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      <title>JORNAL BIO &amp; QUÍMICA  by JULLIANY CHAVES DE ARAUJO</title>
      <link>https://padlet.com/1020090300/s2wmhbr7vljivm6k</link>
      <description>Edição N°01
Por: Julliany Chaves De Araújo
Turma: 9C
16/09/2021
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-13 16:19:57 UTC</pubDate>
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         <title>COMO VACINAS SÃO CRIADAS?</title>
         <author>1020090300</author>
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         <description><![CDATA[<div> As empresas trabalham independentemente para completar os seus planos de desenvolvimento clínico de uma vacina. Uma vez autorizada a vacina, o fabrico começa a aumentar. <a href="https://www.who.int/pt/news-room/feature-stories/detail/how-do-vaccines-work">O antigénio (parte do germe a que o nosso sistema imunitário reage) </a>é enfraquecido ou inativado. Para formar a vacina completamente, <a href="https://www.who.int/pt/news-room/feature-stories/detail/how-are-vaccines-developed">são combinados todos os ingredientes</a>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 16:22:10 UTC</pubDate>
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         <title>E COMO SÃO EMBALADAS?</title>
         <author>1020090300</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Uma vez a vacina fabricada em grandes quantidades, é introduzida em frascos de vidro e depois cuidadosamente embalada para armazenamento seguro em frio e transporte.<br><br></div><div>A embalagem das vacinas deve ser capaz de suportar temperaturas extremas, assim como os riscos envolvidos no seu transporte para todo o mundo. Por conseguinte, os frascos da vacina são geralmente feitos de vidro, por este ser duradouro e capaz de manter a sua integridade em temperaturas extremas.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 16:34:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>1020090300</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 16:20:10 UTC</pubDate>
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         <title>ARMAZENAMENTO DE VACINAS:</title>
         <author>1020090300</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando uma vacina está demasiado quente ou demasiado fria, torna-se menos eficaz ou mesmo inativa. Se forem armazenadas em temperaturas incorretas, as vacinas podem deteriorar-se ou tornar-se inseguras para uso. A maioria das vacinas exige armazenamento refrigerado entre 2 e 8 °C. Algumas vacinas exigem temperaturas muito baixas, por exemplo, -20°C. Algumas das vacinas mais recentes precisam de ser armazenadas em ambientes ultrafrios, a -70°C.  Relativamente às vacinas congeladas, algumas delas podem ser armazenadas com segurança durante um período limitado de tempo entre 2 e 8°C.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 16:21:05 UTC</pubDate>
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         <title>TRANSPORTE DE VACINAS:</title>
         <author>1020090300</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para manter esta cadeia de frio, as vacinas são transportadas usando equipamento especial que não compromete a integridade do produto. Quando o transporte chega ao país de destino, há camiões refrigerados que transportam as vacinas desde o aeroporto até às câmaras de frio dos armazéns. A partir daí, são usadas caixas refrigeradoras para transportar as vacinas das câmaras de frio para os centros regionais, onde são armazenados em frigoríficos. Se a vacinação se realizar fora da unidade regional, o passo final requer, muitas vezes, caixas frigoríficas portáteis para transportar o produto para os locais onde se vão realizar as campanhas de vacinação.  As novas tecnologias conceberam alguns dispositivos portáteis que podem conservar as vacinas à temperatura de frio necessária durante vários dias, sem necessidade de eletricidade.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 16:21:34 UTC</pubDate>
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         <title>LINHA DO TEMPO: Vacinas ao longo da história!</title>
         <author>1020090300</author>
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         <description><![CDATA[<div>1. Século 18 - A Vacina da Varíola<br><br></div><div>A primeira vacina de que se tem registro surgiu no final do século 18, para combater a varíola. Na época, o cientista Edward Jenner fez uma experiência mostrando que, ao inocular secreções de uma pessoa contaminada em uma outra saudável, esta desenvolvia sintomas mais brandos e tornava-se imune à doença.</div><div>A descoberta revolucionária conseguiu frear uma patologia que matava cerca de 400 mil pessoas por ano na Europa. Além disso, ao longo do século 20, estima-se que a doença matou mais de 300 milhões de indivíduos. A vacina só chegou ao Brasil no final do século 19, depois de o país enfrentar algumas epidemias de varíola. A campanha foi bem-sucedida e, em 1973, o Brasil recebeu a certificação internacional da erradicação da doença, sete anos antes de a OMS declarar a erradicação da varíola no mundo.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 16:26:59 UTC</pubDate>
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         <title>LINHA DO TEMPO: Vacinas ao longo da história!</title>
         <author>1020090300</author>
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         <description><![CDATA[<div>2. 1937 - A Vacina da Febre Amarela<br><br>O Brasil é reconhecido internacionalmente pela produção da vacina contra a febre amarela, fabricada desde 1937 nos laboratórios da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Atualmente, ela faz parte do Programa Nacional de Imunizações e recomenda-se que seja aplicada a partir dos 9 meses de vida.</div><div>A doença foi um grande problema de saúde pública no país de meados do século 19 até meados do século 20. Em 1850, por exemplo, o vírus infectou mais de 90 mil dos 266 mil habitantes do Rio de Janeiro, segundo estimativas da Fiocruz. É importante ressaltar que a febre amarela se manifesta de duas formas: na versão silvestre, é preciso haver o encontro dos mosquitos vetores, como os gêneros Haemagogus e Sabethes, com uma população de primatas; na versão urbana, a transmissão acontece pelo mosquito Aedes aegypti, mesmo vetor de doenças como dengue, Zika e Chikungunya. O último caso registrado de febre amarela urbana foi em 1942.</div><div>No entanto, entre 2016 e 2018, a doença voltou a circular de forma atípica no Sudeste do Brasil, com mais de 2.200 casos da doença em humanos, segundo dados do Ministério da Saúde. Ainda que tenha se propagado em meio urbano, o surto foi de febre amarela silvestre e reforçou ainda mais a importância das campanhas de vacinação.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 16:28:10 UTC</pubDate>
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         <title>LINHA DO TEMPO: Vacinas ao longo da história!</title>
         <author>1020090300</author>
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         <description><![CDATA[<div>3. 1955 - A Vacina da Poliomielite<br><br>O ano de 1955 foi um marco na luta contra uma doença que assolava a humanidade desde a antiguidade: os cientistas coordenados pelo epidemiologista Thomas Francis Jr. declararam que a vacina inativada contra a poliomielite era segura, efetiva e potente.</div><div>Na mesma época, a vacina começou a ser aplicada no Brasil, mas em menor escala. Foi apenas na década de 1960, com a disseminação da vacina oral, que as campanhas de vacinação contra a poliomielite se amplificaram. Em 1986, foi criado o mascote “Zé Gotinha”, como um símbolo da campanha pela erradicação da doença no Brasil. E o resultado veio poucos anos depois: em 1989 foi registrado o último caso de poliomielite no Brasil e, em 1994, o país recebeu a certificação internacional de erradicação da doença.</div><div>A poliomielite é uma patologia altamente contagiosa, causada por um vírus que afeta principalmente as crianças. Geralmente, apresenta poucos sintomas, mas, ainda assim, foi uma grande preocupação para a saúde pública por causar paralisia, insuficiência respiratória e, em alguns casos, a morte.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 16:29:37 UTC</pubDate>
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         <title>LINHA DO TEMPO: Vacinas ao longo da história!</title>
         <author>1020090300</author>
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         <description><![CDATA[<div>4. 1960 - A Vacina Tríplice Viral<br><br>Foram necessários muitos esforços científicos até que fosse possível imunizar a população contra essas três doenças em uma única vacina. Tudo começou com o sarampo, que teve vacinação iniciada no Brasil na década de 1960. No entanto, como o imunobiológico era importado, a implementação efetiva só foi possível em 1973, com a criação do Programa Nacional de Imunizações (PNI).</div><div>Ainda nos anos 1960, o médico Maurice Hilleman desenvolveu uma vacina contra a caxumba no tempo, até então, recorde de quatro anos. Na mesma época, o imunizante contra a rubéola também foi desenvolvido. Alguns anos depois, em 1992, a vacina tríplice viral passou a ser aplicada no Brasil nesse formato e é oferecida gratuitamente pelo SUS para pessoas de 12 meses a 29 anos.</div><div>As três doenças têm fatores em comum: são causadas por vírus, altamente contagiosas e têm a vacina como principal ferramenta de controle da disseminação. Além disso, desde 2013, o calendário básico de imunizações do SUS passou a contar com a vacina tetravalente viral que, além de proteger as pessoas contra sarampo, caxumba e rubéola, imuniza também contra a varicela (catapora).</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 16:30:18 UTC</pubDate>
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         <title>LINHA DO TEMPO: Vacinas ao longo da história!</title>
         <author>1020090300</author>
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         <description><![CDATA[<div>5. 1970 - As Vacinas da Meningite<br><br>A doença consiste na inflamação das meninges, membranas que envolvem o sistema nervoso central, e pode ser causada por vírus, bactérias e fungos. Essa variedade de agentes causadores, somada às várias formas de manifestação da doença, tornam ainda mais desafiadora a tarefa de produzir uma vacina eficaz. Nesse sentido, há quatro vacinas que contribuem para essa imunização, todas oferecidas gratuitamente pelo SUS: Meningocócica C, BCG, Pneumocócica 10-Valente e a Pentavalente.</div><div>Os primeiros casos de meningite foram registrados no início do século 20, com surtos em 1923 e 1945. No entanto, a maior epidemia da doença na história do Brasil foi na década de 1970, com uma taxa de letalidade que chegou a 13% na cidade de São Paulo, entre 1970 e 1972 — segundo o estudo “A Doença Meningocócica em São Paulo no Século XX”, publicado em coleção literária da Faculdade de Medicina da USP. Na época, o governo militar demorou a reagir e, apenas em 1975, iniciou a campanha de vacinação em massa que fez a taxa de letalidade da doença despencar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 16:32:04 UTC</pubDate>
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         <title>CURIOSIDADES: MITOS E VERDADES SOBRE VACINAS</title>
         <author>1020090300</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>1. VACINAS PODEM CAUSAR DOENÇAS E NÃO SÃO SEGURAS&nbsp;</strong></div><div><strong>Mito. </strong>As vacinas, assim como todo medicamento, passam por três fases de testes criteriosos antes de serem liberadas pelos órgãos regulatórios de saúde para a população. Nesses testes, além da eficácia da imunização, também são avaliados possíveis efeitos colaterais e a segurança. Algumas pessoas podem ter reações como febre baixa e dor no local da aplicação, mas os benefícios da imunização são muito maiores que os riscos dessas reações temporárias.<br><br>2<strong>.&nbsp; &nbsp; NÃO É PRECISO TOMAR VACINA PARA DOENÇAS ERRADICADAS&nbsp;</strong></div><div><strong>Mito.</strong> Mesmo que uma doença já esteja erradicada em um país, o vírus continua circulando em outras partes do mundo e pode voltar a se espalhar. O sarampo é um exemplo, pois foi considerado eliminado do Brasil pela OMS em 2016, mas voltou a apresentar casos em 2018, devido à baixa adesão à vacinação. <br><br>3<strong>.&nbsp; &nbsp; É MELHOR SER IMUNIZADO POR MEIO DA DOENÇA DO QUE POR MEIO DE VACINAS</strong></div><div><strong>Mito.</strong> A vacinação é a forma mais segura de uma população evitar a transmissão de doenças e o consequente colapso dos sistemas de saúde. A imunidade de rebanho natural – quando grande parte de uma população é infectada e se torna imune – é perigosa pelos seguintes motivos:</div><ul><li>Há doenças de alta mortalidade, como a Covid-19, que causariam um número alarmante de mortes antes que a população atingisse a imunidade;</li><li>Nem sempre a imunidade é duradoura.</li></ul><div>&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 16:35:32 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevista Com Pessoas Que Trabalham Na Área De Saúde:</title>
         <author>1020090300</author>
         <link>https://padlet.com/1020090300/s2wmhbr7vljivm6k/wish/1742943524</link>
         <description><![CDATA[<div>1. O que é e como funciona uma vacina?<br><br>Mariana Cypreste- Vacina é qualquer agente causador de doença que passa por modificações para que perca a capacidade de causar o agravo, mas que ainda seja capaz de, uma vez introduzido no organismo humano, estimular a produção de anticorpos contra ele.<br><br><br>2. As vacinas podem fazer mal?&nbsp;<br><br>MC- Vacinas são extremamente seguras, mas como qualquer medicamento não estão isentas de efeitos adversos. Passam por longos e criteriosos processos de pesquisa e avaliação, chegando aos órgãos regulatório para liberação e comercialização após diversas etapas cumpridas.<br><br><br>3. Por que se vacinar?<br><br>MC- Vacinas são comprovadamente eficazes e responsáveis pela erradicação e controle de diversas doenças ao longo da história. Um indivíduo vacinado tem menos chance de adoecer e, consequentemente, de transmitir a doença aos seus contactantes- o que é, também, uma maneira de proteger aqueles que não podem ser vacinados por motivos especiais.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 14:29:00 UTC</pubDate>
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