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      <title>Narrativas e Geografia by Bruna Narrativas Londrinenses</title>
      <link>https://padlet.com/narrativaslondrinenses/Bookmarks</link>
      <description>Proposta: Crie um texto narrativo ficcional (parágrafo) sobre um lugar que já tenha visitado.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-10 18:31:26 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-03-31 23:47:45 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Um desafio idiota - Yuri Luz</title>
         <author>yurisantosluz</author>
         <link>https://padlet.com/narrativaslondrinenses/Bookmarks/wish/2112744848</link>
         <description><![CDATA[<div>Seguia o caminho desolado pela geada da noite anterior, mas que raios fui aceitar o desafio de Cristina para enterrar esse baú do outro lado da cachoeira? E pra piorar, o dia havia amanhecido quase abaixo de zero.<br><br></div><div>Se eu soubesse que ela faria uma sacanagem dessas comigo, com certeza eu teria a desafiado a enterrar aquela boneca medonha dela naquelas construções que nunca foram terminadas perto da rodoviária.<br><br></div><div>Finalmente cheguei à colina que dá caminha à queda d’agua, o foda é esse monte de blusa que atrapalha minha descida. O quão competitivo eu tenho que ser pra vir até Tamarana, entrar nesse mato atolado de lama só pra completar um desafio idiota. Bem, acho que essa compulsória vontade de ganhar eu devia tratar na minha próxima terapia.<br><br></div><div>Ah, finalmente, bem, o lugar é realmente lindo. Como faz muito tempo que não chove, acho que vai ser tranquilo atravessar o rio sem ser levado pela correnteza. Agora só tenho que cavar um pequeno buraco, enterrar o baú com minhas preciosas cartinhas de Pokémon e tirar uma foto.<br><br></div><div>Certo! Acho que vou ficar um tempo aqui atrás da cachoeira pensando num desafio bem mais complexo para tentar Cristina, ou que ao menos ela desista e eu finalmente ganhe esse jogo idiota.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 23:05:44 UTC</pubDate>
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         <title>Dois amigos (Jakeline)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/narrativaslondrinenses/Bookmarks/wish/2112747634</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Numa pequena cidade, com menos de dois mil habitantes, a menor cidade do Paraná - diga-se de passagem -, ao caminhar por uma estradinha barrenta, é possível presenciar algo fascinante: o encontro de dois virtuosos amigos, o rio Pirapó e o Rio Paranapanema.<br>Não há palavras para expressar a magia das águas se encontrando, se abraçando como dois velhos amigos. É uma mistura de sensações: na superfície, tranquilidade e simplicidade e nas profundezas daquelas águas muita agitação e riqueza.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 23:09:31 UTC</pubDate>
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         <title>Giovanna Brombini - Ilha do Mel</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/narrativaslondrinenses/Bookmarks/wish/2112749014</link>
         <description><![CDATA[<div>O mar aberto. A linha do horizonte que toca o céu. Os dois azuis que se encontram, marinho e ciano. Em uma ponta da praia grandes rochas, assimétricas, se prostando como uma moldura. Da outra, o farol velho, corroido por chuvas e tempestades. Esse foi o lugar mais infinito que já vi. Verde e cinza, e o azul que se estende eternamente. De claro a escuro, refletindo o sol que banha os céus, ou a lua que em conjunto abraça a escuridão. No meio do processo, o sol se põe. Banha de dorado, raios luminoso da água. Céu com rosa, laranja e lilás. Nuvens esparsas, pássaros em revoada, batendo as asas contra o vento em direação ao centro da ilha. Naquele momento, aquele pedaço de terra banhada por oceano, beijada pelo pacífio, me pareceu isolada do mundo. Era apenas esse último resquício de dourado, mergulhando no imenso índigo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 23:11:07 UTC</pubDate>
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         <title>Sozinha</title>
         <author>prioliveirabezerra</author>
         <link>https://padlet.com/narrativaslondrinenses/Bookmarks/wish/2112751896</link>
         <description><![CDATA[<div>Rúbia estava naquela noite sozinha a andar por um caminho antes nunca percorrido por ela, naquela cidadezinha que morava a anos e que sempre buscava voltar pelo mesmo trajeto sempre.<br>Mais naquela noite resolveu que gostaria chegar mais cedo em casa, quando der repente ouviu barulhos a sua volta que pareciam vir da direção da um arbusto.<br>Sem pensar duas vezes correu o máximo que pode.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 23:14:54 UTC</pubDate>
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         <title>Pequenas magias - Cati</title>
         <author>secocatarinafranco</author>
         <link>https://padlet.com/narrativaslondrinenses/Bookmarks/wish/2112753015</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Caminho com meus pais por meio a praça, vendo curiosa tudo aquilo que me rodeia. Sou nova e pouco entendo da arquitetura e da história do lugar além da supérflua conclusão que tudo aquilo é bonito, mas isso basta para me deixar encantada pelo lugar. A praça ficava longe de minha casa - era outra cidade, em Gramado, e fora uma viajem relativamente longa para chegar, uma aventura, ainda mais quando considerava meu irmão recentemente nascido, que parecia deixar a jornada ainda mais desafiadora na minha mente. Estava realmente frio, mesmo estando a pleno verão - a viajem era para passarmos o natal, ainda assim vestíamos casacos e roupas quentes. Mas, o que realmente esquentou a todos nós foi o pãozinho feito naquela praça, cujo cheiro conquistou o coração (e o estomago) de todos. Posso não me lembrar de detalhes, mas me lembro dos pãezinhos feitos em fornos que não eram comuns e como aquilo era bom. Era como se naquele lugar, como se esse momento, tivesse uma magia própria.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 23:16:16 UTC</pubDate>
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         <title>Estrelas cadentes em Vila Velha</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/narrativaslondrinenses/Bookmarks/wish/2112754103</link>
         <description><![CDATA[<div>As estrelas brilhavam muito aquela noite, pareciam querer conversar com algo na terra. Enquanto isso no chão, até as menores folhas refletiam o céu nas gotas de humidade. Naquelas pedras o tempo corria diferente, lento ao mesmo tempo em que rápido, pareciam juntar dois mundos em um só.&nbsp;<br><br></div><div>Subir até ali a noite era arriscado, mas sempre valia a pena, ainda mais em uma noite tão especial como aquela. Poucos instantes depois de chegarem lá em cima, luzes começaram a rasgar os céus, de inicio timidamente, mas logo foram aumentando. As arvores balançando ao vento pareciam saudar as estrelas que caiam e recepciona-las no chão em meio a aquelas grandes figuras de pedras.&nbsp;<br><br></div><div>Poucas as pessoas tinham o privilegio de assistir a chuva de meteoros dali, e até o final da noite todos ali perceberiam que isso seria a experiência de uma vida.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 23:17:39 UTC</pubDate>
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         <title>Jéssica Larissa - Balneário Camboriú</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/narrativaslondrinenses/Bookmarks/wish/2115756371</link>
         <description><![CDATA[<div>O caminho parecia cansativo, mas aquele pequeno grupo não demonstrava se importar, a única coisa em suas mentes era na aventura e na beleza que buscavam encontrar durante a sua jornada. A areia branca parecia afundar os seus pés e puxá-los para o oceano a cada pisada, o Sol queimava e ardia em suas peles, a água e a comida não pareciam fazer efeito.&nbsp;</div><div>A trilha parecia não ter fim, tinham pedras enormes que só davam duas opções de passagem, se aventurar tentando subi-las ou atravessando em volta delas, mas em ambas as circunstâncias se tinha um perigo considerado, um de cair ou de ser arrastado pelo mar que batia nas pedras violentamente.&nbsp;</div><div>Aquelas pessoas pareciam loucas, mas não se importavam em quase perder o chinelo naquele processo, só para chegarem na maior escadaria que já haviam visto. Pareciam estar pagando por todos os pecados de suas vidas, mas a linda paisagem compensava todo o cansaço do momento.&nbsp;</div><div>Com o lindo alaranjado do pôr do sol refletindo no mar brilhante, e o barulho das ondas chocando ao longe, as árvores pareciam mais verdes a cada degrau subido, não se dava para ouvir o barulho da civilização, apenas o som dos pássaros e das cigarras ao longe. Com a brisa gostosa do vento passando por eles.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-27 17:32:38 UTC</pubDate>
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