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      <title>Processo colonizador da América by Maria Clara Santos</title>
      <link>https://padlet.com/mariacszanini/Bookmarks</link>
      <description>Amanda Canizela, Gisele Zinato, Lyra Aiexe, Maria Clara Zanini, Sofia Guimarães - 1A</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-20 19:13:37 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2021-08-20 20:28:44 UTC</lastBuildDate>
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         <title>América Espanhola</title>
         <author>mariacszanini</author>
         <link>https://padlet.com/mariacszanini/Bookmarks/wish/1688481630</link>
         <description><![CDATA[<div>*Durante o período de colonização e das grandes navegações, vários movimentos estavam acontecendo na Europa, como o Iluminismo, Renascimento, a Reforma da Igreja e o Mercantilismo, tendo assim impacto na forma de colonização da américa. A conquista da América é uma tentativa privada de banqueiros, mercadores e conquistadores, cujo custeamento foi bancada pelo Estado. Já por parte da Igreja, ela tinha interesses comuns aos da Coroa e próprios. O território hoje conhecido como América tinha seus próprios costumes, povos, religiões, organizações e modo de pensar, resultando num impacto maior em todo o processo que vinha a seguir. Inicialmente, a conquista caracterizou-se pelo saque e o assalto, passando-se posteriormente à organização de um sistema produtivo que possibilitou a existência do latifúndio. A conquista foi feita sem comunicação, somente por força bruta durante praticamente todo o processo.<br><br>*A expedição de Hernán Cortez foi uma das primeiras a desembarcar na Europa com a finalidade de extrair e se apropriar de riquezas latino-americanas. Devido à sua superioridade tecnológica, este conquistador submeteu ao poder da Coroa Espanhola a civilização mexicana, pois sua cultura já conhecia o aço, as armas de fogo e meios de transporte como o cavalo, embora os povos que ali viviam possuíam população muito maior que a dos invasores, colaborando para submissão da escravidão.&nbsp;<br><br>*A Igreja Católica também participava ativamente durante todo o processo de conquista e colonização da América, uma vez que a matança de índios servia para purificá-los em nome de Deus, de suas terríveis heresias, como o canibalismo, as danças rituais, a nudez e a adoração de ídolos de pedra.</div><div>Os combates internos entre as teribos e civilizações colaborava ainda mais com os ideais espanhóis, uma vez que eles usavam essa fraqueza para engrandecimento deles mesmos.</div><div><br>*Apesar de ser muito romantizada, a expansão espanhola foi muito violenta, ainda muito mais que a portuguesa que aconteceu no Brasil, uma vez que os objetivos dessas duas nações eram distintos embora parecidos.<br><br>*Mesmo que muitos digam que a América foi descoberta pelos europeus, a afirmação não está completamente correta, uma vez que só se pode descobrir algo que não estava ocupado, logo o continente pode ter sido descoberto, porém somente na visão eurocêntrica.&nbsp;</div><div>O maior movimento expansionista ocorreu durante os séculos XV e XVI, os povos em torno do Mar Mediterrâneo: norte da África, Oriente Próximo e sul da Europa e até mesmo em a outras partes do mesmo continente.<br><br></div><div>*O expansionismo é um momento decisivo na história, quando se alargam os horizontes econômicos e políticos como os geográficos. Além de uma nova visão do humano e do social, não mais preso ao teocentrismo da Idade Média, mas aberto ao antropocentrismo que vai caracterizar a Idade Moderna. Junto disso, valoriza-se o culto da Natureza, a pesquisa e o experimentalismo.</div><div><br>*O expansionismo geográfico foi o começo da situação capitalista, em sua forma agressiva do imperialismo. Não se pode dizer que o espanhol foi melhor que o francês, português ou holandês. Todo colonialismo é problemático por si só, não havendo como um ser melhor ou mais eficiente que o outro.<br><br></div><div>*O espanhol não apenas saqueou e submeteu à escravidão índios para vendê-los na como, sobretudo, usou a organização do trabalho entre os nativos.</div><div>A principal revolta dos indígenas não foi a Igreja nem o governo, mas principalmente a inadequação de sua cultura.</div><div>Não&nbsp; recrimine tanto a nação de portugueses e espanhóis, pelo “simples” ato de colonização e sim pela perseguição do povo inocente e a forma como todos esses processos foram realizados.</div><div>&nbsp;</div><div>*Ao chegarem na América, os espanhóis se depararam com a existência de grandes civilizações capazes de elaborar complexas instituições políticas e sociais. Porém esse grupo não estava interessado na cultura ou costumes dos povos, ele se concentrava em obter ouro e poder.<br><br>*Além da superioridade bélica, os espanhóis usavam o sistema imunológico despreparado para doenças simples desse grupo sobre as tribos. Além disso, instigavam o acirramento das rivalidades entre duas tribos locais. Dessa forma, depois dos nativos se desgastarem em conflitos, a dominação hispânica agia para controlar as tribos em questão.</div><div>Durante longos séculos de massacre e exploração, foi somente entre os séculos XVIII e XIX, que começou fim da exploração colonial.&nbsp;<br><br>*Uma questão muito levantada é sobre como foi possível os espanhóis conquistarem todas as populações pré-colombianas. Essa dúvida está ligada ao fato de que a população espanhola era infinitamente menor em relação ao número de nativos americanos da região. Assim, de acordo com o poeta Pablo Neruda, houveram três elementos responsáveis pela dominação espanhola: a cruz, a espada e a fome. Nesse sentido, a espada representa a superioridade bélica que favoreceu os espanhóis durante as lutas contra os povos pré-colombianos, a cruz mostra que a catequese imposta pelos espanhóis incutia valores favoráveis à aceitação da presença espanhola na região e a fome, juntamente com as doenças, influenciaram diretamente na diminuição das populações indígenas. Dessa forma, no final do século XVI, as colônias espanholas haviam implantado todo um conjunto de instituições e práticas que garantiram sua ação nos territórios coloniais. A partir dessa trajetória, diversos historiadores consideram esse processo um dos maiores genocídios de toda a história da humanidade.<br><br>*As grandes navegações determinaram o início da conquista da América e da exploração de novas terras pelas potências europeias, principalmente Espanha e Portugal. Ao chegarem nas Américas, grande maioria dos nativos foram mortos pelos espanhóis, que trouxeram africanos para trabalharem nas lavouras.&nbsp;<br>Em 1519, a conquista do império asteca teve início com a chegada de um grupo comandado por Renan Cortés, e treze anos depois, a conquista das terras incas por Francisco Pizarro fortaleceu a dominação espanhola na América. Assim, começou a formação de vilas e cidades, que seguia um modelo urbanístico baseado no renascimento e eram nomeadas com nomes cristãos. Para a fundação das cidades, o primeiro passo era levantar uma cruz no local onde se planejava construir a catedral. Depois disso, um mapa era traçado e os terrenos eram divididos por ordem hierárquica. Já o pelourinho, isto é, um tronco enterrado no solo, representava a justiça e era colocado no local onde seria construída a praça da cidade. Além disso, as construções eram feitas perto do mar, para facilitar a entrada e saída dos navios.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 20:19:56 UTC</pubDate>
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         <title>América Portuguesa</title>
         <author>mariacszanini</author>
         <link>https://padlet.com/mariacszanini/Bookmarks/wish/1688485446</link>
         <description><![CDATA[<div>* Dom João III não tinha muito controle das finanças, ou seja, ele gastava mais do que ele arrecadava. Por isso, houve uma decepção com o Brasil, no primeiro momento, por não ter se encontrado pedras preciosas assim que chegaram lá. Mais tarde na história do Brasil, houve um grande fluxo migratório japonês para o país, incentivados pelos cafeicultores paulistas, além de também irem para o Pará.<br><br>*As capitanias hereditárias foram criadas com o objetivo dos portugueses de colonizar e ocupar o Brasil, para impedir que os franceses o fizessem. Alguns portugueses foram escolhidos e esses ganharam um pedaço de Terra determinado e foram obrigados a cumprir esse papel de colonização e ocupação de tal área, com o seu próprio dinheiro. Duas capitanias realmente sucederam: a de Pernambuco, onde houve o início da plantação de cana-de açúcar no Brasil, e a de São Vicente, atual São Paulo, devido à venda de escravos. O clientelismo, o mandonismo e os grandes latifúndios no país começam nesse período. As capitanias hereditárias ainda deixam traços no Brasil atual.<br><br>*Atualmente, a chegada dos portugueses no Brasil pode ser um tópico controverso de ser discutido. Enquanto alguns usam o termo “descobrimento”, outros criticam as conotações que a palavra implica. O fato é que, em 22 de abril de 1500, 14 navios portugueses chegam na costa brasileira e os europeus fazem contato com os nativos que ali viviam.<br><br>*De acordo com diversos historiadores, é muito provável que Portugal, ao contrário de convicção popular, já sabia da presença de um território ao Ocidente e pretendia fazer uma “escala” no caminho às Índias. Após um encontro amistoso com os povos indígenas, se iniciou a exploração. O pau-brasil foi, nos primeiros 30 anos desde a chegada de Pedro Álvares Cabral, o produto mais explorado no Brasil, porém a metrópole não se preocupava muito com a colônia devido a outros territórios mais lucrativos que possuía.<br><br></div><div>* Ao longo do tempo, o país começou a ser povoado para prevenir invasões e, assim, Portugal começa a formular estratégias para administrar e lucrar com o território. São criadas as capitanias hereditárias com o objetivo de facilitar essa administração que, depois, se seguiria do Governo-Geral.<br><br></div><div>&nbsp;*Depois do pau-brasil, o produto que passou a ser o mais lucrativo para a metrópole foi o açúcar. Portugal lucrava muito com os impostos que cobrava sob as mercadorias e o pacto colonial. Depois da descoberta do ouro, a o sistema escravagista se instaurou de vez no Brasil e Portugal lucrava mais com a colônia do que nunca. Os povos nativos, porém, haviam sido quase dizimados e o povo brasileiro não tinha nenhuma autonomia sob suas fontes de riqueza.<br><br></div><div>*&nbsp;Os efeitos do estilo de colonização dos portugueses no Brasil podem ser observados até hoje. Os recursos naturais brasileiros foram explorados incansavelmente sem que as riquezas provenientes de tal exploração ficassem em solo nacional. Podemos atribuir muitas das dificuldades políticas e de autonomia que o país enfrenta hoje ao completo domínio que Portugal exerceu sobre o território durante tanto tempo.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 20:24:32 UTC</pubDate>
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         <title>América Inglesa</title>
         <author>mariacszanini</author>
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         <description><![CDATA[<div>*Enquanto Portugal e Espanha estabeleceram sistemas para administrar a colonização em suas colônias ao longo do século XVI, a América do Norte, sob domínio inglês, ficou estagnada por um tempo, uma vez que o país estava passando por mudanças na direção religiosa e dando início a sua abertura maior ao capital mercantil, através do comércio de seus produtos com outros reinos. Assim, as tentativas de colonizar o território se iniciam no fim do século XVI, quando a rainha Elizabeth I permitiu a sir Walter Raleigh colonizar a América. Entretanto, o projeto desenvolvido acabou fracassando, e, por isso, a colonização foi entregue às Companhias organizadas por comerciantes, que estabeleceram uma colonização de empresa, diferentemente da America Portuguesa.&nbsp;<br>* Devido ao grande número de pessoas sem recursos na Inglaterra, resultado de seu crescimento demográfico, as Companhias resolveram trazer&nbsp; “pessoas necessitadas” que podiam provocar insurreições, órfãos e mulheres para serem leiloadas no novo mundo. Porém, estes não foram os únicos a participarem da colonização do território: a uma diversidade de grupos como puritanos, batistas, quakers, católicos e pequenas seitas viram o “Novo Mundo”como uma melhor condição de vida e, assim, se ocuparam na região. Os puritanos perseguidos da metrópole também foram para as novas terras e foram consagrados como os peregrinos, que estavam a bordo do navio “Mayflower”. Eles acreditavam que desembarcariam na “nova Israel”. Desse modo, pode-se dizer que a colonização inglesa foi “assistemática”.<br><br>*Começou quando Sir Walter Raleigh recebeu ordens da Rainha da Inglaterra para colonizar a América do Norte. A primeira tentativa de colonização não deu certo, mas a segunda deu, devido à fundação de companhias iguais às companhias de comércio. 100 colonos foram mandados para a Ilha de Roanoke, mas o barco foi desviado de sua rota chegando na costa estadunidense, onde se formou a primeira colônia, da qual se desenvolveria os Estados Unidos. Pessoas seguidoras de religiões protestantes e de baixa qualidade econômica, não só da Inglaterra, mas de vário países da Europa passaram a imigrar para essa nova colônia. Várias colônias passaram a existir na costa leste, as quais foram divididas em colônias do norte, do centro e do sul.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 20:28:44 UTC</pubDate>
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