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      <title>Atividade Investigativa- Ciências Naturais 8º ano by lgbtqformacao pico</title>
      <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks</link>
      <description>No pico da Ciência</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-05 10:46:24 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-09-28 21:27:28 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Atividade Investigativa 8º Ano</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2136142066</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Estão neste momento no laboratório quatro indivíduos que devem ser reintroduzidos o mais rapidamente possível num ecossistema. Pela grande riqueza e biodiversidade que o charco e o lago possuem propomos que seja investigada a hipótese de serem estes os locais selecionados.</em></strong>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 10:42:27 UTC</pubDate>
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         <title>Questão de Investigação Central</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2136149432</link>
         <description><![CDATA[<div>De que forma poderemos introduzir os indivíduos tartaruga -de-orelha-vermelha, jacinto-de-agua, o chorão-de-praia e a carpa no Charco da escola garantindo a sua adaptação, mas sem perturbar o equilíbrio do ecossistema?<br>Estes indivíduos não podem ficar sempre em laboratório. Como tal, para acelerar o processo investigativo entregamos o dossiê a várias equipas de observação, de forma a que cada uma possa investigar a possibilidade de reintrodução de um indivíduo.<br>A vossa equipa ficou responsável por estudar a carpa!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 10:51:05 UTC</pubDate>
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         <title>Questão de Investigação Central</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2136150912</link>
         <description><![CDATA[<div>De que forma poderemos introduzir os indivíduos tartaruga -de-orelha-vermelha, jacinto-de-agua, o chorão-de-praia e a carpa no Charco da escola garantindo a sua adaptação, mas sem perturbar o equilíbrio do ecossistema?<br>Estes indivíduos não podem ficar sempre em laboratório. Como tal, para acelerar o processo investigativo entregamos o dossiê a várias equipas de observação, de forma a que cada uma possa investigar a possibilidade de reintrodução de um indivíduo.<br>A vossa equipa ficou responsável por estudar a tartaruga-de-orelha-vermelha!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 10:52:49 UTC</pubDate>
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         <title>Questão de Investigação Central</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2136151108</link>
         <description><![CDATA[<div>De que forma poderemos introduzir os indivíduos tartaruga -de-orelha-vermelha, jacinto-de-agua, o chorão-de-praia e a carpa no Charco da escola garantindo a sua adaptação, mas sem perturbar o equilíbrio do ecossistema?<br>Estes indivíduos não podem ficar sempre em laboratório. Como tal, para acelerar o processo investigativo entregamos o dossiê a várias equipas de observação, de forma a que cada uma possa investigar a possibilidade de reintrodução de um indivíduo.<br>A vossa equipa ficou responsável por estudar a chorão-de-praia!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 10:53:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Questão de Investigação Central</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2136151249</link>
         <description><![CDATA[<div>De que forma poderemos introduzir os indivíduos tartaruga -de-orelha-vermelha, jacinto-de-agua, o chorão-de-praia e a carpa no Charco da escola garantindo a sua adaptação, mas sem perturbar o equilíbrio do ecossistema?<br>Estes indivíduos não podem ficar sempre em laboratório. Como tal, para acelerar o processo investigativo entregamos o dossiê a várias equipas de observação, de forma a que cada uma possa investigar a possibilidade de reintrodução de um indivíduo.<br>A vossa equipa ficou responsável por estudar a jacinto-de-agua-doce!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 10:53:13 UTC</pubDate>
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         <title>Ficha técnica da Carpa</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2136162582</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-04-08 11:06:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ficha Técnica de Jacinto-de-água (Eichhornia crassipes)</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2136164833</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Nome científico</strong>: <em>Eichhornia crassipes </em>(Mart.) Solms.<br><br></div><div><strong>Nomes vulgares</strong>: jacinto-de-água, jacinto-aquático<br><br></div><div><strong>Família</strong>: <em>Pontederiaceae<br></em><br></div><div><strong>Estatuto em Portugal</strong>: espécie invasora (listada no <a href="https://dre.pt/home/-/dre/123025739/details/maximized">Decreto-Lei nº 92/2019, de 10 julho</a>) e incluída na lista de espécies que suscitam preocupação na União Europeia, pelo <a href="https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/?uri=CELEX%3A32014R1143">Regulamento (UE) n. o 1143/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho de 22 de outubro de 2014</a>).<br><br></div><div><strong>Nível de risco</strong>: 30 | Valor obtido de acordo com um protocolo adaptado do Australian <a href="https://invasoras.pt/pt/gloss%C3%A1rio/weed">Weed</a> Risk Assessment (Pheloung <em>et al</em>. 1999), por Morais et al. (2017), segundo o qual valores acima de 13 significam que a espécie tem risco de ter comportamento invasor no território Português | <br><br></div><div><strong>Sinonímia</strong>: <em>Pontederia crassipes</em> Mart. &amp; Zucc., <em>Piaropus crassipes</em> (Mart.) Raf., <em>E. speciosa</em> Kunth, <em>Pontederia azurea</em> Hook., <em>Pontederia azurer</em> Roem &amp; Schult, <em>Piaropus crassipes</em> Raf., <em>Piaropus mesomelas </em>Raf., <em>Piaropus tricolor</em> Raf., <em>Heteranthera formosa</em> Miq<em>., E. azureae</em> Miq., <em>Pontederia elongata</em> Balf., <em>E. crassicaulis</em> Schlect., <em>Pontederia crassicaulis</em> Schlect., <em>E. cordifolia</em> Gandoger<br><br></div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 11:08:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2136245777</link>
         <description><![CDATA[<div>Para procedermos com a investigação precisamos de saber mais sobre o Charco e sobre a espécie a reintroduzir.</div><div>&nbsp;Então, antes de mais, devemos conhecer um pouco o local a investigar, de forma a investigarmos o que devemos fazer a seguir. Então a primeira subquestão de investigação será:<br><strong>1.</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Qual a principal fauna e flora do charco da escola?</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 12:26:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2136257658</link>
         <description><![CDATA[<div>Visiona e responde ao questionário google<br><br>1. Mas o que será necessário para que as espécies sobrevivam? De que precisam?&nbsp;</div><div><br></div><div>2. Resultados: </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=LqIIxLDHxvs" />
         <pubDate>2022-04-08 12:35:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mas o que será necessário para que as espécies sobrevivam? De que precisam?</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2136265998</link>
         <description><![CDATA[<div>a. Tendo este problema em mente, a segunda questão de investigação será:<br><br><br>b. Resultados:&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>c. Conclusão:</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 12:41:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Com os conceitos abaixo indicados faz um mapa de conceitos.</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2136273594</link>
         <description><![CDATA[<div>Ecossistemas, componente abiótica, componente biótica, seres vivos, ciclos da matéria, fluxo unidirecional, luz temperatura, água, solo vento, ciclo da água, ciclo do carbono, ciclo do oxigénio, intraespecífica, interespecífica, sociedade, canibalismo, predação, simbiose, matéria, energia, cadeia trófica, sucessão, primária, comunidade pioneira, comunidade climax, catástrofes antrópicas, sismos, vulcões, inundações, secas, poluição, desflorestação, incêndios, invasões biológicas. <br>https://www.lucidchart.com/pages/pt/exemplos/mapa-conceitual-online<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.lucidchart.com/pages/pt/exemplos/mapa-conceitual-online" />
         <pubDate>2022-04-08 12:47:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Então, se concluirmos que a tua espécie necessita de interagir com o seu meio para sobreviver, será que é influenciada pelas variações da componente abióticas do ecossistema?</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2136277636</link>
         <description><![CDATA[<div>Tendo em vista este problema, que questão de investigação devemos formular em seguida?<br>Para podermos investigar esta questão teremos de conhecer melhor o ecossistema do charco/lago e a espécie que pretendemos introduzir.</div><div>Realiza então uma pesquisa sobre a espécie que estás a trabalhar. Não te esqueças de pesquisar sobre o seu <strong>comportamento,</strong> as <strong>características </strong>do seu <strong>habitat</strong> e as suas adaptações a este. Ou seja deves procurar no mínimo as suas necessidades de:</div><div>- Luminosidade;</div><div>- Temperatura;</div><div>-Água;</div><div>- Abrigo;</div><div>-Alimento.</div><div>&nbsp;</div><div>Aproveita também para pesquisar se a espécie é originária do nosso País (autóctone) ou não (exótica e/ ou invasora ).</div><div>Tudo o que encontrares a mais deves manter pelo menos nesta fase.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 12:50:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>4.a.Influência dos seres vivos nas plantas</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2136280861</link>
         <description><![CDATA[<div>Para se investigar a possibilidade de introduzir de um indivíduo no charco/lago da escola , já determinamos que temos de estudar a influência dos fatores abióticos presentes nesses ecossistemas, nos seres vivos. No charco podemos encontrar várias espécies com comportamentos diferentes.</div><div>&nbsp;As comunidades biológicas destes habitats desenvolveram estratégias adaptativas extremas à alternância entre períodos frios e quentes, tais como formas de resistência ao frio ou a capacidade eficaz de migração para outros locais. Como resultado, as espécies presentes apresentam características únicas e são frequentemente raras ou exclusivas destes meios. Por exemplo, a vegetação colonizadora de charcos temporários mediterrânicos tem uma composição florística muito particular, dominada principalmente por plantas anuais e herbáceas perenes que aparecem durante o inverno e primavera e que produzem um grande número de sementes que sobrevive aos períodos de frio. De um modo geral e para um observador pouco treinado, as espécies vegetais presentes nos charcos temporários não parecem ter grande importância, nem são muito vistosas. Mas, nada pode estar mais longe da verdade pois, são numerosas, muito particulares e em alguns casos são espécies com um elevado valor de conservação. Além disso, as plantas características dos charcos asseguram os micro‐habitats essenciais à sobrevivência de diversos animais, tais como os crustáceos macroinvertebrados, anfíbios e répteis.</div><div>As plantas aquáticas flutuantes, com as folhas e flores à superfície de água, dominam o charco no</div><div>início da Primavera. As plantas anfíbias, começam o seu desenvolvimento vegetativo ainda submersas e</div><div>florescem apenas quando a água começa a evaporar, persistindo até à chegada da fase seca. São frequentes</div><div>ainda as pequenas plantas anuais que se reproduzem, a cada ano, através das suas sementes que aguardam</div><div>dormentes no solo pela chegada de uma nova época primaveril.</div><div>Para além desta dinâmica temporal, também se observa uma zonação das comunidades vegetais ao longo do</div><div>gradiente espacial do centro para a periferia dos charcos. Estas comunidades estão organizadas em faixas</div><div>floristicamente homogéneas, segundo um gradiente de disponibilidade hídrica. Define o problema que estas situações sugerem.<br>1.&nbsp; &nbsp; &nbsp; Define o problema que estas situações sugerem.</div><div>2.&nbsp; &nbsp; &nbsp; Formula hipótese que tentem responder ao vosso problema.</div><div>3.&nbsp; &nbsp; &nbsp; Com a ajuda da professora formula uma hipótese para testar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 12:52:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Programa de Reintrodução no Charco da escola Observação de campo - Guião da visita de estudo</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2136299127</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=YxpNEuuATXA&amp;t=309s" />
         <pubDate>2022-04-08 13:05:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>4.b. Atividade experimental: Influência da Temperatura  nos animais</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2136449571</link>
         <description><![CDATA[<div>Para se investigar a possibilidade de introduzir de um indivíduo no charco, já determinamos que temos de estudar a influência dos fatores abióticos presentes nesses ecossistemas, nos seres vivos. No charco podemos encontrar várias espécies com comportamentos diferentes.</div><div>&nbsp;As comunidades biológicas destes habitats desenvolveram estratégias adaptativas extremas à alternância entre períodos frios e quentes, tais como formas de resistência ao frio ou a capacidade eficaz de migração para outros locais. Como resultado, as espécies presentes apresentam características únicas e são frequentemente raras ou exclusivas destes meios. Por exemplo, a vegetação colonizadora de charcos temporários mediterrânicos tem uma composição florística muito particular, dominada principalmente por plantas anuais e herbáceas perenes que aparecem durante o inverno e primavera e que produzem um grande número de sementes que sobrevive aos períodos de frio. Muitas espécies de micro e macro-crustáceos produzem ovos de dormência com uma casca dura capaz de resistir no fundo do charco.</div><div>Da análise do texto constatamos que, há espécies que no inverno produzem ovos de dormência.<br>1.&nbsp; &nbsp; &nbsp; Define o problema que estas situações sugerem.</div><div>2.&nbsp; &nbsp; &nbsp; Formula hipótese que tentem responder ao vosso problema.</div><div>3.&nbsp; &nbsp; &nbsp; Com a ajuda da professora formula uma hipótese para testar.<br>Como não podemos testar nos indivíduos a reintroduzir vamos ter que utilizar uma espécie que tenha um funcionamento fisiológico semelhante. As dáfnias (Daphia magma) são muito utilizadas em experiências científicas. Estas são pequenos crustáceos (podendo medir 2 a 5mm), mais conhecidas por pulgas de água devido à sua forma de locomoção: quando nadam parece que avançam com pequenos saltos. Elas habitam em meios aquáticos de água doce (charcos, lagos ou pequenos rios com fraca corrente) e alimentam-se principalmente de microalgas. São importantes no ecossistema por serem fonte de alimento num elevado número de espécies de seres vivos aquáticos. As dáfnias apresentam um exoesqueleto transparente, permitindo observar ao microscópio ou lupa binocular os seus órgãos internos (figura ). Então é possível observar os batimentos cardíacos detetando possíveis variações.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 14:36:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Atividade experimental: Influência da Temperatura nos seres vivos</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2136475078</link>
         <description><![CDATA[<div>Em grupo vamos discutir um possível protocolo que permita validar a vossa hipótese e responder à questão problema. Durante este tempo vais registando tudo:</div><div>1.&nbsp; Qual o objetivo da investigação?&nbsp;</div><div>2.&nbsp; Qual a variável em estudo?&nbsp;<br>&nbsp;Que variáveis devemos manter constantes de forma a obter resultados fiáveis?</div><div>3.&nbsp; Material&nbsp;</div><div>4. Procedimento</div><div><strong>5.</strong>&nbsp; <strong>Execução do protocolo experimental</strong></div><div><strong>6.</strong>&nbsp; <strong>Resultados</strong></div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 14:52:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Resultados</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2136487851</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 15:01:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Influência da temperatura nas plantas</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2136530849</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 15:28:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Influência da componente abiotica nos seres vivos- atividade experimental</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2136782749</link>
         <description><![CDATA[<div>Como vais ter oportunidade de observar na visita de estudo, o estuário do Cávado é uma importante zona húmida onde inumeras aves encontram alimento em abundância. As aves de rapina como a<strong> coruja-das-torres</strong> (<em>tyto alba</em>) que caçam pequenos animais, como roedores e cobras, são vistas a alimentar-se em campos abertos. Por outro lado as aves limícolas como o <strong>pernilong</strong>o (<em>Himantopus himantopus)</em> alimentam-se apenas em zonas de lamas ou águas pouco profundas. Com o seu bico o alfaiate consegue varrer as lamas, procurando diferentes animais como <strong>minhocas</strong>.<br>O sucesso da alimentação das aves limícolas depende em grande parte da disponibilidade/capturabilidade das suas presas, o que implica que estas estejam presentes à superfície do sedimento ou enterradas até uma profundidade máxima que não ultrapasse o comprimento do bico da ave (Moura,2016). A atividade das presas no período noturno ou diurno também condiciona a atividade alimentar das aves.<br>Minhocas é o nome comum de um grupo de anelídeos composto por cerca de 8700 espécies diferentes. Estas podem alimentar-se de matéria mineral ou de matéria orgânica morta. Vivem enterradas, escavando galerias e canais. A existência de parametros ambientais desfavoraveis pode conduzir à fuga, perda de atividade reprodutora ou morte das minhocas. Quando morrem o seu corpo é rapidamente degradado, devido ao seu elevado teor em água.<br>1. Para compreenderes melhor se as aves limicolas dispõem de alimento em abundancia neste ecossistema(estuario do Cávado) é importante saberes de que seres se alimentam, como também se existem condições ambientais para a sua existencia.<br>1.1. Com a análise dos textos e com esta preocupação, define uma questão problema que possamos investigar.<br>2. Formulem hipóteses que temtem responder ao vosso problema.<br>3. Com a ajuda da professora selecionem a hipótese para testar.<br><strong>PROTOCOLO EXPERIMENTAL DA ATIVIDADE EXPERIMENTAL 1</strong><br>Define em equipa um protocolo que te ajude a avaliar a tua hipótese. Não te esqueças de verificar se tens os materiais todos necessários.<br>1. Qual o objetivo da investigação?<br>2.Qual a variavel em estudo?<br>3. Material<br>4. Procedimento<br>5. <strong>EXECUÇÃO DO PROTOCOLO EXPERIMENTAL<br>6. RESULTADOS DA ATIVIDADE EXPERIMENTAL(ver quadro)</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 18:29:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RESULTADO DA ATIVIDADE EXPERIMENTAL</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2136849961</link>
         <description><![CDATA[<div>7. Discussão dos resultados<br>7.1. Com base nos resultados obtidos, a que conclusões chegaram?<br>7.2. Com base dos resultados obtidos, podem considerar a vossa hipótese válida? Justifica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 19:35:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>8. ATIVIDADE EXPERIMENTAL 2</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2136859992</link>
         <description><![CDATA[<div>Enquanto estás a testar a tua hipótese, outros grupos da tua turma, estiveram a realizar outra atividade experimental para testar uma outra hipótese discutida.<br>a. Hipótese a testar?<br>b. Qual o objetivo da investigação dos teus colegas?<br>8.1. Regista os resultados obtidos pelos teus colegas<br>9. Discussão dos resultados/conclusão<br>9.1. Com base nos resultados obtidos, a que conclusões podem chegar?<br>9.2. Com base nos resultados obtidos, podem considerar a hipótese obtida válida? justifica.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1656787555/827b3e3a9fcdbf80b59ef0d2f9b49d12/quadro_luz_minhocas.JPG" />
         <pubDate>2022-04-08 19:47:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2136863328</link>
         <description><![CDATA[<div>Relaciona os resultados obtidos destas atividades com a espécie que pretendes reintroduzir. De que forma estas podem ajudar a apoiar a tua investigação sobre a sua reintrodução no charco da escola?</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 19:50:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2136909877</link>
         <description><![CDATA[<div>1. Capa<br>2. Estrutura<br>3. Introdução: Indicar a problemática a trabalhar e a metodologia necessária para chegar a uma conclusão (foi necessário estudar o ecossistema proposto para a introdução, caracterizando-o, estudar as condições necessárias à sobrevivência do indivíduo a introduzir e investigar as possíveis interações entre estes e os diferentes constituintes do ecossistema).<br>4. Desenvolvimento:&nbsp;<br>4.1. Charco. Neste subcapitulo deverão caracterizar o ecossistema do charco. Para isso deverão iniciar com o ecossistema, passando em seguida para a descrição da componente biótica e abiótica do mesmo.<br>4.2. Espécie X. Neste subcapitulo deverão descrever brevemente a espécie do qual o indivíduo a reintroduzir pertence, bem como as condições necessárias à sua sobrevivência. Sempre que se aplicar deverão utilizar os resultados obtidos nas atividades experimentais para completar e enriquecer o vosso trabalho.<br>4.3. Introdução da espécie X no charco. Relacionando as informações acima descritas, deverão então chegar a uma conclusão sobre a possível introdução do indivíduo no ecossistema, prevendo que interações poderão ocorrer entre esta e os diferentes componentes do ecossistema, bem como a influencia que a introdução poderá ter no equilibrio do ecossistema.<br>5. Conclusão final<br>Para poderem chegar a uma conclusão final, cada grupo deverá tirar notas das apresentações dos colegas, ou mesmo pedir-lhe informações. Desta forma deverão inferir sobre a possibilidade da introdução das 4 espécies no charco.<br>Bibliografia<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 20:47:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Guião e regras de como que devem entregar as suas anotações da visita de estudo</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2137206144</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-09 06:58:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Possível protocolo 1 e 2</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2137209479</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-09 07:08:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2137209666</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-09 07:09:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Discussão dos resultados:</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2137210941</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Discutir, em grupo-turma, os resultados da atividade experimental “influência da luz e da água no comportamento das minhocas”. Partindo desta discussão, é possível iniciar uma discussão sobre a relevância deste fator para os seres vivos, remetendo para o estuário do Cávado: Pelo que observámos nos vídeos e no local, a água no local é característica. Antes de mais, existe em abundância. No entanto, como se afirma no vídeo, é salobra. Existe água doce apenas em lagos ou poças. Que relevância terá isto para os seres vivos? Tendo estas questões em vista, começamos por discutir que utilidade/relevância pode ter a água para os seres vivos e os estados em que se encontram nos ecossistemas. Os alunos devem compreender o que é a humidade (disponibilidade de água nos ecossistemas) e que, apesar de o planeta ser coberto, na sua maioria, por água, esta não é toda igual: Posteriormente, através de discussão e questionamento orientado pela professora, é possível concluir que: - A água na Terra pode ser salgada, salobra ou doce (ou seja, o fator salinidade é fundamental para a utilização da água pelos seres vivos). - A água existe nos diversos estados (gasoso, sólido e líquido), sendo a água no estado líquido a mais utilizada pelos seres vivos&nbsp; Mas a água no estado líquido encontra-se distribuída pelo planeta de forma igualitária? Existem locais com abundância de água e outros com escassez. A partir daqui, pode-se fomentar uma discussão facto de diferentes espécies terem diferentes necessidades de água. Então, vamos classificar os seres vivos de acordo com esta necessidade. De uma forma expositiva, introduzir-se-ão os conceitos de seres hidrófilos; higrófilos; mesófilos e xerófilos, indicando exemplos de cada um. O fator da salinidade é um dos mais importantes na distribuição dos seres vivos pelos ambientes aquáticos. O Homem, por exemplo, apenas consegue utilizar água doce, mas existem seres vivos aquáticos de água doce e de água salgada. Como tal, existem seres vivos com maior tolerância à variação deste fator que outros. Em formato de informação adicional, é possível os alunos chegarem aos conceitos de eurialino e estenohalino.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-09 07:12:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Eossistemas do  jardim da escola - o charco</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2137400121</link>
         <description><![CDATA[<div>Enquadramento Teórico e questões de investigação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-09 14:13:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lista de Verificação das atividades experimentais</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-09 14:26:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lista de verificação da visita de estudo</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
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         <pubDate>2022-04-09 14:27:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rubrica de avaliação do guião de trabalho</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
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         <pubDate>2022-04-09 14:27:44 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Rubrica de avaliação da apresentação</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2137409575</link>
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         <pubDate>2022-04-09 14:29:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rubrica dos trabalhos finais</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-09 14:29:35 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Teste de aplicação</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
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         <description><![CDATA[<div>1. Identificar e definir corretamente a questão problema<br>2. Elaborar hipótese<br>3. Explicar os resultados obtidos<br>4. Com base nos resultados obtidos responder ao problema<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-09 14:30:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ficha técnica do chorão-de-praia</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
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         <pubDate>2022-04-09 14:42:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ficha técnica da tartaruga-de-orelha-vermelha</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
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         <pubDate>2022-04-09 14:43:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Possiveis protocolos</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
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         <pubDate>2022-04-11 08:21:11 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Biodiversidade no jardim da escola -EV e CN</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
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         <pubDate>2022-04-11 19:46:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Biodiversidade</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2139752221</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-11 19:47:44 UTC</pubDate>
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         <title>Entre Flores e insetos</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ainda no prelo (faltam muitas imagens e a parte cientifica)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-11 20:43:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Charco-carpa </title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2151811382</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Daniel Pereira &nbsp; Diogo Alves&nbsp; Rui Maciel<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-21 10:08:57 UTC</pubDate>
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         <title>Charco- Tartaruga Vermelha</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
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         <description><![CDATA[<div>Equipa: Joana, Mariana, Luisa e Ana</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-21 11:11:00 UTC</pubDate>
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         <title>Tartaruga- Lago</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
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         <description><![CDATA[<div>Rodrigo Martins&nbsp;<br>Vitória&nbsp;<br>Maria<br>Mariana Araújo<br>Leonor Vilela</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-21 11:11:38 UTC</pubDate>
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         <title>Lago- chorão de praia</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
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         <description><![CDATA[<div>Rodrigo Pimentel, Gonçalo Rodrigues e Rodrigo Sousa</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-21 11:15:45 UTC</pubDate>
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         <title>Charco - Tartaruga, Jacinto-de-água-doce, Carpa e Rã</title>
         <author>joao17677</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2160039536</link>
         <description><![CDATA[<div>Equipa 5: João Pimentel, Lourenço Barbosa, Rosa Oliveira, Lucas Pires e Tiago Fernandes / 8°B</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 09:00:07 UTC</pubDate>
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         <title>Tartaruga-de-orelha-vermelha</title>
         <author>lourenco17743</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2160054162</link>
         <description><![CDATA[<div>O nome científico:&nbsp; <em>Trachemys scripta<br><br></em>Alimentação: Algas e pequenos peixes<br><br>Habitat: Locais húmidos próximos rios ou lagos&nbsp;<br><br>Reprodução: Através de ovos e a incubação leva de 2 a 4 meses<br><br>Curiosidades: pode pôr até 30 ovos de uma só vez, pode viver até 40 anos, pode chegar entre 2 a 30 cm de comprimento, a tartaruga-de-orelha-vermelha para sobreviver na água no inverno é necessário 26° graus e no verão 18°.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 09:12:43 UTC</pubDate>
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         <title>Lago- carpa</title>
         <author>bruna17779</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2160109118</link>
         <description><![CDATA[<div>Equipa 2: Ana Isabel, Cristiano Costa, Adriana Fernandes, Bruna Cação, Daniel Cerqueira, Cristiano Vivas./ 8B</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 10:02:41 UTC</pubDate>
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         <title>Charco-Tartaruga -de-orelha-vermelha</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2160111347</link>
         <description><![CDATA[<div>Diogo, Cátia, Rita, Bruna Santos</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 10:04:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Carpa </title>
         <author>bruna17779</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2160119225</link>
         <description><![CDATA[<div>Nome comum: carpa&nbsp;<br><br>Nome Científico: cyprinus carpio<br><br>Reino: Animalia<br><br>Filo: Chordata<br><br>Classe: Actinopterygii<br><br>Subclasse: Cyprininae&nbsp;<br><br>Ordem: Cypriniformes&nbsp;<br><br>Família: Cyprininae<br><br>Género: Cyprinus&nbsp;<br><br>Espécie: C. carpio<br><br>Habitat: lagos e lagoas&nbsp;<br><br>Peso: 2-14kg&nbsp;<br><br>Estado de conservação: Vulnerável<br><br><br>Curiosidades: Populações de carpa espalharam-se muito na América do Sul e na Oceania, onde possuem menos predadores naturais e são capazes de sobreviver em ambientes aquáticos adversos para a maioria dos outros peixes&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 10:12:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Charco-Carpa</title>
         <author>daniel17667</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2161893411</link>
         <description><![CDATA[<div>Nome comum: carpa <br><br>Nome Científico: cyprinus carpio<br><br>Reino: Animalia<br><br>Filo: Chordata<br><br>Classe: Actinopterygii<br><br>Subclasse: Cyprininae <br><br>Ordem: Cypriniformes <br><br>Família: Cyprininae<br><br>Género: Cyprinus <br><br>Espécie: C. carpio<br><br>Habitat: lagos e lagoas <br><br>Peso: 2-14kg <br><br>Estado de conservação: Vulnerável<br><br>Curiosidades sobre o carpa: Pertencente à família Cyprinidae, a carpa possui uma <strong>boca pequena e rodeada de barbilhões curtos, e pode chegar a 1m de comprimento. Esse peixe de água doce</strong>, originário da China, vem sendo introduzido na América do Sul, sendo criado em tanques para aquariofilia.<br><br>Nivel de oxigenio que o carpa gosta:<strong>5,0 mg / L</strong>. &nbsp;</div><div><br>Nivel de ph que o carpa gosta: 7,4&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-28 09:49:44 UTC</pubDate>
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         <title>Tartaruga-de-orelha-vermelha </title>
         <author>rodrigo17676</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2161894021</link>
         <description><![CDATA[<div>Nome científico: Trachemys scripta elegans<br><br>Alimentação: vegetais, insetos e pequenos peixes<br><br>Habitat : Estas tartarugas são espécies de água doce que desfrutam de rios lentos, lagos e pântanos . Elas se conseguem adaptar praticamente a qualquer meio aquático, podem até tolerar a água salgada, mesmo não sendo o ideal.<br><br>Reprodução: alcança a maturidade sexual aos 5 ou 6 anos de idade, ou antes se estiverem em cativeiro, se não hibernam e estão bem alimentadas. A corte e acasalamento ocorrem entre Março e Julho, sob a água.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-28 09:50:14 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>rodrigo17676</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2161907901</link>
         <description><![CDATA[<div>Nome comum: Rã-verde<br><br>Nome científico: Rana perezi<br><br>Alimentação: Pequenos invertebrados, tais como insetos, caracóis, anelídeos. Reprodução: Ativa tanto de dia como de noite, esta rã reproduz-se sobretudo durante a primavera.<br><br>Habitat: Charcos, pântanos, lameiros, tanques nas aldeias, margens de ribeiros. Alimentação: Pequenos invertebrados, tais como insetos, caracóis, anelídeos.<br><br>Reprodução: Ativa tanto de dia como de noite, esta rã reproduz-se sobretudo durante a primavera. Em cada postura podem contar-se milhares de ovos.<br><br>Curiosidades: É talvez o anfíbio de mais fácil observação no nosso país.<br><br>A metamorfose típica também desta espécie é um fenómeno fantástico em que os girinos se transformam gradualmente em rãs.<br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-28 10:04:31 UTC</pubDate>
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         <title>Tritão-marmoreado</title>
         <author>daniel17667</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2161946131</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.bing.com/search?FORM=SNAPST&amp;q=Trit%c3%a3o-marmoreado+reino&amp;filters=sid:%22384b70ef-ab76-0b4a-6fd5-42b674a4ae49%22"><strong>Reino</strong></a><strong>-</strong><a href="https://www.bing.com/search?FORM=SNAPST&amp;q=Animalia&amp;filters=sid:%22c5db0a90-a9c3-516e-a242-9b213e9aa289%22">Animalia</a><br><br></div><div><a href="https://www.bing.com/search?FORM=SNAPST&amp;q=Trit%c3%a3o-marmoreado+filo&amp;filters=sid:%22384b70ef-ab76-0b4a-6fd5-42b674a4ae49%22"><strong>Filo</strong></a><strong>-</strong><a href="https://www.bing.com/search?FORM=SNAPST&amp;q=Chordata&amp;filters=sid:%2240142374-fb3c-4f22-ef47-18695ad7f2c0%22">Chordata</a><br><br></div><div><a href="https://www.bing.com/search?FORM=SNAPST&amp;q=Trit%c3%a3o-marmoreado+classe&amp;filters=sid:%22384b70ef-ab76-0b4a-6fd5-42b674a4ae49%22"><strong>Classe</strong></a><strong>-</strong><a href="https://www.bing.com/search?FORM=SNAPST&amp;q=Amphibia&amp;filters=sid:%22a0aac735-ce6d-75db-bf2b-8220ac9e06d5%22">Amphibia</a><br><br></div><div><a href="https://www.bing.com/search?FORM=SNAPST&amp;q=Trit%c3%a3o-marmoreado+ordem&amp;filters=sid:%22384b70ef-ab76-0b4a-6fd5-42b674a4ae49%22"><strong>Ordem</strong></a><strong>-</strong><a href="https://www.bing.com/search?FORM=SNAPST&amp;q=Caudata&amp;filters=sid:%227be9e011-cc4b-0c2a-0da5-05d9bcdd3345%22">Caudata</a><br><br></div><div><a href="https://www.bing.com/search?FORM=SNAPST&amp;q=Trit%c3%a3o-marmoreado+fam%c3%adlia&amp;filters=sid:%22384b70ef-ab76-0b4a-6fd5-42b674a4ae49%22"><strong>Família</strong></a><strong>-</strong><a href="https://www.bing.com/search?FORM=SNAPST&amp;q=Salamandridae&amp;filters=sid:%22b6aae0a0-5070-a9f5-ae40-8fca06713ad9%22">Salamandridae</a><br><br></div><div><a href="https://www.bing.com/search?FORM=SNAPST&amp;q=Trit%c3%a3o-marmoreado+g%c3%a9nero&amp;filters=sid:%22384b70ef-ab76-0b4a-6fd5-42b674a4ae49%22"><strong>Género</strong></a><a href="https://www.bing.com/search?FORM=SNAPST&amp;q=Triturus&amp;filters=sid:%224e8b30fd-53db-b4e6-c92e-33041480efe8%22">-riturus</a><br><br></div><div><a href="https://www.bing.com/search?FORM=SNAPST&amp;q=Trit%c3%a3o-marmoreado+esp%c3%a9cie&amp;filters=sid:%22384b70ef-ab76-0b4a-6fd5-42b674a4ae49%22"><strong>Espécie</strong></a><strong>-</strong>T. marmoratus<br><br>Curiosidades: A zona dorsal é áspera e granulosa, de coloração verde/verde-escura, exibindo um padrão marmoreado formado por pequenas manchas escuras alternadas com manchas maiores, verdes; a zona ventral é escura e pintalgada de branco (característica que auxilia a distingui-lo do T. pygmaeus). As fêmeas apresentam uma linha vertebral alaranjada ou avermelhada.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-28 10:43:57 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Tartaruga-de-orelha-pequena </title>
         <author>daniel17667</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2161958689</link>
         <description><![CDATA[<div>O nome científico:&nbsp; <em>Trachemys scripta<br><br></em>Alimentação: Algas e pequenos peixes<br><br>Habitat: Locais húmidos próximos rios ou lagos <br><br>Reprodução: Através de ovos e a incubação leva de 2 a 4 meses<br><br>Tamanho:23 centímetros<br><br>Peso: <strong>1 kg</strong> quando adultos.<br><br>Curiosidades: As<strong> Tartarugas de Orelha Vermelha</strong> são animais aquáticos, mas, como répteis que são, também deixam a água para tomar banho de sol e regular a temperatura interna do corpo. Ao longo de um dia, você verá que a tartaruga deixa a água e volta para lá a todo momento, pois essa movimentação mantém sua temperatura interna em um nível equilibrado e estável.<br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-28 10:56:47 UTC</pubDate>
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         <title>Carpa-comum </title>
         <author>rodrigo17710</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2161961261</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Expectativa de Vida : </strong>20 anos (na natureza, população do Canadá)<br><strong>Peso : </strong>2 – 14 kg<br>Comprimento <strong>: </strong>40 – 80 cm (Adulto)<br><strong>Espécies : </strong>C. carpio<br><strong>&nbsp;Filo : </strong>Chordata<br><strong>Classe : </strong><a href="https://www.google.com/search?q=Actinopterygii&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAONgVmLXz9U3yEpOWcTK55hckpmXX1CSWlSZnpkJAPekSnMcAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwjNvfWjyrb3AhUBwKQKHTPoCx8QmxMoAXoECFoQAw">Actinopterygii</a><br> <br> <br>Yprinus<strong><em> carpio</em></strong>, conhecida popularmente como <strong>carpa</strong> e <strong><em>carpa-comum</em></strong>, é um peixe <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tele%C3%B3steo">teleósteo</a> da familia <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cyprinidae">Cyprinidae</a>, de coloraçao cinza prateado. Originária de grandes lagos e rios da Ásia, Europa e África, onde as populações selvagens enfrentam risco de extinção, é muito difundida como peixe de criação em vários ambientes nos quais pode ser considerada espécie invasora.<br>&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-28 10:59:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rã</title>
         <author>rodrigo17430</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2161962572</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A rã-touro-americana, é uma espécie de rã nativa da América do Norte .<br><br></div><div><br>As rãs-touro são anfíbios grandes e podem atingir um comprimento de 20 centímetros e um peso de 1.500 g ou 1kg . São geralmente verdes ou de cor bronzeada, com castanho escuro, verde escuro, ou negro e uma parte inferior amarela ou branca, que varia acentuadamente na época do acasalamento.<br><br></div><div><br>O esqueleto de uma rã adulta consiste de osso e cartilagem hialina, calcificada. A cartilagem calcificado pode ser encontrada ao longo de todo o corpo da rã, principalmente na epeise dos ossos largos dos membros.<br><br><br>Reino<strong>:</strong> | Animalia<br><br>Filo: | Chordata<br><br>Classe: |Amphilia<br><br>Ordem: |Anura<br><br>Família: | Ranidae<br><br>Género: |Rana<br><br>Espécie: | <strong><em>R. catesbeiana</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-28 11:01:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Questionário</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2161973776</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-28 11:12:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Formula aqui a 4 questão de investigação</title>
         <author>lgbtqformacaoa22</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2162810441</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-28 15:08:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Jacinto-de-água-doce</title>
         <author>joao17677</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2167984583</link>
         <description><![CDATA[<div>O nome científico: <em>Eichhornia crassipes<br><br></em>Alimentação: Fotossíntese<br><br>Habitat: Floresta Amazônica e em cursos de água ricos em substâncias nutritivas<br><br>Reprodução: O fruto é uma cápsula co várias sementes. Alastra-se num imenso tapete através de reprodução assexuada.<br><br>Curiosidades: As suas espigas podem chegar a 15cm de comprimento, pode cobrir uma extensão de 75km .</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-03 08:43:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Carpa</title>
         <author>joao17677</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2167986299</link>
         <description><![CDATA[<div>O nome científico: <em>Cyprinus Carpio<br><br></em>Alimentação: Oniviro, Ração, Pequenos Animais.&nbsp;<br><br>Habitat: Lagos, Rios.&nbsp;<br><br>Reprodução: A reprodução da carpa ocorre uma vez no ano, são produzidos cerca 1kg ovos.&nbsp;<br><br>Curiosidades: Pode viver até 20 anos de idade, 2-14kg,é cinza prateado, tem uma boca pequena e redonda de barbilhões curtos, é um peixe de água doce originado da China e vem sendo introduzido na América do Sul.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-03 08:44:44 UTC</pubDate>
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         <title>Rã Verde</title>
         <author>joao17677</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2167987325</link>
         <description><![CDATA[<div>O nome científico: <em>Pelophylax perezi<br><br></em>Alimentação: Pequenos invertebrados, tais como insetos, caracóis, anelídeos.<br><br>Habitat: O habitat da rã normalmente é Charcos, pântanos, lameiros, tanques nas aldeias, margens de ribeiros.<br><br>Reprodução: Ativa tanto de dia como de noite, esta rã reproduz-se sobretudo durante a primavera. Em cada postura podem contar-se milhares de ovos.<br><br>Curiosidades: É talvez o anfíbio de mais fácil observação no nosso país, as rãs podem chegar a 11 cm de comprimento. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-03 08:45:51 UTC</pubDate>
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         <title>Equipa</title>
         <author>leticia17771</author>
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         <description><![CDATA[<div>Inês Santos<br>Letícia Cunha&nbsp;<br>Maria Inês Sousa&nbsp;<br>Soraia Araújo<br>Vitor Fernandes</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-03 08:54:10 UTC</pubDate>
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         <title>Lago - Flora e Fauna</title>
         <author>bruna17779</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2167997266</link>
         <description><![CDATA[<div>Equipa 3: Maria Inês; Vítor; Soraia; Letícia; Inês Santos; / 8ºB</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-03 08:55:44 UTC</pubDate>
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         <title>Carpa</title>
         <author>bruna17779</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2168009837</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Nome-comum:</strong> Carpa<br><strong>Nome-cientifico</strong>: <em>Cyprinus Carpio<br></em><strong>Reino</strong><strong><em>:</em></strong><em> </em>Animalia<em><br></em><strong>Filo</strong><strong><em>: </em></strong>Chordata<br><strong>Classe: </strong>Actinopterygii<br><strong>Ordem: </strong>Cypriniformes<br><strong>Família:</strong> Cyprinidae<br><strong>Alimentação:</strong> Minhocas, larvas, insetos e caramujos<br><strong>Cores: </strong><br>Kohaku - uma carpa com padrões vermelhos sobre a base branca;<br>Sanke - uma carpa com padrões vermelhos sobre base branca <br><strong>Água:</strong> Água doce<br><strong>Origem:</strong> China, foi introduzida também na América do Sul e na Austrália. Torna-se também uma espécie invasora em outros paises.<br><em><br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-03 09:09:22 UTC</pubDate>
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         <title>Rã</title>
         <author>bruna17779</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2169606509</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Nome-comum: </strong>Rã verde<br><strong>Nome-científico: </strong><em>Pelophylax perezi<br></em><strong>Reino: </strong>Animalia<br><strong>Filo: </strong>Chordata<br><strong>Classe: </strong>Amphibia<br><strong>Ordem: </strong>Anura<br><strong>Família: </strong>Ranidae<br><strong>Género: </strong>Pelophylax<br><strong>Espécie: </strong>P. perezi<br><strong>Alimentação:</strong> Insetos (moscas, etc)<br>Curiosidade: O país em que a rã verde existe em maior abundância é em Portugal</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-04 08:51:00 UTC</pubDate>
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         <title>Equipa </title>
         <author>joana17405</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2181056830</link>
         <description><![CDATA[<div>Joana&nbsp;<br>Clara</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 11:08:06 UTC</pubDate>
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         <title>Rã-arborícola-europeia</title>
         <author>joana17405</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2181067023</link>
         <description><![CDATA[<div>Nome científico : Hyla arborea<br>Estado de Conservação: Pouco preocupante<br>Classificação superior: Hyla<br>Classificação: Espécie<br>Espécie:&nbsp; H. arborea<br>Reino: Animalia<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 11:18:14 UTC</pubDate>
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         <title>Carpa Anã</title>
         <author>rodrigo17676</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2181077776</link>
         <description><![CDATA[<div>Nome comum: Carpa Anã&nbsp;<br>Nome cientifico: Cyprinus carpio<br>Alimentação:Tanto os adultos como os juvenis se alimentam de uma variedade de organismos bentônicos e material vegetal.<br>Habitat: A carpa vive sobretudo em águas paradas&nbsp; ou com pouca velocidade corrente e com fundos vasosos.<br>Reprodução: Ovíparo. Desova ao longo de costas ou remansos. Os adultos costumam empreender uma migração considerável em época de reprodução para remansos ou formações inundadas. As larvas sobrevivem somente em água morna entre a vegetação submersa rasa. A poluição dos rios e a hibridização com populações domesticadas, os congêneres do Leste Asiático e os seus híbridos provocaram um declínio contínuo das populações selvagens.<br>Curiusidades:As espécies comuns variam em tons de cinza e prata à dourados. Porém, ao longo dos anos essas espécies foram sofrendo mutações e dando origem a peixes bem coloridos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 11:28:11 UTC</pubDate>
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         <title>Rã</title>
         <author>daniel17667</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2191131078</link>
         <description><![CDATA[<div>A rã-touro-americana, é uma espécie de rã nativa da América do Norte .<br><br></div><div><br>As rãs-touro são anfíbios grandes e podem atingir um comprimento de 20 centímetros e um peso de 1.500 g ou 1kg . São geralmente verdes ou de cor bronzeada, com castanho escuro, verde escuro, ou negro e uma parte inferior amarela ou branca, que varia acentuadamente na época do acasalamento.<br><br></div><div><br>O esqueleto de uma rã adulta consiste de osso e cartilagem hialina, calcificada. A cartilagem calcificado pode ser encontrada ao longo de todo o corpo da rã, principalmente na epeise dos ossos largos dos membros.<br><br><br>Reino<strong>:</strong> | Animalia<br><br>Filo: | Chordata<br><br>Classe: |Amphilia<br><br>Ordem: |Anura<br><br>Família: | Ranidae<br><br>Género: |Rana<br><br>Espécie: | <strong><em>R. catesbeiana</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-19 10:40:07 UTC</pubDate>
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         <title>Chorão-de-praia </title>
         <author>daniel17667</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2191132707</link>
         <description><![CDATA[<div>Carpobrotus edulis, conhecida pelo nome comum de chorão-das-praias, é uma espécie de planta suculenta, rastejante, nativa da região do Cabo, na África do Sul.<br>muito densas e raízes fortes, o chorão é uma importante ameaça à conservação das plantas mais raras, como as campainhas-amarelas, e endémicas, como a arméria-das-berlengas, cujo lento crescimento não lhe permite competir com o chorão.<br><br>Nome científico: Carpobrotus edulis<br><br>Classificação superior: Carpobrotus<br><br>Classificação: Espécie<br><br>Classe: Magnoliopsida<br><br>Divisão: Magnoliophyta<br><br>Espécie: C. edulis<br><br>Ordem: Caryophyllales<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-19 10:41:39 UTC</pubDate>
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         <title>Tabúa </title>
         <author>goncalo17742</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2191141634</link>
         <description><![CDATA[<div>Nome científico: Typha latifolia<br>Família:&nbsp;Typhaceae<br><br>Outros Nomes Vulgares:&nbsp;tabúa-larga, tabúa-de-espiga-negra, morrão-dos-fogueteiros, morrião-dos-fogueteiros.<br><br>Características Gerais:&nbsp;Planta herbácea&nbsp;vivaz,&nbsp;palustre, com&nbsp;rizomas&nbsp;rastejantes subaquáticos. Os caules são simples, aéreos, direitos, elevados. As folhas são lineares e planas, com 1 a 2&nbsp;cm de largura, pouco mais largas que a&nbsp;inflorescência. As flores são&nbsp;unissexuais, reunidas em 2&nbsp;espigas&nbsp;cilíndricas sobrepostas, contíguas, a inferior&nbsp;é feminina, negro-acastanhada, a superior é masculina, amarela e mais estreita.&nbsp;Perianto&nbsp;substituído por pêlos. O fruto é seco e&nbsp;monospérmico.<br><br>Floração: De Junho a Agosto.<br><br>Habitat:&nbsp;Pântanos, margem de lagoas, charcos, valas ou locais inundados.<br><br>Distribuição:&nbsp;Minho, Trás-os-Montes, Beira Litoral.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-19 10:50:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Jacinto-de-água-doce</title>
         <author>daniel17667</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2191153694</link>
         <description><![CDATA[<div>O nome científico: <em>Eichhornia crassipes<br><br></em>Alimentação: Fotossíntese<br><br>Habitat: Floresta Amazônica e em cursos de água ricos em substâncias nutritivas<br><br>Reprodução: O fruto é uma cápsula co várias sementes. Alastra-se num imenso tapete através de reprodução assexuada.<br><br>Curiosidades: As suas espigas podem chegar a 15cm de comprimento, pode cobrir uma extensão de 75km .</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-19 11:03:00 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Chorão das praias</title>
         <author>francisco17699</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2191159991</link>
         <description><![CDATA[<div>Carpobrotus edulis, conhecida pelo nome comum de chorão-das-praias, é uma espécie de planta suculenta, rastejante, nativa da região do Cabo, na África do Sul. Cultivada como planta ornamental e pelo seu fruto comestível, em regiões com clima semelhante ao da sua área de distribuição natural, como o Mediterrâneo e partes da Austrália e Califórnia, escapou ao controle humano e tornou-se uma espécie invasora. A espécie foi anteriormente classificada com pertencente ao género Mesembryanthemum e ainda é por vezes comercializada sob esse nome.<br><br>Floração: da Primavera ao Verão </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-19 11:09:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lírio-do-nilo</title>
         <author>bruna17779</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2205112369</link>
         <description><![CDATA[<div>Reino - Plantae<br>Clado - Angióspérmicas<br>Ordem - Lilialos<br>Família - Liliceae<br>Género - Agapanthus<br>Espécie - A.praecox<br>Polinizadores - Abelhas</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 22:38:28 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>bruna17779</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2205774595</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 08:47:14 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Junco / Ana Isabel</title>
         <author>ana17637</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2205774766</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Nome comum:</strong> Junco<br><strong>Nome científico:</strong> <em>Juncus</em><br><strong>Reino:</strong> <em>Platae</em><br><strong>Classe:</strong> <em>Liliopsida</em><br><strong>Subclasse:</strong> <em>Commelinidae</em><br><strong>Ordem:</strong> <em>Poales</em><br><strong>Família:</strong> <em>Juncaceae</em><br><strong>Género:</strong> <em>Juncus</em><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 08:47:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>pica-pau-verde / Daniel Cerqueira</title>
         <author>daniel176641</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2205779241</link>
         <description><![CDATA[<div>O pica-pau-verde, é uma ave da família Picidae. É o maior dos três pica-paus que ocorrem em Portugal. Caracteriza-se pela plumagem verde e amarelada, com o barrete vermelho. Distribui-se por quase toda a Europa e pela Ásia Menor. Constrói o seu ninho em cavidades de árvores.</div><div><br></div><div><a href="https://www.google.com/search?safe=active&amp;q=pica-pau-verde+nome+cient%C3%ADfico&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LUz9U3MEw2NMzQMs5OttJPyszPyU-v1M8vSk_MyyzOjU_OSSwuzkzLTE4syczPsypOzkzNKwHxFfISc1MXscoXAKV0CxJLdctSi1JSFfLyc1MVwIoOrwWqygcAcejtXmQAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwinzb7jrIn4AhVngc4BHeB-BkoQ6BMoAHoECFMQAg">Nome científico</a>: Picus viridis</div><div><a href="https://www.google.com/search?safe=active&amp;q=pica-pau-verde+estado+de+conserva%C3%A7%C3%A3o&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LUz9U3MEw2NMzQMs9OttJPyszPyU-v1M8vSk_MyyzOjU_OSSwuzkzLTE4syczPs0rOzytOLSoDcxSKSxJLSosXsaoVAKV1CxJLdctSi1JSFVKBEin5CkAWTPnh5YcX5wMA1iJ-zG8AAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwinzb7jrIn4AhVngc4BHeB-BkoQ6BMoAHoECFkQAg">Estado de Conservação</a>: Pouco preocupante (Estável) <a href="http://eol.org/">Enciclopédia da Vida</a></div><div><a href="https://www.google.com/search?safe=active&amp;q=pica-pau-verde+peso&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LUz9U3MEw2NMzQ0shOttJPyszPyU-v1M8vSk_MyyzOjU_OSSwuzkzLTE4syczPs8oF8haxChcA-boFiaW6ZalFKakKBanF-QDSZVVpTQAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwinzb7jrIn4AhVngc4BHeB-BkoQ6BMoAHoECFYQAg">Peso</a>: 180 g (Adulto) <a href="http://eol.org/traitbank">Enciclopédia da Vida</a></div><div><a href="https://www.google.com/search?safe=active&amp;q=pica-pau-verde+classifica%C3%A7%C3%A3o+superior&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LUz9U3MEw2NMzQssxOttJPyszPyU-v1M8vSk_MyyzOjU_OSSwuzkzLTE4syczPs8rITM9ILVJAFV3Eql4AZOoWJJbqlqUWpaQiyR9efnhxvkJxaUFqUWZ-EQCk5a2ycgAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwinzb7jrIn4AhVngc4BHeB-BkoQ6BMoAHoECFgQAg">Classificação superior</a>: <a href="https://www.google.com/search?safe=active&amp;q=Picus&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LUz9U3MEw2NMxQAjPTK41S0rUss5Ot9JMy83Py0yv184vSE_Myi3Pjk3MSi4sz0zKTE0sy8_OsMjLTM1KLFFBFF7GyBmQmlxbvYGXcxc7EwQAA5x9jyGMAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwinzb7jrIn4AhVngc4BHeB-BkoQmxMoAXoECFgQAw">Picus</a></div><div><a href="https://www.google.com/search?safe=active&amp;q=pica-pau-verde+classifica%C3%A7%C3%A3o&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LUz9U3MEw2NMzQ0shOttJPyszPyU-v1M8vSk_MyyzOjU_OSSwuzkzLTE4syczPsypKzMtexCpXAOTrFiSW6palFqWkKiAUHV5-eHE-ANpRRGxYAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwinzb7jrIn4AhVngc4BHeB-BkoQ6BMoAHoECFQQAg">Classificação</a>: Espécie</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 08:51:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Salgadeira/ Bruna Cação </title>
         <author>bruna17779</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nome comum: </strong>Salgadeira <br><strong>Nome científico: </strong>Atriplex halimus<br><strong>Reino:</strong> Plantae <br><strong>Ordem:</strong> Caryophyllales<br><strong>Família: </strong>chenopodiaceae<br><strong>Gênero:</strong> Atriplex<br><strong>Espécie:</strong> A.halimus<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 08:56:21 UTC</pubDate>
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         <title>Garça Real - Adriana</title>
         <author>adriana177271</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nome científico: </strong>Pilherodius pileatus<br><strong>Nome comum: </strong>Garça real<br><strong>Classe: </strong>Aves<br><strong>Espécie: </strong>P.pileatus<br><strong>Filo:</strong> Chordata<br><strong>Família: </strong>Ardeidae<br><strong>Reino: </strong>Animalia <br><strong>Ordem: </strong>Pelecaniforme<br><strong>Género: </strong>Pilherodius <br><strong>Alimentação: </strong>Alimenta-se principalmente de peixes, mas não despreza anfíbios, répteis, pequenos mamíferos, insetos ou moluscos terrestres e aquáticos.<br><strong>Habitat:&nbsp;</strong>Pode ser encontrada normalmente em extensões de água doce com pouca profundidade e também em costas marítimas.<br><strong>Características:&nbsp;</strong>Possui um comprimento de cerca de 95 cm, uma envergadura de 185 cm e peso de 1,6 a 2 kg. Pode viver cerca de 25 anos. Apresenta pernas altas, pescoço longo e bico longo e afilado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 08:58:17 UTC</pubDate>
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         <title>Pica-pau-amarelo/ Cristiano Vivas </title>
         <author>bruna17779</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nome científico :</strong> Celeus Flavus <br><strong>Reino : </strong>Animalia <br><strong>Filo : </strong>Picidae <br><strong>Classe :</strong> Aves&nbsp; <br>Não tem Subclasse <br><strong>Ordem :</strong> Piciformes<br><strong>Família : </strong>&nbsp;Picidae<br><strong>Gênero :</strong> Celeus<br><strong>Espécie : </strong>C. flavus<br><strong>Habitat :</strong> Habita em florestas ralas, plantações de cacau, florestas de várzea, capoeiras e florestas em áreas pantanosas.</div>]]></description>
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         <title>Trabalho individual-João Pimentel N°13 8°B</title>
         <author>joao17677</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Trabalho Individual-Bruna Santos 8B</title>
         <author>bruna17631</author>
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         <pubDate>2022-05-31 18:48:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>leticia17771</author>
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         <pubDate>2022-06-01 08:33:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>bruna17779</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2207220761</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 08:33:19 UTC</pubDate>
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         <title>Tenca características e introdução dela no lago</title>
         <author>cristiano17701</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nome Comum:Tenca<br><br><strong>Nome Científico:</strong>Tinca Tinca<br><br><strong>Reino: </strong>Animalia&nbsp;<br><br><strong>Filo: </strong>Chordata<br><br><strong>Classe: </strong>Actinopterygii<br><br><strong>Subclasse:</strong>Tincinae&nbsp;<br><br><strong>Ordem: </strong>Cypriniformes&nbsp;<br><br><strong>Família:</strong> Cyprinidae<br><br><strong>Género:</strong>Tinca<br><br><strong>Espécie:</strong>T.Tinca<br><br><strong>Habitat:</strong>Fundo de águas pouco movimentadas de preferência charcos e albufeiras&nbsp;<br><br><strong>Peso:</strong>3,5 á 4kg<br>&nbsp;<br><strong>Observação:</strong>A Tenca tem uma alimentação omnivora que se alimenta sobretudo de isentos aquaticos,moluscos bilvalves e gastrópodes.Consegue chegar aos 20 anos de idade e chegar aos 25 á 30 cm<br><br><strong>Introdução dela no lago:</strong>Se a intreduzimos ela no lago provavelmente duraria menos de 6 anos por culpa da sua alimentação e o habitat que costuma habitar<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 08:43:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rosa17776</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title></title>
         <author>lucas17428</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2207234941</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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      <item>
         <title>Tartaruga-de-orelha-vermelha</title>
         <author>leticia17771</author>
         <link>https://padlet.com/lgbtqformacaoa22/Bookmarks/wish/2211936565</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;                  <strong>Tartaruga-de-orelha-vermelha<br>Nome comum: </strong>tartaruga de orelha vermelha <strong><br>Nome científico:</strong>Trachemys scripta elegans<br><strong>Classe:</strong> Reptilia<br><strong>Espécie:</strong> T. scripta<br><strong>Filo:</strong> Chordata<br><strong>Ordem:</strong> Testudinata<br><strong>Reino: </strong>Animalia<br><strong>Alimentação: </strong>algas e pequenos animais em cativeiro podem oferecer como alternativa: caracóis, insetos, girinos e carne de peixe<br><strong>Habitat:</strong></div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-06 07:59:32 UTC</pubDate>
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