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      <title>Belén Ayerza Padlet Português 9.6 by Belen Ayerza</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-01-26 13:16:45 UTC</pubDate>
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         <title>Cem dias entre céu e mar</title>
         <author>belen_ayerza261_1</author>
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         <pubDate>2023-02-01 13:13:50 UTC</pubDate>
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         <title>,</title>
         <author>belen_ayerza261_1</author>
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         <pubDate>2023-02-06 20:34:52 UTC</pubDate>
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         <title>Ficha técnica</title>
         <author>belen_ayerza261_1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Autor: Amyr Klink<br>Assunto: Aventura/autobiografia<br>Número da Edição: 33<br>Editora: Companhia das Letras<br>Local de Publicação: São Paulo, Brasil<br>Número de Páginas: 264<br>Ano de publicação: 1985</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-07 12:57:40 UTC</pubDate>
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         <title>Autor:</title>
         <author>belen_ayerza261_1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Amyr Klink, nascido 25 de septembro de 1955, sempre teve um grande amor pelo mar. Aos 10 anos, comprou uma pequena canoa em Paraty- foi seu primeiro barco, mas certamente não o unico.<br>Amyr Klink é de São Paulo, e sempre amou explorar. Em 1983, construiu um barco por conta própria e partiu em uma aventura pelo Atlântico sul, de onde surgiu o livro <em>Cem Dias entre Céu e mar</em>. Mesmo que seja aí onde eu pare de ler, Amyr continuou suas jornadas.<br>Em 1986, viajou pela primeira vez a Antartida. Voltaria 14 vezes mais. <br>Em 1989, começa a contrução do barco Paratii, no qual passou 642 dias sozinho. Na volta deta jornada de quase dois anos, escreveu um segundo livro, chamado <em>Paratii, Entre Dois Pólos</em>.<br>Quatro anos depois, ajudou a fundar o Museu do Mar, em Santa Catarina.<br>Segui explorando, e, abordo do Paratii 2, fez uma nova jornada, na qual baseou seu livro mais recente,<em> Linha D’Água – Entre Estaleiros e Homens do Mar.</em> Isto depois de se casar em 1996 e ter suas filhas Tamara, Laura, e Maria Helena.<br>Hoje em dia, mora em São Francisco do Sul, em uma casa com espaço suficiente para guardar todos os barcos que contruiu.</div><div>Fonte: https://www.amyrklink.com.br/pt/biografia/</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-07 12:58:25 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>belen_ayerza261_1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-02-07 22:32:47 UTC</pubDate>
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         <title>Conexão: Sete anos em sete mares</title>
         <author>belen_ayerza261_1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Mesmo tendo lido só alguns capítulos, já da para conectar o livro, baseado no que já li e o que eu sei sobre o autor, com o livro que li semestre passado para português. Os dois tem muito a ver com o mar, tendo a palavra até no título, mais acho que o que mais os une é o amor por aventura e não terem medo do perigo que vem ao explorar lugares tão pouco conhecidos. <br>Acho que uma diferença bastante grande sera vista no tempo das duas historias, que se passam quase 30 anos uma da outra. Também as intenções detrás das jornadas: pelo que eu sei, Amyr fez suas viagens por gostar de aventura, enquanto Barbara, mesmo gostando também, tinha como objetivo ajudar o meio ambiente. A quantidade de tempo que se passa também difere: o livro de Barbara retrata suas jornadas durante sete anos, enquanto Amyr conta sua viagem de cem dias. Isto provavelmente se verá no ritmo da história, já que uma coisa que notei do livro<em> Sete Anos em Sete Mares</em> foi o fato das coisas acontecerem muito rápido e em cima umas das outras.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-16 11:43:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Como está presente o autor no livro?</title>
         <author>belen_ayerza261_1</author>
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         <description><![CDATA[<div>O livro é uma autobiografia, então a voz do autor é, neste caso, a voz do personagem mesmo, que está contando sobre sua experiência na sua primeira grande jornada pelos mares. O livro vai e volta bastante, com Amyr explicando como chegou a está ideia, como se preparou, quem conheceu, etc. Acho interessante que o livro é bastante velho (40 anos quase) mas nem da para notar pela escrita ou os acontecimentos, e a única vez que lembrei que o livro havia sido publicado em 1985, pelo menos até agora, foi na menção de rádios serem algo novo, ou uma tecnologia bastante avançada.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-16 11:56:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Capa</title>
         <author>belen_ayerza261_1</author>
         <link>https://padlet.com/belen_ayerza261_1/rvusgybzqifux543/wish/2491452880</link>
         <description><![CDATA[<div>A capa deste livro consiste em uma foto do Amyr Klink no barco <em>Paraty</em>, que ele mesmo construiu, e usara para cruzar o oceano atlântico desde a costa africana até Paraty. Observo que o barco tem pintado uma bandeira do Brasil na parte lateral, além de uma bandeira elevada; isto indica que Amyr têm muito orgulho de onde ele vem, mas também poderia estar ali para motivação, já que Brasil é o destino. Assim, cada vez que ele quisesse desistir, poderia olhar as bandeiras e lembrar o porquê de tudo isto.<br>Fora isso, não há muito para analisar a capa, considerando que ela é uma foto e não uma ilustração. Praticamente o livro inteiro se relaciona com esta foto, já que é onde se passa a história.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-22 17:01:56 UTC</pubDate>
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         <title>Primeiras impressões: capítulos 1 a 6 </title>
         <author>belen_ayerza261_1</author>
         <link>https://padlet.com/belen_ayerza261_1/rvusgybzqifux543/wish/2491455583</link>
         <description><![CDATA[<div>Nos primeiros capítulos, Amyr conta primeiro um pouco de como foi a experiência de preparar-se para a jornada, e quem conheceu nos meses que ele se dedicou a construir seu barco, e logo se encarregar dos temas legais. Esteve, por exemplo, muito tempo esperando a autorização para sair. Depois, conta as dificuldades que enfrentou nos primeiros dias, quando estava ainda perto da costa, o que causou as ondas a serem enormes e o vento muito forte. Houve dias onde ele nem pode remar. Eu me pergunto como guardou toda a comida em um barco tão pequeno, e como pretendia que ela não estragasse. Acho que deve ser comida ao estilo de astronautas, que precisa ser misturada com água quente, mas Amyr menciona chocolate, então continuo um pouco confusa.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-22 17:03:50 UTC</pubDate>
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         <title>Conexão: Destemida</title>
         <author>belen_ayerza261_1</author>
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         <description><![CDATA[<div>O filme Destemida (True Spirit) saiu na Netflix&nbsp; 26 de janeiro de 2023. O filme acompanha Jessica Watson, uma menina australiana de 16 anos que quis tornar-se a pessoa mais jovem em viajar o mundo sozinha. Jessica passou 210 dias em alto mar.<br>Achei que se conectava com o livro que eu estou lendo agora, pois os dois se tratam de uma aventura solo em alto mar. Obviamente há diferenças; Amyr era muita mais velho quando fez a viagem dele, mas construiu o barco ele mesmo, e, além disso, percorreu toda a distância remando, enquanto Jessica não. Se passam em tempos diferentes, com tecnologia diferente também.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-22 17:16:29 UTC</pubDate>
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         <title>Entevista com meu pai: a pessoa que recomendou a obra para mim</title>
         <author>belen_ayerza261_1</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>1-O que chamou a atenção de esta obra para você?<br></strong>&nbsp;Que seja uma história de visão, determinação, planificação, resiliência e superação.<strong><br>2-Qual é outra obra relevante da qual você poderia conectar com este livro?<br></strong><em>Around Africa on my bicycle.</em><strong><br>3-Descreva o personagem principal, Amyr, em três palavras. O que você acha que o motiva?<br></strong>&nbsp;Determinado, resiliente, preparado. <br>O desafio.<strong><br>4-Descreva o livro em três palavras. O que o distingue de outras obras?<br></strong>&nbsp;Aventura, natureza, superação.<br>A façanha.<strong><br>5-Qual foi um momento onde você se sentiu identificado com o livro?<br></strong>Quando ele estava sujeito as tempestades com risco de morte e precisava ficar calmo. Na vida, sempre é importante continuar lutando; não adianta ficar desesperado.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-22 17:33:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conexão: Around Africa on my bicycle</title>
         <author>belen_ayerza261_1</author>
         <link>https://padlet.com/belen_ayerza261_1/rvusgybzqifux543/wish/2496201457</link>
         <description><![CDATA[<div>Meu pai conectou o livro que estou lendo agora com o livro <em>Around Africa on my Bicycle</em>. O livro, igual ao que estou lendo agora, é uma autobiografia de uma aventura. Neste caso, o autor Riaan Manser se propôs, em 2002, percorrer o continente inteiro da áfrica em sua bicicleta. Ele passou por muitos obstáculos, sendo preso por policiais bêbados e quase morrendo muitas vezes, seja pela diversa fauna ou os próprios locais; Riaan foi incluso mantido refém por um grupo de adolescentes. Eu não li o livro ainda, mas entendo de onde meu pai está saindo quando diz que acha as duas obras parecidas: são duas autobiografias de homens que quiseram fazer algo que ninguém nunca fez, quase morrendo muitas vezes, e ganhando experiencias novas ao fazer uma jornada tão única.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-27 11:26:13 UTC</pubDate>
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         <title>Amyr como personagem</title>
         <author>belen_ayerza261_1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Amyr é o personagem principal do livro, e um dos únicos realmente presentes. É muito interessante ver, com o tempo, a evolução de Amyr e sua adaptação, nos 100 dias, ao mar. Ele passa a entender como funcionam certos fenômenos, quais ações dele resultam no que, etc.<br>Um trecho que retrata isto é quando ele primeiro detecta o problema dos crustáceos, e entra na água. Amyr esta com muito medo de um tubarão aparecer e pegá-lo desprevenido. Porém, nota que os dourados estão ao seu redor, e quando eles desaparecem, Amyr sai da água imediatamente, por instinto. Poucos minutos depois, aparece o tubarão. Amyr entende, então, as coisas que o comportamento dos animais em seu entorno podem lhe dizer.&nbsp;<br>Amyr se adapta muito rápido. Ele é determinado, não desiste, e quer alcançar seu objetivo custe o que custar. Ele é muito ingenioso também, pois resolve problemas com muita facilidade. Fora isto, planejou muito adiante, mostrando-o ser refletivo e preparado.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-06 22:28:15 UTC</pubDate>
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         <title>Aspecto psicológico: &quot;solidão&quot; e como o impacta</title>
         <author>belen_ayerza261_1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Amyr fica muito tempo sozinho durante o livro, como o título sugere. Estar tão longe da civilização, só, pode impactar muito seu estado mental; nós, humanos, somos seres que, em geral, gostam de ficar em grupos. Estar na ausência de outros nos afeta bastante.&nbsp;<br>Porém, achei muito interessante ver como Amyr conta sua experiência e o que ele sentiu ao estar tão longe de todos: acompanhado. No capítulo 12, ele fala que em nenhum momento se sentiu só, pois mesmo não os tendo presentes, tinha em suas memórias aqueles que ele amava. Inclusive, tinha uma gravação deles desejando-lhe boa sorte, a qual repetiu muitas vezes.&nbsp;<br>Para se sentir em companhia, Amyr falava com os peixes e outros animais que o rodeavam; ele ficou encarinhado com eles, ficava triste quando morriam, e começou a entender o jeito que o ecossistema funciona. Isto o levou a perder o medo de muitos animais, como tubarões, chegando a respeitá-los.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-29 12:46:59 UTC</pubDate>
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         <title>Capitulo 11</title>
         <author>belen_ayerza261_1</author>
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         <description><![CDATA[<div>No capítulo 11, voltamos a infância de Amyr e as origens de sua paixão pelo mar e aventura. Amyr conta de uma viagem que fez aos 12 anos, onde, de noite, ao explorar a floresta com seu irmão, avistou um grupo de pessoas dançando e cantando. Ficou confuso. Anos depois, descobre que aquilo era um quilombo, um dos únicos que existiam ainda.&nbsp;<br>Quando volta a sua casa, se depara com livros de expedição que contam a história de exploradores conhecidos que fizeram expedições impossíveis; Shackleton, Amundsen, Scott...&nbsp;<br>Amyr fica fascinado, e surge dali a ideia de ele, também, fazer algo que ninguém havia feito antes.&nbsp;<br>Descobrimos o processo de desenvolvimento do barco, escolhendo que modelo, materiais, falando com arquitetos, construindo, e fazendo se sonho de infância tornar-se realidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-30 11:35:35 UTC</pubDate>
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         <title>Conexão com o filme Naufrago</title>
         <author>belen_ayerza261_1</author>
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         <description><![CDATA[<div>O filme Naufrago conta a história de um homem que fica em uma ilha deserta durante quatro anos. Ele, como Amyr, começa a buscar companhia e amizade no lugar onde ele está, pintando caras em objetos para se sentir menos só. Isto é, de alguma maneira, parecido ao jeito que Amyr começa a sentir conforto sabendo que tem os peixes-dourados acompanhando-o na jornada. Como humanos, fazemos muitas coisas para não ficarmos sozinhos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-03 20:20:17 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulos 6 a 10</title>
         <author>belen_ayerza261_1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os dias de Amyr são, como pode ser previsto, um pouco repetitivos. Uma onda de tempestades fortes o atinge, deixando-o sem poder remar por muitos dias. O seu tempo livre o levou a passar mais tempo em preparar sua comida com temperos que tinha abordo, o que o leva a voltar alguns meses atrás e explicar como a comida funciona no barco.&nbsp;<br>Capitulo 8 introduz um grande conflito que segue sendo um obstaculo a se passar pela maioria do livro. Ao notar que peixes-dourados começaram a seguir seu barco, e acompanhá-lo, Amyr vê que, embaixo do barco, começam a formar-se crustáceos, nos raspões onde a tinta preventiva havia sido removida por tubarões tombando no barco.&nbsp;<br>Nos seguintes capítulos, tem problemas com isso. Os tubarões raspam no fundo do barco para soltar os crustáceos e atrair peixes, para comerem. Isto causa Amyr a ter problemas com o sono, e mais tinta a sair, o que faz mais crustáceos crescerem, levando o barco a ser mais pesado… &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 11:50:47 UTC</pubDate>
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         <title>Conexão: Melancholy, Edvard Munch</title>
         <author>belen_ayerza261_1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Esta não é a única obra de <strong>Edvard Munch </strong>que retrata solidão, mas é onde achei que estivesse mais presente. O interessante aqui é que o homem está acompanhado, ou ao menos não sozinho fisicamente (já que há pessoas no fundo da pintura) mas se sente sozinho, enquanto Amyr esta sem pessoas por perto, mas não se sente só.<br>Está pintura usa cores escuras para criar o tom de solidão.&nbsp;<br>No segundo plano estão as pessoas, para mostrar que estão longes do homem.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-11 11:59:16 UTC</pubDate>
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         <title>Conexão: Olhos d&#39;Água e Candomblé</title>
         <author>belen_ayerza261_1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quilombos, no seu início durante tempos coloniais, eram os lugares que os africanos escravizados usavam como refúgio quando fugiam em busca de liberdade. Com o tempo, tornaram-se em comunidades de descendentes africanos onde normalmente se celebram religiões afro-brasileiras como o candomblé.&nbsp;<br>Posso conectar isso com Olhos D'Água, o livro que lemos durante nossa aula de português. Olhos d'Água é escrito por uma mulher negra, que utiliza a "escrevivência", um conceito criado por ela que significa escrever sobre vivências suas. O livro tem muitos contos diferentes, mas bastantes deles se conectam com o candomblé ou a religião católica, que tem conexão a religiões afro-brasileiras através do sincretismo.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-12 15:11:05 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulos 12 a 15 (fim)</title>
         <author>belen_ayerza261_1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Amyr conta um pouco de sua adaptação a nova rutina, e começar a falar com ele mesmo para se distrair durante as longas horas de remo. Ele conta também de suas experiências ao ver os animais que o rodeiam- dourados, ou peixes-voadores- morrerem.&nbsp;<br>É ao conhecer uma gaivota preta, ou, como ele a chama, sua "águia negra", que Amyr se da conta quanto ele realmente quer atingir seu objetivo. Percebe que ela, a ave, voa e pousa na terra por instinto, pois precisa por seus ovos e é assim que seu organismo funciona. Ele, não. Ele precisa chegar a terra porque está determinado.&nbsp;<br>No capítulo 13, Amyr consegue resolver seu problema com os crustáceos, graças a uma genialidade que inventa usando uma tampinha para limpar o fundo do barco.<br>Ele se encontra com um barco, que quase lhe faz dano, mas consegue se prevenir e acaba bem.<br>Contínua a jornada. Acontece um momento lindo onde balias filhotes começam a chegar perto do barco, até ele estar completamente rodeada por elas.&nbsp;<br>Finalmente, Amyr vê a costa baiana de salvador. Havia chegado, mas o trecho mais difícil- passar pelos recifes sem problemas- ainda ficava por frente. É complicado, mas, emfim, o barco desemboca na praia, e Amyr pisa terra pela primeira vez em 100 dias.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-12 21:40:28 UTC</pubDate>
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         <title>Meio ambiente e seus problemas atuais</title>
         <author>belen_ayerza261_1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Amyr passa por uma experiência única e de conexão com a natureza durante seus dias entre céu e mar, adaptando-se ao ecossistema e tendo animais como companhia. A cena onde ele é rodeado por um berçário de baleias e suas mães é especialmente marcante; não posso nem imaginar quão surreal essa experiencia deve ter sido.<br>Infelizmente, o mundo já não é o mesmo de antes. O mar está poluído com mais plástico do que nunca e, a maioria já é invisível. Fora isso, muito dióxido de carbono, assim como outros poluentes, são absorvidos pelo ame, levando a morte de muitos corais, as casas de muitos outros organismos fora serem um ser vivo também.<br>Se o dioxido de carbono não vai ao mar, fica na atmosfera, e mesmo que, em moderada quantidade, não causaria estrago algum, a quantidade de dioxido de carbono que produzimos esta longe de ser pouca. Estes polluentes fazem furos na atmosfera, deixando entrar mais sol no planeta, fazendoo cada vez mais quente, o que pode resultar, também, no derreter dos icebergs nos polos da terra, e a perca de muitos habitats; isto sem nem mencionar o estrago que as enchentes teriam em cidades de costa ou ilhas.<br>A conexão entre Amyr e o seu redor é linda, mas em alguns anos talvez nem possa ser possivel…</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-14 12:09:19 UTC</pubDate>
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         <title>Conexão com doping</title>
         <author>belen_ayerza261_1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Amyr se dedica muito para atingir o sonho dele. Nos meses de preparação para sua jornada, ele treina para poder alcançar seu objetivo com mais facilidade. Ele fala com nutricionistas para preparar comidas que lhe dariam energia o suficiente para poder chegar no seu destino bem nutrido. Ele trabalha duro e não desiste.<br>Infelizmente, está não é a realidade para muitas pessoas, especialmente atletas, que decidem tomar o caminho mais "fácil" e acabam utilizando drogas para melhorar seu desempenho, mas de uma maneira injusta que deixa em desvantagem aqueles que seguem as regras. Este problema é muito presente, especialmente considerando que a grande maioria dos atletas não são pegos: WADA, a organização que se responsabiliza por este problema, afirmou que 40% dos atletas que participaram de competições em 2011 utilizaram doping, mas apenas 0,5 foram pegos naquela época.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-14 12:10:19 UTC</pubDate>
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         <title>Microagressões e sexismo</title>
         <author>belen_ayerza261_1</author>
         <link>https://padlet.com/belen_ayerza261_1/rvusgybzqifux543/wish/2554466866</link>
         <description><![CDATA[<div>No capítulo 11, Amyr conta o momento que ele vê seu barco partir para áfrica, no porto. Conta que sua mãe e nutricionista ficaram vendo através da grade, pois mulheres não eram aceitas no porto. <em>exclusionary behaivior</em><br>Este sexismo parece ser muito de seu tempo, e provavelmente não deve existir mais essa regra. Porém, mulheres ainda passam por microagressoes no dia a dia, e em muitos lugares existe até o <em>exclusionary behaivior, </em>não só com mulheres, mas certas raças, sexualidades, e nacionalidades também.<br>Para a eletiva de jornalismo, ano passado, um dos artigos se tratava sobre microagressoes no ambiente da escola, como comentários machistas ou sobre o corpo de alguém. Este ano, estamos adicionando um pouco de contextualização ao artigo antes de publica-lo, e acabamos entrevistando a Miss Farooq, uma especialista da Avenues, sobre isso. Aqui o <a href="https://docs.google.com/document/d/1DXeEDKwnV-Acp-qxaIY0GnYFgMW80P6_7mjw3PhhrjM/edit?usp=sharing">link</a> do artigo, que ainda não está finalizado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-14 12:11:21 UTC</pubDate>
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         <title>Video: Eu recomendaria este livro?</title>
         <author>belen_ayerza261_1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-04-14 12:34:21 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevista resumo</title>
         <author>belen_ayerza261_1</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li>Ms Farooq está as vezes preocupada com o viés em nosso processo de contratação (viés de beleza, viés de cor da pele, viés de idade, tudo isso afeta a contratação, viés nos currículos)<br>Parece que é responsabilidade dela educar as pessoas sobre o preconceito na Avenues, para que as pessoas estejam cientes de seu próprio preconceito, especialmente em relação a grupos marginalizados (alvo)</li><li>Não podemos eliminar preconceitos, mas você pode estar ciente de seus próprios preconceitos.</li><li>Primeira coisa a fazer (quando você vê uma microagressão): não ria; ser um defensor; confrontar a pessoa sobre esse comportamento. Não é justo pedir à pessoa que recebeu o comentário que eduque quem a prejudicou.</li><li>Leva anos para que as coisas mudem. Os alunos podem iniciar esse processo cedo, podem começar a se conscientizar de seus preconceitos implícitos agora.</li><li>As pessoas não gostam de ser confrontadas.</li><li>Bullying e preconceito acontecem quando as pessoas estão cientes do que está acontecendo. Como lidar com isso é diferente; é importante trazer adultos, e eles vão considerar as consequências.</li><li>Microagressão é o mesmo que comportamento de exclusão: geralmente são pequenos insultos verbais ou não verbais. Às vezes são intencionais, às vezes não. Pode não acreditar que seja prejudicial, mas é para as pessoas que estão recebendo isso. "Posso tocar no seu cabelo?" "Nossa, você fala inglês tão bem."</li><li>O efeito sobre o grupo marginalizado é importante; é por isso que é melhor chamá-lo de comportamento excludente. A pessoa se sente excluída da comunidade.</li><li>Upstander: uma pessoa que fala ou age em apoio a um indivíduo ou causa, particularmente alguém que intervém em nome de uma pessoa que está sendo atacada ou intimidada.</li><li>Perpetradores: quando partem para outras partes do mundo; se eles se comportam assim, como vão se sentir quando estiverem em outros países?</li><li>Você nunca sabe o impacto que terá na vida de outra pessoa. O objetivo final é não ficar quieto. Confronte-o!<br>Estar ciente. O que as pessoas estão dizendo? Acompanhe isso. Escreva-os e fale sobre isso.</li><li>Viés, bullying e preconceito. O bullying e o preconceito precisam ter consequências. Consequências precisam estar no lugar.</li><li>São pequenas coisas que levam a grandes mudanças.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-14 22:59:37 UTC</pubDate>
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         <title>Tempo na historia</title>
         <author>belen_ayerza261_1</author>
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         <pubDate>2023-04-15 01:02:41 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulos</title>
         <author>belen_ayerza261_1</author>
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         <pubDate>2023-04-15 01:07:37 UTC</pubDate>
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         <title>Conexão com Diario de Anne Frank</title>
         <author>belen_ayerza261_1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na sala de aula, estamos lendo o diário de Anne Frank em quadrinhos. Isto está baseado em um diário de uma menina de verdade, Anne, quem era judia durante o holocausto e se escondeu. O livro está baseado em um diário, igual ao livro <em>Cem Dias entre Céu e Mar.</em> Como digo no video, C<em>em dias entre Céu e Mar</em> incorpora muito as datas das entradas de diário em sua escrita, mesmo não tendo a estrutura de um diário. O diário de Anne Frank em quadrinhos incorpora mais elementos, como o vocativo e a assinatura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-15 01:18:05 UTC</pubDate>
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         <title>Multimodalidade no livro: diagramas e desenhos</title>
         <author>belen_ayerza261_1</author>
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         <pubDate>2023-04-15 02:48:11 UTC</pubDate>
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