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      <title>Macrorregião III  by Bruno</title>
      <link>https://padlet.com/brunorocha_cosemspa/rwcdl0m1uhv2xh23</link>
      <description>Apoiadores
Bruno Rocha (Região Xingú)
Priscila Cabral (Região Tapajós)
Rosicléia (Região Baixo Amazonas)
Coordenadora: Ângela Pessoa
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-06-26 04:41:42 UTC</pubDate>
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         <title>Fragilidades da Região do Xingú no enfrentamento do SARS-COV-2</title>
         <author>brunorocha_cosemspa</author>
         <link>https://padlet.com/brunorocha_cosemspa/rwcdl0m1uhv2xh23/wish/640743527</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li>A Região do Xingú/transamazônica, faz parte da <strong>3ª grande Região de Saúde do Pará </strong>é formada pelos municípios de <strong>Altamira</strong>, <strong>Anapú</strong>, <strong>Brasil Novo</strong>, <strong>Medicilândia</strong>, <strong>Pacajás</strong>, <strong>Porto de Moz</strong>, <strong>Senador José Porfírio</strong>, <strong>Uruará </strong>e <strong>Vitória do Xingu.</strong></li></ul><div><br></div><div><br></div><blockquote><pre><strong><em>No Âmbito da Gestão</em></strong></pre></blockquote><div><br>É interessante evidenciar que, mesmo com todos o estudos científicos que norteiam a pandemia de Sars-Cov-2, existe muita especulação no País. Essa incerteza, fragiliza a gestão haja vista que <strong>não consegue estabelecer um planejamento estratégico</strong> voltado para as grandes esferas que envolve o combate ao covid19: Prevenção, diagnóstico, tratamento, reabilitação.<br>Outro fator é a a<strong>usência de reuniões deliberativas</strong> - CIR,CIB e CIT, de forma presencial, onde a presença dos atores sociais define estratégias importantes para o andamento das políticas públicas de saúde em todo País, e consequentemente, na Macrorregião III e na Região de Saúde do Xingú. Destaco que a utilização de meios virtuais para amenizar a situação tem trazido bons resultados, as lives são orientativas e bastante democráticas. Os Cosems, representados através do CONASEMS em Parceria com o MS, impulsionados pela rede colaborativa são, hoje, as ferramentas efetivas de combate ao vírus.<br><br></div><blockquote><pre><strong>No Âmbito da Média e Alta Complexidade</strong></pre></blockquote><div><br>No Pará o processo de regionalização foi construído à luz dos vazios regionais marcantes na saúde do povo paraense. <strong>Os contrastes na densidade tecnológica</strong> dos serviços de saúde foram "escancarados" na pandemia. Digo isso, pois estamos sofrendo por falta de leitos de medicina intensiva, leitos clínicos, respiradores, insumos, medicamentos para tratamento preconizado, superlotação. Essa avalanche de lacunas se resume na morte de pessoas, em sua maioria carente, haja vista que não lhes é garantido acesso ao sistema.<br><br>A criação dos Centros de Operações Emergenciais (COEs) e Hospitais de Campanha por todo país, inclusive aqui na Região do Xingú, foi uma estratégia (válvula de escape) para baixa densidade tecnológica no Pará, e sua distribuição irregular. Porém a <strong>morosidade dos Laboratórios Centrais na confirmação diagnóstica,</strong> associada a <strong>insuficiente produção de testagem rápida </strong>pelo governo federal, desarticulou e ainda prejudica o andamento do referidos centros e da MAC como um todo na região do Xingú.<br><br><br></div><blockquote><pre><strong>No Âmbito da Atenção Básica/Saúde Coletiva/Estratégia de Saúde das Famílias</strong></pre></blockquote><div><br> A porta de entrada do Sus sentiu o abalo técnico-estrutural da Pandemia. Gostaria de elencar nossa reflexão.<br><br>Temos, por sua vez, uma <strong>Estrutura Física, de recursos humanos e insumos insuficiente</strong> para as necessidades de combate ao sars-cov2. Um exemplo forte disso, é a <strong>ausência de médicos</strong> para o trabalho, a <strong>não efetivação dos intercambistas</strong>, baixo poder de contratação. <strong>Não se conseguiu</strong>, até o momento, conjugar a atenção básica em <strong>um fluxo capaz e contínuo de referenci</strong>a aos que extrapolam as competências das ESF locais.</div><div>Somando a isso, observamos a <strong>dificuldade das ESF/UBS de cumprirem suas obrigações atreladas ao novo financiamento</strong> pela desorganização do processo de trabalho ocasionado pela necessidade de remanejamento profissional para áreas estratégicas. Assim, metas importantes estão sendo pormenorizadas em razão da pandemia. Esse fenômeno nacional precisa ser entendido pelo MS para que não haja penalização dos municípios.<br><br></div><blockquote><pre><strong>No Âmbito da Vigilância em Saúde</strong></pre></blockquote><div><br>Os espaços territoriais começaram a ser delimitados por <strong>barreiras sanitárias para reduzir o fluxo migratório </strong>e favorecer o isolamento social, única estratégia palpável á nossa população aqui no Xingú.<br><strong>A amplitude dessa ação necessita de pessoal capacitado e estrutura física para sua efetivação.</strong> Não possuímos, na região, essa prerrogativa, mesmo com o trabalho incansável de nossos guerreiros da saúde<br>A falta de apoio, em algumas situações, das chamadas forças auxiliares para o trabalho - As polícias, Demais secretarias, Exército, Marinha, o Próprio Governo Estadual - prejudica a efetividade do controle sanitário.<br><br>Há de se ressaltar, que a Vigilância Local fara o <strong>monitoramento dos casos suspeitos em isolamento horizontal</strong>. Para isso, faz-se necessário ampliação da estrutura física e de recursos humanos. <strong>Dado o subfinanciamento da saúde, a ação torna-se um obstáculo.<br></strong><br></div><blockquote><pre><strong><em>GERENCIAS E COORDENAÇÕES</em></strong></pre></blockquote><div><strong><br></strong>Imediatamente, resgato o pensamento de que a apropriação do que se está posto sobre determinado tema, assunto, evidência da área da saúde fortalece a difusão da metodologia de trabalho ada rede colaborativa. <br>Vejamos que é possível, mesmo em situação de pandemia de sars-cov-02, produzir Educação permanente para o fortalecimento das coordenações.<br><br></div><div>Destaco:</div><ul><li>O repasse de informações com máximo de exatidão  - fontes oficiais, notas técnicas orientadoras, desenhos diferenciados da normativa em todo país;</li><li>Compartilhamento de experiências exitosas relativas ao enfrentamento do covid 19. o Uso obrigatório de máscaras, por exemplo, foi medida adotada por municípios em todo país, oriunda de países que o fizeram e tiveram resultados satisfatórios;</li><li>Disponibilidade dos serviços de apoio, como o da rede, para esclarecimento de dúvidas no âmbito da gestão e da execução. Criar um " norte", um "porto seguro" , uma referência para onde se pode ir em caso de lacunas que surgem diante de um processo que é novo.</li></ul><div><br></div><blockquote><pre><strong>Rede de Atenção a Saúde no âmbito do SARS-COV-02</strong> </pre></blockquote><div><br></div><div>A Existem dois fatores limitantes que iniciam a falta de acessibilidade aos serviços de saúde no Pará - a baixa densidade tecnológica em saúde e os vazios assistenciais que geram padrões diferenciados de aceso nas macrorregiões.<br><br>Hoje, para o enfrentamento do covid 19, os Centros de Operações Emergenciais e os Hospitais de campanha são o espelho da baixa eficácia dos serviços de acolhimento no Para - aqui não se pode generaliza - principalmente quando o assunto é Redes de Atenção.<br><br>Destaco dois fatores, de muitos, a serem repensados prioritariamente:<br><br></div><ul><li><strong>Planejamento Regional Integrado</strong> - este precisa estar voltado para as especificidades locais e vinculado a disponibilidade de serviços;</li><li><strong>Burocracia dos fluxos assistenciais</strong> - neste quesito o entendimento das disparidades tecnológicas por toda região direcionaria a tomada de decisão; É preciso desburocratizar, eliminar a excessiva influencia administrativa, simplificar fluxos, readequá-los, dinamizar serviços, excluir listas de espera mediante planejamento estratégico ascendente, etc.</li></ul><div><br></div><blockquote><pre>RECURSOS HUMANOS, MEDICAMENTOS E INSUMOS</pre></blockquote><div><br>Gostaria, antes de estabelecer fragilidades sobre insumos destacar que <strong>recursos humanos qualificados e disponíveis têm sido uma fragilidade desafiadora</strong> para municípios menores, a exemplo do recrutamento de médicos para interior do país. Com a ausência de planos de cargos , carreiras e salários dignos, profissionais procuram grandes centros urbanos e lá se concentram, salvaguardam sua profissão e qualidade de vida;<br><br><strong>A disponibilidade de insumos e medicamentos na rede pública é desproporcional às necessidades de saúde da população</strong>. Destaco 03 fragilidades capitais:<br><br></div><ul><li><strong>Matéria prima</strong>  - produção de medicamentos necessitam de matéria prima específica, difícil de encontrar, necessitando de importações;</li><li><strong>Alto custo de insumos e medicamentos no Pará </strong>- isso é determinado pela lei da oferta e da procura. O ministério da saúde deve exercer a vigilância sobre o controle de preços de medicamentos e insumos para saúde, não só normatizando, mas designando vigilâncias federas par esse fim;</li><li><strong>Monopólio/cartel de empresas</strong> fornecedoras de medicamentos, desrespeitando a livre concorrência e precipitando em mais de 100% o preço de equipamentos, medicamentos e insumos para saúde. Um Rx com preço de mercado de 75 mil reais, na região norte chega a custar 300 mil reais;</li><li><strong>Custo de envio desses materiais </strong>é mais oneroso para regiões de difícil acesso, aqui por exemplo é a região da famosa transamazônica;</li></ul><div><br></div><blockquote><pre><strong><em>SESA</em></strong></pre></blockquote><div><strong><br></strong>Algumas Fragilidades</div><ul><li>Conflitos de natureza política com municípios ;</li><li>desarticulação administrativas com seus própios níveis centrais;</li><li>]Omissão financeira, desde o início da pandemia no Pará;</li><li>Plano de enfrentamento construído de forma tardia, apenas replicando aquilo que o MS criou, não adequando as realidades locais;</li><li>Falta de critério técnico na distribuição de Equipamentos, EPI´s, insumos, que foram doados pelo MS e iniciativa privada;</li></ul><div><br></div><blockquote><pre><strong>COSEMS-PA</strong></pre></blockquote><div><br></div><ul><li>Em nossa região, cujo acesso geográfico e virtual é deficiente , fazer Cosems é uma tarefa desafiadora, com todo respeito aos demais conselhos por todo País;</li><li>A dificuldade no entendimento da Justiça no posicionamento do COSEMS sobre a necessidade do uso de médicos cubanos remanescentes para atuação na pandemia, pois sofremos com escassez de médicos;</li><li>Por vezes o ministério da saúde edita normativas que geram duplicidade de interpretação. Nisso, cabe ao Cosems articular seus braços de apoio para sanar essa deficiência;</li></ul>]]></description>
         <pubDate>2020-06-26 05:26:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunorocha_cosemspa/rwcdl0m1uhv2xh23/wish/640743527</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>brunorocha_cosemspa</author>
         <link>https://padlet.com/brunorocha_cosemspa/rwcdl0m1uhv2xh23/wish/640756037</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Reflexões sobre a atuação do Apoio em tempos de Pandemia</em></strong> <br><br><br></div><ul><li>Ao nosso entendimento, apropriar-se dos conhecimentos científicos existentes (mesmo que escassos) foi o ponto de partida para desenvolvimento de habilidades sobre o tema;</li><li>Acompanhamento em tempo real de normatizações, protocolos, decretos, qualquer nomenclatura oficial que se remete a covi19, traz o conhecimento fundamental para o apoio na implementação, junto aos municípios,  dos fluxos de atendimento, implantação de protocolos técnicos,  e fluxos assistenciais;</li><li> A forma de repasse dessas informações às coordenações foram sempre acompanhadas de disparos reflexivos objetivando a adequação das normatizações as realidades locais;</li><li>o Fortalecimento das coordenações ocorre quando essas estratégias citadas se consolidam, mais que isso, quando passam a fazer parte da rotina de trabalho da equipe, que a cada dia que passa entende o processo e é capaz, inclusive de implementar.</li></ul>]]></description>
         <pubDate>2020-06-26 05:54:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O Progresso do Trabalho em Equipe !!! </title>
         <author>brunorocha_cosemspa</author>
         <link>https://padlet.com/brunorocha_cosemspa/rwcdl0m1uhv2xh23/wish/645524122</link>
         <description><![CDATA[<div>Parabéns aos Guerreiros da Saúde.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=fJzkYRwjc6Y" />
         <pubDate>2020-07-02 01:56:26 UTC</pubDate>
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         <title>Fragilidades da Região Baixo Amazonas no enfrentamento de SARS- COV-2</title>
         <author>rosiborgescosemspa</author>
         <link>https://padlet.com/brunorocha_cosemspa/rwcdl0m1uhv2xh23/wish/645556272</link>
         <description><![CDATA[<div>A região de saúde Baixo Amazonas é composta por 14 municípios, sendo eles <strong>Alenquer, Almeirim, Belterra, Curuá, Faro, Juruti, Monte Alegre, Mojuí dos Campos, Óbidos, Oriximiná, Placas, Prainha, Santarém e Terra Santa</strong>, totalizando uma população de aproximadamente 771.715 habitantes <br>Tem em sua maior cidade, Santarém, o pólo de saúde, sendo este, o município de referencia para Média e Alta Complexidade para mais de 20 município, das regiões de saúde Tapajós e Xingu. Com a pandemia causada pela Covid-19, foi implanto o Hospital de Campanha de Santarém, servindo de suporte aos casos moderados e graves.<br><br>Descrição das Fragilidades observadas<br><br></div><blockquote><pre>Gestores de saúde </pre></blockquote><ul><li>.Baixa autonomia da gestão municipal para tomada de decisões a cerca das ações e estratégias a serem adotadas pelos serviços de saúde.</li><li>Baixa autonomia financeira da gestão municipal, onde muitas secretarias dependem de investimento e custeio por meio das Prefeituras para custear as ações ou a gestão financeira não está sob sua responsabilidae;</li><li>Baixo conhecimento a cerca do combate e controle da Epidemia;</li></ul><div> </div><div> </div><blockquote><pre>Gerências e coordenações de serviços, </pre></blockquote><ul><li>Dificuldade em planejar ações baseadas em evidências e protocolos dos órgãos competentes, bem como dificuldade em estabelecer e seguir protocolos e fluxogramas nos serviços;</li><li>Dificuldade de provimento de pessoal para manutenção dos serviços, por falta recursos humanos, principalmente médicos, por exemplo para implantação dos Centros de Atendimento para o Enfrentamento da covid-19;</li><li>Diminuição nos atendimentos nos serviços de saúde, bem como suspensão de algumas atividades sem planejamento adequado, deixando parte da população sem acompanhamento/atendimento.</li></ul><div> </div><blockquote><pre>Insumos</pre></blockquote><ul><li>Altos preços de produtos aliados a falta no mercado, desabastecendo os serviços;</li><li>Ausência de planejamento frente ao combate a pandemia e provisão de insumos adequadas aos serviços desenvolvidos;</li><li>Dificuldade no abastecimento dos insumos, devido as distancias entre os município e as mediadas de restrição de transporte sem planejamento adequado para a garantia do abastecimento dos municípios;</li></ul><blockquote><pre> Vigilâncias</pre></blockquote><ul><li>Infraestrutura insuficiente para o atendimento da demanda de serviços;</li><li>Dificuldade de articulação com os demais setores de saúde envolvidos;</li><li>Desarticulação dos sistemas de informações, fazendo com que muitas vezes a mesma informação seja inserida em diversos locais, sobrecarregando o serviço por não serem sistemas integrados;</li><li>Sobrecarga de trabalho para a equipe de profissionais, pois de modo geral esses serviços sempre foram negligenciados e contam com poucos recursos humanos;</li></ul><div> </div><blockquote><pre>Atenção Básica,</pre></blockquote><ul><li>Revisão e reformulação do processo de trabalho incorporando as medidas de prevenção;</li><li>Demora na reorganização da rede de atenção primária, para garantir segurança no atendimento e oferta adequada de serviços;</li><li>Demora na implantação e protocolos e fluxos de atendimentos;</li><li>Ausência do profissional médico para credenciamento dos Centros de Referência</li></ul><div> </div><blockquote><pre> Pontos de Atenção da RAS</pre></blockquote><ul><li>Baixa capacidade instalada de leitos de UTI, serviço está superlotado, mesmo antes da pandemia;</li><li>Dificuldade de acesso aos exames de PCR, distância e logística para envio das amostras para capital do estado;</li><li>Dificuldade de suporte diagnóstico, exemplo Tomografia Computadorizada, pois a maioria dos municípios são distantes e não tem condições de enviar seus pacientes via ambulatorial. Mesmo para os mais próximos, não há protocolos para realização desse serviço, embora tenha-se o aparelho no município de referência.</li></ul><div> </div><blockquote><pre>SESA</pre></blockquote><ul><li>Dificuldade de orientar os diversos municípios, respeitando a condição e realidade de cada um;</li><li>Demora na distribuição dos Epis, medicamentos e insumos gerenciados pelo estado;</li><li>Divergências entre os sistemas de informações e boletins;</li><li>Centralização na SESA da divulgação dos resultados de RT-PCR, sem informação prévia ao município; </li><li>Não realização da CIR presencial e também utilizados as ferramentas virtuais;</li></ul><div> </div><blockquote><pre> COSEMS</pre></blockquote><ul><li>Dificuldade de articulação com a SESPA, as vezes sente-se a impressão de disputa de espaços;</li><li>Dificuldade de sensibilização dos gestores para a manutenção das atividades essênciais à gestão local como regularidade de informações e instrumentos de gestão.</li></ul>]]></description>
         <pubDate>2020-07-02 02:50:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunorocha_cosemspa/rwcdl0m1uhv2xh23/wish/645556272</guid>
      </item>
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         <title>Fragilidades da Região Tapajós no enfrentamento do SARS-COV-2</title>
         <author>cabral_pri</author>
         <link>https://padlet.com/brunorocha_cosemspa/rwcdl0m1uhv2xh23/wish/645655665</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>A Região Tapajós é formada por 6 municípios: Aveiro, Itaituba, Jacareacanga, Novo Progresso, Rurópolis é Trairão, tem uma população total de 175.635 habitantes.</strong><br><br></div><div><strong>1.</strong>      <strong>FRAGILIDADES:</strong></div><div> </div><blockquote><pre>GESTORES DE SAÚDE</pre></blockquote><div>*  Dificuldade na tomada de decisões e providências para as medida de controle. </div><div>*  Dificuldade de protocolos clínicos por indefinição na conduta de tratamentos com eficácia.</div><div>*  Conhecimento limitado a princípio da pandemia o que é uma fragilidade para todos.</div><div>*  Dificuldade na conciliação entre isolamento social e economia forçando a publicação de vários decretos como medida de controle.</div><div>*  Falta de autonomia para aquisição de insumos EPI´s, medicações e aparelhos para o combate do COVID. </div><div> </div><blockquote><pre>GERENCIAS E COORDENAÇÕES DE SERVIÇOS</pre></blockquote><div>*  Dificuldade de apropriação (portarias, notas técnicas, vídeos educativos, manuais de manejo) pela oferta de publicações.</div><div>*  Redução de funcionários por medo, afastamento por serem pacientes crônicos ou do grupo de risco, por estarem contaminados.</div><div>*  Falta de compartilhamento de protocolos com trabalhadores da ponta devido à demora de uso de meios de comunicação virtual (reunião on-line). </div><div>*  Ausência de articulação e manutenção com o controle social. </div><div> </div><blockquote><pre>INSUMOS</pre></blockquote><div>*  Dificuldade na aquisição de insumos em virtude da pratica de altos preços pelos fornecedores e ofertas de produtos com baixa qualidade.</div><div>*  Demora na entrega e escassez de matérias (EPI´s, medicamentos, testes rápidos) em virtude da distancia dos municípios.</div><div> </div><blockquote><pre>VIGILÂNCIAS </pre></blockquote><div>*  Setores com estruturas precárias. </div><div>*  Insuficiência de recursos humanos.</div><div>*  Excesso de sistemas para alimentar tais como E-SUS VE, monitoramento do estado e quando interno o SRAG, sendo que se fossem unificados, otimizariam o tempo. </div><div>*  Demora na elaboração de fluxos e no repasse aos profissionais dos demais setores.</div><div>*  Inércia por parte da equipe de coordenação de vigilância na comissão de combate ao COVID.</div><div>*  Dificuldade de Monitoramento da população indicada à quarentena. </div><div>*  Dificuldade na organização de trabalho devido a grande rotatividade de profissionais.</div><div> </div><blockquote><pre>ATENÇÃO BÁSICA</pre></blockquote><div>*  A atenção básica vai muito além de atendimento a doentes ela tem o intuito de evitar e minimizar a enfermidade.</div><div>*  Redução de funcionários, com boa parte pertencendo ao grupo de risco.</div><div>*  Insuficiência de profissional médico.</div><div>*  Ausência de integração entre a equipe de vigilância e a equipe da atenção básica, gerando ineficácia nas informações de notificações e monitoramento.</div><div>*  Baixa cobertura de ACS para a realização de orientação e manutenção do cuidado. </div><div>*  A demora na adaptação de fluxos de atendimento para pacientes com comorbidades.</div><div> </div><blockquote><pre>PONTO DE ATENÇÃO RAS</pre></blockquote><div>*  Dificuldades de deslocamento em virtude de longas distâncias e estradas precárias. </div><div>*  Ausência de retornos de informação sobre os pacientes com entrada nas Unidades Temporária (Hospitais de Campanha) e Regional. </div><div>*  Ausência de leitos de UTI suficiente para atendimento para pacientes com COVID-19.</div><div>*  A Região está na tentativa de inauguração do Hospital Regional, porem desde o início vem se criando expectativas e a cada dia se prolonga essa inauguração, já houve processo seletivo para contratação e treinamento de profissionais.</div><div>* Inconsistência na alimentação dos sistemas de regulação, uma das principais reclamações dos reguladores era a falta de atualização do boletim médico diário dos pacientes.</div><div> </div><blockquote><pre>SESPA</pre></blockquote><div>*  Falta de alinhamento dos boletins informativos da COVID.</div><div>*  Demora no envio de material de SWAB ao laboratório Central devido às trocas de voo que gerava automaticamente o atraso nos resultados.</div><div>*  Total controle na divulgação de resultados positivos por PC-PCR portal da SESPA, sem comunicar o município responsável pelo paciente.</div><div>*  Demora na alimentação do sistema de exames GAL com os resultados.</div><div>*  Inconsistência de informação no sistema do estado por não conter formas de excluir duplicidades lançadas pelo digitador, função disponível somente pela Regional. </div><div> </div><div> </div><blockquote><pre>COSEMS</pre></blockquote><div><br></div><div>Vem desde início desta pandemia repassando o máximo possível de informações, podemos destacar por diversas vezes a disponibilidade de Lives e reuniões de orientação.<br><br></div><div>*  Dificuldade na comunicação com a SES, considerando que o diálogo é cheio de ruídos, o que resultou na impossibilidade de realização de reuniões de CIR é SIB, enfraquecendo as articulações e pactuações.</div><div>*  Os exaustivos diálogos entre o COSEMS e a SESPA não foram suficiente para garantia dos acordos firmados, o que gerou partilha desigual entre o que ficou retido de medicamentos, EPI´s e testes rápidos no Estado e o que foi disponibilizado para os municípios.</div><div> </div><div>2.      <strong>REFLEXÕES A CERCA DA ATUAÇÃO DO GRUPO DE APOIO NESSE MOMENTO DE PANDEMIA:<br><br></strong>* O apoio tornou-se ainda mais fundamental na facilitação de acesso dos gestores. Em tempos de Pandemia, desenvolveu-se estratégias de orientações a distância com mais frequência. <br>* Por diversas vezes como apoiadora me via em situações de cobranças aos gestores e coordenadores dos municípios para a pontualidade de dados cobrados pelo Estado. A falta desses dados poderiam implicar em perdas para estes municípios.<br>* Conversas para entendimento das solicitações feitas por esses gestores, que muitas vezes se sentiram perdidos no início da Pandemia. <br>* Além dos repasses das Portarias, Notas Técnicas, LIVES, havia o envio de um resumo para os gestores, pois sabia da dificuldade de tempo para fazer a leitura ou assistir as orientações.  <br>*Percebe- se que quando se solicita ajuda de apoiadores para divulgação se tem um resultado rápido da resposta,  isso se dá pela aproximação entre apoio, coordenações e gestores. <br>* Houveram tentativas de solicitações de CIB, porém a maioria dos gestores dessa região não se disponibilizaram para participar. <br>*Haviam cobranças da Regional no grupos de CIB que quando questionadas pelo o apoio para os coordenadores as demandas já haviam sido enviadas, Caracterizando a falta de alinhamento da Regional.   <br><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-02 05:34:32 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>REGIÃO TAPAJÓS </title>
         <author>cabral_pri</author>
         <link>https://padlet.com/brunorocha_cosemspa/rwcdl0m1uhv2xh23/wish/646557919</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><pre><strong>Que competências e habilidades eu preciso desenvolver para acompanhar e fortalecer as gerências e coordenações na implementação de ações para organização da RAS no enfrentamento da COVID 19?</strong></pre></blockquote><div><br>* Reinventar o apoio a distância,  fazendo uso cada dia mais de ferramentas virtuais e aperfeiçoar o uso desses artifícios tecnológicos. <br>* Observar melhor e particularmente a fragilidade de cada município para assim desenvolver ajuda específica de cada um.  <br>* Aumentar o contato de articulação com os  gestores e coordenadores para assim ajudar nas elaborações de suas ações. <br>*Incentivar as realizações de CIB da região.  <br>* Aumentar ainda mais o repasse de informações ao gestores de forma mais simples e compacta.  <br>* Diminuir o tempo de resposta e retorno aos gestores.<br><br><br></div><blockquote><pre><strong>Como os conteúdos do módulo 3 contribuíram na minha atuação no Apoio para o enfrentamento da pandemia?</strong></pre></blockquote><div>A plataforma sempre teve um modo inovador e descontraído de informar e capacitar o apoiador.  Vivíamos em épocas de Novo Financiamento e a plataforma não fez diferente,  reinventou- se para mas uma vez ajudar o apoio.  <br>O módulo três trouxe exatamente o que tínhamos necessidades, trouxe estratégias e orientações aos apoiadores para o melhor trabalho com os gestores.  <br>Os assuntos do modulo 3 nos fizeram participantes e atuantes maiores no processo de apoio durante o enfrentamento da pandemia.</div>]]></description>
         <pubDate>2020-07-03 04:07:51 UTC</pubDate>
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         <title>REGIÃO TAPAJÓS </title>
         <author>cabral_pri</author>
         <link>https://padlet.com/brunorocha_cosemspa/rwcdl0m1uhv2xh23/wish/646565019</link>
         <description><![CDATA[<div>Um pouco de cada cidade: Município de Rurópolis com a sua cabine de desinfecção e seu primeiro parto de gestante com COVID-19; Município de Aveiro com a entrega de uma ambulancha para sua comunidade; Município do Trairão disponibilizou atendimento psicológico via Whatsapp e divulgou a imagem de desenho sobre ondas de infecção para melhor explicar a importância do isolamento social; Município de Jacareacanga teve pacientes removidos para o hospital de Campanha de Santarém e inauguração da sua Unidade de Saúde Fluvial; Município de Itaituba inaugura a sua usina de oxigênio e faz aquisição de máscaras de mergulho.<br>Todos usando o artifícios que podem para elaborar um bom trabalho de combate a Pandemia.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-03 04:21:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rosiborgescosemspa</author>
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         <description><![CDATA[<div>AS DIFICULDADES NOS UNE, NOS DESAFIA E NOS TOCA. MAS NÃO NOS AFASTA DO NOSSO MAIOR BEM:<br> <strong><em>O OUTRO <br></em></strong><br></div><blockquote><em><sup>Atendimentos Itinerantes realizados pelo Município de Santarém e Barreira Sanitária no municipio de Oriximiná.</sup></em></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-04 04:31:21 UTC</pubDate>
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         <title>Região Baixo Amazonas</title>
         <author>rosiborgescosemspa</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Reflexões acerca da atuação do grupo de Apoio nesse momento de pandemia<br></strong><br>A distância imposta pela pandemia, nos levou para outros caminhos antes não tão explorados, vemos agora que também é possível estar presente e Apoiar na distância física e presença em apoio, aconselhamento e divulgação de informações.<br><br></div><div>O contato com os municípios e coordenações demonstra-se uma face positiva de todo o processo que estamos vivendo, embora nem todos tenham o entendimento acertado de suas responsabilidades. <br>responsabilidades. <br><br></div><div>O Apoiar se tornou mais desafiador, as novidades têm sido diárias, acompanhar requer dedicação e tempo. As ferramentas tecnológicas tem ajudado bastante. Há necessidade de aprimorar o uso delas, bem como intensificar e melhorar o vinculo com os municípios e um momento tão difícil.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-04 05:30:43 UTC</pubDate>
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         <title>REGIÃO XINGÚ </title>
         <author>cabral_pri</author>
         <link>https://padlet.com/brunorocha_cosemspa/rwcdl0m1uhv2xh23/wish/647347798</link>
         <description><![CDATA[<div>Como os conteúdos do módulo 3 contribuíram na minha atuação no apoio para o enfrentamento da pandemia? <br><br>Aqui reforço a ideia de que todo processo de planejamento para a formulação de politicas de saúde nasce do que se está posto para estudo. <br>A plataforma foi capaz de nos trazer até aqui com metodologia dinâmica através de textos reflexivos sobre o corona vírus, vídeos em discussão aberta para tratar de assuntos estratégicos, video-aulas, pdf´s. <br>Em último destaque, a criação da biblioteca virtual de assuntos relacionados ao COVID19 é a consolidação do trabalho técnico dos profissionais da rede colaborativa. Essa ferramenta é fundamental para o aprimoramento dos apoiadores, é também um norte para onde ir em caso de dúvidas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-04 12:30:17 UTC</pubDate>
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         <title>Região Baixo Amazonas</title>
         <author>rosiborgescosemspa</author>
         <link>https://padlet.com/brunorocha_cosemspa/rwcdl0m1uhv2xh23/wish/647457440</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><pre><strong><em>Que competências e habilidades eu preciso desenvolver para acompanhar e fortalecer as gerências e coordenações na implementação de ações para organização da RAS no enfrentamento da COVID 19?</em></strong></pre></blockquote><div><br></div><ul><li>Capacidade de conciliar o trabalho como enfermeira no município de residência com as atividades do Apoio, a fim de aumentar o tempo de dedicação e qualidade da atividades</li><li>Melhorar o tempo de respostas as demandas dos gestores, da coordenação do apoio e atividade da plataforma.</li><li>Intensificar o contato com os gestores e equipes técnicas para melhorar os vínculos.</li><li>Demonstrar à SESPA que não há disputa por espaço e que é necessário somarmos forças.</li></ul><div><br></div><blockquote><pre><strong><em>Como os conteúdos do módulo 3 contribuíram na minha atuação no Apoio para o enfrentamento da pandemia?</em></strong></pre></blockquote><div><br></div><div>As atividades e aulas na Plataforma foram coerentes com o período e dificuldades vivenciadas. <br><br></div><div>Nos possibilitou maior reflexão sobre o tema, proporcionando o olhar de diferentes óticas, além do turbilhão de informações e desafios diários vivenciado pelos municípios e suas equipes. <br><br></div><div>As atividades, textos, lives e reflexões foram um embasamento importante, dando maior segurança para que nós apoiadores desenvolvêssemos nossas atividades juntos aos municípios. <br><br></div><div>Assim como as atividades anteriores do Curso de Aprimoramento, sempre foram atuais e retratavam a vivência do apoio e dos municípios. Assim sempre auxiliando nosso trabalho, fortalecendo a Rede Colaborativa, pois sempre se mostrou, emergir das necessidades das gestões municipais e do dos serviços de saúde, contribuindo para um SUS vivo e dinâmico.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-04 18:55:11 UTC</pubDate>
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         <title>Região Tapajós </title>
         <author>cabral_pri</author>
         <link>https://padlet.com/brunorocha_cosemspa/rwcdl0m1uhv2xh23/wish/647521235</link>
         <description><![CDATA[<div><br>REDE APS PUBLICA BOLETIM INFORMATIVO SOBRE A EXPERIÊNCIA DE RURÓPOLIS NO COMBATE À COVID 19<br><br>      No dia 03 de junho de 2020, a Secretária de Saúde participou de uma reunião on line com Comitê Gestor da Rede APS, da Associação Brasileira de Saúde Coletiva - ABRASCO, que conta com pesquisadores de diversos Estados Brasileiros e que fizeram várias perguntas sobre como foi a organização da rede municipal para o enfrentamento da pandemia. <br>      O convite para a reunião partiu da Dra Ligia Giovanella, pesquisadora da FIOCRUZ, autora de diversos livros e artigos, uma referência nacional em estudos sobre saúde pública, atenção primária e saúde coletiva. <br>      A SEMSA Rurópolis agradece o convite em representar municípios rurais remotos da Amazônia na série de Boletins Informativos da Rede APS. <br>     </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-04 23:30:23 UTC</pubDate>
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