sabiam fiar nem tecer. Os panos de algodão que passaram a usar foram adquiridos em contato com os guaranis.</em></div><div><em>Eram polígamos. As mulheres cuidavam das tarefas domésticas e dos cavalos. O homem se dedicava à guerra e à caça. Faziam conselhos de família para decidir sobre assuntos de guerra ou outros interesses. Aprenderam a montar com os espanhóis, tornando-se exímios cavaleiros, hábeis na guerra e na caça. Em domínio espanhol, atacavam fazendas, raptavam as mulheres, castravam os meninos e os levavam como escravos, e matavam os homens adultos.<br></em><strong><em>*CARACTERÍSTICAS RELIGIOSAS*</em></strong><em><br>Pouca informação se tem sobre sua religiosidade, mas, durante fartas libações, invocavam um ser superior que, algumas vezes, poderia se tornar visível. Aos médicos-feiticeiros, atribuíam o poder de curar doenças, transbordar os rios, parar as feras; também havia velhas que curavam chupando a pele nos lugares doloridos. O funeral era entregue a uma velha que se encarregava de descarnar os ossos e sepultar. As mulheres de parentesco mais próximo (esposas e filhas), na perda do familiar, amputavam-se uma falange, além de cravarem, em si mesmas, flechas que tinham pertencido ao morto. O costume de amputação de falange também é encontrado em povos indígenas da Indonésia.</em></div><div><br></div><div><em>O filho, quando havia a morte do pai, ocultava-se por dois dias em sua cabana; após isto, à noite, dirigia-se a outro índio que lhe trespassava com pedaços de taquara a pele do braço do punho até o ombro; após isto, saía nu no bosque; cavava um buraco no chão onde coubesse até o peito e ali passava a noite.<br>*</em><strong><em>HÁBITOS SOCAIS*</em></strong><em><br>Esses povos eram caçadores-coletores nômades que se alimentavam de animais, frutas e mel, e viviam em áreas abertas, construindo abrigos em topos de colinas, de onde poderiam controlar as redondezas, mas também procuravam áreas ribeirinhas e grutas naturais.<br>*</em><strong><em>POLÍTICA SOCIAL*</em></strong><em><br>Na abordagem sobre as tradições caçadoras coletoras e as tradições ceramistas agricultoras&nbsp;</em></div><div><em>verificamos que os povos indígenas no Brasil, desde os estágios finais do Paleolítico até os dias&nbsp;</em></div><div><em>atuais, expressam modos de vida específicos. No caso das populações caçadoras coletoras foram&nbsp;</em></div><div><em>marcados por formas de sobrevivência e costumes característicos. No caso das populações&nbsp;</em></div><div><em>ceramistas agricultoras, como os Tupi-guarani, por organizações sociais, políticas, econômicas e&nbsp;</em></div><div><em>famiiares próprias.<br></em><strong><em>*ARTEFATOS*</em></strong><strong><br></strong><em>É necessário destacar o artefato como um patrimônio material que é passado de pais para filhos.</em><strong><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>Fontes<br>https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Charruas<br></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1641149642/c504fd3c49792a100d3907ad08cddfc9/0074692_regular_boleadeira_arma_gaucha_regiao_das_missoes_joao_antunes_bossoroca_bolear_boleadora___13_.jpg" />
         <pubDate>2022-03-24 10:44:09 UTC</pubDate>
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         <title>Marajoara </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Danilo dos Santos 6<br>Gabriel anzolin 12<br>Vinicius budack 31<br><br></em></strong><br></div><pre><strong><em>Cacaracteristicas gerais:</em></strong></pre><div>Entre as <strong>características</strong> da arte <strong>marajoara</strong> presentes nos primeiros achados arqueológicos, destacam-se: a reprodução de figuras animais, o que também pode ser chamado de zoomorfismo; peças que apresentam o homem, ou antropomorfismo; cerâmicas que apresentavam uma forma composta por parte humana e parte animal.<br><br></div><pre><strong><em>Quem foram e como  vieram:</em></strong></pre><div>Os <strong>marajoaras</strong> ou cultura do Marajó <strong>foram</strong> uma sociedade que floresceu na Ilha de Marajó ou Rio Amazonas na Era pré-colombiana, Através de grandes pesquisas, pôde descobrir-se que os índios marajoaras levantavam suas casas sobre morros artificiais, construídos para proteger as casas de inundações.. Em uma pesquisa, o arqueólogo Charles Mann sugere datas entre 400 e 1600 para a cultura. Contudo, atividade humana desde 1000 a.C. já tinha sido reportada nesses locais.<br>Essa complexa civilização viveu em um ambiente extremamente inóspito: muito quente e úmido, sujeito a enchentes e com solo pobre. E essa <strong>é</strong> uma das razões que levavam os <strong>marajoaras</strong> a construir enormes morros, chamados tesos, para abrigar suas casas. Estima-se que eles dominaram a ilha até o ano 1400.<br><br></div><pre><strong><em>Cultura:</em></strong></pre><div>A cultura Marajoara foi a que alcançou o maior nível de complexidade social na pré-história brasileira. Essa complexidade se expressa também na sua produção cerâmica, tecnicamente elaborada, caracterizada por uma grande diversidade de formas e decorada com esmero. As peças exibidas aqui estão relacionadas a práticas cerimoniais. Algumas foram encontradas em contextos funerários, outras provavelmente foram utilizadas em rituais de passagem.<br>Em seu apogeu, a Ilha de Marajó pode ter tido mais de 100 mil habitantes. Entre eles haviam diversos artistas, que fabricavam objetos cerâmicos ricamente decorados, vasilhas, estatuetas, urnas funerárias e adornos. As cerâmicas de uso cotidiano eram mais simples e as de uso religioso, mais elaboradas. Confeccionam cerâmicas usando técnicas decorativas coloridas e extremamente complexas, que resultam em peças requintadas de rara beleza.<br>A cerâmica marajoara foi descoberta em 1871 quando dois pesquisadores visitavam a Ilha de Marajó, Charles Frederick Hartt e Domingos Soares Ferreira Penna.<br><br></div><pre><strong><em>Hábitos alimentares:</em></strong></pre><div>Outras evidências de restos humanos mostram que os povos marajoaras não consumiam pesadamente raízes ricas em amido, como a mandioca; em vez disso, os padrões de desgaste pesado ​​de dentes sugerem uma dieta baseada predominantemente em sementes, frutos de árvores e peixes.<br><br></div><pre><strong><em>Religião e ideologia:</em></strong></pre><div>A iconografia e a arte marajoaras retratam mulheres com poderes xamânicos e papéis de acordo com sociedades que possuem um ancestral mítico. As crenças marajoaras também encontram paralelo na cosmologia amazônica, que possui um universo dividido por gêneros, estando os homens relacionados ao sol e as mulheres relacionadas à lua.<br><br></div><pre><strong><em>Como surgiu o nome marajoara:</em></strong></pre><div>&nbsp;O povo <strong>Marajoara</strong> recebeu esse <strong>nome</strong> por causa da atual ilha de Marajó, onde viveram, atingindo um número aproximado de cem mil pessoas durante a quarta fase da ocupação da ilha.<br><br></div><pre><strong><em>Liderança e desigualdade:</em></strong></pre><div>Apesar de algumas características apontarem para a estratificação, as evidências sobre a desigualdade e a liderança são inconclusivas quanto ao fato de se essa estratificação era baseada no sexo ou na classe social, ou se era determinada por um governo centralizado. A mera existência de grandes montes e grandes maloca multifamiliares e artesanato&nbsp; complexo e intensivo de subsistência é, normalmente, interpretado como evidência de autoridade centralizada e classes socioeconômicas estratificadas. No entanto, esta não é uma hipótese testada empiricamente.<br><br></div><pre><strong><em>Fim do povo marajoara:</em></strong></pre><div>Pensa-se que a ilha de Marajó foi abandonada pouco antes da <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Coloniza%C3%A7%C3%A3o_do_Brasil">conquista europeia</a>, por volta do ano 1300. O abandono é calculado pelo fato de as estruturas terem deixado de ser reparadas e mantidas, e nenhuma outra construção ter ocorrido após. Ainda não se sabe o suficiente para determinar por que a ilha foi abandonada.<br><br><br><br><br><a href="https://www.google.com/url?sa=t&amp;source=web&amp;rct=j&amp;url=https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Marajoaras%23:~:text%3DAgricultura%2520e%2520economia,-Restos%2520mortais%2520na%26text%3DOutras%2520evid%25C3%25AAncias%2520de%2520restos%2520humanos,frutos%2520de%2520%25C3%25A1rvores%2520e%2520peixes.&amp;ved=2ahUKEwj337PKm-v2AhW5kZUCHV8QCZkQFnoECAQQBQ&amp;usg=AOvVaw1g-b2_xxkvC25K9r8V67y9">https://www.google.com/url?sa=t&amp;source=web&amp;rct=j&amp;url=https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Marajoaras%23:~:text%3DAgricultura%2520e%2520economia,-Restos%2520mortais%2520na%26text%3DOutras%2520evid%25C3%25AAncias%2520de%2520restos%2520humanos,frutos%2520de%2520%25C3%25A1rvores%2520e%2520peixes.&amp;ved=2ahUKEwj337PKm-v2AhW5kZUCHV8QCZkQFnoECAQQBQ&amp;usg=AOvVaw1g-b2_xxkvC25K9r8V67y9</a><br><br>https://www.portalsaofrancisco.com.br/arte/arte-marajoara/amphttps://www.museunacional.ufrj.br/dir/exposicoes/arqueologia/index.html</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 11:05:44 UTC</pubDate>
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         <title>Sambaquis</title>
         <author>anaostapechen</author>
         <link>https://padlet.com/nichelisantos1/s6jadhrfi6wkzssb/wish/2111647434</link>
         <description><![CDATA[<div>INTEGRANTES:<br>Letícia-25<br>Ana Julia-01<br>Vitor Barros-32<br>Gustavo-15<br>Karolyne-20<br><br><mark>O QUE SÃO:</mark><br>Os sambaquis são formações constituídas, principalmente, de conchas de moluscos, formadas ao longo de milhares de anos pelas populações que habitavam regiões litorâneas. Esses povos são conhecidos como povos do sambaqui.<br><br><mark>ETIMOLOGIA:</mark><br>A palavra Sambaqui tem origem na palavra tupi “tambaqui”, que significa amontoado de conchas. Nestes montes, cada comunidade construía seus sambaquis de acordo com questões específicas, incluindo o descarte de materiais orgânicos como ossos de peixes e tubarões.<br><mark><br>SAMBAQUIS NO BRASIL:</mark><br>No Brasil, os sambaquis podem ser encontrados ao longo do litoral nordestino, no Rio de Janeiro, São Paulo, e em outras partes do litoral gaúcho. <br>Os maiores sambaquis brasileiros foram encontrados no estado de Santa Catarina, onde temos formações com 30 metros de altura e 400 metros de extensão. <br>O mais antigo sambaqui brasileiro foi encontrado no Vale do Ribeira, em São Paulo, e tem aproximadamente nove mil anos de existência.<br><br><mark>ALIMENTAÇÃO:</mark><br>Estudos evidenciam que os sambaquieiros tinham uma alimentação que incluía peixes, frutos e coquinhos. A presença, nos sambaquis, de restos de peixes de águas profundas indica que eles deviam ser ótimos pescadores. Os sambaquieiros também caçavam pequenos animais da região.&nbsp;</div><div><br><mark>COSTUMES:</mark><br>Tinham costume de acumular no local onde moravam restos de alimentos, enfeites que usavam no corpo e artefatos quebrados ou inteiros, como pontas de ossos e machados de pedra. Outro hábito era o de enterrar pessoas que morriam no próprio sambaqui. Eles possuíam uma estimativa de vida muito curta (entre 30-35 anos).</div><div>Com tanta coisa acumulada, chegava um ponto em que ficava difícil morar ali. Aí, então, eles aplainavam o terreno, rearrumando a camada de cima do local.<br><br><mark>E como terminou a história dos sambaquieiros?</mark></div><div>Entre os arqueólogos, circulam diversas hipóteses sobre o que aconteceu com os sambaquieiros. Sabe-se que alguns séculos antes da chegada dos portugueses, eles entraram em contato com povos vizinhos vindos do interior, chamados pelos pesquisadores de ‘ceramistas’. Talvez os sambaquieiros tenham sido expulsos do litoral por esses povos e rumado para o interior, seguindo os rios. Talvez tenham sido dizimados. Ou, talvez ainda, alguns deles tenham simplesmente se agregado aos ceramistas, fazendo parte de suas populações.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 11:30:03 UTC</pubDate>
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         <title>Pré-Hitória e Arte Rupestre no Piauí</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nichelisantos1/s6jadhrfi6wkzssb/wish/2111665113</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Vitor J. Barbian&nbsp; N°34<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Rafael F.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; N°29<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Felipe H.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;N°11</div><ul><li><strong><mark>O que é a Arte Rupestre?</mark></strong></li></ul><div><strong><mark><br></mark></strong>Do francês rupestre, o termo designa gravação, traçado e pintura sobre suporte rochoso, qualquer que seja a técnica empregada. Considerada a expressão artística mais antiga da humanidade, a arte rupestre é realizada em cavernas, grutas ou ao ar livre,Encontrada geralmente nas paredes das cavernas e em pequenas esculturas, a arte rupestre tem grande importância na busca de informações sobre o cotidiano do homem pré-histórico<br><br></div><ul><li><strong><mark>Como era pintado as pinturas rupestres?</mark></strong></li></ul><div><br>O homem pré-histórico usava ossos de animais, cerâmicas e pedras como pincéis, além de fabricar suas próprias tinturas através de folhas de árvores, sangue de animais e excrementos humanos,Na grande maioria das pinturas rupestres ocorre a existência de linhas, traços e formas geométricas, além da frequente ocorrência de impressões de pés e mãos dos seres humanos ou de animais da época. Também são observados com frequência retratações do próprio homem, ou de animais ou de algumas cenas do cotidiano.</div><div><br></div><ul><li><strong><mark>Onde encontramos o maior sítio brasileiro de arte rupestre?</mark></strong></li></ul><div><br>Considerado o maior sítio arqueológico do País, o Parque Nacional da Serra da Capivara está em crise. O sítio localizado no Piauí, abriga pinturas rupestres de 10 mil anos e é classificado como Patrimônio Cultural da Humanidade,rico em arte rupestre, o Piauí tem um dos mais importantes vestígios que ajudam a recontar a origem da humanidade a partir da pré-história.&nbsp;</div><div><br></div><ul><li><strong><mark>Aonde se localiza as artes rupestres do Piauí?</mark></strong></li></ul><div><br>O Parque Nacional da Serra da Capivara ocupa 4 municípios do Piauí: Canto do Buriti, Coronel José Dias, São João do Piauí e São Raimundo Nonato. Além de um importante sítio arqueológico brasileiro é também a mais antiga e maior área de sítios pré-históricos do continente americano.<br><br></div><ul><li><strong><mark>Quem era os povos do Piauí?</mark></strong></li></ul><div><br>Desde antes da chegada dos colonizadores portugueses, o Piauí já era habitado por indígenas, que antes mesmo da vinda efetiva de portugueses ao Brasil já travavam relações com outros grupos indígenas.</div><div><br></div><ul><li><strong><mark>Por que as pinturas são importantes?</mark></strong></li></ul><div><br>A importância da arte rupestre para a humanidade é imensa. Além de fornecer dados e informações sobre o estilo de vida e o desenvolvimento da arte do homem pré-histórico, auxilia nos estudos sobre o comportamento nas situações mais extremas.<br><br></div><ul><li><strong><mark>Fontes:</mark></strong></li></ul><div>https://www.paulinas.org.br/dialogo/pt-br/?system=news&amp;action=read&amp;id=12836<br><br></div><div>https://www.google.com.br<br><br>https://www.educamaisbrasil.com.br<br><br>https://brasil.elpais.com</div><div><br>https://freeway.tur.br<br><br>https://novaescola.org.br<br><br>https://terraadentro.com<br><br>https://pisa.tur.br<br><br>https://uc.socioambiental.org<br><br>https://mundoeducacao.oul.com.br</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 11:42:38 UTC</pubDate>
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         <title>Povos Boleadeiros (Umbu)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Kauã Klassmann N°21<br>Gean Gois N°15<br>Erick Felipe N°3<br><br><mark>Quais as principais características do povo de umbu?</mark><br><br>O povo Umbu viveu há 12 ou 13 mil anos, ocupando a região Sul do Brasil e arredores, mas não tinham residências fixas porque eram nômades. Tinham um conjunto de culturas e utilizavam-se de pedras como instrumento principal de trabalho. <br><br><mark>Quais eram os principais instrumentos do povo umbu?</mark><br><br>Os principais instrumentos do povo umbu eram lâminas feitas de pedra, pontas de flecha feitas de pedra e percutores feitos em osso. Eram, assim, uma sociedade da Idade da Pedra, que contava com um nível tecnológico rudimentar que usavam para adaptar o mundo ao seu redor às suas necessidades.<br><br><br><mark>Descreva o que o povo umbu fazia para sobreviver ??? </mark><br><br>O povo Umbu vivia da caça e da coleta de animais, sendo um povo nômade, isto é, que não estabelecia uma residência fixa. Eles sempre migravam para novas áreas em busca de alimentos quando esgotavam os recursos da região atual.<br><br><mark>Onde os povos Umbu viviam?<br><br></mark>Eles viviam em áreas abertas, construindo abrigos em topos de colinas, de onde podiam controlar as redondezas, mas também procuravam áreas ribeirinhas e grutas naturais.<br><br><mark>Política dos social Umbu<br></mark><br>Na abordagem sobre as tradições caçadoras coletoras e as tradições ceramistas agricultoras verificamos que os povos indígenas no Brasil, desde os estágios finais do Paleolítico até os dias atuais, expressam modos de vida específicos. No caso das populações caçadoras coletoras foram marcados por formas de sobrevivência e costumes característicos. No caso das populações ceramistas agricultoras, como os Tupi guarani, por organizações sociais, políticas, econômicas e famiiares próprias.<br><br>Fontes &nbsp;<br>https://treinamento24.com&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 11:42:41 UTC</pubDate>
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         <title>Povos de Lagoa Santa</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<pre><strong>Quem eram</strong></pre><div>Os grupos de primeiros habitantes de Minas, por volta de 11 mil anos atrás, eram geralmente familiares, com cerca de uma dúzia de indivíduos. Perambulavam à procura de caça, pesca e coleta de alimentos, geralmente cocos, raízes, frutas e outros vegetais.&nbsp;<br>Sempre em movimento, usavam abrigos naturais para se estabelecer temporariamente, deixando desenhos com representações ritualísticas, indicando resultados de caçadas e observações.&nbsp;<br><br></div><pre><strong>COSTUMES</strong></pre><div>Suas ferramentas eram rudimentares, de pedras lascadas e polidas, com utilização de madeira, resinas e tramas vegetais. Não dominavam técnicas de agricultura.<br>Nos últimos anos, não foram encontrados vestígios de cerâmica no local, um indício forte de que eram populações de caçadores-coletores que moravam ali uma parte do tempo, e não agricultores, corroborando o que já se acreditava.<br><br></div><pre><strong>DESCOBERTAS</strong></pre><div>Lund, ao lado de estudiosos da Botânica e da Zoologia, explorou mais de duzentas grutas, onde descobriram cerca de dez mil fósseis e um importante tesouro: um cemitério com trinta esqueletos humanos. Ele também encontrou ossos de mamíferos da chamada Megafauna. Eram grandes mamíferos, como os gliptodontes (tatus de cerca de um metro de altura), as macrauquênias (herbívoros semelhantes a lhamas com trombas) e as famosas preguiças gigantes, que chegavam a ter até seis metros de altura!<br>Os pesquisadores acreditam que esses humanos possam ter sido contemporâneos dos animais da Megafauna, que, durante muito tempo, estudiosos como Lund acreditavam já estarem extintos quando surgiram as grandes populações humanas.<br><br></div><pre><strong>ARTEFATOS</strong></pre><div>Além de ossadas, outros vestígios encontrados na região de Lagoa Santa contam os hábitos dos antigos habitantes do Brasil. Machados trabalhados e outros artefatos mostram que eles viviam na Idade da Pedra Polida (entre 12 mil e 4 mil anos antes de Cristo).<br><br></div><pre><strong>Luzia</strong></pre><div>Atualmente, a mais antiga e famosa descoberta fóssil da América do Sul é conhecida como Luzia, também localizada em Lagoa Santa, na década de 1970. O esqueleto, descrito pela equipe do arqueólogo Walter Neves, fortaleceu a hipótese de que o continente tenha sido ocupado por diversas correntes migratórias. De acordo com esta hipótese, o grupo de Luzia teria habitado o sul da China e o sudeste da Ásia e migrado para a América e para a Oceania.<br>• https://revistapesquisa.fapesp.br/os-povos-de-lagoa-santa/#:~:text=De%20acordo%20com%20sua%20teoria,e%202%20mil%20anos%20atr%C3%A1s<br>• https://www.lagoasanta.mg.gov.br/turismo-cultura-cidade/historia?showall=1<br>• https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento/o-homem-de-lagoa-santa-2/<br><br>Nomes:<br>Isabella Cândido da Silva&nbsp; n°17<br>Kauane Wilbert da Silva&nbsp; &nbsp; &nbsp;n°22<br>Larissa Helena Trindade&nbsp; &nbsp; n°24</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 11:46:28 UTC</pubDate>
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         <title>Povos Dos Sambaquis </title>
         <author>joaovitorandradeabreu</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os povos que habitavam as regiões litorâneas e formaram os sambaquis com suas ações são conhecidos como povos do sambaqui. Os concheiros, como também são chamados os sambaquis, medem, no Brasil, entre 2 e 20 metros de altura, podendo chegar a 100 metros de diâmetro. Alguns são datados com mais de 5000 anos.<br><br></div><pre><strong><em><mark>QUAIS AS CARACTERISCAS DOS POVOS DOS SAMBAQUIS:</mark></em></strong></pre><div>Fisicamente, esses povos tinham uma média de altura entre 1,60m e 1,50, com expectativa de vida entre 30 e 35 anos. Com a parte superior desenvolvida, estudos apontam que eram bom nadadores e remadores de pequenas embarcações.<br><br></div><pre><strong><em><mark>COMO VIVIAM OS POVOS DOS SAMBAQUIS:</mark></em></strong></pre><div>Eram pessoas de baixa estatura e dentes desgastados. Viviam em colônias nômades de cem habitantes no máximo. Viviam da coleta de recursos naturais.<br>&nbsp;</div><pre><strong><em><mark>QUAL A PRINCIPAL CULTURA DOS SAMBAQUIS:</mark></em></strong></pre><div>O povo dos sambaquis ignorava a olaria, a agricultura, a domesticação normal de qualquer espécie, mesmo o cão, que os índios atuais conhecem. Vivia principalmente da pesca e da apanha, e muito pouco da caça.&nbsp;<br><br></div><pre><strong><em><mark>ONDE SÃO ENCONTRADOS OS POVOS SAMBAQUIS:</mark></em></strong></pre><div>No Brasil, os sambaquis podem ser encontrados ao longo do litoral nordestino, no Rio de Janeiro, em São Paulo, e em outras partes do litoral gaúcho.&nbsp;<br><br></div><pre><strong><em><mark>O QUE FOI ENCONTRADO NOS SAMBAQUIS:</mark></em></strong></pre><div>Sambaquis são montes compostos de moluscos (de origem marinha, terrestre ou de água salobra), esqueletos de seres pré-históricos, ossos humanos, conchas e utensílios feitos de pedra ou ossos. É resultado de ações humanas, ou seja, são montes artificiais, com dimensões e formas variadas. <br><br><strong><em><mark>QUAIS AS CARACTERÍSTICAS DOS SAMBAQUIS:</mark></em></strong><br>Os sambaquis são sítios arqueológicos construídos pelos sambaquieiros, também conhecidos como pescadores-coletores, que viveram há muito tempo, principalmente no litoral sul brasileiro.<br><br><strong><em><mark>QUAL A IMPORTÂNCIA DOS SAMBAQUIS PARA A HISTÓRIA BRASILEIRA:</mark></em></strong><br><br><br><strong><em><mark>DO QUE OS POVOS SAMBAQUIS SE ALIMENTAVAM:</mark></em></strong><br>Tinham como alimento principal os animais marinhos, entre eles: caracóis, ostras e mexilhões. Todos possuem conchas, então comiam as partes moles e depositavam as conchas nos montes.<br><br><strong><em><mark>UTILIDADES DESSES POVOS:</mark></em></strong><br>Os anzóis, furadores, pontas de flechas e arpões encontrados são feitos de ossos. Para outros pesquisadores, os sambaquis seriam habitações temporárias, o que explicaria a presença de sepulturas. Servia também, nessa versão, como depósito de materiais.<br><br><strong><em><mark>PARA QUE SERVIAM OS SAMBAQUIS:</mark></em></strong><br>O tamanho das elevações mostra ainda que os sambaquis serviam como monumentos para identificar o grupo que habitava uma determinada região. Estudando essas construções, os pesquisadores conseguem montar um retrato dos homens pré-históricos do litoral brasileiro.<br><br>Os sambaquis (palavra de origem Tupi que significa, literalmente,&nbsp;<br>«monte de conchas») podem ser definidos como sítios arqueológicos em&nbsp;<br>forma de montes, construídos com uma composição variada de restos&nbsp;<br>faunísticos (conchas, ossos de peixes e mamíferos), terra e areia, onde&nbsp;<br>são encontrados sepultamentos e vestígios da cultura material dos&nbsp;<br>grupos pré-históricos que ocuparam parte do litoral brasileiro. O período&nbsp;</div><div>de ocupação desses grupos é bastante controverso e varia em torno de 6.000 a 600 anos4.</div><div><br><strong><em><mark>Integrantes do grupo: Povos Dos Sambaquis</mark></em></strong><br>02-Ana Luiza Seibert<br>04-Byanca de Melo Santos<br>13-Gabriely Zuffo<br>18-João Vitor Andrade&nbsp;<br>23- Lara Fernandes&nbsp;</div><div>2° Técnico<br><br>Fontes:&nbsp;<br><a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/sambaquis-ocupacao-litoral-brasileiro.htm">https://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/sambaquis-ocupacao-litoral-brasileiro.htm<br></a><br><a href="https://www.infoescola.com/pre-historia/povos-sambaquis/">https://www.infoescola.com/pre-historia/povos-sambaquis/<br></a><br><a href="https://m.historiadomundo.com.br/curiosidades/sambaqui.htm">https://m.historiadomundo.com.br/curiosidades/sambaqui.htm<br></a><br><a href="http://www.forumeja.org.br/rj/book/export/html/143">http://www.forumeja.org.br/rj/book/export/html/143</a><br><br><a href="https://m.brasilescola.uol.com.br/historiag/os-povos-sambaquis.htm">https://m.brasilescola.uol.com.br/historiag/os-povos-sambaquis.htm<br></a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 11:54:31 UTC</pubDate>
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         <title>Pré-Historia e arte rupestre no Piauí </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nichelisantos1/s6jadhrfi6wkzssb/wish/2111690475</link>
         <description><![CDATA[<div>• Arte Rupestre é um termo empregado para denominar o tipo de arte mais antigo encontrado na história.<br>&nbsp;• O estudo desta arte permite que os pesquisadores conheçam mais e melhor os povos da antiguidade, fornecendo informações preciosas acerca da Pré-História.<br>&nbsp;• As pinturas foram encontradas pela primeira vez por Marcelino Sanz de Sautuola, há aproximadamente 150 anos na caverna de Altamira, na Espanha.<br>&nbsp;<br>&nbsp;<strong><em>CARACTERÍSTICAS</em></strong> <br> <br> • Englobavam desenhos, símbolos e sinais, e eram todos pintados nas paredes e tetos de cavernas da pré-história.<br> • Cenas de parto, sexo, dança, caça se misturam em meio aos desenhos. As imagens de repetem em diversas formações rochosas.<br> <br> <strong><em>ARTE RUPESTRE NO BRASIL:<br></em></strong>&nbsp;<br>&nbsp;• No estado do Piauí, encontramos dois parques: o Parque Nacional da Serra da Capivara em São Raimundo Nonato e o Parque Nacional Sete Cidades;<br>&nbsp;• Paraíba: Cariris Velhos;<br>&nbsp;• No estado de Minas Gerais, encontramos dois sítios: Lagoa Santa e Peruaçu;<br>&nbsp;• Mato Grosso: Rondonópolis.<br><br><strong><em>ARTE RUPESTRE NO PIAUÍ<br></em></strong><br>A Garganta do Rio Poti é um afluente do Rio Paraíba e abrange quatro cidades. A arte rupestre encontrada ao longo de quase três quilômetros apresenta figuras pontilhadas, formas circulares e olhos que parecem aparecer entre as pedras. Arqueólogos da Universidade Federal do Piaui dizem que a diversidade de esculturas sugere que diferentes grupos viveram ali.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong><em>SERRA DA CAPIVARA <br></em></strong><br>No município de São Raimundo Nonato, no sudoeste do Piauí, existe outro importante sítio arqueológico, onde diversos pesquisadores trabalham desde 1970.<br>No primeiro, a figura domina, ora aparecendo isolada, ora participando de um grupo, em cenas frenéticas de caça, guerra e trabalho coletivo. As figuras com padrões geométricos são muito diversas: possuem linhas paralelas, grupos de pontos, círculos, círculos concêntricos, cruzes, espirais e triângulos.<br><br>Fonte: https://www.google.com/amp/s/www.estudopratico.com.br/arte-rupestre/amp/<br><br><br><strong><em>Nome: Thamilly Eduarda Roehrs&nbsp; &nbsp; n:30<br>Nome: Maria Clara S. Mors&nbsp; &nbsp; n: 27<br>Nome: Helena dos Santos Bussatta&nbsp; &nbsp; n:16</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 11:56:15 UTC</pubDate>
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