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      <title>Digitalfólio - Universalidade by Karine Castro</title>
      <link>https://padlet.com/karinecastromcz/rw9l2pdr28ub7s0e</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-08-18 23:21:39 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title> 09/07/25</title>
         <author>karinecastromcz</author>
         <link>https://padlet.com/karinecastromcz/rw9l2pdr28ub7s0e/wish/3546787427</link>
         <description><![CDATA[<p>O primeiro encontro da disciplina ocorreu no auditório Vera Rocha, na Escola de Enfermagem da UFAL, onde foi realizada a apresentação do plano de ensino e do cronograma da disciplina. Também foi realizada a apresentação dos docentes e discentes e  organizada a divisão dos grupos de trabalho.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-18 23:35:11 UTC</pubDate>
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         <title>16/07/25</title>
         <author>karinecastromcz</author>
         <link>https://padlet.com/karinecastromcz/rw9l2pdr28ub7s0e/wish/3546798877</link>
         <description><![CDATA[<p>Momento de partilha com a professora Sabrina sobre a educação interprofissional em saúde no contexto do SUS. Foram contemplados aspectos relacionados ao arcabouço legal, como a Constituição de 1988, a lei 8.080/90, as Diretrizes Curriculares Nacionais e a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde. Foi possível compreender que avançar na interprofissionalidade  em saúde fortalece o cuidado centrado no usuário, melhora a resolutividade das equipes e consolida, de fato, os princípios do SUS. Porém, apesar dos avanços alcançados, ainda existem muitos desafios a serem vencidos, desde resistências culturais, disputas entre categorias e currículos pouco integrados. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-18 23:51:54 UTC</pubDate>
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         <title>16/07/25</title>
         <author>karinecastromcz</author>
         <link>https://padlet.com/karinecastromcz/rw9l2pdr28ub7s0e/wish/3546804921</link>
         <description><![CDATA[<p>Tereza Carvalho também trouxe suas contribuições que muito enriqueceram o debate acerca da interprofissionalidade em saúde.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-19 00:00:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>06/08/25</title>
         <author>gabrielanascimento15</author>
         <link>https://padlet.com/karinecastromcz/rw9l2pdr28ub7s0e/wish/3546885987</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante a experiência nos cenários de prática, tivemos a oportunidade de vivenciar momentos significativos relacionados aos <strong>domínios interprofissionais</strong>, como o acolhimento, a comunicação efetiva, a escuta qualificada, o fortalecimento do vínculo com os usuários e a atuação conjunta com a equipe multiprofissional.</p><p>A <strong>visita domiciliar colaborativa</strong>, em que coletamos dados dos usuários da UDA. </p><p>A escuta atenta e a empatia foram fundamentais para compreender não apenas a condição clínica do paciente, mas também o contexto em que está inserido e sua relação com a unidade. </p><p>Também coletamos informações das vivências dos profissionais e gestores da equipe da Unidade de Saúde. Esse encontro possibilitou coletar sobre os desafios cotidianos, e refletir estratégias para melhorar o cuidado. </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-19 01:13:03 UTC</pubDate>
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         <title>13/08/25</title>
         <author>aglschimuneck</author>
         <link>https://padlet.com/karinecastromcz/rw9l2pdr28ub7s0e/wish/3546911951</link>
         <description><![CDATA[<p>A apresentação reuniu resultados de entrevistas realizadas com usuários do sistema de saúde, trabalhadores e gestores da Unidade Docente Assistencial Prof. Gilberto de Macedo (UDA). O levantamento abordou a experiência dos usuários em relação ao acesso, acolhimento, demora no atendimento, igualdade no serviço e conhecimento sobre seus direitos, além de sugestões como maior atenção, agilidade no atendimento e suporte psicológico. Do ponto de vista dos profissionais de saúde, destacaram-se questões como a frequência de acolhimento qualificado, preparo para orientar usuários sobre direitos, condições do ambiente de trabalho, valorização profissional e participação em decisões e planos terapêuticos. Já os gestores enfatizaram ações voltadas para escuta ativa, reuniões periódicas, melhorias na ambiência e incentivo ao trabalho interdisciplinar, embora tenham apontado limitações relacionadas à falta de recursos e qualificação em algumas áreas. O conjunto das entrevistas permitiu traçar um panorama sobre desafios e avanços na humanização do cuidado, ressaltando a importância da participação de todos os atores na construção de um SUS mais acessível e resolutivo</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-19 01:28:56 UTC</pubDate>
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         <title>23/07/25</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/karinecastromcz/rw9l2pdr28ub7s0e/wish/3547452972</link>
         <description><![CDATA[<p>A aula desse dia promoveu uma atividade dinâmica e reflexiva, na qual fomos desafiados a tomar decisões sobre a demissão de 5 entre 10 personagens fictícios, cada um com defeitos acentuados e qualidades pontuais. O exercício foi proposto com o intuito de desenvolver o olhar crítico, empático e holístico de futuros profissionais da saúde, estimulando a análise além dos aspectos técnicos ou produtivos, considerando o lado humano e social de cada indivíduo.</p><p>Durante a atividade, discutimos em grupo, ponderando as vivências, fragilidades e potenciais de cada personagem. Foi um momento enriquecedor que evidenciou a importância de valorizar o ser humano em sua complexidade, respeitando suas histórias e possibilidades de transformação. A proposta também incentivou o trabalho em equipe, a escuta ativa e a tomada de decisões éticas, habilidades fundamentais na prática profissional em saúde.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-19 09:29:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>30-07 </title>
         <author>joaopaulo51</author>
         <link>https://padlet.com/karinecastromcz/rw9l2pdr28ub7s0e/wish/3547519525</link>
         <description><![CDATA[<p>nesse dia fizemos uma atividade em grupo sobre os pilares da política nacional de humanização bastante enriquecedora pois pudemos ouvir diferentes pontos de vista que respeitavam  a política nacional de humanização. Nossa situação problema era um impasse sobre as visitas operadas pelos agentes da saúde, o problema era que um dos agentes argumentava q era mais eficiente atender na unidade de saúde enquanto o outro agente argumentava que as visitas eram necessárias, não só por conta da manutenção do cuidado mas sobretudo por eventuais situações de risco indentificáveis. A equipe discutiu sobre a situação usando da escuta ativa e chegamos a conclusão de que apesar da situação apresentar dados faltantes, o ideal seria permanecer com as visitas nas casas de todos os membros do território, mas precisando ouvir ambos os lados há a possível solução de: Quem precisar muito, e de somente quem realmente conseguir chegar a unidade, vá à unidade. Enquanto os outros tenham a manutenção do cuidado pelos agentes da saúde da família.</p><p>Foi uma experiência enriquecedora onde podemos trabalhar as qualidades da política nacional de humanização enquanto analisamos uma situação problema simulada, porém bastante real, de gestão em saúde.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-19 11:25:09 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 23/07</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/karinecastromcz/rw9l2pdr28ub7s0e/wish/3548167227</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula também foi enviado o folheto da “Política Nacional de Humanização”, a fim de que houvesse a leitura do material pelos grupos e discussão, para servir como embasamento na resolução da questão problema descrita anteriormente. O folheto aborda os três principais atores do sistema de saúde pública - gestores, trabalhadores de saúde e usuários, enfatizando a importância da comunicação entre eles para o estímulo de práticas humanizadas. Além disso, pudemos entender os princípios norteadores e as diretrizes da PNH e como eles podem ser aplicados durante o trabalho em saúde, se apresentando de maneira positiva para construção do profissional que queremos ser.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-19 23:57:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>karinecastromcz</author>
         <link>https://padlet.com/karinecastromcz/rw9l2pdr28ub7s0e/wish/3548228837</link>
         <description><![CDATA[<p>O princípio da universalidade define a saúde como um direito de todos os cidadãos e um dever do Estado, conforme estabelecido na Constituição Federal. Dessa forma, assegura a cobertura, o acesso e o atendimento por meio dos serviços do SUS, reafirmando a obrigação do Estado em garantir esse cuidado a toda a população brasileira.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-20 00:46:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Divisão dos grupos </title>
         <author>amandasilva64</author>
         <link>https://padlet.com/karinecastromcz/rw9l2pdr28ub7s0e/wish/3548337991</link>
         <description><![CDATA[<p>Como preparação para as atividades práticas da disciplina, foi realizada a formação de grupos interprofissionais, compostos por estudantes de diferentes cursos da saúde. A divisão foi feita de maneira aleatória, por meio de sorteio, no qual cada aluno retirou um papel contendo o nome de um conceito ou valor relacionado à interprofissionalidade e às relações interpessoais no trabalho em saúde. O tema do nosso grupo é a Universalidade, sendo este, um dos princípios fundamentais do Sistema Único de Saúde (SUS), e representa o direito de todos os cidadãos ao acesso à saúde, de forma igualitária e sem discriminação. No contexto da interprofissionalidade, esse princípio reforça a ideia de que o cuidado em saúde deve ser construído coletivamente, com a participação de diversos profissionais que, mesmo com formações distintas, compartilham o mesmo objetivo: oferecer atenção integral e de qualidade para todas as pessoas. Além disso, a universalidade nas relações interpessoais reflete o compromisso com o respeito à diversidade de indivíduos, saberes, culturas e experiências. Ela nos lembra da importância de reconhecer o outro como parte essencial no processo de cuidado, seja ele um colega de equipe ou um usuário do sistema de saúde.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-20 02:09:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>03/09/25</title>
         <author>karinecastromcz</author>
         <link>https://padlet.com/karinecastromcz/rw9l2pdr28ub7s0e/wish/3598355082</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula foi abordado o tema "Cuidado compartilhado em saúde" trazendo as competências previstas nas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs), que orientam a formação em saúde. Foi destacado que o perfil do profissional deve ser generalista, humanista, reflexivo e crítico, com compromisso ético e social. Nesse contexto, ressaltaram-se competências essenciais como a educação permanente, a atenção à saúde em seus diferentes níveis, a capacidade de tomada de decisões fundamentadas, além de habilidades em administração e gerenciamento, liderança e comunicação.</p><p>Também se enfatizou a importância da interprofissionalidade, compreendida como prática construída no fazer compartilhado, na busca de consensos, no trabalho colaborativo e no diálogo entre diferentes áreas. Foram ainda discutidas as competências específicas, comuns e colaborativas, que se complementam e fortalecem o cuidado integral em saúde, sempre em benefício do usuário e da comunidade.</p><p>O conteúdo reforçou a necessidade de formar profissionais preparados não apenas tecnicamente, mas também capazes de atuar em equipe, com visão crítica e compromisso social.</p><p><br></p><p>No segundo momento da aula foi abordado o Planejamento Estratégico Situacional (PES), que é um método dinâmico e flexível que organiza a tomada de decisão em saúde em etapas interdependentes. A primeira etapa, explicativa, corresponde à análise situacional, identificando problemas, suas causas e os atores envolvidos. Na etapa normativa, define-se a situação-objetivo, estabelecendo metas e prioridades de intervenção. A terceira etapa é a estratégica , que elabora as estratégias de ação, considerando obstáculos, recursos e correlação de forças entre os atores. Por fim, a etapa tática-operacional detalha a execução das ações, com cronograma, responsáveis e recursos, permitindo ajustes contínuos conforme o contexto se modifica. O PES, por ser um processo contínuo, possibilita revisões constantes para se adaptar às mudanças da realidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 22:48:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>17/09/2025</title>
         <author>joaopaulo51</author>
         <link>https://padlet.com/karinecastromcz/rw9l2pdr28ub7s0e/wish/3600463474</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 17 de setembro, no dia da ação na UDA propriamente dito. Foram realizadas as etapas que foram apresentadas à professora no dia 10 de setembro, sendo elas: </p><p>A acolhida rápida com uma breve explicação do que se trataria a ação e um questionamento para os profissionais (alvo da ação) "O que primeiro vem a mente quando é pensado em Direito dos usuários do sus?" e as repostas foram registradas numa cartolina, além disso também foi entregue folders contendo o conteúdo da ação para os faltantes; </p><p>Após isso houve o momento expositivo onde foi apresentado os principais direitos dos usuários com exemplos da prática do cuidado em saúde;</p><p>Em seguida houve um momento prático onde os profissionais foram divididos em grupos e receberam papeis contendo situações problemas  onde os profissionais deveriam indentificar qual direito dos usuarios foi violado em cada situação problema e como eles fariam para resolver cada um;</p><p>No encerramento houve a conclusão da ação e outro questionamento "O que cada um pode mudar na própria prática para que os direitos dos usuários não seja violado?" anotando as repostas em uma outra cartolina.</p><p>Após o término o grupo junto a professora discutiram a ação e apesar da ação ter sido feita da forma que foi pensada, ainda foi possível sentir certa resistência a participar de forma mais proativa na ação. Hipoteses foram discutidas de que: 1. Talvez os profissionais estivessem cansados após o trabalho na UDA;</p><p>2. Talvez os profissionais, por serem novos naquele ambiente de trabalho, ainda não tinham visto uma ação feita por alunos da ufal alí e isso dificultou o contato, por talvez ser o primeiro.</p><p>3. E por último a possibilidade de os profissionais não levarem tão a sério por ter sido alunos tentando ensinar sobre a prática e falando sobre como melhorar para profissionais que vivem aquilo. "ensinar o padre a rezar a missa." </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-23 23:02:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>10/09/25</title>
         <author>szamaylla</author>
         <link>https://padlet.com/karinecastromcz/rw9l2pdr28ub7s0e/wish/3600673447</link>
         <description><![CDATA[<p>A reunião deste dia ocorreu de forma remota juntamente com a presença da professora Janaína. Nesse momento, ficou acertado de discutir como aconteceria nossa ação e dos recursos necessários para realizá-la. A princípio, a professora indagou se o foco da nossa ação permanecia sendo os trabalhadores da unidade, e demonstrou uma preocupação em atingir também os profissionais faltosos e ausentes que não estariam presentes no momento da ação e pediu para pensarmos em alguma ferramenta para entregar para os mesmos. Após esse momento, o PES foi projetado para visualizar melhor o esboço da ação. No 1º momento (explicativo), foi identificado e selecionado os problemas da unidade por meio da coleta de dados em que apenas 46,7%</p><p>dos profissionais se sentiam aptos para abordar os direitos dos usuários e conduzir</p><p>ao esclarecimento e utilidade destes. No 2º momento (normativo), foi explicitado os objetivos da ação, focado na capacitação dos profissionais. No 3º momento (estratégico), foi elaborada uma tabela onde traçou-se os planos, metas e obstáculos pertinentes a cada grupo de profissionais da unidade - profissionais de saúde, equipe de apoio, equipe de gestão e demais profissionais. No 4º momento (tático-operacional), ocorreu a o fechamento da proposta de ação. A estratégia pensada foi de uma ação breve - até 30min - com discussão e resgate da percepção do que os profissionais conhecem acerca dos direitos e deveres dos usuários, e distribuição de casos fictícios baseados na realidade da unidade para estimular o pensamento coletivo entre os profissionais e qual atitude seria melhor adequada. Também foi elaborado um folder para os profissionais faltosos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 01:24:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vivências com o Planejamento Estratégico Situacional

</title>
         <author>amandabarbosa0611</author>
         <link>https://padlet.com/karinecastromcz/rw9l2pdr28ub7s0e/wish/3600783808</link>
         <description><![CDATA[<p>O bloco de aulas dedicado ao Planejamento Estratégico Situacional representou uma oportunidade de compreender de forma ampla como o planejamento pode ser aplicado na prática em saúde. Inicialmente, o conteúdo trouxe reflexões sobre o cuidado compartilhado, alinhado às competências previstas nas Diretrizes Curriculares Nacionais, ressaltando a importância de formar profissionais generalistas, críticos e comprometidos eticamente com a comunidade. A partir dessa base, avançamos para o estudo do PES, um método que se mostrou dinâmico e flexível, permitindo analisar problemas, estabelecer objetivos, traçar estratégias e organizar ações de maneira realista e adaptada à realidade dos serviços. O processo vivido em sala de aula e posteriormente no campo de prática favoreceu a compreensão de que o planejamento não é apenas uma ferramenta técnica, mas um instrumento de diálogo, participação coletiva e construção conjunta de soluções. A ação realizada com os profissionais de saúde possibilitou discutir os direitos dos usuários e refletir sobre a prática cotidiana, ainda que marcada por desafios como a adesão parcial dos participantes. De modo geral, a experiência reforçou que o Planejamento Estratégico Situacional pode ser um caminho potente para integrar teoria e prática, promovendo tanto a aprendizagem acadêmica quanto melhorias no cuidado em saúde.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 02:16:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>24/09/2025</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Apresentação dos assuntos abordados até o momento e do planejamento estratégico situacional. O cuidado compartilhado em saúde foi abordado de acordo com as suas competências gerais e específicas das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para a formação em saúde, com o intuito de formar profissionais preparados técnica e eticamente, atuação em equipe multiprofissional e visão crítica com compromisso social. O PES foi abordado a partir dos seus 4 momentos: explicativo, normativo, estratégico e tático-operacional.  Além disso, a ação realizada na semana anterior foi exposta com o intuito de compartilhar a experiência com todos os alunos e docentes presentes no auditório. Além da sistematização e organização da ação, os alunos levantam pontos positivos e negativos vivenciados naquele momento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-16 23:45:28 UTC</pubDate>
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         <title>01/10/2025</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Primeiramente, a enfermeira Wanda abordou a sua carreira na nefrologia e seu trabalho interprofissional no hospital universitário professor Alberto Antunes. Após, a convidada Lisieux Ferro abordou o tópico da comunicação de notícias difíceis, provocando reflexões sobre como a forma de se comunicar e se expressar através das linguagens verbal, não-verbal e mista interfere diretamente no trabalho dos profissionais da área da saúde. A comunicação de notícias difíceis no contexto da área da saúde é um dos desafios mais complexos e sensíveis enfrentados pelos profissionais, pois envolve não apenas a transmissão de informações clínicas, mas também o manejo das emoções, valores e expectativas de pacientes e familiares. Esse processo exige empatia, clareza e sensibilidade ética, visto que a forma como a notícia é comunicada pode influenciar profundamente a compreensão, a adesão ao tratamento e o bem-estar emocional do paciente. A habilidade comunicativa deve equilibrar honestidade e acolhimento, permitindo que o paciente receba a informação de maneira compreensível, respeitando seu direito à verdade e seu ritmo de assimilação. Modelos como o Protocolo SPIKES são frequentemente utilizados como referência, pois orientam o profissional sobre o preparo do ambiente, a percepção do paciente, a transmissão gradual da informação e o suporte emocional necessário. Além disso, a comunicação de más notícias deve ser entendida como um ato de cuidado, no qual o profissional demonstra escuta ativa, valida os sentimentos expressos e se compromete com o acompanhamento contínuo, fortalecendo a confiança e a humanização da prática em saúde.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-17 00:02:35 UTC</pubDate>
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         <title>08/10/2025</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O matriciamento é uma estratégia fundamental no fortalecimento do trabalho em rede no Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente no âmbito da Atenção Primária à Saúde (APS), ao promover a integração entre equipes especializadas e equipes de referência para o cuidado compartilhado dos usuários. Diferente de um modelo hierárquico de encaminhamentos, o matriciamento propõe uma relação horizontal e colaborativa, na qual o saber especializado não substitui o da equipe de referência, mas o complementa, ampliando a capacidade resolutiva e a autonomia dos profissionais. Essa prática se estrutura a partir de discussões de casos, atendimentos conjuntos, educação permanente e apoio técnico-pedagógico, fortalecendo o vínculo entre os serviços e favorecendo uma abordagem integral e contínua das demandas em saúde. No campo da enfermagem e da saúde mental, por exemplo, o matriciamento é essencial para a construção de planos terapêuticos singulares, na perspectiva da interdisciplinaridade e da humanização do cuidado. Assim, ele se consolida como uma ferramenta estratégica de gestão do cuidado, promovendo o compartilhamento de responsabilidades, a troca de saberes e a efetivação dos princípios de integralidade, equidade e territorialidade que norteiam o SUS. Foi proposto e realizado um plano terapêutico singular intersetorial sobre o enfrentamento ao uso abusivo de álcool e outras drogas. </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-17 00:33:15 UTC</pubDate>
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