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      <title>Desafios de Escrita by Andreia Oliveira</title>
      <link>https://padlet.com/andreialagartinho/s456vd4s3oml1lts</link>
      <description>Agrupamento de Escolas Gil Vicente - 
Alunos e alunas do 2.º ciclo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-29 12:14:50 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-09-14 17:27:09 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Receita para uma escola feliz</title>
         <author>andreialagartinho</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ingredientes<br>- 24 alunos;<br>- 11 professores;<br>- 1 escola bonita;<br>- 3 unhas dos pés de alguém que já não os lava há um mês;<br>- 4 canetas exageradamente feias;<br>- esferográficas q.b.;<br>- 3oog de manteiga;<br>- um pingo de sore, inteligência e criatividade.<br><br>Preparação<br>Para começar precisamos&nbsp; de uma forma enorme, que dê para bastante gente e obviamente um grande forno. Depois, nessa forma, misturamos todos os ingredientes e levamos ao forno mais ou menos meia hora.<br><br>Resultado<br>Uma escola bonita, com vista para o rio, grandes projetes interessantes e muitas visitas de estudo.<br>O resto fica por descobrir.<br><br>Nota<br>Não me responsabilizo por danos de interior e exterior. Usar luvas antes de iniciar.<br><br>CB - 6.º ano</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 12:26:59 UTC</pubDate>
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         <title>Receita para um bom ano letivo</title>
         <author>andreialagartinho</author>
         <link>https://padlet.com/andreialagartinho/s456vd4s3oml1lts/wish/1917763422</link>
         <description><![CDATA[<div>Ingredientes<br>- 24 alunos do 6...;<br>- 11 professores fixes e bons;<br>- 1 escola;<br>- 400 g de diversão;<br>- 300 g de maturidade;<br>- 11 matérias interessantes;<br>- 1 bom início de ano;<br>- 1 bom final de ano;<br>- 33 boas notas;<br>- 500g de sorte;<br>- 700g de felicidade;<br>- 24 bons amigos;<br>- 1 pitada de malandrice;<br>- 500 g de empenho.<br><br>Preparação<br>Numa taça colocam-se a escola, os alunos (...) e os professores fixes e bons, mistura-se tudo;<br>De seguida, acrescenta-se o bom início de ano, a sorte, a felicidade, as matérias interessantes e divertidas, a diversão, o empenho e a maturidade e, mais uma vez mistura-se tudo.<br>Quando estiver tudo bem misturado, acrescentam-se as boas notas, a pitada de malandrice e o bom final de ano, mistura-se, novamente, até se obter uma cara feliz.<br><br>CS - 6.ºano</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 12:39:21 UTC</pubDate>
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         <title>O relógio de cuco</title>
         <author>andreialagartinho</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Olá, eu sou um daqueles relógios de cuco, à moda antiga, tu provavelmente ainda não viste um. Para começar a história, tenho de te dizer umas quantas coisas sobre mim e sobre os meus donos. Então, os meus donos são duas pessoas muito queridas, mas já com certa idade, mesmo assim eles ainda trabalham, ela é costureira, e ele é agricultor. Têm de se levantar muito cedo, ele para ir para o campo e ela para ir para a sua retrosaria, e é aí que eu entro, o meu trabalho é acordá-los à hora para que eles me programaram. Como eu não sou daqueles relógios modernos e digitais que se atualizam sozinhos, eu tenho de ser atualizado à mão pelos meus donos.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp;No outro dia mudou a hora, e os meus donos tiveram um dia atarefado e, por isso, esqueceram-se de me atualizar. Aconteceu que, no dia seguinte, eles acordaram uma hora mais tarde. Eu não gosto nada quando coisas deste género acontecem, eu até gostava de poder avisar os meus donos, mas não dá, também não gosto nada de ficar diferente dos outros relógios, cujo os donos nunca se esquecem de os atualizar. Mas pronto, eles só se aperceberam de que se tinham esquecido de mim, quando chegaram ao trabalho, ele quando chegou ao campo já tinha lá os seus trabalhadores todos à espera, e costumava ser quem chegava mais cedo, e ela quando chegou à retrosaria, viu que já tinha uma fila enorme de clientes à porta. Logo eles ficaram confusos, e envergonhados, por terem chegado tão tarde. Até que ela decidiu perguntar a uma das clientes que horas eram, e a cliente respondeu que já passava uma hora desde a hora a que a retrosaria devia ter aberto as portas. Pegou no telefone fixo da loja, e ligou para um dos trabalhadores do marido, e pediu para falar com ele, porque percebeu o que aconteceu, esqueceram-se de me atualizar, ele disse que já tinha percebido e disseram que isto não podia voltar a acontecer. &nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp;Quando o dia acabou e chegaram os dois a casa a primeira coisa que foram fazer foi atualizar-me, para que não voltasse a acontecer uma coisa parecida com esta.&nbsp;<br><br>MC - 6. ano</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 12:46:19 UTC</pubDate>
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         <title>O GRANDE MURO DO SAHARA </title>
         <author>andreialagartinho</author>
         <link>https://padlet.com/andreialagartinho/s456vd4s3oml1lts/wish/1919892528</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Numa pequena parte do mundo havia um país em guerra: a Guiné, em Africa. O nosso aventureiro chamava-se Youssouf e tinha 16 anos. Foi-se embora do seu país Natal com o seu vizinho para explorar o mundo e ter uma vida tranquila e feliz na Europa, longe do horror da guerra.&nbsp;</div><div>&nbsp; Para conseguir ele teve de atravessar o Mali, que é um dos países vizinho da Guiné, também em guerra; passar as fronteiras argelinas; caminhar na areia escaldante do deserto da Líbia; e teve de superar as correntes do mar Mediterrâneo, antes de pousar os pés no continente europeu 9 meses mais tarde.&nbsp;</div><div>&nbsp; Durante a sua viagem, o Youssouf e o seu companheiro escaparam às minas artesanais na estrada que juntam a cidade de Hão, no Mali, na fronteira com Argélia. Tiveram que evitar os polícias argelinos, que tem a reputação de ser muito violentos. Eles tiveram de se esconder, de andar com a cabeça baixa e evitar os pontos de controlo das fronteiras. Mas o que foi mais impressionante para eles foi este muro de areia artificial que rodeia o conjunto da Argélia e que tiveram de escalar durante três longos dias e três noites.&nbsp;</div><div>&nbsp; Quando o encontrei na França ele contou-me toda a sua história, o que me espantou foi a sua aventura no meio do deserto frente a esse muro gigantesco. Palavra por palavra ele disse-me:&nbsp;</div><div>&nbsp;“No primeiro dia eu e o meu companheiro tentamos escalar esse muro da areia. Nesse dia nós fomos apanhados pela polícia local. Voltaram a colocar-nos fora do muro de areia. Depois disso eles colocaram mais guardas para vigiar as entradas, mas na mesma decidimos tentar escalar o muro durante noite, porque era o melhor momento para não seremos vistos nem apanhados. Depois de várias horas o dia estava a chegar e pensamos que era melhor fazer um buraco para nos esconder dos militares e nos proteger do sol quente.&nbsp; &nbsp; Durante o dia, escondidos preparamos o nosso plano para continuar a subida a noite seguinte. Estávamos muito cansados e aterrorizados cada vez que ouvíamos os guardas a passar. Na última e terceira noite fomos incríveis, pois, conseguirmos não só acabar de subir, como descer muito rapidamente. Foi assim que em 3 dias conseguimos escalar um muro de 1km de altura.”&nbsp;</div><div>&nbsp; Quando o Youssouf me contou a sua história fiquei boquiaberta e muito emocionada pela sua coragem.&nbsp;</div><div>&nbsp; Todos os emigrantes vindos do Sul do Sahara viram este muro de areia logo depois de atravessar a fronteira da Argélia, mas raros são os argelinos que sabem que todo o seu território está hoje em dia cercado por um muro de dunas artificiais.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Narrativa criada a partir de uma notícia verídica &nbsp;<br>ES - 6. ano</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 08:44:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Entrevista com história - Gil Vicente </title>
         <author>andreialagartinho</author>
         <link>https://padlet.com/andreialagartinho/s456vd4s3oml1lts/wish/1920157202</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>&nbsp;</div><div><strong>Entrevistador/a</strong> - Olá sr. Gil Vicente, muito obrigada por ter vindo&nbsp;</div><div><strong>Gil Vicente</strong> - Agradeço o convite&nbsp;</div><div><strong>Entrevistador/a</strong> - Sente-se, sente-se&nbsp;</div><div><strong>Gil Vicente</strong> - Obrigado &nbsp;</div><div><strong>Entrevistador/a</strong> - Primeira pergunta, que ocupações é que tem?&nbsp;</div><div><strong>Gil Vicente</strong> - Sou poeta e dramaturgo&nbsp;</div><div><strong>Entrevistador/a</strong> - Quando e porque é que começou a escrever?&nbsp;</div><div><strong>Gil Vicente</strong> - O porquê, eu não sei explicar muito bem, mas sei que gosto muito de escrever sobre a da corte portuguesa, comecei a escrever peças no reinado de D. Manuel I e continuei também no reinado de D. João III&nbsp;</div><div><strong>Entrevistador/a</strong> - E qual foi a primeira vez que o seu nome apareceu? &nbsp;</div><div><strong>Gil Vicente</strong> - Então, se bem me lembro, foi em 1502, depois de escrever a peça “Auto da Visitação” ou “Monólogo do Vaqueiro”, em homenagem ao nascimento do príncipe D. João&nbsp;</div><div><strong>Entrevistador/a</strong> - Sabe quantas peças escreveu?&nbsp;</div><div><strong>Gil Vicente</strong> - Não tenho a certeza do número, mas sei que são mais de 40, umas em espanhol, e outras em português&nbsp;</div><div><strong>Entrevistador/a</strong> - Por que é que escreveu peças em espanhol?&nbsp;</div><div><strong>Gil Vicente</strong> - Porque tive a influência do dramaturgo espanhol Juan del Encina, que conheci quando lá fui&nbsp;</div><div><strong>Entrevistador/a</strong> - Novamente vou agradecer a sua presença &nbsp;</div><div><strong>Gil Vicente</strong> - E eu vou agradecer novamente o convite&nbsp;</div><div><strong>Entrevistador/a</strong> - Foi ótimo conhecê-lo&nbsp;</div><div><strong>Gil Vicente</strong> - Igualmente &nbsp;<br><br>MC - 6 ano</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 11:41:27 UTC</pubDate>
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         <title>A minha história encantada</title>
         <author>andreialagartinho</author>
         <link>https://padlet.com/andreialagartinho/s456vd4s3oml1lts/wish/1920207515</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Nas minhas férias de verão consegui fazer muitas coisas, como ir à praia, à piscina, estar com os meus amigos, e muito mais, mas é claro que ia acontecer algo sobrenatural….<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Num belo dia, como todos os outros, fomos à praia e quando chegamos o meu irmão perguntou-me se queria ir às dunas. Calçamos os chinelos e lá fomos. Quando chegamos reparamos que havia algo estranho, parecia que alguém ou alguma coisa estava a seguir-nos, mas continuamos a explorar a duna.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A certa altura encontrarmos uma passagem estranha, que nunca tínhamos visto. O meu irmão foi à frente, e quando ia a passar desapareceu. Eu fiquei muito desesperado, hesitei, mas resolvi atravessar a mesma passagem. Quando cheguei ao outro lado, encontrei o meu irmão ao lado de umas árvores estranhas, perguntei o que se estava a passar, mas ele não sabia. Pensamos que talvez fosse um portal que nos tivesse levado para um sítio muito diferente do universo. Continuamos em frente, sem olhar para trás, e encontramos um ser muito estranho, ele começou a falar connosco e disse que se quiséssemos voltar para casa tínhamos de concluir um desafio fácil: encontrar um trevo de cinco folhas.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Nós estávamos tão desesperados que começamos a procurar e a procurar e a procurar… muitas horas depois finalmente encontramos. Nesse momento voltamos. Fomos ter com os nossos pais e começamos a tentar desculpar-nos pela nossa demora, mas e eles disseram-nos que só tinham passado vinte minutos. Olhámo-nos e resolvemos por não contar nada.<br><br>GS - 6 ano</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 12:18:52 UTC</pubDate>
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         <title>Um dia de verão... normal!</title>
         <author>andreialagartinho</author>
         <link>https://padlet.com/andreialagartinho/s456vd4s3oml1lts/wish/1920233900</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Era um dia de verão normal. Estávamos em Itália e tínhamos decidido, naquele dia, ir à piscina “<em>di porreta</em>”. Chegámos por volta das 10:30 e já a piscina estava cheia.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Eu e o meu irmão já estávamos prontos e atiramo-nos de um grande trampolim. Um trampolim tão alto que os jovens que lá passavam não se atreviam sequer a subir as escadas! O maluco do meu irmão já tinha saltado, e é aqui que a história começa… Espreitei e reparei que o meu irmão, ainda não tinha voltado à superfície, então eu também saltei.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Abri os olhos e nem acreditei… teria sido a queda? estaria a alucinar? O meu irmão não estava lá, e eu encontrava-me num sítio mágico… O céu era violeta, as nuvens pareciam algodão doce. Passou um pássaro mesmo por perto deixou cair um pouco de algodão doce no meu ombro. A erva era suave como uma manhã de verão, era um prado com uma espécie de orvalho, um local tão calmo que dava vontade de estar lá o dia todo. Também porque em casa com o meu irmão nunca há sossego, foi aí que me lembrei dele. Foi aí que tentei imaginar onde estaria….<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Comecei a ouvir umas vozes, acordei, tinha sido tudo um sonho, mas ainda tinha um pouco de algodão no ombro.&nbsp; &nbsp;&nbsp;<br><br>VL - 6 ano<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 12:35:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Diário - 20 de outubro de 2021</title>
         <author>andreialagartinho</author>
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         <description><![CDATA[<div>20 de outubro de 2021<br><br></div><div>Meu querido diário,&nbsp;<br><br></div><div>poderia ter sido uma quarta-feira igual às outras, mas não foi!&nbsp;<br><br></div><div>Depois de sair das aulas, quando fui ter com a minha mãe ao carro, encontrei&nbsp; um passarinho no chão piava muito. Consegui apanhá-lo e levei-o para casa.&nbsp;<br><br>Possivelmente tinha caído do ninho e tinha fome. O meu pai tem vários pássaros bebés e tem várias papas, por isso vai alimentá-lo diariamente. Assim que crescer, o meu pai vai pô-lo a voar. Até lá, vou falar com ele todos os dias, de certeza que dentro de pouco tempo vai conhecer a minha voz, mas sei que chegara o dia em que ele ira embora.<br><br></div><div>Faz precisamente um mês que começou a escola e o balanço que faço é positivo. Foi um mês bastante produtivo, conhecemos os nossos professores e os novos colegas.&nbsp; Não houve&nbsp; paragens e tudo está de volta à normalidade.<br><br>MS - 6 ano</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 12:44:39 UTC</pubDate>
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         <title>Receita para um bom ano letivo</title>
         <author>andreialagartinho</author>
         <link>https://padlet.com/andreialagartinho/s456vd4s3oml1lts/wish/1920257461</link>
         <description><![CDATA[<div>Ingredientes:<br><br></div><div>Escola – 1</div><div>Bons alunos - Q.B.</div><div>Professores porreiros – Q.B.</div><div>Diversão – 1 mão cheia</div><div>Determinação – 2 mãos cheias</div><div>Maturidade – 2 pitadas</div><div>Felicidade – 10 gotas</div><div>Matéria interessante – 2 gotas</div><div>Bons amigos – Q.B.</div><div>Vontade de estudar – 3 pitadas</div><div>&nbsp;</div><div>Preparação:<br><br></div><div>1 – Põe a escola em cima da bancada e coloca lá dentro os bons alunos e os professores porreiros;</div><div>2 – De seguida. coloca dentro da escola a diversão, a determinação, a maturidade e a felicidade;</div><div>3 – Posteriormente, coloca também a matéria interessante, os bons amigos e a vontade de estudar;</div><div>4 – Por fim, agita bem a escola, para que tudo se una e forme um bom ano letivo.</div><div>&nbsp;</div><div>Depois de toda esta misturada, tenho a certeza que isto vai dar para um ano letivo INTEIRO.<br><br>MC - 6 ano</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 12:48:49 UTC</pubDate>
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         <title>Como eu explodi com um microondas</title>
         <author>andreialagartinho</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Esta história começa quando eu estava em casa com a filha de um amigo de minha mãe, a Alice, que tem sete anos.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Estávamos a passar férias nos Açores, os nossos pais tinham ido às compras. E como estávamos sozinhas, decidimos ir ver desenhos animados. Passado um tempo a fome, melhor, a guloseima, apertou, a Alice perguntou:<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; - Queres ir comer Nutella?</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; E eu como sou responsável… respondi:</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; - Ok! ‘Bora lá!</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Fomos à despensa e vimos que já não havia Nutella. Ficámos desiludidas, para nós aquilo era um ultraje, mas eu tive uma brilhante ideia:</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;- Vamos derreter chocolate no microondas!</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;- Boa ideia! – Exclamou a Alice</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Pusemos chocolate numa taça e colocamos no microondas:</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; - Vamos pôr por dois minutos – disse eu.</div><div>&nbsp; &nbsp; Só que… marquei vinte minutos em vez de dois minutos (sem querer!)</div><div>&nbsp; &nbsp; Fomos ver desenhos animados, passado um bocado, a Alice disse:</div><div>&nbsp; &nbsp;- Cheira-me a queimado!</div><div>&nbsp; &nbsp; Olhei, e vi fumo. No mesmo momento ouvimos um “PAW!!!”… o micro-ondas a arder!</div><div>&nbsp; &nbsp; Abrimos todas as portas e janelas para deixar o fumo sair, eu li as instruções do extintor, destravei-o e quando pressionei o gatilho. Começou a sair um líquido verde, e só depois é que saiu espuma, que apagou o fogo.</div><div>&nbsp; &nbsp; Quando os nossos pais chegaram pedimos desculpa, mas mesmo assim levamos um sermão, mas a pior parte, foi termos de ser nós a pagar um microondas novo.<br><br>MX - 6 ano</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 13:12:12 UTC</pubDate>
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         <title>A minha aventura</title>
         <author>andreialagartinho</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; Lá estava eu em casa, deitado no sofá, quando ouvi um barulho na rua. Decidi ir espreitar. Pensava que era o meu pai, porque estávamos em Portimão e ele estava a chegar, mas o pior aconteceu: a janela caiu enquanto eu estava a espreitar.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; Eu não conseguia respirar, pois a janela estava em cima do meu pescoço. Como estávamos sem carro só conseguimos ir para o hospital quando o meu pai chegou. Nesse momento, meteram-me no carro e arrancámos. O problema é que não tínhamos visto as notícias e o trânsito era absurdo. Tinha havido um acidente e a estrada estava interdita. Tentámos fazer marcha atrás, mas havia muitos carros, estávamos presos e eu já estava a perder os sentidos…<br>&nbsp; &nbsp; Acabei por desmaiar e tive um sonho muito maluco: havia uma pessoa a vender chocolates que mordiam a língua, também havia uma hamburgueria que vendia pizzas e uma pizaria que vendia hambúrgueres. Entrei na hamburgueria e quando o senhor da caixa se virou eu acordei. Já estávamos no hospital, mas estava muito cheio. Só havia uma sala disponível e um médico péssimo. Deitei-me na cama, tirei a camisola e injetaram-me uma anestesia.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;Quando acordei a minha mãe, o meu pai e o meu irmão sorriram!&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; E foi assim o dia mais emocionante da minha vida.<br><br>DO - 6 ano</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 13:26:16 UTC</pubDate>
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         <title>Uma aventura, nem muito, inesperada!</title>
         <author>andreialagartinho</author>
         <link>https://padlet.com/andreialagartinho/s456vd4s3oml1lts/wish/1920373943</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; Estava de férias numa casa gigante com amigos e família. Havia um lago, grande e perigoso, havia cobras, muitas cobras!<br>&nbsp; &nbsp;Decidimos nem nos aproximar.<br>&nbsp; &nbsp;No dia seguinte, tive uma ideia estúpida! (ai, agora vai começar…) Enchemos a prancha de ar, desatamos a jangada, que tínhamos feito no dia anterior, e lá partimos pelo lago abaixo, o que poderia correr mal? Seis miúdos numa jangada de apenas cinco metros.<br>&nbsp; &nbsp;Depois de alguns minutos, descobrimos que aquilo não era bem um lago, era um rio.<br>&nbsp; &nbsp;Estávamos distraídos quando a jangada bateu em algo. Pensávamos que era uma pedra. Subimos para a pedra e ela, subitamente, mexeu-se. Assustados demos um salto na direção da jangada. O que pensávamos que era uma pedra era o nosso amigo cágado Jeremias. Ele era diferente, pois tinha um corno no lugar do nariz, passamos por ele dando-lhe cada um uma festa na sua carapaça espessa e rugosa. Tínhamo-lo encontrado no dia que chegamos, ele estava no relvado, com a barriga para cima, parecia estar na praia a apanhar banhos de sol.<br>&nbsp; &nbsp;Continuamos a nossa viagem, até ao desconhecido, passamos por correntezas, encruzilhadas, até encontramos um gato que parecia estar a refrescar-se, mas estava em apuros e ajudámo-lo. Fizemos o seu resgate e depois de várias discussões, para escolher o seu nome, resolvemos que se chamaria Bigodes.<br>&nbsp; &nbsp;Deixamos a nossa jangada para trás e voltámos de prancha para casa.<br><br>AT - 6 ano</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 13:40:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tudo está certo no universo! </title>
         <author>andreialagartinho</author>
         <link>https://padlet.com/andreialagartinho/s456vd4s3oml1lts/wish/1924632616</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; Gostava de me apresentar, mas para meu infortúnio, não tenho nome. Como devem imaginar, é uma vida difícil. Sou apenas um pequeno pedaço de metal que determina se o céu está claro ou escuro. Devo ter amnésia pois não me lembro de como vim aqui parar. Até chorava, mas nem sequer tenho uma lagrima de sentimento. Uma coisa sei: gosto de estar <strong>sempre </strong>a horas.</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>31 de Outubro, domingo.</strong></div><div>&nbsp; &nbsp; Hoje, às duas em ponto, a hora vai mudar. Não me julguem, mas sinto-me desconfortável em relação a esta cena toda da mudança e sim, é a minha primeira vez. Talvez seja porque sou tão certinho (se não sabiam por favor voltem atrás), talvez, quando cá vier o meu velho dono, que raramente sai do quarto, para me ajeitar em relação ao resto do mundo, me vá sentir desorientado, pois terei saltado uma hora. Uma hora onde podiam ocorrer diversas aventuras, de viagens do tempo a gorilas mutantes.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; O mais estranho é que, mesmo assim, há uma parte de mim que anseia pela chegada da hora, há uma parte de mim que quer sentir o diferente e o inesperado. Isto é tudo graças ao meu dono, pois quando a mulher morreu trancou-se no quarto à chave e desde então não recebe visitas, ou seja, eu levo uma vida monótona. Mesmo assim não o culpo, o coitado está sempre triste e às vezes até parece louco, pois fala comigo como se eu fosse a sua mulher. Vira-se para mim, com um olhar sério e diz:&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp;- Temos de falar.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; Aí começa o palavreado. Às vezes não compreendo os humanos.</div><div>&nbsp; &nbsp; Não consigo de deixar de pensar nisso e juro que tentei! Também não tenho mais nada em que pensar. Enquanto estava a matutar no assunto, lembrei-me de uma hipótese, uma hipótese que me aterrorizava até à raiz. E se… se ele se esquecesse de que a hora ia mudar? Sinto um arrepio na espinha. Eu sei que sou certinho, mas, na minha opinião, incomodava a qualquer um ser um conjunto de metal com apenas um serviço e que, mesmo assim, não conseguisse servi-lo.&nbsp; &nbsp; &nbsp;Como se fosse magia, lá sai o meu dono com olheiras enormes e o seu habitual rosto tristonho. Tento avisá-lo do que iria suceder, mas quando veio a parte da fala, não se ouviu um pio. Lá o vejo voltar para o seu quarto, como se nada fosse.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; As horas vão passando, uma de cada vez até ser uma questão de minutos a mudança da hora. Acho que o pobre velho se esqueceu, mas, nunca se sabe, por isso mantenho a esperança. 1 minuto… 30 segundos… 20…10, 9, 8, 7. Pareço um felino à espera da presa. 6, 5, 4. Acho que ele não vai aparecer. 3, 2, 1… O silêncio reina na casa. Devagar devagarinho, ouço o ranger da porta do seu quarto e lá vai ele a coxear e, um passo de cada vez, agarra-me com firmeza e sinto os ponteiros a trocar de sítio. Não tenho palavras para exprimir o que senti na vossa língua, mas vou tentar traduzir:</div><div>&nbsp; &nbsp;Tudo está certo no universo!&nbsp;<br><br>XC - 6. ano</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 08:24:12 UTC</pubDate>
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         <title>Também, sou só um relógio   </title>
         <author>andreialagartinho</author>
         <link>https://padlet.com/andreialagartinho/s456vd4s3oml1lts/wish/1924675582</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Dói-me tanto – digo eu.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Duas vezes por ano eles magoam-me, e eu ali sem fazer nada! Mexem-me nas correntes, nos meus ossos de relógio.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Nos meus dias aborrecidos sempre a olhar para a janela, como não me mexo, o que fazer?&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Os que se mexem queixam-se de mim, dizem que eu dou trabalho. Não preciso de gasolina digo-lhes, mas eles não entendem, também, sou só um relógio.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Velho e sujo sou eu, ovelhas e outros animas param na minha janela para gozar do meu aspeto, não dou importância, também, sou só um relógio.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Sem a oportunidade de fazer o que quer que seja, sem ser empurrar um cilindro pesado de cá para lá, fico ali os meus longos anos, também, sou só um relógio.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O que fazer?&nbsp;<br><br>AT . 6ano</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 08:51:31 UTC</pubDate>
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         <title>A importância de sonhar</title>
         <author>andreialagartinho</author>
         <link>https://padlet.com/andreialagartinho/s456vd4s3oml1lts/wish/2542324882</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Na minha opinião, sonhar é importante para a nossa vida, mas não podemos sonhar muito, para não fugir à realidade.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Em primeiro lugar, sonhar é algo que nos traz alegria e felicidade, antes e depois de se tornar realidade, por exemplo: eu antes sonhava em ter uma irmã ou um irmão mais novo e agora que o tenho estou mais feliz. Às vezes os nossos sonhos são difíceis de concretizar.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Em segundo lugar, temos que sonhar para a nossa vida fazer sentido mesmo não conseguindo concretizá-lo e ficando triste com isso, porque pelo menos sabes que tentaste fazê-lo.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Concluindo, acredito que sonhar traz sentido à nossa vida e nos deixa felizes e contentes só de pensar que pode acontecer próximo ou longínquo. Mas não podemos ficar abalados se não conseguirmos, para assim sonhar mais e mais alto. Porque é como se diz, “quem não arrisca não petisca”.<br><br>ZS - 5.º ano<br>22/23</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-03 14:36:47 UTC</pubDate>
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         <title>A borboleta fez amigos</title>
         <author>andreialagartinho</author>
         <link>https://padlet.com/andreialagartinho/s456vd4s3oml1lts/wish/2542363335</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Era uma vez uma borboleta que andava com os amigos na escola do Beija-flor.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A borboleta tinha uma melhor amiga que era a joaninha. Elas eram melhores amigas, mas a borboleta sempre quis ir para um grupo de mariposas, porque eram as mais populares da escola e ela sempre dizia à joaninha:<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;- Sempre quis ir para o grupo de mariposas…</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;E a joaninha sempre dizia:</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;- Mas nós divertimo-nos tanto!</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Certo dia, as mariposas foram convidar a borboleta para fazer parte do grupo delas, mas não convidaram a joaninha e daí&nbsp; em diante todas tratavam mal a joaninha e excluíram-na, menos a borboleta, pois ela não dizia nada. Passaram meses e meses até que a borboleta se fartou e disse:</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;- Estou farta! Não param de tratar mal a joaninha e ela é a minha melhor amiga, adeus, só espero que ela ainda queira ser minha amiga.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Foi ter com a joaninha e ela claro que aceitou. Voltaram a ser amigas e nunca mais se voltaram a separar.</div><div><br>Moral da história:</div><div>Faz novos amigos, mas preserva os antigos.<br><br>M.A. - 5.ºano<br>22/23</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-03 14:55:56 UTC</pubDate>
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         <title>Os meus vizinhos da frente</title>
         <author>andreialagartinho</author>
         <link>https://padlet.com/andreialagartinho/s456vd4s3oml1lts/wish/2542387532</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Sempre que me sento à mesa para jantar vejo, pela janela da sala, um homem e uma mulher, sempre à mesma hora. Sentam-se, comem, conversam, falam alto, riem-se, bebem vinho, e hoje, comeram peixe.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Comem e conversam, tão concentrados nos assuntos um do outro, que nem olham através da janela, só sentem a brisa da noite.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Será que se olhassem através da janela e me vissem, sempre a jantar sozinha, me convidavam para lá ir passar o final da tarde?<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Pergunto-me o que serão um ao outro. Amigos? Primos? Irmãos? Um casal? Não sei, mas gosto de ver como conversam atentamente, como se divertem um com o outro, como se entendem...<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Se me juntasse a eles, rir-se-iam das minhas histórias embaraçosas? Ouvir-me-iam atentamente a falar do que gosto? Seriam simpáticos?<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Como deve ser ter alguém que nos entende perfeitamente, alguém com quem rir, sentir, conversar, dançar...<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Espero poder ter o que os dois têm um dia.<br><br>JF - 6ano<br>22/23</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-03 15:13:49 UTC</pubDate>
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         <title>Como acabar com o Bullying</title>
         <author>andreialagartinho</author>
         <link>https://padlet.com/andreialagartinho/s456vd4s3oml1lts/wish/3583991726</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><em>&nbsp;&nbsp;  Bullying,</em> ou assédio moral, é um conjunto de agressões, com intenção de magoar alguém fisicamente ou psicologicamente. Na minha opinião, é preciso acabar com o <em>Bullying</em> para não haver tristezas, desgostos e pessoas de parte.</p><p>&nbsp;    Em primeiro lugar, devemos chamar um adulto de confiança que esteja por perto para acabar com a situação.</p><p>&nbsp;    Em segundo lugar, é importante defender a saúde física e mental das crianças para no futuro não serem elas a fazerem <em>Bullying</em> às outras pessoas</p><p>&nbsp;    Finalmente, podemos, ainda, tentar ignorar as pessoas que nos fazem <em>Bullying</em></p><p>&nbsp;    Por estas razões, acredito que se seguirem estes conselhos podemos acabar com alguns <em>&nbsp;bullies.</em></p><p><br/></p><p><em>5.ºano</em></p><p><em>24/25</em></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-14 17:23:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>andreialagartinho</author>
         <link>https://padlet.com/andreialagartinho/s456vd4s3oml1lts/wish/3583994523</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp;    Bullying, ou assédio moral, é um conjunto de agressões, com intenção de magoar alguém. Na minha opinião, é preciso não ir abaixo e saber nos defender.</p><p>&nbsp; &nbsp;   Em primeiro lugar, devemos chamar um adulto e contar-lhe tudo aquilo que nos acontece, pois assim não estás sozinho.</p><p>&nbsp; &nbsp;    Em segundo lugar, é importante defender a saúde física e mental porque sem ela ficamos mais tristes e sem paciência mesmo para as pessoas que não te fizeram nada.</p><p>&nbsp; &nbsp;    Finalmente podemos ainda tentar resolver de outra forma punindo o agressor(a) fazendo com que não aconteça novamente.</p><p>&nbsp; &nbsp;   Por essas razões, acredito que o Bullying é uma coisa muito má de fazer e devemos todos nós não devemos fazê-lo.</p><p><br>5.º ano</p><p>24/25</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-14 17:27:08 UTC</pubDate>
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