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      <title>APRENDIZADOS/PARTILHAS  by EMILY DE ARAUJO E MIRELLE MARIA DO NASCIMENTO</title>
      <link>https://padlet.com/Emy_Mirelle/Bookmarks</link>
      <description>ESPAÇO PARA COMPARTILHAR OS APRENDIZADOS DA DISCIPLINA EDUCAÇÃO, COMUNICAÇÃO E TECNOLOGIAS DIGITAIS! :)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-17 23:24:22 UTC</pubDate>
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         <title>Programas para Educação e tecnologias nos séculos XX e XXI - Aula referente ao dia 11/02/2022</title>
         <author>Emy_Mirelle</author>
         <link>https://padlet.com/Emy_Mirelle/Bookmarks/wish/2054430971</link>
         <description><![CDATA[<pre>Diante dos avanços e da criação de recursos como o Programa de Inovação Educação Conectada do Ministério da Educação e recursos como Wi-Fi, Maleta Digital e outros. Ainda assim, é insuficiente para atender todos os alunos das escolas públicas que sofrem com a persistência de problemas recorrentes a exemplo da desigualdade social e dificuldade de acesso aos aparelhos e a uma internet de qualidade. 



Sabe aquele famoso ditado “a primeira impressão é a que fica”?

Partindo dessa colocação como forma de introdução, no final do século XX, com o auxílio da tv escola e a inserção do Programa Nacional de Tecnologia Educacional (ProInfo), que tinham por objetivo inserir as tecnologias digitais e comunicativas no ambiente escolar usando-as como recurso pedagógico na rede pública do ensino.

A princípio, os professores se espantaram com a chegada do recurso desconhecido e como consequência desses atos sem planejamento e familiaridade com os meios digitais, criou-se uma barreira diante do medo de que esses perdessem seu espaço, sua importância e o seu papel.   Dessa forma, após esses eventos marcantes iniciaram-se as formações para auxiliar os professores no desenvolvimento dessas atividades a partir do uso das tecnologias nas atividades. 

Muitas problemáticas foram resultantes dessa implementação inovadora. Como exemplo, se tem a falta de estrutura escolar, desigualdade na acessibilidade, internet limitada e acesso restritivo, aulas sem interdisciplinaridade usando esses aparelhos em assuntos divergentes e sem ligação, entre outros problemas.

Ao passar dos anos os problemas ainda persistiam, em 2007 inicia-se o Projeto Um Computador por Aluno (UCA), com o objetivo de potencializar o uso das tecnologias digitais nas escolas públicas. No entanto, apenas algumas escolas foram selecionadas para receber esses equipamentos, reforçando ainda mais a desigualdade de acesso a essas inovações. Principalmente nas escolas situadas em ambientes rurais, que foram as mais prejudicadas nessa má distribuição. 

sugestão de vídeo relacionado ao tema para vocês:
https://www.youtube.com/watch?v=nIxPP-253mU</pre><div>Texto desenvolvido pelas alunas: Emily de Araujo e Mirelle Maria do Nascimento</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-18 02:13:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Inclusão digital e o direito a comunicação- Aula referente a data 18/02/2022</title>
         <author>Emy_Mirelle</author>
         <link>https://padlet.com/Emy_Mirelle/Bookmarks/wish/2089574472</link>
         <description><![CDATA[<pre>Muito se ouve acerca da tecnologia e inclusão digital. Quando se fala nesses termos, imediatamente se pensa “de que forma?”, “por quais aparelhos?”, “como conseguir esse acesso igualitário sem que nenhum grupo permaneça à deriva?” Essas são questões comuns referente ao tema: Inclusão digital e o direito a comunicação.

Ao analisar o contexto histórico, político e social do Brasil, nota-se as problemáticas sociais perante as desigualdades e a negação de alguns direitos básicos a uma parcela da população. Essas questões se aplicam ao âmbito educacional e a deficiência ao acesso as tecnologias, as quais a acessibilidade está fortemente ligada as divisões de classes sociais. 

Nesse sentido, ao falar em inclusão digital é perceptível a necessidade de equidade diante da democratização de acesso de qualidade as tecnologias de informação e comunicação. Tendo em vista essas perspectivas, é visível a utilização de medidas compensatórias como tentativa de disfarçar o desequilíbrio vigente proporcionado pelo poder público que ignora os impactos causados por essa defasagem de acesso. 

Do outro lado se tem o termo exclusão, este não permite uma amplitude em relação aos motivos que levaram determinados sujeitos a serem exclusos momentaneamente daquele contexto social. Dessa forma, é importante se pensar no usado erroneamente de modo constante.

Tendo em vista todos esses aspectos, um bom exemplo para se visualizar essas questões é o fortalecimento do uso das redes sociais. Essas fazem parcerias com as operadoras para que os dados móveis não sejam consumidos diante do seu uso. Isso faz com que seja reforçado a permanência dessas pessoas em uma única vertente da internet que limitam o acesso as informações confiáveis e fontes de conhecimentos diversos.</pre><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-11 02:16:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Você é o que compartilha: Software livre, abertos  e gratuitos. Aula referente ao dia 25/02/2022</title>
         <author>Emy_Mirelle</author>
         <link>https://padlet.com/Emy_Mirelle/Bookmarks/wish/2089701369</link>
         <description><![CDATA[<pre><strong> </strong>O  software é tido como uma sequência de instruções lógicas escritas que o computador utiliza para executar tarefas especificas. Diante desse fato, há dois tipos de softwares denominados como livre e proprietário. 

O software livre possibilita a modificação e distribuição deste para qualquer finalidade. Suas principais características propiciam a liberdade em estudar, executar, modificar e distribuir.
Um exemplo clássico é o Linux. Quando relacionado ao âmbito educacional, é de extrema importância o acesso da comunidade escolar a esses programas que possibilitam criações e aprendizados dialogando com a troca de experiência e colaboração mútua. 

Já o software proprietário, restringe a redistribuição, cópia e modificação.  Desta forma, é necessário pagar pelo recurso ou adquirir por meio de uma licença.

Diante da perspectiva do uso desses softwares é notável o pouco investimento do Brasil para com esse programa livre, que dificulta o desenvolvimento técnico no país. </pre><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-11 03:31:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>ENSINO REMOTO E ENSINO HÍBRIDO - AULA REFRENTE AO DIA 04/03/2022</title>
         <author>Emy_Mirelle</author>
         <link>https://padlet.com/Emy_Mirelle/Bookmarks/wish/2089790953</link>
         <description><![CDATA[<pre><strong>A Educação a Distância (EAD) é uma modalidade de ensino amparada pela lei 9.394/96 pensada mediante a uma maior abrangência de público, fora do espaço convencional da escola. Teve seu início a partir no ano 1940 e a partir disso foram se desenvolvendo conforme surgiam as novas tecnologias de comunicação, rádio, TV, fitas cacetes, correio eletrônico, internet, computador e seguidamente por ordem cronológica, outros meios de informação.&nbsp;<br><br>Outra perspectiva tecnológica educacional é a Educação Online, que é tida como fenômeno cibercultural que permite práticas pedagógicas de aprendizagem diante no meio virtual possibilitando a interatividade e colaboração através de mediação.&nbsp;<br></strong><br><strong>Já Ensino Híbrido, é sustentado pela lei 4.59/2004 e se desenvolve a partir de interfaces digitais e o presencial. Fazendo um revezamento de atividades nesses dois modos.&nbsp;<br></strong><br><strong>Outra possibilidade de ensino aprendizagem, é Ensino Remoto Emergencial. Este não é regulamentado por lei, pois se estruturou no período pandêmico mediante as atividades síncronas e assíncronas, por meio das plataformas de webconferência e plataformas digitais de aprendizagem, como a exemplo do Google Classrom, Zoom e outros. Essa modalidade de ensino foi e está sendo de extrema relevância para as escolas, professores e alunos, que mesmo diante da falta de recursos para terem acesso digno a internet e consequentemente conseguir assistir as aulas de maneira igualitária, não se distanciaram e perderam por completo o vínculo com a instituição e seu pertencimento no ambiente escolar graças a essa nova circunstância de ensino.&nbsp;</strong></pre><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-11 04:38:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Recursos educacionais abertos (REA): conceito e produção - aula referente ao dia 08/03/2022</title>
         <author>Emy_Mirelle</author>
         <link>https://padlet.com/Emy_Mirelle/Bookmarks/wish/2089839131</link>
         <description><![CDATA[<pre>Os recursos educacionais abertos são instrumentos para desenvolver as práticas pedagógicas com materiais de suporte para um ensino aprendizagem e pesquisa em qualquer formato que forneçam auxílio e acesso ao conhecimento de forma efetiva. 

Esses suportes podem ser encontrados de forma física, como por exemplo livros. Há também o formato digital no qual se pode encontrar vídeos e livros em disponibilizados na web. 

Pensando na perspectiva do livro didático só são possíveis os considerar REA, se a sua licença for aberta. Pois quando esse recurso é fechado, as editoras são as detentoras dos direitos autorais desses materiais, impossibilitando adaptações, modificações, compartilhamento e outros. 

Por fim, é imprescindível ressaltar a importância da produção de recursos abertos para ampliar e incentivar a aprendizagem dos estudantes de forma mais acessível.   </pre>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-11 05:18:11 UTC</pubDate>
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