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      <title>António Mendonça - E1T2016 https://padlet.com/antoniomendonca888/rxzhlouhtvgc by António Mendonça - E1T2016</title>
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      <description>Professor na Escola Dr. Correia Mateus em Leiria</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-10-17 09:14:08 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2016-11-23 19:45:06 UTC</lastBuildDate>
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         <title></title>
         <author>antoniomendonca888</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Opção C – </strong><strong><em>O que diria em poucas palavras a um colega que lhe manifestasse grande desconforto por lhe ter sido atribuída a função de professor – tutor…<br></em></strong><br></div><div><strong><em>“Disseram-me para ser tutor, mas não sei exactamente o que significa a tutoria.”</em></strong><br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A tutoria pressupõe potenciar o sentido de vida do tutorando e estimular as suas competências através de uma relação, de forma sistemática, regular, entre o tutor e o tutorando. O foco deverá estar no desenvolvimento do aluno como um todo e mostrar as direções que quer tomar na sua vida, através de uma relação de confiança mútua em que o tutor está disposto a partilhar a sua experiência de vida com alguém (neste caso, o aluno) menos experiente. Este processo tem de ser pensado, estruturado e monitorizado para poder ser eficaz. Os resultados não serão imediatos; é necessário um período de tempo, (meses) para que possa ser alvo de reflexão e análise. Os tutores têm de ter a sensibilidade de atestar quando estão a ajudar o tutorando e o discernimento quando não o estão a fazer. Nesse caso, terão de ser ajustadas as expetativas e ser resiliente, mantendo o foco nos objetivos do programa.<br><br><br><a href="https://padlet.com/antoniomendonca888">https://padlet.com</a><strong>Opção A – </strong><strong><em>Pensando num tutor que está a iniciar o seu processo, indique três conselhos/sugestões para a prática da tutoria (um por cada um dos objetivos do processo de tutoria).<br></em></strong><br></div><div>1.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Autoexploração do tutorando</strong> – Compreensão é a palavra-chave. Deverás compreender em profundidade os problemas do aluno, obtendo a maior informação possível, não te contentando com respostas superficiais. Deverás resistir aos conselhos óbvios e refletir e encontrar vias de solução.</div><div>2.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Compreensão e envolvimento do tutorando</strong> – O comprometimento é a palavra-chave. Há que encontrar algum sentido de vida do aluno. Identificar os problemas e motivar para o comprometimento com o objetivo de superar o problema.</div><div>3.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Ação do tutorando</strong> – Mudança é a palavra-chave. Delinear um plano de mudança exequível e que promova o sucesso inicial como forma de motivação para o compromisso. O plano de mudança deverá ter etapas curtas e assegurar o passo seguinte.<br><br></div><div><a href="https://padlet.com/antoniomendonca888">/antoniomendonca888</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-17 09:22:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>antoniomendonca888</author>
         <link>https://padlet.com/antoniomendonca888/rxzhlouhtvgc/wish/131069470</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-10-17 09:23:23 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 2 – Tipos de Conhecimento</title>
         <author>mentorcf</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>António Mendonça – E1T2016 – turma 2<br></strong><br></div><div><strong> Opção A – </strong><strong><em>Na conversa com um tutorando surge o tema ”projeto de vida”. Importância de construir um projeto de vida …Como poderia introduzir os três tipos de conhecimento na conversa a propósito deste tema?<br></em></strong> Construir um projeto de vida é, indubitavelmente, um meio de organizar planos e categorizar as prioridades a serem alcançadas, traçando um caminho mais seguro e objetivo. <em>Para essa concretização, é imperioso que os alunos sejam agentes no processo da sua aprendizagem</em> (ZIMMERMAN, 1989), mas a influência do professor é preponderante, na medida em que ajuda o aluno a controlar eficazmente os seus processos de aprendizagem, criando oportunidades para serem colocadas em prática e transferindo estratégias para novas situações de resolução de problemas.</div><div><br></div><div>         Estas estratégias têm três etapas: aquisição, retenção e transferência. Não são mais que estratégias de autorregulação com o intuito do aluno assumir um controlo ativo, tornando-se eficiente e eficaz e capaz de monitorizar os seus próprios pensamentos, construindo o caminho da sua aprendizagem. Mas este processo desenvolve competências metacognitivas que englobam três tipos de conhecimento: declarativo, procedimental e condicional. O primeiro conhecimento – declarativo – pressupõe saber “o que é”, ou seja, aprender concretamente o conteúdo. A avaliação centrada neste conhecimento permite aceder ao tipo de conhecimento académico que o aluno possui sobre um determinado tema. Já o conhecimento procedimental está intrinsecamente associado à operacionalização.<em> Alunos com competências de conhecimento procedimental oleadas automatizam o processo, são capazes de realizar sequências na perfeição e estão disponíveis para usar diferentes estratégias quando ao longo do processo surge uma adversidade </em>(STANOVICH, 1990).<br><br></div><div>         A investigação e o bom senso recomendam que se recorra a novos formatos de avaliação de teor procedimental. Um aluno pode saber exactamente qual a tarefa a realizar e possuir conhecimento suficiente sobre a matéria e dominar as estratégias de aprendizagem, mas tem também de aprofundar a análise da tarefa, para que esta não fique incompleta e superficial. Ora, é aqui que entra o terceiro tipo de conhecimento – o condicional. O professor, nesta etapa, assume um papel preponderante, diversificando as tarefas e os contextos de aprendizagem, através de uma prática guiada com feedback centrado no desempenho.<br><br></div><div>        O papel do aluno passa por ativar de forma consciente estes processos cognitivos, assumindo o controlo e exercitando a sua metacognição.<br><br></div><div>        Os três tipos de conhecimento ajudam a definir um projeto de vida, mesmo que ele mude com o passar do tempo. Fortalece a motivação e a segurança na altura de tomar decisões, aumentando a hipótese de seguir pelo caminho certo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-26 14:56:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/antoniomendonca888/rxzhlouhtvgc/wish/133413123</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Módulo 2 – Tipos de Conhecimento<br></strong><br></div><div><strong>António Mendonça – E1T2016 – turma 2<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Opção A – </strong><strong><em>Na conversa com um tutorando surge o tema ”projeto de vida”. Importância de construir um projeto de vida …Como poderia introduzir os três tipos de conhecimento na conversa a propósito deste tema?<br></em></strong><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Construir um projeto de vida é, indubitavelmente, um meio de organizar planos e categorizar as prioridades a serem alcançadas, traçando um caminho mais seguro e objetivo. <em>Para essa concretização, é imperioso que os alunos sejam agentes no processo da sua aprendizagem</em> (ZIMMERMAN, 1989), mas a influência do professor é preponderante, na medida em que ajuda o aluno a controlar eficazmente os seus processos de aprendizagem, criando oportunidades para serem colocadas em prática e transferindo estratégias para novas situações de resolução de problemas.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Estas estratégias têm três etapas: aquisição, retenção e transferência. Não são mais que estratégias de autorregulação com o intuito do aluno assumir um controlo ativo, tornando-se eficiente e eficaz e capaz de monitorizar os seus próprios pensamentos, construindo o caminho da sua aprendizagem. Mas este processo desenvolve competências metacognitivas que englobam três tipos de conhecimento: declarativo, procedimental e condicional. O primeiro conhecimento – declarativo – pressupõe saber “o que é”, ou seja, aprender concretamente o conteúdo. A avaliação centrada neste conhecimento permite aceder ao tipo de conhecimento académico que o aluno possui sobre um determinado tema. Já o conhecimento procedimental está intrinsecamente associado à operacionalização.<em> Alunos com competências de conhecimento procedimental oleadas automatizam o processo, são capazes de realizar sequências na perfeição e estão disponíveis para usar diferentes estratégias quando ao longo do processo surge uma adversidade </em>(STANOVICH, 1990).<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A investigação e o bom senso recomendam que se recorra a novos formatos de avaliação de teor procedimental. Um aluno pode saber exactamente qual a tarefa a realizar e possuir conhecimento suficiente sobre a matéria e dominar as estratégias de aprendizagem, mas tem também de aprofundar a análise da tarefa, para que esta não fique incompleta e superficial. Ora, é aqui que entra o terceiro tipo de conhecimento – o condicional. O professor, nesta etapa, assume um papel preponderante, diversificando as tarefas e os contextos de aprendizagem, através de uma prática guiada com feedback centrado no desempenho.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; O papel do aluno passa por ativar de forma consciente estes processos cognitivos, assumindo o controlo e exercitando a sua metacognição.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Os três tipos de conhecimento ajudam a definir um projeto de vida, mesmo que ele mude com o passar do tempo. Fortalece a motivação e a segurança na altura de tomar decisões, aumentando a hipótese de seguir pelo caminho certo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-26 17:26:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/antoniomendonca888/rxzhlouhtvgc/wish/134438387</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Módulo 3 – Motivação<br></strong><br></div><div><strong>António Mendonça – E1T2016 – turma 2<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>2. Competências de relação interpessoal no âmbito da Tutoria.<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; O tutor-formando deve dar exemplos das três competências de atendimento (empatia, respeito e afetividade). São solicitados dois exemplos para cada competência, um de um exercício eficaz e outro de um exercício não eficaz na relação de tutoria.<br></strong><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; As três competências de relação interpessoal são, porventura, as mais importantes no âmbito do relacionamento entre tutor e tutorando. Torna-se, assim, fundamental que compreendamos (empatia), que acreditemos (respeito) e que nos preocupemos (afetividade). Será esta a base relacional que poderá levar ao processo de autoexploração como objetivo primeiro do processo de ajuda.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Empatia</strong> – O sucesso, nesta primeira dimensão, deverá estar isento de juízos de valor, principalmente se forem negativos. “Calçar os sapatos do outro” é, assim, preponderante. Imaginemos uma situação em que o aluno chega constantemente atrasado à primeira aula da manhã. O tutor diz que os professores se queixam dos seus atrasos, dizendo – “Não achas que já vai sendo tempo de assumires uma postura mais responsável e chegares a horas às aulas, como os teus colegas?”. Trata-se, obviamente, de um exercício não eficaz. Face a esta situação, o tutor deverá adotar uma atitude de maior compreensão e tentar descortinar o motivo pelo qual o aluno chega tarde às aulas e, posteriormente, estabelecer um compromisso de que na próxima semana ele irá esforçar-se para ser pontual. A monitorização do compromisso dar-se-á no próximo encontro entre o tutor e o tutorando.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Respeito</strong> – Acreditar na capacidade que o aluno tem de resolver os seus problemas. Façamos um exercício em que o aluno demonstre não gostar de um determinado professor, pois considera que o professor não gosta dele e é extremamente intolerante com as suas atitudes. Algumas vezes, o aluno manifesta comportamentos disruptivos ou sai da aula para não entrar em confronto com o professor. Neste contexto, o tutor pode corroborar com o professor, dizendo, por exemplo, que ou o aluno muda de atitude ou vai continuar a dar-se mal, mas, por outro lado, pode adotar uma atitude mais eficaz demonstrando que o professor apenas se preocupa com ele, com o seu bem-estar e que tenha um aproveitamento mais positivo. Se o professor não acreditasse no aluno, a sua atitude seria de indiferença. O professor preocupa-se e acredita nas capacidades do aluno.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Afetividade</strong> – Esta dimensão está intimamente relacionada com expressões não verbais, embora as expressões verbais também estejam presentes. O tom de voz utilizado, a linguagem corporal e as expressões faciais devem ser consideradas. Impõe-se uma utilização cuidadosa das palavras e escutar atentamente. Asseverar que o aluno tem de mudar imediatamente de atitudes e de uma forma ríspida será, certamente, contraproducente. Por outro lado, identificar que existe uma situação problemática e, de forma delicada, ajudar o aluno a encontrar uma solução para o problema será o caminho mais certeiro a percorrer.<br><br></div><div>Há que criar uma base para trabalhar a relação. Temos de compreender o tutorando se o quisermos ajudar, tendo em conta que ajudar é fazer um investimento significativo em alguém. O respeito cresce à medida que vamos observando os seus esforços para o comprometimento e para a mudança.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-01 12:13:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/antoniomendonca888/rxzhlouhtvgc/wish/135722438</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Módulo 4 – Modelos de autorregulação da aprendizagem<br></strong><br></div><div><strong>António Mendonça – E1T2016 – turma 2<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Opção C – Visualize o vídeo </strong><strong><em>Orcas Attack Seal</em></strong><strong> e descreva o que observou segundo o modelo PLEA.<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br></strong><br></div><div><em>O acrónimo PLEA corresponde às fases de planificação, execução e avaliação das tarefas de aprendizagem</em> (Rosário, 2004).<br><br></div><div>Após o visionamento do vídeo <em>Orcas Attack Seal</em>, fica bem patente de como, na natureza, os seres vivos são capazes de se organizar com vista à consecução de uma tarefa.<br><br></div><div>Na fase da planificação, as orcas definiram um objetivo. Elaboraram um plano que consistia em trabalhar em equipa para que de uma forma organizada isolassem a placa de gelo onde estava a foca. Posteriormente, movimentar-se-iam de forma a provocarem ondas para que, desta feita, a foca caísse ao mar.<br><br></div><div>Na fase de execução, a orca dominante emitia sinais e motivava o grupo para, persistentemente, se movimentar com o intuito de formar ondulação, ficando a foca vulnerável até cair à água. Colocaram o plano em prática e mantiveram-se focados.<br><br></div><div>Avaliação – O plano das orcas resultou. A foca capitulou. O objetivo das orcas foi alcançado. Tudo correu como planeado estrategicamente e tiveram a sua recompensa.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-07 11:25:38 UTC</pubDate>
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         <author></author>
         <link>https://padlet.com/antoniomendonca888/rxzhlouhtvgc/wish/137315095</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Módulo 5 – Estratégias de autorregulação<br></strong><br></div><div><strong>António Mendonça – E1T2016 – turma 2<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Opção A – Explique qual o procedimento/sequência para ensinar uma das estratégias de autorregulação da aprendizagem apresentadas anteriormente.<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br></strong><br></div><div>Rosário, Schunk e Zimmerman sustentam que é possível ensinar estratégias autorregulatórias da aprendizagem e, desta forma, promover o desenvolvimento gradual de competências de autorregulação dos alunos.<br><br></div><div>Nesse sentido, o primeiro procedimento passaria pela apresentação, por parte do tutor, da estratégia de aprendizagem através de uma instrução direta, conhecimento procedimental e por fim, conhecimento condicional. Simplificando: o quê? Como? Quando?<br><br></div><div>Existem quatro estádios de desenvolvimento: observação, imitação, prática guiada com feedback (autocontrolo) e autorregulação. Na primeira fase – observação – o professor deverá explicar a sua natureza e função através de uma instrução direta. Trata-se de um conhecimento declarativo em que o professor vai apresentar exemplos da tarefa e em que o aluno toma conhecimento das competências de aprendizagem.<br><br></div><div><em>Após o processo de observação, o aluno vai colocar em prática as estratégias observadas – imitação</em> (Zimmerman &amp;Rosenthal, 1974). Ultrapassada esta fase, o aluno vai ser ajudado pelo professor (prática guiada com feedback), mas progressivamente vai apropriar-se das estratégias, tendo algum controlo do processo.&nbsp;<br><br></div><div>No quarto estádio – autorregulação – o aluno já utiliza as estratégias autonomamente. Conhece-as e decide como e quando as utiliza, de forma controlada e independente das orientações do professor. Deu-se a transferência de aprendizagens.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-14 11:08:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/antoniomendonca888/rxzhlouhtvgc/wish/139047366</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Módulo 6 – Envolvimento escolar e possible selves<br></strong><br></div><div><strong>António Mendonça – E1T2016 – turma 2<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>2.3. Tarefa – Selecione um modo não verbal de comunicação eficaz e não eficaz e apresente uma situação no contexto de tutoria que exemplifique cada um deles.<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br></strong><br></div><div>Os comportamentos que o professor-tutor transmite são de extrema importância na medida em que influenciam a eficácia ou não eficácia da comunicação. De pouco adianta o professor-tutor transmitir por palavras que compreende determinado episódio relatado pelo tutorando se a sua linguagem corporal e facial exibirem, precisamente, o contrário. O elo de confiança pretendido, em situações como esta, poderá ser posto em causa. A empatia, respeito e afetividade têm de ser eficazmente transmitidas e às palavras têm de corresponder uma postura não verbal similar.<br><br></div><div>Costuma dizer-se que “os olhos são o espelho da alma”. Podemos sorrir com os olhos. Por conseguinte, centremo-nos na expressão facial. Um uso não eficaz, passará, por exemplo, num olhar vazio ou crítico que não condiz com os sentimentos e emoções que se pretendem exprimir.<br><br></div><div>Sempre estive muito atento à forma como comunico com os alunos e, nesse contexto, tenho noção que a linguagem corporal e facial têm de acompanhar as palavras e o seu significado. Isto é tanto mais importante aquando da apresentação dos alunos e do professor. Relativamente à tutoria, recordo a primeira sessão que tive com os alunos. Sabia que era preponderante que na primeira sessão houvesse empatia. Tentei sempre manter um contacto ocular sem ser intrusivo. Se o aluno se sentisse relaxado, calmo e tranquilo, sentisse empatia, respeito e afetividade nas palavras e nos gestos, sentir-se-ia confortável e seria o caminho para construir uma base assente num relacionamento sólido e facilitador da comunicação. Se, por outro lado, a linguagem não verbal for um obstáculo na comunicação, o tutorando irá fazer de tudo para não continuar com as sessões e a atmosfera de segurança e confiança ficará minada.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-21 11:19:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/antoniomendonca888/rxzhlouhtvgc/wish/139654675</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Módulo 4 – Modelos de autorregulação da aprendizagem<br></strong><br></div><div><strong>António Mendonça – E1T2016 – turma 2<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Opção C – Visualize o vídeo </strong><strong><em>Orcas Attack Seal</em></strong><strong> e descreva o que observou segundo o modelo PLEA.<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br></strong><br></div><div><em>O acrónimo PLEA corresponde às fases de planificação, execução e avaliação das tarefas de aprendizagem</em> (Rosário, 2004).<br><br></div><div>Após o visionamento do vídeo <em>Orcas Attack Seal</em>, fica bem patente de como, na natureza, os seres vivos são capazes de se organizar com vista à consecução de uma tarefa.<br><br></div><div>Na fase da planificação, as orcas definiram um objetivo. Elaboraram um plano que consistia em trabalhar em equipa para que de uma forma organizada isolassem a placa de gelo onde estava a foca. Posteriormente, movimentar-se-iam de forma a provocarem ondas para que, desta feita, a foca caísse ao mar.<br><br></div><div>Na fase de execução, a orca dominante emitia sinais e motivava o grupo para, persistentemente, se movimentar com o intuito de formar ondulação, ficando a foca vulnerável até cair à água. Colocaram o plano em prática e mantiveram-se focados.<br><br></div><div>Avaliação – O plano das orcas resultou. A foca capitulou. O objetivo das orcas foi alcançado. Tudo correu como planeado estrategicamente e tiveram a sua recompensa.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-23 19:45:06 UTC</pubDate>
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