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      <title>Autores negros antigos e atuais by </title>
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      <description>Aluna: Maria Eduarda Santos de Abreu </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-06 23:49:47 UTC</pubDate>
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         <title>Lima Barreto (1881-1922)</title>
         <author>00001064993692sp</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Lima Barreto</strong> foi um dos principais escritores do pré-modernismo brasileiro. Além de escritor, ele foi jornalista e suas obras estão relacionadas com temáticas sociais e nacionalistas. Afonso Henriques de <strong>Lima Barreto</strong> nasceu em 13 de maio de 1881 na cidade do Rio de Janeiro.<br><br></div><div><strong>Características das Obras</strong></div><div>As obras de Lima Barreto apresentam uma linguagem coloquial e fluida. Uma das características é o teor satírico e humorístico presente em seus escritos.</div><div>Em grande parte, suas obras estão pautadas na temática social, expressando muitas injustiças como preconceito e o racismo.</div><div>Além disso, criticou os modelos políticos da República Velha e do Positivismo. Foi simpatizante do socialismo e do anarquismo, rompendo com o nacionalista ufanista.<br><br>Frases de Lima Barreto:</div><ul><li>“<em>O football é uma escola de violência e brutalidade e não merece nenhuma proteção dos poderes públicos, a menos que estes nos queiram ensinar o assassinato</em>.”</li><li>“<em>Por esse intrincado labirinto de ruas e bibocas é que vive uma grande parte da população da cidade, a cuja existência o governo fecha os olhos, embora lhe cobre atrozes impostos, empregados em obras inúteis e suntuárias noutros pontos do Rio de Janeiro</em>.”</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-07 00:10:20 UTC</pubDate>
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         <title>Joel Rufino dos Santos (1941-2015) </title>
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         <description><![CDATA[<div>Joel Rufino dos Santos, escritor, historiador e professor de pós-graduação da Faculdade de Letras da UFRJ e diretor de Comunicação do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, em seus livros para crianças e adolescentes, mais do que contar histórias, coloca questões pertinentes, para uma releitura crítica da nossa cultura popular, especialmente a negra e ameríndia.<br><br></div><div>Em <em>Zumbi</em>, o autor narra de forma comovente e analítica a biografia do líder negro, a criação, a resistência e a destruição do quilombo de Palmares. “Esta história começou há mais de cem anos. Numa noite qualquer do ano de 1597, quarenta escravos fugiam de um engenho no sul de Pernambuco. Fato corriqueiro. Escravos fugiam o tempo todo de todos os engenhos. O número é que parecia excessivo: quarenta de uma vez.(…) Fora também insólito o que fizeram antes de optar pela fuga coletiva: armados de foices, chuços e cacetes, haviam massacrado a população livre da fazenda”.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-07 00:10:23 UTC</pubDate>
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