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      <title>A ARTE NO ESTADO NOVO by Filipa Santos</title>
      <link>https://padlet.com/filipsantos98/s55z6d1ali76</link>
      <description>Filipa Santos 
Gonçalo Alves</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-06-08 13:17:47 UTC</pubDate>
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         <title>A resistência na música:</title>
         <author>filipsantos98</author>
         <link>https://padlet.com/filipsantos98/s55z6d1ali76/wish/175727735</link>
         <description><![CDATA[<div>Sérgio Godinho - Sérgio de Barros Godinho mais conhecido por Sérgio Godinho é um poeta, compositor, intérprete e, também actor português. "Eu o que faço é tentar contar coisas, falar de coisas, fazer interrogações à minha maneira e saber que há pessoas que são tocadas por isso", sublinhou o cantautor, hoje com 66 anos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-08 13:19:55 UTC</pubDate>
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         <title>A resistência nas artes plásticas:</title>
         <author>filipsantos98</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br>Arlindo Augusto Pires Vicente</strong> (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Troviscal_(Oliveira_do_Bairro)">Troviscal (Oliveira do Bairro)</a>, 5 de Março de 1906 — Lisboa, 24 de Novembro de 1977) foi advogado e pintor português.<br><br></div><div>Personalidade multifacetada, advogado, pintor autodidata, militante antifascista e declarado opositor ao Regime do Estado Novo, Arlindo Vicente destaca-se de modo particular no panorama político e cultural português entre as décadas de 1930 e 1950. Pertence à segunda geração de pintores modernistas portugueses.<br><br>Titulo: Barracas<br>Técnicas: Óleo <br>Material: Tela<br>Data: 1971<br><strong><em>Uma Arte do Povo, Pelo Povo e Para o Povo - Neo-Realismo e Artes Plásticas</em></strong><br>Museu do Neo-Realismo<br>Curadoria: David Santos<br>20 de Outubro de 2007 a 13 de Janeiro de 2008<br>Museu do Neo-Realismo, Vila Franca de Xira<br>Comissários: David Santos e Luísa Duarte Santos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-08 13:31:21 UTC</pubDate>
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         <title>A resistência na literatura:</title>
         <author>filipsantos98</author>
         <link>https://padlet.com/filipsantos98/s55z6d1ali76/wish/175735211</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>José Carlos Pereira Ary dos Santos</strong> (Nasceu em Lisboa a 7 de Dezembro de 1937 e morreu em Lisboa a 18 de Janeiro de 1984) foi um poeta e declamador português.<br>Ficou na História da música portuguesa por ter escrito poemas de 4 canções vencedoras do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Festival_RTP_da_Can%C3%A7%C3%A3o">Festival RTP da Canção</a> e apuradas para representarem Portugal no Festival Eurovisão da Canção. O estado era contra a literatura pois os escritores punham muitas verdades em evidência que não queriam que fossem expostas. <br><br>Poema escolhido:<br><br><strong>Meu Camarada e Amigo</strong><br><br></div><div>Revejo tudo e redigo&nbsp;<br>meu camarada e amigo.&nbsp;<br>Meu irmão suando pão&nbsp;<br>sem casa mas com razão.&nbsp;<br>Revejo e redigo&nbsp;<br>meu camarada e amigo&nbsp;<br><br>As canções que trago prenhas&nbsp;<br>de ternura pelos outros&nbsp;<br>saem das minhas entranhas&nbsp;<br>como um rebanho de potros.&nbsp;<br>Tudo vai roendo a erva&nbsp;<br>daninha que me entrelaça:&nbsp;<br>canção não pode ser serva&nbsp;<br>homem não pode ser caça&nbsp;<br>e a poesia tem de ser&nbsp;<br>como um cavalo que passa.&nbsp;<br><br>É por dentro desta selva&nbsp;<br>desta raiva &nbsp; deste grito&nbsp;<br>desta toada que vem&nbsp;<br>dos pulmões do infinito&nbsp;<br>que em todos vejo ninguém&nbsp;<br>revejo tudo e redigo:&nbsp;<br>Meu camarada e amigo.&nbsp;<br><br>Sei bem as mós que moendo&nbsp;<br>pouco a pouco trituraram&nbsp;<br>os ossos que estão doendo&nbsp;<br>àqueles que não falaram.&nbsp;<br><br>Calculo até os moinhos&nbsp;<br>puxados a ódio e sal&nbsp;<br>que a par dos monstros marinhos&nbsp;<br>vão movendo Portugal&nbsp;<br>— mas um poeta só fala&nbsp;<br>por sofrimento total!&nbsp;<br><br>Por isso calo e sobejo&nbsp;<br>eu que só tenho o que fiz&nbsp;<br>dando tudo mas à toa:&nbsp;<br>Amigos no Alentejo&nbsp;<br>alguns que estão em Paris&nbsp;<br>muitos que são de Lisboa.&nbsp;<br>Aonde me não revejo&nbsp;<br>é que eu sofro o meu país.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-08 13:53:49 UTC</pubDate>
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