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      <title>Meu padlet fenomenal by JOSE FELLIPE NASCIMENTO TORRES</title>
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      <description>Criado com um frenesi criativo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-16 21:32:20 UTC</pubDate>
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         <title>Processo de independência do Brasil. </title>
         <author>jfnt1</author>
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         <description><![CDATA[<div>A proclamação que Dom Pedro I fez em 7 de<br>setembro de 1822 foi o último de vários passos<br>dados desde 1808.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 21:38:00 UTC</pubDate>
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         <title>Revolução Pernambucana (1817)</title>
         <author>jfnt1</author>
         <link>https://padlet.com/jfnt1/s00v10sd6ndjx7k8/wish/1529110981</link>
         <description><![CDATA[<div>A Revolução Pernambucana de 1817 foi um movimento que aconteceu na Capitania de Pernambuco durante o período colonial. Esse movimento de caráter separatista e republicano manifestou a insatisfação local com o controle de Portugal sobre a região e com as desigualdades sociais existentes. O acontecimento da Revolução Pernambucana estava diretamente relacionado com os desdobramentos da transferência da Corte portuguesa para o Brasil. Desta maneira, em Recife, no atual estado de Pernambuco, estala uma revolta que pretendia fundar outro país chamado "Confederação do Equador" A resposta de Dom João VI foi imediata e o movimento reprimido.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 21:53:48 UTC</pubDate>
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         <title>Inconfidência Mineira (1789)</title>
         <author>jfnt1</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Inconfidência Mineira ou Conjuração Mineira foi um movimento de caráter separatista que ocorreu na então capitania de Minas Gerais em 1789. O objetivo era proclamar uma República independente, criar uma universidade e abolir dívidas junto à Fazenda Real. O movimento, porém, foi descoberto antes do dia marcado para a eclosão por conta de uma delação e seus líderes foram presos e condenados. A partir de 1760, a produção começa a cair anualmente. Mesmo com a diminuição da extração do ouro, o sistema e o valor de cobrança dos quintos devidos à coroa, mantinha-se o mesmo. Quando o ouro entregue não alcançava 100 arrobas (cerca de 1500 kg) anuais, era decretada a “derrama”. Esta consistia em cobrar da população, pela força das armas, a quantidade que faltava. Apesar de ter sido decretada somente uma vez, sempre pairava a ameaça que a derrama poderia se tornar realidade e isso assustava tanto os exploradores de ouro como a população. O custo de vida em toda a região aumentava, pois tudo era comprado a prazo e com ouro. Desta maneira, os funcionários que detinham o monopólio do metal começaram a se endividar. Com isso, deixaram de fazer pagamentos aos comerciantes, agricultores e traficantes de escravos que também foram arrastados para a crise.&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 22:03:27 UTC</pubDate>
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         <title>Constituição de 1824</title>
         <author>jfnt1</author>
         <link>https://padlet.com/jfnt1/s00v10sd6ndjx7k8/wish/1529128270</link>
         <description><![CDATA[<div>A Constituição de 1824 foi a primeira da história brasileira e vigorou até a Proclamação da República, em 1889. Foi a Carta que, por mais tempo, esteve em vigor, permanecendo por 65 anos. Ela começou a ser elaborada em 1823, durante uma Assembleia Constituinte, na qual as províncias (o equivalente aos estados) enviaram seus representantes. Porém, o imperador Dom Pedro I resolveu fechá-la, por causa da tentativa dos constituintes de limitar os poderes dele. Essa Constituição foi outorgada em 1824<strong> </strong>e seguia os desejos expressos por Dom Pedro I. Com ela, foi criado o Poder Moderador; o voto tornou-se censitário, e o catolicismo foi estabelecido como religião oficial. Logo após a Independência do Brasil, em 1822, o nosso primeiro texto constitucional inaugurou um período de liberdade política, mas trouxe várias heranças do tempo colonial. A Constituição de 1824 estabeleceu no Brasil uma monarquia<strong> </strong>constitucional hereditária<strong> </strong>e representativa. As províncias não teriam autonomia e seriam governadas por pessoas indicadas pelo imperador. A capital do Império continuou sendo o Rio de Janeiro. Ela também definiu os poderes que regeriam o Império.<br>&nbsp;<br><strong>Executivo</strong>: era exercido pelo Imperador, que deveria nomear os presidentes das províncias.<br><strong>Legislativo</strong>: bicameral, formado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado. Os deputados eram eleitos por voto censitário, indireto e baseado na renda do eleitor. Já os senadores eram indicados pelo imperador.<br><strong>Judiciário</strong>: os juízes eram nomeados pelo imperador, tinham cargos vitalícios, mas poderiam ser suspensos por sentença do próprio imperador.<br><strong>Moderador</strong>: poder de uso exclusivo do imperador, que poderia intervir nos demais poderes, dissolver assembleias legislativas, nomear juízes, bem como editar e vetar leis.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 22:12:32 UTC</pubDate>
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         <title>TRÁFICO E ABOLIÇÃO NO SEGUNDO REINADO</title>
         <author>jfnt1</author>
         <link>https://padlet.com/jfnt1/s00v10sd6ndjx7k8/wish/1529187344</link>
         <description><![CDATA[<div>O Brasil foi o último país da América a abolir a<br>escravidão. A Lei Áurea, assinada em 1888, foi a<br>culminância de um longo e moroso processo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 23:12:01 UTC</pubDate>
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         <title> Lei Eusébio de Queirós </title>
         <author>jfnt1</author>
         <link>https://padlet.com/jfnt1/s00v10sd6ndjx7k8/wish/1529191422</link>
         <description><![CDATA[<div>A Lei Eusébio de Queirós foi aprovada em 4 de setembro de 1850, sendo proposta por Eusébio de Queirós, ministro da Justiça. Ela determinava a proibição do tráfico de africanos escravizados para o Brasil e foi uma resposta às pressões realizadas pela Inglaterra para que o Brasil acabasse com essa prática. A Lei Eusébio de Queirós foi resultado da campanha inglesa para que o Brasil acabasse definitivamente com o tráfico negreiro, atividade comercial que existia desde o século XVI e que foi responsável por trazer quase cinco milhões de africanos escravizados para o Brasil. Nosso país foi o que mais recebeu africanos escravizados em todo o mundo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 23:16:24 UTC</pubDate>
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         <title>Lei Feijó</title>
         <author>jfnt1</author>
         <link>https://padlet.com/jfnt1/s00v10sd6ndjx7k8/wish/1529201364</link>
         <description><![CDATA[<div>A Lei Feijó<strong>, </strong>que decretava a proibição do tráfico negreiro definitivamente, mas nunca foi efetivamente implantada e ficou conhecida como “lei para inglês ver”.&nbsp; Lei Feijó falava que todos os africanos trazidos ao Brasil após 1831 seriam considerados livres e os traficantes seriam punidos pela lei. Posteriormente, o decreto de 12 de abril de 1832 regulamentou a execução da lei aqui no Brasil,&nbsp;</div><div>Essa lei foi abertamente ignorada<strong>,</strong> e o tráfico negreiro continuou extremamente ativo no Brasil. Houve uma certa ação da lei contra o tráfico entre 1831 e 1832, mas, a partir de 1833, a atividade ganhou força e seguiu bastante ativa até 1845. Nesse período, houve até movimentação política para que a Lei Feijó fosse revogada. Além disso, o governo ignorava os tumbeiros (navios negreiros) que chegavam ao Brasil carregados de africanos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 23:26:10 UTC</pubDate>
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         <title>Lei Áurea</title>
         <author>jfnt1</author>
         <link>https://padlet.com/jfnt1/s00v10sd6ndjx7k8/wish/1529209267</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A Lei Áurea<strong> </strong>(Lei nº 3.353), foi sancionada pela Princesa Dona Isabel, filha de Dom Pedro II, no dia 13 de maio de 1888. A lei concedeu liberdade total aos escravos que ainda existiam no Brasil, um pouco mais de 700 mil, abolindo a escravidão no país. A sanção dessa lei resultou numa vitória dos conservadores que aboliram escravidão sem pagar indenização aos fazendeiros. Para a família imperial, consistiu na perda de apoio político e para os escravos, a liberdade, ainda que sem integração social.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 23:33:02 UTC</pubDate>
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