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      <title>Idade média - 7.ºB by Sofia</title>
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      <description>Deverás consultar o teu manual, internet ou livros para preencher.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-12-01 22:48:17 UTC</pubDate>
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         <title>Comércio e cidades no século XIII</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Nesta imagem, em meados do século XII, vesse pessoas, bancas de comida, bancas de tecidos e roupa elegante e mercados, basicamente, nesta imagem, desenvolve-se o <strong><em>comércio.<br>&nbsp; &nbsp;<br>INCREMENTO DAS TROCAS E REANIMAÇÃO DAS CIDADES :<br></em></strong>&nbsp; &nbsp;Entre os séculos XII E XIII, deu-se um processo:</div><ul><li>passagem de uma economia de substâncias para uma economia monetária e urbana, na Europa, devido ao aumento da produção agrícola, aos progressos dos transportes e ao clima de paz.</li><li>&nbsp;O comércio renasce, sendo os seus principais centros, o <strong>Norte da Europa</strong>, o <strong>Norte da Itália</strong> e <strong>a Flandres</strong>.&nbsp;</li></ul><div>&nbsp;&nbsp;<br>&nbsp;O incremento do comércio permitiu:&nbsp;</div><ul><li><strong>desenvolvimento das cidades</strong>, pois tornam-se locais de confluência, de rotas comerciais e de mercadores.&nbsp;</li><li>&nbsp;aumento da população rural» <strong>para as cidades camponeses </strong>que aí procuravam as melhores condições de vida.</li><li>&nbsp; cidades cresceram, alargando-se para fora das muralhas e dando origem a novos sítios, os (<strong>novos)</strong> <strong>burgos</strong>.</li></ul><div>&nbsp;<br><strong><em>O COMÉRCIO EXTERNO E INTERNO PORTUGUÊS</em></strong> :<br> Vantagens: &nbsp;</div><ul><li><strong>Portugal</strong> tem uma localização geográfica favorável ao comércio marítimo, pois é local e passagem e paragem.&nbsp;</li></ul><div>Condições:</div><ul><li>Lisboa era um importante porto comercial.&nbsp;</li><li>barcos que se dirigiam-se&nbsp; para o Mar Mediterrâneo ou para o mar do Norte, paravam aí para trocar mercadorias ou abastecer-se.</li></ul><div><br>&nbsp;Os produtos portugueses exportados eram:</div><ul><li>&nbsp;o vinho,&nbsp;</li><li>mel,&nbsp;</li><li>azeite,&nbsp;</li><li>frutos secos,&nbsp;</li><li>sal.&nbsp;</li></ul><div>No século XIII, outras cidades importantes como:</div><ul><li>Bruges » estabeleciam uma feitoria;</li><li>Londres» realizavam-se feiras </li><li>&nbsp;mercadores ingleses e italianos fixam-se em Lisboa, ao mesmo tempo que comerciantes portugueses se estabelecem noutros pontos da Europa, nomeadamente&nbsp; na Flandres, na cidade de <strong>Bruges</strong>, onde estabelecem uma <strong>feitoria</strong> entre posto comercial&nbsp; que servia de ponto de armazenamento e de venda de produtos.</li></ul><div><br>Os monarcas portugueses criaram uma serie de regras para o fortalecimento do comércio interno e externo:<br><br></div><ul><li>instituição das <strong>feiras francas</strong>;</li><li>criação da <strong>Bolsa de mercadores</strong>(1293);</li><li><strong>Tratado de de comércio com a Inglaterra</strong>(D. Afonso IV, 1353);</li><li>Companhia de Naus ( <strong>Fundação, 1377</strong>);&nbsp;</li><li>Uso gratuito de madeira autorizado,(<strong>D. Fernando</strong>)</li></ul><div><br><br></div><ul><li><strong>Trabalho realizado por: Bernardo Viegas; Francisco Pinto;</strong></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-07 12:09:47 UTC</pubDate>
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         <title>Senhorios laicos, eclesiásticos e concelhos. O poder régio.</title>
         <author>TiagoRodrigues_N18_6B</author>
         <link>https://padlet.com/sofiamendinhos/s4jljy4ilojrc30f/wish/1933327020</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Senhorios laicos, eclesiásticos e concelhos</strong><br><br></div><blockquote>Os grupos privilegiados receberam dos reis grandes propriedades e recompensas pela ajuda que prestaram.</blockquote><div><br></div><div>As propriedades da nobreza, <mark>os senhorios laicos</mark>, receberam vários privilégios:&nbsp;<br>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Imunidade fiscal e judicial;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Não pagavam impostos;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Os funcionários reais não podiam entrar;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A justiça era aplicada pelos senhores;</div><div>&nbsp;<br>As propriedades do clero, <mark>os senhorios eclesiásticos</mark>, receberam vários privilégios:<br>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Tribunais próprios;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Isenções fiscais;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Direito ao asilo;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Direito de cobrança de impostos<br><br></div><div>Para além deste tipo de territórios o rei concedeu aos homens livres <mark>o direito de se organizarem em concelhos</mark>. Com o objetivo de:&nbsp;<br>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Atrair povoadores;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Garantir o respeito pelas autonomias;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Garantir o respeito dos privilégios das comunidades;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Garantir o respeito da regulação das relações com o poder régio;<br><br></div><div>Estes tinham autonomia administrativa e os seus moradores podiam ser camponeses, artesãos ou mercadores. Detinham privilégios e liberdades, entre os quais o de se governarem a si mesmo mediante determinadas regras, estavam registadas na Carta de Foral.<br><br></div><div><sub>&nbsp;A carta de Foral é um documento onde o Rei ou Senhores fundavam ou confirmavam um concelho e onde estavam escritos os aspetos da vida da comunidades.<br></sub><br></div><div>Um conselho era gerido pelos <em><mark>homens-bons</mark></em><em>, </em>pessoas com estatuto social, que administravam o concelho, reunindo-se na <mark>assembleia</mark>. Alguns tinham cavalos para irem à guerra.<br><br>Em troca de privilégios, os moradores <mark>sujeitavam-se à autoridade régia.</mark><br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>O fortalecimento do poder régio</strong></div><div><br>&nbsp;Em Portugal, <mark>o rei era a autoridade máxima</mark> e só ele podia fabricar moedas. Os reis, com a ajuda da burguesia, <mark>tentaram enfraquecer o poder do clero e nobreza</mark>, com as seguintes leis:<br>· Proibiram a Igreja de comprar ou herdar mais terras para além daquelas que já possuía<br>· As inquirições, funcionários que garantiam que ninguém roubava terras à coroa<br>· As confirmações, obrigação dos senhores submeterem-se à aprovação do rei, a legalidade dos seus bens<br>· O Beneplácito régio, norma que obrigava uma Igreja ter autorização expressa do rei para ter terras em Portugal.<br><br>Sempre que era preciso, os reis convocavam <mark>Cortes</mark>, assembleias com representantes do <mark>Clero</mark>, <mark>Nobreza </mark>(e mais tarde o <mark>povo</mark>) para decidir a guerra, a paz e aumento de impostos.<br><br></div><div><em>Feito por Vicente Lourenço Nº26, Tiago Rodrigues Nº23 e Miguel Marques Nº19</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-07 12:09:54 UTC</pubDate>
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         <title>Domínios Senhoriais </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sofiamendinhos/s4jljy4ilojrc30f/wish/1933328329</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; Na Europa dos séculos IX a XII, a maioria das terras&nbsp; pertenciam a grandes proprietários da nobreza e do clero. Estes proprietários estabeleciam a lei e exerciam a justiça nas suas propriedades, senhorios ou domínio senhorial, eram compostas por duas partes reserva e o mansos.<br>&nbsp; <strong>&nbsp;A reserva </strong>era a parte do domínio que era diretamente explorada pelo senhor. Incluía terras férteis, a casa do dono da terra (castelo e mosteiro) e etc...<br>&nbsp;<strong>&nbsp;Os mansos</strong> eram pequenas parcelas de terra arrendadas pelo dono da terra a camponeses (servos ou colonos).<br>&nbsp; &nbsp;Entre o dono do senhorio e todos os camponeses estabeleciam-se diversas obrigações, como o pagamento de rendas, pagamento pela utilização do forno, lagar e moinhos (banalidades) e serviços gratuitos na reserva (corveias).<br>&nbsp; &nbsp;O povo era composto maioritariamente por camponeses que habitavam em pequenas aldeias dentro dos domínios senhoriais. Homens e mulheres trabalhavam de sol a sol em trabalhos agrícolas. As casas dos camponeses eram muito modestas, só tinham uma divisão e poucos móveis.<br>&nbsp; A alimentação diária de um camponês era simples: ao pequeno almoço comiam pão e cerveja; ao almoço pão, queijo, cebola, ovos e cerveja e ao jantar comiam pão, peixe, sopa, cerveja e frutas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-07 12:10:53 UTC</pubDate>
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         <title>Crescimento demográfico e progressos nos transportes e agricultura XII e XIII</title>
         <author>matrixcosta905</author>
         <link>https://padlet.com/sofiamendinhos/s4jljy4ilojrc30f/wish/1933349156</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Entre os finais do séc. XI e os do séc. XIII, a Europa aumentou o número de habitantes. Na França, na Alemanha e na Inglaterra, a população triplicou. Em Portugal, houve um aumento mais acentuado da população no Minho e no Douro Litoral.<br>Esse aumento da população foi possível graças à melhoria das condições de vida, proporcionada por um conjunto de fatores:<br>- fim das invasões (clima de paz e diminuição de saques e pilhagens)<br>- melhoria das condições climatéricas, com a diminuição das chuvas torrenciais e temperaturas mais amenas, o que foi favorável à agricultura;<br>-redução da moralidade (devido à diminuição das guerras e a uma alimentação mais equilibrada);<br>-progressos técnicos nos transportes e na agricultura.<br>Na agricultura europeia, ouve um conjunto de inovações e progressos técnicos que contribuíram para aumento da produção agrícola:<br>-movimento das arroteias - transformação de extensas áreas de terrenos&nbsp; os incultos e bravios em campos aráveis e férteis,&nbsp; secando pântanos ou desbravando florestas;<br>-prática do afolhamento trienal de culturas - divisão dos terrenos agrícolas em em três partes, uma destinada ao cereal de inverno, outra ao cereal de verão e a terceira ao pousio, ou seja, em descanso, o que permitia prolongar a fertilidade dos solos. As culturas e o pousio eram alternados nos anos seguintes;<br>- o uso do ferro - a utilização do ferro no fabrico de instrumentos agricolas mais eficazes, como o arado, a foice ou a charrua, que premitiam cortar com maior precisao e revolver a terra com mais facilidade;&nbsp;<br>- utilização de moinhos de vento ou de agua, fundamentais para a moagem dos cereais;&nbsp;<br>-tecnicas de irrigaçao- com a utilizaçao da nora e a abertura de canais;&nbsp;<br>-a adubaçao das terras com estrume animal e cinzas.<br><br><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-07 12:24:23 UTC</pubDate>
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         <title>Relações de vassalidade:</title>
         <author>japintapaixao</author>
         <link>https://padlet.com/sofiamendinhos/s4jljy4ilojrc30f/wish/1938249949</link>
         <description><![CDATA[<div>Relações de dependência entre dois senhores:<br>-<mark>Suserano</mark> era o nobre mais poderoso que concedia um <mark>feudo (podia ser um beneficio, a mão da filha em casamento e terrenos) </mark>de a a outra senhor ou seja <mark>vassalo</mark> o nobre menos poderoso.<br><br>As relações de vassalagem entre suserano e vassalo:<br>-O suserano concedia<mark> sustento, justiça e proteção </mark>&nbsp;enquanto que o vassalo concedia <mark>apoio militar, apoio financeiro e conselho ao suserano<br></mark><br>Contrato de vassalagem, onde&nbsp; as relações dependência entra Vassalos e suseranos eram definidas e as suas etapas:<br>-O primeiro acontecimento era <mark>homenagem</mark> era que o vassalo encomenda-se ao suserano <br>-O segundo era o <mark>juramento de fidelidade</mark> ou seja vassalo jurava fidelidade e prometia servi-lo com homens e armas. <br>-E o terceiro era <mark>investidura</mark>, em troca o suserano concedia-lhe um beneficio ou um feudo.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-09 14:00:17 UTC</pubDate>
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         <title>Domínios Senhoriais</title>
         <author>alexciubenco</author>
         <link>https://padlet.com/sofiamendinhos/s4jljy4ilojrc30f/wish/1938251410</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;-Na Europa dos séculos IX a XII, a maioria das terras&nbsp; pertenciam ao rei(reguengos) e a grandes proprietários da nobreza(honras) e do clero(coutos). Estes proprietários estabeleciam a lei e exerciam a justiça nas suas propriedades, senhorios ou domínio senhorial, eram compostas por duas partes reserva e o mansos.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; -<strong>A reserva </strong>era a parte do domínio que era diretamente&nbsp; explorada pelo senhor. Incluía terras férteis, a casa do dono&nbsp;da terra (castelo e mosteiro) e etc...<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>&nbsp;- Os mansos</strong> eram pequenas parcelas de terra arrendadas pelo dono da terra a camponeses (servos ou colonos).<br>&nbsp; &nbsp;-O povo era composto maioritariamente por camponeses. As casas dos camponeses eram muito modestas, só tinham uma divisão e poucos móveis.<br>&nbsp; -A alimentação diária de um camponês era simples: ao pequeno almoço comiam pão e cerveja; ao almoço pão, queijo, cebola, ovos e cerveja e ao jantar comiam pão, peixe, sopa, cerveja e frutas.<br>&nbsp; &nbsp; <br><strong>Trabalho feito por Alex nº1, Beatriz Simões nº3 e Carolina nº6<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-09 14:00:47 UTC</pubDate>
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         <title>Sociedade Medieval</title>
         <author>dominicmunteanu</author>
         <link>https://padlet.com/sofiamendinhos/s4jljy4ilojrc30f/wish/1938394952</link>
         <description><![CDATA[<div>A sociedade medieval era organizada em função do nascimento, da posse de terras e do desempenho de cargos.<br>A sociedade era:<br>- Tripartida<br>-Hierarquizada<br><br>Ou seja, a sociedade estava dividida em três ordens ou grupos privilegiados e outros não privilegiados.&nbsp;<br><br>Os grupos privilegiados não pagavam impostos e impunham aos não privilegiados diversas obrigações, como o pagamento de impostos.<br><br>Grupos privilegiados:<br><br>O clero era constituído por todos os que faziam parte da estrutura da Igreja Católica, cuja autoridade máxima era o Papa.<br>Dividia-se em alto clero:<br>-Abades<br>-Bispos<br>-Arcebispos<br><br>E baixo clero:<br>-Monges<br>-Párocos<br><br>Tinha privilégios, como:<br>-Tribunais próprios<br>-Isenção de impostos<br><br>E a sua principal função era orar pela salvação de todos os cristãos e celebrar as cerimonias de batismo, casamento e morte.<br><br>A nobreza dedicava-se à:<br>-Guerra&nbsp;<br>- Bens&nbsp;<br>-Títulos&nbsp;<br>- Cargos na administração dos reinos&nbsp;<br><br>Da nobreza faziam parte grandes senhores, detentores de grandes propriedades, onde:<br>-Aplicavam a justiça<br>-Lançavam impostos<br>-Tinham exército próprio<br>-Cunhavam a moeda<br><br>Grupo não privilegiado:<br>O povo, a grande maioria da população, era uma ordem não privilegiada composta por:<br>-Camponeses<br>-Artesãos<br>-Mercadores<br>-Mendigos<br>Não tinham quaisquer privilégios ou direitos, sendo obrigados a pagar rendas e impostos e a participar no exército do dono das terras em que trabalhavam no exército do rei quando trabalhavam em terras que pertenciam, por exemplo, a ordens religiosas ou em terras que não pertenciam a senhorios.<br><br>Perguntas:<br>1- Quais eram os três grupos sociais?<br>2-Como era organizada a Sociedade Medieval?<br>3-Duas funções da nobreza.<br>4- Qual ou quais eram os grupos sociais privilegiados?<br>5-Qual ou quais eram os grupos sociais não privilegiados?<br><br><em>Trabalho realizado por:<br>Maria&nbsp;Eduarda, Júlio e Dominic</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-09 14:50:17 UTC</pubDate>
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         <title>Comércio e cidades no século XIII   </title>
         <author>franciscoalmeidapinto08</author>
         <link>https://padlet.com/sofiamendinhos/s4jljy4ilojrc30f/wish/1943126260</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Nesta imagem, em meados do século XII, vesse pessoas a conversar, outras a trabalhar nas suas bancas: bancas de comida, tecidos e roupa elegante. Resumindo, na imagem desenvolve-se o <strong><em>comércio.<br>&nbsp; &nbsp;<br>INCREMENTO DAS TROCAS E REANIMAÇÃO DAS CIDADES :<br></em></strong>&nbsp; &nbsp;Entre os séculos XII e XIII, deu-se um processo:</div><ul><li>passagem de uma economia de subsistência para uma economia monetária e urbana, na Europa, devido:</li></ul><div>&nbsp; &nbsp; <strong>-</strong>&nbsp; ao aumento da produção agrícola,</div><div>&nbsp; &nbsp; <strong>-</strong>&nbsp; aos progressos dos transportes,</div><div>&nbsp; &nbsp; <strong>-</strong>&nbsp; ao clima de paz;</div><div><br></div><ul><li>&nbsp;O comércio renasce, sendo os seus principais centros:</li></ul><div>    -  no <strong>Norte da Europa</strong>,</div><div>    -  no <strong>Norte da Itália</strong>,</div><div>    -  em<strong> Flandres</strong>;&nbsp;</div><div>&nbsp;&nbsp;<br>&nbsp;O incremento do comércio permitiu:&nbsp;</div><ul><li>o <strong>desenvolvimento das cidades</strong>, pois tornaram-se locais de convivio e de rotas comerciais,</li><li>&nbsp;o aumento da população rural atraiu camponeses que procuravam melhores condições da vida,</li><li>&nbsp;as cidades alargaram-se para fora das muralhas e deram origem a novos bairros, os <strong>burgos</strong>;</li></ul><div>&nbsp;<br><strong><em>O COMÉRCIO EXTERNO E INTERNO PORTUGUÊS</em></strong>:<br>- Vantagens: &nbsp;</div><ul><li><strong>Portugal</strong> tem uma localização geográfica favorável ao comércio marítimo, pois é local de passagem e paragem,&nbsp;</li><li>Lisboa era um importante porto comercial,&nbsp;</li><li>os barcos paravam para trocar mercadorias ou abastecerem-se;</li></ul><div><br>&nbsp;Os produtos portugueses exportados eram:</div><ul><li>&nbsp;o vinho,&nbsp;</li><li>o mel,&nbsp;</li><li>o azeite,&nbsp;</li><li>os frutos secos,&nbsp;</li><li>o sal;</li></ul><div><br></div><div>No século XIII:</div><ul><li>mercadores estrangeiros fixaram-se em Lisboa,</li><li>comerciantes portugueses se estabeleceram-se pela Europa, realizavam <strong>feitorias</strong>;</li></ul><div><br></div><ul><li>Outras cidades importantes para o comércio eram:</li></ul><div>&nbsp; &nbsp; -&nbsp; Bruges - estabeleciam feitorias,<br>&nbsp; &nbsp; -&nbsp; Londres - realizavam-se feiras;</div><div>&nbsp;</div><div>Os reis portugueses criaram uma serie de regras para o fortalecimento do comércio interno e externo:</div><ul><li>Instituição das <strong>feiras francas</strong> (D. Dinis);</li><li>Criação da <strong>Bolsa de mercadores </strong>(1293);</li><li><strong>tratado de comércio com a Inglaterra</strong>(D. Afonso IV, 1353);</li><li><strong>Companhia de Naus</strong> (fundação, 1377);&nbsp;</li><li>Uso <strong>gratuito</strong> de madeira (autorizado por <strong>D. Fernando</strong>)</li></ul><div><br><br><strong>Trabalho realizado por: Bernardo Viegas e Francisco Pinto</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-12 19:41:05 UTC</pubDate>
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         <title>Cultura Cortesã</title>
         <author>franciscolugin</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote>A cultura cortesã:</blockquote><div>A <strong>cultura cortesã</strong> era difundida a partir das cortes régias ou senhoriais, que eram centros de cultura e de boas relações.</div><div><br></div><blockquote>Os Jograis:</blockquote><div>Os <strong><em>Jograis</em></strong> animavam e divertiam a corte cantando, dançando, tocando e fazendo rir nos castelos e palácios. Já os <strong><em>Trovadores</em></strong> recitavam poemas.</div><div><br></div><blockquote>A Poesia Trovadoresca:&nbsp;</blockquote><div>A nobreza responsabilizou-se pela criação de géneros literários singulares, tal como a <strong><em>Poesia Trovadoresca,</em></strong> que se desenvolveu em ambientes ricos e luxuosos dos palácios e cultivava o amor cortês.<br><br></div><blockquote>Géneros da Poesia Trovadoresca:</blockquote><div>Dentro da Poesia Trovadoresca existem quatro géneros:<br><br>&nbsp; &nbsp;•&nbsp; Cantigas de Escárnio e Maldizer<br>&nbsp; &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;•&nbsp; Cantigas do Amor<br>&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;•&nbsp; Cantigas de Amigo<br><br>&nbsp; &nbsp;•&nbsp; Cantigas da Gesta</div><div><br></div><blockquote>O que cada género contêm:</blockquote><div>- Nas <strong><em>Cantigas de Escárnio e Maldizer</em></strong> censuravam e ridicularizavam alguns aspetos da vida social.<br><br>- Nas <strong><em>Cantigas do Amor</em></strong> o tema é o amor romântico. <br><br>- Nas <strong><em>Cantigas de Amigo</em></strong> eram compostas e cantadas por um homem mas exprimindo sentimentos de uma jovem menina enfrentando a ausência, partida ou alegria de chegada<br><br>- Nas <strong><em>Cantigas da Gesta</em></strong> que são ligadas ao gosto da nobreza na aventura, na guerra, são narrativas se relatam conquistas e proezas de determinados cavaleiros, famosos por sua bravura e coragem.<br>Entre as canções da gesta mais importantes destacam-se a <em>Canção de Rolando</em>, o <em>Poema del Mio Cid</em> e a <em>História do Rei Artur<br></em><br></div><blockquote>D. Dinis - Poeta Trovador:</blockquote><div>Em Portugal a cultura cortesã teve um bom reconhecimento nos reinados de D. Afonso III e de D. Dinis. D. Dinis destacou-se como Poeta Trovador.<em><br></em><br><br><br>&nbsp;<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-03 09:39:57 UTC</pubDate>
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