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      <title>Portfólio Acadêmico  by KALIANE DE JESUS CORREIA</title>
      <link>https://padlet.com/kalianecorreia/s4371tvxgc62jaff</link>
      <description>Atividades Interdisciplinares desenvolvidas durante o semestre letivo remoto 2019.2. Curso Licenciatura em Pedagogia. 
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - Campus Universitário de Jequié/BA</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-09 22:30:00 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-02-26 08:58:46 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Jota Quest - Dias Melhores</title>
         <author>kalianecorreia</author>
         <link>https://padlet.com/kalianecorreia/s4371tvxgc62jaff/wish/906463897</link>
         <description><![CDATA[<div>Vivemos esperando<br>Dias melhores<br>Dias de paz, dias a mais<br>Dias que não deixaremos<br>Para trás, oh oh<br>Vivemos esperando<br>O dia em que<br>Seremos melhores (Melhores! Melhores!)<br>Melhores no amor<br>Melhores na dor<br>Melhores em tudo, oh oh oh<br>Vivemos esperando<br>O dia em que seremos<br>Para sempre<br>Vivemos esperando, oh oh oh<br>Dias melhores pra sempre<br>Dias melhores pra sempre<br>(Pra sempre!)<br>Vivemos esperando<br>Dias melhores (Melhores! Melhores!)<br>Dias de paz<br>Dias a mais<br>Dias que não deixaremos<br>Para trás, oh oh oh<br>Vivemos esperando<br>O dia em que<br>Seremos melhores (Melhores! Melhores!)<br>Melhores no amor<br>Melhores na dor<br>Melhores em tudo, oh oh oh<br>Vivemos esperando<br>O dia em que seremos<br>Para sempre<br>Vivemos esperando, oh oh oh<br>Dias melhores pra sempre<br>Dias melhores pra sempre<br>Dias melhores pra sempre yeah yeah<br>Dias melhores pra sempre uuh oh oh<br>Pra sempre (Sempre! Sempre! Sempre!)<br><br>Fonte: LyricFind<br><br>Compositores: Marcio Tulio Marques Buzelin / Marcos Tulio De Oliveira Lara / Paulo Alexandre Amado Fonseca / Paulo Roberto Junior Diniz / Rogerio Oliveira De Oliveira</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-09 23:17:53 UTC</pubDate>
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         <title>1. Perspectivas do Estágio</title>
         <author>kalianecorreia</author>
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         <description><![CDATA[<div>Resenha do artigo “Estágio e docência: diferentes concepções” de Selma Garrido Pimenta e Maria Socorro Lucena Lima<br><br>Referência: PIMENTA, Selma Garrido e LIMA, Maria Socorro Lucena Lima. Estágio e Docência: diferentes concepções. São Paulo: Editora Cortez, 2004<br><br>O texto foi escrito por Selma Garrido Pimenta, atua como professora titular da Faculdade de Educação da USP, e por Maria Socorro Lucena Lima atuante na UECE como professora doutora.</div><div>O artigo "Estágio e docência: diferentes concepções" trás a discussão sobre a formação de professores e pedagogos a partir da relação teoria e prática. As autoras demonstram preocupação com as práticas que "imitam modelos escolares", bem como os que priorizam a "instrumentalização técnica". Para as autoras o estágio não é percebido como um apêndice curricular, mas um instrumento pedagógico que funciona para a superação da distância teoria/prática.</div><div>O artigo vem separado em quatro tópicos: 1. A prática como imitação de modelos, 2. A prática como instrumentalização técnica, 3. O que entendemos por teoria e por prática, 4. O estágio superando a separação teoria e prática. No primeiro tópico de discussão, as autoras afirmam que o modo como aprendemos uma profissão é com base na observação, na imitação e consequentemente na reprodução das ações. Muitas vezes os alunos imitam os professores.</div><div>A denominada pratica" "artesanal", caracteriza-se por essa imitação de modelos. Há nessa prática a concepção de que a realidade é imutável, da mesma forma os alunos. Para Pimenta e Lima o estágio nessa corrente, se reduz ao observar os professores durante as aulas e os imitar, sem fazer uma crítica teórica fundamentada e "legitimada" na realidade social em que o ensino ocorre. </div><div>No tópico 2 da discussão, "A pratica como instrumentalização da técnica", as autoras afirmam que o exercício das profissões, em geral, é técnico, sendo necessária a utilização de técnicas para executar as ações próprias. Discutem ainda sobre a insuficiência de habilidades para a resolução de problemas, não "dando conta" do conhecimento científico.</div><div>Nesta perspectiva o estágio reduz se ao fazer prático e o como fazer; elevando a discussão Pimenta e Lima citam a questão do distanciamento teoria/prática, de modo que as disciplinas que compõem os cursos de formação de professores não estabelecem ligação entre o estudado e o que realmente ocorre na prática. </div><div>Em " O que entendemos por teoria e por prática", tópico 3, o estágio é reduzido as perspectivas práticas instrumental e do criticamos. Citando autores como Sacristán e Zabala, prolongam a discussão sobre prática e ação. Explicitam que o papel das teorias é iluminar e oferecer instrumentos e esquemas para análise e investigação, permitindo questionar as práticas e ações dos sujeitos.</div><div>No tópico 4, as autoras subdividem os tópicos e passam a tratar sobre:</div><div>●                  O estágio: aproximação da realidade e atividade teórica. Nesse sentido, o estágio como atividade curricular é a atividade teórica do conhecimento, fundamentação, diálogo e intervenção na realidade, este sim objeto da práxis. Ou seja é no trabalho docente em sala de aula, escola, sociedade, que a práxis ocorre.</div><div>●                  O estágio como pesquisa e a pesquisa no estágio. Trabalhando as definições de professores reflexivo e pesquisador, Pimenta e Lima, trazem estudos de Schon e Dewey sobre a formação de professores; nesta perspectiva o estágio deixa de ser apenas um componente curricular e passa a integrar o corpo de conhecimentos do curso de formação de professores. Cabendo-lhes agora a desenvolver atividades que possibilitem o conhecimento, a análise, reflexão de trabalho docente, das ações do mesmo, nas instituições, dentre outros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 11:45:39 UTC</pubDate>
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         <title>2. A Pesquisa Como Eixo da Formação Docente </title>
         <author>kalianecorreia</author>
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         <description><![CDATA[<div>Resenha do artigo "Estudo de caso etnográfico” de Elisabeth Márcia Martucci<br><br>Referência: MARTUCCI, Elisabeth Márcia. Estudo de caso Etnográfico. Revista de Biblioteconomia de Brasília. V. 25, n2,p. 167-180, 2001. Disponível em: &lt;http://www.brapci.inf.br/_repositorio/2010/03/pdf_1e9bd793d3_0008783.pdf&gt;. Acesso em: 02 ago. 2019<br><br>Elisabeth Márcia Martucci possui graduação em biblioteconomia pela Escola de Biblioteconomia e Documentação de São Carlos (1972). É mestra em Ciência da Informação pela PUC Campinas (1980) e doutora em Educação pela UFSCAR(1999). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Formação de Professores e de Outros Agentes Educativos. Atuando principalmente nos seguintes temas: Conhecimento prático, Bibliotecário de referência.</div><div>Em "Estudo de Caso Etinografico", Martucci traz os princípios, concepções e técnicas de caso etnográfico na abordagem qualitativa ou interpretativa de pesquisa. Este modo de investigar busca entender e retratar as particularidades e a complexidade de um grupo natural ou microcultura. O artigo está dividido em três tópicos de discussão, Alguns princípios da pesquisa interpretativa, As microcultura e as pesquisa etnográfica, O estudo de caso etnográfico.</div><div>Citando alguns autores como Haguette, Biklen, Erickson, Martucci desenvolve seu primeiro tópico sobre os princípios da pesquisa interpretativa, dizendo que há alguns pressupostos sobre a natureza da sociedade humana e ciências sociais. Segundo a autora a sociedade é vista como pessoas em ação, que agem de acordo com os sentidos que constroem para todos os objetos com os quais interagem na vida cotidiana. </div><div>Citando Haguette (1995) a autora propõe um esclarecimento. "A vida de um grupo humano, representa um vasto processo de formação, sustentação e transformação de objeto, na medida em que seus sentidos se modificam, modificando o mundo das pessoas." Biklen (1994), na abordagem qualitativa ou interpretativa resolve que a participação experiência humana é mediada pela interpretação, de que existem múltiplas formas de interpretar as experiências, partir da interação com os outros, propõe que a realidade é significado das nossas experiências. Erickson(1996) afirma que os atores sociais constroem significados diferentemente , estes dão significados simbólicos para outras ações e agem de acordo com as interpretações que construíram, para ele o interesse da pesquisa no significado humano da vida social e sua elucidação e exposição pelo pesquisador indica um caráter essencial.</div><div>Beklen, Bogdam(1994), esclarecem que a abordagem qualitativa a descrição indução, a teoria fundamentada, os estudos das percepções. Desse modo a pesquisa é naturalista ou de campo, poder ser descritiva, indutiva e é de significados. O pesquisador tem em sua intenção perceber aquilo que os atores sociais experimentam, o modo como eles interpretam, o modo como os próprios estruturam o mundo social em que vivem.(Psathas apud Bogdam; Beklen,1994)</div><div>Em sua descrição "as microculturas e pesquisa etnográfica' há evidência de que as microculturas possuem uma maneira própria de organização social, a interação dos indivíduos entre si, estabelece a construção de normas culturais, com as quais a sociedade é organizada. As microculturas não são estáticas, mas dinâmicas.</div><div>A pesquisa do tipo etnográfica tem duas características: </div><div>1. Trabalho prolongado no campo. </div><div>2. Uso de um conjunto de técnicas para coleta de dados sobre valores, hábitos, crenças e práticas de determinado grupo social.</div><div>No terceiro e último tópico do artigo, a autora trás "o estudo de caso etnográfico", este tem um caráter tradicional das pesquisas científicas, assumindo ser um estudo descritivo, exaustivo que busca em seu fim o tratamento, intervenção e ilustração a resolução de uma situação problema.</div><div>Ludke; André (1996) ressaltam que o estudo de caso possui sete caraterísticas que se colocam acima das características gerais da pesquisa qualitativa. Estás visam: a descoberta, enfatizam a interpretação em contexto, buscam a retratação da realidade de forma completa, uso de várias fontes de informação, generalização naturalísticas, procura a representação dos diferentes pontos de vista de uma situação social, bem como o uso da linguagem científica acessível. </div><div>A autora ao longo do terceiro tópico nós dirige o passo a passo para a pesquisa qualitativa, acerca da observação, entrevista, e textos escrito pelos sujeitos. Finalizando o artigo Martucci afirma que o estudo etnográfico fornece uma visão profunda, ampla e articulada de uma unidade social complexa, sendo capaz de retratar situação do cotidiano, sendo assim relevante na construção de novas teorias e no avanço do conhecimento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 11:50:14 UTC</pubDate>
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         <title>3. Jornada Pedagógica na Rede Municipal de Jequié/BA, ANO 2020</title>
         <author>kalianecorreia</author>
         <link>https://padlet.com/kalianecorreia/s4371tvxgc62jaff/wish/908070059</link>
         <description><![CDATA[<div>Entre os dias 02 e 03 de março deste ano de 2020, participamos da Jornada Pedagógica do Município de Jequié/BA. Rede Municipal que nos acolhera para o Estágio nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. A primeira etapa do evento foi realizada no Centro de Cultura Antônio Carlos Magalhães, evento este voltado para toda a Rede Municipal de Educação, envolvendo professores e coordenadores da rede. <br><br></div><div>O tema trabalhado na Jornada Pedagógica deste ano foi “O Currículo Escolar e suas interfaces para a aprendizagem. Diálogos no contexto das Políticas Públicas Educacionais”. O evento recebeu em sua abertura a Professora Alda Pepe, a qual falou sobre o tema e destacou que o fazer curricular deve mudar e que os professores devem ser tratados de forma “equânime”.<br><br></div><div>Assistimos a um momento cultural com estudantes da rede municipal. Alunos destaques nos projetos em suas escolas, provando e nos mostrando ser possível trabalhar e obter ótimos resultados com a música nas instituições públicas de ensino do município.<br><br></div><div>Ocorreu durante a primeira noite da Jornada, manifestações por parte do Sindicato APLB e professores da rede.<br><br></div><div>“<em>Vestidos com camiseta preta, a categoria chamou a atenção do governo para a valorização do magistério municipal e a retirada de direitos já conquistados pelos professores.<br></em><br></div><div><em>A manifestação foi feita durante o pronunciamento do Secretário Municipal de Educação, Paulo Roberto Andrade, que também estava representando o Prefeito Sérgio Suzart, o qual não compareceu ao evento. Foram faixas e palavras de ordem em defesa da educação pública e de seus profissionais.<br></em><br></div><div><em>A Diretora da APLB Sindicato, Caroline Moraes, fez a leitura do manifesto “Por uma escola acessível e por valorização, professor é movimento, é luta, é resistência”, uma análise da realidade nacional e da realidade local em relação a educação pública e de seus trabalhadores, e reafirmou a importância da resistência frente a visão mercantilista sobre os direitos do povo. Ela concluiu a sua fala com a seguinte frase de Angela Davis: “Será uma luta infinita e as vitórias que conquistamos nos permite imaginar novas liberdades (…)”. </em>(<strong>Matéria APLB Sindicato Jequié</strong>, <strong>2020</strong>)<em><br></em><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 11:51:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>4. Jornada Pedagógica na Escola, ANO 2020 </title>
         <author>kalianecorreia</author>
         <link>https://padlet.com/kalianecorreia/s4371tvxgc62jaff/wish/908071438</link>
         <description><![CDATA[<div>A Jornada Pedagógica na escola, aconteceu um dia após abertura do evento municipal no Centro de Cultura ACM. Direcionados e orientados pela nossa docente Drª Socorro Cabral, fomos participar da reunião da jornada com professores, direção e coordenação da instituição de ensino que nos receberia durante o estágio, a Escola Municipal Drº Joel Coelho Sá, o CAIC.<br><br></div><div>Ao chegar à escola, participamos da primeira reunião com a direção da escola, e passamos a conhecer a dinâmica da instituição. A exemplo do uso do celular, organização dos horários do lanche recreio, horários de entrada e saída dos alunos e professores. Conhecemos a situação sociocultural dos alunos e da região e bairro em que a escola está inserida. Fomos apresentadas também ao diretor da escola e a coordenadora pedagógica.<br><br></div><div>Para iniciar o trabalho pedagógico de 2020 foram dadas orientações aos professores sobre, primeiramente, a realização do diagnóstico, traçando o perfil dos alunos da escola para que futuramente acontecesse o acompanhamento pedagógico. Seriam realizadas a elaboração de projeto, para as ações em 2020. Tratando ainda sobre a caderneta escolar, avaliação dos alunos, uma orientação para a avaliação processual. As atividades e periodicidade das mesmas, sobre os AC’s que são as atividades complementares e o uso da mecanografia.<br><br></div><div>Ainda durante a jornada, conhecemos as professoras regentes e trabalhamos por um à tarde, auxiliando as professoras na escolha dos conteúdos e atividades do livro didático, que seriam aplicadas em sala de aula durante o ano letivo, conforme as orientações da BNCC - Base Nacional Comum Curricular.<br><br></div><div>Os conteúdos foram escolhidos por disciplina, a qual elencamos as práticas de linguagem – eixo; os objetos de conhecimento; especificações dos objetos de conhecimento; gêneros textuais; os códigos das habilidades, segundo a referência da Base Nacional.<br><br></div><div>A realização de tais atividades, me proporcionou um momento ímpar no processo acadêmico. Estar participando dos planejamentos, dos planos das práticas que seriam desenvolvidas e realizadas durante o ano, me fez entender internalizar o sentido de educação, do ensinar. É um processo que deve ser planejado com compromisso e seriedade. Esta experiência só fez reafirmar em mim o desejo de seguir carreira, estando sempre compromissada e envolvida no ato de ensinar desde os primeiros planejamentos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 11:52:03 UTC</pubDate>
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         <title>5. Investigando a Cultura Escolar </title>
         <author>kalianecorreia</author>
         <link>https://padlet.com/kalianecorreia/s4371tvxgc62jaff/wish/908077609</link>
         <description><![CDATA[<div>Entendemos que a escola como espaço multicultural, no qual as expressões da sociedade, suas representações, as complexidades e as mais variadas relações sociais são expressas. Distinguimos o espaço escolar, como ambiente pluralista. A pesquisa no contexto escolar tem sua validade, a partir do momento que compreendemos o campo da escola, como ambiente vivo, no qual os sujeitos e as dinâmicas presentes nesta, manifestam os processos educativos presentes nesta. </div><div> </div><div>Dayrell em sua análise sobre “<em> A escola como espaço sócio-cultural”</em> alega que ao  “falar da escola como espaço sócio-cultural [espontaneamente deveríamos] resgatar o papel dos sujeitos na trama social que a constitui, enquanto instituição”. O pensar e o fazer educativo somente terá sentido, ao passo que consideremos este espaço plural, e levar em consideração a sua formação, que é composto pelas muitas faces da sociedade que temos.</div><div> </div><div>Apoiadas aos estudos do referido autor, e sustentado pelas análises feitas em sala de aula, seguimos a campo, a fim de coletar informações que deem sentido a pesquisa, dados estes que brevemente nos guiariam na execução deste projeto de intervenção. O campo de nossa pesquisa é o Colégio Drº Joel Coelho Sá, está situado na Av. Antônio Tourinho, s/n, no bairro do Jequiezinho, município de Jequié-BA. Está inserida em um bairro periférico, a qual atende crianças de classe baixa de diferentes localidades do bairro, como Cachoeirinha, Jardim Tropical (Morro do Urubu), Baixa do Bonfim, muitos destas crianças se encontram numa situação de vulnerabilidade social.</div><div><br>A escola funciona nos turnos matutino e vespertino, com dois segmentos, educação infantil e ensino fundamental I. Possuindo um espaço amplo e arejado, quadra e áreas externas. <br><br></div><div><br>ENTREVISTANDO A COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA<br><br></div><div><br>Através de uma entrevista coletiva com a coordenadora pedagógica da instituição, podemos conhecer um pouco mais das demandas e desafios presentes na escola. Atuando na área da educação há 26 anos, ela possui graduação em pedagogia e duas especializações na área de alfabetização e letramento. A coordenadora M. C. S. G, consolidou sua carreira  trabalhando em turmas de alfabetização. Desde o início do ano de 2019, está como coordenadora pedagógica da escola. Ao longo da entrevista perguntamos se a mesma considera que sua formação foi suficiente para atender as necessidades formativas dos docentes. Em resposta, nos disse que considera  que o profissional nunca está totalmente preparado.<br><br></div><div><em><br>“Nada é suficiente quando se trata em educação. Mas o curso de pedagogia, sou formada em pedagogia, esse campo abri espaço pra a gente atuar em sala de aula e coordenação. Capacitada a gente. Mas nunca é o suficiente. Tenho duas especializações, mas nunca é o suficiente. Acho que minha formação é suficiente, mas sempre é necessário estar se especializando, com cursos, para melhorar sua prática.”<br></em><br></div><div><br>Assim como as autoras Miziara; Ribeiro e Bezerra (2014), a coordenadora considera que a sua formação não é suficiente tratando-se de educação.<br><br></div><div><br>Conforme esclarece Rivas (2007, p.102), os principais aspectos metodológicos na formação inicial do pedagogo são insuficientes para atuação “{...} no que se refere ao planejamento da educação, à administração de sistemas, gestão escolar, formulação de políticas públicas para a educação, avaliação educacional e avaliação da aprendizagem, pesquisa pedagógica específica, etc, “. ( Miziara, Ribeiro e Bezerra, 2014, p.616). <br><br></div><div><br>Questionamos sobre o seu assessoramento ao trabalho dos professores  sala de aula, nos respondeu o seguinte:<br><br></div><div><br>“<em>Nos acs... e uma das coisas que eu gosto, é acompanhar a turma… Se uma professora falta, eu gosto de ir na sala dar aula, conhecer as crianças, seus aprendizados, ter contato com os meninos. De modo que também a gente consegue fazer com que  o aluno não falte. Depois converso com a professora, - Olha tal criança está com dificuldade nesse aspecto, você tá fazendo o que a respeito? - Mesmo que atrapalhe meu trabalho como coordenadora, mas gosto de fazer isso. Este ano faremos dois diagnósticos, um no primeiro semestre e o outro no segundo semestre, esse diagnóstico vai nos ajudar a saber dos avanços dos alunos, saber traçar a metas para avançar com cada criança.”<br></em><br></div><div><br>Foi perceptível na fala da coordenadora, sua preocupação com a formação e o processo de ensino e aprendizagem na instituição, principalmente no tocante da alfabetização. É nítido a inquietude de “dar conta” do trabalho, mesmo considerando que tem pouca formação e experiência para tal função. Suas ansiedades na fala, demonstra o quanto de responsabilidade cabe em sua função. <br><br></div><div><br>Quando perguntamos sobre os desafios enfrentados pela coordenadora na realização de seu trabalho na escola, nos responde que:<br><br></div><div><em><br>“Um dos desafios é a gente poder fazer o avanço. Porque a coordenação está para o avanço dos alunos. A preocupação é o acompanhamento dos alunos, o avanço dos alunos. Muitas estratégias tivemos ano passado… muitas não deu certo. Daí estamos pedindo o perfil dos alunos para as professoras para agir em cima dos resultados dos alunos. A realização do diagnóstico serve pra gente conhecer esses alunos, saber o histórico. Alguns dos desafios é o diagnóstico. Trazer a família para junto da escola, os professores também pontuam como um desafio</em>.”<br><br></div><div><br>Sua fala permeia sua a experiência como professora. quando diz que é um desafio acompanhar o estudante, retrata também o desafio enfrentado pela professora, estar em sala de aula para garantir o avanço e aprendizado dos alunos. A coordenadora vê como imprescindível a realização do diagnóstico, conhecer e detectar o nível de aprendizado de cada aluno para assim criar metas de avanço para os estudantes. É importante perceber sua preocupação em garantir que as crianças aprendam a ler e a escrever e perceber estes avanços por meio das atividades de diagnóstico.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 11:54:11 UTC</pubDate>
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         <title>6. Reflexões sobre o Método Sociolinguístico </title>
         <author>kalianecorreia</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Resenha do texto  “Contribuições da psicogênese da língua escrita para a alfabetização: interpretação e consequências” de Onaide Mendonça<br><br>Referência: </strong><a href="http://lattes.cnpq.br/3162359252965286">MENDONÇA, O. S. C<strong>.</strong></a>; MENDONÇA, O. C. . Contribuições da psicogênese da língua escrita para a alfabetização: interpretação e consequências. In: Edson Forsato; Sônia M. Coelho. (Org.). Anos inicias do Ensino Fundamental. 02ed.São Paulo: Cultura Acadêmica/ Prefeitura Municipal de São Paulo, 2017, v. 1, p. 129-150<br><br><br>Onaide Schwartz Correa de Mendonça possui graduação em Letras pela Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (1990), mestrado em Letras pela Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (1994) e doutorado em Letras pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1998). Atualmente é professora da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Tem experiência na área de Linguística, com ênfase em Alfabetização, atuando principalmente nos seguintes temas: alfabetização, leitura; letramento, formação do professor e metodologias de alfabetização.<br><br></div><div>Olympio Correa de Mendonça é graduado em Letras/Linguística pela Universidade de São Paulo (1968); Bacharel em Ciências Jurídicas (Direito) pela Universidade Braz Cubas (1985). Doutor em Letras/Linguística pela Universidade de São Paulo (1978). Docente aposentado de Linguística e Ensino de Língua Materna da Universidade Estadual Paulista.<br><br></div><div>Em Contribuições da psicogênese da língua escrita para a alfabetização: interpretação e consequências, os autores apresentam resultados da pesquisa Psicogênese da língua escrita, de Emília Ferreiro e Ana Teberosky, em aspectos linguísticos pertinentes à alfabetização, bem como uma análise da aplicação dessa teoria com suas contribuições e consequências. Sob a interpretação dessa proposta, os autores discutem os equívocos que foram ocorrendo na alfabetização, advindos da má interpretação da teoria.<br><br></div><div>O artigo está dividido em três longas partes, as quais trazem a princípio as “Contribuições da psicogênese da língua escrita”, a segunda parte busca “A interpretação da psicogênese da língua escrita e suas consequências” e a terceira e última parte aborda as “Implicações da interpretação da psicogênese”.<br><br></div><div>Na primeira parte, a qual aborda as contribuições da psicogênese da língua escrita, citando Ferreiro e Teberosky, os autores pontuam que a aquisição de conhecimentos se baseia na atividade do sujeito com o objeto. A abordagem deste primeiro tópico se dá na definição e nos estudos da Psicogênese, bem como nos resultados desta pesquisa, nos aspectos linguísticos, que envolve a alfabetização, bem como a demonstração dos equívoco mais comuns advindos da interpretação dessa teoria.<br><br></div><div>Na segunda parte do artigo, tratando sobre “A interpretação da psicogênese da língua escrita e suas consequências”, os autores trazem uma abordagem o construtivismo, baseada na teoria da psicogênese, nos fazendo entender que a escrita é uma reconstrução do sistema de representação construída pela humanidade. Acredita-se que, para esta teoria, a criança alfabetiza a si mesma, mesmo antes de entrar na escola.<br><br></div><div>Citando ainda teóricos da educação, como Soares, que estudam sobre a alfabetização, buscando trazer ainda as definições de alfabetização e letramento, como processo distintos, mas que não devem ser realizados separadamente, uma vez precisa-se de uma sistematização eficaz de ensino. É neste tópico ainda, que os autores passam a comentar sobre os equívocos que envolvem a psicogênese na alfabetização, práticas em sala de aula, a não escolha de um método para se alfabetizar, dentre outros equívocos.<br><br></div><div>Na terceira parte do artigo, os autores trazem as implicações da interpretação da psicogênese. Estas diferentes interpretações levaram as redes de ensina a adotarem propostas de atividades que enfatizavam apenas, em sua maioria, o uso sociais da leitura e escrita. Pensando serem suficientes para as crianças se alfabetizarem. Acredita-se portanto, que se a criança for ensinada por meio de atividades e metodologias adequadas, excetuando-se aquelas com algum tipo de deficiência intelectual, estará lendo em três meses.<br><br>Conclui-se que, o construtivismo teve seu mérito como teoria sobre a aquisição da escrita, mas chama os educadores a atenção de se adotar um método de alfabetização. è necessário ter uma teoria que explicite com acontece o processo de aquisição da leitura e da escrita, mas é imprescindível para o educar adotar um método de alfabetização que irá sistematizar o ensino destas habilidades.<br><br></div><div><br><br></div><div><strong> </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 11:55:04 UTC</pubDate>
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         <title>7. Reflexões sobre a Roda de Conversa com Drª Onaide Mendonça</title>
         <author>kalianecorreia</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><h1>II Webinário do VII semestre de Pedagogia da UESB Campus Universitário de Jequié - Roda de conversa: "A eficiência do método sociolinguístico frente ao desafio das crianças de classes populares", com a Profa. Dra. Onaide Mendonça.<br><br></h1><div><br>Em 5 de novembro de 2020, participamos de uma roda de conversa com uma referência da área de Alfabetização, a brilhante Onaide Schwartz Mendonça. Doutora em Letras, e tem seu trabalho voltado para a área da linguística, com ênfase na alfabetização, atuando principalmente nos seguintes temas: alfabetização, leitura, letramento, formação de professores e metodologias de alfabetização. Este último a que nos interessa, a qual juntamente com Olympio Mendonça são os autores do método sociolinguístico, método este trabalho e estudado por nós graduandos no percurso acadêmico.<br><br></div><div>Em seu discurso de experiência como alfabetizadora vi que o professor alfabetizador sempre tem que estar atento a sua turma, de modo a perceber, tocar-se, sensibilizar-se pela realidade no universo da sala de aula, percebemos que muito as vezes quem precisa de mais atenção, mais empenho são os alunos que precisam de mais dificuldade para atingir determinado conhecimento. E é nestas turmas de alfabetização que os professores, de modo geral precisam se reinventar, para atingir o “sucesso” no processo de alfabetização, aquisição da leitura e escrita.<br><br></div><div>Inspirada no método Paulo Freire, Mendonça, como autora da recriação de um método, vê-se inspirada na obra do mestre, na qual via necessidade de adequar um método, o modo de ensinar, a realidade presente de seus alunos. Então temos o Método Sociolinguístico, é sócio “por que prioriza o diálogo como estratégia de ensino-aprendizagem em sala de aula”. <br><br>Quando temos o diálogo, intermediado pelo professor, temos uma melhora em qualidade de ensino e qualidade de trabalho. Percebemos então o quesito da afetividade entrando em jogo, como meio de efetivação da aprendizagem, “<em>por que à medida que nós trazemos o diálogo na sala de aula, o aluno se sente acolhido. ele se sente respeitado e o trabalho tanto dele como seu vai render muito mais</em>.”</div><div> </div><div>É linguístico porque trabalha em específico da língua materna, e as especificidades do sistema de escrita. É linguístico porque ensina o que é letra, o que é sílaba, trabalha a direção da leitura, esquerda para a direita, de cima para baixo. O trabalho em alfabetização vai muito além de somente ensinar as primeiras letras, mas como o aluno deve segura a folha de papel ao apagar com a borracha, como se segura o lápis, enfim.</div><div> </div><div>Me vi tocada ao ver que seus estudos com o método vieram de sua experiência como professora alfabetizadora, e sua ânsia em defender a educação, o alfabetizar, de “pessoas que nunca ensinaram”, ensinar os alfabetizadores com “absurdos”, como um método muito ultrapassado , o método fônico, datado de 1719.<br> </div><div>Acredito também que o alfabetizar é uma responsabilidade, que requer compromisso e seriedade, uma vez que estamos lidando com o outro, com a vida do outro. O aluno está ali na escola para aprender, dependendo de nós professores, paro o ensinar, o auxiliar no processo de aprendizagem da leitura e da escrita. E temos clareza em afirmar, que se o alfabetizador não “chegar junto” no 1º e 2º ano do processo de alfabetização, sim, muito provavelmente o aluno poderá sair do ensino fundamental analfabeto. E está é uma questão discutida por Mendonça, em sua fala, que nos faz realmente “cair em nós” qual o nosso papel como alfabetizador e futuros alfabetizadores.<br><br></div><div>Para se entender o método, somos levadas as suas obras. Em nossos estudos durante a graduação, discutimos “A eficiência do método sociolinguístico” de Mendonça, e é a partir dele que hoje temos consciência e comprovação da eficácia de seu uso nas classes e alfabetização.<br><br></div><div><em>“Portanto, sempre que nos referirmos a este “método” será denotando seu sentido amplo de sistema de ensino e aprendizagem.</em></div><div><em>Para a exposição dos fundamentos sociolinguísticos do Método Paulo Freire, antes das definições dos seus quatro passos a seguir, conceituamos palavra geradora, que é também designação sinônima do Método Paulo Freire, ou seja, Método da palavra geradora, porque é extraída pelo professor (FREIRE, 1980) do universo vocabular dos aprendizes, conforme critérios de produtividade temática, fonêmica (palavra composta, preferencialmente, por mais de três sílabas), e do seu teor de motivação e conscientização. E ainda, mostramos que, através da decomposição das sílabas da palavra geradora e pela sua combinação, são geradas outras palavras significativas.</em></div><div><em>1º codificação: (conceito próprio de Paulo Freire). Representação de um aspecto da realidade expresso pela palavra geradora, por meio da oralidade, desenho, dramatização, mímica, música e de outros códigos que o alfabetizando já domina.</em></div><div><em>2º descodificação: (conceito próprio de Paulo Freire). Releitura da realidade expressa na palavra geradora para superar as formas ingênuas de compreender o mundo, através da discussão crítica e do subsídio do conhecimento universal acumulado (ciência, arte, cultura).</em></div><div><em>3º análise e síntese: Análise e síntese da palavra geradora, objetivando levar o aprendiz à descoberta de que a palavra escrita representa a palavra falada, através da divisão da palavra em sílabas e apresentação de suas famílias silábicas na ficha de descoberta e, a seguir, junção</em></div><div><em>das sílabas para formar novas palavras, levando o alfabetizando a entender o processo decomposição e os significados das palavras, por meio da leitura e da escrita.</em></div><div><em>4º fixação da leitura e escrita: Este passo faz a revisão da análise das sílabas da palavra e apresentação de suas famílias silábicas para, através da ficha de descoberta, formar novas palavras com significado e para composição de frases e textos, com leitura e escrita significativas”. </em>(MENDONÇA. 2011)</div><div> </div><div>Este momento do Webinário me proporcional de fato um real aprendizado, de modo que fui instigada a todo o tempo, a querer ser uma melhor profissional, querer me aprofundar nos estudos relativos à alfabetização. Me levou a percepção de que o ato de ensinar quando realizado apoiado em um método eficiente, como o sociolinguístico, nos faz acreditar que os desafios existentes no processo são reduzidos.</div><div> </div><div>Referencia: MENDONÇA, Onaide Schwartz. A eficiência do método sociolinguístico: uma nova proposta de alfabetização. In: UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. Prograd. <strong>Caderno de formação:</strong> Formação de professores didática dos conteúdos. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2011. Cap. 10, p. 120-130. v. 10.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 11:55:34 UTC</pubDate>
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         <title>8. &quot; Uma Lição de Vida&quot; a inspiração de Kimani Maruge </title>
         <author>kalianecorreia</author>
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         <description><![CDATA[<div>III Webinário do VII semestre de Pedagogia - Análise do filme “Uma Lição de Vida”.</div><div> </div><div>Ficha Técnica</div><div>Lançamento em <a href="http://www.adorocinema.com/filmes/agenda/week-2014-08-14/">14 de agosto de 2014 </a></div><div>Duração:2h 00min </div><div>Gênero: <a href="http://www.adorocinema.com/filmes/todos-filmes/notas-espectadores/genero-13027/">Biografia</a>, <a href="http://www.adorocinema.com/filmes/todos-filmes/notas-espectadores/genero-13008/">Drama</a></div><div>Direção: <a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-127364/">Justin Chadwick</a></div><div>Elenco: <a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-516921/">Oliver Litondo</a>, <a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-92692/">Naomie Harris</a>, <a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-64172/">Tony Kgoroge</a></div><div>Nacionalidade <a href="http://www.adorocinema.com/filmes/todos-filmes/notas-espectadores/pais-5004/">Reino Unido</a></div><div>Título original: The First Grader</div><div>Distribuidor: EUROPA FILMES</div><div> </div><div>“Uma Lição de Vida” é filme baseado em fatos reais, dirigido por Justin Chadwick. O longa retrata a história de Kimani Maruge (Oliver Litondo), um queniano, que aos 84 anos de idade vê-se determinado a aproveitar sua última chance de ir à escola. Por meio de uma lei que tornara o ensino gratuito no Quênia no ano de 2003, Maruge enfrenta diversos dilemas no processo de aprendizagem da leitura e da escrita, dentre as muitas dificuldades enfrentadas por ele, o preconceito de sua comunidade, a alta burocracia presente nas instituições, e a mais comovente, tendo que se juntar a crianças de seis anos de idade.</div><div> </div><div><strong>Quem foi Maruge?</strong><br><br></div><div>Kimani Maruge, queniano, foi considerado o homem mais velho a ingressar na escola, para aprender a ler e a escrever. Veterano da revolta de Mau Mau, em 1950, contra as forças de colonização britânicas, Maruge nunca teve a chance de estudar quando criança, de modo que foi preso várias vezes. Ganhou fama em seu país e tornou-se um símbolo da educação gratuita em todo o mundo. Em 2005, viajou para Nova York e discursou na ONU (Organização das Nações Unidas) para pedir aos líderes de todo o mundo educação aos pobres<br><br></div><div>Em “Uma Lição de Vida”, consegui perceber a educação como um ato de liberdade, de esperança, perseverança e superação, de modo que, por vezes, apenas com a educação adquire dignidade chega as pessoas. No caso de Maruge, conseguir ler uma carta direta do presidente, confirmando seu estado de prisioneiro e após agradecendo pelos serviços e dedicação no processo de independência do Quênia.<br><br></div><div>Desta feita, percebemos no meio educativo, de modo geral, a necessidade de os professores saberem se colocar, saber a realidade em que a escola, seus alunos, estão inseridos. Daí a premissa de um diagnostico sociocultural. Este diagnostico proporcionara ao professor informações e referenciais para realizar as intervenções necessárias.<br><br></div><div>Confirma em nós também, a indispensabilidade do docente realizar os diagnósticos pedagógicos, diagnósticos dos estudantes o que eles já sabem sobre linguagem, o sistema de escrita, leitura e escrita, sobre as noções matemáticas <br><br></div><div>É perceptível também a necessidade de se criarem leis de acesso e permanência na escola, a tornar o ensino gratuito, não somente para as crianças, mas também para adultos e idosos. No longa, leis que tornem as escolas mais próximas de onde os cidadãos vivem, zonas rurais por exemplo, acessíveis e gratuitas. <br><br></div><div>É notório perceber que a alta burocracia permeia o meio e as instituições que regem e regulam a educação, tornando muitas vezes o fazer educativo precário, dificultando o dia a dia na escola. Foi no filme e é exemplo para nós, ver a necessidade de driblar ideologias polarizadas, as hegemonias, que fazem a qualidade, financiamento quase inexistentes, sem contar a valorização cultural e nativa pender e por vezes ruir. <br><br>"Uma Lição de Vida" vem nos ensinar e muito. Ensinar a valorizar a educação, valorizar as nossas escolas e professores, ensinar a respeitar e reconhecer a historia e realidade de um povo, do nosso povo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 12:03:16 UTC</pubDate>
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         <title>10. Objetivos do Projeto de Estágio</title>
         <author>kalianecorreia</author>
         <link>https://padlet.com/kalianecorreia/s4371tvxgc62jaff/wish/908097583</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>OBJETIVO GERAL</strong></div><div><br></div><div>      Esse projeto tem como objetivo construir juntamente com as crianças o conhecimento acerca do tema família e promover a reflexão de sua estrutura familiar e também possibilitar o conhecimento de diferentes conjunturas familiares. Assim, despertando nas crianças o autoconhecimento e o sentimento de pertencimento familiar e cultural, com o intuito de abordar a leitura e a escrita por meio da temática “Família: entre o cuidar e o educar”, de modo a ser estudado  dentro da perspectiva de alfabetização e letramento. </div><div><br></div><div><strong>OBJETIVOS ESPECÍFICOS</strong></div><div><br></div><ul><li>Reconhecer e valorizar os membros da família; </li><li>a criança o conhecimento da sua história pessoal;</li><li>Estimular o contato entre família , escola e educando;</li><li>Enfatizar a questão do cuidar, visto que é essencial entre os membros das famílias;</li><li>Aplicar o método sociolinguístico , a fim de contribuir com a leitura, escrita e oralidade;</li><li>Propiciar atividades práticas para uma melhor fixação dos conteúdos a serem trabalhados , assim contribuindo para um aprendizado significativo;</li><li>Planejar atividades voltadas para o domínio do sistema alfabético, leitura e produção  de textos. </li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 12:04:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>9. Projeto de Estágio – Justificativa </title>
         <author>kalianecorreia</author>
         <link>https://padlet.com/kalianecorreia/s4371tvxgc62jaff/wish/908099436</link>
         <description><![CDATA[<div>Este projeto faz parte da disciplina Estágio nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, como componente curricular obrigatório do curso de Pedagogia da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – UESB, para obtenção de crédito parcial, sob a orientação da Profª Socorro Aparecida Cabral Pereira. Para tanto construímos o seguinte projeto de intervenção pedagógica nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental com o intuito de abordar a leitura e a escrita por meio da temática “Família: entre o cuidar e o educar”, de modo a ser estudado  dentro da perspectiva de alfabetização e letramento. O tema foi escolhido junto à escola com o intuito de discutir e desmistificar que somente as mães têm a função de cuidar, uma vez que na sociedade em que vivemos existem diferentes estruturas de famílias, sendo assim faz-se necessário trabalhar com a temática.<br><br></div><div>Historicamente os filhos de uma família nasciam unicamente com o papel de aumentar os recursos financeiros e força de trabalho de suas famílias, e expectativa de ter alguém que os cuidasse quando envelhecessem e ainda sucessão em suas linhagens. Philippe Ariès(1960), historiador francês, elaborou teses que discutiam o lugar da infância nas famílias. Ariès defendia que as famílias modernas eram voltadas para o seu interior, de modo a instalar dentre de seus lares o “amor conjugal e a intimidade familiar”. Montandon argumenta que as crianças têm uma dupla constituição de investimento em suas famílias, “instrumental e afetivo, e ambas as dimensões mantêm a sua importância ainda que tenham sofrido algumas transformações” (2001, p. 15).<br><br></div><div>Os pais têm em seus ambientes familiares, a função de ensinar os filhos  os saberes, os valores e condutas morais e sociais, regras de vivência, habilidades intelectuais. Assumindo parceria com a escola, esta relação tem promovido maior participação dos familiares na vida escolar dos alunos. Este fenômeno tem permitido que um novo processo suscite a redefinição e compartilhamento de papéis do fazer educativo.<br><br></div><div>As instituições, família e escola, não se limitam mais em seus círculos, não existindo mais fronteiras entre elas. A escola rompe, e se direciona além do trabalho voltado ao desenvolvimento cognitivo e intelectual dos estudantes, suas ações abrangem os aspectos emocionais, corporais e morais do processo educativo, enquanto as famílias passam a reivindicar o direito de interferir na aprendizagem e questões pedagógicas.<br><br></div><div>Inferimos como necessária a abordagem da temática “família” em sala de aula, uma vez que a família é um dos principais núcleos da sociedade, estando está presente também dentro da escola. Faz-se importante destacar que família é o principal agente de cuidado e educação, e transmissora dos valores morais socialmente aceitos. Ressaltamos que o espaço familiar é considerado um ambiente que deve assegurar a sobrevivência, desenvolvimento e proteção de seus membros, independentemente dos arranjos familiares.</div><div> Dessa maneira, compreendemos que a família é essencial para a vida de qualquer indivíduo,e que a mesma tem papel fundamental na construção dos valores culturais e sociais. Articulando o seu papel juntamente com a escola, ambos têm a capacidade de promover um aprendizado significativo e real para os educandos, Assim, Dayrell(1996) expõe que é função da escola garantir acesso ao aglomerado de conhecimentos acumulados socialmente, todavia a instituição se esquece que é necessário entender que os alunos já chegam ao espaço escolar munido de um conjunto de experiências vividas em diferentes contextos, em ambientes extra escolares. Sabemos que a criança não é uma tábula rasa, tampouco um ser sem luz, compreendemos que mesmo antes de entrar para o contexto escolar a criança já tem seu processo de aprendizagem iniciada. Ela lê e compreende o mundo a sua maneira, e a família é o um dos principais agentes educativos deste processo. </div><div><br>Partindo disso, percebemos que a criança ao iniciar sua vida escolar traz consigo muitos conhecimentos que foram adquiridos no seu contexto familiar e social. Sendo assim os conhecimentos não são adquiridos apenas através de métodos utilizados no contexto escolar. Seu processo de aprendizagem começa antes mesmo de chegar à escola, a criança lê símbolos, imagens, reconhece códigos. Ferreiro(1985) compreende que o desenvolvimento da alfabetização acontece em ambiente social, contudo declara que as práticas e informações sociais não recebidas pelas crianças de maneira passiva. É por meio dos aprendizados em turma de alfabetização, que o aluno passará a dar sentido ao seu conhecimento, é por meio das palavras, leitura e escrita, que o mundo passará a ter significado novo. Sendo assim, as práticas de alfabetização e letramento se faz necessário para o desenvolvimento efetivos dos sujeitos que fazem parte desse processo. É indispensável compreender que a alfabetização e letramento devem ser trabalhados de forma conjunta, levando em conta que uma etapa completa a outra, onde o importante para a aprendizagem é alfabetizar letrando.<br><br></div><div>Soares (2004) aponta que letrar é mais que alfabetizar o indivíduo. Acredita que o ato de ensinar a ler e a escrever, deva acontecer dentro de um cenário onde estas ações tenham sentido, façam parte do cotidiano dos alunos. Sendo assim, a alfabetização é o processo de aprendizagem onde se desenvolve a habilidade de ler e escrever, já o letramento desenvolve o uso competente da leitura e da escrita nas práticas sociais. Deve-se compreender que a alfabetização e letramento estão interligados e faz-se necessário a utilização dos dois para se obter um aprendizado coerente e efetivo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 12:05:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>11. Intervenção Didática com o Método Sociolinguístico </title>
         <author>kalianecorreia</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Autoria: Kaliane de Jesus Correia <br></strong><br></div><div>Tema: Família </div><div>Título: A família da gente!</div><div>Palavra Geradora: <strong>AFETO</strong></div><div><strong>1º Ano, Anos Iniciais </strong></div><div><br></div><div><strong>BNCC - História 1º Ano, Anos Iniciais</strong></div><div><br></div><div><strong>UNIDADES TEMÁTICAS</strong>: Mundo pessoal: eu, meu grupo social e</div><div>meu tempo.</div><div><strong>OBJETOS DE CONHECIMENTO</strong>: A vida em família: diferentes configurações e</div><div>vínculos</div><div><br></div><div><strong>Habilidades:</strong> (EF01HI06) Conhecer as histórias da família e da escola e identificar o papel desempenhado por diferentes sujeitos em diferentes espaços.</div><div><br><br></div><div><strong>OBJETIVOS</strong></div><ul><li>Refletir sobre a importância da família.</li><li>Refletir sobre os sentimentos que devam haver num ambiente familiar.</li><li>Aprender sobre como cultivar e manter um bom relacionamento com a  família. </li><li>Conhecer o alfabeto;</li><li>Aprender como se escreve a palavra “AFETO”.</li><li>Reconhecer as letras que formam a palavra “AFETO”.</li><li>Identificar as sílabas da palavra família</li><li>Estabelecer relações entre grafemas e fonemas. </li></ul><div><br><br></div><div><strong>ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS<br></strong><br></div><div><strong>   Primeiro Momento - CODIFICAÇÃO <br></strong><br></div><ul><li>Apresentar um álbum de fotografias.  </li><li>Induzir discussão a partir da observação do álbum. que será conduzida com as seguintes questões:</li><li>O que você vê?</li><li>O que estas imagens representam?</li><li>Todas as famílias são iguais?</li><li>Quais as diferenças você percebeu entre as famílias? </li><li>O que é família para você?</li><li>Porque é importante ter família?</li><li>Quais os sentimentos que você sente por sua família? </li><li>Existe no álbum em alguma que se parece com a sua?</li></ul><div><br></div><div>  <strong> Segundo Momento - DESCODIFICAÇÃO </strong></div><div><br></div><ul><li>Ouvir a leitura do texto “A Família” de Jussara de Barros </li><li>Citação do 6º Princípio da Cartilha dos Direitos da Criança</li></ul><div><br></div><div><em>PRINCÍPIO 6º Toda criança deve crescer em um ambiente de amor, segurança e compreensão. As crianças devem ser criadas sob o cuidado dos pais, e as pequenas jamais deverão separar-se da mãe, a menos que seja necessário. O governo e a sociedade têm a obrigação de fornecer cuidados especiais para as crianças que não têm família nem dinheiro para viver decentemente.<br></em><br></div><ul><li>Discutir a temática:</li></ul><div><br></div><ol><li>O texto se refere a qual tema?</li><li>O que chamou a sua atenção no texto?</li><li>Vocês sabiam que nem todas as crianças têm casa para morar?</li><li>Vocês sabia que é um direito da criança ter uma família?</li></ol><ul><li>Montar a “Árvore das Palavras”. Anexar conjunto de sentimentos e valores que são importantes numa família.</li></ul><div><br></div><div><strong>Terceiro Momento - Análise linguística</strong></div><div><br></div><ul><li>Leitura do alfabeto de forma salteada;</li><li>Registrar a palavra geradora no quadro;</li><li>Reconhecimento das letras da palavra geradora: AFETO;</li><li>Contagem de letras da palavra geradora: AFETO;</li><li>Reconhecimento das vogais e das consoantes da palavra geradora;</li><li>Perguntar quantas vezes abrimos a boca falando a palavra AFETO;</li><li>Separar as sílabas da palavra geradora</li><li>Apresentação da família silábica da palavra AFETO;</li><li>Leitura e formação de novas palavras (no quadro) com as famílias silábicas</li></ul><div>da palavra geradora;<br><br></div><div><strong>Palavra geradora:</strong>  AFETO<br><br><strong>Separação das sílabas:</strong> A – FE – TO<br><br><strong>Famílias Silábicas</strong>:<br>A – O – U – I – E – ÃO<br>FE  - FI – FU – FO – FA - FÃO<br>TO – TU – TA – TE – TI  - TÃO<br><br><strong>Quarto Momento</strong></div><ul><li>Trabalho escrito, na Ficha da Descoberta, das palavras formadas com o banco de sílabas. </li><li>Socialização das palavras formadas pelas crianças</li></ul><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 12:06:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>12. Atividades Para Alunos no Nível Pré-silábico </title>
         <author>kalianecorreia</author>
         <link>https://padlet.com/kalianecorreia/s4371tvxgc62jaff/wish/908102102</link>
         <description><![CDATA[<div>Mendonça (2011) em a “Contribuições da Psicogênese da Língua Escrita” vem fazendo uma descrição dos níveis de escrita. Segundo a teoria da Psicogênese, o caminho percorrido pelos estudantes no processo de alfabetização, o momento que se apropria dos conceitos e das habilidades de ler e escrever, segue um caminho semelhante àquele que o ser humano percorreu até chegar ao sistema alfabético. </div><div><em>No nível pré-silábico, em um primeiro momento, o aprendiz pensa que pode escrever com desenhos, rabiscos, letras ou outros sinais gráficos, imaginando que a palavra assim inscrita representa a coisa a que se refere. Há um avanço, quando se percebe que a palavra escrita representa não a coisa diretamente, mas o nome da coisa. Ao aprender as letras que compõem o próprio nome, o aprendiz percebe que se escreve com letras que são diferentes de desenhos. (MENDONÇA. 2011)</em></div><div>Ainda neste nível, mesmo após tomar consciência de que se escreve fazendo uso de letras, é comum e natural ver o estudante grafar um número indiscriminado de letras, sem antecipar quantos e quais caracteres precisará usar para registrar palavras.</div><div>Exemplo: </div><div><em>quando o professor pedir que escreva gato, poderá escrever RARDICO, normalmente limitando-se a usar apenas um pequeno inventário de letras, como as de seu nome (RICARDO, por ex.), sem correspondência sonora alguma. (MENDONÇA. 2011)<br><br>Referência: </em>MENDONÇA, Onaide Schwartz; MENDONÇA, Olympio Correa. Psicogênese da língua escrita: contribuições, equívocos e consequências para a alfabetização. In: UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. Prograd. <strong>Caderno de formação</strong>: Formação de professores didática dos conteúdos. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2011. Cap. 3, p. 36-57. v. 10.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 12:06:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>13. Atividade Para Alunos no Nível Silábico </title>
         <author>kalianecorreia</author>
         <link>https://padlet.com/kalianecorreia/s4371tvxgc62jaff/wish/908104358</link>
         <description><![CDATA[<div>O estudante só passa a ter a consciência de sílaba quando se vê questionado sobre quantas vezes abrimos a boca para falar tal palavra. É neste momento em que o aprendiz evolui para o nível silábico.</div><div> “<em>Começará a antecipar a quantidade de letras que deverá registrar para escrever</em>, <em>[...] sem valor sonoro, pois de início, grafará uma letra para cada sílaba, entretanto, seu registro não terá correspondência sonora. Para a palavra BONECA, poderá grafar IOD, por exemplo[...]Assim, a passagem para o nível silábico é feita com atividades de vinculação do discurso oral com o texto escrito, da palavra escrita com a palavra falada. O aprendiz descobre que a palavra escrita representa a palavra falada, acredita que basta grafar uma letra para se poder pronunciar uma sílaba oral, mas só entrará para o nível silábico, com correspondência sonora, à medida que seus registros apresentarem esta relação, por exemplo, para MENINO grafar, MIO (M=me, I=ni, O=no), para GATO, GO (G=ga, O=to), BEA (B=bo, E=ne, A=ca) para BO-NE-CA”.</em> <em>(MENDONÇA. 2011)<br></em><br></div><div><em>Referência: </em>MENDONÇA, Onaide Schwartz; MENDONÇA, Olympio Correa. Psicogênese da língua escrita: contribuições, equívocos e consequências para a alfabetização. In: UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. Prograd. <strong>Caderno de formação</strong>: Formação de professores didática dos conteúdos. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2011. Cap. 3, p. 36-57. v. 10.<em><br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 12:07:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>14. Atividades Para Alunos no Nível Alfabético </title>
         <author>kalianecorreia</author>
         <link>https://padlet.com/kalianecorreia/s4371tvxgc62jaff/wish/908107634</link>
         <description><![CDATA[<div>Mendonça (2011) pontua<em>, que no </em><strong><em>nível</em></strong><em> </em><strong><em>alfabético</em></strong><em>, </em></div><div>"<em>o aprendiz analisa na palavra suas vogais e consoantes. Acredita que as palavras escritas devem representar as palavras faladas, com correspondência absoluta de letras e sons. Já estão alfabetizados, porém terão conflitos sérios, ao comparar sua escrita alfabética e espontânea com a escrita ortográfica, em que se fala de um jeito e se escreve de outro". <br><br>Referência: </em>MENDONÇA, Onaide Schwartz; MENDONÇA, Olympio Correa. Psicogênese da língua escrita: contribuições, equívocos e consequências para a alfabetização. In: UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. Prograd. <strong>Caderno de formação</strong>: Formação de professores didática dos conteúdos. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2011. Cap. 3, p. 36-57. v. 10.<br><em><br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 12:09:09 UTC</pubDate>
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         <title>15. Material Didático Para Turmas de Alfabetização</title>
         <author>kalianecorreia</author>
         <link>https://padlet.com/kalianecorreia/s4371tvxgc62jaff/wish/908109516</link>
         <description><![CDATA[<div>JOGO DIDÁTICO</div><div><strong>Titulo do jogo</strong>: A palavra é…<br><strong><br>Objetivos pedagógicos<br></strong><br></div><ul><li>Desenvolver e aprimorar a leitura de imagens e a escrita de palavras;</li><li> Fazer com que a criança organize as letras da forma correta;</li><li>Propiciar a reflexão da formação das sílabas com mais de uma letra;</li><li>Memorizar  a escrita convencional das palavras;</li><li>Reconhecer as diferenças escritas e sonoras das palavras;</li><li>Fixar conhecimento adquirido em sala de aula;</li></ul><div><br></div><div>O QUE DIZ A BNCC...<br>·       <strong>UNIDADE TEMÁTICA/ CAMPOS DE ATUAÇÃO </strong></div><div>Escrita (compartilhada e autônoma)<br><br></div><div>·       <strong>OBJETO DE CONHECIMENTO </strong></div><div>Correspondência fonema-grafema<br><br></div><div>·       <strong>HABILIDADES</strong></div><div>(EF01LP02) Escrever, espontaneamente ou por ditado, palavras e frases de forma alfabética – usando letras/grafemas que representam fonemas. <br><br>·       <strong>UNIDADE TEMÁTICA/ CAMPOS DE ATUAÇÃO </strong></div><div>Análise linguística/semiótica (Alfabetização)<br><br></div><div>·       <strong>OBJETO DE CONHECIMENTO </strong></div><div>Conhecimento do alfabeto do português do Brasil<br><br></div><div>·       <strong>HABILIDADES</strong></div><div>(EF01LP05) Reconhecer o sistema de escrita alfabética como representação dos sons da fala. <br><br>·       <strong>UNIDADE TEMÁTICA/ CAMPOS DE ATUAÇÃO </strong></div><div>Análise linguística/semiótica</div><div>·       Construção do sistema alfabético e da ortografia</div><div>(Alfabetização)<br><br></div><div>·       <strong>OBJETO DE CONHECIMENTO </strong></div><div>Segmentação de palavras/Classificação de palavras por número de sílabas<br><br></div><div>·       <strong>HABILIDADES</strong></div><div>(EF01LP11) Conhecer, diferenciar e relacionar letras em formato imprensa e cursiva, maiúsculas e minúsculas. <br><br><strong>Material para confecção</strong></div><ul><li>Cartolina dupla face(cores diversificadas)</li><li>Filme/Plástico Contact</li><li>Lápis</li><li>Régua</li><li>Caneta Hidrocor</li><li>Cola</li><li>Cartela de imagens diversas</li><li>Alfabeto Móvel</li><li>Banco de Sílabas (SIMPLES E COMPLEXAS)</li></ul><div> <strong>Como Jogar </strong></div><ul><li>O momento pode ser realizado individualmente, em duplas ou até grupos maiores, 4 alunos. </li><li>Cada criança ou grupo recebe uma ou duas cartelas respectivamente.</li><li>Estarão disponíveis aos alunos ou equipes: alfabeto móvel ou banco de sílabas. </li><li>O(a) professor(a) pode ou não, utilizar  cronômetro.</li><li>Todas as figuras da cartela devem ser nomeadas.</li><li>Todos da equipe, caso a atividade seja realizada em grupo, deverá nomear uma figura. Os colegas de equipe podem se ajudar.</li><li>A primeira equipe ou aluno que terminar de nomear as palavras vence.</li></ul><div><br></div><div><strong>Orientações ao Professor</strong></div><ul><li>O jogo está aberto adaptações. O(a) professor(a) tem liberdade para mudar as regras caso veja necessidade. Permitindo variações, podem ser acrescentados a brincadeira, por exemplo, separação e contagem de sílabas. </li><li>O(a) professor(a) irá indicar a quantidade de alunos conforme a necessidade da avaliação por meio do jogo.</li><li>O(a) professor(a) entregará o alfabeto móvel ou banco de sílabas, conforme as competências que se deseja avaliar, ou ainda segundo o nível de leitura e escrita dos estudantes. </li><li>O(a) professor(a) pode ir aumentando o grau de dificuldade da atividade, conforme a evolução dos alunos. O regente da turma poderá cronometrar o tempo, para que as equipes concluam a formação das palavras.</li><li>O objetivo da atividade não é gerar competitividade no alunos, tampouco estabelecer na turma sentimento de vencedores e perdedores, apesar de ser um jogo. </li><li>A brincadeira não deixará de ser um modelo de avaliação do professor para com sua turma, uma vez que, acreditamos que a avaliação deva ser contínua e realizada durante todo o processo.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 12:10:05 UTC</pubDate>
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         <title>16. Reflexões pessoais sobre a experiência do Estágio Remoto no semestre 2019.2.</title>
         <author>kalianecorreia</author>
         <link>https://padlet.com/kalianecorreia/s4371tvxgc62jaff/wish/908111454</link>
         <description><![CDATA[<div>Em meio ao turbilhão de emoções, acontecimentos, uma pandemia, as incertezas da jornada, nos vimos presos ao confinamento em massa. Isolados das ruas por um período, e recolocados com o mundo exterior. As atividades acadêmicas presenciais suspensas, apreensão constante, temores pela volta das aulas presencias.<br><br></div><div>Perpassando tudo isso, temos a volta das aulas com o Ensino Remoto, numa tentativa assertiva, em certos aspectos, de retomada do semestre letivo 2019.2. Particularmente fiquei lamentosa quanto a não realização de atividade prática no “chão da escola”, com a disciplina de Estagio nos Anos Iniciais, como o planejado tradicionalmente. De modo que ficaríamos sem uma atividade pratica, que nos levaria a inserção de fato em sala de aula, na posição de regentes alfabetizadores. Porém com todo o desempenho, preocupação na figura dos docentes responsáveis pelas disciplinas do semestre, e brilhantismo das minhas docentes de estágio, drª Socorro Cabral, mestra Nandyara Souza Santos e mestra Rejane Souza Ribeiro, me levaram a acalmar e conseguir ver que poderíamos sim, concluir nosso semestre, com planejamentos cuidadosos, atividades autorais, realizados sob tutoria, e sim, aproveitar ao máximo as oportunidades e situações de aprendizagem no que tange o ato de ensinar em turmas de Alfabetização.  <br><br></div><div>As diversas dificuldades surgiram durante o percurso e processo de retomada do semestre, como a já citada preocupação acima. Adequar a nova rotina de estudos, com a situação totalmente atípica, do ensino remoto, demandas particulares, me fez repensar a importância das aulas presenciais, que neste momento estavam suspensas. <br><br></div><div>A minha cultura, meu modo de viver, compreender e sentir, meus hábitos, totalmente alterados, diante da Pandemia de Covid-19. É real e preciso, adequar-me a este novo cenário, um processo que foi relativamente descomplicado para mim, quanto ao uso das ferramentas a nós apresentadas, mas dificílima atender aos prazos do planejamento. <br><br></div><div>A sensação de não conseguir dar conta de tudo é real, e pairava sobre minha cabeça o tempo todo. A preocupação em realizar todas as atividades como máximo de empenho e cuidado possível me levou aos poucos a exaustão, de modo que senti um esgotamento, cansaço físico e metal enorme. Estes foram alguns pontos negativos, que me afetaram e preocuparam durante esta fase.<br><br></div><div>Conseguir compreender e aceitar que neste momento de afastamento, de suspensão das aulas presenciais, foi e é necessário estar atento as mudanças, e aceitar que precisamos evoluir em alguns aspectos. Sim considero, hoje, que os ensino remoto, nos proporcionou um novo modo de ensinar e aprender, de maneira que ao usar os mais variados recursos disponíveis, me fez crer que há sim a possiblidade de realizar as atividades de ensino remotamente. O momento foi super válido e recebi o impacto por vezes positivo, de estar ligada com esta nova cultura, para mim, apesar dos infortúnios.<br><br></div><div>Hoje entendo e acredito que estas experiências, de passarmos por uma pandemia, e nos ver tendo que mudar as nossas práticas tradicionais, saindo da nossa zona de conforto do ensino presencial, me fez mais experiente, acrescentou e muito em meu processo de formação. Concordo que toda a experiência deste momento foi de extrema importância e necessária. O saber lidar com o novo, com o diferente, ampliou as minhas perspectivas e expectativas de carreira.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 12:11:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Perfil</title>
         <author>kalianecorreia</author>
         <link>https://padlet.com/kalianecorreia/s4371tvxgc62jaff/wish/918639845</link>
         <description><![CDATA[<div>Sou Kaliane, por vezes Kali. 23 Anos, atuante na área de educação a três anos. Movida pela vida, e sensibilizada pelo ato de ensinar.<br>Acadêmica da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - Campus Universitário de Jequié/BA.&nbsp;<br>Concluinte do curso de Licenciatura em Pedagogia.<br>O projeto do Padlet surgiu para o processo avaliativo do semestre 2019.2. De forma autoral, as experiências, trabalhos e expectativas são lançados aqui. Você leitor, irá ver de perto o começo de um trabalho interdisciplinar. O começo porque nunca estaremos satisfeitos com a produção, somos seres imperfeitos, inconclusos e inacabados. Estou em constante processo de mudança e aprendizagem. Esta obra não se encerrara por aqui, uma vez que o conhecimento nunca se esgota. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 21:58:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sobre o “Dilema das Redes”</title>
         <author>kalianecorreia</author>
         <link>https://padlet.com/kalianecorreia/s4371tvxgc62jaff/wish/996606659</link>
         <description><![CDATA[<div>Documentário: O Dilema das Redes<br><br>“Dilema das Redes” vem discutir sobre as industrias tecnológicas; saúde mental x uso de redes sociais; vicio nas novas tecnologias e redes sociais. Há uma discussão sobre como o capitalismo age, interferindo e influenciando as culturas, mudando a nossa cultura, de modo tal que não percebemos. </div><div> </div><div>Nas grandes empresas de tecnologia e sistemas, as empresas das redes sociais, trabalham profissionais de vários setores: engenheiro de softwares, programadores, analistas, designer éticos, psicólogos. Em “Dilema das Redes” vimos que estes profissionais trabalham em conjunto, em favor do capital. Os profissionais de T.I. destas empresas trabalham para criar uma rede de dados e manipular aquilo que você vê, por meio do que os algoritmos julgam ser o seu perfil. Tudo para gerar um engajamento em determinado tema, conteúdo, propaganda. Exploram o psicológico das pessoas, fazem o uso de técnicas para persuadir as pessoas a clicar, curtir, compartilhar, comprar.</div><div> </div><div>A nova geração, a chamada Geração Z, é composta por jovens que nasceram já na era digital, dentro do acontecimento da revolução tecnológica.  A negatividade que esta posto, e é material de estudo e pesquisas, são problemas advindos da relação saúde mental x o uso de redes sociais, de modo que as redes influenciam o comportamento das pessoas, de modo que afetam a estima. Há um crescente aumento no numero de casos de depressão e suicídio entre as jovens. No documentário há uma consideração importante, estamos em uma era de pessoas frágeis, deprimidas e ansiosas.  O vicio nas redes tem alterado o modo de vida das pessoas, tem mudado a cultura de nossa sociedade, se ao menos darmos conta.</div><div> </div><div>As redes sociais tem se mostrado como ferramenta de controle de massas, influenciando cenários políticos e resultados de eleições presidenciais em todo o globo. Uma crescente manipulação de informações, por vezes de forma indireta. O poder das redes tem se mostrado catastróficos em alguns pontos, quando se refere a “implosão das democracias”, “criação de guerras”.</div><div> </div><div>O documentário vem tratar também, inclusive, que as Big tec’s agem exclusivamente em favor do capital e do mercado, visando apenas o lucro; abri brecha para as discussões de privacidade e segurança digital, como os vários casos de vazamentos de dados e espionagem. Temos de considerar que as redes precisam de regulamentação, e precisamos também de leis de segurança digital e privacidade, que nos dê segurança em navegar pelas redes.  <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 01:35:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Poder das Ideologias</title>
         <author>kalianecorreia</author>
         <link>https://padlet.com/kalianecorreia/s4371tvxgc62jaff/wish/996612164</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Podemos afirmar que o conceito de ideologia, nos leva a pensar em Marx, "<em>a totalidade das formas de consciência social, o que abrange o sistema de ideias que legitima o poder econômico da classe dominante (ideologia burguesa) e o que expressa os interesses revolucionários da classe dominada (ideologia proletária ou socialista)"</em>.<br><br>Em Zizek percebemos uma visão muito clara com relação a violência. A violência se camuflar quando usada com aporte de ideologias, sob discursos de caridades e filantropias. Muitas vezes sendo encarada como símbolo, atitudes de paz, percebidas como atos de paz realmente. Corriqueiramente sob uma lei inquestionável, as decisões, atos e ordens de um governante maior, geram crises que afetam e arruínam milhares ou milhões de pessoas. <br><br>O texto em questão nos faz refletir e parar realmente para analisar, o modo como passamos despercebidos com as situações extremas de violência, e simplesmente não nos chocamos. Aparentemente o que não nos afeta, não nos interessa, não nos comove, não nos abala. <br><br>A exemplo, considerações, tudo em favor de mercado/capital:<br>assalto a banco = crime<br>assalto do banco: altos juros, cobranças indevidas, taxas inexistentes = ato legal <br>atos de terror = crime<br>invadir países, causar guerras e destruições, causar bombardeios, matar milhares = justiça, punir terroristas, “guerra ao terror”<br><br>No trailer ainda é apontado algumas questões relevantes, percebemos mais uma vez a ideologia dominando os cenários, definindo as ações humanas, a conduta dos seres, o modo de reagir/ ou não. Até nas democracias existe as ideologias dominantes, as quais sustentam a tese de uma aparente liberdade. Zizek aponta que em nossa visão do senso comum, imaginamos a ideologia como algo turvando, confundindo nossa visão direta. A ideologia distorce a nossa visão, mas a crítica à ideologia deve ser o contrário, precisamos vez as coisas do jeito que realmente são. A ideologia não nos é imposta simplesmente, a ideologia é a nossa relação com o mundo social.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 01:38:05 UTC</pubDate>
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         <title>O Que Falar Sobre Cultura?</title>
         <author>kalianecorreia</author>
         <link>https://padlet.com/kalianecorreia/s4371tvxgc62jaff/wish/996630059</link>
         <description><![CDATA[<div>Thompson compreende o termo cultura como um [...] <em>como sistema de atitude, valores e significados compartilhados, e as formas simbólicas (desempenhos e artefatos) em que se acham incorporados. Mas uma cultura é também um conjunto de diferentes recursos, em que há sempre uma troca entre o escrito e o oral, o dominante e o subordinado, a aldeia e a metrópole;</em>[...] Porém o teórico nos chama a atenção e ao entendimento que a cultura  [...]<em>é uma arena de elementos conflitivos, (...) assume a força de um “sistema”. E na verdade o próprio termo “cultura”, com sua invocação confortável de um consenso, pode distrair nossa atenção das contradições sociais e culturais, das fraturas e oposições existentes dentro do conjunto (THOMPSON, 1998:17).[...]”<br></em><br></div><div>Sua contribuição é notada quando passamos a tentar<br>compreender os fenômenos sociais, existentes entre as relações sociais Tupinambás X Sociedade regional. Thompson acredita que a cultura, na face dos costumes e valores por exemplo, é criada justamente, com a função de resolver as demandas do dia a dia, bem como os conflitos que surgem. "o ethos ganha expressão concreta e orienta as formas de ação sobre a realidade, como o modo de pensar, agir, trabalhar, vestir-se etc."<br><br></div><div>É necessário dizer que a cultura não é estática, muito<br>menos parada, estagnada com o passar do tempo. Por meio de seu caráter transitório, a cultura ela responde às exigências da vida material. Thompson(1998) pontua que a cultura passada(o passado) permite que estabeleçamos uma conexão com o presente, fazendo-se uso desta para atualização e invenção.<br><br></div><div>Wolf(2005) compreende a cultura como um indicador capaz de<br>estabelecer diferentes conexões que se desdobram em diversos outros eventos com diferentes contornos. A cultura estabelece relações entre diferentes contextos, sendo por vezes conexões organizadas, transformadas e refeitas em certos aspectos, em algumas variantes extintas pelo sistema que se impõe, o capitalista por exemplo.<br><br>Sendo assim, a cultura, diz respeito ao conjunto de ações concretas e simbólicas responsável pelas interações sociais e pelas construções de novos arranjos entre povos em situações de tensão e interesses conflituosos.<br><br></div><div>A âncora do sentido de cultura entre os dois autores está alinhada com o sistema capitalista, sistema econômico. Para os autores, o conceito de cultura deve ser entendido como um conjunto de ações da realidade de um grupo ou povo (o falar,  pensar, agir, crenças, hábitos, etc), partindo da premissa de que essa realidade sofreu transformações, transformações estas, ocorridas em função das exigências capitalistas, fazendo assim, com que houvesse uma readaptação dessas ações. “A cultura permite estabelecer relações entre os diferentes universos, sendo constantemente organizada, transformada, por vezes, reiterada em certos aspectos; em outros, extinta[...]” (WOLF, 2005:25). <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 01:47:13 UTC</pubDate>
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         <title>Territorialidade</title>
         <author>kalianecorreia</author>
         <link>https://padlet.com/kalianecorreia/s4371tvxgc62jaff/wish/996655903</link>
         <description><![CDATA[<div>Terra Vermelha aborda os temas da: Territorialidade; Conflitos; Lutas pela terra; Processo de aculturação; Economia; Imagem Romântica do Índio; Diferença entre Conceitos : Território, Limite, Posse: - Índios, não- índios.<br><br></div><div><br>A história, os costumes dos povos indígenas tem muito a ver com sua terra. Territorialidade propicia a melhor compreensão dos elementos culturais e modo de viver das tribos.<br><br></div><div>“<em>Territorialidade, como veremos, é uma abordagem que não só permite recuperar e valorizar a história da ocupação de uma terra por um grupo indígena, como também propicia uma melhor compreensão dos elementos culturais em jogo nas experiências de ocupação e gestão territorial indígenas.</em>”<br><br></div><div>O índio não tem a ideia de território, como nós não-índios temos. A relação do índio com a terra vai muito além do sentido de posse, possuir. Na cosmologia indígena a terra muitas vezes representa seus ancestrais. Na cultura indígena a terra é vista como parte do seus ser, faz parte da sua identidade. A terra para o índio esta intimamente ligada ao seu modo de viver e agir. <br><br></div><div><em>“[...]Território não é apenas anterior à terra e terra não é tão somente uma parte de um território. São duas noções absolutamente distintas. Como expuseram vários estudos antropológicos, a diferença entre “terra” e “território” remete a distintas perspectivas e atores envolvidos no processo de reconhecimento e demarcação de uma Terra Indígena. A noção de “Terra Indígena” diz respeito ao processo político-jurídico conduzido sob a égide do Estado, enquanto a de “território” remete à construção e à vivência, culturalmente variável, da relação entre uma sociedade específica e sua base territorial.<br></em><br></div><div><em>[...]“os antropólogos também se interrogam teoricamente sobre a existência de conceitos indígenas a respeito de território, de limite, de posse etc [...]”<br></em><br></div><div>Nos vem a memória, uma das cenas finais do longa, quando o homem branco, frente aos índios e polícia federal, se indigna e diz que aquela terra é reconhecida em cartório, foi comprada pelo avô dele, e que as mesma está na família há pelo menos 60 anos, num período de três gerações. Tomando um punhado de terra do chão, braveja, que a terra é um bem usado em “benefício” de muitos, que aquela terra não é improdutiva, sendo usada para plantar alimento para as pessoas.</div><div><br>Sem dizer absolutamente nada, o cacique toma um punhado de terra do chão e a come.</div><div><br>O sentido de terra, limite e posse, daquele homem branco é totalmente invalidado pelo líder indígena. Possivelmente, o índio não possui a terra, no sentido de propriedade, de posse, de território. O índio é a terra, e a terra é o índio.<br><br></div><div><br>Filme: Terra Vermelha<br><br></div><div>Texto: GALLOIS, Dominique Tilkin. <strong>Terras ocupadas? Territórios? Territorialidades?</strong> Fany Ricardo. (Org.). Terras Indígenas &amp; Unidades de Conservação da Natureza. 1 ed. São Paulo: Instituto Socioambiental, 2004, v. , p. 37-41 </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 02:01:31 UTC</pubDate>
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         <title>O Que Falar sobre a Educação Indígena?</title>
         <author>kalianecorreia</author>
         <link>https://padlet.com/kalianecorreia/s4371tvxgc62jaff/wish/996663395</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Uma Inspiração do texto: “História, memória e tradição na educação escolar indígena: o caso de uma escola Kaingang” por Bergamaschi e Medeiros<br><br></div><div><br>Este estudo decorre de pesquisas, de caráter etnográfico, realizadas em escolas Terras Indígenas Kaingang e Guarani do Rio Grande do Sul. Vem tratar sobretudo sobre a educação escolar dos povos indígenas brasileiros.<br><br></div><div>Desde o princípio da colonização, como bem sabemos o modelo de educação europeia, mostrou-se inadequada e alheia as cosmologias indígenas. Uma educação de caráter colonizador, integracionista e civilizador. Caracterizada principalmente pela setorização de conhecimentos fragmentados.</div><div> </div><div>As autoras pontuam que no modelo de educação indígena, o saber é acessível a todos, "divididos a partir de graus de iniciação que o eleva. Na qual sobressem três aspectos principais que formam uma unidade educativa, não apenas simbólica, mas efetiva. </div><div>*a economia da reciprocidade; a casa, como espaço educativo, junto à família e à rede de parentesco; </div><div>*a religião, ou seja, a concentração simbólica de todo o sistema, expressa nos rituais e nos mitos.</div><div> </div><div>Sabemos que a escola designada aos povos indígenas, partiu de um "projeto educativo para a formação de cristãos e súditos da Coroa portuguesa", e por fim torná-los "cidadãos portadores de uma identidade nacional". Porém foi por meio de movimentos de afirmação étnica, que outro modelo de educação escolar surgiu no cenário educacional: a escola dos povos indígenas.<br><br></div><div>Asseguradas por leis que constituem um modelo de educação escolar diferenciado e específico., os povos indígenas assumiram a tarefa de pensar seus próprios currículos escolares, propostas e práticas pedagógicas, centrados em suas cosmologias. Praticas estas que se aproximem do "seu modo de vida." Fazendo uso do "ensino de história e sua contribuição para a constituição e afirmação das identidades étnicas, aliado à memória, à tradição e aos saberes ancestrais.</div><div> </div><div>Como bem sabemos, e como já foi citado anteriormente, o modelo de educação importado para o Brasil, foi um modelo civilizatório, que tinha como principal objetivo uma coesão no tecido social, promovida pelo sentimento de identidade nacional, independentemente dos discursos que era propagado.</div><div> </div><div>Como um bom exemplo, as autoras citam a implantação do Colégio Dom Pedro II em 1838, na cidade do Rio de Janeiro. A proposta da instituição estava alicerçada nos fundamentos de unidade e da hegemonia nacional, sempre "afirmando o Estado como gestor e controlador".</div><div> </div><div><strong>Ensino de história: memória, história, tradição e saberes ancestrais<br></strong><br></div><div>Como bem sabemos, e como já foi citado anteriormente, o modelo de educação importado para o Brasil, foi um modelo civilizatório, que tinha como principal objetivo uma coesão no tecido social, promovida pelo sentimento de identidade nacional, independentemente dos discursos que era propagado. Como um bom exemplo, as autoras citam a implantação do Colégio Dom Pedro II em 1838, na cidade do Rio de Janeiro. A proposta da instituição estava alicerçada nos fundamentos de unidade e da hegemonia nacional, sempre "afirmando o Estado como gestor e controlador".</div><div> </div><div>É neste ponto que os questionamentos acerca da representatividade entram em cena, como fator decisivo na construção da identidade. A história tem grande relação com a criação das identidades, “seja ela étnica, social ou nacional. Nos convém concordar, com as autoras que “se a <strong>história está ligada à identidade de um grupo</strong>, é a história que representa a visão de mundo <strong>desse grupo</strong> que poderá ser significativa na <strong>constituição de sua identidade.<br></strong><br></div><div><strong>O Ensino de História nas Escolas Indígenas<br></strong><br></div><div>Partindo de questionamentos acerca deste tema, história, memória e identidades, que Bergamaschi e Medeiros, partem para a pesquisa com a intenção de escutar as “vozes indígenas com respeito ao que elas consideram história, o que esperam do ensino de história, que papel este ocupa em uma escola indígena, que relação esse ensino mantém com a memória, com a tradição e com os saberes ancestrais”.<br><br></div><div>Em depoimento alguns professores indígenas relataram que:<br><br></div><div><em> “ a história indígena se divide em duas partes: a primeira são os mitos, as histórias de antigamente. Cada povo explica de maneira diferente como foi que nasceu o mundo, os homens, o sol e a lua, os nomes das coisas, os bichos, os legumes, as festas, os remédios da mata, o cipó e todas as ciências. A segunda parte explica oque aconteceu em diferentes momentos da vida de cada nação indígena: as mudanças na organização, no governo e na economia, os conflitos entre famílias, as guerras com outras nações. [...] A “segunda parte da história”, segundo os professores, inclui também o que nós denominamos história nacional. Além das relações com demais povos indígenas, relata o contato com o europeu a partir da sua chegada na América e as relações que se estabeleceram desde então, tudo de um ponto de vista indígena e não como contado oficialmente na maioria dos livros usados nas escolas, que retratam a visão dos conquistadores. É sempre a voz de um não indígena que conta a história do Brasil”.<br></em><br></div><div><em>Dessa forma foram pensados “alguns itens propostos para o ensino de história que constam no Referencial Curricular Indígena:<br></em><br></div><div><em>• as diferenças e semelhanças entre o modo de vida de seu povo e de outras sociedades;<br></em><br></div><div><em>• a permanência de obras, de modos de viver e de pensar de outras épocas no presente e as transformações no tempo;<br></em><br></div><div><em>• confrontos, contatos e identidades construídas por seu povo nas relações com os grupos e povos do presente e do passado;<br></em><br></div><div><em>• os compromissos e motivações que levam à participação ativa da construção do cotidiano e da realidade histórica.<br></em><br></div><div><strong>A memória dos velhos assumem a função da história<br></strong><br></div><div><em>Segundo afirmam professores e lideranças indígenas, esse passado é preservado, principalmente, através das memórias dos mais velhos, que são responsáveis pela sua transmissão, de geração em geração, por meio da oralidade. Nas sociedades de tradição oral, as histórias estão sempre a uma geração de serem extintas, sempre na iminência de acabarem junto à geração que detém a lembrança dessas histórias, por isso prezam os velhos e suas memórias. </em><strong>Por isso a ideia de que</strong><em> “Os velhos são as nossas bibliotecas”, repetem os professores indígenas quando discutem a escola indígena e os conhecimentos que devem também perpassar seus currículos.[...] A história é filha da memória, relação de parentesco que aproxima história e memória.”<br></em><br></div><div><em> <br></em><br></div><div>Referencia: BERGAMASCHI, Maria Aparecida; MEDEIROS, Juliana Schneider.<strong> História, memória e tradição na educação escolar indígena: </strong>o caso de uma escola Kaingang. Revista Brasileira de História. São Paulo, v. 30, nº 60, p. 55-75 - 2010.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 02:05:47 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Educação Para as Relações Étnicas</title>
         <author>kalianecorreia</author>
         <link>https://padlet.com/kalianecorreia/s4371tvxgc62jaff/wish/996679095</link>
         <description><![CDATA[<div>A lei 11645/08 altera a lei 10639/03, estabelecendo mudanças na LDB – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional para incluir a obrigatoriedade do ensino das temáticas da História e Cultura Afro-Brasileira e História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena em todas as escolas, publicasse privadas, desde o ensino fundamental até o ensino médio. <br><br></div><div>Em um passado não muito distante, os assuntos tratados em sala de aula referente aos africanos e afrodescendentes remetiam-se apenas as questões da escravidão e uma vez por ano, no dia da consciência negra, citar Zumbi dos Palmares.  Sempre existiu a ideia de que se era negro, logo, sempre foi escravizado. Mas é preciso rever e analisar isto, mais afundo. As pessoas que vieram da África, eram pessoas livres que foram escravizadas. Estas pessoas tinham sua liberdade, seu modo de viver, sua cultura, sua religião, seu idioma, língua. Eram pessoas inseridas em um outro tipo de sociedade, eram súditos de reinos.  A condição de escravos, e outros muitos fatores, relegaram e condenaram os negros ao regime escravocrata, apagamento das tradições e cultura nativas dos variados países africanos, e mais tarde entregues a situações de miserabilidade e vulnerabilidade, a margem da sociedade e tendo que conviver com o racismo presente no tecido social. <br><br></div><div>A questão indígena sempre esteve esquecida de fato, muito menos em evidencia ao se comparar com o movimento negro no Brasil. Os índios nativos foram roubados, massacrados e “obrigados’’ a viveram em reservas. Suprimindo a sua cultura, seu modo de viver, sua identidade, perdendo suas línguas e seus costumes.<br><br></div><div>A escola é um local em que a sociedade se exprime, ambiente em que os fatos, as desigualdades, os contextos sociais são revelados, todos e de uma só vez. Pereira em “ Educação das relações étnico-raciais na escola” reflete que comumente o “<em>sistema educacional se estrutura de modo conversador, a qual perpetua o status quo da sociedade e os preconceitos de classe, gênero e de raça, legitimando as classes sociais e as ideologias sexistas e racistas. No Brasil, há uma negação da diversidade racial, práticas pedagógicas racistas e atos preconceituosos e discriminatórios”. <br></em><br></div><div>A Lei 11645/08 revela a possibilidade, e muito além, a obrigatoriedade d inclusão de novos conteúdos curriculares, traçando novos caminhos para se falar das relações étnicas na escola, romper com o silencio dos povos marginalizados e aderindo a materiais pedagógicos que não se remetem a discriminação. A lei representa a oportunidade do fortalecimento, reconstrução e reconhecimento das identidades étnicas presentes em nossa sociedade, dos costumes, tradições e o próprio fazer educativo de cada povo.  <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 02:14:47 UTC</pubDate>
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         <title>IV Webinário: &quot; A Dislexia&quot;</title>
         <author>kalianecorreia</author>
         <link>https://padlet.com/kalianecorreia/s4371tvxgc62jaff/wish/1008440229</link>
         <description><![CDATA[<div>IV Webinário do VII Semestre. Temática discutida: A Dislexia” com a participação do professor Dr. Gesivaldo Santos, na condição de expositor.</div><div> </div><div>Realizada no ultimo dia 03 de dezembro do ano corrente, a nossa roda de conversa foi iniciada pelo docente, explanando sobre a fisiologia de nós seres humanos, bem como uma explicação cientifica quanto ao aprendizado da leitura e da escrita. O docente afirma que a linguagem que genética não é o único fator determinante para o aprendizado das linguagens, mas, faz parte também de um processo cultural. A linguagem é uma cultura. Nós, seres humanos, somos a única espécie em que se desenvolveu uma cultura de linguagem, a única que desenvolveu capacidades de linguagem escrita e oral.</div><div>A dislexia é um distúrbio de aprendizagem, e é caracterizado principalmente pela dificuldade de leitura. Os sintomas incluem a fala tardia ou comprometimento desta, demora na aprendizagem de novas palavras e aprendizagem da leitura. Dificuldade de memorização e presença de constantes erros ortográficos. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-11 00:26:38 UTC</pubDate>
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