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      <title>PROBEX-2020 by </title>
      <link>https://padlet.com/probex/ryv3mpzcowsuzwnp</link>
      <description>UFPB-CCHSA</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-06-16 14:03:02 UTC</pubDate>
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         <title>REFLEXÕES SOBRE A INCLUSÃO NA ESCOLA REGULAR</title>
         <author>PROBEX</author>
         <link>https://padlet.com/probex/ryv3mpzcowsuzwnp/wish/629001820</link>
         <description><![CDATA[<div>PROBEX-2020<br><strong>Pedagogia da Diferença: Sobre o Processo de Inclusão na Escola Regular</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-16 14:04:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>PROBEX</author>
         <link>https://padlet.com/probex/ryv3mpzcowsuzwnp/wish/629008685</link>
         <description><![CDATA[Pensar a educação implica na tomada de consciência de que o sistema educacional se mostra fragilizado em relação a determinadas perspectivas que incidem de forma direta nos processos de ensino e aprendizagem. ]]></description>
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         <pubDate>2020-06-16 14:08:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>PROBEX</author>
         <link>https://padlet.com/probex/ryv3mpzcowsuzwnp/wish/629012808</link>
         <description><![CDATA[Pensar sobre inclusão na educação requer que as práticas seletivas sejam abandonadas e que sejam adotadas outras perspectivas em relação a diversidade humana e as diferenças que as constituem. ]]></description>
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         <pubDate>2020-06-16 14:11:21 UTC</pubDate>
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         <title>INCLUSÃO, EXCLUSÃO E ENSINO: QUE CAMINHO ESTAMOS TRILHANDO?</title>
         <author>PROBEX</author>
         <link>https://padlet.com/probex/ryv3mpzcowsuzwnp/wish/629038844</link>
         <description><![CDATA[<div>“A exclusão escolar manifesta-se das mais diversas e perversas maneiras” (MANTOAN, 2003, p. 13). Relacionando a exclusão com o conhecimento, é possível notar que a escola categoriza os conhecimentos: os científicos, valorizados, e os conhecimentos cotidianos, advindos das experiências humanas fora do contexto escolar, os quais são marginalizados. <br>A escola não estabelece situações dialógicas entre os conhecimentos, o que direciona seu ensino para a descontextualização; um ensino aversivo a realidade do aluno.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-16 14:27:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>PROBEX</author>
         <link>https://padlet.com/probex/ryv3mpzcowsuzwnp/wish/629058709</link>
         <description><![CDATA[<div>Além dessas práticas segregativas implícitas no ensino, pode-se mencionar recortes pelos quais os sistemas escolares se direcionam, quais sejam, a categorização dos alunos segundo algumas perspectivas. A mais segregativa prática pela qual a escola submete os que dela fazem parte consiste numa criação de modalidade de ensino que difere do regular: o ensino especial.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-16 14:38:43 UTC</pubDate>
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         <title>PROCESSOS DE INCLUSÃO E INTEGRAÇÃO NO ESPAÇO ESCOLAR: TRAÇANDO E REDEFININDO CAMINHOS</title>
         <author>PROBEX</author>
         <link>https://padlet.com/probex/ryv3mpzcowsuzwnp/wish/629390002</link>
         <description><![CDATA[<div>Que caminhos trilhamos para chegar a determinados objetivos estabelecidos? Se estamos incluindo, como estamos conduzindo o processo?<br>"Tendemos, pela distorção/redução de uma idéia, a nos desviar dos desafios de uma mudança efetiva de nossos propósitos e de nossas práticas” (MANTOAN, 2003, p.14). Por direcionarmos inclusão e integração para uma mesma direção, caracterizamos processos diferentes que implicam em abordagens teórico-metodológicos diferentes. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-16 18:16:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>INTEGRAÇÃO x INCLUSÃO</title>
         <author>PROBEX</author>
         <link>https://padlet.com/probex/ryv3mpzcowsuzwnp/wish/629467779</link>
         <description><![CDATA[<div>Integração e inclusão designam e expressam situações diferentes. <br><strong>Integração</strong> compreende a inserção de alunos com deficiências em escolas regulares, em que a escola agrupa os alunos com deficiências em salas especiais, quando não são direcionados para escolas especiais. Como menciona Mantoan (2003, p. 15) “trata-se de uma concepção de inserção parcial, porque o sistema prevê serviços educacionais segregados”.</div><div><br>Quando se trata da <strong>inclusão</strong>, esta supõe uma mudança nas estruturas teórico-metodológicas defendidas pela integração, pois “todos os alunos, sem exceção, devem frequentar as salas de aula do ensino regular” (MANTOAN, 2003, p. 16), sem marginalizar as diferenças, trazendo todos para a convivência e construção do conhecimento no mesmo espaço. <br>Portanto, como pontua Mazzotta (2008, p. 165), <strong>"a inclusão, ou seja, a convivência respeitosa de uns com os outros, é essencial para que cada indivíduo possa se constituir como pessoa ou como sujeito e, assim, não venha a ser meramente equiparado a qualquer coisa ou objeto".</strong></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-16 19:15:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>PROBEX</author>
         <link>https://padlet.com/probex/ryv3mpzcowsuzwnp/wish/629478703</link>
         <description><![CDATA[<div>Diante da diferenciação entre inclusão e integração, cabe a escola e os profissionais da educação pensarem em o "que" e "como" estão conduzindo o processo de ensino e aprendizagem, as ditas práticas inclusivas e os meios pelos quais é realizada. <br><strong>É mais fácil direcionar as diferenças para um espaço dito “especial” do que estar aberto a viver experiências de conviver com as diferenças?</strong><br>Pensar e praticar a inclusão requer um trabalho coletivo, com escuta e envolvimento de todos que compõem o espaço escolar. Só assim será possível criar ambientes plurais e solidários.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-16 19:25:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>IDENTIDADE E DIFERENÇA: ROMPENDO COM A UNIVERSALIZAÇÃO E OLHANDO PARA A CONSTRUÇÃO</title>
         <author>PROBEX</author>
         <link>https://padlet.com/probex/ryv3mpzcowsuzwnp/wish/630486698</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Como estamos agindo para construir uma escola para todos? <br>Nossas ações compreendem as diferenças e as incluem no espaço escolar? Estamos, de fato, entendendo as diferenças tais quais elas se apresentam?<br><br></strong>A escola acaba por universalizar as diferenças. Para cada deficiência ou transtorno apontam características próprias, especificando-as e distinguindo-as, “como se fossem marcas indeléveis, as quais só nos cabe aceitá-las, passivamente, pois pensa-se que nada poderá evoluir, além do previsto no quadro geral de suas especificações” (MANTOAN, 2003, p. 19).<br><br>É preciso entender “que as diferenças estão sendo constantemente feitas e refeitas” (MANTOAN, 2003, p. 20) e de que modo podemos usá-las como ferramenta para a construção de uma educação plural, que reconheça e compreenda as diferenças.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-17 12:47:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O QUE DIZ A LEGISLAÇÃO?</title>
         <author>PROBEX</author>
         <link>https://padlet.com/probex/ryv3mpzcowsuzwnp/wish/630527177</link>
         <description><![CDATA[<div>Como pontua a própria Constituição Federal, em seu art. 205, que a educação visa o desenvolvimento da pessoa e seu preparo para o exercício da cidadania, “qualquer restrição ao acesso a um ambiente marcado pela diversidade” (MANTOAN, 2003, p. 24) implicará numa prática de diferenciação, de discriminação e de segregação. <br><br>Seguindo a perspectiva do que seria a inclusão, discutida anteriormente, e pelo que consta na lei, é importante enfatizar que o atendimento educacional especializado se constitui apenas como um complemento, e não como um substituto do ensino regular, e sua função consiste no “oferecimento de instrumentos de acessibilidade à educação” (MANTOAN, 2003, p. 23). Atendimento Educacional Especializado é diferente de Educação Especial.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-17 13:15:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A MUDANÇA QUE TANTO QUEREMOS: O QUE FAZEMOS PARA QUE NÃO ACONTEÇA?</title>
         <author>PROBEX</author>
         <link>https://padlet.com/probex/ryv3mpzcowsuzwnp/wish/630552000</link>
         <description><![CDATA[<div>Quão incrível seria se os professores tivessem apoio e incentivo, de forma plena, por parte dos órgãos públicos. <strong>Mas e se esse apoio e incentivo não chegar? O que farão? Irão esperar quanto tempo mais?<br></strong>A inclusão não espera. Não pode esperar. Quanto tempo mais tiraremos nossos olhares para aqueles que não tiram os olhos de nós. <strong>Eles podem esperar mais? </strong><br><br>É preciso olhar para dentro da própria prática docente e entender que ali se encontra o princípio para que a inclusão aconteça. Não se trata de aceitar as fragilidades educacionais tais quais elas se apresentam; cruzar os braços e não lutar pelos direitos dos sujeitos que compõem a escola. Mas de entender que a inclusão não espera. Não pode esperar. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-17 13:31:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>DESAFIOS E INOVAÇÃO</title>
         <author>PROBEX</author>
         <link>https://padlet.com/probex/ryv3mpzcowsuzwnp/wish/630602279</link>
         <description><![CDATA[<div>Sobre os desafios que encontramos no processo da construção da mudança: irão existir. Sempre. Mantoan (2003, p. 27) argumenta que “uma das maiores barreiras para se mudar a educação é a ausência de desafios”. Quando aparecem, buscamos saídas imediatas, impensadas. <br><br>Através da passividade, da rotina que é perpetuada pelas práticas educacionais, a escola legitima o conformismo, a quietação frente aos desafios que surgem no cotidiano. Os desafios são a base da provocação para se pensar em "como, quando, o que, para quem" os docentes ensinam. Assim é o mais eficaz modo de desconstruir as práticas pelas quais as injustiças educacionais e sociais se perpetuam e que a própria escola legitima. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-17 14:01:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A INCLUSÃO NÃO ESPERA. NÃO PODE ESPERAR!</title>
         <author>PROBEX</author>
         <link>https://padlet.com/probex/ryv3mpzcowsuzwnp/wish/630634791</link>
         <description><![CDATA[<div>Agir e reivindicar. De forma conjunta, coletiva para reconfigurar, redimensionar e fazer surgir uma nova escola. Uma escola para todos.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-17 14:17:45 UTC</pubDate>
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