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      <title>Meu padlet AEEDI by Regiane pereira</title>
      <link>https://padlet.com/regianesanrita/rzhh4g6h9hlpvpha</link>
      <description>Criado com os olhos empáticos</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-01-13 17:27:14 UTC</pubDate>
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         <title>Linha do Tempo: Relação Vida Pessoal X Profissional com DI</title>
         <author>regianesanrita</author>
         <link>https://padlet.com/regianesanrita/rzhh4g6h9hlpvpha/wish/1990922650</link>
         <description><![CDATA[<div>Jean-Marc-Gaspard Itard foi um médico francês, nascido em uma pequena<br>cidade da Provence em 1774. Destacou-se pelas suas concepções avançadas<br>no que se refere à relação com as crianças. Conhecido como “o pai da<br>Educação Especial” por ter elaborado o primeiro programa sistemático de<br>Educação Especial, e por ter tido a experiência na recuperação e na tentativa<br>de educabilidade do menino Vitor de Aveyron, “o menino selvagem”. Na sua<br>opinião o atraso que o menino apresentava tinha origem, não em fatores de<br>ordem biológica/genética, mas no fato de não ter estado integrado na<br>sociedade humana. Os relatos que faz dos progressos obtidos pela criança no<br>processo de reeducação constituem, ainda hoje, um testemunho precioso.<br>Essa experiência foi um marco na história da Educação Especial, pois depois<br>disso foram desenvolvidos vários programas para a inclusão e<br>desenvolvimento dos deficientes no mundo<br>(https://institutoitard.com.br/a-inclusao-da-educacao-especial-e-sua-his<br>toria /).</div><div><br></div><div>Diante das leituras realizadas, vídeos e demais recursos disponibilizados, fiz uma viagem ao longo dos anos e como iniciante na Educação Especial, confesso, que pensei algumas vezes, "desistir" mas, minha paixão pelas crianças, falou mais alto, e busquei me aperfeiçoar,porque cheguei a conclusão, que era EU, que tinha que me adaptar à eles adaptar materiais e atividades para que eles pudessem interagir e socializar. Vivenciei muitos momentos de angústia  no cotidiano  escolar, várias situações, onde aluna de 10 anos com DI não falava, apenas balbuciava. iniciei um trabalho, junto com os pais, buscando informações sobre pessoas mais próximas que a aluna demonstrava afetividade. Solicitei fotos, com as referidas identificações e assim, com o passar dos meses ouvi a voz da aluna. Foi um momento,extremamente emocionante  e gratificante para mim e para  a criança, porque quando vibrei e bati minhas mãos com as dela, ela sorriu, estranhamente, um he,he,he, exatamente he,he,he. Os pais, agradeceram, porque a criança apenas balbuciava e a partir daquele momento, na casa,ela repetia tal qual, como fazíamos na escola. Porém, com o passar do tempo, por ter comprometimento cardíaco, essa criança viajou, a tratamento, passou muito tempo afastado da escola, em outra cidade e infelizmente retrocedeu.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-13 17:56:40 UTC</pubDate>
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         <title>CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM AEE: DEFICIÊNCIA INTELECTUAL</title>
         <author>regianesanrita</author>
         <link>https://padlet.com/regianesanrita/rzhh4g6h9hlpvpha/wish/1990976564</link>
         <description><![CDATA[<div>,UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS/UFPEL<br><br>HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: CONCEITOS E PRÁTICAS DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA<br><br>https://padlet.com/regianesanrita/rzhh4g6h9hlpvpha<br><br>RETROSPECTIVA HISTÓRICA RELACIONADA&nbsp; A VIVÊNCIAS OU EXPERIÊNCIAS INERENTES A DEFICIÊNCIA INTELECTUAL, PREFERENCIALMENTE LINHA DO TEMPO DE VIDA ESCOLAR.<br>Fazendo uma busca ativa na mente, mais precisamente, meado dos anos 80, séries iniciais, não recordo de ter estudado ou ter visto pela escola, alguma pessoa com deficiência, ainda que em sala diferente. Já, no ensino&nbsp; fundamental II, recordo-me de uma colega de escola,porém de sala diferente, com deficiência&nbsp; auditiva a qual se comunicava fazendo leitura labial e esforçava-se ao máximo, para emitir som, o qual era bem baixinho e com voz rouca, utilizava, digamos, gestos comuns &nbsp; para se referir a algo quando alguém não a entendia, e assim,&nbsp; dava para se comunicar com todos. Hoje, fico pensando, que naquela época, ela não era, assessorada por intérpretes, e,&nbsp; na escola, não tinha professores da educação especial. Sei, que atualmente, ela atua na educação como professora de&nbsp; libras.Posteriormente, no Instituto de Educação do estado, no Curso de Formação de Professores, recordo de ter na escola, em sala diferente, um rapaz, indígena com deficiência física (cadeirante), formou-se professor, mas também, não era assessorado pelo Atendimento Educacional Especializado. A época, não era comum ouvir falar de Educação Especial.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-13 18:25:13 UTC</pubDate>
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         <title>DISCIPLINA I</title>
         <author>regianesanrita</author>
         <link>https://padlet.com/regianesanrita/rzhh4g6h9hlpvpha/wish/1993888968</link>
         <description><![CDATA[<div> O filme, nos remete a uma reflexão muito profunda! Me fez refletir, sobre minha trajetória como professora, e no decorrer, deste percurso, percebo, o quanto avancei, graças à Deus e a boa vontade das pessoas que divulgam conhecimentos e aprendizagens, para que outras pessoas o tomem para si. Pois bem, hoje, vejo, que no decorrer de minha profissão em meados de 1996" fui imprudente" por não conhecer profundamente, a educação especial e ter auxiliado mais (alguns alunos que apresentavam deficiências) e ter recebido o apoio necessário dos pedagogos à época. Talvez, por também, não terem conhecimento. Porém, sempre tive um olhar muito aguçado em todos os aspectos da aprendizagem de uma criança, uma proximidade muito especial, com todas as crianças que para mim eram entregues. Em relação, à aprendizagem, utilização de métodos, para dá condições ao aluno, sei que não pequei; pois sempre gostei de trabalhar com jogos, atividades diversificadas.... Mas sinto, por naquele momento, não ter dado auxílio, para que a família, fizesse atendimento com equipe multiprofissional. Mas sempre falo, cá com meus botões rsrsrss. Que bom, que hoje temos acesso à diversos recursos para estarmos auxiliando melhor alunos e familiares, à cerca desses encaminhamentos. Portanto, achei a colocação de Maria Valéria Teixeira Guimarães, muito pertinente quando fala da convivência onde não há inclusão. Como professora, me sinto "Rádio" quando vejo que a Política da educação especial não condiz com a realidade, onde a normatização da inclusão visa a igualdade e infelizmente, não é o que vejo pelo menos no meu local de trabalho, onde, já fizemos relatórios do espaço, que atendemos as crianças, que não chega a 2X2, não dispomos de espaço físico adequado, recursos tecnológicos, mobiliários, acessibilidade... a não ser os nossos, computadores, impressora (pessoal) se quisermos atender o aluno com qualidade, elaboramos recursos com nossos próprios recursos. É redundante, mas é verdade. Onde, nesse momento pandêmico, vi a secretaria de Educação, do meu estado postar em rede social, a reforma do espaço da secretaria, e doação de computadores para os funcionários daquele espaço, enquanto nós professores, tivemos que nos endividar, comprando computador e demais recursos, para atender nossos alunos online, e continuarmos por anos, no espaço sem condições, a fazer o possível e impossível para educarmos com qualidade. E, pasmem! Cheguei a ouvir de um superior, quando reclamei, que o espaço é fofo! Mas.... Sigamos sendo RESILIENTES. essas são minhas experiências reais, e minha percepção quanto ao ambiente educacional. Ainda sendo "Rádio" quem sabe um dia, meus sucessores irão dispor de ambientes mais propícios para exercer a profissão mais liiinda, que AMO exercer de PAIXÃO.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-16 02:14:48 UTC</pubDate>
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         <title>DISCIPLINA II</title>
         <author>regianesanrita</author>
         <link>https://padlet.com/regianesanrita/rzhh4g6h9hlpvpha/wish/1993899642</link>
         <description><![CDATA[<div>Em Macapá no estado do Amapá ,temos o Centro de Altas Habilidades e Superdotação que atende alunos, familiares e professores, dá suporte aos 16 municípios, do estado, atende a rede estadual, municipal e particular de ensino e promove formação continuada com abordagem em altas habilidades/Superdotação o qual é ofertado em âmbito nacional. Temos o Centro de Apoio Pedagógico ao Deficiente Visual- CAP/AP o qual, realiza atendimento aos educandos com deficiência visual da rede regular de ensino, atende professores, familiares, ministra cursos destinados a professores, comunidade e acadêmicos. Temos o Centro Raimundo Nonato que oferece atendimento educacional e clínico em áreas com limitações intelectuais , físicas, múltiplas, auditiva, paralisia cerebral, hidrocefalia, síndrome de down , diversas síndromes e autismo. Temos o Centro de Atenção Psicossocial da Infância e Adolescência - CAPSI da Secretaria Municipal de Saúde, o espaço faz parte da rede de atenção à saúde mental, atende crianças e adolescentes de 03 a 18 anos com transtornos mentais severos, persistentes e ou com dependência de álcool ou outras drogas, desenvolve trabalho de acolhimento com atendimento individual, familiar, oficinas terapêuticas, visitas domiciliares, além de atividades socioeducativas, de esporte e lazer.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-16 02:43:35 UTC</pubDate>
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         <title>DISCIPLINA III</title>
         <author>regianesanrita</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sobre Fórum Deficiência intelectual: conceitos, causas e caracterizações.</div><div>&nbsp;por Maria Regiane Gomes Pereira&nbsp;<br><br></div><div>Compreendo que o desenvolvimento humano, refere-se ao desenvolvimento mental, oportunizando a evolução do ser, favorecendo o aperfeiçoamento do potencial e das possibilidades que surgirem ao logo da existência.<br>&nbsp;Segundo estudos, a causa a deficiência intelectual pode ser genética, acredito que a crises epilética apresentada por pessoas com DI, é a doença mais comum, quanto as síndromes, destaco a síndrome de down, síndromes genéticas, distúrbios neonatais, lesão ao nascimento, lesão cerebral traumática. Como demais condições, enfatizo os distúrbios comportamentais e atraso no desenvolvimento. Quero aqui, deixar alguns questionamentos e se possível receber contribuições.<br>&nbsp;A síndrome de moebius e a síndrome de tourette se encaixa na DI?</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-16 02:46:47 UTC</pubDate>
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         <title>DISCIPLINA IV</title>
         <author>regianesanrita</author>
         <link>https://padlet.com/regianesanrita/rzhh4g6h9hlpvpha/wish/1996777003</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O processo de aprendizagem de sujeitos com D.I ocorre através das interações sociais que são estabelecidas no decorrer de seu desenvolvimento. Os aspectos biológicos não são fatores preponderantes, para as possibilidades de desenvolvimento e aprendizagem.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-18 00:47:21 UTC</pubDate>
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         <title>DISCIPLINA V</title>
         <author>regianesanrita</author>
         <link>https://padlet.com/regianesanrita/rzhh4g6h9hlpvpha/wish/2004138751</link>
         <description><![CDATA[<div>Curso de Aperfeiçoamento em Atendimento Educacional Especializado em&nbsp; Deficiência Intelectual&nbsp;<br>Deficiência Intelectual<br>Formadora Débora Jacks<br>1 IDENTIFICAÇÃO<br>Cursista: Maria Regiane Gomes Pereira<br>Tutor (a): Maiara</div><div><br></div><div>2. TAREFA<br>Durante a disciplina foram oportunizados estudos e leituras sobre a estruturação<br>e organização do AEE na escola. O fórum possibilita aos cursistas um espaço de diálogo e trocas de experiências ricas em aprendizagem. Utilizando as informações<br>compartilhadas, experiências e conceitos voltados ao SAEE faça um resumo no seu<br>Webfólio de no máximo duas páginas sobre o que você entendeu sobre este serviço.</div><div>&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-21 01:55:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>DISCIPLINA V</title>
         <author>regianesanrita</author>
         <link>https://padlet.com/regianesanrita/rzhh4g6h9hlpvpha/wish/2004167127</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com o que preconiza a tarefa, destaco a <strong>RESOLUÇÃO Nº 4, DE 2 DE OUTUBRO DE 2009</strong>, e priorizo destacar alguns artigos para referendar a atividade solicitada. &nbsp;</div><div><strong>Art. 1º </strong>Para a implementação do Decreto nº 6.571/2008, os sistemas de ensino devem matricular os alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação nas classes comuns do ensino regular e no Atendimento Educacional Especializado (AEE), ofertado em salas de recursos multifuncionais ou em centros de Atendimento Educacional Especializado da rede pública ou de instituições Comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos.&nbsp;</div><div>Portanto, a quem se destina o SAEE?&nbsp;</div><div>Destina-se a alunos que apresentam deficiência física, intelectual, sensorial e múltiplas deficiências; transtornos globais do desenvolvimento e transtorno do espectro do autismo; altas habilidades/superdotação.&nbsp;</div><div><strong>Art. 2º </strong>O AEE tem como função complementar ou suplementar a formação do aluno por meio da disponibilização de serviços, recursos de acessibilidade e estratégias que eliminem as barreiras para sua plena participação na sociedade e desenvolvimento de sua aprendizagem.&nbsp;</div><div>Logo, o SAEE deve disponibilizar serviços e recursos para os alunos com deficiência para que assim, todos possam ter acesso ao conhecimento, ao currículo escolar. Daí a necessidade da parceria do professor do AEE X professor da classe regular, para que assim, este aluno seja atendido, de acordo com sua especificidade. As quais devem ser tratadas e discutidas no dia a dia. Onde, ambos podem perceber as potencialidades deste aluno e trabalhar em cima dessas potencialidades. Por isso, se fala em “complementar e suplementar” a formação desses alunos. Para isso acontecer, precisamos conhecer estes alunos individualmente, porque precisamos observar o que cada aluno precisa para ultrapassar as barreiras. Exemplo: o aluno é surdo, ele vai necessitar aprender libras, é um aluno cego, ele vai precisar ter acesso ao braile, ele é um aluno, que para executar uma tarefa com os demais colegas, não consegue acompanhá-los, necessita de um tempo maior, ele deve ter este tempo maior.....&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-21 02:18:44 UTC</pubDate>
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         <title>DISCIPLINA V</title>
         <author>regianesanrita</author>
         <link>https://padlet.com/regianesanrita/rzhh4g6h9hlpvpha/wish/2004171449</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando oferecer o AEE?&nbsp;</div><div>Deve ser oferecido, no período inverso ao da sala comum, frequentada pelo aluno, preferencialmente na própria escola deste, caso, a escola não oferte o AEE, este aluno, deve frequentar em outra escola no contra turno. &nbsp;</div><div><strong>Art. 5º </strong>O AEE é realizado, prioritariamente, na sala de recursos multifuncionais da própria escola ou em outra escola de ensino regular, no turno inverso da escolarização, não sendo substitutivo às classes comuns, podendo ser realizado, também, em centro de Atendimento Educacional Especializado da rede pública ou de instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos, conveniadas com a Secretaria de Educação ou órgão equivalente dos Estados, Distrito Federal ou dos Municípios.&nbsp;</div><div>Ressalta-se, que o AEE não se limita ao atendimento ao aluno, ele perpassa por outras atividades: &nbsp;</div><div>para tanto, o professor deve identificar prioritariamente as necessidades especificas dos alunos, e em seguida a elaborar o PDI, o qual deve estar voltado para os resultados desejados e de acordo com as habilidades deste, realizar levantamento de materiais e equipamentos os quais, devem ser pensados de acordo com as necessidades do aluno e, de acordo com o trabalho pedagógico e não aleatoriamente, sempre pensando, sobre o que pretendo alcançar para que este aluno possa obter o conhecimento.&nbsp;</div><div>O coordenador pedagógico, juntamente com o professor, deve organizar e definir o tipo e o número de atendimento, se vai ser coletivo ou individual, qual o tempo para assim ofertar o atendimento.&nbsp;</div><div>Os professores devem transcrever, adaptar, confeccionar, ampliar, gravar materiais, entre outros, sempre pensando nos alunos e ainda, indicar a aquisição de softwares, recursos e equipamentos tecnológicos, mobiliários, recursos ópticos...&nbsp;</div><div>O professor do AEE, também deve acompanhar o uso dos recursos na sala de aula, deve verificar a aplicabilidade e funcionalidade destes recursos e, orientar os professores à cerca desses recursos. &nbsp;</div><div>A formação continuada, deve ser ofertada aos professores e a comunidade em geral. E deve ser proposto pelos professores do AEE.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-21 02:22:23 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>DISCIPLINA VI </title>
         <author>regianesanrita</author>
         <link>https://padlet.com/regianesanrita/rzhh4g6h9hlpvpha/wish/2032172737</link>
         <description><![CDATA[<div>OLÁ, PAZ E BEM A TODOS! Em relação ao processo de identificação, percebo a necessidade de um olhar bem criterioso, aquele olhar clínico que como professores, o temos e, que apesar de não podermos clinicar, prescrever e laudar, podemos diagnosticar, mediar, propor e sugerir os atendimentos, quer sejam complementares ou suplementares. Pois, durante, anos de atuação na educação especial, já houve casos, onde o responsável, quando questionado, não sabe informar e diz "que nunca percebeu nada" que pudesse indicar alguma deficiência na criança. A partir dessa observação, pode-se iniciar o PDI com estratégias e metodologias que devem nortear o trabalho com o aluno, claro que em parceria com equipe pedagógica e demais professores para viabilizar, possíveis suplementações com profissionais de áreas afins .<br>Ressalta-se a necessidade do professor do AEE, está sempre embasado em leis, inerentes a educação especial afim, de orientar e conscientizar, os demais envolvidos no processo escolar, que não compreendem e resistem em menosprezar a atuação do professor do AEE" deduzindo e relacionando o AEE a brincadeira", não compreendendo, que os recursos e estratégias são necessários para a internalização de determinada aprendizagem e, que são imprescindíveis para o processo. Quanto a avaliação, ainda há muita dúvida por parte do professor da classe regular, e confesso que até mesmo EU, fico em dúvida em determinadas situações. pois, o próprio sistema do meu estado, pede notas, mesmo, este aluno estando matriculado como, aluno com deficiência e aí, o professor, se vê obrigado a lançar nota menor, para aquele aluno que ,não adquiriu avanço significativo a consenso dos professores, porque, este aluno não compreende o que o professor fala, e a fala do aluno não é compreensível, só consegue responder através de libras, com uma demanda de tempo bem extensa, transcreve para o papel sua resposta, desde que, o professor, vá empurrando de leve sua mão para o espaço a ser transcrito, isso tudo observado e realizado no AEE ( realiza somente as atividades inerentes ao AEE onde está sendo alfabetizada e Artes, quando envolve atividades de desenho e pintura) e professor do fundamental II , trabalha com hora aula, e não tem, como dá atenção direta para, o aluno, exemplo: o aluno que está no 6° ano , é especial, com deficiência intelectual, perda auditiva significativa( porém , sem diagnóstico clínico por não conseguir atender aos comandos da fonoaudióloga) problemas de linguagem e glaucoma congênito. Detalhe o aluno, não está alfabetizado nem em língua portuguesa, nem em língua de sinais. Chegou na escola, para cursar a série acima mencionada ano passado, em pleno momento pandêmico. ME CORRIJAM SE ESTIVER ERRADA : se este aluno conseguir avançar, em reconhecer os numerais até 20 vamos supor, conseguir identificar as vogais, fazer um ditado: ai, ui, ei, eu, ou.... somar até 9 . Este aluno, deve avançar de série? Eu acredito que sim. Com base na lei 13632/06/2018 no item XIII da LBDN 9394/96 seguido de relatório. SE POSSÍVEL GOSTARIA DE UM ENFOQUE A CERCA DA AVALIAÇÃO seguido da terminalidade específica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-07 03:13:37 UTC</pubDate>
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         <title>DISCIPLINA VI</title>
         <author>regianesanrita</author>
         <link>https://padlet.com/regianesanrita/rzhh4g6h9hlpvpha/wish/2032179143</link>
         <description><![CDATA[<div>MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO<br>&nbsp;UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS<br>&nbsp;PROGRAMA DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA <br>CURSOS DE FORMAÇÃO / ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO. <br>Curso de Aperfeiçoamento em Atendimento Educacional Especializado em Deficiência Intelectual <br>Formadora Débora Jacks&nbsp; &nbsp; <br>Cursista: Maria Regiane Gomes Pereira<br>Tutor (a): Maiara<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Estudo de caso</strong>&nbsp;</div><div>G.T. ,14 anos apresenta laudo e, como diagnóstico Deficiência Intelectual, conforme documentos em pasta individual, na secretaria escolar. Está matriculada, no 5° ano do ensino fundamental, até o momento, ainda não está alfabetizada, apresenta transtorno da fluência de fala, não reconhece números, apresenta muita dificuldade para contar até dez e relacionar números a quantidades, ainda não copia do quadro, ainda não apresenta noções de lateralidade, ainda apresenta dificuldades em relação a noções espaciais:&nbsp; longe, perto, alto, baixo, longo, curto, comprido... apresenta muita dificuldade em relação à higiene pessoal, ainda não apresenta orientação auto psíquica em relação ao fornecimento de dados de identificação pessoal em relação à sua idade, seus responsáveis, data de nascimento... Em relação as atividades, necessita de auxílio constante do professor para auxiliá-la.&nbsp;</div><div>Ademais, aluna, apresenta uma defasagem cognitiva extrema, em relação a área motora apresenta déficit significativo, dificuldades para realizar as atividades em sala de aula regular, conforme relato dos professores e constatados nos atendimentos do Atendimento Educacional Especializado.&nbsp;</div><div>O processo de ensino, torna-se mais complexo em relação ao avanço da aluna, pelo fato, da mesma, ser acompanhada pela mãe, a qual a cria sozinha com ajuda de sua avó e, as mesmas, não possuem casa própria, sobrevivem de salário de aposentadoria, moram em casas alugadas (um mês aqui, outro ali... E assim, não tem endereço fixo) o qual, nem sempre é informado à escola. As dificuldades são inúmeras, principalmente a dificuldade econômica e a vulnerabilidade social, mãe afirma, não ter condições de levá-la à escola todos os dias e, nem de realizar atividades para casa com a aluna. Sua justificativa é que tem saúde debilitada, o que é perceptível.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-07 03:19:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>DISCIPLINA VI</title>
         <author>regianesanrita</author>
         <link>https://padlet.com/regianesanrita/rzhh4g6h9hlpvpha/wish/2032185540</link>
         <description><![CDATA[<div>MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO<br>&nbsp;UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS<br>&nbsp;PROGRAMA DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA <br>CURSOS DE FORMAÇÃO / ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO. <br>Curso de Aperfeiçoamento em Atendimento Educacional Especializado em Deficiência Intelectual <br>Formadora Débora Jacks&nbsp; &nbsp; <br>Cursista: Maria Regiane Gomes Pereira<br>Tutor (a): Maiara<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Estratégias </strong>&nbsp;</div><div>Realizar momentos de sensibilização com alunos, professores e demais funcionários da escola, conforme cronograma elaborado, enaltecendo a responsabilidade, a empatia, a forma como devemos tratar os alunos especiais e a oportunidade de inseri-los e auxiliá - los&nbsp; nas atividades.&nbsp;</div><div>Oferecer oportunidades para o desenvolvimento de capacidades e potencialidades buscando a promoção do desenvolvimento integral da aluna disponibilizando jogos pedagógicos, atividades lúdicas, livros infantis e recursos audiovisuais, com o intuito de estimular a linguagem expressiva e compreensiva da aluna. &nbsp;</div><div>&nbsp;Contextualizar o ensino da aritmética, fazendo com que a aluna perceba o significado de cada atividade que realiza, relacionando significados particulares. &nbsp;</div><div>&nbsp;Possibilitar a construção de conceitos e relacioná-los a seus contextos considerando suas limitações. &nbsp;</div><div>Proporcionar um ambiente, onde as relações afetivas possam se manifestar em gestos simples, para que a educanda possa ter condições de desenvolver-se em todos os aspectos e, integrar-se no meio social. &nbsp;</div><div>Criar ambiente propício para a socialização, incentivando as iniciativas, as amizades, os relacionamentos com diferentes pessoas. &nbsp;</div><div>&nbsp;Desenvolver a coordenação motora grossa e fina considerando postura, controle corporal, representação mental, lateralização, coordenação viso-motora, percepção corporal, percepção espaço - temporal. &nbsp;</div><div>&nbsp;Integrar plenamente a aluna efetivando ações práticas que podem manifestar-se na escola e na sociedade em sua amplitude. Onde, escola e família não seja apenas um espaço de convívio, recreação e interação social, mas que ambas assumam sua função e sua principal tarefa: A construção do conhecimento. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-07 03:25:08 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>DISCIPLINA VI</title>
         <author>regianesanrita</author>
         <link>https://padlet.com/regianesanrita/rzhh4g6h9hlpvpha/wish/2032775000</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp; &nbsp;                                Recursos:</strong>&nbsp;</div><ul><li>Para o desenvolvimento de habilidades que desenvolvam a coordenação motora grossa, realizaremos atividades que envolvam os músculos maiores do corpo, que proporcione movimentos como, caminhar, rastejar, subir, descer, correr, dançar, saltar como por exemplo:&nbsp; demarcar linhas em lados opostos, um lado deverá ter a <strong>letra A </strong>e o outro a <strong>letra B</strong> para que a aluna possa correr, pegar objetos que estarão no lado A e levá-lo para o lado B.&nbsp;</li><li>Utilizar 6 cones pequenos, colocá-los na mesma direção em seguida o aluno deverá correr fazendo movimento de zigue-zague por entre os cones, ao retornar deverá pular, por cima de cada um.&nbsp;</li><li>Para o desenvolvimento de habilidades que desenvolvam a coordenação motora fina, realizaremos atividades que envolvam o movimento das mãos, tais como: abotoar, desabotoar, o qual pode ser utilizado uma camisa infantil de botões. Atividades de encaixe, pintar, desenhar, recortar, montar e desmontar, atividades que proporcione o movimento de pinça, o qual, podemos utilizar pregadores de roupa, para colocar as quantidades de acordo com o numeral, o qual, pode ser feito, utilizando círculos de papel cartão enumerado de 0 à 10 ou de acordo com o conhecimento do aluno. &nbsp;</li><li>Utilização de pinça grande para pegar bolinhas de isopor colorida. (o qual o próprio aluno, pode pintar) e trabalhar pareamento.&nbsp;</li><li>Através da utilização de blocos lógicos pode-se trabalhar: cores, formas, tamanhos, espessura...&nbsp;</li><li>Recorte no papel A4 de envolvendo linha reta, curva, zigue-zague...&nbsp;</li><li>Utilizar tampinhas de garrafa pet, com letras do nome do aluno, para que o mesmo possa internalizar e assim, possa se apropriar e passar a realizar a escrita do nome. &nbsp;</li><li>Utilizar o método fônico através das diferentes formas, dentre estas a utilização de um espelho para que o aluno posso observar o movimento da boca ao pronunciar as letras e, a partir da mistura dos sons, possa perceber, e alcançar a pronúncia das sílabas e assim, possa ler várias palavras.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-07 10:49:20 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>DISCIPLINA VII</title>
         <author>regianesanrita</author>
         <link>https://padlet.com/regianesanrita/rzhh4g6h9hlpvpha/wish/2056935531</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma lição de amor,&nbsp;retrata o drama de um pai (Sam) com deficiência mental, aparentemente moderada, que apresenta dificuldades no desenvolvimento neuropsicomotor, dificuldade na linguagem e compreensão. Ele luta na justiça pela guarda de sua filha, Lucy de sete anos, a qual foi abandonada por sua mãe, logo após o nascimento.&nbsp;</div><div>Apesar de sua condição mental, Sam, tem vida normal, trabalha, cuida de Lucy, ajudado por alguns amigos, os quais, segundo o que o filme retrata, também, são acometidos de deficiência mental. Sam, sai com amigos, faz compras...Porém, conseguem manter contato interpessoal, gostam de interagir e estabelecer diálogos. Apesar, do filme não mostrar as condições em que Sam, superou suas dificuldades, podemos imaginar que seu desenvolvimento e autonomia possibilitam que ele leve uma vida normal. Gosta de músicas dos Beatles, conhece todas as músicas e informações da banda, o próprio nome dado a Lucy foi concernente a uma música da banda. &nbsp;</div><div>O drama começa quando uma assistente social, considera que Lucy não pode ser criada por seu pai, considerando o retardo mental, de Sam. Nesse sentido, a justiça encaminha Lucy para adoção. Tal fato, faz Sam se desesperar e procurar advogado, a qual uma das melhores advogadas procurada por Sam, a princípio recusa o caso, pelo fato de Sam, não dispor de recursos financeiros para realizar o feito. Logo depois, volta atrás e resolve ajudá-lo.&nbsp;</div><div>Desde então, a vida de Sam se transforma e a advogada, Rita passa a aprender muito com seu cliente sobre a importância da atenção dos pais no desenvolvimento de seus filhos. Rita, se envolve no caso, na difícil missão de convencer o juiz que Sam é capaz de criar Lucy, sem que sua condição possa afetar seu desenvolvimento.&nbsp;</div><div>O filme, nos proporciona infinitas reflexões e Sam, durante a batalha pela guarda de sua filha, tenta provar que apesar de suas limitações é capaz de cuidar da filha. Nos remete, a importância do cuidado com o “&nbsp; pré- conceito”&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;&nbsp;</div><div>&nbsp;&nbsp;</div><div>&nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-20 02:13:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>DISCIPLINA VII</title>
         <author>regianesanrita</author>
         <link>https://padlet.com/regianesanrita/rzhh4g6h9hlpvpha/wish/2056950491</link>
         <description><![CDATA[<div>MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO &nbsp;</div><div>UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS &nbsp;</div><div>PROGRAMA DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA CURSOS DE FORMAÇÃO / ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO.&nbsp;</div><div>Curso de Aperfeiçoamento em Atendimento Educacional Especializado em Deficiência Intelectual<br>&nbsp;Formadora Michela Lemos Silveira.&nbsp;</div><div>Cursista: Maria Regiane Gomes Pereira &nbsp;</div><div>Tutora: Maiara.&nbsp;<br>&nbsp;Práticas pedagógicas aplicadas ao AEE do estudante com deficiência intelectual</div><div>Em âmbito geral, as turmas são heterogênea, cabe ao professor , uma observação criteriosa para, a partir das sondagens, das investigações introduzir novidades, criar e adaptar práticas pedagógicas que favoreça, o desenvolvimento das habilidades que este aluno já possui, para que o mesmo possa aperfeiçoar e desenvolver-se . O DUA contribui de forma expressiva e significativa na elaboração de estratégias para a acessibilidade, desde que embasadas na habilidade do aluno.</div><div><a href="https://e-projeto.ufpel.edu.br/mod/forum/discuss.php?d=5012#p15899"><br></a><br></div><div><br></div><div><a href="https://e-projeto.ufpel.edu.br/mod/forum/post.php?reply=15899#mformforum"><br></a><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-20 02:51:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>DISCIPLINA VII</title>
         <author>regianesanrita</author>
         <link>https://padlet.com/regianesanrita/rzhh4g6h9hlpvpha/wish/2056956183</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO<br>UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS<br>PROGRAMA DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA <br>CURSOS DE FORMAÇÃO / ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO. </strong><br>Curso de Aperfeiçoamento em Atendimento Educacional Especializado em Deficiência Intelectual&nbsp;<br>Formadora: Michela Lemos Silveira&nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>Cursista: Maria Regiane Gomes Pereira<br>Tutor (a): Maiara<br>&nbsp;Práticas pedagógicas aplicadas ao AEE do estudante com deficiência intelectual</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Plano de Ação<strong><br></strong>Produza uma proposta pedagógica acessível, para ser trabalhada pela professora do AEE que venha a contemplar a aluna em questão no processo de seu ensino-aprendizagem. <strong>Disponibilize no fórum sua produção.<br></strong><br></div><div>Público Alvo: Aluna do 3º ano do Ensino Fundamental com DI e Epilepsia<br>Duração: 1° e 2° semestre<br><br>IDENTIFICAÇÃO<br>Escola: XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX<br><br>Aluna: XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX<br><br>Turma: XXXXXXXXXX Série: 3° ano<br><br>Data de nascimento: XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX<br><br>Idade: 11 anos<br><br>Mãe:XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXPai:XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX<br><br>Deficiência: DI<br>Professor (ª) da sala de aula regular: XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX<br>Professor (ª) AEE: XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX<br>Endereço:XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX<br><br>Ano de ingresso na escola:<br><br>Dias de atendimento: 2ª e 4ª feira<br><br>Horário: 13:30 às 15:30h<br><br>Motivo do encaminhamento para o Atendimento Educacional Especializado<br><br>Aluna apresenta laudo clínico, tendo como diagnóstico deficiência intelectual e crises de epilepsia (CID G 80 e G 40). Realiza atendimentos clínicos em instituição filantrópica.<br>Objetivos da Proposta:<br><br>Objetivos gerais:<br><br>Executar atividades didáticas – pedagógicas, no atendimento educacional especializado, visando a integração, participação e autonomia, da aluna, referente às atividades de vida escolar, social e diária.<br><br>Objetivos específicos:<br><br>Promover condições de aprendizagem no ensino regular através das ações da educação especial;<br><br>Elaborar soluções didáticas e pedagógicas no intuito de suprimir obstáculos inerentes ao processo ensino - aprendizagem;<br><br>Atender individualmente (assistir a aluna, na classe regular para acompanhar assiduidade, e acompanhamento de possíveis dificuldades, transmitindo segurança e apoio...) com o intuito de proporcionar, melhoria no desempenho das atividades elaboradas, concernente, aos aspectos cognitivos: atenção, concentração, percepção raciocínio e oralidade.<br><br>Promover o desenvolvimento de recursos didáticos e pedagógicos que eliminem as barreiras no processo de ensino-aprendizagem e assegurar condições, para o desenvolvimento cognitivo da aluna referendando suas especificidades;<br><br>Integrar a aluna com deficiência visual no processo educacional respeitando seu ritmo de aprendizagem.<br><br>Estratégias de Ensino:<br><br>Providenciar engrossador de lápis para ser utilizado pela aluna;<br><br>Estimular leitura e interpretação pequenos textos; através da leitura, realizada pela professora e diálogo visando instigar os conhecimentos da aluna à cerca da leitura;<br><br>Estimular à escrita, elaboração de escrita de palavras simples e ditado de aglutinações de vogais;<br><br>Jogos envolvendo sequência lógica;<br><br>Pareamento de vogais, cores, formas, números, quantidades, sombras, vestuário, imagens diversas, sombras,.....<br><br>Incentivar a busca da autonomia nas atividades envolvendo resoluções de problemas matemáticos e atividades de vida diária;<br><br>Utilizar textos, que retrate e estimule o cumprimento de regras, cooperação, respeito, solidariedade e auto- ajuda;<br><br>Proporcionar o entendimento da funcionalidade familiar, da quarentena e do convívio no ambiente escolar e fora dele;<br><br>Dialogar, sobre a importância da assiduidade e participação tanto na classe regular, quanto no atendimento educacional especializado e na participação e integração das atividades remotas;<br><br>Noções espaço temporal;<br><br>Desenvolver, a capacidade de memorizar imagens e símbolos referentes ao sistema monetário brasileiro;<br><br>Desenvolver a capacidade de identificar dias da semana, mês, ano;<br><br>Desenvolver a capacidade espaço temporal;<br><br>Leitura de pequenos textos envolvendo sílabas simples e posteriormente, complexas;<br><br>Estimular a autonomia na realização de atividades concretas e xerografadas;<br><br>Sistema monetário: reconhecimento de cédulas envolvendo escrita por extenso, pagamento, troco... através de atividades práticas;<br><br>Recursos materiais:<br><br>✓ jogos de sequência lógica;<br><br>✓ Cartazes com imagens;<br><br>✓ Cédulas de papel e moedas ;<br><br>✓ Revistas;<br><br>✓ Papel A4;<br><br>✓ E.V.A nas diversas cores;<br><br>✓ Tampinhas de garrafa pet<br><br>✓ Cola;<br><br>✓ Tesoura;<br><br>✓ Classificadores de papel;<br><br>✓ Velcro;<br><br>✓ Pincel atômico;<br><br>✓ Lápis de cor;<br><br>✓ Giz de cera;<br><br>✓ Tinta guache;<br><br>✓ Caixa de som;<br><br>✓ Notebook;<br><br>✓ Pen drive;<br><br>✓ Pincéis para quadro branco;<br><br>✓ Material dourado;<br><br>✓ Jogos matemáticos;<br><br>✓ Tesoura sem ponta<br><br>✓ Régua;<br><br>✓ Atividades xerografadas<br><br>✓ Impressora;<br><br>✓ Pouches polaseal;<br><br>✓ plastificadora<br><br>✓ Toner;<br><br>✓ Pincel permanente;<br><br>✓ Blocos lógicos;<br><br>✓ Atividades plastificadas.<br><br>Recursos humanos:<br><br>✓ Professora assessora do Atendimento Educacional Especializado;<br><br>✓ Alunos do AEE;<br><br>✓ Professores da classe regular, onde os alunos estarão inseridos;<br><br>✓ cuidadora<br><br>✓ Equipe pedagógica;<br><br>✓ Família.<br><br>Avaliação: A avaliação ocorrerá de forma contínua e processual, observando-se o progresso da aluna, o interesse, a participação, as condições de conhecimento, registradas individualmente e datado de acordo com os dias de atendimento.<br><br>Ademais, informações concernentes as atividades e participação da aluna serão registrados em relatórios semestrais que serão entregues e analisados pelo professor do AEE, professor da classe e pedagoga.<br><br>OBSERVAÇÃO: Este plano está sujeito a modificações.</div><div><a href="https://e-projeto.ufpel.edu.br/mod/forum/discuss.php?d=5019#p16244"><br></a><br></div><div><br><br><br></div><div><a href="https://e-projeto.ufpel.edu.br/mod/forum/discuss.php?d=5019#p15842"><br></a><br></div><div><br><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-20 03:05:45 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>DISCIPLINA VIII</title>
         <author>regianesanrita</author>
         <link>https://padlet.com/regianesanrita/rzhh4g6h9hlpvpha/wish/2112995069</link>
         <description><![CDATA[<div>Fórum 1 - Comunicação Acessível</div><div><br></div><div>Segundo “El lenguaje claro y el derecho a entender” de Sandra Fisher Martins nos remete a trabalhar e transmitir a linguagem, a comunicação de forma simples e mais clara possível, para que todas as pessoas, com ou sem deficiência, possam compreender plenamente as informações sejam estas, através da expressão oral, escrita....<br>portanto, faz-se necessário, fazermos análise minuciosa do que iremos ,e o que queremos transmitir para o público que iremos contactar.<br>meu questionamento è: Será que o aluno D.I que chegou ao ensino fundamental II e ainda não está alfabetizado, está tendo acesso a linguagem simples e clara durante o sua trajetória educacional?</div><div><a href="https://e-projeto.ufpel.edu.br/mod/forum/post.php?reply=17875#mformforum"><br></a><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-25 02:08:02 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>DISCIPLINA VIII</title>
         <author>regianesanrita</author>
         <link>https://padlet.com/regianesanrita/rzhh4g6h9hlpvpha/wish/2112998084</link>
         <description><![CDATA[<div>ANTES: CAPÍTULO III<br>DO DIREITO À SAÚDE<br>Art. 18. É assegurada atenção integral à saúde da pessoa com deficiência em todos os níveis de complexidade, por intermédio do SUS, garantido acesso universal e igualitário.<br>§ 1º É assegurada a participação da pessoa com deficiência na elaboração das políticas de saúde a ela destinadas.</div><div>MECANISMOS&nbsp; DE POLÍTICAS E DEFESA DE DIREITOS<br>Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência).<br>Depois: Os direitos e as garantias das pessoas com deficiência deverão ser divulgadas para as pessoas com deficiência e suas famílias</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-25 02:09:55 UTC</pubDate>
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