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      <title>Consumir ideias e ambientes by João guilherme De sousa</title>
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      <description>João Guilherme de Souza Mendes 2°C</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-28 11:53:29 UTC</pubDate>
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         <title>CULTURA E IDEOLOGIA </title>
         <author>guilhermegame00194</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando pensamos em cultura não nos preocupamos nos diversos significados que ela pode ter. Muitas pessoas dirão que “cultura” é o acúmulo de conhecimentos sobre determinado assunto. Isso leva a afirmações como “tal pessoa domina a cultura da dança” ou “tal pessoa é culta porque viajou muito”.<br>A definição de “cultura” é a base do campo de estudos da Antropologia. Para esse campo do conhecimento, a definição de cultura apresenta-se de duas maneiras distintas. Primeiro, visando a um entendimento abrangente, ou universal. Segundo, visando a um entendimento particular. Em ambos os casos, são estudadas as influências das formas<br>simbólicas e os usos da linguagem</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-28 11:54:35 UTC</pubDate>
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         <title>Conceito antropológico de cultura</title>
         <author>guilhermegame00194</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para a Antropologia, a cultura pode ser entendida como um amplo conjunto de conhecimento&nbsp; presentes em cada uma das sociedades humanas. Esse conjunto inclui as crenças, as costumes, as formas de aplicação da justiça, etc.<br>Outros pesquisadores antropológico, contribuíram na construção de pensamentos, tais como; o pensamento evolucionista, culturalismo, funcionalista e estruturalismo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-28 12:13:12 UTC</pubDate>
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         <title>O universo simbólico das trocas culturais </title>
         <author>guilhermegame00194</author>
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         <description><![CDATA[<div>A relação do ser humano com a natureza e as trocas que acontecem nas práticas sociais definem e alteram constantemente os comportamentos e os costumes em uma sociedade.<br>A humanidade desenvolveu um universo simbólico e vive imersa em uma organização que ela mesma construiu. Portanto, nós não vivemos mais em um universo simplesmente natural, como as demais espécies animais. Pelo contrário, vivemos em um mundo de signos, símbolos, imagens e linguagens.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-28 12:41:50 UTC</pubDate>
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         <title>A cultura erudita é a cultura popular</title>
         <author>guilhermegame00194</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Considera-se "cultura popular" o conjunto das expressões artísticas originadas no seio do povo. Entre elas, as canções e as danças tradicionais, a contação de histórias, o conjunto abrangente do<br>folclore, o artesanato, os gêneros musicais populares como o axé e o sertanejo, além de outras manifestações típicas de cada povo.<br>&nbsp; Por outro lado, entende-se como "cultura erudita" o conjunto das expressões artísticas consideradas clássicas. Fazem parte desse grupo as formas artísticas moldadas pelo padrão de gosto das elites e das classes dominantes, como a música, a pintura, a escultura, a literatura e o teatro clássicos.<br>&nbsp; Portanto, para a Sociologia, a distinção entre esses dois tipos de cultura não é absoluta. Por outro lado, ela é importante por demonstrar como a sociedade atribui valor a determinados grupos.<br>Essa atribuição de valor é o que gera a noção de ideologia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-28 13:08:01 UTC</pubDate>
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         <title>Ideologia </title>
         <author>guilhermegame00194</author>
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         <description><![CDATA[<div>termo “ideologia" apresenta várias nuances de significado. A princípio, deriva da utilização da palavra “ídolo", para acusar a falsidade de algumas ideias tomadas como verdadeiras. Em épocas arcaicas, dizia-se que a separação entre a Terra e o Céu ocorrera a partir da castração operada por Cronos, o Tempo, em seu pai Urano, o Céu, tornando assim livre sua mãe, Gaia, a Terra. Essa narrativa “explicava", por assim dizer, a conformação do Universo. Na Modernidade, tal expressão não apresenta nenhuma relação com a realidade e, nesse sentido crítico, é tomada como um ídolo, isto é, uma falsa descrição da realidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-29 14:22:12 UTC</pubDate>
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         <title>Ideologia - Ludwig Feuerbach</title>
         <author>guilhermegame00194</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ludwig Feuerbach (1804-1872), autor do livro <em>A essência do cristianismo</em>, afirma a alienação como processo de autoalienação. Analisa a função da religião de um ponto de vista antropológico, afirmando que o ser humano projeta sua essência em uma imagem idealizada, tornada depois objeto de adoração. A linguagem religiosa revela aspirações humanas orientadas para um mundo distinto da vida ordinária, de modo a promover a perda da consciência da realidade. Esse modelo de formação do pensamento seria condicionante das formas da alienação. Para Feuerbach, o mundo sensível deve ser identificado como o verdadeiro mundo capaz de mediar a existência e as relações humanas</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-29 14:29:34 UTC</pubDate>
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         <title>Ideologia - Karl Marx</title>
         <author>guilhermegame00194</author>
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         <description><![CDATA[<div>Karl Marx (1818-1883) foi o pensador que mais influenciou o que hoje entendemos sociologicamente como ideologia. Para ele, a ideologia seria o sistema de ideias predominante na sociedade, gerado pela classe economicamente dominante e que condiciona a consciência dos indivíduos. Esse sistema de ideias leva a pensamentos genéricos como “o trabalho dignifica o homem", que, na verdade, são um modo de a classe dominante fazer a classe dominada abstrair suas condições precárias de trabalho e o fato de<br>que são dominadas, mascarando assim as reais condições sociais do trabalho. Esse processo foi chamado por Marx de “alienação".</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-29 14:36:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>guilhermegame00194</author>
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         <description><![CDATA[<div>A alienação, considerada no seio da sociedade capitalista, seria a transformação das relações humanas e dos laços sociais em “coisas”. Nesse processo, ocorre a perda da consciência, e os<br>sujeitos agem como objetos, desprovidos que estão da capacidade de elaboração e de questionamento. Essa visão crítica da ideologia está muito presente na obra de Karl Marx</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-29 14:39:38 UTC</pubDate>
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         <title>Fetichismo - Alienação </title>
         <author>guilhermegame00194</author>
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         <description><![CDATA[<div>O conceito de fetiche aplicado à mercadoria, ou "fetichismo da mercadoria", descreve esse tom mágico que a posse de bens materiais adquiriu no capitalismo. Essa virada alterou profundamente a consciência humana, pois transformou a relação entre as pessoas em uma relação entre coisas. Ao mesmo tempo que o ser humano passou a ver o objeto como um fetiche, ele foi perdendo a consciência de que ele mesmo tem um papel importante para manter esse ciclo. Todas as pessoas, sobretudo as classes trabalhadoras, passaram a se identificar com a ideia de que é<br>importante consumir os produtos vendidos pelo capitalismo e, assim, contribuíram para alimentar esse sistema. Ao fazer isso, no entanto, dão força a um sistema que explora o trabalho delas mesmas, formando um círculo vicioso. Esse processo é chamado de alienação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-29 15:16:13 UTC</pubDate>
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         <title>A explosão do consumo na globalização - lado negativo </title>
         <author>guilhermegame00194</author>
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         <description><![CDATA[<div>A intensificação das relações de produção e consumo também leva a um aumento da poluição e do descarte de residuos que ultrapassa a capacidade de recuperação do planeta. A lógica do sistema globalizado não permite observar separadamente as noções de produção, consumo, ambiente e meios de comunicação. A produção demanda uma quantidade de matérias-primas, que são extraídas da natureza, transformadas e entregues ao consumidor na forma de produtos. A necessidade de consumo e, consequentemente, a venda desses produtos são potencializadas pela propaganda. Após determinado tempo, a maioria dos produtos vendidos também será descartada. Portanto, em decorrência do consumo excessivo, uma quantidade também excessiva de resíduos retorna ao meio ambiente na forma de lixo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-30 11:22:12 UTC</pubDate>
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         <title>A expansão do consumo na globalização - críticas </title>
         <author>guilhermegame00194</author>
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         <description><![CDATA[<div>A abertura para a crítica acontece em razão do elevado indice de descarte e da imposição midiática para um acelerado padrão de renovação de objetos consumíveis. Aparelhos de TV, computadores e, principalmente, aparelhos celulares caem rapidamente em desuso. Quando os celulares começaram a ser produzidos em larga escala, estimava-se um tempo de uso de alguns anos. Atualmente, a média de descarte de aparelhos celulares é de menos de um ano. O exemplo vale para muitos outros produtos de uso generalizado. Esse é um modelo de consumo irracional, voltado para a satisfação imediata e para o crescimento do mercado, sem responsabilidade com relação aos impactos ambientais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-30 11:42:32 UTC</pubDate>
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         <title>A EXPLOSÃO DO CONSUMO NA GLOBALIZAÇÃO </title>
         <author>guilhermegame00194</author>
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         <description><![CDATA[<div>A globalização é o processo de expansão do sistema capitalista e de aproximação comercial e cultural entre todos os países do globo. A maioria dos países passou a abrir suas fronteiras para a produção e a circulação de mercadorias, riquezas e pessoas. Isso condiz com a integração econômica e política e, em grande medida, com a tentativa de formar uma cultura consumidora mundial.&nbsp;<br>Um dos principais motivos para esse aumento foram as melhorias nas condições de vida da população e a expansão do acesso a bens fundamentais como moradia e alimentação.</div><div>Contudo, outro motivo importante foi o aumento do interesse em bens diversificados e descartáveis, aos quais nem todos têm acesso.&nbsp;<br>Em decorrência dos impactos sociais e culturais para a maioria dos países, levantam-se muitas críticas à globalização.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-30 11:43:28 UTC</pubDate>
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         <title>SOCIEDADE DE MASSAS </title>
         <author>guilhermegame00194</author>
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         <description><![CDATA[<div>Dizer que a sociedade contemporânea é uma sociedade de massa equivale a dizer que ela é baseada em isolamento social Isso parece um contrassenso se considerarmos a presença massiva das recentes inovações tecnológicas no campo da comunicação, que nos dão a impressão de proximidade. Porém, os laços sociais hoje<br>não são fortes como eram nas sociedades tradicionais, nas quais a comunidade local e a familia funcionavam como fontes de agregação. Nas sociedades contemporâneas, predominam os contatos virtuais e fragmentários. As grandes metrópoles são cada vez mais habitadas por multidões imersas na indiferença e no anonimato.<br>Nas sociedades arcaicas, as comunidades eram limitadas pelas condições físicas e pelas dificuldades de comunicação</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-30 11:45:43 UTC</pubDate>
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         <title>A vida nas sociedades tradicionais </title>
         <author>guilhermegame00194</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na Antiguidade e na Idade Média, a relação entre o individuo e a sociedade girava em torno de valorizar os costumes, respeitar as autoridades senhoris e religiosas e participar de uma aura coletiva. O individuo era formado de acordo com sua origem familiar que, por sua vez, determinava o papel que ele deveria desempenhar na comunidade.<br>Essas comunidades viviam bastante isoladas devido às condições de vida, às dificuldades inerentes ao meio e as limitações tecnológicas. As trocas comerciais com outras comunidades eram<br>sazonais, realizadas em momentos específicos do ano. Do mesmo modo, a circulação de informações era restrita, dependia da chegada demorada, às vezes tardia, de notícias e do anúncio de decisões importantes</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-30 11:55:04 UTC</pubDate>
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         <title>A vida nas sociedades modernas </title>
         <author>guilhermegame00194</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma sociedade massificada se caracteriza pela padronização do gosto e pelo consumo de itens culturais produzidos em larga escala. A veículação de padrões para consumo pretende alcançar a maior parcela da população, ultrapassando as barreiras relativas a classes sociais, renda ou formação educacional. A disseminação dos meios de comunicação de massa levantou sérias questões para a reflexão sociológica: Qual é o papel desses meios na sociedade? Como eles influenciam a visão de mundo e as demandas de consumo dos indivíduos? Para atender às necessidades de uma população tão vasta, as medidas de desejo e de satisfação passam por constantes transformações, impactando críticamente a percepção do papel social da informação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-30 12:04:34 UTC</pubDate>
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         <title>A vida nas sociedades modernas - Max Horkheimer</title>
         <author>guilhermegame00194</author>
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         <description><![CDATA[<div>Um autor que teceu importantes reflexões sobre o papel da informação na sociedade de massas foi Max Horkheimer (1895-1973).Em sua obra, ele fez uma crítica ao modo de pensamento presente nessas sociedades, que ele chamou de "razão instrumental". Essa razão instrumental seria um modo de pensar em que as pessoas se dedicam apenas a cumprir objetivos instrumentais e técnicos e perdem, assim, o real interesse pela vida. Se, nessas sociedades, como disse Horkheimer, a razão é instrumental, o comportamento das pessoas é orientado para tentar atingir esse padrão de eficiência. Quando as pessoas se ocupam desse problema, que é individual, deixam de dar atenção ao bem comum. E quando a razão fracassa, o indivíduo também fracassa. A racionalidade instrumental, portanto, serve aos interesses das classes dominantes, que procuram assim preservar seu poder. Não por acaso, essa racionalidade foi intensamente mobilizada por sistemas políticos totalitários.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-30 12:34:05 UTC</pubDate>
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         <title>MEIOS DE COMUNICAÇÃO E INDUSTRIA CULTURAL </title>
         <author>guilhermegame00194</author>
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         <description><![CDATA[<div>A televisão foi criada na década de 1930 e popularizada após a Segunda Guerra Mundial, quando se transformou no principal meio de difusão de informações em todo o mundo, posição que ocupou por muitas décadas. Boa parte do que a televisão veicula é produzido como forma de entretenimento e de lazer. Nos anos mais recentes, a internet vem tomando a frente e a preferência como meio mais influente de comunicação. Ao longo da História, a televisão serviu de instrumento para estimular o consumo, divulgar fake news e manipular a opinião pública. Contudo, claro está que a TV desempenha muitas outras funções, tanto positivas como negativas. De qualquer forma, fica evidente que é importante analisá-la por meio do aparato da crítica sociológica no que diz respeito à ideologia e ao processo de alienação da consciência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-30 12:47:15 UTC</pubDate>
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         <title>Meios de comunicação e indústria cultural - Escola de Frankfurt</title>
         <author>guilhermegame00194</author>
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         <description><![CDATA[<div>Herbert Marcuse (1898-1979) os pesquisadores alemães Max Horkheimer (1895-1973) e Theodor Adorno (1903-1969), pertencentes ao grupo que ficou conhecido como "Escola de Frankfurt", também analisaram as expressões culturais contemporâneas e sua relação com a ideologia e o consumo. Eles investigaram as relações ideológicas mediadas pelos meios de comunicação de massa e comoelas formam hábitos de consumo e trazem consequências para as sociedades capitalistas no que tange à produção, ao descarte e à deterioração das relações humanas e ambientais. Segundo esses autores, a produção em larga escala de "bens de consumo culturais” é baseada em critérios de lucratividade. Por isso, ela estimula incessantemente o cidadão a consumir. Mais do que isso, ela condiciona as pessoas a um patamar previsível de hábitos, sempre relacionados a alguma forma de consumo. Oferecem um tipo de satisfação imediata de desejos e obtenção de prazeres que, no entanto, precisam ser renovados constantemente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-30 13:04:42 UTC</pubDate>
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         <title>Vulgarização, cinema, &quot;aura&quot;</title>
         <author>guilhermegame00194</author>
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         <description><![CDATA[<div>No livro <em>Dialética do esclarecimento</em>, Theodor Adorno e Max Horkheimer falam sobre o processo de vulgarização da cultura, de transformação de bens culturais em bens de consumo e de transformação de qualquer bem de consumo em um produto da indústria cultural, cuja "embalagem" oferece um mundo de satisfações imaginárias e um distanciamento da realidade. Segundo os autores, a difusão do cinema no início do século XX marcou o começo de uma nova fase na evolução dos meios de comunicação. A partir desse momento, graças ao cinema, a imagem passou a predominar. A visão se tornou o principal alvo da comunicação, sobrepondo-se à oralidade, que até então era predominante. A comunicação por imagens minimizou a necessidade de refletir, pois elas já entregam um mundo “pronto". Essa mudança alterou ou, em alguns casos, até mesmo suprimiu a importância da linguagem verbal.<br>A aura seria o elemento de originalidade e autenticidade de uma obra, o que a caracteriza como única, a essência que a faz ser considerada arte</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-30 13:16:31 UTC</pubDate>
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         <title>Vulgarização, cinema, &quot;aura&quot; - Walter Benjamin </title>
         <author>guilhermegame00194</author>
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         <description><![CDATA[<div>Benjamin apontou que, com o desenvolvimento das técnicas de reprodução em série (televisão, cinema, imprensa etc.), a obra de arte passou por um processo de perda da originalidade que a caracteriza. Nas palavras do autor, a obra de arte perdeu então a sua “aura".<br>Nesse sentido, ao reproduzir uma obra de arte, ela é transformada em apenas um objeto. A obra é deslocada de sua autêntica origem artística, cultural, emotiva. Enfim, ela se desliga da originalidade dos sentimentos que lhe davam sentido.&nbsp;<br>Portanto, o que Benjamin mostra é que as técnicas de reprodução, por um lado, dissolvem a aura da obra de arte e, por outro, permitem que ela seja apreciada por mais pessoas. São dois fenômenos caracterizando os movimentos de massa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-30 13:45:48 UTC</pubDate>
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         <title>Violência simbólica </title>
         <author>guilhermegame00194</author>
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         <description><![CDATA[<div>Por meio da dominação, o capital simbólico das classes dominadas se torna inferior ao das classes dominantes. Devido a essa diferença, as pessoas tornam-se cúmplices - algumas vezes, inconscientemente - do exercício de um tipo de violência identificada como violência simbólica.<br>Toda forma de estereótipo utilizado para definir grupos sociais ou minorias pertence ao quadro de uma violência simbólica. Muitos são os exemplos: a ideia de uma supremacia racial, a discriminação de um grupo religioso, o predomínio do homem sobre a mulher, etc. Todos esses exemplos revelam traços da violência simbólica e se baseiam na desigualdade de acesso a todas as formas de capital, exercendo o domínio de uma classe sobre a outra.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-30 13:54:14 UTC</pubDate>
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         <title>Violência simbólica - Pierre Bourdieu</title>
         <author>guilhermegame00194</author>
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         <description><![CDATA[<div>Pierre Bourdieu (1930-2002), mostrou que os meios de comunicação de massa promovem violência simbólica em ampla escala. Eles propagam ideias e símbolos, explícitos ou sutis, para definir o comportamento das classes consideradas subalternas, aquelas que têm menos acesso a todos os tipos de capital, mas principalmente ao capital econômico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-30 14:18:02 UTC</pubDate>
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