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      <title>HISTÓRIA DO BRASIL  by Equipe Gestora - Coordenação</title>
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      <description>A República: do populismo à redemocratização</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-13 00:17:10 UTC</pubDate>
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         <title>Eurico Gaspar Dutra (1946-51)</title>
         <author>CGPGDEBORA</author>
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         <description><![CDATA[<div>-Participou do Governo de Vargas reprimindo a intentona comunista e logo após se tornou ministro da Guerra.</div><div>-Ao final do governo de Vargas, Dutra foi escolhido pelo oposição para ser candidato a presidente.</div><div>-Foi o 14° presidente do Brasil     </div><div>-Assumiu o cargo após a Getúlio Vargas.</div><div>-Promulgou a Constituição de 1946 que substituiu a que foi outorgada por Getúlio Vargas.</div><div>-Criou o plano SALTE que tinha como objetivo melhorar a saúde, alimentação, trabalho e energia, porém não foi finalizado por falta de financiamento.</div><div>- A economia do governo foi marcada pela construção de estradas e rodovias.</div><div>-Proibiu a existência do Partido Comunista .</div><div>- Durante seu governo houve a aproximação com os Estados Unidos devido ao início da Guerra Fria.</div><div>-Incentivou  a importação.</div><div>-Os Estados Unidos tiveram grande importância na politica externa pois consolidou exportações.</div><div>- Após o seu governo participou da ARENA durante o regime militar<br>Isabella Port n° 11<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-18 23:36:41 UTC</pubDate>
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         <title>Getúlio Vargas (1951-54)</title>
         <author>CGPGDEBORA</author>
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         <description><![CDATA[<div>No Brasil, o grande símbolo do populismo foi Getúlio Vargas, sobretudo durante o período da Era Vargas.<br>De 1951 a 1954 ocorreu o segundo governo de Vargas, conhecido como o governo democrático , quando Vargas foi empossado na presidência. O segundo mandato presidencial de Getúlio Vargas foi marcado por importantes iniciativas nas áreas social e econômica. Na fase final do seu governo, porém, as pressões de grupos oposicionistas civis e militares desencadearam uma aguda crise política que levou Vargas a interromper seu mandato com um ato que atentou contra sua própria vida: o suicídio.<br><br><strong>Videoaula sobre o período: https://youtu.be/0YDFSEkN5Xo</strong><br><br>NOTAS :</div><ul><li>criação de uma estatal para explorar o petróleo e de outra para a produção de energia elétrica – a Petrobras e a Eletrobras</li><li>a intervenção estatal e a ação do governo para retirar investimentos estrangeiros em áreas importantes prejudicaram os interesses de grupos poderosos, que se voltaram contra o governo.</li><li>aumento no custo de vida.</li><li>insatisfação da população, manifestações exigindo melhorias salariais, já que as ocorridas não foram suficientes.</li><li>fim de um incentivo econômico importante dado pelos Estados Unidos. Isso aconteceu porque houve uma mudança de interesses no governo americano. </li><li>O grupo mais insatisfeito com Vargas foi o Exército.</li></ul><div><em><br>Ana Victória - n°1</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-18 23:37:28 UTC</pubDate>
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         <title>Juscelino Kubitschek (1956-61)</title>
         <author>CGPGDEBORA</author>
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         <description><![CDATA[<div>O governo de Juscelino Kubitschek começou no ano de 1956 e suas características principais foram:<br>-''50 anos em 5" slogan que marcou o governo pois tinha o objetivo de acelerar a economia e industrialização de 50 anos em uma eleição;<br>-O plano de metas (31 metas voltadas ao desenvolvimento econômico do Brasil);<br>-Construção de Brasília (nova capital do Brasil);<br>-Investimento no transporte e energia;<br>-Candangos: pessoas que trabalharam na construção de Brasília - muitos morreram;<br>-SUDENE: superintendência do desenvolvimento do Nordeste - tinha o objetivo de estimular e coordenar o progresso do Nordeste;<br>-Tripé econômico: capital estatal, capital nacional privado e capital internacional privado;<br><br>Larissa Franco Scano nº 14</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-18 23:38:13 UTC</pubDate>
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         <title>Jânio Quadros (1961)</title>
         <author>CGPGDEBORA</author>
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         <description><![CDATA[<div>  •Foi presidente da República de 31 de janeiro de 1961 até 25 de agosto de 1961;<br>  •Assumiu o mandato com o país em cenário de crise;<br>   •Medidas para conter os problemas da crise:<br>      - Congelou salários;<br>      - Desvalorizou a moeda nacional;<br>       -Restringiu o acesso de fundos de crédito.<br>  •Foi um líder que tentava aproximar-se do povo usando termos escuros, de modo que parecesse mais popular;<br>  •Auxiliou na consolidação do regime democrático no país, atacando várias vezes a elite, em defesa das camadas populares;<br> •Ações controversas de seu governo:<br>  - Proibição do uso de biquínis nas praias;<br>  -Suspensão das rinhas de galo;<br>  - Interdição do uso de lança perfume.<br>  •Renunciou dia 25 de agosto após perder o apoio dos militares e por sofrer pressão de Carlos Lacerda.<br>  •Teve um dos mandatos mais breves da história da presidência do Brasil.<br><br> • A vassourinha foi um símbolo elementar na campanha presidencial de Jânio Quadros. Ele pretendia "varrer'' a corrupção do país.<br><br>Maria Eduarda Moura- N° 18</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-18 23:38:47 UTC</pubDate>
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         <title>João Goulart (1961-64)</title>
         <author>CGPGDEBORA</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>As Reformas da Base propostas por João Goulart, não foram implementadas, mas moldaram o Estado brasileiro depois da redemocratização,  fazendo criar Constituição de 1988.</li><li>Esse governo foi marcado pela radicalização e instabilidade política.</li><li>Nas Reformas de Base foram tomadas as seguintes medidas pelo presidente João Goulart: </li></ul><div>                  1. Reforma Agrária (  a implementação da reforma agrária exigia mudança constitucional, já que o governo pretendia que as indenizações aos proprietários fossem pagas com títulos da dívida pública, enquanto a Constituição previa indenização paga previamente e em dinheiro.)<br>                    2. Reforma educacional( visava a valorização do magistério e do ensino público em todos os níveis, o combate o analfabetismo.) <br>                    3. Reforma fiscal (  promover a justiça fiscal e aumentar a capacidade de arrecadação do Estado.)<br>                     4. Reforma eleitoral ( extensão do direito de voto aos analfabetos e aos militares de baixa função.)<br>                  5.  Reforma urbana ( <em>"visando à justa utilização do solo urbano, à ordenação e ao equipamento das aglomerações urbanas e ao fornecimento de habitação condigna a todas as famílias")<br>               </em>  6. Reforma bancária (  ampliar o acesso ao crédito pelos produtores.)</div><ul><li>O governo de Goulart foi dividido em 2 fases : <strong>a Parlamentarista </strong>( endividamento do Brasil era grave; inflação), em 1962 ele criou a Lei de Remessa dos Lucros;  antecipação do plebiscito ( que decidiria se o Brasil permaneceria no parlamentarismo ou voltaria ao presidencialismo.)</li></ul><div> A fase <strong>presidencialista: </strong>debates das Reformas de Base; Ligas Camponesas ( lutar pelo acesso do trabalhador rural à terra.)<br><br><br>          <strong><em>Giovanna Capella - nº 8</em></strong></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-18 23:39:18 UTC</pubDate>
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         <title>Golpe Militar (1964)</title>
         <author>CGPGDEBORA</author>
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         <description><![CDATA[<div>O estopim para o golpe militar aconteceu em março de 1964, quando Jango, após um discurso inflamado no Rio de Janeiro, determinou a reforma agrária e a nacionalização das refinarias estrangeiras de petróleo. Imediatamente, a elite reagiu: o clero conservador, a imprensa, o empresariado e a direita em geral organizaram, em São Paulo, a "Marcha da Família Com Deus pela Liberdade", que reuniu cerca de 500 mil pessoas. O repúdio às tentativas de reforma à Constituição Brasileira e a defesa dos princípios, garantias e prerrogativas democráticas constituíram a tônica de todos os discursos e mensagens.<br><br>Gabriel Valesin Dos Anjos - nº 7</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-18 23:45:57 UTC</pubDate>
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         <title>Populismo na América Latina</title>
         <author>CGPGDEBORA</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br>O populismo foi um tipo de situação política experimentada na América Latina entre as décadas de 1930 e 1960, que teve como grande contexto propulsor a crise de 1929. Nessa época, várias das nações latinas – vistas como portadoras de uma economia periférica – viveram uma fase de desenvolvimento econômico seguido pelo crescimento dos centros urbanos e a rearticulação das forças sociais e políticas. Foi em meio a essas transformações diversas que a prática populista ganhou terreno.<br><br></div><div>A política populista é marcada pela ascensão de líderes carismáticos que buscam sustentar sua atuação no interior do Estado através do amplo apoio das maiorias. Muitas vezes, abandona o uso de intermediários ideológicos ou partidários para buscar na “defesa dos interesses nacionais” uma alternativa às tendências políticas de sua época, sejam elas tradicionalistas, oligárquicas, liberais ou socialistas. De diferentes formas, propaga a crença em um líder acima de qualquer outro ideal.<br>De modo geral, os governos populistas terminam com episódios de derrocada, seja política ou econômica, e um dos fatores para que isso ocorra é justamente a simplicidade de seus planos de governos, projetos que visão resoluções à curto prazo e, de curto prazo, ou seja, resoluções que tem um “prazo de validade” pelo fato de não terem uma cadeia de desenvolvimento que lhes permita progredir com o passar do tempo, suas atuações no campo econômico, social, educacional, de saúde entre outros mostram-se muitas vezes grandes “elefantes brancos”, uma vez que são suscetíveis de êxito apenas no inicio, muitas vezes tornando-se mesmo grandes prejuízos.<br>Hari Furuiti - 10</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-18 23:46:08 UTC</pubDate>
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         <title>Castelo Branco (1964-1967)</title>
         <author>CGPGDEBORA</author>
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         <description><![CDATA[<div>&gt; <strong>Castello Branco</strong> foi o primeiro presidente brasileiro durante o período da Ditadura Militar.<br><br>&gt; Foi o responsável por implantar as bases do aparato repressor que se estabeleceu durante o que ficou conhecido como anos de chumbo".<br><br>&gt; O governo de Castelo Branco tornou-o impopular por conta das medidas econômicas anti-inflacionárias, para garantir o pagamento de dívidas no exterior, e por causa das medidas repressivas que atingiram até mesmo políticos apoiadores do Golpe Militar.<br><br>&gt; O governo de Castelo Branco terminou em março de 1967, quando assumiu o presidente Artur da Costa e Silva eleito indiretamente por uma junta de militares, designada "Comando Supremo da Revolução".<br><br> Leonardo Gomes - nº 17</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 00:17:21 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Arthur Costa e Silva (1967-1979)</title>
         <author>CGPGDEBORA</author>
         <link>https://padlet.com/CGPGDEBORA/s62nofy4kg3xuyx1/wish/939336242</link>
         <description><![CDATA[<div>Artur Costa e Silva foi o segundo presidente do Brasil durante o período da ditadura militar, governando o país de 1967 a 1969. Seu governo marcou o início das medidas desenvolvimentistas que levaram ao “milagre econômico”, além de ter iniciado os “anos de chumbo”, período de maior repressão da ditadura militar.<br><br>Deu início à uma política econômica desenvolvimentista, que promovesse um rápido desenvolvimento econômico do país, em moldes parecidos aos aplicados na década de 1950, mas com outra inspiração ideológica. Isso se estendeu de 1968 a 1973, e tal período ficou caracterizado por um rápido aquecimento da economia e índices de crescimento econômico bastante elevados.<br><br>O governo Costa e Silva estendeu-se até março de 1969, quando o presidente militar sofreu um derrame que o afastou definitivamente da presidência. Em consequência disso, ele veio a falecer poucos meses depois. Até outubro de 1969, o Brasil foi governado por uma Junta Militar Provisória, que transmitiu o poder para Emílio Garrastazu Médici.<br><br>Maria Eduarda Martins - n° 19</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 00:18:06 UTC</pubDate>
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         <title>Emílio Garrastazú Médici (1967-1969)</title>
         <author>CGPGDEBORA</author>
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         <description><![CDATA[<div>O breve período de cinco anos que corresponde ao mandato do presidente Emílio Garrastazu Médici (Arena), de 1969 a 1974, foi o único momento em que o regime conquistou estabilidade política. Médici conseguiu apaziguar os quartéis ao permitir que as aspirações e interesses dos militares direitistas radicais, que defendiam o emprego sistemático da repressão policial-militar contra todos os opositores da ditadura, se expressassem em seu governo. Por esse motivo o governo Médici correspondeu ao período da maior onda de repressão política da história do país. O "milagre econômico" O desenvolvimento e crescimento econômico advindos da estabilização da economia contribuíram para estabilidade economica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 00:18:49 UTC</pubDate>
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         <title>Ernesto Geisel (1974-1979)</title>
         <author>CGPGDEBORA</author>
         <link>https://padlet.com/CGPGDEBORA/s62nofy4kg3xuyx1/wish/939338954</link>
         <description><![CDATA[<div><br>&gt;  Iniciou a transição para a democracia liberal que ele mesmo designou que deveria ocorrer de forma “lenta, gradual e segura”.<br><br>&gt;  No âmbito econômico, seu governo esteve marcado por uma redução do crescimento. O chamado milagre econômico e o Ato Institucional 5 (AI - 5) foram extintos.<br><br></div><div>&gt;  Para manter a economia aquecida, Geisel criou o “II Plano Nacional de Desenvolvimento” e ainda, colaborou com a construção da Usina Hidrelétrica de Itaipu.<br><br>&gt;  Durante seu governo, a Guanabara foi anexada ao Rio de Janeiro e o Estado de Mato Grosso foi dividido também em Mato Grosso do Sul.<br><br>Laura Maria nº 15</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 00:19:30 UTC</pubDate>
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         <title>Lei da Anistia (1979)</title>
         <author>CGPGDEBORA</author>
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         <description><![CDATA[<div>- A Lei da Anistia, no Brasil, é a denominação popular dada à lei n° 6.683, sancionada pelo presidente João Batista Figueiredo em 28 de agosto de 1979, após uma ampla mobilização social, ainda durante a ditadura militar. Entrada do memorial da anistia em implantação em Belo Horizonte. Em sua redação original dada pelo Projeto de lei n° 14 de 1979-CN, dizia-se o seguinte: é concedida anistia a todos quantos, no período compreendido entre 02 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979, cometeram crimes políticos ou conexo com estes, crimes eleitorais, aos que tiveram seus direitos políticos suspensos e aos servidores da Administração Direta e Indireta, de fundações vinculadas ao poder público, aos Servidores dos Poderes Legislativo e Judiciário, aos Militares e aos dirigentes e representantes sindicais, punidos com fundamento em Atos Institucionais e Complementares e outros diplomas legais.<br><br>Gabriel Rodrigues Gomes - nº 6</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 00:20:09 UTC</pubDate>
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         <title>João Batista Figueiredo (1979-1985)</title>
         <author>CGPGDEBORA</author>
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         <description><![CDATA[<div>O governo do general Figueiredo foi marcado por uma enorme crise econômica e o processo de reabertura política do país. Uma das principais medidas tomadas por esse novo governo foi abolir o sistema bipartidário e realizar a anistia política dos militares e perseguidos políticos. Inicialmente, o projeto de anistia não iria beneficiar todos envolvidos com crimes políticos, no entanto, o projeto de lei sofreu alterações que perdoava todos os acusados de praticar tortura e devolvia direitos políticos plenos aos exilados.<br><br></div><div>Esse processo de reorganização do cenário político brasileiro não era bem visto por toda a população. Os partidários do regime militar realizaram alguns atentados contra manifestações públicas e contra a abertura política<br><br></div><div>Na área econômica, o governo Figueiredo sofria com as mazelas econômicas geradas pelo fim do “milagre econômico”.<br><br></div><div>O ministro da Fazenda, Delfim Neto, lançou o III Plano Nacional de Desenvolvimento com o objetivo de superar o cenário negativo. Entretanto, a crise econômica vivida internacionalmente impedia que o Brasil conseguisse novos empréstimos no exterior.<br><br>Dalton Lucas de Oliveira<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 00:20:40 UTC</pubDate>
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         <title>Redemocratização</title>
         <author>CGPGDEBORA</author>
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         <description><![CDATA[<div>A ditadura militar foi responsável por uma forte censura e opressão aos direitos democráticos. A redemocratização foi o momento na história do país em que esses direitos foram reconquistados e houve a transição do governo militar para o governo civil.<br><br></div><div>Depois de mais de 10 anos de regime militar no país, o governo ditatorial começou a perder força, já no final da década de 1970. Foi então proposta uma abertura “lenta, gradual e segura”, onde muito demoradamente os direitos foram devolvidos à população.<br><br></div><div>Em 1979, foram promovidos os seguintes atos:</div><div>* revogação do AI-5 </div><div>* anistia aos presos políticos e exilados </div><div>* fim do bipartidarismo.</div><div><br></div><div>As greves de 1978 também contribuiu com o enfraquecimento do regime e levou a população a se manifestar em 1984, com a reivindicação da realização de eleições diretas para o Presidente da República, as Diretas Já.</div><div><br></div><div>Os protestos de artistas, políticos, setores civis, estudantes e trabalhadores pelas Diretas Já não obtiveram sucesso. As eleições não foram diretas e sim realizadas pelo Colégio Eleitoral, que escolheu Tancredo Neves como novo presidente do Brasil. Entretanto, Tancredo faleceu antes de assumir o cargo, levando à posse de José Sarney, o primeiro presidente civil depois de 21 anos de Regime Militar.<br><br></div><div>Os governos civis que vieram após a Ditadura Militar tiveram que lidar com a desigualdade social, o endividamento e a inflação herdados desse período anterior. A nova fase política no país foi marcada por inúmeras tentativas de ajustes e pela inserção do país na lógica da globalização e do neoliberalismo.</div><div><br></div><div>Os presidentes civis eleitos pela população após a ditadura militar (e o mandato de José Sarney) foram: </div><div>* Fernando Collor (1990-1992);</div><div>* Itamar Franco (1992-1994);*</div><div>* Fernando Henrique Cardoso (1995-2002);</div><div>* Luís Inácio Lula da Silva, o Lula (2003-2010);</div><div>* Dilma Rousseff (2011-2016);</div><div>* Michel Temer (2016-2018);*</div><div>* Jair Bolsonaro (2019-atual)<br><br>Júlia Takano-n13</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 00:24:00 UTC</pubDate>
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         <title>A Constituição de 1988</title>
         <author>CGPGDEBORA</author>
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         <description><![CDATA[<div>A <strong>Constituição de 1988</strong> é a atual <strong>Carta Magna do Brasil</strong> que serve de parâmetro para as demais legislações vigentes no país. Aprovada pela Assembleia Nacional Constituinte, ela foi promulgada no dia 5 de outubro de 1988.A Constituição de 1988 está dividida em nove títulos que abarcam 250 artigos, que por sua vez carregam todas as normas essenciais como direitos fundamentais, estrutura do Estado, competências de cada ente, além de regras de cunho formal relativas à organização básica do Estado.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 00:24:28 UTC</pubDate>
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         <title>José Sarney (1985-1990)</title>
         <author>CGPGDEBORA</author>
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         <description><![CDATA[<div>O <strong>Governo Sarney</strong>, também chamado de <strong>Governo José Sarney</strong> (15<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/15_de_mar%C3%A7o"> </a>de março de 1985 - 15 de março de 1900) foi um período da história política brasileira que corresponde à posse de José Ribamar Ferreira Araújo da Costa Sarney na Presidência da República até a sua sucessão por Fernando Collor. Sarney assumiu o governo interinamente após a internação de Tancredo Neves, e definitivamente em 21 de abril de 1985, após a morte do qual foi o primeiro presidente civil após mais de vinte anos de regime militar no Brasil.<br>Sarney sofria com uma alta inflação,além de crises internacionais. Para tentar "desafogar o país", o governo criou diversos planos econômicos. </div><div>Pelo Plano Cruzado, o cruzeiro, moeda vigente na época, foi mudada para o cruzado. Os salários foram congelados, tendo reajuste sempre que a inflação atingisse 20% (gatilho salarial). A correção monetária foi extinta, e, foi criado o seguro-desemprego. No início, o plano conseguiu atingir seus objetivos, diminui o desemprego e reduziu a inflação. A popularidade do plano conseguiu fazer com que o partido do presidente, o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) saísse vitorioso nas eleições municipais de 1985. O partido conseguiu eleger 19 dos 25 prefeitos das capitais. No ano seguinte, em 1986, o partido conseguiu eleger os governadores de todos os estados, com exceção do Sergipe; e no Congresso, o partido conseguiu 261 vagas (54%) de um total de 487 da Câmara dos Deputados, e no Senado conquistou 45 (62,5%) dos 72 lugares. Porém, pouco tempo depois, o Plano Cruzado começou a decair, e os comerciantes esconderam as mercadorias para utilizarem do ágio - uma taxa adicional sobre o produto - para conseguir vender os produtos acima do preço estabelecido. Após as eleições de 1986, foi anunciado o Plano Cruzado II, que provocou um aumento excessivo dos preços. O plano fracassou, e a inflação já ultrapassava a casa dos 20%. O ministro da Fazenda Dílson Funaro, responsável pelos "Planos Cruzados" foi substituído por Luís Carlos Bresser Pereira. </div><div>Pouco tempo depois da posse de Bresser-Pereira, a inflação atingia 23,21%. Para controlar o déficit público, pelo qual o governo gastava mais do que arrecadava, em junho de 1987, foi apresentado um plano econômico de emergência, o Plano Bresser, onde se instituiu o congelamento dos preços e dos salários por três meses. Com o intuito de diminuir o déficit público algumas medidas foram tomadas, tais como: desativar o gatilho salarial, aumentar tributos, eliminar o subsídio do trigo e adiar as obras de grande porte já planejadas, entre elas o trem-bala entre São Paulo e Rio, a Ferrovia Norte-Sul e o pólo-petroquímico do Rio de Janeiro. As negociações com o Fundo Monetário Internacional (FMI) foram retomadas, ocorrendo a suspensão da moratória. Mesmo com todas essas medidas a inflação atingiu o índice alarmante de 366% no acumulado dos 12 meses de 1987. O ministro Bresser-Pereira demitiu-se do Ministério da Fazenda em 6 de janeiro de 1988 e foi substituído por Maílson da Nóbrega. </div><div>O ministro Maílson da Nóbrega criou o Plano Verão em janeiro de 1989, que decretou um novo congelamento de preços e criou uma nova moeda: o Cruzado Novo. Assim como todos os demais, este também fracassou, e Sarney terminou o governo em época de recessão econômica. </div><div>Sarney assumiu a Presidência nos últimos anos da Guerra Fria. Em 1986, Sarney reatou as relações entre Brasil e Cuba, o que externamente representou a aproximação de países capitalistas com socialistas, e internamente, o fim das características da ditadura militar — havia sido o primeiro presidente da ditadura militar, Castelo Branco, que rompeu as relações com Cuba. Devido as crises econômicas, era necessário de que o governo buscasse novas parcerias. Sarney reforçou as relações com países africanos que usavam a Língua Portuguesa. </div><div>Notabilizaram-se as acusações de corrupção endêmica em todas as esferas do governo, sendo o próprio presidente José Sarney denunciado, embora as acusações não tenham sido levadas à frente pelo Congresso Nacional. Foi período entre 1987 a 1989, que eclodia a crise política, aliada à crise econômica. Foram citadas suspeitas de superfaturamento e irregularidades em concorrências públicas, como a da licitação da Ferrovia Norte-Sul. As denúncias ainda afirmavam que José Sarney praticava o nepotismo, ou seja, favorecia amigos e conhecidos com concessões em rádios e TVs. A insatisfação numa ala do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), fez com que fosse fundado o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). O auge da crise ocorreu durante a Assembleia Nacional Constituinte, onde os membros do partido votaram pelos quatro anos de mandato para Sarney, apesar de a tese dos cinco anos ter prevalecido, capitaneada pela maioria da bancada do PMDB e de políticos conservadores. <br>Filipe Pedroso, N°4.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 00:29:31 UTC</pubDate>
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         <title>Fernando Collor de Mello (1990-1992)</title>
         <author>CGPGDEBORA</author>
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         <description><![CDATA[<div>Seu governo foi marcado pela implementação do Plano Collor e a abertura do mercado nacional às importações e pelo início de um programa nacional de desestatização. O plano, que no início teve uma boa aceitação, acabou por aprofundar a recessão econômica, colaborada pela extinção, em 1990, de mais de 920 mil postos de trabalho e uma inflação na casa dos 1200% ao ano; junto a isso, denúncias de corrupção política envolvendo o tesoureiro de Collor, Paulo César Farias, feitas por seu irmão Pedro Collor de Mello, culminaram com um processo de impugnação de mandato (impeachment). O processo, antes de aprovado, fez com que o presidente renunciasse ao cargo em 29 de dezembro de 1992, deixando-o para seu vice Itamar Franco, horas antes de ser condenado pelo Senado por crime de responsabilidade, perdendo os direitos políticos por oito anos.<br><br>Gabriel Botta Rodrigues. N°5</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 00:30:42 UTC</pubDate>
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         <title>AI-5</title>
         <author>CGPGDEBORA</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Ato Institucional n˚5, decretado no dia 13 de dezembro de 1968 no governo de Artur da Costa e Silva, marcou o período mais sombrio da ditadura militar no Brasil.<br>O estopim para que a Ditadura Militar implantasse o AI-5 aconteceu com o discurso do deputado Márcio Moreira contra a violência cometida pelos militares, o que enfureceu os militares. Em razão das mobilizações de estudantes, operários, artistas e intelectuais, somadas à luta armada e à oposição de políticos às ordens do governo, a cúpula militar reuniu-se para endurecer o regime.<br>Com a promulgação do AI-5, o presidente adquiria poderes como:<br><br></div><ul><li>cassar os mandatos legislativos, executivos, federais, estaduais e municipais;</li><li>suspender os direitos políticos dos cidadãos, demitir, remover, aposentar funcionários civis e militares;</li><li>demitir juízes;</li><li>decretar estado de sítio sem restrições ao país;</li><li>confiscar bens para punir a corrupção;</li><li>legislar por decreto e baixar outros atos institucionais completares.</li></ul><div><br></div><div>Além disso, o governo retirou o direito a <em>habeas corpus</em> (liberdade provisória enquanto responde ao processo) aos acusados de crimes contra a segurança nacional; e também, os acusados passaram a ser julgados por tribunais militares sem direito a recorrer.<br>O AI-5 foi revogado dez anos depois durante o governo de Ernesto Geisel. A revogação do AI-5 aconteceu com a Emenda Constitucional nº 11, de 13 de outubro de 1978. No entanto, essa emenda só entrou em vigor a partir do 1º de janeiro de 1979 e foi parte do processo de abertura política conduzida durante o Governo Geisel.<br><br>Laura Munhoz - n˚16</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 00:34:34 UTC</pubDate>
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         <title>Censura durante a ditadura militar</title>
         <author>CGPGDEBORA</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 00:38:23 UTC</pubDate>
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         <title>Movimento estudantil</title>
         <author>CGPGDEBORA</author>
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         <description><![CDATA[<div>- Nas décadas de 1960 e 1970, o movimento estudantil universitário brasileiro se transformou em um importante foco de mobilização social. Sua força adveio da capacidade de mobilizar expressivos contingentes de estudantes para participarem da vida política do país.<br>- O movimento estudantil dispunha de várias organizações representativas: os DCEs (Diretórios Centrais Estudantis), as UEEs (Uniões Estaduais dos Estudantes) e a UNE (União Nacional dos Estudantes), entre outras. Com suas reivindicações, protestos e manifestações, o movimento influenciou significativamente os rumos da política nacional.<br><br>Giovanni Alves Lavia - nº 9</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 00:40:29 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalhismo (conceito)</title>
         <author>CGPGDEBORA</author>
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         <description><![CDATA[<div>em 1930, a maior parte dos camponeses já havia deixado o campo e ido para a cidade, pela primeira vez a cidade era majoritariamente um local ´para as classes mais baixas.<br>Isso deu espaço para diversas reivindicações e sindicatos, pois o povo teve a oportunidade de se politizar e obter mais controle de sua vida, não somente, mas o voto livre e direto contribuiu muito para isso.<br>o trabalhismo  é basicamente como funciona o trabalho de uma nação(sua fonte de renda), e a era Vargas foi o tempo de reivindicações para esse trabalhadores<br><br>Théo N° 20</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 18:26:42 UTC</pubDate>
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