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      <title>Cartas FORPROEX (Fórum de Pró-reitores de Extensão das Instituições Públicas de Educação Superior Brasileiras) by Candisse Schirmer</title>
      <link>https://padlet.com/candisse/ryv4n7qnujvyo829</link>
      <description>Criado por M3</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-26 13:35:45 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-11 13:15:14 UTC</lastBuildDate>
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         <title>1990 Carta de Florianópolis ANDREIA PEREIRA SOARES</title>
         <author>candisse</author>
         <link>https://padlet.com/candisse/ryv4n7qnujvyo829/wish/1768622736</link>
         <description><![CDATA[<div><sup>A carta fala no meu entendimento sobre o analfabetismo na sociedade, foram 3 fóruns de Pró-Reitores de extensão de um novo conceito na educação nos setores de educação, cultura a pesquisa a e cientifica para se articular com o ensino e a pesquisa entre universidade e sociedade. Durante essa a extensão e projetos de extensão foi criado novo espaço de colaboração acadêmica interdisciplinar.&nbsp;</sup></div><div><sup>Nessa extensão o seu maior desafio foi buscar solução para os problemas sociais e o maior deles e o analfabetismo na sociedades entre as comunidades, com isso a longo do tempo do projeto de extensão a universidade publica demonstrou que a formação de recursos humanos voltado para a educação precisa de apoio e formação politica e estratégia de ação conjunta com a sociedade, pois foi constatado que o analfabetismo é o maior problema na sociedade em um todo.&nbsp;</sup></div><div><sup>O ponto positivo é constatar que as universidades eram distantes da sociedade e com esses projetos de extensão foi possível aproximar a universidade, a educação da sociedade e das comunidades onde muitos não tem a oportunidade e condições para seguir na educação .&nbsp;</sup></div><div><sup>Nesse projeto de&nbsp; extensão foi solicitado que os setores de responsabilidade educacional disponibilizassem mais recurso publico destinados a educação para que possa diminuir o analfabetismo, pois se fez uso do </sup><strong><sup>"ART. 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da CF&nbsp; VII - proporção não inferior a sessenta por cento dos recursos de cada Fundo referido no inciso I será destinada ao pagamento dos profissionais do magistério da educação básica em efetivo exercício."</sup></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-26 13:48:18 UTC</pubDate>
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         <title>1991 Carta de São Luís ARTHUR JUNG DE GASPERI</title>
         <author>candisse</author>
         <link>https://padlet.com/candisse/ryv4n7qnujvyo829/wish/1768623443</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-26 13:48:47 UTC</pubDate>
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         <title>1992 Carta de Santa Maria BIANCA BERNARDI TAVARES</title>
         <author>candisse</author>
         <link>https://padlet.com/candisse/ryv4n7qnujvyo829/wish/1768624514</link>
         <description><![CDATA[<div>A Carta de 1992, foi um Encontro de pró-reitores de Extensão das universidades públicas brasileiras, onde teve como base, trabalhos desenvolvidos por 9 grupos: Patrimônio Cultural, Música, Artes Plásticas, Editoração, Artes cênicas, Práticas esportivas, Cinema, Criação Literária e Questões Institucionais, Políticas e administrativas que diz respeito à gestão do setor artístico-cultural. Destaco, os pontos que achei mais relevantes:▪ Patrimônio CulturalDiscutiram-se: → Conceituação de patrimônio natural e cultural; utilidade; → O uso dos conceitos; → A priorização do museu no contexto das pesquisas institucionais (universidades); Museu e vontade política; → A sua vinculação com a política cultural da universidade e a atenção à política nacional e internacional de museus; → O museu universitário como centro de pesquisa interdisciplinar e regional (o estudo do homem e seu modo de vida); → Valor do acervo como meio para a reflexão e reinterpretação cultural▪ Música Foi recomendado:→ Para que a Coordenação Nacional crie um banco de dados que contenha a produção cultural específica de cada universidade, docentes e suas respectivas especializações e projetos desenvolvidos na área.→ A publicação anual de um calendário de eventos na área de Música, que seja divulgado em todas as universidades;→ Priorize a melhoria da infraestrutura básica para a área musical através da destinação de recursos humanos e materiais sob a forma de rubricas especificas, que possam prover e manter convenientemente espaços, grupos, instrumentos musicais e equipamentos.▪ Artes Cênicas Foi proposto:→ O Fórum de Pró-Reitores de Extensão gestione junto à Secretaria de Cultura da Presidência da República a realização de Concursos Nacionais de Dramaturgia; → Que as Instituições de Ensino Superior:a) promovam a criação de “Banco de Textos Teatrais”, através de intercâmbio com instituições que já possuam esse organismo. b) em suas políticas de ação cultural, estimule o apoio às manifestações locais e regionais como forma de resgate dessas culturas.c) democratizem (conduzir) o produto de suas pesquisas e produções na área cultural, colocando-as à disposição da comunidade e contribuindo, assim, para a criação de público através de estratégias próprias. d) Criem o mecanismo da bolsa trabalho/arte em seu âmbito, como forma de incentivo aos pesquisadores e trabalhadores da área.▪ Práticas esportivas, recreativas e lazerAs práticas esportivas são, de fato, muito importantes em nossas vidas. No entanto, nas Universidades Públicas, as oportunidades de lazer diversificadas e em vivência com a natureza possam fazer parte permanentemente da vida da população interna e externa. Significa dizer que há necessidade de se começar a gostar do lugar em que se trabalha, quebrando-se a rotina. Nesse caso, a obrigatoriedade de cumprir créditos em educação física pode rá substituída pela prática permanente, como opção de lazer de interesse pessoal e coletivo. Para que isto se efetive, é necessário que a proposta curricular dos cursos de graduação contemple a discussão e a prática de uma cultura de movimento. A tarefa de investigação que a universidade possui, deve ser incrementada, e os seus resultados socializados com os diferentes grupos sociais, informais ou organizados. A organização multidisciplinar, no sentido de desenvolver atividades ou projetos ligados a: saúde individual saúde coletiva educação para a saúde preservação e recuperação do meio ambiente.▪ Cinema, Vídeo e TVFoi proposto:→ Os meios de comunicação de massa seriam um veículo de defesa da universidade pública e de sua legitimação enquanto instituição pública, assumindo assim um papel estratégico e prioritário para as IES brasileiras;→ A continuidade da produção em cinema nas IES, a questão laboratorial, bem como, a aquisição e manutenção de equipamentos para uso didático, deverá ser objeto de acurada reflexão por parte do Fórum de Pró-Reitores, que viabilizará soluções a curto prazo e específicas para o enfrentamento da problemática do cinema;→ Todas universidades públicas deverá ter uma produtora, visando instrumentalizar-se para uma futura tevê universitária; → Criação de um prêmio regional e nacional de vídeo em suas diferentes categorias, como forma de incentivar as produções;▪ Criação Literária→ Considerado a criação de uma oficina literária, com o objetivo de acelerar o processo de maturação da consciência artística, dando prosseguimento à disposição inicial e individual do aspirante à condição de escritor;→ A técnica da escrita literária vai sendo assimilada, num processo que abrevia a aquisição intuitiva de esquemas textuais naturalmente desenvolvidos por aqueles que, sem frequentarem qualquer curso de produção textual, formam-se escritores ao longo dos anos de ofício;→ A oficina literária fornece a ferramenta ao escritor, que dispõe de uma série maior de expedientes da Língua que enriquecem o texto e o tornam objeto de arte;→ A oficina pode ser complementar ao tratamento dado ao ensino da língua portuguesa, à produção textual e a leitura. Foi sugerido que as oficinas literárias devem se constituir num autêntico “espaço cultural”, para garantir a permanência da integração que os encontros possibilitam, assim, resgatando a identidade dos “grupos” literários peculiares dos movimentos de vanguarda.Foi proposto:→ Criar um programa nacional de incentivo à formação e à manutenção de oficinas, cujo órgão executor seria a Universidade, para o fornecimento de recursos humanos e infraestrutura, além de intermediar recursos do MEC ou da Secretaria Nacional da Cultura. Para garantir a eficiência do projeto, alguns pontos são fundamentais, como: a) Publicação: que recolha o produto final do trabalho de criação; b) Independência: a fim de possibilitar a metodologia de trabalho para que seja conduzida ou motivada por escritores; c) Intercâmbio em escolas: pois bons escritores são bons leitores, faz-se necessário o resgate do hábito de leitura: Sugestão de que o produto final da produção literária das oficinas deva ser enviado as escolas, onde deverá ser trabalhado pelos professores e, num outro momento, propiciar um encontro entre alunos-leitores e os autores. Também haverá um estímulo à produção regional; d) Reciclagem: Objetivo de fornecer estratégias de leituras e incentivo à criação textual;e) Convivência de áreas de expressão: A oficina poderá estabelecer relação com a produção de outras oficinas de arte, inclusive dividindo o mesmo espaço físico;f) Escritor Visitante: O fornecimento de material artístico que circule pelos meios culturais do país, a fim de revelar nomes de artistas da palavra que poderão dar o seu testemunho em outros pontos do universo cultural nacional, ampliando a difusão das artes. Será importante a implantação de um projeto que selecione trabalho de escritores, através de um concurso com etapas regionais, culminando com a premiação nacional. ▪ Questões Institucionais, políticas e Administrativas atinentes à gestão do Setor Artístico-CulturalProposto uma Criação de suporte financeiro aos Projetos e Programas extensionistas de área artística cultural através de: → acesso a recursos públicos: negociações permanentes com Ministérios, Secretarias e Congresso Nacional; → acesso a recursos privados: empresa e outras instituições privadas; → itens financiáveis: custeio de programas e projetos, bolsas de extensão, equipamentos e instalações. Como também, uma Elaboração de cadastro atualizado de agências financiadoras:→ agências públicas e privadas→ agências nacionais e estrangeiras, especificando as linhas de trabalho das agências. → O cadastramento poderá ser montado a partir das informações enunciadas pelas universidades e consolidado pelo Fórum Nacional de Pró-Reitores de Extensão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-26 13:49:28 UTC</pubDate>
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         <title>1993 Carta de Cuiabá CATIA SIMONE SILVEIRA SALDANHA</title>
         <author>candisse</author>
         <link>https://padlet.com/candisse/ryv4n7qnujvyo829/wish/1768625599</link>
         <description><![CDATA[<div>A carta Forproex de 1993 traz o conceito de extensão como um processo educativo cultural, cientifico que deve caminhar articulado com o ensino e a pesquisa.<br>Articula as relações entre a comunidade acadêmica e a sociedade no sentido da transformação social, devendo dirigir seus interesses para questões sociais importantes e aquelas demandadas pela comunidade.<br>Como avanços temos a avaliação da extensão através da articulação da mesma com ensino e pesquisa causando impacto na autonomia universitária e relevância social. Com o objetivo de criar instrumentos que permitam uma visibilidade estrutural e orgânica da própria universidade em seu contexto global.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-26 13:50:07 UTC</pubDate>
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         <title>1994 Carta de Vitória CHRISTIAN MACHADO NUNES</title>
         <author>candisse</author>
         <link>https://padlet.com/candisse/ryv4n7qnujvyo829/wish/1768626145</link>
         <description><![CDATA[<div>A carta, busca contextualizar a necessidade da extensão universitária com a sociedade. Traz métodos e ferramentas que nos mostram como seria importante a aperfeiçoamento das práticas acadêmicas além da universidade. Dessa forma aplicar os estudos além das salas de aula, dessa maneira, solucionar problemas e anseios da sociedade em conjunto aos estudos acadêmicos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-26 13:50:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1995 Carta de Fortaleza ELEANDRA AYRES GONÇALVES</title>
         <author>candisse</author>
         <link>https://padlet.com/candisse/ryv4n7qnujvyo829/wish/1768626842</link>
         <description><![CDATA[<div>O encontro nacional do fórum de pró-reitores de extensão das universidades públicas brasileiras, deliberou a necessidade das universidades públicas potencializar a extensão universitária, a fim de proporcionar uma verdadeira inteiração da academia com a sociedade. À época do encontro, as questões sociais no Brasil exigiam uma reflexão quanto a necessidade de redimensionar as políticas públicas, no sentido de minimizar a desigualdade social posta.<br>&nbsp;Nesse sentido, a extensão universitária, de acordo com o que se vislumbra no exarado na carta que resultou do encontro, serviria como instrumento de materialização dessas políticas.&nbsp;<br>Historicamente, podemos constatar que a partir da assunção de um governo com políticas focadas mais em questões sociais, que se deu após o referido encontro, a extensão universitária contribuiu para minimizar os problemas mais urgentes da sociedade (miséria, fome, capacitação técnica, assistência à saúde mormente para os excluídos), tudo isso com base na formação de profissionais imbuídos na redução dos problemas que atormentam a nossa sociedade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-26 13:50:52 UTC</pubDate>
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         <title>2011 Carta de Maceió ELISANGELA BENCHIMOL</title>
         <author>candisse</author>
         <link>https://padlet.com/candisse/ryv4n7qnujvyo829/wish/1768627618</link>
         <description><![CDATA[<div>No XXIX Encontro Nacional do FORPROEX (Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Instituições Públicas de Educação Superior Brasileiras), realizado em Maceió, Alagoas, entre os dias 15 e 17 de maio de 2011, foram definidas as metas de gestão e também foi reafirmado o conceito de que a Extensão Universitária contribuí decisivamente para o fortalecimento do vínculo entre a Universidade Brasileira e a Sociedade na qual está inserida. Sendo abordado também, nesse mesmo contexto, o quanto a Extensão Universitária pode colaborar no desafio da reestruturação da Universidade brasileira pelo programa REUNI (Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais) e pela implantação de novas IFES(Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo), facilitando a interação e o diálogo com as organizações da sociedade civil.<br>&nbsp;Foi considerado também que o fortalecimento da Extensão Universitária como prática acadêmica exige redefinições nas políticas públicas e sendo assim, ficou definido alguns itens na negociação e pactuação, interna e externa que inclui:&nbsp;<br>&nbsp;1. a incorporação curricular definitiva das ações de extensão no projeto pedagógico dos cursos;&nbsp;<br>2. A adequada inserção da Extensão nas metas para a Educação Superior no PNE.&nbsp;<br>3. A regulamentação da Extensão como prática acadêmica, mediante Lei ordinária, que normalize suas ações e o seu financiamento, e autorize o pagamento de bolsas a docentes e servidores técnico-administrativos envolvidos nas mesmas;<br>&nbsp;4. O reconhecimento das ações de Extensão Universitária e do esforço docente e técnico, em termos equânimes em concursos, nas normas e nas carreiras acadêmicas;&nbsp;<br>5. Criação de mecanismos legais de financiamento satisfatório, regular e permanente das ações de extensão;&nbsp;<br>&nbsp;6. A instituição pelo MEC do Plano Nacional de Extensão como instrumento regulador e de suporte ao conjunto das ações de Extensão desenvolvidas no âmbito da Educação Superior brasileira;&nbsp;<br>7. A incorporação da Extensão Universitária no processo de avaliação da Educação Superior.<br>8. Estabelecimento e fortaleciento de parcerias para a implementação de políticas públicas voltadas para a contribuição inovadora da Universidade na superação da iniquidade social e para a superação da miséria no país;&nbsp;<br>9. A criação de um Departamento de Políticas Acadêmicas Integradas, na SESU.<br>&nbsp; Por fim, todos esses itens podem ser considerados como avanços de Extensão uma vez que concretizados, ficando registrado também a expectativa dos Pró-Reitores de Extensão quanto a esse diálogo e negociação, pois dai pode se estreitar os laços entre as Universidades e as organizações sociais.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-26 13:51:20 UTC</pubDate>
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         <title>2011 Carta de Porto Alegre ÊMILLE PIVETTA RIBEIRO</title>
         <author>candisse</author>
         <link>https://padlet.com/candisse/ryv4n7qnujvyo829/wish/1768628582</link>
         <description><![CDATA[<div>Em resumo, após a leitura da Carta de Porto Alegre 2011 - XXX Encontro Nacional do FORPROEX, que ocorreu nos dias 7 e 8 de novembro de 2011, sob a inspiração do evento Minuano pode se refletir sobre o caminho percorrido, avaliando os sucessos e insucessos, apontou também um horizonte de metas para orientar ações para o segundo período de gestão 2011/12. A carta também faz considerações diante do fortalecimento da Extensão Universitária como atividade acadêmica. Objetivo do FORPROEX desde o seu surgimento, exige redefinições nas políticas e práticas institucionais, tanto no âmbito das Instituições de Educação Superior como no âmbito do MEC e das agências governamentais que apoiam ações de fomento, execução acadêmica, monitoramento e avaliação. Dando continuidade a pautas já estruturadas em encontros anteriores, reafirma-se a necessidade do FORPROEX atuar em duas dimensões: uma interna com a finalidade de fortalecer a institucionalização da extensão universitária no interior de nossas IES e outra externa com parceiros e mantenedores. A Carta elenca as principais ações externas das quais eu identifiquei:1. A inserção adequada da Extensão nas metas para a Educação Superação na PNE, no sentido de valorizar sua contribuição à qualificação da Educação Superior para tornar pública a expressão da Extensão Universitária como parte do cotidiano das IES. (Avanço)2. Mesmo com os avanços para inserção da extensão na matriz orçamentária das IFES e do aumento dos aportes financeiros do MEC, incluindo a redução percentual, enfatiza-se ainda o estado de financiamento insatisfatório continuo e irregular. (Retrocesso)3. O fortalecimento à contribuição da Universidade na superação da iniquidade social e na promoção do desenvolvimento sociocultural. (Avanço)4. A finalização e formalização do Plano Nacional de Extensão como instrumento regulador e de suporte ao conjunto das ações de Extensão desenvolvidas no âmbito da Educação Superior brasileira requer urgência na sua efetivação. (Avanço)5. A necessidade de ampla discussão sobre EXTENSÃO E EDUCAÇÃO A DISTANCIA visando estabelecer marcos normativos para viabilizar a ação institucional da extensão universitária. (Avanço)6. Acredita-se ser preciso fazer um diagnóstico para promover um seminário sobre a estruturação e as possibilidades de trabalho a serem incrementadas a partir das diretrizes do Plano Nacional de Extensão. (Avanço) 7. 7. A relevância da mobilidade estudantil deve considerar a dimensão extensionista no corpo do projeto pedagógico no contato com a realidade local; A Na agenda interna o FORPROEX se compromete a dar conta de tarefas urgentes como: 1. Finalização do dossiê de avaliação da Extensão Universitária da Educação Superior pela comissão de avaliação do FORPROEX, com definição de indicadores, metodologias e instrumentos; até o momento os instrumentos de avaliação da extensão não permitiam identificar se ocorreu a incorporação curricular das ações de extensão no projeto pedagógico dos cursos; (Avanço)2. Elaboração de regulamentação da Extensão que mobilize a comunidade universitária para pressionar o poder público a agendar esta demanda; (Avanço)3. Organização e sistematização da discussão do modelo de expansão das IES, contemplando e comprometendo as ações de extensão no escopo dos Planos de Desenvolvimento Estratégicos;(Avanço)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-26 13:51:55 UTC</pubDate>
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         <title>2012 Carta de Manaus ESTELA DA ROSA OLIVEIRA</title>
         <author>candisse</author>
         <link>https://padlet.com/candisse/ryv4n7qnujvyo829/wish/1768629676</link>
         <description><![CDATA[<div>Em suma, o XXXI Encontro Nacional do Forproex, o qual foi realizado no ano de 2012 em Manaus, deliberou uma nova proposta de Política Nacional de Extensão, que procurava recuperar suas antigas formulações. Em relação a normatização e instalação da extensão universitária, a carta evidencia os aspectos que devem ser definidos, dentre eles estão: aprovação das ações de extensão; processos de avaliação e integração da extensão; financiamento da extensão universitária; bolsas de extensão; envolvimento do estudante em atividades variadas; criação de plataformas de comunicação; flexibilização curricular; dentre outros.&nbsp;</div><div>Para finalizar não podemos deixar de ressaltar a importância do Forproex e sua contribuição para sistematização e implementação de propostas que visam a prática da extensão universitária. Forproex tem um grande lugar de destaque no debate político e conceitual da extensão universitária no Brasil. Podemos observar grandes avanços ao longo desses anos, o que visivelmente nos mostra o compromisso com a transformação da sociedade por meio das universidades.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-26 13:52:29 UTC</pubDate>
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         <title>2012 Carta de Brasília FLAMARION SILVEIRA CAMARGO NAGERA</title>
         <author>candisse</author>
         <link>https://padlet.com/candisse/ryv4n7qnujvyo829/wish/1768630607</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante os dias 04 e 06 de novembro de 2012, foi realizada o encontro FORPROEX em Brasília onde estabeleceram um diálogo sobre a trajetória histórica e as metas que orientam as ações e o futuro desta entidade. Desde o seu surgimento continua exigindo redefinições nas políticas e práticas institucionais, onde nesse encontro elucidaram alguns pontos importantes:<br>•	a importância da manutenção da FORPROEX nas instituições públicas,<br>•	 a adequada inserção da Extensão nos Projetos Pedagógicos dos Cursos,&nbsp;<br>•	a necessidade de uniformidade do financiamento interno entre as federais, estaduais e municipais,&nbsp;<br>•	a presença das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa estaduais no apoio à extensão,<br>•	 a incorporação do Plano Nacional de Extensão,&nbsp;<br>•	A finalização da minuta da Lei de Extensão para regulamentar esta prática acadêmica como uma demanda urgente para a universidade,<br>•	a finalização da minuta da Lei de Extensão para regulamentar esta prática acadêmica como uma demanda urgente para a universidade,&nbsp;<br>•	a discussão sobre extensão e educação à distância, critérios para que a extensão também possa ser contemplada na concorrência às Bolsas de Internacionalização oferecidas pelos órgãos governamentais.<br><br>Após os tópicos mencionados, reforçaram a importância da FORPROEX, sobre somar forças com a sociedade civil, em virtude da efetivação do Plano Nacional de Educação como parte da meta da institucionalização da extensão no projeto de nação.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-26 13:52:50 UTC</pubDate>
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         <title>2014 Carta de Belém GIOVANA GRACIOLI SONNENSTRAHL</title>
         <author>candisse</author>
         <link>https://padlet.com/candisse/ryv4n7qnujvyo829/wish/1768632561</link>
         <description><![CDATA[<div>Mediante as discussões acertadas na Carta de Belém de 2014, o destaque e assunto referência foi Diálogos da Extensão: Saberes Tradicionais e Inovação Científica.<br><br></div><div>O conceito de extensão presente seria que FORPROEX representa a Extensão Universitária pública junto à sociedade Brasileira, os órgãos públicos e as redes internacionais de extensão, desta forma, o objetivo proposto era de fomentar discussões acerca de oferta de tecnologias e conhecimentos para a população, que embora tenha demonstrado ser carente quando se trata de disponibilidade financeira para o setor tecnológico, a extensão universitária, facilita a criação de um projeto que angaria fundos permanentes de recursos para instituições públicas, que visa facilitar o uso de tecnologias para tal.<br><br></div><div>Ademais, também é discutido a necessidade de maior visão para extensão, e o que pode ser feito a respeito para uma melhora, com criação de setores únicos no MEC para reter maior atenção a extensão, que muitas vezes é negligenciada e pouco conhecida, e, também a questão de cumprir o preceito constitucional da indissociabilidade de ensino, pesquisa e extensão para garantir o fomento das ações de extensão universitária.<br><br></div><div>Foi discutido também a urgência de efetivação do Plano Nacional de Educação e também a urgência na aprovação e implementação da política de internacionalização Universitária, conforme documento “Programa de Extensão sem Fronteiras”, dentre outros assuntos necessários e imperceptíveis para muitos públicos, o que pode e deve ser coibido, já que a extensão traz muitas oportunidades consigo.<br><br></div><div>Diante dos assuntos discutidos fica explícito quantas vantagens a extensão carrega e o quanto seria importante viabilizar ainda mais projetos que possam ajudar o público por meio desta, como os de tecnologia discutidos na Carta de Belém.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-26 13:53:56 UTC</pubDate>
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         <title>2015 Carta de João Pessoa KAREN DOS SANTOS PINHEIRO</title>
         <author>candisse</author>
         <link>https://padlet.com/candisse/ryv4n7qnujvyo829/wish/1768634392</link>
         <description><![CDATA[<div>A Carta de João Pessoa realizada nos dias 4 a 6 de novembro, durante o 38º Encontro Nacional do FORPROEX, onde os Pró-Reitores de Extensão se reuniram para discutir os temas emergentes e necessários para a extensão universitária pública brasileira, debateram alguns desafios e perspectivas.O FORPROEX, diante dos desafios de avançar na construção de modelos para a efetiva implementação da inserção da extensão nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação das Instituições Públicas de Ensino Superior, considera que para a consolidação da Extensão Universitária é necessária a constituição e aperfeiçoamento de políticas e instrumentos de apoio à Extensão Universitária com a capacidade de impulsionar a integração da extensão no âmbito das IES públicas. Assim, o Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Instituições de Educação Superior Públicas Brasileiras, destaca os pontos principais que compõem a agenda de compromissos institucionais, além de reiterar os termos ressaltados na Carta de Gramado.Nas discussões, palestras, debates e painéis, alguns itens ficaram mais evidentes e que poderiam ser agregados aos textos de Cartas anteriores emanadas de outros encontros nacionais do Fórum Nacional de Pró-Reitores de Extensão de Instituições Públicas de Ensino Superior, a saber:1. No tocante aos 10% (dez por cento) da carga horária total dos currículos de graduação destinados à extensão do Plano Nacional de Educação, reiterou-se que sua implementação deverá respeitar a autonomia de cada instituição. 2. A necessidade imediata da liberação de recursos financeiros já aprovados em editais anteriormente definidos com o comprometimento de diversas universidades no uso de tais recursos. 3. Que o MEC viabilize novos editais temáticos potencializando a integração interinstitucional, na perspectiva de indissociabilidade de extensão do ensino e da pesquisa. 4. O FORPROEX alerta que, uma alteração no texto constitucional, atualmente em tramitação no Congresso Nacional, por meio da PEC 395B, caso seja aprovada, enquanto não forem amadurecidas as discussões sobre as formas de financiamento nas universidades públicas, representa risco à manutenção do ensino público, gratuito e de qualidade em todos os níveis. Finalmente o FORPROEX solicita os esforços institucionais do MEC/SESU, ANDIFES, ABRUEM e CONINF, no sentido de apoiarem os pontos acima mencionados e encaminhar às instâncias adequadas as questões apresentadas naquilo que lhes couber.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-26 13:54:59 UTC</pubDate>
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         <title>2016 Carta de São Bernardo do Campo KAREN ROSANE GOMES ALVEZ</title>
         <author>candisse</author>
         <link>https://padlet.com/candisse/ryv4n7qnujvyo829/wish/1768635782</link>
         <description><![CDATA[<div>O FORPROEX de São Bernardo do Campo - SP, aconteceu entre os dias 11 e 14 de maio de 2016, onde debateram sobre desafios e perspectivas para a Extensão na Universidade Brasileira. Ao iniciar a carta, é falado sobre o descontentamento com o governo e a crise econômica e política em que se encontravam naquele ano no país e suas consequências para o direito civil e social da população, pois tiveram a extinção de importantes Ministérios e Secretarias, responsáveis por políticas públicas de inclusão social nas Instituições de Ensino Superior.&nbsp;<br>Também foi pontuado a necessidade de políticas públicas para a extensão universitária que trate sobre diversidade, uma vez que houve a extinção do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos.&nbsp;</div><div>Junto com o FORPLAD, a ANDIFS e ao MEC foi solicitado a inserção da extensão no cálculo da matriz orçamentárias das IFES, garantindo um percentual adequado ao desenvolvimento da extensão no ensino superior.</div><div>Para finalizar a minha observação, acredito que houve um avanço significativo com a iniciativa de projetos e inclusão de minorias na extensão universitária.&nbsp; Os principais pontos da carta de São Bernardo foram sobre questões de Políticas Públicas e inserção de minorias na extensão universitária.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-26 13:55:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2016 Carta de Ouro Preto KÉVEN SAMUEL CARVALHO DOS REIS</title>
         <author>candisse</author>
         <link>https://padlet.com/candisse/ryv4n7qnujvyo829/wish/1768636548</link>
         <description><![CDATA[<div>Em mais uma reunião, que desta vez, ocorreu em 05 e 06 de Setembro de 2016, a FORPROEX se fez presente em Ouro Preto, em um excelente debate sobre a Extensão enquanto função social.<br><br>Logo no início da carta, entende-se o momento caótico que vivia o Brasil com o Golpe de 2016. A carta aborda os cortes de gastos das Universidades e como esta redução de custos compromete e dilacera as Universidades Federais, também como as Universidades Estaduais ainda viriam a enfrentar as consequências da PL 257.<br><br>Eles dão ênfase na importância de realizar reuniões conjuntas com diversos fóruns como (FORGRAD, FORPROEX, FOPROP e FONAPRACE), para que juntos, criem estratégias de resistência para o enfrentamento do governo atual.<br><br>No geral, trata-se de uma carta de "reparação de danos" em um momento caótico, onde o fórum buscava maneiras de minimizar a terra arrasada criada pelos cortes na educação e na saúde advindos do Golpe de 2016 e também de encontrar uma maneira para re-adquirir os seus direitos perdidos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-26 13:56:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2018 Carta de Vitória LETÍCIA CAINO</title>
         <author>candisse</author>
         <link>https://padlet.com/candisse/ryv4n7qnujvyo829/wish/1768638729</link>
         <description><![CDATA[<div>A Carta Vitória no Espírito Santo, traz o panorama do 44º Encontro Nacional do FORPROEX que foi realizado em dezembro de 2018.<br><br></div><div>No Fórum, foram analisados por um viés sociológico a conjuntura de ataques ao modelo de universidade pública no mundo. Assim, trago em especial um dos vieses trazidos ao qual penso ser particularmente interessante: nos países vítimas do colonialismo europeu, ataques ao modelo de universidade públicas existem graças ao neoliberalismo, onde educação superior é atravessada por processos de mercantilização do conhecimento, evidenciada pelas supostas demandas de formação para o mercado, bem como pela introdução de práticas de gestão capitalistas. Assim, o FORPROEX reitera que deva haver uma transformação profunda desses espaços. Em paralelo, trago a minha análise em relação a este apontamento. De fato, há cada vez mais uma união do viés conhecimento acadêmico aliado com as demandas de formação do mercado. Porém não vejo isso como sendo algo ruim. Acredito que tanto a pesquisa, quanto as “práticas de capitalistas” (empreendedorismo) são de igual importância para o discente, cabendo a ele escolher qual caminho deseja seguir. O mercado de trabalho tem a sua determinada conjuntura, a alienar os alunos a esse padrão seria dificultar a sua entrada no mercado de trabalho.&nbsp;<br><br></div><div>Além disso, a carta ressalta que a extensão é um importantíssimo meio para que essa transformação curricular ocorra. E de fato a extensão é o meio mais eficaz para a ampliação e melhoramento de ambas as vertentes citadas anteriormente.&nbsp;<br><br></div><div>Além disso o Fórum debateu também sobre a criação de redes de cooperação internacionais (latino-americana) exercendo a internacionalização pelo viés da Extensão – Ensino – Pesquisa. Algo que, em minha opinião, traz uma importante oportunidade de fomentar e principalmente incentivar ainda mais a pesquisa e extensão.<br><br></div><div>Também foi alvo de deliberação a criação de um grupo para apoiar as IES públicas no processo de implantação das diretrizes de Extensão do Ministério da Educação, além da elaboração de um Projeto de Lei de Fomento à Extensão afim de subsidiar as ações de extensão universitárias.&nbsp;<br><br></div><div>Estes foram os principais temas deliberados no encontro e assim como os acima citados, todos tematizam meios que possibilitam e facilitam a aplicação da extensão nas universidades públicas.&nbsp;<br><br></div><div>Com isso, encerro o presente resumo ressaltando que todas as medidas aprovadas no 44º Encontro Nacional do FORPROEX são de extrema importância para a potencialização da extensão e experienciação do conhecimento nas universidades públicas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-26 13:57:07 UTC</pubDate>
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         <title>2018 Carta de Natal LEONARDO</title>
         <author>candisse</author>
         <link>https://padlet.com/candisse/ryv4n7qnujvyo829/wish/1768639451</link>
         <description><![CDATA[<div>Sobre essa carta, podemos analisar que ela foi escrita nos 100 anos da Reforma de Córdoba e da III Conferência Regional de Educação Superior para a América Latina. O ponto de discussão foi os focos e estratégias em ações coletivas&nbsp; para a extensão no ensino superior no ano de 2018.&nbsp;</div><div>Como a extensão tem um fator social forte, ela busca combater o racismo estrutural, inserindo no conteúdo acadêmico outros modos de agir e pensar.&nbsp;</div><div>O Forproex defende várias formas de condições que visam contribuir para estudos de problemas sociais e classes trabalhadoras. Visto isso, foi garantido que a Política Nacional de Extensão Universitária se tornasse a base da Diretriz Nacional sobre a Extensão que foi elaborada e aprovada em 2018.</div><div>O Fórum reafirma seu papel como um ator político em defesa da extensão e com isso, cria uma comissão temporária para defender o orçamento direcionado à extensão em forma de 7 pontos:&nbsp;</div><ol><li>R$115 milhões divididos entre as 135 instituições federais, estaduais e municipais.</li><li>Garantir a ampliação de recursos</li><li>Fortalecer politicamente as Agências de Fomento à pesquisa, cumprindo as funções sociais à ciência, cultura, tecnologia, artes e inovação social no ensino superior.&nbsp;</li><li>Implementar a inserção da extensão nas IES públicas estaduais e municipais.</li><li>Organizar reuniões com os Conselhos Estaduais para sensibilizar sobre a importância da Extensão na formação.&nbsp;</li><li>Defender o texto da Resolução que regulamenta a Extensão.</li><li>Estruturar plataforma de compromissos da Extensão em defesa da Educação Superior pública, divulgando aqueles que são comprometidos com a causa extensionista.&nbsp;</li></ol><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;No fim, o Forproex reafirma a Declaração Final do CRES 2018&nbsp; na luta pela educação superior pública e gratuita como um bem público social, universal e dever do Estado.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-26 13:57:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2013 Carta do Rio de Janeiro GABRIEL ORLANDINI SPESSATO</title>
         <author>candisse</author>
         <link>https://padlet.com/candisse/ryv4n7qnujvyo829/wish/2104062655</link>
         <description><![CDATA[<div>Diante da análise da Carta do Rio de Janeiro de 2013, do&nbsp; XXXIII ENCONTRO NACIONAL DO FORPROEX, torna-se importante refletir sobre alguns fatores que há época tornam-se relevantes.&nbsp;<br>É de suma importância perceber a visão dos professores em criar um Plano Nacional de Ensino, que atualmente vigora e padroniza o ensino nacional.<br>E ainda, a necessidade de incentivo para a criação de projetos para com a juventude, que até hoje é assunto relevante.&nbsp;<br>De fato, esses os principais fatos que me despertaram atenção por serem avanços na época que trazemos junto com ensino até a atualidade.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-20 21:12:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2014 Carta de Goiânia GIZELLE CORRÊA DE OLIVEIRA</title>
         <author>candisse</author>
         <link>https://padlet.com/candisse/ryv4n7qnujvyo829/wish/2104062954</link>
         <description><![CDATA[<div>Trata-se de um encontro em 2014, ano XXXVI Encontro Nacional do Forproex, com o tema de “Extensão em Territórios”, onde foram debatidos os desafios e possíveis melhorias para a continuidade e avanço da extensão no meio acadêmico.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-20 21:13:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2015 Carta de Gramado JOÃO PEDRO DE OLIVEIRA SANCHEZ</title>
         <author>candisse</author>
         <link>https://padlet.com/candisse/ryv4n7qnujvyo829/wish/2104063255</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-20 21:13:45 UTC</pubDate>
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         <title>2017 Carta de Porto Seguro LAURIELY SILVA HOMRICH</title>
         <author>candisse</author>
         <link>https://padlet.com/candisse/ryv4n7qnujvyo829/wish/2104063883</link>
         <description><![CDATA[<div>A carta de Porto Seguro/BA realizada nos dias 17 e 20 de maio de 2017 durante o XLI Encontro Nacional do Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Instituições Públicas de Educação Superior Brasileira (FORPROEX), onde os Pró-Reitores e as Pró-Reitoras debateram modos de fortalecimento e ampliação da integração social das instituições públicas de ensino superior com a sociedade.<br><br></div><div>O fórum entende que a extensão deve ser estimulada a desenvolver ações para além de projetos e programas específicos, ampliando e fortalecendo modelos de democracia participativa. Alguns pontos importantes encontrados na carta são os debates sobre as políticas de financiamento para extensão, organização e estratégias de mobilização social interagindo com as comunidades e fortalecendo ações extencionistas, tendo em vista a inclusão social, sustentabilidade e valorização de diversidades, consolidando a democracia participativa no interior das IPES, sendo esses pontos favoráveis de evolução.<br><br></div><div>É possível identificar que a principal fonte de financiamento da extensão, o PROEXT, está há dois anos sem edição, prejudicando o desenvolvimento de projetos e programas em andamento, dessa forma considero este um aspecto de retrocesso extencionista. Porém observamos na leitura da carta a proposta de um fundo de apoio à extensão, que segundo a carta é um processo que poderá ser elaborado como minuta de projeto de lei e como sustentação desses processos, assim o fórum reforça as cinco diretrizes da extensão descritas da ‘’Política Nacional de Extensão Universitária’’, buscando a reflexão conceitual.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-20 21:14:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2017 Carta de Florianópolis LEANDRA GONÇALVES DAS CHAGAS</title>
         <author>candisse</author>
         <link>https://padlet.com/candisse/ryv4n7qnujvyo829/wish/2104064167</link>
         <description><![CDATA[<div>Entre os dias 16 e 18 de novembro de 2017 na cidade de Florianópolis em Santa Catarina durante o evento o XLII Encontro Nacional do Fórum de Pró-reitores de Extensão das Instituições Públicas de Educação Superior Brasileiras (FORPROEX).<br>&nbsp;O objetivo da reunião foi centralizado na discussão do rumo das Extensão Universitária brasileira, e ficou evidenciado a importância da autogestão em ações como o Plano Nacional de Extensão e da Política Nacional de Extensão. Nesse encontro foi visado argumentos de contraposição as estratégias de desmonte da educação pública superior.<br>Após completar 30 anos da FORPROEX, algumas mudanças radicais ocorrem no país como ameaças a democracia, que acaba gerando destruição dos direitos sociais e oposição a reforma da previdência e trabalhista. Essas ações buscam enfraquecer mais o sistema, que gera a diminuição das atividades realizadas nas universidades públicas. Questões semelhantes a essas prejudicam o crescimento e o desenvolvimento das universidades e dificultam o avanço das carreiras dos docentes e técnicos que ali atuavam.&nbsp;<br>Outras causas que também estavam preocupando era o corte de verba dos ministérios, que resultaram em ataques a direitos de comunidades como a indígena, quilombolas e grupos minoritários. Com essas questões em aberto o fórum decide por encaminhar a necessidade de enfrentar o neoconservadorismo com o objetivo de fortalecer as relações sociais e defender a autonomia das universidades públicas.&nbsp;<br>Durante as reuniões que ocorreram foram encaminhas demandas, entre elas estavam o fortalecimento da política de internacionalização da extensão, estabelecer estruturas táticas para defender a autonomia universitária e auxiliar a construção da cidadania plena, estruturar um centro de memória virtual permanente para documentação histórica do Fórum entre outras demandas.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-20 21:15:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2019 Carta de Brasília LUÍZA ROSSIGNOLLO DE SOUTO</title>
         <author>candisse</author>
         <link>https://padlet.com/candisse/ryv4n7qnujvyo829/wish/2104064410</link>
         <description><![CDATA[<div>Em primeira análise, essa carta vem do encontro realizado entre os dias 27 e 29 de maio de 2019 em Brasília e tratou sobre a consolidação da Extensão Universitária no Brasil, a partir do tema: "Os 50 anos da publicação de Paulo Freire: Extensão ou Comunicação.” Este Fórum ocorreu em um momento extremamente delicado em que ocorria a grave fragilização da democracia no Brasil; o aprofundamento das desigualdades sociais, produto do congelamento dos investimentos nas políticas sociais, possibilitado pela Emenda Constitucional 95 que congela os recursos para investimentos nessas áreas pelos próximos 20 anos; o grave ataque à autonomia universitária; a ameaça concreta da desconstitucionalização da Previdência, além dos cortes no orçamento das IPES(Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais), implementado pelo MEC, na ordem de R$ 5,8 bilhões, o que vem ameaçando a continuidade das atividades da educação pública brasileira, tanto na esfera estadual, como na federal. Ademais, o Fórum acontece quando a política ambiental do país vem sendo desestruturada, a exemplo dos últimos desastres ambientais que ocorreram no Estado de Minas Gerais, a partir do rompimento de barragens, e demais estados, que estão sendo atingidos pela problemática da extração mineral. Esses fatores levantaram preocupação quanto a um retrocesso em diversas áreas.<br><br></div><div>Outrossim, foram discutidos assuntos como: as relações entre a educação popular, os movimentos sociais e a universidade, na perspectiva freireana, pensando em outras formas de educação, pautada em uma concepção democrática de país. Assim, a extensão está posta na formação acadêmica como um processo ético, político, pedagógico para a formação integral e transformadora. Além disso, foram discutidos também a Reforma da Previdência; a desqualificação dos cursos de Sociologia e Filosofia; a necessidade da participação de todos e todas nos atos em defesa da educação, dos serviços públicos e da garantia dos direitos. Houve também, a participação dos Pró-reitores das universidades do Uruguai e Argentina que manifestaram preocupação com o que está acontecendo no Brasil, assim como o apoio e solidariedade das suas instituições às universidades brasileiras, destacando o papel estratégico dessas instituições na construção do restabelecimento da democracia no Brasil como horizonte capaz de fortalecer a América Latina. Durante essa discussão, fez-se menção em torno de um plano de ação em defesa de todas as IPES e do ensino superior público e gratuito.<br><br></div><div>Com isso, após debates e reflexões, foram indicados os desafios para o próximo período, sendo eles: atuar na contradição entre a estrutura organizacional da instituição universitária (o que inclui a extensão), em relação às necessidades dos movimentos sociais, como por exemplo, dos trabalhadores do campo, e dos atingidos pela mineração; fortalecer os vínculos entre os segmentos das instituições com as comunidades e os movimentos sociais, como uma possibilidade de construir ações de extensão que dialoguem com a comunidade; produção de conhecimentos e visibilidade do que se faz, articulando os grupos de pesquisa e extensão com os movimentos sociais e comunidades, de forma interdisciplinar; busca da valorização da extensão nos critérios para ascensão na carreira docente, dando respostas às exigências institucionais, por um lado, mas, por outro, e fundamentalmente, produzindo um novo conhecimento teórico que surge a partir do trabalho integrado entre esses sujeitos e por intermédio da extensão em articulação com a pesquisa; participação nos atos em defesa da educação, dos direitos e dos serviços públicos; impulso às ações das comissões: Comissão de Acompanhamento de Assuntos de Extensão no Congresso Nacional e outras esferas do Poder Público; Comissão Permanente de Avaliação de Extensão (CPAE); e da Comissão de Creditação da Extensão; atuação nos ministérios com objetivo de provocar a publicação de editais temáticos para financiamento da Extensão; organização das ações simultâneas em todas as IPES, como a exposição e discussão com a sociedade, objetivando dar visibilidade aos impactos das atividades de extensão para o desenvolvimento social, fixação de faixas, circulação de vídeos etc.; aproximação com os fóruns que representam pró-reitores/as ou decanos/as de graduação, ou ensino, para efetivar ações em torno das diretrizes para creditação da extensão, de forma que documentos institucionais como PDI, PPIs e PPCs contemplem o disposto na Resolução CNE nº 7, de 18 de dezembro de 2018 e também aproximação com outros fóruns de pró-reitores para realização de ações em defesa das IPES e por último, proposição, junto à Andifes e à ABRUEM, sobre a discussão em torno da creditação e do financiamento da Extensão Universitária, na perspectiva de realização de um seminário sobre as temáticas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-20 21:15:47 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>1987 Carta de Brasília ADRIELLI PAIM ALENDE</title>
         <author>candisse</author>
         <link>https://padlet.com/candisse/ryv4n7qnujvyo829/wish/2104065754</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-20 21:18:05 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>1988 Carta de Belo Horizonte ÁLVARO SANTOS PERES DIANI VIEIRA</title>
         <author>candisse</author>
         <link>https://padlet.com/candisse/ryv4n7qnujvyo829/wish/2104065955</link>
         <description><![CDATA[<div>O encontro de pró-reitores de extensão das universidades públicas Brasileiras, realizada em Belo Horizonte nos dias 23 e 24 de maio de 1988, retrata sobre as Estratégia de articulação com o ensino e a pesquisa Extensão, pesquisa e compromisso social, conceito de sala de aula, extensão estagio e credito curricular. Apresenta a importância do compromisso social da universidade, que deve dirigir seus interesses e preocupações para as questões sociais, afim de priorizar as atividades direcionadas à luta contra a dependência económica, cultural e política. Neste sentido, o encontro, estabelecia condições e maneiras para viabilizar a extensão como pratica acadêmica, o principal ponto ressaltado foi o “estagio curricular” que poderia ser um dos mais adequados instrumentos para viabilizar a extensão universitária. No entanto, Entendeu-se como projeto de extensão aquele que contemple, pelo menos, as seguintes dimensões: 1) articulação com o ensino, especialmente na graduação; 2) previsão, de alguma forma, de ações de pesquisa; 3) colaboração na transformação da sociedade, através de formas diretas de atuação; 4) consideração do conhecimento socialmente adquirido e o desenvolvimento dos movimentos e organizações populares. Álvaro Vieira</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-20 21:18:26 UTC</pubDate>
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         <title>1989 Carta de Belém ANA PAULA MAYER FRIPP</title>
         <author>candisse</author>
         <link>https://padlet.com/candisse/ryv4n7qnujvyo829/wish/2104066093</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-20 21:18:41 UTC</pubDate>
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         <title>2019 Carta de São Luís do Maranhão MAIKEL DA SILVA SOARES</title>
         <author>candisse</author>
         <link>https://padlet.com/candisse/ryv4n7qnujvyo829/wish/2130509598</link>
         <description><![CDATA[<div>Em seu 46°&nbsp; Encontro Nacional do FORPROEX&nbsp; as&nbsp; pró- reitoras e os pró- reitores de extensão das universidades brasileiras discutiram sobre o tema da extensão universitária para a transformação social, puderam ver a importância da consolidação da extensão universitária no Brasil.<br>&nbsp; Na perspectiva freireana foi ressaltado pelo FORPROEX a importância nas relações entre educação popular e universitária, pode se ver a extensão tendo um papel muito importante na formação acadêmica , contribuindo de forma transformadora e fortalecendo o protagonismo discente , docente e comunidade .<br>&nbsp; Com a ideia de promover a coesão da identidade da extensão em nível nacional o fórum acredita que a construção de uma base de dados entre as instituições seja nescessário.<br>&nbsp; Ressaltado a necessidade de uma estratégia de comunicação eficiente nos resultados acadêmicos vindos da extensão junto a sociedade, o FORPROEX propôs reativar os trabalhos de organização dos eixos e planos de gestão de extensão.<br>&nbsp; E por fim primando por uma extensão universitária potente o FORPROEX se manterá firme em seu propósito.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-05 12:02:39 UTC</pubDate>
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         <title>2015 Carta Gramado</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/candisse/ryv4n7qnujvyo829/wish/2178344153</link>
         <description><![CDATA[<div>A carta remete ao cumprimento de metas estabelecidas no Plano Nacional de Educação, uma das metas é a inserção de 10% de créditos curriculares vindos da Extensão nos projetos, essa extensão deve ser realizada em conjunto entre FORPROEX, FORGRAD, ABRUEM E ANDIFES, ambos possuem objetivos como reconhecimento da extensão na gestão da universidade, inserção da extensão de acordo com ações já existentes na universidade, criação de grupos de extensão e pesquisa, internacionalização da extensão universitária e a criação de indicadores quantitativos e qualitativos os quais irão avaliar se realmente a extensão possui algum impacto na universidade.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 21:43:58 UTC</pubDate>
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