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      <title>CC BY-NC 4.0 by Bárbara Melo</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-13 21:38:45 UTC</pubDate>
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         <title>Quem sou eu?</title>
         <author>btmelo</author>
         <link>https://padlet.com/btmelo/Bookmarks/wish/3159707540</link>
         <description><![CDATA[<p>Me chamo Bárbara Melo, sou cearense e tenho 31 anos. Minha primeira formação foi em engenharia civil, mas não atuo mais na área pois desde 2021 trabalho exclusivamente com yoga em academias, escolas e em vivências. Foi através das aulas de yoga em uma escola que escolhi voltar pra universidade e escolhi Pedagogia como futuro. Adoro planejar uma viagem, caminhadas pela natureza, cafézinhos e uma boa leitura :)  </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-08 17:55:42 UTC</pubDate>
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         <title>em sala 08/10</title>
         <author>btmelo</author>
         <link>https://padlet.com/btmelo/Bookmarks/wish/3159740136</link>
         <description><![CDATA[<p>todo o nosso "ser no mundo" mudou após digital</p><p><br></p><p>a forma como registramos a informação mudou. </p><p>a velocidade é a marca desse processo digital. </p><p><br></p><ol><li><p><strong>COMUNICAÇÃO</strong></p></li></ol><p><br></p><p>1.1 DESINFORMAÇÃO/FAKE NEWS</p><p>1.2 DISCURSO DE ÓDIO</p><p>1.3 LIBERDADE DE EXPRESSÃO</p><p>1.4 COMUNICAÇÃO PÚBLICA</p><p>1.5 DIREITO A COMUNICAÇÃO</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-08 18:11:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>aula 08/10 chatgpt</title>
         <author>btmelo</author>
         <link>https://padlet.com/btmelo/Bookmarks/wish/3176258386</link>
         <description><![CDATA[<p>De quem é a culpa das fake news: o usuário ou a plataforma?</p><p><br></p><p>A culpa pelas fake news pode ser vista como uma responsabilidade compartilhada entre o usuário e a plataforma.</p><p>Os usuários têm um papel importante, pois muitas vezes são eles que compartilham e disseminam informações sem verificar a veracidade. A educação midiática e a conscientização sobre como identificar fontes confiáveis são fundamentais para que eles façam escolhas mais informadas.</p><p>Por outro lado, as plataformas também têm uma responsabilidade significativa. Elas têm o poder de moderar conteúdos, implementar algoritmos que possam reduzir a disseminação de fake news e fornecer ferramentas de verificação de fatos. Quando não fazem isso de maneira eficaz, podem facilitar a propagação de informações falsas.</p><p>Assim, a solução para o problema das fake news passa pela conscientização dos usuários e pela responsabilidade das plataformas em criar ambientes mais seguros e informativos.</p><p><br></p><p><strong>MINHA ANÁLISE:</strong> </p><p>Parte do que o texto cita como responsabilidade dos usurários, a meu ver, passar pela responsabilidade da plataforma uma vez que esta é a responsável pela necessidade de filtrar fontes confiáveis a qual esses usuários deveriam estar expostos. Claro que a educação midiática é necessária e entende-se como educação midiática o conjunto de competências que visam formar nos indivíduos a capacidade de pensamento crítico para analisar e produzir conteúdos no digital. </p><p><br></p><p>Além disso, uma vez que hoje as plataformas não atendem de forma eficaz essa demanda, é necessário pensar que o estado precisa atuar em conjunto para a resolução desse grande problema.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-18 14:07:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>em sala 22/10</title>
         <author>btmelo</author>
         <link>https://padlet.com/btmelo/Bookmarks/wish/3182208055</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>ACESSO ÀS TECNOLOGIAS DO BRASIL</strong></p><p><br></p><p>*Das 8b de pessoas do mundo, 5,35b tem acesso à internet e 5,04 são usuários de mídias sociais</p><p><br></p><p>ia: haverá uma universialização do acesso às tecnologias?</p><p>ia: o que é banda larga? </p><p>domicílios com acesso a internet por banda larga fixa, por valor pago pela principal conexão em 2023 ou 2024. (grafico da pagina 14</p><p>ia: criar imagem crítica com o seguinte tema: acesso a tecnologia: privilégio ou doença?</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-22 18:59:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>aula 22/10 chat gpt + firefly adobe </title>
         <author>btmelo</author>
         <link>https://padlet.com/btmelo/Bookmarks/wish/3190674869</link>
         <description><![CDATA[<p>Haverá universalização do acesso à internet?</p><p><br></p><p>A globalização do acesso à internet é um objetivo importante, e embora já haja progressos, ainda existem muitos desafios a serem enfrentados. Aqui estão alguns fatores a considerar:</p><p>Avanços:</p><ol><li><p><strong>Iniciativas de Conectividade</strong>: Projetos como o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://Internet.org">Internet.org</a> e o Starlink visam levar internet a áreas remotas e menos atendidas, ampliando o acesso global.</p></li><li><p><strong>Redução de Custos</strong>: O aumento da concorrência e a evolução da tecnologia têm contribuído para a diminuição dos custos de acesso à internet em muitas regiões.</p></li><li><p><strong>Tecnologia Móvel</strong>: O crescimento do acesso à internet móvel tem possibilitado que mais pessoas se conectem, mesmo em áreas onde a infraestrutura fixa é limitada.</p></li></ol><p>Desafios:</p><ol><li><p><strong>Desigualdade Regional</strong>: Ainda há grandes disparidades entre países e regiões em termos de infraestrutura e acesso, especialmente em áreas rurais e em desenvolvimento.</p></li><li><p><strong>Custo da Infraestrutura</strong>: Investimentos significativos são necessários para expandir a infraestrutura de internet em regiões menos atendidas.</p></li><li><p><strong>Regulamentação e Censura</strong>: Questões políticas e de governança podem limitar o acesso à internet em alguns países, afetando a globalização do acesso.</p></li><li><p><strong>Literacia Digital</strong>: Mesmo onde o acesso está disponível, a falta de habilidades digitais pode impedir que as pessoas aproveitem plenamente a internet.</p></li></ol><p>A globalização do acesso à internet é um processo contínuo, e a colaboração entre governos, empresas e organizações não governamentais será crucial para superá-los e garantir que mais pessoas em todo o mundo possam se beneficiar da conectividade.</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>MINHA ANÁLISE: </strong></p><p><br></p><p>O texto não responde a pergunta, mas lista avanços e desafios para um possível cenário.  O que é interessante, pois em sala de aula, mesmo com algumas divergências, vimos que essa universalização do acesso não será possível visto o contexto capitalista em que vivemos. </p><p><br></p><p>Nos itens listados como avanços, acredito que foi desconsiderado o real uso dos produtos de empresas como a Starlink ao " levar internet à áreas remotas". Recentemente, aqui no Brasil, foi identificado uma relação do uso das antenas desta empresa com o garimpo ilegal na Amazônia e a total isenção da empresa quanto à resolução deste problema. </p><p><br></p><p>Quanto ao custo citado como avanço, de acordo com o Comitê Gestor de Internet no Brasil, em 2022, dos 15 milhões de domicílios sem acesso à internet, 59% cita que o custo é o principal motivo para a falta de conexão, o que evidencia que o texto não considera o peso orçamentário de tais serviços em uma sociedade desigual como é a brasileira. </p><p><br></p><p>Já nas desvantagens, achei interessante o item 4,  literacia digital, ou seja, capacidade ou qualidade do uso. Foi em cima desse item que criei a imagem no firefly adobe. Acredito ser essencial que o debate sobre a educação do uso da internet deva estar conectado ao debate sobre o acesso a essas tecnologias. Caso contrário, quem ganhará em cima dessa universalização da internet não será os indivíduos, mas sim as grandes empresas. </p><p> </p><p>Além de todos esses pontos, acredito que o texto desconsidera a finitude de recursos naturais para esta globalização. Item que também foi pontuado na sala de aula. </p><p><br></p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-28 14:35:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>aula 29/10 - inclusão digital</title>
         <author>btmelo</author>
         <link>https://padlet.com/btmelo/Bookmarks/wish/3192902856</link>
         <description><![CDATA[<p>ia: o que é inclusão digital?</p><p>em sala: projetos com a palavrar "inclusão" recebiam apoio R$.</p><p><br/></p><p>inclusão social (aspectos sociais)</p><p>Vs </p><p>inclusão digital.</p><p><br/></p><p>Nas décadas de 70,80 a gente passa a desconsiderar a pirâmide de classes. Nessa pirâmide existe a força das organizaçõs coletivas que lutam pelo coletivo (associações, sindicados) para a mudança de classes, mas por conta do neoliberalismo - capitalismo de bem estar social  é metamorfaseado para o neoliberalismo, onde cria-se o entendimento do estado mínimo, tudo é mercado. Nessa época, também surge as tecenologias. Isso culmina na massificação do desemprego. Nesse novo contexto, começa a luta de indivíduos dentro da mesma classe social. Não é mais sobre subir a classe é sobre sobreviver na classe. </p><p><br/></p><p>O termo exclusão surge no neoliberalismo pra classificar esse conjunto de pessoas <strong>desfiliados</strong> (de trabalho, de família, de religião), entregues a si próprios e que acumulam as desvantagens sociais. Indivíduos atomizados (átomos, individual). </p><p><br/></p><p>Para sociólogos brasileiros, exclusão não existe porque esses desfiliados AINDA SIM estão incluídos na nossa sociedade. </p><p><br/></p><p>Exclusão.  é um discurso não uma categoria de análise</p><p><br/></p><p>ONG como se fosse uma nova roubagem para os sindicatos e associações nesse novo contexto, neoliberal. Só que a nível individual. Medidas, discursos e polítcias compensatórias (que não dão conta de resolver os problemas estruturais)</p><p><br/></p><p>Assim, nasce inclusão como uma positivação da exclusão. Dualidade: dentro Vs. fora. Mas não tem ninguém dentro nem fora. </p><p><br/></p><p>O que a gente quer não é inclusão é <strong>INTEGRAÇÃO </strong>porque incluir é incluir no neolibealismo</p><p><br/></p><p>Por ser um discurso, inclusão precisa ter um adjetivo depois: social, digital, educacional, socio-tecno-digital, mas não interessa qual adjetivo vem depois quando o problema está no substantivo INCLUSÃO porque incluir significa sucumbir ao modelo neoliberal</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Exclusão digital:a partir de 1980 é usado para definir pessoas sem acesso a internet, infoexcluídos. </p><p>Inclusão digital...</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 17:12:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>aula 29/10 chatgpt</title>
         <author>btmelo</author>
         <link>https://padlet.com/btmelo/Bookmarks/wish/3199377676</link>
         <description><![CDATA[<p><em>O que é a inclusão digital?</em></p><p><br></p><p>Inclusão digital refere-se ao processo de garantir que todas as pessoas tenham acesso e habilidades para utilizar as tecnologias digitais, como a internet e dispositivos eletrônicos. O objetivo é reduzir a desigualdade digital, permitindo que mais pessoas se beneficiem das oportunidades que a tecnologia oferece, como educação, trabalho e comunicação.</p><p>A inclusão digital envolve várias dimensões, incluindo:</p><ol><li><p><strong>Acesso</strong>: Disponibilidade de infraestrutura de internet e dispositivos tecnológicos, especialmente em áreas remotas ou menos favorecidas.</p></li><li><p><strong>Habilidade</strong>: Educação e treinamento para que as pessoas saibam como usar as tecnologias de forma eficaz e segura.</p></li><li><p><strong>Conteúdo</strong>: Criação de conteúdos relevantes e acessíveis para diferentes públicos, considerando as necessidades e contextos locais.</p></li><li><p><strong>Participação</strong>: Encorajar a participação ativa das pessoas na sociedade digital, promovendo um ambiente mais inclusivo.</p></li></ol><p>A inclusão digital é crucial para o desenvolvimento social e econômico, contribuindo para a redução da pobreza e a promoção da cidadania.</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>MINHA ANÁLISE</strong></p><p><br></p><p>Após a aula sobre o tema, percebo que resposta da IA foi completamente rasa e genérica e assim reforça o interesse da classe hegemônica em manter o status quo neoliberal. </p><p><br></p><p>A resposta da IA se baseia no discurso em que a inclusão digital contribuiria para a redução da pobreza, mas o que vimos foi justamente o oposto, que o termo "inclusão" só precisou existir para atender a essa necessidade de abarcar/inserir justamente essa pobreza criada pelo sistema capitalista neoliberal.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-03 23:29:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>aula 20/11 chatgpt</title>
         <author>btmelo</author>
         <link>https://padlet.com/btmelo/Bookmarks/wish/3233239325</link>
         <description><![CDATA[<p>MINHA ANÁLISE + PERGUNTA </p><p><br></p><p>Pedi exemplos de softwares livres para o chatgpt que me respondeu com uma lista com diversos exemplos, separando-os inclusive em algumas categorias diferentes. Depois da lista, perguntei ao chat se aquelas opções listadas eram melhores do que seus concorrentes pagos. Dessa vez, o chat me respondeu que não existia uma resposta certa para a pergunta, que o uso de softwares livres tinham pontos positivos e negativos em relação ao uso de softwares pagos e concluiu com </p><p><br></p><p><em>"Os </em><strong><em>softwares livres</em></strong><em> oferecem </em><strong><em>vantagens significativas</em></strong><em>, como custo zero, flexibilidade, e maior controle sobre privacidade e personalização. Eles podem ser mais do que suficientes para a maioria dos usuários individuais e até mesmo para pequenas empresas. No entanto, </em><strong><em>softwares pagos</em></strong><em> ainda podem ser mais adequados para usuários que buscam </em><strong><em>funcionalidades específicas de alto nível</em></strong><em>, </em><strong><em>suporte profissional</em></strong><em> ou </em><strong><em>uma experiência mais refinada e integrada</em></strong><em>. A escolha ideal depende de suas necessidades e preferências pessoais."</em></p><p><br></p><p>Com essa conclusão, reflito sobre a posição da plataforma em não querer assumir um posicionamento ou melhor, querer assumir uma posição de neutralidade quanto ao assunto. Com o material disponibilizado, vimos que os softwares livres ajudam justamente quem precisa de funcionalidades específicas de alto nível já que é possível programar o produto para um uso específico, não o contrário como a IA pontua. Além disso, acredito que a questão da experiência do usuário está mais relacionada ao costume do uso dessas plataformas do que do "refinamento" ou "acabamento" do produto. </p><p><br></p><p>A sensação que fica é que a IA, com sua resposta, "inventou" pontos negativos para o uso dos softwares livres. E reflito por quê,né? </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-25 15:27:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Congresso UFBA</title>
         <author>btmelo</author>
         <link>https://padlet.com/btmelo/Bookmarks/wish/3244886658</link>
         <description><![CDATA[<p>VIVA A UFBA! </p><p><br/></p><p>O Congresso da UFBA me fez refletir sobre a naturalidade e potência da diversidade. A fim de montar minha programação do congresso, filtrei tudo que envolvia a temática de que mais me interesso: o corpo; e iniciei meu dia ouvindo sobre ele a partir dos olhos da psicologia com a apresentação: “<em>Cognição Corporificada”</em>. Depois fui conferir o trabalho “<em>Como os corpos e suas danças podem enfrentar e reexistir as ocorrências do sistema mundo colonial capitalista?” </em>com os alunos do curso de dança.</p><p>No meio do caminho, entre uma apresentação e outra, vi uma mesa de exposição dos alunos das ciências biológicas com alguns<em> “corpos cavernosos e artérias pudendas”. </em>Das apresentações que quis ver, a única que ficou faltando foi “<em>Corpos e sensibilidades: interculturalidades e educação em direitos humanos no tempo presente”</em>, pois por uma insensibilidade do destino, as apresentadoras não apareceram no local e hora marcados.</p><p>Tinha também corpo-tambor, corpo capoeira, corpo yoga, corpo afoxé. Corpo sendo relacionado com voz e memória, mas também com natureza e até guarda-corpo dos estudantes de engenharia. O corpo era visto e expressado de tantas formas diferentes que me fez refletir sobre quantos sentidos são possíveis dar a respeito de uma coisa só. Isso me encantou.</p><p>Achei que fosse sair da temática corpo e respirar um pouco mais pedagogia ao decidir assistir a mesa <em>Desafios da educação antirracista</em> da professora Edilza Sotero, mas lá também vi corpos, dessa vez, silenciados e marginalizados, mas que historicamente resistem e lutam na nossa história por um lugar seguro e justo &nbsp;para seus corpos.</p><p>Vi corpos tão diversos pelos corredores... jovens, idosos, estudantes da Universidade, estudantes das escolas públicas todos compartilhando ali uma natureza plural do espaço da Universidade. Pude sentir o que é uma UFBA viva! Com natureza, arte, música, gente pensando junto, produzindo, sonhando e vivendo mesmo debaixo de uma chuva torrencial.</p><p>Que maravilhoso foi poder ouvir sobre minha temática de interesse com diversas visões: ganhei novas referências, descobri pessoas que pensam como eu e sinto que isso também poder ser UFBA.&nbsp; Infelizmente todos as apresentações que assisti foram curtas, de 10 minutos no máximo, e deixaram um gostinho de quero mais. Mas esse meu caminho UFBA felizmente continua.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-03 16:00:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>aula 03/12</title>
         <author>btmelo</author>
         <link>https://padlet.com/btmelo/Bookmarks/wish/3245010138</link>
         <description><![CDATA[<p>licença creative commons</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.jamendo.com/?language=pt">https://www.jamendo.com/?language=pt</a></p><p><br></p><p>meu grupo pro seminário: REALIDADE AUMENTADA 28/01</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-03 17:14:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>aula 10/12 - plataformização da educação</title>
         <author>btmelo</author>
         <link>https://padlet.com/btmelo/Bookmarks/wish/3254448251</link>
         <description><![CDATA[<p>"Conhecimento não se transmite, conhecimento se contrói"</p><p><br/></p><p>*dado vs. informação vs. conhecimento</p><p>*fato vs. com sentido/contexto vs. na nossa rede semântica</p><p><br/></p><p>*educacaovigiada: site observatório que mapea as universidades da américa do sul que usam educação vigiada</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-10 17:07:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>btmelo</author>
         <link>https://padlet.com/btmelo/Bookmarks/wish/3254464462</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-12-10 17:19:28 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>aula 03/12</title>
         <author>btmelo</author>
         <link>https://padlet.com/btmelo/Bookmarks/wish/3254497433</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="cc:attributionURL noopener noreferrer" href="https://padlet.com/btmelo/edc287-rszkb3kdrp129uvb">Padlet - Educação e Tecnologia </a>2024 by Bárbara Melo is licensed under <a rel="license noopener noreferrer" href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/?ref=chooser-v1">CC BY-NC 4.0</a></p><p><br></p><p>Esta licença libera o compartilhamento e adaptação do material aqui apresentado sendo necessário pontuar o crédito apropriado assim como as alterações que foram realizadas. </p><p><br></p><p>No mais, não é permitido utilizar o material para fins de comércio. </p><p><br></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/">https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-10 17:47:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>aula 10/12 - META AI</title>
         <author>btmelo</author>
         <link>https://padlet.com/btmelo/Bookmarks/wish/3262564150</link>
         <description><![CDATA[<p>É correto a plataforma Brasil Paralelo estar nos currículos de escolas brasileiras?</p><p><br></p><p>A presença da plataforma Brasil Paralelo em escolas brasileiras é um tema controverso. A plataforma oferece conteúdos educacionais com uma perspectiva específica, muitas vezes questionando narrativas predominantes em história, ciências sociais e outras áreas.</p><p>Alguns argumentam que:</p><p>Argumentos a favor</p><p>1. Diversidade de perspectivas: A plataforma pode oferecer visões alternativas, estimulando o pensamento crítico e a reflexão.</p><p>2. Liberdade de expressão: Permitir a plataforma em escolas pode promover a liberdade de expressão e debate.</p><p>3. Acesso a informações: Os conteúdos podem ser úteis para estudantes que buscam informações adicionais.</p><p>Argumentos contra</p><p>1. Parcialidade e viés: Críticos argumentam que a plataforma promove uma visão unilateral e polarizada.</p><p>2. Inconsistências históricas: Alguns conteúdos foram questionados por historiadores e especialistas por falta de rigor científico.</p><p>3. Influência ideológica: Há preocupações sobre a possível influência ideológica sobre estudantes.</p><p>4. Conflito com currículos oficiais: A plataforma pode contradizer o currículo oficial, causando confusão entre os estudantes.</p><p>Regulamentação e posicionamentos</p><p>1. Ministério da Educação: O MEC não recomenda a plataforma como material oficial.</p><p>2. Conselho Nacional de Educação: O CNE orienta que escolas sigam os currículos oficiais.</p><p>3. Lei de Diretrizes e Bases da Educação: A LDB estabelece que a educação deve ser plural e não ideológica.</p><p>Para decidir se a plataforma é adequada para escolas, é essencial:</p><p>1. Avaliar a qualidade e precisão dos conteúdos.</p><p>2. Considerar a diversidade de perspectivas.</p><p>3. Garantir a liberdade de expressão e debate.</p><p>4. Respeitar o currículo oficial.</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>MINHA ANÁLISE</strong></p><p>Impressionante como a IA fica "em cima do muro". A pergunta foi feita de uma forma para eu ter uma resposta específica, temos legislação pra isso e a IA cita essa legislação! O  governo brasileiro não permite esse tipo de prática, a LDB estabelece que a educação não pode ser ideológica e o Brasil Paralelo, por ser uma plataforma de base ideológica bem clara, não deveria ser permitida. Ponto final.</p><p><br></p><p>Mas não, a  IA ainda lista prós para um cenário que não é permitido. Acho que esta resposta inclusive fere a soberania do governo brasileiro, que possui uma legislação contra isso, mas que a IA por coincidência ou não, acha adequado listas prós para tal prática, prós estes que são defendidos pelo sistema hegemônico. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 15:03:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>aula 17/12 - chat gpt</title>
         <author>btmelo</author>
         <link>https://padlet.com/btmelo/Bookmarks/wish/3265324088</link>
         <description><![CDATA[<p>1) De que maneira o mercado e as empresas de tecnologia influenciaram a implementação das políticas públicas de informática educacional?</p><p><br></p><p>As empresas de tecnologia influenciam as políticas públicas de informática educacional no Brasil por meio do fornecimento de equipamentos e infraestrutura para escolas, como computadores e internet. Elas também desenvolvem plataformas educacionais, como o Google Classroom e o Microsoft Teams, e oferecem capacitação para professores. Além disso, contribuem com a criação de conteúdos digitais e programas de formação em habilidades tecnológicas. Empresas como Google, Microsoft, Intel e Cisco têm promovido programas de inclusão digital e inovação no ensino, com foco em reduzir desigualdades e melhorar a educação. Seu apoio também inclui iniciativas de responsabilidade social e parcerias público-privadas. No entanto, para garantir uma transformação digital eficaz, essas ações precisam ser complementadas por políticas governamentais.</p><p><br></p><p>2) E quem ganha mais com tal ação: o estado brasileiro ou as empresas?</p><p><br></p><p>Embora ambos os lados se beneficiem, as <strong>empresas de tecnologia</strong> tendem a obter mais ganhos diretos, como o aumento da demanda por seus produtos e serviços, além de fortalecer sua imagem e expandir seus mercados. O <strong>Estado brasileiro</strong>, por outro lado, ganha principalmente em termos de melhorias educacionais e sociais de longo prazo, mas os benefícios diretos são mais difusos e difíceis de medir. No entanto, a longo prazo, um sistema educacional mais eficiente e tecnologicamente integrado pode gerar uma força de trabalho mais qualificada, o que beneficia a economia e o desenvolvimento social do país.</p><p><br></p><p><strong>MINHA ANÁLISE</strong></p><p><br></p><p>Achei muito "bonitinho" a forma que a IA fala das empresas de tecnologias. Porque até parece que existe ZERO interesse financeiro por trás com as medidas que foram listadas. Por conta disso é que fiz a segunda pergunta e pela primeira vez vou até elogiar a resposta da IA porque pelo histórico, imaginei que ela fosse apenas citar os benefícios das empresas e do estado, mas não, ela afirmou que são as empresas que serão os maiores beneficiados. </p><p><br></p><p>Além disso, na segunda resposta, achei curioso a IA citar que a tecnologia poderá gerar uma força de trabalho mais qualificada, visto que faz parte do projeto neoliberal esse topo de raciocínio, o de que a educação serviria para treinar a mão de obra.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-17 18:48:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>aula 07/01- chatgpt e deepseek</title>
         <author>btmelo</author>
         <link>https://padlet.com/btmelo/Bookmarks/wish/3290831312</link>
         <description><![CDATA[<p>Com o constante avanço da tecnologia, de quem é a responsabilidade no ensino continuado dos professores para atualização de suas práticas pedagógicas?</p><p><br></p><p>CHATGPT: Em resumo, a responsabilidade pelo ensino continuado e pela atualização das práticas pedagógicas é compartilhada entre governos, instituições de ensino, os próprios professores, organizações e empresas do setor de tecnologia. A colaboração entre esses agentes é fundamental para garantir uma educação de qualidade e alinhada às necessidades da sociedade contemporânea.</p><p><br></p><p>DEEPSEEK: Em resumo, a responsabilidade é coletiva, envolvendo desde o próprio professor até as instituições e a sociedade como um todo, garantindo que a educação se mantenha relevante e eficaz em um mundo em constante transformação tecnológica.</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>MINHA ANÁLISE:</strong></p><p>Minha análise é mais uma reflexão que tive a partir da comparação entre as respostas das IAs. Ao longo do semestre pude perceber como as respostas do chatgpt reforçam, sem criticismo algum, o status quo do sistema neoliberal. Sendo assim, ao ler "garantir uma educação de qualidade e alinhada às necessidades da sociedade contemporânea" considerei pensar que nesse sistema hegemônico essas necessidades são da alta burguesia e estar alinhado a essas necessidades é exatamente o que precisamos lutar contra. </p><p><br></p><p>Lembrei da aula de Inclusão digital onde vimos esse "erro conceitual"...</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-14 17:17:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/btmelo/Bookmarks/wish/3290831312</guid>
      </item>
      <item>
         <title>aula 14/01 - chat gpt</title>
         <author>btmelo</author>
         <link>https://padlet.com/btmelo/Bookmarks/wish/3290832560</link>
         <description><![CDATA[<p>quais são as alternativas e possibilidades para a inserção de novas tecnologias no cotidiano das aulas em escolas públicas?</p><p><br></p><p><strong>Uso de Recursos Tecnológicos de Baixo Custo</strong></p><ul><li><p><strong>Tecnologias Open Source</strong>: Software gratuito e de código aberto, como o <strong>LibreOffice</strong> ou <strong>GIMP</strong>, pode ser uma alternativa acessível para substituir programas pagos, permitindo o uso de ferramentas de edição de texto, imagem e vídeo, entre outros.</p></li><li><p><strong>Aplicativos Gratuitos ou de Baixo Custo</strong>: Utilização de apps educativos gratuitos ou de baixo custo, como <strong>Khan Academy</strong>, <strong>Duolingo</strong>, ou <strong>Scratch</strong>, que podem ser baixados em celulares ou usados em computadores de baixo desempenho.</p><p><br></p></li></ul><p><strong>Aulas Híbridas</strong></p><ul><li><p><strong>Modelo Híbrido de Ensino</strong>: No caso de escolas com infraestrutura limitada, o modelo híbrido (combinando presencial e remoto) pode ser uma solução. Utilizar as aulas presenciais para conceitos mais complexos e a aprendizagem remota para reforçar e revisar conteúdos pode otimizar recursos.</p></li><li><p><strong>Parcerias com Projetos de Acesso à Internet</strong>: Buscar parcerias com projetos ou ONGs que ofereçam pacotes de dados móveis gratuitos ou a preços reduzidos para os alunos ou as escolas.</p><p><br></p></li></ul><p><br></p><p><strong>Inclusão Digital e Capacitação de Professores</strong></p><ul><li><p><strong>Capacitação Contínua de Educadores</strong>: Oferecer cursos gratuitos de formação digital para professores, com foco no uso de tecnologias como <strong>Google Drive</strong>, <strong>Google Classroom</strong>, <strong>WhatsApp</strong>, e outras ferramentas colaborativas, que podem ser utilizadas para organizar atividades, fornecer feedback e manter comunicação com os alunos.</p></li><li><p><strong>Ensino de Alfabetização Digital</strong>: Ensinar aos alunos habilidades digitais básicas, como uso de computadores, navegação segura na internet e utilização de ferramentas como editores de texto, pode ser fundamental, principalmente para alunos que não têm acesso a dispositivos em casa.</p><p><br></p></li></ul><p><br></p><p><strong>MINHA ANÁLISE</strong></p><p><br></p><p>A IA até desenvolveu mais itens, mas cortei nesses 3 primeiros itens porque achei completamente aleatório e sem coerência até mesmo pra uma IA. De um lado, uso de software livre, do outro capacitação de educadores em softwares pagos?</p><p><br></p><p>Segundo, não entendi como aulas híbridas poderiam ser boas para o contexto de escolas públicas. Se a infraestrutura da escola não é boa, qual a garantia que teremos que os estudantes terão acesso a essas aulas virtuais? Completamente aleatória essa reposta.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-14 17:17:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>realidade aumentada - deepseek</title>
         <author>btmelo</author>
         <link>https://padlet.com/btmelo/Bookmarks/wish/3320090437</link>
         <description><![CDATA[<p>A realidade virtual é diferente da realidade real?</p><p><br></p><p>Sim, a realidade virtual (RV) é diferente da realidade real, embora possa simular aspectos dela de maneira convincente. Embora a realidade virtual possa simular aspectos da realidade real de maneira impressionante, ela ainda é uma representação digital e mediada por tecnologia. As duas coexistem e podem se complementar, mas são fundamentalmente diferentes em termos de experiência, interação e impacto. A RV oferece possibilidades únicas e expande os limites da experiência humana, mas não substitui a riqueza e a complexidade da realidade real.</p><p><br></p><p><strong>MINHA ANÁLISE</strong></p><p>Quis fazer esse questionamento pra IA visto que foi um erro da minha apresentação. Foi explicado pela professora que a realidade virtual é da realidade real sim, obviamente que não no nível FÍSICO. Fazendo com que essa diferenciação entre realidade virtual X realidade real seja errônea.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-07 15:00:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/btmelo/Bookmarks/wish/3320090437</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ia - chatgpt</title>
         <author>btmelo</author>
         <link>https://padlet.com/btmelo/Bookmarks/wish/3320104573</link>
         <description><![CDATA[<p>qual é o problema do uso de ia na educação?</p><p><br></p><p>Desigualdade de acesso, Privacidade e segurança dos dados, Dependência da tecnologia, Desumanização do ensino:, Desafios para os professores, Falta de interpretação contextual</p><p><br></p><p><strong>MINHA ANÁLISE</strong></p><p><br></p><p>A ia desenvolveu um pouco mais esses itens que foram listados, mas o que achei interessante é que apesar de ter feito uma boa lista dos itens problemáticos, faltou a autocrítica "não sou uma fonte confiável" . Entendo que a IA é uma produtora de textos e que as informações que são geradas precisam de análise e conferencia. </p><p><br></p><p>Um dos problemas do uso dessas plataformas é quando achamos que toda a verdade e somente a verdade é produzida por elas. Mas afinal, existe uma verdade só? </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-07 15:11:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>memes - deepseek</title>
         <author>btmelo</author>
         <link>https://padlet.com/btmelo/Bookmarks/wish/3320125789</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O uso de memes na educação pode ser considerado uma ferramenta eficaz para engajar os alunos, ou ele corre o risco de banalizar o conteúdo e distrair do aprendizado?</strong></p><p><br></p><p>O uso de memes na educação pode ser uma ferramenta poderosa para engajar os alunos, especialmente em um contexto onde a cultura digital e a comunicação visual são predominantes. Memes têm o potencial de simplificar conceitos complexos, tornar o aprendizado mais divertido e criar uma conexão emocional com o conteúdo. Eles também podem ser usados para promover a criatividade e o pensamento crítico, já que os alunos podem criar seus próprios memes para expressar ideias.</p><p>No entanto, é importante equilibrar o uso de memes com a profundidade do conteúdo educacional. Se usados em excesso ou de forma inadequada, os memes podem banalizar temas sérios ou distrair os alunos do foco principal. Portanto, o uso de memes deve ser planejado estrategicamente, alinhado aos objetivos de aprendizagem e adaptado ao público-alvo.</p><p><br></p><p><strong>MINHA ANÁLISE</strong></p><p><br></p><p>Achei a resposta até ok, mas poderia ter sido citado exemplos concretos, dados de pesquisas e uma discussão mais aprofundada sobre os desafios de implementação. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-07 15:28:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>programação - chatpgt</title>
         <author>btmelo</author>
         <link>https://padlet.com/btmelo/Bookmarks/wish/3320326085</link>
         <description><![CDATA[<p>você acha que o aumento das aulas de programação nos currículos das escolas públicas brasileiros se deu por influência do mercado tecnológico?</p><p><br></p><p>Sim, acredito que o aumento das aulas de programação nos currículos das escolas brasileiras está, de fato, muito relacionado à influência do mercado tecnológico. Nos últimos anos, o setor de tecnologia se tornou cada vez mais essencial para a economia global e, consequentemente, para o Brasil. A demanda por profissionais qualificados em áreas como programação, análise de dados, inteligência artificial e outras habilidades tecnológicas cresceu significativamente.</p><p>Isso levou muitas instituições a perceberem a importância de preparar as novas gerações para esse cenário. A inclusão de programação no currículo escolar busca garantir que os estudantes tenham acesso a essas competências desde cedo, o que pode aumentar suas oportunidades no mercado de trabalho futuramente.</p><p>Esses benefícios se conectam com as demandas não apenas do mercado de trabalho, mas também com a necessidade de preparar os jovens para a transformação digital que está acontecendo em diversas áreas da vida.</p><p>A influência do mercado tecnológico é, sem dúvida, um fator importante, mas também há uma visão mais ampla de preparar as próximas gerações para o futuro e estimular competências que são essenciais na sociedade moderna.</p><p><br></p><p><strong>MINHA ANÁLISE</strong></p><p><br></p><p>Eu acho interessante analisar essas respostas de perguntas completamente fictícias. Na apresentação do seminário foi mostrado que há uma resistência das escolas em incluir programação em seus currículos por erroneamente associarem a algo complexo., ou seja, não há dado concreto de que houve esse aumento  da pergunta e mesmo assim, a ia criou uma relação supostamente concreta. </p><p><br></p><p>Além do que, também foi apresentado no seminário que a aplicação de programação nas escolas vai muito além do uso de tecnologia, que envolve raciocínio lógico e crítico... mas a ia só associou em sua resposta o mercado de trabalho e uso tecnológico</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-07 18:18:44 UTC</pubDate>
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