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      <title>Romantismo no Brasil: Gonçalves Dias by Luiz Felyppe pereira timote</title>
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      <description>LUIZ FELYPPE TIMOTE PEREIRA, 2°M02 logística</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-05-23 02:53:27 UTC</pubDate>
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         <title>GONÇALVES DIAS</title>
         <author>luizfelyppepereiratimote</author>
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         <description><![CDATA[<p>Gonçalves Dias (1823-1864) foi um poeta, professor, jornalista e teatrólogo brasileiro lembrado como o grande poeta indianista da Primeira Geração Romântica. Filho de um comerciante português e de uma mestiça que viveu em um meio social conturbado onde ajudou seu pai no comércio e ao mesmo tempo recebeu educação de um professor. Em 1840 matriculou-se na Universidade de Direito de Coimbra, onde teve contato com escritores do romantismo português, entre eles, Almeida Garrett, Alexandre Herculano e Feliciano de Castilho. Em Coimbra, ingressou no Colégio das Artes, onde concluiu o curso secundário. Durante sua permanência em Coimbra, Gonçalves Dias escreveu a maior parte de suas obras, inclusive a famosa “Canção do Exílio” (1843), na qual expressa o sentimento da solidão e do exílio. Em 1847, com a publicação de “Primeiros Cantos”, conseguiu sucesso e o reconhecimento do público Recebeu elogios de Alexandre Herculano, poeta romântico português. Ao apresentar o livro, Gonçalves Dias confessou: "Dei o nome Primeiros Cantos às poesias que agora público, porque espero que não sejam as últimas". No 1848 publicou o livro "Segundos Cantos" no ano seguinte foi nomeado professor de Latim e História do Brasil no Colégio Pedro II. Durante esse período, escreveu para várias publicações, entre elas, o Jornal do Comércio, a Gazeta Mercantil e o Correio da Tarde. Nessa época, fundou a Revista Literária Guanabara. Em 1851, Gonçalves Dias publicou o livro “Últimos Cantos". Em 1854, em Portugal, encontrou-se com Ana Amélia, já casada, esse encontro inspirou o poeta a escrever o poema "Ainda Uma Vez — Adeus!". Sem resultados embarcou de volta no dia 10 de setembro de 1864, porém o navio francês Ville de Boulogne em que estava, naufragou perto do Farol de Itacolomi, na costa do Maranhão, onde o poeta faleceu. Gonçalves Dias faleceu na costa do Maranhão, no dia 3 de novembro de 1864 Gonçalves exaltou a coragem e a valentia do índio, que passa a ser o personagem principal, o herói</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 03:05:26 UTC</pubDate>
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         <title>ROMANTISMO NO BRASIL</title>
         <author>luizfelyppepereiratimote</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 03:16:50 UTC</pubDate>
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         <title>CANÇÃO DO EXÍLIO</title>
         <author>luizfelyppepereiratimote</author>
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         <description><![CDATA[<p>Canção do exílio</p><p>Minha terra tem palmeiras,</p><p>Onde canta o Sabiá;</p><p>As aves, que aqui gorjeiam,</p><p>Não gorjeiam como lá.</p><p>Nosso céu tem mais estrelas,</p><p>Nossas várzeas têm mais flores,</p><p>Nossos bosques têm mais vida,</p><p>Nossa vida mais amores.</p><p>Em cismar, sozinho, à noite,</p><p>Mais prazer eu encontro lá;</p><p>Minha terra tem palmeiras,</p><p>Onde canta o Sabiá.</p><p>Minha terra tem primores,</p><p>Que tais não encontro eu cá;</p><p>Em cismar –sozinho, à noite–</p><p>Mais prazer eu encontro lá;</p><p>Minha terra tem palmeiras,</p><p>Onde canta o Sabiá.</p><p>Não permita Deus que eu morra,</p><p>Sem que eu volte para lá;</p><p>Sem que desfrute os primores</p><p>Que não encontro por cá;</p><p>Sem qu'inda aviste as palmeiras,</p><p>Onde canta o Sabiá.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 03:16:50 UTC</pubDate>
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         <title>COMO EU TE AMO</title>
         <author>luizfelyppepereiratimote</author>
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         <description><![CDATA[<p>Como se ama o silêncio, a luz, o aroma,</p><p>O orvalho numa flor, nos céus a estrela,</p><p>No largo mar a sombra de uma vela,</p><p>Que lá na extrema do horizonte assoma;</p><p>Como se ama o clarão da branca lua,</p><p>Da noite na mudez os sons da flauta,</p><p>As canções saudosíssimas do nauta,</p><p>Quando em mole vaivém a nau flutua,</p><p>Como se ama das aves o gemido,</p><p>Da noite as sombras e do dia as cores,</p><p>Um céu com luzes, um jardim com flores,</p><p>Um canto quase em lágrimas sumido;</p><p>Como se ama o crepúsculo da aurora,</p><p>A mansa viração que o bosque ondeia,</p><p>O sussurro da fonte que serpeia,</p><p>Uma imagem risonha e sedutora;</p><p>Como se ama o calor e a luz querida,</p><p>A harmonia, o frescor, os sons, os céus,</p><p>Silêncio, e cores, e perfume, e vida,</p><p>Os pais e a pátria e a virtude e a Deus:</p><p>Assim eu te amo, assim; mais do que podem</p><p>Dizer-to os lábios meus, — mais do que vale</p><p>Cantar a voz do trovador cansada:</p><p>O que é belo, o que é justo, santo e grande</p><p>Amo em ti. — Por tudo quanto sofro,</p><p>Por quanto já sofri, por quanto ainda</p><p>Me resta de sofrer, por tudo eu te amo</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 04:23:04 UTC</pubDate>
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         <title>ANÁLISE DA POESIA: CANÇÃO DO EXÍLIO</title>
         <author>luizfelyppepereiratimote</author>
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         <description><![CDATA[<p>FORMA: Possui quatro estrofes em que cada estrofe contém quatro versos</p><p>MÉTRICA: Decassílaba com rima de "ABBA"</p><p>TEMA: O tema principal citado na poesia é a saudade da terra natal, expressando nostalgia e tristeza além de comparar a beleza da natureza brasileira com a solidão e o desconforto do exílio</p><p>CENÁRIO: O autor descreve as belezas naturais existentes e encontradas no Brasil, como os campos, as florestas tropicais, os rios e o céu azul. A diferença entre a exuberância da pátria distante e a estranheza do lugar de exílio intensifica a sensação de saudade</p><p>LINGUAGEM: A linguagem que se destaca é a simplicidade e a musicalidade repleta de metáforas e imagens sensoriais, para transmitir emoções profundas e universais, como a saudade e a solidão</p><p>IMAGINÁRIO: Exala um imaginário romântico da natureza brasileira, destacando sua grandiosidade trazendo imagens fictícias de florestas, pássaros cantando, rios correndo e céu azul trazendo uma serenidade que contrasta com a realidade do exílio</p><p>ESTILO: Lirismo e emotividade fazem parte do estilo da poesia de canção do exílio utilizando a repetição, a aliteração e a antítese para reafirmar seus sentimentos de nostalgia e pertencimento</p><p>CONTEXTO: A poesia foi escrita durante o romantismo brasileiro (um movimento literário que buscava valorizar a identidade nacional e as características únicas do Brasil). Nesse contexto, o poema de Gonçalves Dias tornou-se um símbolo da literatura nacional, ressaltando a beleza e a grandiosidade do país, ao mesmo tempo em que expressa a dor da separação e da saudade</p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 04:26:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>ANÁLISE DA POESIA: COMO EU TE AMO</title>
         <author>luizfelyppepereiratimote</author>
         <link>https://padlet.com/luizfelyppepereiratimote/ru33hqg23i6pzwyd/wish/3004470380</link>
         <description><![CDATA[<p>FORMA: Simples e direta</p><p>MÉTRICA: Não há uma métrica definida, pois não se trata de um poema estruturado em versos e estrofes, é mais uma declaração de amor</p><p>TEMA: O tema central é o amor, especificamente a profundidade do sentimento</p><p>CENÁRIO: O cenário pode variar dependendo do contexto em que a expressão é utilizada, podendo ser dito em um momento íntimo entre duas pessoas, em um cenário romântico, ou até mesmo em uma situação cotidiana, mas carregada de emoção e sentimento</p><p>LINGUAGEM: A linguagem é simples e direta, transmitindo a intensidade do sentimento sem metáforas elaboradas e complexas</p><p>IMAGINÁRIO: Provoca imagens de amor profundo e apaixonado, associadas a momentos de proximidade e conexão emocional</p><p>ESTILO:  é informal e emocional, refletindo a sinceridade e a profundidade do sentimento expressado</p><p>CONTEXTO: Pode ser dita em diferentes contextos, desde um momento íntimo entre amantes e casais até uma declaração emocionada em uma conversa cotidiana</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 05:11:09 UTC</pubDate>
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         <title>REFERÊNCIAS</title>
         <author>luizfelyppepereiratimote</author>
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         <description><![CDATA[<p>BIOGRAFIA: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ebiografia.com/goncalves_dias/?utm_source=whatsapp&amp;utm_medium=referral">https://www.ebiografia.com/goncalves_dias/?utm_source=whatsapp&amp;utm_medium=referral</a></p><p>CANÇÃO DO EXÍLIO: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.todamateria.com.br/cancao-do-exilio-de-goncalves-dias/">https://www.todamateria.com.br/cancao-do-exilio-de-goncalves-dias/</a></p><p>COMO EU TE AMO: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.pensador.com/frase/NTk5MjQx/?utm_source=whatsapp&amp;utm_medium=referral">https://www.pensador.com/frase/NTk5MjQx/?utm_source=whatsapp&amp;utm_medium=referral</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 05:34:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luizfelyppepereiratimote</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Nosso céu tem mais estrelas,</p><p>Nossas várzeas têm mais flores,</p><p>Nossos bosques têm mais vida,</p><p>Nossa vida mais amores" - Canção do exílio: Gonçalves Dias</p><p><br></p><p>Esses versos também fazem parte da canção "Aquarela do Brasil", escrita por Ary Barroso. Ambos destacam a beleza e a riqueza da natureza brasileira, além de expressar um sentimento de orgulho e amor pelo país. Eles enfatizam como o Brasil é abençoado com uma diversidade natural extraordinária, desde o céu estrelado até as flores das várzeas e a vida nos bosques, refletindo a paixão e a conexão emocional do autor com sua terra natal </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 06:02:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luizfelyppepereiratimote</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 06:06:51 UTC</pubDate>
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