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      <title>Meu padlet radiante by JAMILE DOS SANTOS LIMA e ANGELICA SANTANA DAS NEVES</title>
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      <description>Jamile dos Santos Lima e Angelica Santana das Neves</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-04 18:29:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>limajamili74</author>
         <link>https://padlet.com/limajamili74/rtpkfgkpl1ndgm9e/wish/2078437479</link>
         <description><![CDATA[<div>A aula do dia 25 tratou do tema relacionado ao software livre e ao software privado, e a partir das discussões realizadas durante a aula juntamente com a leitura dos textos, nós separamos alguns tópicos que achamos interessantes como por exemplo: a utilização do software livre pelos professores através do Proinfo, e que apesar de vivermos na era dos avanços tecnológicos, os profissionais ainda encontram muitas vezes dificuldades em se habituar com esses sistemas por conta de uma formação tecnológica ineficiente muitas vezes.<br>&nbsp;Outro tópico bastante relevante que podemos perceber é a diferença entre software e hardware, que seriam o sistema operacional e o aparelho, sucessivamente.<br>&nbsp;E por fim, vale ressaltar também as diferenças entre o software livre e o software privado. O software livre é aquele que possui a liberação do seu código fonte, sendo possível, dessa forma, adaptá-lo de acordo com o interesse do usuário, diferentemente do software privado, cujos conhecimentos estão restritos aos seus criadores e proprietários.<br>&nbsp;Além disso, pudemos fazer uma reflexão sobre as vantagens e desvantagens de cada modelo de software, pois o software livre, mesmo que em alguns casos suas ferramentas não sejam totalmente gratuitas, é desenvolvido de forma a permitir uma constante melhora no seu desenvolvimento, tendo em vista que várias pessoas podem operá-lo, além de permitir que seus desenvolvedores compartilhem conhecimentos entre si. Já o software privado é restrito ao seu proprietário, o que de uma certa forma causa uma falta de controle no que diz respeito às informações que são compartilhadas.<br>&nbsp;Para concluir nossas considerações de hoje: como os softwares livres são os mais utilizados no nosso ambiente educacional, é de extrema importância buscar o aprofundamento no conhecimento dessas tecnologias, pois quando se tem conhecimento, pode-se contribuir para mudanças positivas na sociedade.<br><br>Texto escrito por: Jamile dos Santos Lima e Angelica Santana das Neves&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-04 18:31:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>limajamili74</author>
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         <description><![CDATA[<div>A aula sobre inclusão digital, abordou tópicos bastante interessantes dos quais pode-se ressaltar os diversos fatores que interferem na acessibilidade da população brasileira a internet, mesmo que o acesso à tecnologia e a informação façam parte dos direitos sociais.<br>Pudemos perceber quão limitado é o acesso a internet de qualidade pois muitas vezes, a população possuí uma limitação no que diz respeito a recursos, dando muitas vezes preferência aos aplicativos gratuitos, como as mídias sociais por exemplo, limitando assim novas descobertas e os possíveis conhecimentos que poderiam ser adquiridos.<br>Outros pontos importantes abordado na aula foram os conceitos de exclusão, as medidas compensatórias e os discursos que foram criados para reforçar essa questão, surgindo dessa forma, o conceito de inclusão, na tentativa de resolver um problema social. Com relação a esses problemas sociais, no âmbito da tecnologia, a inclusão digital surge como a resolução do problema social da falta de comunicação.<br>&nbsp;Outro assunto bastante considerável que foi abordado e contribuiu para uma recapitulação do tema tratado na aula passada foram alguns programas criados para inclusão digital como o Tabuleiro Digital, e o Sampa Org, que foram criados para auxiliar a população menos favorecida, ou seja, que não tinham condições de acesso a internet e a criação de políticas públicas de inclusão digital como o decreto n° 4.733 de 10 de junho de 2003 e o decreto n° 6.300 de 12 de dezembro de 2007, onde foi criado o Programa Nacional de Tecnologia Educacional para auxiliar a comunidade a ter um acesso a internet de qualidade, pois como foi abordado na aula, não basta apenas o acesso, mas é necessário um acesso digno, um acesso de qualidade, pois somente dessa forma a inclusão digital será consolidada.<br><br>Texto produzido por: Jamile dos Santos Lima e Angelica Santana das Neves</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-17 03:06:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>limajamili74</author>
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         <description><![CDATA[<div>Outro ponto bastante importante a se ressaltar é o debate entre inclusão digital e educação, pois muitas vezes o que se entende por inclusão digital no âmbito pedagógico refere-se à realização de atividades nos centros de acesso públicos, como por exemplo, as próprias escolas, enquanto os indivíduos que pertencem a classes sociais mais altas possuem uma maior exploração, uma maior interatividade com com essas tecnologias, pois infelizmente boa parte das instituições públicas ainda sofrem muito com a falta de estrutura, de investimentos e até mesmo de capacitação por parte de alguns professores que não foram devidamente instruídos sobre como aplicar às tecnologias digitais a sua metodologia de ensino, e isso se constitui em um grande retrocesso no campo pedagógico,pois a tecnologia já faz parte do cotidiano das crianças e jovens e, dessa forma, uma inclusão digital adequada é fundamental no processo de formação.<br><br>Outro ponto que vale a pena ressaltar são as políticas públicas criadas para garantir o acesso dos estudantes à inclusão digital, como por exemplo o programa Banda Larga nas Escolas e o Proinfo que ajuda no processo de capacitação dos professores por meio dos NTE( Núcleos de Tecnologia Educacional), que auxiliam muito os professores a se familiarizarem com a tecnologia, porém, é necessário investir em todas as áreas(capacitação, formação e infraestrutura) para que a inclusão digital nas escolas possa ser bem sucedida.<br>&nbsp;<br>Texto escrito por: Jamile dos Santos Lima e Angelica Santana das Neves</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-17 03:08:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>limajamili74</author>
         <link>https://padlet.com/limajamili74/rtpkfgkpl1ndgm9e/wish/2099238484</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A aula do dia 08 de março as professoras simone e sule convidaram o professor Daniel para mediar a aula com base nas reflexões já apresentada pelos textos bases da aula sobre o conteúdo de Recursos a educacionais abertos fomento à criação e disseminação de Recursos Educacionais Abertos (REA) a fim de discutir três de suas características potenciais. Buscou-se compreender algumas das estratégias deste movimento para estruturar outras formas de constituição dos processos educativos no âmbito da educação formal a partir de uma perspectiva que enxerga nas alternativas oferecidas pelo universo das tecnologias digitais em rede possibilidades mais coerentes para o atendimento das demandas formativas contemporâneas. No momento presente, a revolução no desenvolvimento, uso e acesso às tecnologias digitais de informação e comunicação, apresenta-se como fator que contribui diretamente para remodelar a base material da sociedade, o que acontece num ritmo cada vez mais acelerado, conforme descreve o reconhecido sociólogo espanhol Manuel Castells, (CASTELLS,1999, p.21).<br>Nas palavras de Pretto (2008, p.82), “as possibilidades de organização em rede, com apropriação criativa dos meios tecnológicos de produção de informação, acompanhado de um forte repensar dos valores, práticas e modos de ser, pensar e agir da sociedade, implica a efetiva possibilidade de transformação social”. Para que o ato educativo possa ser exercitado em seu sentido mais plural, dando espaço às “novas educações” defendidas por estes autores, os Recursos Educacionais Abertos (REA)3. Associa-se a esse debate conceitual a chamada “ética hacker” (HIMANEN, 2001) que caracteriza estas pessoas que possuem grande entusiasmo para trabalhar com computadores e programação, e que consideram indispensável o compartilhamento da descoberta adoção generalizada de seu desenvolvimento e uso, leva-nos a explorar algumas questões básicas sobre motivação, qualidade, e sobre a razão por que vemos a produção social emergir para uma importância muito maior no contexto do ambiente de rede. Tendo em vista a preservação deste caráter granular, entendemos que a criação de REA deve apoiar-se na manutenção de algumas liberdades mínimas que o autor da obra oferecerá ao usuário final. Conforme nomeadas pelo pesquisador David Wiley (2015), tais liberdades constituímos “5Rs”, a saber: Reusar: compreende a liberdade de usar o original em distintos contextos; Revisar: compreende a liberdade de adaptar e melhorar o REA para que se adequem às suas necessidades; Recombinar: compreende a liberdade de combinar e fazer misturas e colagens de um REA com outros REA originando novos materiais; Redistribuir: compreende a liberdade de compartilhar o REA original e a versão por você; Reter: compreende a liberdade de fazer cópia e guardar o recurso em qualquer dispositivo pessoal. Entender os REA como objetos de aprendizagem ou bens discretos, produzidos de forma granular e colaborativa, revela algumas questões específicas que merecem destaque. Dentre elas, mencionamos o adjetivo “abertos”, atribuído aos recursos educacionais.<br>A formação de educadores no âmbito da cibercultura deve contemplar aspectos relacionados à urgência de que os profissionais sejam proativos na construção dos próprios percursos de aprendizagem e no desenvolvimento de suas atividades laborais. Pretto (2012, p.94) afirma “que a ampliação da diversidade digital, associada à multiplicação de possibilidades de transmissão de informações, tem demandado políticas públicas muito atentas no sentido de se garantir que os processos formativos dos cidadãos se deem, simultaneamente, fortalecendo-se os valores locais possibilitando a interação com o universal, planetário”. Fazer educação nesse âmbito ultrapassa a produção em série, em que cada professor é alguém que deve representar papel específico dentro de uma lógica de gestão da escola, um indivíduo sem autonomia. Perceber o professor para além da dimensão de ator, dos processos estabelecidos à sua revelia, é avançar para enxergá- lo como mestre capaz de promover e interagir com processos autônomos e autorais. Esses atores participantes do sistema educacional, os professores e alunos, são agora a(u)tores dos processos. Integram o desenvolvimento de novas criações e as promovem enfaticamente (PRETTO, 2012, p. 97).<br><br>Texto escrito por: Angelica Santana das Neves e Jamile dos Santos Lima<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-17 03:09:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>limajamili74</author>
         <link>https://padlet.com/limajamili74/rtpkfgkpl1ndgm9e/wish/2099239530</link>
         <description><![CDATA[<div>A aula do dia 04 de março abriu espaço para discursão sobre o ensino emergencial remoto online e ensino hibrido, onde abordamos os seguintes pontos demarcados nos textos bases. A mediação das tecnologias, especialmente as digitais, no processo de ensino aprendizagem da educação, destacando a educação básica, sempre se constituiu em um grande desafio a ser vencido. Desafio, por que o cenário escolar apresenta dificuldades como: O acesso e interação a esses artefatos culturais e tecnológicos por parte dos estudantes e as vezes, até dos professores; infra estrutura das escolas que não fornece o mínimo necessário para realizar atividades que necessitam das plataformas digitais, inclusive sem conexão com a internet; formação Precária dos professores para pensarem e planejarem suas práticas com essa mediação, evidenciando muitas vezes uma perspectiva instrumental da relação com a tecnologias (PRETTO, 1996; ALVES, 2016).<br>O efeito da COVID-19 nos sistemas escolares do mundo todo resultou em medidas que vão desde suspensões das aulas sem interação por plataformas virtuais, como o caso de Auckland (na Nova Zelândia) até a realização das ditas aulas remotas.<br>Assim, com o distanciamento social imposto pela pandemia, as atividades de toda a rede de ensino foram suspensas, pressionando a rede privada a buscar alternativas para atender a demanda dos pais e estudantes. É nesse contexto que vem emergindo uma configuração do processo de ensino-aprendizagem denominada Educação Remota, isto é, práticas pedagógicas mediadas por plataformas digitais, como aplicativos com os conteúdos, tarefas, notificações e/ou plataformas síncronas e assíncronas.<br>É interessante destacar que apesar de acreditarmos as crianças e adolescentes têm expertise para interagir com plataformas digitais por conta das suas interações com jogos e aplicativos (CGI.BR, 2019a; 2019b), a relação que é estabelecida nesses ambientes para promover a educação remota é bastante diferente e muitas vezes desprazerosa.<br>Os professores também apontam as condições psíquicas as quais estão sujeitos, tendo que utilizar múltiplos chapéus, para além da sua expertise na área a que se propõem a ensinar, precisam dá conta de questões que não são da sua atribuição, como por exemplo, serem responsáveis pelo pagamento as suas conexões durante as aulas remotas, ministradas por meio das plataformas digitais, já que não estão no espaço escolar.<br>Podemos ver também o indicativo do que pode está acontecendo em muitos lares, os confrontos diários de pais e filhos frente as obrigações escolares que foram potencializadas com a educação remota. O papel dos pais não é ser professor e dos professores não é ser pais.<br>O Ensino Híbrido é outro conceito que tem um marco conceitual avançado, com significativa construção teórica desenvolvida recentemente. As pesquisas e estudos sobre a inserção tecnológica em ações formativas vêm apontando para a superação da dicotomia educação presencial e EaD, perspectivando o hibridismo como um caminho que as práticas formativas adotariam gradativamente, a partir da tendência da inserção das Tecnologias da Informação e Comunicação (hoje as Tecnologias Digitais em Rede) nas ações formais de educação.<br>A pandemia da COVID-19 evidencia as fragilidades da educação e, ao mesmo tempo, expõe indicativos de transformação necessária nos modos de ensinar e aprender no século XXI. A educação no contexto da cibercultura evoca o princípio freireano de que educar não pode se resumir a práticas de transmissão de conteúdos. A crise pedagógica vivenciada em razão do coronavírus precisa ser, pelo menos, uma via para<br>identificar os limites e potencialidades de educar na sociedade do conhecimento, e reconhecer o fato de que as lições da pandemia parecem sinalizar soluções&nbsp; na perspectiva de necessidades de transformação no campo da educação.<br><br>Texto produzido por: Angelica Santana das Neves e Jamile dos Santos Lima<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-17 03:10:13 UTC</pubDate>
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