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      <title>Geologia by Maria Inês Santos</title>
      <link>https://padlet.com/Maria_iness753/rt4syfwcue84</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-11-17 09:47:57 UTC</pubDate>
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         <title>Interação entre os subsistemas</title>
         <author>Maria_iness753</author>
         <link>https://padlet.com/Maria_iness753/rt4syfwcue84/wish/305518426</link>
         <description><![CDATA[<div>Na imagem que escolhi posso observar a interação dos subsistemas.</div><ul><li>Conseguimos observar um riacho (hidrosfera) rodeado por rochas (geosfera). </li><li>A interação entre planas (biosfera) e a água (hidrosfera).</li><li>Uma vez que, a plantas precisam de Dióxido de Carbono para realizar a fotossíntese, existe também interação entre a biosfera-atmosfera.</li></ul><div>As plantas ao realizarem fotossíntese conseguem diminuir o Dióxido de Carbono presente na atmosfera, minimizando o Aquecimento Global. <br>Imagem: https://www.revistaplaneta.com.br/a-natureza-da-a-solucao/</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-17 09:49:15 UTC</pubDate>
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         <title>Ciclo Litologico</title>
         <author>Maria_iness753</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong><em>Do Granito à Gnaisse</em></strong></li></ul><div>O Granito é uma rocha magmática plutônica ou intrusiva, que se forma a partir da solidificação lenta do magma.<br>Através do metamorfismo regional ( elevada temperatura e pressão) o granito transforma-se numa rocha metamórfica denominada de Gnaisse. <br>A Gnaisse é uma rocha com bandas horizontais com a mesma constituição química do granito.<br>Imagem: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Gnaisse</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 08:10:28 UTC</pubDate>
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         <title>Tectônica de placas</title>
         <author>Maria_iness753</author>
         <link>https://padlet.com/Maria_iness753/rt4syfwcue84/wish/306228286</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong><em>Formação dos Himalaias</em></strong></li></ul><div>Os Himalaias são uma cordilheira montanhosa situada na Placa Litosférica Euro-asiática.<br>Esta cordilheira formou-se a partir da colisão de duas placas: a placa Euro-asiática e a placa do Indico. A este fenômeno da-se o nome de limite convergente continental-continental.<br>A formação da cordilheira deve-se á colisão e enrugamento das placas.<br>Imagem: http://w3.ualg.pt/~jdias/GEOLAMB/GA2_SistTerra/203TectPlacas/62FrontConverg.html</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 08:10:52 UTC</pubDate>
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         <title>Vulcanismo</title>
         <author>Maria_iness753</author>
         <link>https://padlet.com/Maria_iness753/rt4syfwcue84/wish/312643234</link>
         <description><![CDATA[<div>Atividade Prática:<br>Nesta atividade prática, tivemos a exemplificar os diferentes tipos de lava com auxílio de água e mel. <br>Na primeira amostra tínhamos 30% de água e 70% de mel. Dentro desta amostra utilizamos 3 tubos de ensaio para demostrar como a temperatura influencia a velocidade a que se desloca a lava. No fim da primeira amostra reparámos que a amostra de lava que se deslocava mais rapidamente foi a que estava a uma temperatura mais elevada.<br>Na segunda amostra tínhamos 50% de água e 50% de mel. Também utilizamos 3 tubos de ensaio, um à temperatura ambiente, outro a uma temperatura elevada e outra a baixa temperatura. Nesta amostra conseguimos visualizar uma lava de atividade efusiva que tem pouca quantidade de sílica (mel). <br>Por último, na terceira amostra, visualizamos uma amostra com 100% de mel. Conseguimos identificar uma lava de atividade explosiva que tem muito quantidade de sílica (mel). <br>Para concluir, com esta atividade prática conseguimos compreender melhor os diferentes tipos de lava e os seu constituintes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 15:07:51 UTC</pubDate>
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         <title>Lobo ibérico</title>
         <author>Maria_iness753</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-02-15 08:50:27 UTC</pubDate>
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         <title>Separador</title>
         <author>Maria_iness753</author>
         <link>https://padlet.com/Maria_iness753/rt4syfwcue84/wish/331808547</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-02-15 16:43:09 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade Laboratorial -- Observação de células eucarióticas</title>
         <author>Maria_iness753</author>
         <link>https://padlet.com/Maria_iness753/rt4syfwcue84/wish/337944000</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Célula Eucariótica Vegetal</strong></li></ul><div>Na amostra A utilizamos um pedaço de uma alga e soro fisiológico (equivalente à solução de Ringer). Nesta amostra podemos observar as características de uma célula eucariótica vegetal.<br>Na amostra B utilizamos a epiderme da cebola com o vermelho neutro. Conseguimos observar que quando esta célula está em contacto com o vermelho neutro esta reage levando ao aumento do vacúolo.<br>Na amostra C utilizamos outra vez a epiderme da cebola mas agora com o azul metileno. Nesta amostra, observamos que o azul metileno faz com que o núcleo seja mais facilmente identificado.<br>Na amostra D utilizamos junto com a epiderme da cebola a água iodada. Este corante faz sobressair várias estruturas, como: a parede celular, o núcleo e o citoplasma. <br>No fim de observar estas 4 amostras, conclui-se que o soro fisiológico é neutro e que é necessário usar corantes para podermos identificar outros constituintes da célula.</div><ul><li><strong>Célula Eucariótica Animal </strong></li></ul><div>Nesta ultima amostra observamos células do epitélio bocal, e comparamos com as amostras que vimos anteriormente e reparamos que uma célula animal não é constituida pelos mesmos elementos da célula vegetal. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-05 15:15:26 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade laboratorial -- Osmose</title>
         <author>Maria_iness753</author>
         <link>https://padlet.com/Maria_iness753/rt4syfwcue84/wish/337971139</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Amostra A</strong> -- fragmento da epiderme da pétala de camélia e água destilada.</li></ul><div>Nesta amostra, a concentração de água no exterior é menor do que no interior (meio hipotónico), conforme o que aprendemos a água desloca-se para meios com maior concentração da mesma, por isso a água desloca-se para o interior levando ao aumento do volume do vacúolo.<br>Com esse aumento, o núcleo e o citoplasma são comprimidos contra a parede celular, exercendo uma pressão de turgecência.<br>Esta célula denomina-se por célula turgida.</div><ul><li><strong>Amostra B</strong> -- fragmento da epiderme da pétala de camélia e solução aquosa de cloreto de sódio.</li></ul><div> Nesta preparação, a concentração de água no exterior é maior do que no interior (meio hipertónico). Assim, devido ao deslocamento da água no interior da célula para o exterior, o volume do vacúolo diminui sofrendo plasmólise.<br>A esta célula chama-se célula plasmolisada.</div><ul><li><strong>Amostra C</strong> -- fragmento da epiderme da pétala de camélia e soro fisiológico.</li></ul><div>Nesta amostra, a concentração de água na célula e no seu exterior encontram-se em equilíbrio (meio isotónico), ou seja, a quantidade de água que entra na célula e a que sai é semelhante.<br>Esta é uma célula normal, em que se consegue ver os seus constituintes em condições normais.</div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-05 16:00:04 UTC</pubDate>
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