<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>MURAL LITERÁRIO 2024 -           E.E Ângelo Mendes de Almeida, PEI. by DANIELA MOTTA DE LIMA SANTOS</title>
      <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb</link>
      <description>Professora Daniela Motta  (Língua Portuguesa)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-07-01 03:02:27 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-11-15 02:48:19 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>PESQUISE DE FORMA INDIVIDUAL UMA ESCRITORA AFRICANA OU AFRO-BRASILEIRA OU INDÍGENA E FAÇA UMA REFLEXÃO POR ESCRITO OU AUDIOVISUAL  UTILIZANDO FOTOS, IMAGENS ETC.</title>
         <author>danielamotta</author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3212041287</link>
         <description><![CDATA[<p>VALOR DA ATIVIDADE 1,0 NA MÉDIA DE LÍNGUA PORTUGUESA.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/579413470/24dd29f38261990f7690c15fb5d98efc/image.png" />
         <pubDate>2024-11-12 01:00:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3212041287</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>danielamotta</author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3212055076</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/579413470/4573803e771a496bf8a3d06f0ee6bc6d/image.png" />
         <pubDate>2024-11-12 01:07:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3212055076</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>danielamotta</author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3212062787</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/579413470/d2cee50ab4538738b5d1e38c01297591/831628.pdf" />
         <pubDate>2024-11-12 01:11:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3212062787</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Paulina Chiziane</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213118834</link>
         <description><![CDATA[<p>Paulina Chiziane é uma escritora moçambicana poderosa e pioneira, a primeira mulher a publicar um romance em Moçambique. Ela aborda temas polêmicos como poligamia e o papel da mulher em uma sociedade machista, com uma escrita que mistura lendas, tradições e poesia. Em obras como <em>Niketche</em>, Paulina dá voz às mulheres moçambicanas e faz a gente refletir sobre liberdade, resistência e o que significa ser mulher em um mundo cheio de desafios. Paulina faz mergulhar na cultura de Moçambique e sentir a força de suas personagens.</p><p><br/></p><p>Yasmin N.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-11-12 13:09:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213118834</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;Palavras que brotam da alma negra,De Esmeralda, Carolina, Conceição e mais,Vozes que ecoam, resistem e transformam,Na literatura afro-brasileira, orgulho e raiz.&quot;</title>
         <author>ashelleyvictoria2006</author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213120255</link>
         <description><![CDATA[<p>Ashelley Victoria </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-11-12 13:10:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213120255</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Esmeralda Ribeiro </title>
         <author>ashelleyvictoria2006</author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213126202</link>
         <description><![CDATA[<p>Esmeralda Ribeiro é uma escritora, jornalista e ativista afro-brasileira. Aqui estão algumas informações sobre ela:</p><p><br/></p><p>*Biografia*</p><p><br/></p><p>Esmeralda Ribeiro nasceu em 1958, em Belo Horizonte, Minas Gerais. É formada em Jornalismo e possui mestrado em Literatura Comparada. Ativista do movimento negro brasileiro, lutou contra o racismo e pela igualdade racial.</p><p><br/></p><p>*Obras*</p><p><br/></p><p>1. *"Malungos e Milongas"* (1998): romance que explora a história e a cultura afro-brasileira.</p><p>2. *"Escravidão e Cidadania"* (2008): ensaio sobre a luta pela cidadania negra no Brasil.</p><p>3. *"O que é racismo?"* (2013): livro infantil que aborda o tema do racismo de forma acessível.</p><p>4. *"Sobreviver à Paixão"* (2014): romance que explora temas como amor, família e identidade.</p><p><br/></p><p>*Prêmios e Reconhecimentos*</p><p><br/></p><p>1. Prêmio Jabuti (2009) por "Escravidão e Cidadania".</p><p>2. Prêmio da Associação Brasileira de Escritores Negro (ABEN) (2014).</p><p><br/></p><p>*Ativismo*</p><p><br/></p><p>Esmeralda Ribeiro é uma das fundadoras da ONG Ação Educativa e da Associação Brasileira de Escritores Negro (ABEN). Luta pela inclusão racial e pela valorização da cultura afro-brasileira.</p><p><br/></p><p>*Mídias Recomendadas*</p><p><br/></p><p>1. Entrevista à BBC Brasil: "Esmeralda Ribeiro: 'Racismo é uma questão de vida ou morte'".</p><p>2. Reportagem no jornal O Globo: "Esmeralda Ribeiro: A escritora que dá voz à experiência negra".</p><p>3. Vídeo na plataforma YouTube: "Esmeralda Ribeiro fala sobre racismo e literatura".</p><p><br/></p><p>Ashelley Victoria </p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3024254952/ca4827054e3ba9766749b24aaf071d56/1000052139.jpg" />
         <pubDate>2024-11-12 13:14:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213126202</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Biografia </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213147556</link>
         <description><![CDATA[<p>Buchi Emecheta (1944-2017) foi uma escritora nigeriana-britânica, conhecida por suas obras que exploram questões de gênero, raça, identidade e cultura</p><p><em>          Infância e Educação</em></p><p>  Buchi Emecheta nasceu em 25 de julho de 1944, em Lagos, Nigéria. Filha de pais igbos, ela cresceu em um ambiente cultural rico e diverso. Aos 11 anos, mudou-se para o Reino Unido para se juntar ao marido, Sylvester Onwordi, com quem se casou aos 16 anos.</p><p>  Emecheta começou a escrever como forma de lidar com o isolamento e a solidão em seu casamento. Seu primeiro romance, "In the Ditch" (1972), foi publicado enquanto ela estudava sociologia na Universidade de Londres. O livro conta a história de uma mulher nigeriana que luta para sobreviver em um ambiente hostil.</p><p><em>          Obras Principais</em></p><p>Algumas das obras mais conhecidas de Emecheta incluem:</p><p>1. "A Cidade do Poder" (1977) - explora a vida de uma mulher nigeriana em Londres.</p><p>2. "A Noiva da Cidade" (1980) - uma crítica ao sistema de casamento forçado.</p><p>3. "O Segredo de Aba" (1983) - uma história de resistência feminina durante a Guerra de Biafra.</p><p>4. "A Mulher que Venceu" (1988) - uma biografia semi-autobiográfica.</p><p><em>         Prêmios e Reconhecimento</em></p><p>1. Prêmio Jock Campbell da New Statesman (1978)</p><p>2. Prêmio Literário da Associação de Escritores da África (1980)</p><p>3. Ordem do Império Britânico (2005)</p><p><em>                Legado</em></p><p>Buchi Emecheta foi uma das primeiras escritoras africanas a ganhar reconhecimento internacional. Suas obras desafiaram estereótipos e abordaram questões importantes sobre gênero, raça e identidade. Ela inspirou gerações de escritoras africanas e continua a ser lida e estudada em todo o mundo.</p><p><br/></p><p><em>Maria Gabriela S.</em></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-11-12 13:25:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213147556</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213191921</link>
         <description><![CDATA[<p>Vitor Caserta -3ºB</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3024199060/bfb393520c924c2a731d41b902371280/Paulina_Chiziane_Uma_Voz_Poderosa_da_Literatura_Mocambicana_1___2_.pdf" />
         <pubDate>2024-11-12 13:49:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213191921</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Elaine Potiguara </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213199180</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3024543086/6a2f1b7561136e927cc1ca364b486e1c/1_Sem_T_tulo_20241112105056.png" />
         <pubDate>2024-11-12 13:52:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213199180</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213207165</link>
         <description><![CDATA[<p>Thiago-3ºB</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3024199060/07b907d932a970f62ad22c3d11b3b216/Esmeralda_Ribeiro_Uma_Voz_Forte_da_Literatura_Afro_Brasileira.pdf" />
         <pubDate>2024-11-12 13:57:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213207165</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213217392</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3024581625/4a86dea4c8b36eb779eb9d69fb53382b/White_Colorful_Illustrative_Mind_Map_Brainstorm.png" />
         <pubDate>2024-11-12 14:02:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213217392</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Biografia </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213220987</link>
         <description><![CDATA[<p>Ana Maria Gonçalves nasceu em Ibiá, no estado de Minas Gerais, em 1970. Começou a escrever contos e poemas desde a adolescência, sem chegar a publicar. A paixão pela leitura nasceu durante a infância, e desde criança lia jornais, revistas e livros.</p><p><br/></p><p>Obra mais formosa</p><p>Ana Maria Gonçalves é uma escritora brasileira, famosa por sua obra "Um defeito de cor", que explora a história da escravidão e seu impacto sobre os descendentes africanos no Brasil. Sua narrativa dá voz a personagens marginalizados, especialmente mulheres afrodescendentes, e utiliza elementos históricos para criticar injustiças sociais. Gonçalves convida a reflexão sobre indentidade e a luta por uma sociedade mais justa, destacando a importância da literatura como agente de transformação</p><p><br/></p><p>Danillo da Silva Sobreira </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-11-12 14:04:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213220987</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Carolina Maria de Jesus</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213245748</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3024681256/cd6b6b0344d71998d71797cb0d7f3601/Brainstorm_Mapa_Mental_Corporativo_Colorido_20241112_111517_0000.png" />
         <pubDate>2024-11-12 14:17:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213245748</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Maria da Conceição Evaristo de Brito</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213324770</link>
         <description><![CDATA[<p>  <strong><sub>  </sub><em><sub>Maria da Conceição Evaristo de Brito é uma linguista e escritora afro-brasileira. Agora aposentada, teve uma prolífica carreira como pesquisadora-docente universitária. É uma das mais influentes literatas do movimento pós-modernista no Brasil, escrevendo nos gêneros da poesia, romance, conto e ensaio. Nascida em 1946 em Belo Horizonte, Minas Gerais. É conhecida por sua obra marcada pela valorização da cultura afro-brasileira, abordando temas como racismo, desigualdade social, e a vivência das mulheres negras no Brasil.</sub></em></strong></p><p> <sub> </sub><strong><em><sub> Evaristo cresceu em uma família humilde e enfrentou muitos desafios para acessar a educação formal. Mudou-se para o Rio de Janeiro, onde conciliou o trabalho como empregada doméstica com os estudos. Formou-se em Letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e, mais tarde, concluiu o mestrado em Literatura Brasileira pela PUC-Rio.</sub></em></strong></p><p><strong>   <sub> </sub><em><sub>A sua obra inclui romances, contos e poesias, com destaque para o livro Ponciá Vicêncio (2003) e para a coletânea de contos Olhos d’água (2014), aclamada pela crítica e vencedora de prêmios. Conceição Evaristo criou o conceito de escrevivência, uma forma de escrita que reflete e valoriza a experiência de vida da mulher negra, como resistência e meio de preservação cultural.</sub></em></strong></p><p><br/></p><p><em><sup>Giovanna yumi.</sup></em></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3024798544/b3cb3d90a5396fc842655148fbecc995/A_Cor_dos_Olhos_da_Minha_M_e__Concei__o_Evaristo.jfif" />
         <pubDate>2024-11-12 14:55:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213324770</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Chimamanda Ngozi Adichie: A escritora nigeriana que questiona a influência de &quot;uma história única&quot; na auto percepção do povo africano.      </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213343818</link>
         <description><![CDATA[<p>     Chimamanda Ngozi Adichie nasceu em 15 de setembro de 1977, em Enugu, na Nigéria. Em uma palestra realizada em 2013, no TED (espaço onde ocorrem conferências na Europa, na Ásia e nas Américas pela fundação Sapling, dos Estados Unidos, sem fins lucrativos, destinadas à disseminação de ideias), a escritora se auto domina como uma Contadora de histórias. Sua apresentação com esse título não se dá apenas pelo fato de escrever livros, mas sim da reflexão resultante de sua história com a literatura: "O perigo de uma história única.", temática bordada em sua palestra.</p><p>     Ngozi inicia seu discurso contando brevemente o início de sua paixão pela leitura, essa que começa de maneira precoce aos quatro anos de idade, aproximadamente. Adichie conta que cresceu em um campus universitário no leste de seu país, e devido a influência britânica na faculdade, os primeiros livros que lia continham personagens e narrativas voltados para a cultura inglesa, essa bastante diferente dos hábitos nigerianos. Logo depois, aos sete anos de idade, Chimamanda começou a escrever suas primeiras histórias com giz de cera, como ela mesma lembra, e suas narrativas eram reflexos dos livros que lia, com personagens e ambientes que destoam-se da realidade na Nigéria. A escritora desliga-se de suas memórias de infância e acrescenta que crianças são vulneráveis àquilo que vêem.</p><p>       Através de sua constatação, Chimamanda reflete sobre o pagamento de identidade que resulta da escassez de histórias que representam a cultura não só nigeriana, mas africana de maneira geral, para as crianças e adultos negros, que não reconhecem a própria ancestralidade e passam até a acreditar que a maneira que vivem é errada e não deve ser representada de forma artística. </p><p>     O pensamento levantado por Ngozi é muito relevante para se discutir, principalmente no cenário que as pessoas afro descendentes do Brasil estão inseridas, devido a esse apagamento e má representação midiática que ocorre no país como resultado da história única narrada pelos colonizadores e repercutida até hoje. Por isso, fica a recomendação dos livros de Chimamanda, como o próprio O Perigo de Uma História Única, Hibisco Roxo, No Seu Pescoço e outros, encontrados em PDF traduzidos. Vale lembrar que essa discussão também é levantada por outras escritoras no Brasil, como Djamila Ribeiro, Conceição Evaristo e outras, e por isso, incluir a literatura afro-brasileira no dia a dia é relembrar-se da história do povo brasileiro.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Jaqueline Johsson S. De Oliveira 3°A</p><p>    </p><p>      </p>]]></description>
         <enclosure url="https://live.staticflickr.com/4233/34457899503_7dd545c086_b.jpg" />
         <pubDate>2024-11-12 15:04:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213343818</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213382658</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3024740250/7856d2be39bed657d316f392576e31c1/Concei__o_Evaristo.png" />
         <pubDate>2024-11-12 15:23:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213382658</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Paulina Chiziane </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213398747</link>
         <description><![CDATA[<p>Bibliografia:</p><p>Paulina Chiziane é uma das escritoras mais proeminentes de Moçambique, conhecida por suas obras que exploram temas relacionados à cultura, à sociedade e à identidade moçambicana, além de questões de gênero. Ela nasceu em 4 de junho de 1955, na província de Gaza, no sul de Moçambique, e foi a primeira mulher moçambicana a publicar um romance, "Balada de Amor ao Vento", em 1990.</p><p><br/></p><p>obras:</p><p><br/></p><p>1. Balada de Amor ao Vento (1990): Narra a luta de uma mulher moçambicana contra a opressão em uma sociedade patriarcal.</p><p>2. Ventos do Apocalipse (1993): Retrata os impactos da guerra civil moçambicana na vida dos habitantes de uma aldeia.</p><p>3. O Sétimo Juramento (2000): Explora a feitiçaria e suas consequências éticas e sociais na busca por poder.</p><p>4. Niketche: Uma História de Poligamia (2002): Aborda a poligamia com humor e crítica, enquanto a protagonista lida com as várias esposas do marido.</p><p>Essas obras tratam de temas como opressão feminina, espiritualidade, guerra e cultura moçambicana.</p><p> </p><p>Prêmios:</p><ul><li><p>2003 - Prémio&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Craveirinha">José Craveirinha</a>&nbsp;de 2003, pela obra&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Niketche:_Uma_Hist%C3%B3ria_de_Poligamia"><em>Niketche: Uma História de Poligamia</em></a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Paulina_Chiziane#cite_note-8"><sup>[8]</sup></a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Paulina_Chiziane#cite_note-:1-9"><sup>[9]</sup></a></p></li><li><p>2010 - A Casa de Moçambique em Portugal homenageou-a em 2010, em Maputo.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Paulina_Chiziane#cite_note-10"><sup>[10]</sup></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/2013">2013</a>&nbsp;- o então Presidente da República Portuguesa,&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/An%C3%ADbal_Cavaco_Silva">Aníbal Cavaco Silva</a>, condecorou-a com o grau de Grande Oficial da&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ordem_do_Infante_D._Henrique">Ordem Infante D. Henrique</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Paulina_Chiziane#cite_note-:1-9"><sup>[9]</sup></a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Paulina_Chiziane#cite_note-11"><sup>[11]</sup></a></p></li><li><p>2021 - Ganhou o&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9mio_Cam%C3%B5es">Prémio Camões</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Paulina_Chiziane#cite_note-:0-6"><sup>[6]</sup></a></p></li><li><p>2021 - é lançado o documentário&nbsp;<em>Paulina Chiziane: do mar que nos separa à ponte que nos liga,</em>&nbsp;sobre a sua vida e obra.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Paulina_Chiziane#cite_note-12"><sup>[12]</sup></a></p></li><li><p>2023 -&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" class="extiw" href="https://en.wikipedia.org/wiki/pt:100_Mulheres_(BBC)">100 mulheres</a>&nbsp;mais inspiradoras do mundo pela BBC.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Paulina_Chiziane#cite_note-13"><sup>[13]</sup></a></p></li></ul><p><br/></p><p>Mariana de Sá Batista.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://live.staticflickr.com/2924/14547817249_01cedaf35d_b.jpg" />
         <pubDate>2024-11-12 15:31:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213398747</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213399575</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3025087915/a3b8700e09199ce59c050b3fef402891/black_vintage_newspaper_birthday_party_poster_20241112_122601_0000.png" />
         <pubDate>2024-11-12 15:31:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213399575</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Djamila Ribeiro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213428162</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Filósofa, ativista e acadêmica, Djamila é uma das principais referências do feminismo negro brasileiro.&nbsp;Seus livros abordam a importância de trazer questões raciais e de gênero para a agenda nacional de luta pelos direitos humanos.&nbsp;Pequeno Manual Antirracista foi um dos livros mais vendidos da Amazon em 2020 e ganhou o Prêmio Jabuti.&nbsp;</p><p>Suas obras são: </p><p>        Pequeno manual antirracista. ...</p><ul><li><p>Quem tem medo do feminismo negro? ...</p></li><li><p>Preconceito: uma história. ...</p></li><li><p>Box Maya Angelou: "Não trocaria minha jornada por nada", "Até as estrelas parecem solitárias" e "Carta a minha filha" ...</p></li><li><p>Cartas para minha avó ...</p></li><li><p>Por que amamos: O que os mitos e a filosofia têm a dizer sobre o amor. ...</p><p>Júlia Araújo de Andrade 3B</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/d9/Djamila_Ribeiro%2C_TEDxSaoPaulo%2C_29_Nov_2016%2C_02.jpg" />
         <pubDate>2024-11-12 15:47:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213428162</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Djamila Ribeiro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213429946</link>
         <description><![CDATA[<p>Vitória Januario Lopes </p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3025043840/3079f155e6dc49ffca2ed255eb9e3ec6/Djamila_Ribeiro_20241112_124554_0000.png" />
         <pubDate>2024-11-12 15:47:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213429946</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Escritora Eliane Potiguara.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213455751</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3025256241/a1a5d619211f8b59ec8c3f1202c33600/black_vintage_newspaper_birthday_party_poster_20241112_130053_0000.png" />
         <pubDate>2024-11-12 16:02:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213455751</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213515078</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3025434166/c182aeb5b9994edf3df1899fe5e59f9a/7faeedf8_5bfa_4fe1_9e9a_197c8f5ee8ee.jpeg" />
         <pubDate>2024-11-12 16:36:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213515078</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Zélia Amador de Deus</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213518870</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3025444080/161cc3507fa5e89e57910dd8ef0351ca/Gabriel_Pires_3B___Z_lia_Amador_de_Deus_.pptx" />
         <pubDate>2024-11-12 16:38:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213518870</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Auritha Tabajara</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213533891</link>
         <description><![CDATA[<p>Auritha Tabajara é uma escritora, roteirista e contadora de histórias do povo indígena Tabajara, do Ceará. Ela se destaca na literatura indígena contemporânea ao retratar, em suas obras, as vivências, tradições e desafios dos povos originários. Com atuação em literatura infantojuvenil, poesia e crônicas, Auritha busca valorizar a cultura indígena, explorando temas como ancestralidade e identidade. Além de escrever, ela realiza palestras e contação de histórias, promovendo a preservação e a valorização das tradições de seu povo e combatendo estereótipos sobre os indígenas no Brasil.</p><p>Thaís, 3B</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3025262991/66e86d2ca4ff28daa11f84af1820d0e0/IMG_5812.jpeg" />
         <pubDate>2024-11-12 16:44:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213533891</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Maria Firmina dos Reis</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213560648</link>
         <description><![CDATA[<p>Maria Firmina dos Reis (1825-1917) foi a primeira romancista brasileira e uma figura pioneira no combate à escravidão. Seu romance <em>Úrsula</em>, publicado em 1859, é um marco da literatura abolicionista, retratando a escravidão e a luta pela liberdade de uma forma humanizada, especialmente através da perspectiva de personagens negros. A obra foi uma das primeiras a dar voz aos personagens negros, desafiando o estereótipo da época e mostrando suas emoções e conflitos internos. Além de escritora, Maria Firmina foi uma educadora apaixonada, fundando a primeira escola mista e gratuita no Maranhão, promovendo a igualdade de gênero e racial em um contexto de forte desigualdade social. Sua obra, muitas vezes negligenciada ao longo da história, foi redescoberta por estudiosos contemporâneos, que destacam seu papel fundamental na literatura e no movimento abolicionista. Hoje, é considerada uma das precursoras da literatura de resistência no Brasil.</p><p><strong>Obras:</strong></p><ol><li><p><strong>Úrsula (1859)</strong> – Considerado o primeiro romance abolicionista do Brasil, <em>Úrsula</em> narra a história de uma jovem e a luta contra a escravidão no contexto social e familiar do Maranhão. A obra aborda temas como a liberdade, a opressão e a importância da educação, refletindo os ideais de Firmina de justiça social.</p></li><li><p><strong>A Escrava</strong> – Um conto que também reflete a postura abolicionista de Firmina, abordando as dificuldades de uma mulher escravizada e sua luta pela liberdade. O conto é uma poderosa crítica à desigualdade racial e social da época.</p></li><li><p><strong>Poemas (1881)</strong> – Maria Firmina também foi poetisa, e nesta coletânea, apresenta suas reflexões sobre temas como a liberdade, a natureza e a condição das mulheres na sociedade. Sua poesia é marcada pela sensibilidade e pela crítica social, com uma forte ênfase no papel da mulher na sociedade brasileira.</p></li><li><p><strong>Cânticos do Calvário</strong> – Uma obra em prosa poética, marcada pela crítica social e religiosa, que trata das dificuldades de uma mulher negra na sociedade brasileira do século XIX. A obra questiona os valores da religião e da moralidade da época, ao mesmo tempo em que denuncia as dificuldades enfrentadas pelas mulheres negras no Brasil.</p><p><br/></p><p>Fernando Rey Rey</p></li></ol>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3025495747/a8d4a1521f8404161d9a5ac0c936540f/imagem_2024_11_12_135459153.png" />
         <pubDate>2024-11-12 16:59:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213560648</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Conceição Evaristo: Escritora e poeta brasileira.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213679047</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><blockquote><p>“Eles combinaram de nos matar, mas nós combinamos de não morrer.”</p></blockquote><p><br/></p><p>Conceição Evaristo é uma renomada escritora e poeta brasileira, nascida em 1946, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Crescendo em uma família humilde, enfrentou grandes desafios socioeconômicos e raciais desde a infância. Contudo, sua paixão pela leitura e escrita surgiu desde cedo, motivada pelas histórias contadas por sua mãe e avó. Mudou-se para o Rio de Janeiro na década de 1970, onde conciliou os estudos com o trabalho como empregada doméstica. Graduou-se em Letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e, posteriormente, concluiu seu mestrado e doutorado, focando na literatura afro-brasileira e na condição das mulheres negras.</p><p><br/></p><p>A literatura de Conceição Evaristo destaca a resistência, a ancestralidade e as lutas da população negra, sobretudo das mulheres. Entre suas obras mais conhecidas estão o romance <strong>Ponciá Vicêncio</strong> e a coletânea de contos <strong>Olhos d’Água</strong>, nos quais explora temas como racismo, desigualdade e resiliência. Conceição cunhou o termo "escrevivência" para definir sua escrita, que une experiência pessoal e ancestralidade, dando voz a histórias que muitas vezes permanecem silenciadas. </p><p><br/></p><p><strong>Reflexão sobre a Obra de Conceição Evaristo</strong></p><p><br/></p><p>A obra de Conceição Evaristo é uma celebração da resistência e uma ferramenta poderosa de denúncia social. A "escrevivência" não apenas conta histórias, mas também ilumina a luta de pessoas marginalizadas pela sociedade brasileira. Ao explorar o cotidiano, as dores e a resiliência das mulheres negras, Conceição revela as nuances de uma experiência profundamente marcada pela opressão e, ao mesmo tempo, pela força. Sua escrita nos lembra que a literatura é um meio de empoderamento e transformação, capaz de dar voz àqueles que foram historicamente silenciados. Além disso, a obra de Evaristo ressignifica a identidade negra e feminina no Brasil, inspirando gerações a valorizar sua herança cultural e a lutar por igualdade. É uma reflexão sobre empatia e compreensão das realidades distintas e, ao mesmo tempo, um convite à construção de uma sociedade mais justa e inclusiva.</p><p><br/></p><p>Mariana Barbosa</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3025884577/5be8af82ef8e6487fc17af4f41032109/1223dc2fb3eb8185bbf31daf8461f43e.jpg" />
         <pubDate>2024-11-12 18:15:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213679047</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Joao Renato</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213718196</link>
         <description><![CDATA[<p>Miriam Tlali</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3021939714/38ceed6b530c429e08db0b5b68fc0765/Miriam_Tlali_Pioneira_da_Literatura_e_Resistencia_Cultural_no_Apartheid.pptx" />
         <pubDate>2024-11-12 18:42:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213718196</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Maria Beatriz Nascimento!</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213721275</link>
         <description><![CDATA[<p>Maria Beatriz Nascimento, também conhecida como Betinha, foi uma escritora, poetisa e ativista negra brasileira, nascida em 1944 no Rio de Janeiro. Ela foi uma das principais figuras do Movimento Negro Brasileiro e uma das fundadoras do grupo de mulheres negras "Nzinga - Coletivo de Mulheres Negras".</p><p><br/></p><p>Algumas de suas obras mais conhecidas incluem:</p><p><br/></p><p>- "Negra, Mulher e Poeta" (1983) - um livro de poesias que explora a experiência negra brasileira e a condição da mulher negra.</p><p>- "Dias de Caim" (1992) - um romance que aborda temas como racismo, violência e resistência.</p><p>- "Onde Está a Sua Revolução?" (2005) - um livro de ensaios que reflexiona sobre a luta contra o racismo e a exclusão social no Brasil.</p><p><br/></p><p>Maria Beatriz Nascimento foi uma das primeiras autoras negras brasileiras a ganhar reconhecimento nacional e internacional. Sua obra é um testemunho poderoso da luta contra o racismo e a exclusão social no Brasil.</p><p><br/></p><p>Algumas reflexões sobre a obra de Maria Beatriz Nascimento:</p><p><br/></p><p>- A importância da representatividade: A obra de Betinha mostra a importância de ter autoras e autores negros brasileiros contando suas histórias e compartilhando suas experiências.</p><p>- A luta contra o racismo: A autora aborda o racismo de forma explícita em sua obra, mostrando como ele afeta a vida das pessoas negras no Brasil.</p><p>- A força da mulher negra: Betinha é um exemplo de força e resiliência, mostrando como as mulheres negras podem superar obstáculos e alcançar seus objetivos.</p><p><br/></p><p>Se você não leu a obra de Maria Beatriz Nascimento ainda, é hora de incluir na sua lista de leitura!</p><p><br/></p><p>Nome:Natanaele Dos Santos Sousa</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3026005212/7cb16f95bf60789dc4f0273996cc5935/IMG_2532.jpeg" />
         <pubDate>2024-11-12 18:44:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213721275</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mel Duarte (Milena 3A)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213933037</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma escritora afro-brasileira contemporânea que tem se destacado é <strong>Mel Duarte</strong>. Nascida em 1988, ela é poeta e ativista conhecida por seu trabalho em performances de slam e por abordar temas como racismo, feminismo e a experiência da mulher negra no Brasil. Duarte ganhou visibilidade ao participar do Slam das Minas em São Paulo e no Rio Poetry Slam, competição internacional em 2016. Entre suas obras mais conhecidas está *Negra Nua Crua*, que explora a resistência e o empoderamento feminino negro por meio da poesia. Sua escrita é marcada pela busca de autoafirmação e representatividade, muitas vezes misturando poesia e ativismo em suas apresentações ao vivo.</p><p><br/></p><p>Além de Duarte, outras vozes recentes na literatura afro-brasileira incluem Djamila Ribeiro, que explora questões sociais e de identidade racial em livros como *Quem Tem Medo do Feminismo Negro?*, e Ryane Leão, autora do livro *Tudo Nela Brilha e Queima*, que também usa a poesia como veículo de resistência. Essas escritoras, ao lado de Mel Duarte, trazem novas perspectivas à literatura nacional, ressaltando experiências e questões que desafiam estereótipos e promovem o diálogo sobre igualdade.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3026629602/461b013675be7c0a335724522be1250a/images__2_.jpeg" />
         <pubDate>2024-11-12 21:37:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213933037</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Viviane 3B</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213943539</link>
         <description><![CDATA[<p>Cristiane Sobral é uma escritora, atriz e dramaturga nascida em 1974 no Rio de Janeiro. Primeira atriz negra formada em Interpretação Teatral pela Universidade de Brasília, tem se destacado por suas obras que abordam questões de gênero, etnicidade e racismo. Publicou livros como <em>Não vou mais lavar os pratos</em> (2010) e <em>Espelhos, miradouros, dialéticas da percepção</em> (2014). Também atuou e dirigiu peças premiadas, além de contribuir para antologias literárias e projetos culturais. Desde 1998, é assessora de Cultura na Embaixada de Angola.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3026694492/e6979030acb06037bc077ea1891672b8/IMG_3119.jpeg" />
         <pubDate>2024-11-12 21:48:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213943539</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Djamilia Pereira de Almeida: Literatura como ato de resistência.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213953460</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><p>“É preciso ter a coragem de não temer ser compreendido” - Djamilia Pereira</p></blockquote><p><br/></p><p>Djamilia Pereira de Almeida é uma escritora africana, nascida em Angola e criada em Portugal, que traz em sua literatura a força da diáspora africana e a delicadeza da introspecção. Suas obras exploram, com sensibilidade e potência, temas como identidade, memória, raça, e as complexas relações entre Portugal e África. Através de uma escrita intimista, ela convida os leitores a refletirem sobre questões profundas da existência, da solidão, do amor e das marcas da colonização que ainda reverberam na vida dos negros africanos e afrodescendentes.</p><p>Em seu livro <em>Esse Cabelo</em>, Djamilia mistura autobiografia e ficção para contar a história de uma mulher negra que tenta se encontrar entre duas culturas e que vive a contradição de ter suas raízes apagadas enquanto luta para preservá-las. O cabelo da protagonista torna-se um símbolo de sua identidade e resistência, refletindo as pressões sociais que ela enfrenta para se adaptar aos padrões europeus. A obra é um grito de liberdade, um manifesto contra o racismo estrutural e uma homenagem à ancestralidade. A narrativa toca nas dores e nas lutas, mas também na beleza de se reencontrar e aceitar.</p><p>Outra obra impactante é <em>Luanda, Lisboa, Paraíso</em>, em que Djamilia reflete sobre o conceito de “pertencer”. Através de uma narrativa fragmentada, ela aborda a experiência da imigração e o sentimento de estar entre mundos, sem pertencer totalmente a nenhum. Esse sentimento de deslocamento é descrito de forma poética, retratando a busca constante por uma identidade que se encontra despedaçada entre as heranças africanas e as imposições ocidentais.</p><p>Djamilia Pereira escreve com uma prosa que é, ao mesmo tempo, delicada e incisiva. Suas palavras desafiam o leitor a encarar verdades sobre o racismo e a exclusão, mas também sobre a riqueza de uma identidade múltipla. Ela transforma suas próprias dores em poesia, oferecendo ao leitor um espelho da experiência afro diaspórica, com suas feridas e cicatrizes, mas também com sua beleza e resiliência.</p><p>Sua literatura não é apenas uma forma de expressão, mas um ato de resistência. Djamilia desafia o silêncio imposto às vozes negras femininas, reivindicando o espaço que sempre lhes foi negado. Ela escreve para que o mundo veja, para que o mundo escute, e para que o mundo reconheça os sonhos, as lutas e as conquistas das mulheres negras africanas.</p><p>Assim, Djamilia Pereira de Almeida nos lembra que a escrita pode ser uma arma poderosa, um caminho para o entendimento e uma jornada de autoconhecimento. Ela nos ensina que, para escrever, é preciso coragem, e que essa coragem é ainda maior quando se carrega em cada palavra a história de um povo.</p><p><br/></p><p><em>- Sabrina Neves de Aguiar</em></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3026658001/8fa0a5aff86ce3dd24e98b1518b264dd/IMG_4226.jpeg" />
         <pubDate>2024-11-12 22:00:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213953460</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213997107</link>
         <description><![CDATA[<p>Auritha Tabajara, líder indígena brasileira, é uma figura fundamental na luta pelos direitos dos povos originários, deixando marcas significativas na literatura brasileira. Sua trajetória inspiradora desafia narrativas hegemônicas e abre espaços para vozes silenciadas, representando resistência, diversidade, identidade, interculturalidade e empoderamento.</p><p><br></p><p>Auritha enfrentou desafios, desmontando estereótipos e preconceitos contra os povos indígenas, e sua presença na literatura brasileira inclui perspectivas indígenas, enriquecendo o cânone nacional. Sua luta reivindica a cultura e história de seu povo, fortalecendo a autoestima indígena e promovendo diálogo entre culturas, desafiando barreiras.</p><p><br></p><p>Auritha inspira novas gerações a assumir liderança e lutar por direitos, tornando-se uma fonte de inspiração para escritores, poetas e pensadores. Sua história se torna literatura viva, estimulando reflexão e ação, e lembrando-nos da importância da inclusão, diversidade e resistência.</p><p><br></p><p>Auritha Tabajara é um ícone da literatura brasileira, quebrando silêncios e abrindo caminhos para novas narrativas, e sua legado continua a inspirar a luta pela justiça social e igualdade. Sua presença na literatura é um testemunho da força e resiliência dos povos indígenas, e um lembrete da necessidade de reconhecer e valorizar a riqueza cultural brasileira.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3026898788/9a9584ac5d162f38964ff45fb87c1575/Grey_Modern_Minimalist_Fashion_Magazine_20241112_195423_0000.png" />
         <pubDate>2024-11-12 22:57:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3213997107</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3214002776</link>
         <description><![CDATA[<p> </p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-11-12 23:05:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3214002776</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Conceição Evaristo </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3214005598</link>
         <description><![CDATA[<p>Escolhi <strong>Conceição Evaristo</strong>, uma escritora afro-brasileira conhecida por sua literatura que destaca as realidades das mulheres negras no Brasil. Ela utiliza sua escrita como uma forma de resistência, abordando temas como identidade, racismo e a luta por igualdade.</p><p><br/></p><p><strong>Biografia e Obras</strong>  </p><p>Conceição Evaristo nasceu em Belo Horizonte em 1946 e teve uma infância humilde. Fez carreira na educação e, posteriormente, na literatura, sempre destacando a experiência de mulheres negras. Entre suas principais obras estão <em>Ponciá Vicêncio</em>, <em>Insubmissas Lágrimas de Mulheres</em>, <em>Becos da Memória</em>, e <em>Olhos d'Água</em>, todas abordando temas de resistência e superação.</p><p><br/></p><p>As obras de Conceição Evaristo, especialmente <em>Olhos d'Água</em>, exploram a vivência das mulheres negras no Brasil. Sua escrita usa o conceito de "escrevivência", uma forma de narrar histórias de resistência e luta. Através de personagens que enfrentam racismo e exclusão social, Evaristo expressa a força e a dor das mulheres negras, mostrando sua humanidade e resiliência.</p><p><br/></p><p><strong>Reflexão</strong>  </p><p>Conceição Evaristo nos ensina sobre a importância da visibilidade e da luta das mulheres negras por meio de sua literatura. Sua escrita é uma forma de resistência, dando voz a histórias frequentemente silenciadas. Ela desafia o leitor a reconhecer a importância dessas vivências para a identidade brasileira, revelando uma narrativa que celebra a </p><p>resiliência e a força das mulheres negras.</p><p><br/></p><p>By: Camilla Viciolle Gomes </p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3026899803/0a2e82bd5db0ae74b32f533bc3517170/IMG_5216.jpeg" />
         <pubDate>2024-11-12 23:09:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3214005598</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ELIZANDRA SOUZA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3214037745</link>
         <description><![CDATA[<p>"TOCA VIOLA, TOCA VITROLA... ARRANCA ESSE PEDREGULHO ESSE MAL ESTAR SOCIAL ESSA DEMOCRACIA RACIAL PRESA NA MINHA GARGANTA"</p><p>-ELIZANDRA SOUZA</p><p><br/></p><p>Elizandra Souza é poeta, jornalista, integrante do Sarau das Pretas. Autora do livro de poesia Águas da Cabaça (2012) e coautora do livro de poesia Punga com Akins Kintê (Edições Toró, 2007), além de ter participado de diversas antologias literárias. Organizadora das publicações do Coletivo Mjiba como Terra Fértil (2014), de Jenyffer Nascimento, e Pretextos de Mulheres Negras (2013).  Trabalhou como editora e jornalista responsável na Agenda Cultural da Periferia (2007 – 2017).</p>]]></description>
         <enclosure url="https://live.staticflickr.com/5162/5317429641_6e481388ec_b.jpg" />
         <pubDate>2024-11-12 23:50:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3214037745</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3214045770</link>
         <description><![CDATA[<p>Isabella Gavioli 3ºB</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.canva.com/design/DAGWT7KWEOk/NCG6XIfZib3AQKrDpmIZ0Q/view?utm_content=DAGWT7KWEOk&amp;utm_campaign=designshare&amp;utm_medium=link&amp;utm_source=editor" />
         <pubDate>2024-11-12 23:57:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3214045770</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Maria Firmina dos Reis</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3214084650</link>
         <description><![CDATA[<p>Flha natural da escrava alforriada&nbsp;Leonor Felippa dos Reis, tendo como avó a também escrava alforriada Engrácia Romana da Paixão e, como tio, o professor, gramático e filólogo Sotero dos Reis, pertencente ao ramo branco da família e com forte atuação nos círculos letrados da capital maranhense. Maria Firmina dos Reis nasceu em São Luís do Maranhão, em 11 de outubro de 1825.</p><p>Além disso, ela foi a pioneira no que diz respeito à crítica antiescravista.&nbsp; A romancista também foi a autora do conto “A Escrava” (1887), cuja história é de uma mulher de classe alta sem nome que tenta salvar uma mulher escravizada. Ela também foi a primeira mulher aprovada em concurso público, para o cargo de professora, no Maranhão.&nbsp; Anos depois, em 1880, obteve o primeiro lugar em História da Educação Brasileira, rendendo-lhe o título de Mestra Régia.</p><p>Maria Firmina também criou a primeira escola mista para meninos e meninas na comunidade de Maçaricó, município maranhense Guimarães, quando passou a lecionar para os filhos de lavradores e fazendeiros do povoado; contudo, a instituição, criada oito anos antes da Lei Áurea, não perdurou muito, pois foi alvo de críticas da época.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3027139314/95f57481e1e8ffc9c79407f55b590f74/Captura_de_tela_2024_11_12_211526.png" />
         <pubDate>2024-11-13 00:25:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3214084650</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Carolina Maria de Jesus</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3214961261</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma escritora afro-brasileira que merece destaque é Carolina Maria de Jesus, autora do clássico Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada. Nascida em uma favela de São Paulo, Carolina Maria de Jesus transformou em literatura sua vivência como mulher negra, pobre e periférica. Ela registrava em diários sua vida cotidiana, o que resultou em uma obra que revela a dureza da vida nas favelas e as diversas formas de exclusão e racismo que enfrentava.</p><p>Refletir sobre a obra de Carolina Maria de Jesus é enxergar a literatura como um espaço de resistência e de denúncia. Ela nos lembra que a escrita pode ser uma poderosa ferramenta de transformação, capaz de dar voz a quem é silenciado pela sociedade. A história de Carolina é um grito contra a invisibilidade, mostrando que, mesmo em meio à exclusão, existem vozes que resistem e lutam para serem ouvidas. Sua obra continua sendo um marco importante, não apenas por sua qualidade literária, mas também por sua coragem em expor uma realidade que o Brasil ainda precisa enfrentar e transformar.</p><p><br/></p><p>Isadora da Silva </p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3029503844/5841c0c9f7ef19b187b12343dd29989b/a012eda8a95f46e037bb9d2d21ffc2d3.jpg" />
         <pubDate>2024-11-13 11:01:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3214961261</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Zumbi dos Palmares </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3214984082</link>
         <description><![CDATA[<p>Maria luiza Conceição da Silva 3B</p>]]></description>
         <enclosure url="https://live.staticflickr.com/4058/4251983923_8be4eb8de5_b.jpg" />
         <pubDate>2024-11-13 11:22:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3214984082</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Abdias de Nascimento</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3214985364</link>
         <description><![CDATA[<p>Abdias do Nascimento foi um dos mais importantes intelectuais e ativistas da luta contra o racismo no Brasil. Sua trajetória como artista, professor, político e escritor reflete um compromisso profundo com a valorização da identidade e da cultura negra, além da denúncia constante das injustiças e desigualdades que afetam a população afro-brasileira. Abdias acreditava na importância de fortalecer o orgulho racial, preservar as raízes africanas e construir uma sociedade mais justa.</p><p>Como dramaturgo e fundador do Teatro Experimental do Negro (TEN) em 1944, Abdias buscava dar voz a artistas negros e oferecer uma representação mais autêntica e complexa de personagens afrodescendentes, desafiando estereótipos raciais e promovendo o reconhecimento da cultura negra no Brasil. Ele via o teatro não apenas como uma forma de arte, mas como um meio para transformação social e conscientização.</p><p>Sua obra também é marcada pela análise crítica do racismo estrutural e institucional no Brasil, abordando o mito da democracia racial. Segundo Abdias, o discurso de que o Brasil seria uma sociedade harmoniosa, onde raças convivem em paz, apenas encobre as desigualdades raciais profundas. Para ele, a negação do racismo e a falta de políticas efetivas de inclusão são obstáculos à plena cidadania e ao desenvolvimento da população negra.</p><p>Abdias do Nascimento foi ainda pioneiro no conceito de "quilombismo", uma proposta sociopolítica que enxerga os quilombos como símbolos de resistência e organização comunitária. Este conceito representa um modelo de sociedade mais igualitária, inspirada na cooperação, solidariedade e valorização da cultura negra.</p><p>Sua atuação como político e intelectual é um legado poderoso para o movimento negro e para todos os que lutam pela justiça social.</p><p><br/></p><p>Jaqueline Galvão dos Santos </p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3029518961/90ad7a7e3ed375a9942c70e54efc9239/Abdias_do_Nascimento.jpg" />
         <pubDate>2024-11-13 11:23:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3214985364</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Williana Vitoria 3C</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3218241711</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3039109140/ca5588901e62f3303987a9b6801c6dac/Apresenta__o_Educacional_Realismo_Social_Lutas_do_Dia_a_Dia_Estilo_Montagem_20241114_233722_0000.pdf" />
         <pubDate>2024-11-15 02:48:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielamotta/s0uon6niaquq9dlb/wish/3218241711</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
