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      <title>Atividade Processual 8 anos by Marcia Maria Tavares de Paiva Barros</title>
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      <description>Pesquise sobre obesidade no Brasil. Voce pode postar notícias, vídeos, links sobre os assuntos e também comentar sobre as postagens de seus colegas.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-08-14 16:51:50 UTC</pubDate>
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         <title>E aí prontos para sua pesquisa???</title>
         <author>marciabarros</author>
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         <pubDate>2020-08-14 17:09:15 UTC</pubDate>
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         <title>Obesidade no Brasil - Maria Fernanda Pereira Oliveira</title>
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         <description><![CDATA[<div>   As <strong>Causas</strong>. A <strong>obesidade</strong> e o excesso de peso são fruto da interação entre fatores genéticos e ambientais (apenas num pequeníssimo número de casos se deve a outras <strong>causas</strong>, como doenças endócrinas, síndromas genéticos, tumores, etc...). Os hábitos alimentares incorretos aprendem-se maioritariamente na infância.<br>   No <strong>Brasil</strong>, mais da metade da população, 55,7% tem excesso de peso. Um aumento de 30,8% quando comparado com percentual de 42,6% no ano de 2006. O aumento da prevalência foi maior entre as faixas etárias de 18 a 24 anos, com 55,7%. Quando verificado o sexo, os homens apresentam crescimento de 21,7% e as mulheres 40%.Nos últimos 40 anos a obesidade infantojuvenil no mundo aumentou de 1% para 6% em meninas e de 1% para 8% em meninos.  A grande maioria (cerca de 70%) dos adolescentes com obesidade manterão essa condição na vida adulta.<br>   No Brasil os índices de sobrepeso e obesidade refletem os padrões mundiais. A realidade do estado do Rio de Janeiro destaca-se com valores acima da média nacional em todas as faixas etárias infantojuvenis, segundo informações do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde.</div><div>O consumo excessivo de açúcar, gorduras saturadas, processados e ultraprocessados, a propaganda de alimentos não saudáveis direcionadas ao público infantojuvenil e a inatividade física são alguns dos fatores que preocupam atualmente organizações nacionais e internacionais quanto ao aumento da obesidade.<br>  “Se as tendências atuais continuarem, haverá mais crianças e adolescentes com obesidade do que com desnutrição moderada e grave até 2022” segundo a <a href="https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=5527:obesidade-entre-criancas-e-adolescentes-aumentou-dez-vezes-em-quatro-decadas-revela-novo-estudo-do-imperial-college-london-e-da-oms&amp;Itemid=820">Organização Pan Americana de Saúde</a>.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-17 22:11:14 UTC</pubDate>
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         <title>Obesidade no Brasil - Maria Fernanda Pereira Oliveira</title>
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         <pubDate>2020-08-17 22:22:55 UTC</pubDate>
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         <title>Obesidade no Brasil - Maria Fernanda Pereira Oliveira</title>
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         <pubDate>2020-08-17 22:32:27 UTC</pubDate>
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         <title>Obesidade no Brasil - Nathaly Silva Gonçalves</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2020-08-18 00:16:11 UTC</pubDate>
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         <title>Obesidade no Brasil - Nathaly Silva Gonçalves</title>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/45612-brasileiros-atingem-maior-indice-de-obesidade-nos-ultimos-treze-anos">https://www.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/45612-brasileiros-atingem-maior-indice-de-obesidade-nos-ultimos-treze-anos</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-18 00:18:30 UTC</pubDate>
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         <title>Obesidade no Brasil - Nathaly Silva Gonçalves</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-08-18 00:23:05 UTC</pubDate>
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         <title>Obesidade no Brasil- Mariana Pelegrini Batista.                                       </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>   Uma pesquisa mostra que metade dos brasileiros está acima do peso e 20% dos adultos estão obesos.<br>  a obesidade é o acumulo de um excesso de gordura corporal. Isso aumenta o risco de problemas de saúde. A obesidade é causada pela falta de exercícios físicos e a falta de uma alimentação saudável  e balanceada. Ela é causada também pelo consumo de calorias em excesso e pode ser hereditária.<br>   As causas do Brasil ter aumentado o número de pessoas obesas é a mudança do hábito alimentar da população, o crescimento no poder de compra, problemas emocionais, genética, estilo de vida e em casos mais raros pode estar ligada a disturbios metabólicos.<br>  A obesidade pode gerar vários tipos de doenças.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-18 15:04:10 UTC</pubDate>
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         <title>Obesidade no Brasil - Ana Laura Pereira Oliveira</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.gazetadopovo.com.br/viver-bem/saude-e-bem-estar/obesidade-volta-crescer-brasil-atinge-maior-intice-13-anos/">https://www.gazetadopovo.com.br/viver-bem/saude-e-bem-estar/obesidade-volta-crescer-brasil-atinge-maior-intice-13-anos/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-18 23:10:04 UTC</pubDate>
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         <title>Obesidade no Brasil - Ana Laura Pereira Oliveira</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-08-18 23:18:20 UTC</pubDate>
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         <title>Obesidade no Brasil - Ana Laura Pereira Oliveira</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-08-18 23:25:31 UTC</pubDate>
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         <title>Obesidade no Brasil - Ana Laura Pereira Oliveira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marciabarros/Bookmarks/wish/686202581</link>
         <description><![CDATA[<div>Caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura no tecido adiposo, essa doença crônico-degenerativa e inflamatória é provocada por vários motivos. Diferentemente do que muitos pensam, não é só a "preguiça" para se exercitar ou a má alimentação que causam o problema, como também fatores genéticos, hormonais, metabólicos e psicológicos.</div><div>Juntos ou isoladamente, esses fatores podem interferir no balanço energético do organismo --ou seja, o saldo da quantidade de calorias que você ingere <em>versus</em> a energia que o corpo consome ao longo do dia. Basicamente, se o balanço energético é positivo (gastamos menos do que ingerirmos), estocamos as calorias que não usamos em forma de gordura corporal, o que, em longo prazo, se acontecer dia a pós dia, pode levar ao sobrepeso e à obesidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-18 23:29:55 UTC</pubDate>
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         <title>OBESIDADE NO BRASIL Gabriel Lima </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marciabarros/Bookmarks/wish/687620414</link>
         <description><![CDATA[<div>Os brasileiros estão mais obesos e com maior excesso de peso na última década . O aumento de 67,8% nos índices de obesidade é o maior dos últimos 13 anos. O número assusta principalmente porque,nos últimos três anos o país mantinha números estáveis em 18,9% agora a doença alcançou 19,8% da população</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-19 16:48:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marciabarros/Bookmarks/wish/687671441</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>OBESIDADE NO BRASIL-MATEUS PELOSO FERREIRA </em></strong><br><br>Hoje em dia a obesidade se configura como um enorme problema social. Devido ao tempo corrido, a alimentação de grande parte das pessoas tem se resumido a produtos industrializados. Desse modo, grande parte da população vem apresentando diversos problemas de saúde, como, também, inúmeros problemas sociais.<br>A alimentação de grande parte dos indivíduos está cada vez mais longe de se tornar saudável. Em virtude das exigências de rapidez e flexibilidade no mundo atual, a alimentação adequada acaba sendo trocada por fast-foods, visto que são alternativas de refeições rápidas e soluciona o problema do tempo. As pessoas constantemente procuram o prazer imediato e se esquecem do cuidado com a saúde, diante desse fator, as consequências futuras são inúmeras, como hipertensão arterial alta e diabetes, por exemplo.<br>Além dos impactos na saúde, as consequências psicológicas são numerosas. Frequentemente, pessoas acima do peso são discriminadas e desvalorizadas por fugirem do padrão imposto pela sociedade, causando reclusão e insatisfação do corpo. Porém, nem todo gordo possui problemas de saúde, afirma o diretor do Centro de Diabetes Touchstone e há magros que possuem os mesmo problemas dos obesos doentes.  magros são saudáveis se torna incorreta.<br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-08-19 17:00:31 UTC</pubDate>
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         <title>OBESIDADE NO BRASIL - Pietra Lemos Silva </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marciabarros/Bookmarks/wish/687786459</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A obesidade é um dos problemas de saúde mais importantes que estamos enfrentando atualmente, pois em alguns casos, leva o indivíduo a óbito. Tem como características o excesso de gordura corporal, compactando algumas doenças como: diabetes, sedentarismo, depressão e muitas outras.</div><div>No Brasil, não há regiões e nem classes econômicas que fuja do excesso de peso e obesidade de sua população, mas é certo de que em algumas localidades geográficas esse problema seja mais crônico. A Pesquisa de Orçamento Familiar (POF), no ano de 2008-2009, realizada pelo IBGE aponta que 40% da população brasileira está acima do peso.Os dados acerca da obesidade na população brasileira demonstram um crescimento na sua prevalência entre as décadas de 70 e 90. Os dois aspectos mais apresentados como relacionados a este quadro têm sido mudanças no consumo alimentar, com aumento do fornecimento de energia pela dieta e redução da atividade física, configurando um "estilo de vida ocidental contemporâneo".</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-19 17:37:44 UTC</pubDate>
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         <title>OBESIDADE NO BRASIL-BIANCA GRANDE SILVA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br> As pesquisas dos últimos anos vem nos mostrando que a cada cinco brasileiros, um está com excesso de peso. O índice de obesidade no Brasil está sendo comparado a padrões mundiais! Um dos grandes problemas é que esse índice não reflete apenas na vida adulta… Um terço em cada 3 crianças estão com excesso de peso.<br> Apesar de ser um dos principais motivos, a obesidade não é causada apenas por consumo excessivo de alimentos ultraprocessados ou hipercalóricos de baixo teor nutritivo, mas também pode ser causada por fatores hereditários e hormonais. Apesar de ser uma triste realidade, não só no Brasil, mas no mundo, a obesidade é um problema bem comum.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-19 18:07:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Bianca Grande Silva</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-08-19 18:26:13 UTC</pubDate>
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         <title>OBESIDADE NO BRASIL - ANTONIO ALMEIDA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marciabarros/Bookmarks/wish/688120770</link>
         <description><![CDATA[<div>O Brasil tem cerca de 18 milhões de pessoas consideradas obesas. Somando o total de indivíduos acima do peso, o montante chega a 70 milhões, o dobro de há três décadas.<br><br></div><div>A obesidade é caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal no indivíduo. Para o diagnóstico em adultos, o parâmetro utilizado mais comumente é o do índice de massa corporal (IMC).<br>O IMC é calculado dividindo-se o peso do paciente pela sua altura elevada ao quadrado. É o padrão utilizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que identifica o peso normal quando o resultado do cálculo do IMC está entre 18,5 e 24,9.W<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-19 19:42:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>OBESIDADE NO BRASIL                   Isadora Sarto </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marciabarros/Bookmarks/wish/688395962</link>
         <description><![CDATA[<div>A obesidade no Brasil chegou em um patamar nunca visto antes,metade da população é considerado obeso ,e a maioria dessas pessoas estao concentradas em regiões urbanas e com o maior poder de renda            De acordo com o ibge as crianças brasileiras estao 36,6 porcento acima do peso                   Na populaçâo adulta ,segundo a pof,aproximadamente 50 porcento dos brasileiros estao acima do peso                                     Essa doença ocorre por diversos motivos ,genética,o estilo de vida,problemas emocionais entre outros </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-19 22:57:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Obesidade no Brasil - Rafaela Oliveira Braga.                        Os dados acerca do sobrepeso/obesidade na população brasileira demonstram um crescimento na sua prevalência entre as décadas de 70 e 90. Os dois aspectos mais apresentados como relacionados a este quadro têm sido mudanças no consumo alimentar, com aumento do fornecimento de energia pela dieta e redução da atividade física, configurando um &quot;estilo de vida ocidental contemporâneo&quot;. Este artigo tem por objetivo identificar e avaliar alguns indicadores que se correlacionam com mudanças nas práticas alimentares e de atividade física na população brasileira nos últimos trinta anos. Apesar da carência de dados detalhados, os fatores que podem estar contribuindo para o quadro em tela incluem: migração interna; alimentação fora de casa; crescimento na oferta de refeições rápidas; mudanças no trabalho; meios de deslocamento; e equipamentos domésticos. Faltam informações mais detalhadas sobre as práticas alimentares e o padrão de atividade física no Brasil, em associação a dados antropométricos, para uma melhor explicação dessa relação. Há necessidade de projetos e programas intersetoriais que tenham metas bem definidas e que garantam a adesão da população a um estilo de vida saudável na perspectiva do controle do crescimento da prevalência do sobrepeso/obesidade no país.   </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marciabarros/Bookmarks/wish/689042186</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <pubDate>2020-08-20 12:25:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Obesidade no Brasil - Ligia Maria Felipe</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marciabarros/Bookmarks/wish/689249617</link>
         <description><![CDATA[<div>Nos ultimos 13 anos houve um aumento de 67,8% de casos de<strong> </strong>obesidade no Brasil, saindo de 11,8% em 2006 para 19,9 em 2018.  O Brasil nos últimos 3 anos apresentava taxas estáveis da doença. Desde 2015, a prevalencia de obesidade se manteve em 18.9%<br>Em 2018, os dados também apontaram que o crescimento da obesidade foi maior entre os adultos de 25 a 35 anos a 36 a  44 anos, com 84,2% e 81,1% mais ou menos. Apesar de o excesso de peso ser mais comum entre os homens, em 2018, as mulheres apresentaram obesidade, com 20,7% em relação aos homens, 18,7%.<br>No Brasil mais da metade da população têm excesso de peso. Na contramão do aumento dos percentuais da obesidade, o consumo regular de frutas e hortaliças cresceu 15% entre 2008 e 2018, passando de 20% para 23,2%. A pratica de exercícios físicos também aumentou 25%, assim como o  consumo de refrigerantes caiu 53% entre o jovens e adultos das capitais </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-20 13:58:25 UTC</pubDate>
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         <title>Obesidade no Brasil - Fernanda Souza Pedreira</title>
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         <description><![CDATA[<div>    Nas últimas décadas a população brasileira experimentou intensas transformações nas suas condições de vida, saúde e nutrição. Dentre as principais mudanças destaca-se a ascensão da obesidade. <br>     A obesidade é uma doença crônica definida como um acumulo excessivo de tecido adiposo num nível que compromete a saúde dos indivíduos. Segundo o estudo do ministério da saúde, a taxa de obesidade no país passou de 11,8% para 19,8%, entre 2006 e 2018. É um aumento de 67,%. <br>     A obesidade foi a quarta maior causa de internações por causas endócrinas, metabólicas e nutricionais no SUS em 2018, é sempre bom relembrar que obesidade é sim uma doença, já que, esse excesso de tecido adiposo acaba fazendo muito mal a saúde da população, ser gordo é totalmente diferente, já que até uma certa quantidade, a gordura não vai te trazer danos a sua saúde. <br>      Esse aumento na porcentagem de obesos no Brasil, se relaciona a alimentação não saudavel e ao sedentarismo.<br>    Por isso é muito recomendado ter uma boa dieta diária e fazer frequentemente exercícios fisicos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-20 17:41:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>https://youtu.be/eUwSZZF5-eI<br>Luiz Gustavo Jacinto benetolo</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-20 18:56:27 UTC</pubDate>
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         <title>Obesidade no Brasil - Júlia Gabriele Silva Caselato</title>
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         <description><![CDATA[<div>     Caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal, a obesidade é uma doença que pode desencadear outras complicações para a saúde, como diabetes tipo 2, hipertensão, colesterol e triglicerídeos elevados, câncer, osteoartrite, apneia obstrutiva do sono, asma e doenças do coração. Além disso, as taxas de câncer em obesidade grau III (quando o IMC é maior que 40) são 52% maiores em homens e 62% maiores em mulheres de peso normal.</div><div>     No Brasil, não há regiões e nem classes econômicas que fujam do excesso de peso de sua população.</div><div>     A <a href="https://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-da-saude/quatorze-tipos-de-cancer-estao-associados-a-obesidade/">obesidade</a> cresceu 72% entre 2006 e 2019. De acordo com o Vigitel, do sistema de Vigilância de Fatores de Risco para doenças crônicas não transmissíveis do Ministério da Saúde, a porcentagem de brasileiros obesos passou de 11,8% para 20,9% no ano passado. Ou seja, dois a cada dez brasileiros hoje sofrem com esse problema.  </div><div>     E a tendência é que esse número continue crescendo devido à vários fatores, como o aumento do sedentarismo, a falta da prática de exercícios físicos e a ingestão de alimentos não saudáveis e cada vez mais industrializados.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-20 19:01:00 UTC</pubDate>
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         <title>OBESIDADE NO BRASIL - Júlia Maiolini  </title>
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         <description><![CDATA[<div>   Primeiramente é preciso entender o que é a obesidade. A obesidade nada mais é que o acúmulo excessivo de gordura corporal de um indivíduo. Ela é calculada dividindo o peso pela altura elevada ao quadrado e o ideal é entre 18,5 e 24,9. A obesidade não é apenas uma questão estética, ela também é extremamente prejudicial a saúde, desenvolvendo problemas com hipertensão, doenças cardiovasculares (facilitando infarto), diabetes, etc. O excesso de peso nem sempre é por conta de maus hábitos alimentares, mas também pode ser passado geneticamente ou através de disfunções endócrinas.<br>   Existem cerca de 2 milhões de casos anuais de obesidade no Brasil... De forma detalhada, 55,7% da população adulta está acima do peso e 19,8% obesa. De acordo com o ministério da saúde, de 2006 até 2018 houve um aumento de 67% da população obesa. No caso de obesidade infantil, cerca de 15% das crianças e 8% dos adolescentes sofrem com a obesidade, sendo que 8 em cada 10 continuam obesos na fase adulta. O excesso de peso nessa idade, além de ocasionar doenças também pode gerar má formações no esqueleto.<br>   Aqui vão 5 dicas de como prevenir a obesidade:<br>1- Siga uma dieta equilibrada e variada. E coma porções recomendadas. <br>2- Conheça os alimentos que ingere, verifique o valor nutricional e as calorias sempre que possível.<br>3- Não fique mais de três horas sem comer, isso ajuda a manter as taxas de açúcar no sangue estabilizadas. <br>4- Pratique exercícios físicos.<br>5- Não faça dietas malucas e nem ''dietas relâmpago''.<br>Procure um profissional especialista, e cuide sempre do seu corpo, que é nosso maior templo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-20 19:25:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>Obesidade é um risco não só na saúde mas  também na vida            Leticia Reguim </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-20 19:28:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Obesidade Leticia </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-20 19:32:29 UTC</pubDate>
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         <title>Obesidade no Brasil- Miguel Beneton </title>
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         <description><![CDATA[<div>No Brasil, não há regiões e nem classes econômicas que fuja do excesso de peso e obesidade de sua população, mas é certo de que em algumas localidades geográficas esse problema seja mais crônico. A Pesquisa de Orçamento Familiar (POF), no ano de 2008-2009, realizada pelo IBGE em parceria com o Ministério da Saúde, veio constatar tal fato, apontando que 40% da população brasileira está acima do peso.<br>Um dado preocupante é que entre crianças de 5 a 9 anos essa porcentagem também é alta. O IBGE revela que 36,6% das crianças brasileiras estão acima do peso. Os índices de obesidade também estão num patamar elevado, crescendo muito nos últimos 35 anos. Em 1974, apenas 1,4% das crianças eram obesas, saltando para 16,6% em 2009. Verificou-se, ainda, o seguinte padrão: há mais crianças obesas nas localidades urbanas e na região sudeste do Brasil.<br>Em relação à população adolescente, os índices de excesso de peso e obesidade também cresceram, porém em ritmo mais lento. Se em 1974, 0,4% eram obesos, em 2009 essa porcentagem subiu para 5,9%. Verificou-se uma predominância de obesidade nos adolescentes com maior poder aquisitivo, havendo uma distribuição espacial dessas pessoas semelhante em todas as regiões brasileiras. Constatou-se, ainda, que o sobrepeso aumentou mais entre os adolescentes do sexo masculino do que do feminino.<br>Na população adulta, os dados são ainda mais alarmantes. Segundo a POF, aproximadamente 50% dos brasileiros estão acima do peso. Destes, cerca de 15% são obesos. Mais uma vez, averiguou-se que maior parte dessas pessoas são de uma classe econômica mais elevada, localizadas nos centros urbanos, principalmente nas regiões sudeste e sul do Brasil.<br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-08-20 20:24:36 UTC</pubDate>
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         <title>OBESIDADE NO BRASIL- Ana Elisa Santos Silveira.</title>
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         <description><![CDATA[<div>A obesidade é caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal no indivíduo,e aumenta o risco de problemas de saúde. Para o diagnóstico, o parâmetro mais  utilizado é o do índice de massa corporal (IMC). Que é calculado dividindo-se o peso do paciente pela sua altura elevada ao quadrado. É o padrão utilizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que identifica o peso normal quando o resultado do cálculo do IMC está entre 18,5 e 24,9.</div><div>A pessoa obesa é mais propensa a desenvolver problemas como hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, além de <strong>problemas</strong> físicos como artrose, pedra na vesícula, artrite, cansaço, refluxo esofágico, tumores de intestino e de vesícula.O número de pessoas obesas têm crescido rapidamente, tornando a doença um problema de saúde pública.</div><div>No Brasil, existem mais de 20 milhões de indivíduos obesos. Na população adulta, 12,5% dos homens e 16,9 % das mulheres apresentam obesidade e cerca de 50% têm excesso de peso.Nos últimos 40 anos a obesidade infantojuvenil no mundo aumentou de 1% para 6% em meninas, e de 1% para 8% em meninos, tal condição nas crianças, pode desencadear doenças ósseas .  A grande maioria (cerca de 70%) dos adolescentes com obesidade manterão essa condição na vida adulta. </div><div>Esteja sempre cuidando da sua saúde, procurando um médico especializado no assunto em casos alarmantes. Se alimente bem, e pratique exercícios.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-20 21:06:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Obesidade no Brasil. Mariana Praxedes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marciabarros/Bookmarks/wish/690462338</link>
         <description><![CDATA[<div>O Brasil tem cerca de 18 milhões de pessoas consideradas obesas. Somando o total de indivíduos acima do peso, o montante chega a 70 milhões, o dobro de há três décadas.<br><br></div><div>A obesidade é caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal no indivíduo. Para o diagnóstico em adultos, o parâmetro utilizado mais comumente é o do índice de massa corporal (IMC).<br>O IMC é calculado dividindo-se o peso do paciente pela sua altura elevada ao quadrado. É o padrão utilizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que identifica o peso normal quando o resultado do cálculo do IMC está entre 18,5 e 24,9.<br><br>A obesidade é fator de risco para uma série de doenças. O obeso tem mais propensão a desenvolver problemas como hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, entre outras.<br><br></div><div>São muitas as causas da obesidade. O <strong>excesso de peso</strong> pode estar ligado ao patrimônio genético da pessoa, a maus <strong>hábitos alimentares</strong> ou, por exemplo, a disfunções endócrinas.<br><br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-08-20 21:09:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marciabarros/Bookmarks/wish/690496148</link>
         <description><![CDATA[<div>Obesidade <br><br></div><div>Ana Luiza Garcia <br><br></div><div>A obesidade é um dos problemas de saúde mais importante que estamos enfrentando atualmente, pois em alguns casos, leva o indivíduo a óbito. Tem como características o excesso de gordura corporal, compactando algumas doenças como: diabetes, sedentarismo, depressão e muitas outras.<br><br></div><div>Pessoas obesas apresentam limitações de movimento, tendem a ser contaminadas com fungos e outras infecções de pele em suas dobras de gordura, com diversas complicações. Além disso, sobrecarregam sua coluna e membros inferiores, apresentando a longo prazo degenerações, como artroses de articulações da coluna, quadril, joelhos e tornozelos, além de varizes, úlceras de repetição e erisipela.<br><br></div><div>A forma recomendada para avaliar o peso corporal  é pelo Índice de Massa Corporal , onde é calculado o peso do indivíduo (em kg) pela altura ao quadrado (em metros). O resultado revela se o peso está dentro da faixa ideal, abaixo ou acima do desejado.<br><br></div><div>O estudo realizado com maiores de idade de todas as 26 capitais e do Distrito Federal, utilizou como principal parâmetro o Índice de Massa Corporal (IMC), o qual é calculado dividindo o peso do indivíduo por sua altura elevada ao quadrado. De acordo com a medida internacional, o IMC é considerado normal quando resulta em um número menor do que 25. Quando o índice 🤬 entre 25 e 29,9, configura-se sobrepeso. Acima disso, o indivíduo é considerado obeso.<br><br></div><div>Caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal, a obesidade é uma doença que pode desencadear outras complicações para a saúde. "A obesidade está claramente relacionada à diabetes tipo 2, hipertensão, colesterol e triglicerídeos elevados, câncer, osteoartrite, apneia obstrutiva do sono, asma e doenças do coração. Além disso, as taxas de câncer em obesidade grau III (quando o IMC é maior que 40) são 52% maiores em homens e 62% maiores em mulheres de peso normal", explica a cardiologista Célia Regina Winheski, membro da Sociedade Paranaense de Cardiologia (SPC).<br><br></div><div>Má alimentação e  a ausência de atividades físicas são alguns dos obstáculos que dificultam a situação de pessoas que sofrem com essa condição. "Muitos chegam ao consultório reclamando que comem pouco ou comem alimentos saudáveis e não emagrecem. Não adianta consumir frutas e verduras, é preciso educação alimentar e exercícios para assegurar a saúde do corpo e do coração"<br><br></div><div>Para aumentar o hábito da prática de atividade física e reduzir as doenças relacionadas ao comportamento sedentário entre os brasileiros, o Ministério da Saúde lançou, em 2011, o Programa Academia da Saúde, que desenvolve ações focadas na prática de atividade física e na promoção da alimentação saudável. Atualmente, o programa possui 2.763 polos, em 2.235 municípios. Em 2019, foram realizadas 262.727 ações de atividade física e 16.192 de alimentação saudável, visando à promoção da saúde e contribuindo para a diminuição da obesidade.<br><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-20 21:36:50 UTC</pubDate>
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         <title>Obesidade no Brasil, Maria Eduarda Pereira Martins</title>
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         <description><![CDATA[<div>A obesidade e o excesso de peso são fruto da interação entre fatores genéticos e ambientais. Os hábitos alimentares incorretos aprendem-se maioritariamente na infância.<br><br></div><div>“A obesidade e as doenças crônicas relacionadas à alimentação são desafios globais e o seu controle e prevenção exigem a implementação de políticas intersetoriais”, ressalta a coordenadora de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Gisele Bortolini.<br><br></div><div>A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), de 2013, indica que dentre os adultos com diabetes, 75,2% têm excesso de peso e, entre os adultos com hipertensão, 74,4% têm excesso de peso. Por isso, é importante ter hábitos saudáveis de alimentação para manter o peso adequado e doenças que podem ser prevenidas.<br><br></div><div>O Guia Alimentar para a População Brasileira e o Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 Anos, atualizado no ano passado, são os principais documentos para orientação e promoção da alimentação adequada e saudável no país.<br><br></div><div>Para aumentar o hábito da prática de atividade física e reduzir as doenças relacionadas ao comportamento sedentário entre os brasileiros, o Ministério da Saúde lançou, em 2011, o Programa Academia da Saúde, que desenvolve ações focadas na prática de atividade física e na promoção da alimentação saudável. Atualmente, o programa possui 2.763 polos, em 2.235 municípios. Em 2019, foram realizadas 262.727 ações de atividade física e 16.192 de alimentação saudável, visando à promoção da saúde e contribuindo para a diminuição da obesidade.<br><br></div><div>Prevenir a obesidade não é como fazer uma dieta para diminuir o peso. Muito mais do que isso, é necessário adotar mudanças de vida, que envolvem mudar a alimentação, praticar exercícios físicos e diminuir os níveis de<em> estresse</em>.</div><div><br>Da maneira como a sociedade está estruturada, essa pode ser uma tarefa difícil, tendo em vista que os mercados e supermercados são recheados de produtos altamente calóricos a preços baixos. Por essa razão, a força de vontade é seu principal aliado.</div><div><strong> <br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-20 22:52:37 UTC</pubDate>
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         <title>Obesidade</title>
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         <description><![CDATA[<div>Maria Fernanda De Paula<br><br>  A obesidade é caracterizada pelo acúmulo de gordura corporal e pode acarretar graves problemas de saúde e levar até à morte. Segundo dados do IBGE, o Brasil tem cerca de 27 milhões de pessoas consideradas obesas. Somando o total de indivíduos acima do peso, o montante chega a quase 75 milhões.<br>  A obesidade é diagnosticada através do cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC). Ele é feito da seguinte forma: divide-se o peso (em Kg) do paciente pela sua altura (em metros) elevada ao quadrado. De acordo com o padrão utilizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), quando o resultado  entre 18,5 e 24,9 kg/m<sup>2</sup>, o peso é considerado normal. Entre 25,0 e 29,9 kg/m<sup>2</sup>, sobrepeso, e acima deste valor, a pessoa é considerada obesa.<br> A obesidade é fator de risco para uma série de doenças. O obeso tem mais propensão a desenvolver problemas como hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, além de problemas físicos como artrose, pedra na vesícula, artrite, cansaço, refluxo esofágico, tumores de intestino e de vesícula,<br>  A obesidade pode, também, mexer com fatores psicológicos, acarretando diminuição da autoestima e depressão.<br>  São muitas as causas da obesidade. Em uma pessoa geneticamente predisposta, os maus hábitos alimentares e sedentarismo precipitarão o desenvolvimento da obesidade. Algumas disfunções endócrinas também podem levar ao desenvolvimento da obesidade. Por isso, na hora de pensar em perder peso, procure um especialista.<br>  Para o tratamento da obesidade, médicos podem usar fatores de risco e outras doenças para terem a noção da gravidade da situação do paciente. Por exemplo, apnéia do sono, diabetes mellitus tipo 2 e arteriosclerose são doenças que indicam a necessidade de uso de medicamentos da obesidade já em pacientes com sobrepeso (IMC 25 - 29,9 kg/m<sup>2</sup>).<br><br>https://youtu.be/eUwSZZF5-eI<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-21 22:36:51 UTC</pubDate>
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         <title>OBESIDADE NO BRASIL, Raíssa Sigiani</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marciabarros/Bookmarks/wish/692850661</link>
         <description><![CDATA[<div>        No Brasil, nenhuma região ou categoria econômica pode escapar do sobrepeso e da obesidade de sua população,mas é certo que em algumas localidades geográficas esse problema é mais permanente. A pesquisa de Orçamentos Familiares (P.O.F) realizada pelo IBGE em cooperação com o Ministério da saúde em 2008-2009 confirmou isso e apontou que 40% da população brasileira está acima do peso. Fato preocupante é que essa proporção também é elevada entre crianças de 5 a 9 anos.<br>         Em relação a população adolescente, as taxas de sobrepeso e obesidade também aumentaram, mas em um ritmo menor. Se 0,4% das pessoas eram obesas em 1974, até 2009, essa proporção havia subido para 5,9%. Entre os adolescentes com maior poder aquisitivo, a obesidade  predomina e a distribuição espacial dessas pessoas é semelhante em todas as regiões do Brasil. Também foi constatado que os adolescentes do sexo masculino aumentaram mais sobrepeso do que as adolescentes do sexo feminino.<br>        Entre a população adulta, os dados são ainda mais chocantes. Segundo a P.O.F , cerca de 50% dos brasileiros estão com sobrepeso. Destes, cerca de 15% são obesos.<br>        Verifica - se novamente que a maioria dessas pessoas pertence á classe econômica mais alta e está localizada no centro da cidade, principalmente nas regiões sudeste e sul do Brasil. Portanto , os dados revelam três padrões básicos de pessoas com excesso de peso: <br>1) Quanto maior a capacidade de ganho das pessoas, maior a probabilidade  deles ficarem acima do peso; <br>2)  A maioria deles está localizada em cidades ou no centro da cidade.<br>3) Essas pessoas estão espacialmente distribuídas nas regiões sudeste e sul, que passa a ser a área geográfica com maior renda populacional e alta de urbanização.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-22 13:36:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Obesidade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marciabarros/Bookmarks/wish/692975503</link>
         <description><![CDATA[<div>Anna Giulia Assis dos Santos Rodrigues de Morais<br>       Obesidade tem se por um distúrbio patológico que pode ser das mais diferentes origens que consiste no sobrepeso de modo a prejudicar a saúde do paciente, é o acumulo de tecidos lipídicos no organismo, o que gera uma serie de problemas. Como por exemplo, diabetes melitus, em casos mais graves tem problemas neurológicos, problemas articulares, hepáticos e renais, bem como problemas cardíacos que são responsáveis por muitas causas de morte em nossa sociedade.<br>      No Brasil uma em cada três crianças possui sobrepeso, esse é um numero bem perigoso, visto que nossas crianças estão numa fase da vida de metabolismo acelerado.<br>     A obisidade no Brasil é causada por muitas coisas como genética, má alimentação, doenças crônicas, problemas psicológicos.<br><br>     Tinha muitos trabalhos bem parecidos ai quis praticamente mudar o tema.<br><br>    O tratamento para a obesidade terá mais sucesso se você criar um plano de longo prazo com seu médico. Um ponto de partida pode ser começar a fazer mudanças no seu estilo de vida, limitando as calorias e fazendo exercícios físicos. Ou seja, seu primeiro objetivo deve ser melhorar a saúde, não atingir o peso ideal. Apesar de a fórmula gastar mais calorias do que ingerir pareça ser fácil, ela é difícil de atingir e de manter. Além das mudanças no estilo de vida, remédios e cirurgias podem ser uma opção para algumas pessoas. O tratamento que você precisa vai depender do nível de obesidade, sua saúde de uma forma feral e sua motivação para perder peso.<br>      Os manuais de saúde sugerem que as pessoas devem tentar implementar mudanças por pelo menos seis meses antes de partir para remédios ou cirurgias. Caso você tenha diabetes do tipo 2 ou doenças coronarianas, isso pode ser recomendado antes dos seis meses. Remédios para a obesidade funcionam de diferentes formas. Dependendo do medicamento, ele pode fazer você se sentir logo satisfeito, restringir a absorção de gordura e controlar a vontade de comer. Já a cirurgia é usada para reduzir o tamanho do estômago e controlar a quantidade de calorias absorvida pelos intestinos. Seu médico também pode sugerir a terapia. Caso você use a comida para lidar com a depressão, solidão ou ansiedade, precisa aprender novas técnicas para lidar com esses sentimentos.<br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-08-22 18:19:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>OBESIDADE- sofia comunian </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marciabarros/Bookmarks/wish/693481083</link>
         <description><![CDATA[<div>O Brasil tem cerca de 18 milhões de pessoas consideradas obesas. Somando o total de indivíduos acima do peso, o montante chega a 70 milhões, o dobro de há três décadas. A obesidade é fator de risco para uma série de doenças. O obeso tem mais propensão a desenvolver problemas como hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, entre outras. São muitas as causas da obesidade. O excesso de peso pode estar ligado ao patrimônio genético da pessoa, a maus hábitos alimentares ou, por exemplo, a disfunções endócrinas. Por isso, na hora de emagrecer, procure um especialista. A prevenção contra a obesidade passa pela conscientização da importância da atividade física e da alimentação adequada. O estilo de vida sedentário, as refeições com poucos vegetais e frutas, além do excesso de alimentos ricos em gordura e açúcar precipitam o aumento do número pessoas obesas, em todas as faixas etárias, inclusive crianças. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-23 18:38:03 UTC</pubDate>
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         <title>OBESIDADE- Davi Paiva Rodrigues</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marciabarros/Bookmarks/wish/693500076</link>
         <description><![CDATA[<div>Nos últimos tempos a população brasileira experimentou intensas transformações na sua saúde. Dentre as principais mudanças destaca-se a ascensão da obesidade. Estudos nacionais têm constatado o comportamento pouco uniforme do agravo no país. Dessa forma, diferenças regionais e entre grupos populacionais são evidenciadas. A obesidade avança em todas as faixas etárias e classes sociais, com impacto significativo nas mulheres inseridas nos estratos de menor renda. Nota-se, ainda a difusão da obesidade em todas as regiões geográficas, especialmente, no meio urbano. Tais resultados descrevem a magnitude da obesidade nos países em desenvolvimento e ressaltam a complexidade do perfil nutricional dessas populações. O Brasil tem seguido tendência semelhante a verificada nos países latino-americanos. Todas essas transformações têm imposto ao campo da saúde pública inegável desafio na atualidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-23 19:14:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>OBESIDADE NO BRASIL-Mateus Coimbra de Oliveira       </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marciabarros/Bookmarks/wish/693544966</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A obesidade é caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal no indivíduo. Geralmente, a obesidade resulta da ingestão de mais calorias do que as calorias queimadas por exercícios físicos e atividades diárias normais. Uma pessoa está obesa quando o índice de massa corporal (IMC) dela é de 30 ou mais. O sintoma principal é o excesso de gordura corporal, o que aumenta o risco de problemas de saúde graves. A  base do tratamento são mudanças no estilo de vida, como dieta e exercícios.<br>De acordo com levantamento do Ministério da Saúde divulgado em julho do ano passado, o número de obesos no Brasil aumentou 67,8% entre 2006 e 2018. A Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) registrou que a porcentagem da população brasileira pertencente ao grupo passou de 11,8% para 19,8% nos últimos 13 anos. <br>A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, em 2025, aproximadamente 2,3 bilhões de adultos viverão com sobrepeso no Brasil e, mais de 700 milhões, obesos. Na infância, esse número pode chegar a 75 milhões entre crianças com sobrepeso e obesidade.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-23 20:38:42 UTC</pubDate>
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         <title>OBESIDADE-Mateus Coimbra de Oliveira  </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-08-23 20:51:43 UTC</pubDate>
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         <title>OBESIDADE-Gabriel Ângelo Mendes Albertini</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marciabarros/Bookmarks/wish/693596260</link>
         <description><![CDATA[<div>No Dia Mundial da Obesidade, o Ministério da Saúde alerta para a necessidade da adoção de hábitos saudáveis para evitar o excesso de peso e as doenças desencadeadas pela obesidade. Atualmente, 55,7% da população adulta do país está com excesso de peso e 19,8% está obesa, de acordo com a Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), de 2018. A data, antes celebrada em 11 de outubro, passa a ser lembrada no dia 4 de março, a partir deste ano. Dados do Vigitel mostram ainda que 7,7% da população adulta apresenta diabetes e 24,7%, hipertensão – doenças que podem estar relacionadas à obesidade. A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), de 2013, indica que dentre os adultos com diabetes, 75,2% têm excesso de peso e, entre os adultos com hipertensão, 74,4% têm excesso de peso. Por isso, é importante ter hábitos saudáveis de alimentação para manter o peso adequado e doenças que podem ser prevenidas.<br><br></div><div>“A obesidade e as doenças crônicas relacionadas à alimentação são desafios globais e o seu controle e prevenção exigem a implementação de políticas intersetoriais”, ressalta a coordenadora de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Gisele Bortolini.<br><br></div><div>No Sistema Único de Saúde (SUS) é na Atenção Primária que as pessoas encontram o suporte profissional necessário para orientações nutricionais de prevenção, controle do ganho de peso e manutenção do peso adequado. Nas Unidades de Saúde da Família (USF), as pessoas propensas a desenvolver obesidade são identificadas e monitoradas para atuação de forma precoce no quadro de ganho de peso excessivo e acompanhamento das enfermidades que podem surgir. Dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan) mostram que, dentre os indivíduos adultos acompanhados na Atenção Primária no Brasil, 27,3% apresentaram obesidade, em 2018.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-23 22:14:04 UTC</pubDate>
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         <title>Obesidade - Ana Mell Ramos Zanatelli </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marciabarros/Bookmarks/wish/693603872</link>
         <description><![CDATA[<div>A obesidade é um distúrbio alimentar que envolve excesso de gordura corporal, aumentando o risco de problemas de saúde. Geralmente, a obesidade resulta da ingestão de mais calorias do que as calorias queimadas por exercícios físicos e atividades diárias normais. Porém, alguns fatores como um metabolismo lento do indivíduo, problemas endócrinos, genética, podem contribuir para esse diagnóstico.<br><br>Para o diagnóstico em adultos, o parâmetro usado normalmente é o do Índice de Massa Corporal (IMC), este é calculado dividindo-se o peso do paciente pela sua altura elevada ao quadrado. É o padrão utilizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que identifica o peso normal quando o resultado do cálculo do IMC está entre 18,5 e 24,9. O IMC de um indivíduo obeso deve estar acima de 30.<br><br>A obesidade é fator de risco para uma série de doenças, como hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, entre outras.<br><br><br><strong>Obesidade no Brasil - Ana Mell Ramos Zanatelli<br></strong>No Brasil, por mais que todas as regiões e classes sociais apresentem índices de obesidade, a população com mais poder aquisitivo apresenta uma maior taxa de obesidade. De acordo com os dados quanto maior o poder de renda das pessoas, mais elas tendem a ficar acima do peso, os obesos comumente estão localizadas, sua grande maioria, nas cidades, nos centros urbanos, e a distribuição espacial dessas pessoas está nas regiões Sudeste e Sul, justamente as regiões geográficas com maior poder de renda da população e com elevadas taxas de urbanização.</div><div><br>A Pesquisa de Orçamento Familiar (POF), no ano de 2008-2009, realizada pelo IBGE em parceria com o Ministério da Saúde, veio constatar tal fato, apontando que 40% da população brasileira está acima do peso. Na população adulta, os dados são ainda mais alarmantes. Segundo a POF, aproximadamente 50% dos brasileiros estão acima do peso. Destes, cerca de 15% são obesos. Averiguou-se que maior parte dessas pessoas são de uma classe econômica mais elevada, localizadas nos centros urbanos, principalmente nas regiões sudeste e sul do Brasil.<br>Indicadores apresentados pelo Ministério da Saúde mostram que, nos últimos 10 anos, a prevalência da obesidade no Brasil aumentou em 60%, passando de 11,8% em 2006 para 18,9% em 2016. O excesso de peso também subiu de 42,6% para 53,8% no período. Os dados são da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), com base em entrevistas realizadas de fevereiro a dezembro de 2016 com 53.210 pessoas maiores de 18 anos de todas as capitais brasileiras. O aumento da obesidade coincide com um período de crescimento do poder de compra dos brasileiros, incentivado por políticas econômicas e programas de distribuição de renda.<br><br></div><div>A cada cinco brasileiros, um está obeso. O Brasil, que a pouco tempo combatia a desnutrição, agora precisa combater a obesidade. Um dos fatores mais preponderantes para o aumento da obesidade no Brasil seja a mudança dos hábitos alimentares que se observa desde os anos 1970. Com pouco tempo para comer, as pessoas deixaram de fazer as refeições em casa e passaram a optar por comidas mais rápidas e mais calóricas. Por exemplo, o consumo regular de feijão, considerado um alimento básico na dieta do brasileiro, diminuiu de 67,5% em 2012 para 61,3% em 2016. E apenas um entre três adultos consomem frutas e hortaliças em cinco dias da semana.<br><br>Em relação à genética, esta cumpre um papel significativo para o aumento da obesidade. Nossos antepantepassados, desacostumados com a fartura de alimentos (presente hoje), passaram para nós a genética de retenção de calorias.<br><br>O sono inadequado também contribui para o aumento de peso. À noite, a serotonina, que é o hormônio do humor, se converte em melatonina, responsável pelo sono reparador. Nesse estágio do sono, as células conseguem mobilizar gorduras de forma adequada. Porém, por conta do estresse/tensão, tem sido cada vez mais difícil chegar a essa etapa do sono.<br><br>A falta de acesso da população a uma dieta diversificada, contribui para o aumento da obesidade no Brasil. Os alimentos ultrapassados, ricos gorduras saturadas são bastante consumidos, principalmente entre os jovens.<br><br><br><strong>Obesidade Infantil no Brasil - Ana Mell Ramos <br>Zanatelli <br></strong>A obesidade infantil encontra-se elevada no Brasil. A obesidade é um dos distúrbios nutricionais mais prevalentes entre crianças e adolescentes, em todos os países. Indivíduo com obesidade infantil tem uma grande possibilidade de crescer e tornar-se um adulto obeso. Estudo recente aponta que crianças acima do peso possuem 75% mais chance de serem adolescentes obesos e adolescentes obesos têm 89% de chance de serem adultos obesos.<br><strong><br></strong>Os dados sobre obesidade infantil são tão alarmantes que a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que em 2025 o número de crianças obesas no planeta chegue a 75 milhões. Os registros do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que uma em cada grupo de três crianças, com idade entre cinco e nove anos, está acima do peso no País. As notificações do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional, de 2019, revelam que 16,33% das crianças brasileiras entre cinco e dez anos estão com sobrepeso; 9,38% com obesidade; e 5,22% com obesidade grave. Em relação aos adolescentes, 18% apresentam sobrepeso; 9,53% são obesos; e 3,98% têm obesidade grave.<br><br><br>Vários fatores contribuem para o crescimento da obesidade na população brasileira, em especial nas crianças. Um destes fatores é a mudança de hábitos alimentares ao longo das últimas décadas. Anteriormente, a população infantil tinha acesso a uma alimentação mais caseira, mais saudável. Hoje, há o consumo acentuado da comida industrializada.<br><br>As crianças e os adolescentes obesos precisam ser identificados e controlados precocemente. Com o passar do tempo, há piora do grau do excesso de peso e o aparecimento das comorbidades, como alterações do colesterol, dos triglicérides, da glicemia e pressão arterial, além dos problemas psicossociais provocados pelo estigma da obesidade. Para combater e prevenir a obesidade infantil, a criança deve ser levada regularmente ao pediatra, recebendo concelhos nutricionais. A família deve participar ativamente da vida da criança, modificando os maus hábitos na alimentação e no sedentarismo, e a escola também deve intervir, fornecendo informações sobre saúde e obesidade.<strong><br><br><br>Obesidade Mórbida no Brasil - Ana Mell Ramos Zanatelli <br></strong>No Brasil, estima-se que entre 0,5 a 1% da população tenha obesidade grau III, ou obesidade mórbida. Este número, entretanto, já foi muito menor. Desde a década de 70 até hoje, estima-se que o número de obesos mórbidos no Brasil aumentou 255%. A classificação da obesidade é feita da seguinte forma: Grau I: IMC entre 30 e 34,9; Grau II: IMC entre 35 e 39,9 e Grau III: (obesidade mórbida): IMC acima de 40.<br><br>A obesidade mórbida pode ser causada, para a grande maioria dos obesos, por uma combinação de tendência genética, com hábitos de vida e fatores socioambientais e familiares.<br><br>O grau III de obesidade diminui drasticamente a vida do indivíduo, além de deixá-la em péssima qualidade por fatores como como redução da mobilidade, autonomia e autocuidado, dificuldade no uso de transporte público, rejeição e preconceito por parte da sociedade, entre outras coisas. Muitas das pessoas com obesidade grau III, ou obesidade mórbida ficam recolhidas em casa, afastadas do convívio social. Esses indivíduos apresentam dificuldade com a higiene pessoal, o que colabora para o aparecimento de infecções na pele.<br><br>Entrevistas com obesos mórbidos brasileiros:<br>https://youtu.be/voqUlsBwDbw<br>https://youtu.be/8KwZqEKnut8<br>https://youtu.be/rfusK00pcms<strong><br><br></strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-23 22:28:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Obesidade- Maria Eduarda Souza Ferreira</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A obesidade é caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal no indivíduo. Para o diagnóstico em adultos, o parâmetro utilizado mais comumente é o do índice de massa corporal (IMC).<br>A principal causa de obesidade é a alimentação inadequada ou excessiva. Para manter o peso ideal é preciso que haja um equilíbrio entre a quantidade de calorias ingeridas e a energia gasta ao longo do dia. Quando há abundância de alimentos e baixa atividade energética, existe o acúmulo de gordura. Por isso, o sedentarismo é o segundo fator importante que contribui para a obesidade.<br>Além disso, existem os fatores genéticos, em que uma pessoa pode herdar a disposição para obesidade; ter o metabolismo mais lento, o que facilita o acúmulo de gorduras e dificulta o emagrecimento, ou ter aumento de peso por conta das oscilações hormonais.<br>Também existe uma influência dos fatores psicológicos, quando o estresse ou as frustrações desencadeiam crises de compulsão alimentar.<br><br>A melhor forma de tratar a obesidade é adotar mudanças no estilo de vida, com uma dieta menos calórica aliada a um programa de exercícios físicos, sempre sob a supervisão de um profissional.<br>Também pode ser feito o uso de medicamentos, desde controladores de apetite até os que reduzem a absorção de gordura pelo organismo.<br>Para os casos mais graves, pode ser recomendada também a cirurgia bariátrica, especialmente para quem possui o IMC acima de 35 e também ter doenças associadas à obesidade, e para os que têm IMC acima de 40 e não conseguem emagrecer com outros tratamentos.<br><br>A obesidade é fator de risco para uma série de doenças. O obeso tem mais propensão a desenvolver problemas como hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, entre outras.<br>São muitas as causas da obesidade. O excesso de peso pode estar ligado ao patrimônio genético da pessoa, a maus hábitos alimentares ou, por exemplo, a disfunções endócrinas.<br>O acúmulo de gordura no organismo aumenta o risco de doenças como hipertensão arterial, aumento do colesterol e triglicérides, diabetes, apneia do sono, acúmulo de gordura no fígado, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral e pode estar associado ao surgimento de alguns tipos de câncer.<br>O excesso de peso pode trazer ainda prejuízos para as relações pessoais e profissionais, pois essas pessoas são mais propensas à depressão e ansiedade.<br><br>O Brasil tem cerca de 18 milhões de pessoas consideradas obesas. Somando o total de indivíduos acima do peso, o montante chega a 70 milhões, o dobro de há três décadas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-24 00:34:31 UTC</pubDate>
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         <title>OBSIDADE NO BRASIL-Sofia Borges Lima</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marciabarros/Bookmarks/wish/693729657</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A obesidade é caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal no indivíduo. Para o diagnóstico em adultos, o parâmetro utilizado mais comumente é o do índice de massa corporal (IMC).<br>O IMC é calculado dividindo-se o peso do paciente pela sua altura elevada ao quadrado. É o padrão utilizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que identifica o peso normal quando o resultado do cálculo do IMC está entre 18,5 e 24,9. Para ser considerado obeso, o paciente deve estar acima de 30. A obesidade é fator de risco para uma série de doenças. O obeso tem mais propensão a desenvolver problemas como hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, entre outras. São muitas as causas da obesidade. O excesso de peso pode estar ligado ao patrimônio genético da pessoa, a maus hábitos alimentares ou, por exemplo, a disfunções endócrinas. Por isso, na hora de emagrecer, procure um especialista. <br> <br>Dados do Vigitel mostram ainda que 7,7% da população adulta apresenta diabetes e 24,7%, hipertensão – doenças que podem estar relacionadas à obesidade. A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), de 2013, indica que dentre os adultos com diabetes, 75,2% têm excesso de peso e, entre os adultos com hipertensão, 74,4% têm excesso de peso. Por isso, é importante ter hábitos saudáveis de alimentação para manter o peso adequado e doenças que podem ser prevenidas. Para aumentar o hábito da prática de atividade física e reduzir as doenças relacionadas ao comportamento sedentário entre os brasileiros, o Ministério da Saúde lançou, em 2011, o Programa Academia da Saúde, que desenvolve ações focadas na prática de atividade física e na promoção da alimentação saudável. Atualmente, o programa possui 2.763 polos, em 2.235 municípios. Em 2019, foram realizadas 262.727 ações de atividade física e 16.192 de alimentação saudável, visando à promoção da saúde e contribuindo para a diminuição da obesidade.<br>Outra importante iniciativa é o Programa Saúde na Escola que promove a saúde e a educação de maneira integral, articulando saúde e escola. Atualmente, o programa está presente em 91.659 escolas de 5.289 municípios. Em 2019, foram realizadas 53.040 ações de atividade física e 240.139 de alimentação saudável e prevenção da obesidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-24 01:05:39 UTC</pubDate>
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         <title>Obesidade - Vinícius Lentini Fávaro</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No Brasil, cerca de 48,5% da população se encontra acima do peso, e cerca de 18,9% está obesa.<br>De acordo com a fonte:<a href="https://www.saude.gov.br/atencao-especializada-e-hospitalar/especialidades/obesidade">https://www.saude.gov.br/atencao-especializada-e-hospitalar/especialidades/obesidade</a><br>"A obesidade é decorrente do acúmulo de gordura no organismo, que está associado a riscos para a saúde, devido à sua relação com várias complicações metabólicas."<br>Trata-se também de um fator de risco para doenças cronicas NÃO transmissíveis, como diabetes mellitus e doenças cardiovasculares.<br>Para evitar esse problema, é necessário que tenhamos um controle da nossa alimentação, e a realização de exercícios é fundamental para queimar as calorias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-24 12:35:28 UTC</pubDate>
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         <title>Obesidade- Luís Otávio Evangelista Ferreira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marciabarros/Bookmarks/wish/695153889</link>
         <description><![CDATA[<div>40% da população brasileira está acima do peso, não há regiões e nem classes econômicas que fuja do excesso de peso e obesidade<br>  Um dado preocupante é que entre crianças de 5 a 9 anos essa porcentagem também é alta. O IBGE nos mostra que 36% das crianças brasileiras estão acima do peso. Os índices de obesidade estão em um patamar bem elevado, crescendo muito nos últimos 35 anos. Em 1974, apenas 1,4% das crianças eram obesas, saltando para 16,6% em 2009. Verificou-se, ainda, o seguinte padrão: há mais crianças obesas nas localidades urbanas e na região sudeste do Brasil.<br>  Em relação à população adolescente, os índices de excesso de peso e obesidade também cresceram muito, porém em ritmo mais lento. Se em 1974, 0,4% eram obesos, em 2009 essa porcentagem subiu para 5,9%. Verificou-se uma predominância de obesidade nos adolescentes com maior poder aquisitivo, havendo uma distribuição espacial dessas pessoas semelhante em todas as regiões brasileiras.   Constatou-se, ainda, que o sobrepeso aumentou mais entre os adolescentes do sexo masculino do que do feminino.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-24 16:42:36 UTC</pubDate>
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         <title>Obesidade- Laura Vergino Naves</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marciabarros/Bookmarks/wish/695460568</link>
         <description><![CDATA[<div>As principais causas da Obesidade no Brasil é o fruto da interação entre factores genéticos e ambientais ( poucos casos), hábitos alimentares incorretos. A taxa de obesidade no Brasil é 19,8%.<br>Algumas medidas para combater e evitar a obesidade:<br>- como proporções recomendadas<br>- aprenda e conheça os alimentos e nutrientes<br>- coma a cada 3 ou 4 horas<br>- mantenha uma atividade física regulada<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-24 18:03:14 UTC</pubDate>
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         <title>Obesidade- Ana Luiza A. Macedo</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-08-24 20:40:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Obesidada.Felipe R Bellini.<br>  A cada cinco brasileiros, um está obeso. Mais da metade esta acima do peso. O país que até pouco tempo lutava para combater a fome e a desnutrição, agora precisa conter a obesidade. <br>  Especialistas ouvidos pela BBC Brasil atribuem o almento de peso dos brasileiros a fatores econômicos e culturais, mas também genéticos e hormonais. <br>      Questões de genética também cumpre um papel relevante para o almeto da população obesa.<br>       Além disso colabora para a proliferação dessa genética gorda também aspecto cultura, que associava a gordura a saúde até recentemente, como aquele discurso da vovó  que diz que o neto "está diante de está magrinho". <br>      O último ponto destacado pelos especialista para aumento da obesidade no Brasil é a falta de dietas de acesso a dietas diversificadas, o que depende menos de poder aquisitivo do que de educação alimentar.<br>      O crescimento da obesidade é um dos fatores que podem ter colaborado para o aumento da prevalência de diabetes e hipertensão, doenças crônicas não trasmisivens que pioram a condição de vida do brasileiro e podem até levar a morte<br>     A caosa da obesidade é o excesso de peso são frutos da interação entre fatores genéticos e ambientais a causa sao os abitos alimentares incorretos aprenden-se maioriamente na infância.<br>     A mudança do estilo de vida, que compreende redução alimentar e atividades físicas, é a base para o tratamento clínico da obesidade. Sem ela, dificilmente se atingirá uma perda de peso necessária para melhorar a saúde e, muito menos, essa perda de peso necessária para melhorar a saude e muito menos essa perda será  duradoura.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-24 21:43:35 UTC</pubDate>
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         <title>A obesidade de acordo com a faixa etária </title>
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         <description><![CDATA[<div>A maior taxa está entre adultos de 45 a 64 que é de 61% oque já é bastante coisa mas um dado muito preucupante tambem é que a taxa entre jovens de 18 a 24 anos esta em 18% porcento e tido isso vem dos maus abitos como o tabaquismo e o esseso de alcool. Uma pesquisa realizada ministerio da saúde mostra que desde 2006 o Brasil tem ficado cada vez mais "obeso" ( gráfico abaixo) mas tudo isso pode ser evitado com uma alimentação mais saudável como próprio ministério da saúde passou:  <strong>1 - Faça dos alimentos in natura ou minimamente processados e de origem predominantemente vegetal a base da alimentação<br></strong><br></div><div><strong>Sempre opte por alimentos obtidos diretamente de plantas ou de animais ou então aqueles que foram submetidos a processos que não envolvam agregação de sal, açúcar, óleos, gorduras ou outras substâncias ao alimento original. . Exemplos: frutas, verduras, legumes, leite, iogurte natural, feijões, cereais, raízes, tubérculos, ovos, carnes resfriadas ou congeladas, farinhas, macarrão, castanhas, frutas secas, sucos integrais, chá, café e água potável. Para economizar na compra desses produtos, prefira os que estão no período de safra, pois terão menor preço.<br></strong><br></div><div><strong>2 - Controle o consumo de alimentos de origem animal<br></strong><br></div><div><strong>Alimentos de origem animal são boas fontes de proteínas e da maioria das vitaminas que necessitamos, mas não contém fibras e podem acrescentar elevada quantidade de calorias por grama e teor excessivo de gorduras não saudáveis (chamadas gorduras saturadas). O </strong><a href="http://189.28.128.100/dab/docs/portaldab/publicacoes/alimentacao_cardioprotetora_orien_pro_saude_ab.pdf"><strong>Manual Alimentação Cardioprotetora</strong></a><strong> destaca a importância do controle do consumo de carnes (bovina, suína, frango e peixe) principalmente pelos cardiopatas e indivíduos com fatores de risco cardiovascular, por serem alimentos que contêm maior quantidade de gordura saturada, sal e colesterol, que podem fazer mal para o coração.<br></strong><br></div><div><strong>3 - Utilize óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades<br></strong><br></div><div><strong>São comumente utilizados para temperar e cozinhar alimentos in natura e minimamente processados, e deixam os alimentos mais agradáveis ao paladar. Produtos como óleos (de soja, milho ou de oliva), banha de 🤬, gordura de coco, açúcar (refinado, mascavo ou demerara) e sal de cozinha (refinado ou grosso) devem ser utilizados em pequenas quantidades, pois além de favorecer o ganho de peso, aumentam o risco de doenças do coração (sódio e gorduras), de cáries e diabetes (açúcar).<br></strong><br></div><div><strong>4 - Compre mais em feiras livres ou de produtores locais<br></strong><br></div><div><strong>Sempre que possível, faça suas compras em locais onde são comercializados prioritariamente alimentos in natura ou mininimamente processados, incluindo orgânicos e de base agroecológica, como feiras, sacolões e varejões. Uma boa alternativa em algumas cidades é comprar de veículos que percorrem as ruas vendendo frutas, legumes e verduras adquiridos de centrais de abastecimento. Em supermercados, uma dica é levar uma lista de compras para evitar comprar mais do que o necessário, sobretudo ultraprocessados em promoção.<br></strong><br></div><div><strong> </strong></div><div><strong>5 - Desenvolva habilidades culinárias<br></strong><br></div><div><strong>O processo de cozinhar implica em preparações baseadas em alimentos in natura ou minimamente processados. Daí a importância de desenvolver habilidades culinárias, seja pedindo receitas para a família ou conversando com colegas que sabem cozinhar, e mesmo com a ajuda de livros e da internet. Não tem tempo? A dica é cozinhar alimentos que demandam mais tempo (como o feijão) em um único dia, congelar e utilizar ao longo da semana. Macarrão com molho de tomate natural, sopas, omeletes ou arroz com legumes refogados são ótimas opções para os dias em que o tempo está curto.</strong></div><div><br></div><div><strong>6 - Evite ambientes desfavoráveis<br></strong><br></div><div><strong>Comer em frente à televisão ou computador, sem atenção e de maneira rápida são comportamentos que podem levar a um consumo exagerado de alimentos e facilitar o ganho de peso.  O que você pode fazer para favorecer o “comer com regularidade e atenção” é procurar comer em locais limpos, confortáveis e tranquilos, de preferência na companhia de familiares, amigos ou colegas de trabalho. Compartilhar refeições e comer sem pressa ampliam o prazer proporcionado pelo ato de comer.<br></strong><br></div><div><strong>7 - Fique atento a publicidade<br></strong><br></div><div><strong>A publicidade de alimentos ultraprocessados frequentemente veicula informações incorretas ou incompletas sobre os produtos. E muitas vezes as propagandas acabam dificultando as escolhas alimentares mais saudáveis. Portanto, a dica é ir além das informações em destaque na embalagem, e sempre verificar a lista de ingredientes. Em geral, se são descritos CINCO ingredientes ou mais, o alimento é classificado como ultraprocessados e deve ser evitado, especialmente quando os ingredientes são basicamente formulações industriais ou com nomes desconhecidos.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-24 22:06:52 UTC</pubDate>
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         <title>Obesidade no Brasil- Láysa Jorcico</title>
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         <description><![CDATA[<div>    A obesidade avança em todas as faixas etárias e classes sociais, com impacto significativo nas mulheres inseridas nos estratos de menor renda. Nota-se, ainda a difusão da obesidade em todas as regiões geográficas, especialmente, no meio urbano.<br>    Devemos tomar cuidado ao tentar melhorar nosso peso, jamais tomar remédios que não foram receitados por um médico, ou até mesmo fazer dietas que são severas. O mais indicado é uma reeducação alimentar, onde não cobramos tanto do nosso corpo. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-24 22:54:39 UTC</pubDate>
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         <title>Obesidade no Brasil-  Yasmin Porto </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>“Eu acredito que podemos mudar o mundo através da alimentação”. A frase é de Bela Gil, chef e nutricionista, fundamentando a escolha de sua dieta em meio a tanto desequilíbrio nutricional. De fato, a sociedade atual, acelerada e sintética, está recheada de problemas relacionados à má alimentação e, principalmente, ao peso excessivo. Nesse sentido, em um contexto em que o tempo engole o homem, a preferência por uma alimentação irregular parece até aceitável, mas não inteligente, uma vez que a obesidade no Brasil, nesse cenário, surge como um dos menores efeitos.</div><div><br>Em primeiro lugar, é importante analisar o sucesso de uma refeição nada benéfica. Vítima da aceleração do mundo moderno, a alimentação tem se resumido a produtos industrializados e aos famosos fast-foods, não tão saudáveis e pouquíssimo nutritivos.</div><div>Adaptando a ideia de modernidade líquida de Zygmunt Bauman, parece que, hoje, o prazer imediato e o pouco cuidado com o futuro têm sido prioridade na vida do indivíduo brasileiro, que, em todo o tempo, prefere o mais rápido – de certa forma, o mais saboroso – e deixa de lado o que pode, de fato, alimentá-lo. Diante desse fator, surgem diversas consequências que evidenciam ainda mais as características do mundo atual.</div><div><br>Dentre esses efeitos, o que parece se destacar mais é a obesidade no Brasil. Sabe-se, porém, que esse excesso é apenas o início de uma variedade de problemas que, em conjunto, podem prejudicar ainda mais o indivíduo.</div><div><br>De acordo com o Ministério da Saúde, o número de pessoas acima do peso no País já é maior do que a metade da população, atingindo 52% em 2015. O mais preocupante, entretanto, são os frutos desse problema: além de desequilíbrios psicológicos, como a bulimia, o sobrepeso abre caminho para a hipertensão, a diabetes e muitas outras consequências físicas que podem trazer resultados trágicos. Percebe-se, então, certa urgência na adoção de medidas que trabalhem esses problemas e seus efeitos.</div><div><br>Torna-se evidente, portanto, a existência de uma refeição nada regular e uma necessidade de se tratar tal dificuldade, de modo que as suas sequelas sejam cada vez menores. Em um contexto de reeducação alimentar, a escola tem um papel fundamental, com palestras de nutricionistas e até aulas de gastronomia, a fim de começar a tratar o problema desde a base, com conscientização. A família e a mídia também podem trabalhar a valorização da comida saudável por meio de conversas, debates e campanhas. Só assim, tratando causas e minimizando efeitos, será possível enxergar a alimentação, de fato, como um ingrediente nas transformações de que a liquidez atual precisa.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-24 23:02:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marciabarros/Bookmarks/wish/696132269</link>
         <description><![CDATA[<div>Obesidade - Pedro Rabelo Bellini<br>A obesidade e o acúmulo excessivo de gordura corporal no indivíduo , é calculado dividindo o peso do paciente pela sua altura elevada ao quadrado , a obesidade e o excesso de peso são fruto da interação entre factores genéticos e ambientais apenas um pequeno número de casos se deve a outras causas , como doenças endócrinas , síndromas genéticos , tumores , os hábitos alimentares incorretos aprendem-se maioritariamente na infância , o ministério da saúde e a Organização Panamericana da saúde apontam que 12,9% das crianças brasileiras entre 5 a 9 anos de idade tem obesidade , assim como 7% dos adolescentes na faixa etária de 12 a 17 anos , a mudança do estilo de vida , que compreende reeducação alimentar e atividade física , é a base do tratamento clínico da obesidade .</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-24 23:14:33 UTC</pubDate>
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         <title>Obesidade- Ana Luiza Atalaia de Macedo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marciabarros/Bookmarks/wish/696142894</link>
         <description><![CDATA[<div>          Para identificar a doença utilizamos o IMC, uma equação que dividimos o peso pelo à altura elevado ao quadrado, se seu resultado for entre 25 a 29 indica sobrepeso, e se for maior que 30 aponta obesidade. Sendo que quanto maior, maior o risco de complicações.<br>          Entretanto, também é usado o percentual de gordura corporal (utilizando o peso, estatura e a espessura da dobra cutânea). Quando a resposta passar de 25% a 30% mostra obesidade.<br><br></div><div>          Existem inúmeras causas, entre elas podemos citar:<br> -Alimentação rica em açúcares, carboidratos e gorduras.<br>-Pouco exercício físico.<br>-Predisposição genética.<br>-Distúrbios hormona<br>- Problemas emocionais.<br>-Uso de medicamentos que engordam.<br><br>          O tratamento mais comum é a pratica de exercícios físicos e uma alimentação adequada. Sendo necessário o acompanhamento e prescrição de profissionais de educação física e nutricionistas/ médicos.  <br>          Em casos mais graves a cirurgia bariátrica é recomendada. Nela há um conjunto de técnicas para a diminuição do estômago. Além disso, ela é reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina. <br><br></div><div>          Veja a obesidade na população adulta em alguns países:<br>EUA------------------ 36%<br><br></div><div>BRASIL-------------22,1%<br><br></div><div>JAPÃO--------------- 4,3%<br><br></div><div>ÍNDIA---------------- 3,9%<br><br></div><div>CHINA--------------- 6,2%<br><br>ARÁBIA SAUDITA- 35%<br>          Como viu, em todo mundo este é um grande problema, prejudicando até a economia, com gastos com saúde para tratar doenças crônicas, como diabetes e problemas cardiovasculares. Sem contar, que pode afetar o mercado de trabalho, reduzindo a possibilidade de essas pessoas continuarem empregadas e aumentando as chances de faltarem ao trabalho ou serem menos produtivas.<br>          Com os anos isso pode influenciar até no PIB do país podendo reduzir o PIB em 3,3% no período de 2020 a 2050. No Brasil o impacto negativo será até maior, com redução de 5,5%.<br>          A obesidade também reduz a expectativa de vida. O estudo prevê que no período de 2020 a 2050, o excesso de peso irá reduzir a expectativa de vida das pessoas em três anos. No Brasil, a estimativa é de uma redução de 3,3 anos.<br>          <br>         Atualmente, mais de 1/5 da população brasileira é obesa. Sendo que esse número vem crescendo de forma mais acelerada em comparação a outros países. Podemos ver isso analisando os dados de 1996, em que apenas 12,7% dos adultos eram obesos, já nos de 2016, 22,1% da população adulta sofria com essa doença.<br>          Infelizmente, quase 11% das crianças brasileiras são obesas. Isso aumenta a chance sofrer bulliyng na escola, consequentemente pode resultar em um desempenho inferior, o prejudicando no mercado de trabalho posteriormente.<br>        <br>          A solução para os países é a prevenção<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-24 23:23:03 UTC</pubDate>
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         <title>Obesidade- Ana Luiza Atalaia de Macedo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marciabarros/Bookmarks/wish/696222054</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=OipmYR939NY" />
         <pubDate>2020-08-25 00:25:52 UTC</pubDate>
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         <title>obesidade no brasil</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marciabarros/Bookmarks/wish/696858413</link>
         <description><![CDATA[<div>https://youtu.be/GIA96MEUf7o<br>(vídeo com dados de 2017) Emanuelli O Costa</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-25 11:37:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marciabarros/Bookmarks/wish/698412882</link>
         <description><![CDATA[<div>O Brasil tem cerca de 18 milhões de pessoas consideradas obesas. Somando o total de indivíduos acima do peso, o montante chega a 70 milhões, o dobro de há três décadas.<br><br></div><div>A obesidade é caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal no indivíduo. Para o diagnóstico em adultos, o parâmetro utilizado mais comumente é o do índice de massa corporal (IMC).<br>O IMC é calculado dividindo-se o peso do paciente pela sua altura elevada ao quadrado. É o padrão utilizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que identifica o peso normal quando o resultado do cálculo do IMC está entre 18,5 e 24,9. Para ser considerado obeso, o<strong> IMC</strong> deve estar acima de 30.<br><br></div><div>A obesidade é fator de risco para uma série de doenças. O obeso tem mais propensão a desenvolver problemas como hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, entre outras.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-25 19:25:00 UTC</pubDate>
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