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      <title>A Independência do Brasil em exposição by Maciel Bomfim</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-09-01 13:56:15 UTC</pubDate>
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         <title>Faces da Independência do Brasil - O lado que poucos conhecem</title>
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         <description><![CDATA[<div>Quando pensamos em Independência do Brasil, surge em nossa mente o cenário de ato “heróico” realizado por Dom Pedro I. Palavras de liberdade foram expressas e muitas partes do país foram conquistadas pelo império português. O que ninguém imaginava é que haveria o maior massacre da região do Pará nesse mesmo período de tempo. No dia 16 de Outubro de 1823, ocorreu uma grande manifestação de brasileiros que não aprovaram a adesão da Província do Pará à independência do Brasil e desejavam a formação de um governo popular. Os integrantes do grupo se diziam liberais radicais e contavam com o apoio do povo das vilas de Cametá, Vigia Macapá, Mazagão, Monte Alegre e Santarém. Formaram uma junta governativa, sob o comando do Cônego Batista Campos, que foi destituída pelo Imperador Pedro I. No dia 11 de agosto, o oficial inglês John Pascoe Greenfel, oficial da Real Marinha Britânica a serviço do Império do Brasil, chega a Belém e declara os portos da cidade bloqueados. Ele notifica aos integrantes da Junta Governativa Provisória, que agirá com extremo rigor para impor a paz na região. Garante aos portugueses que aceitarem o desligamento do Brasil de Portugal como ponto pacifico a preservação de seus bens. Assegura que tinha vindo para oficializar a definitiva condição do Brasil como nação livre e manter a ordem na província. Pressionou a Junta Governativa para que a adesão paraense acontecesse com a máxima brevidade possível. Isso ocorreu no dia 15 de agosto. Voltando a apreciar o acontecido no dia 16 de outubro, dizemos que John Greenfel determinou a prisão de supostos agitadores, inclusive integrantes das tropas. No dia 17 de outubro em frente ao Palácio do Governo, ordenou a execução sumária de cinco elementos que ele mesmo escolheu aleatoriamente dentre os detidos. Através da brutalidade, Greenfel pretendeu amedrontar os sublevados. Tão grande era sua fúria, que mandou amarrar à boca de um canhão o Cônego Batista Campos, só não consumando seu intento de matá-lo porque membros da Junta Provisória interferiram, ponderando que o prisioneiro fosse remetido para o Rio de Janeiro. Entretanto, no dia 19 de outubro o religioso foi colocado em liberdade. No dia 20 de outubro, 256 presos que estavam na cadeia pública fazendo tremenda algazarra foram transferidos para bordo de um brigue denominado Diligente, que ancorou no meio da baía de Guajará. O porão tinha aproximadamente 30 palmos de comprimento, por 20 de largura e doze de altura. As escotilhas foram fechadas e apenas uma fresta ficou aberta para entrada de ar. O fortíssimo calor levou os presos ao desespero. Reivindicando a abertura das escotilhas, pois a falta de ar os fustigava, os presos irromperam em gritos, clamando por água e formulando ameaças à guarnição do navio e demais autoridades do Pará.</div><div><br></div><div>A guarnição atirou sobre eles água de má qualidade. Mesmo assim, a disputa entre os amotinados foi feroz. Os presos brigam, apunhalaram-se, usaram unhas e dentes para ver que primeiro se serviria do precioso líquido. Temendo que a turba conseguisse sair do porão do navio, os guardas dispararam suas armas para dentro do brigue e depois lançaram sobre aquelas pobres criaturas cal virgem. Por duas horas os presos debateram-se em agonia. Em três horas reinava o silêncio absoluto.</div><div><br></div><div>Na manhã do dia 22.10.1823, quando as escotilhas foram abertas, viu-se no fundo do porão um montão de 252 corpos, cobertos de sangue e dilacerados. Aos poucos os cadáveres foram sendo retirados e transportados para a margem esquerda da baía de Guajará até o local do sítio Penacova. Uma longa vala comum foi escavada para receber os corpos. Ao ser concluída a remoção dos mortos, a guarnição do brigue Diligente constatou, que ainda agonizavam quatro elementos. Levados para o tombadilho deram sinal de melhora, o que motivou a transferência dos mesmos para o hospital. Três deles morreram no transcurso de 4 horas. Apenas um rapaz de 20 anos escapou da morte, mas levou uma vida de constantes sofrimentos.<br><br><br>Projeto 3C - Thamiris Portela &amp; Larielly Leite</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-15 13:49:40 UTC</pubDate>
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         <title>A importância da participação das mulheres na independência </title>
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         <description><![CDATA[<div>Maria Quitéria:</div><div>Ao fugir de casa para lutar pela Bahia, Maria Quitéria se tornou uma das principais personagens da independência. Com grande habilidade no manejo de armas e parente de militares, Maria Quitéria usou uniforme de seu cunhado, fingiu-se de homem e passou a se chamar soldado Medeiros, participando em inúmeros combates pela consolidação da independência, na cidade de Salvador.<br>Maria Felipa:<br>Liderou mulheres negras e índios, tupinambás e tapuias, contra os portugueses que atacavam a Ilha de Itaparica, a partir de 1822. Numa das batalhas, o grupo de Maria Felipa queimou 40 embarcações portuguesas que estavam próximas à Ilha.<br>O que ratifica a importância das mulheres para a independência brasileira<br><br>Alunas( Francisca Nicoli e Antônia Lara)<br>3° “comercio”</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-15 14:02:09 UTC</pubDate>
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         <title>A importância de Leopoldina na consolidação da independência do Brasil.</title>
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         <description><![CDATA[<div>Leopoldina assumia como regente, tornando-se a primeira mulher a governar o Brasil. Ela convoca e preside uma reunião do Conselho de Estado em 2 de setembro de 1822 e sanciona a deliberação do grupo: deveria ser proclamada a independência do Brasil. Igualmente apresenta perspectiva de gênero sobre a Independência do Brasil, na medida em que destaca a participação da então princesa Maria Leopoldina no processo político da ruptura colonial de 1822.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-15 14:11:39 UTC</pubDate>
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         <title>O Processo de Independência do Brasil</title>
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         <description><![CDATA[<div>A vinda da família real portuguesa em 29 de novembro de 1807, ocasionou mudanças sociais,culturais e econômicas para o desenvolvimento da colônia.<br>A abertura dos portos às nações amigas,trouxe a ascensão da colônia a Reino Unido de Portugal e Algarves. Entretanto,os privilégios dados aos portugueses causaram descontentamento a elite colonial e as baixas classes colaborando o agravamento das dificuldades financeiras da época. Em 1817 surgiu a Revolução Pernambucana,via-se que não apenas as baixas classes sociais estavam insatisfeitas com a permanência da corte portuguesa no Brasil,a elite portuguesa também estava descontente com a administração das riquezas portuguesas feitas na colônia e outras medidas implementadas por Dom João VI.<br>Com a vinda da família Real para o Brasil criou-se o&nbsp;Museu da Biblioteca Nacional,&nbsp;Imprensa régia, o&nbsp;Banco do Brasil, a&nbsp;Academia Militar e da Marinha&nbsp;e a&nbsp;Academia de Belas Artes. Todas essas criações dão frutos até hoje e causaram impacto positivo na vida dos brasileiros.<br>A independência do Brasil foi declarada em 7 de setembro de 1822 e foi resultado do desgaste das relações luso-brasileiras a partir da&nbsp;Revolução do Porto de 1820.O movimento foi exclusivamente elitista e da nobreza.<br>Logo,festejar esse dia,implica também lembrar das raízes do brasileiro. E é preciso&nbsp; analisar o passado e realizar conexões com o presente para construir um país mais igualitário,um Brasil do povo, um Brasil para todos.<br><br>Alunas:Gisele Marques e Maria Eduarda Ximenes,3°C</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-15 16:35:07 UTC</pubDate>
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         <title>Participação popular e fatos do processo de independência </title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;O silenciamento da participação popular no processo de Independência do Brasil foi um ponto de virada na história nacional, lembrado por muitos como a luta da colônia contra a metrópole, mas na realidade foi um embate de vassalos contra o rei. Conservadorismo predominantemente na&nbsp; história tornou-se um mau mitigador da libertação almejada pelas massas populares, escondendo os importantes prefácios do processo separatista.<br>&nbsp; &nbsp;Antes da chegada do Reino Português, os colonizadores já dominavam o Brasil e se enriqueciam com a exploração da terra. Nativos e escravos construiram,assim, a elite e acumulavam riquezas. Esses grupos também foram influenciados pelos ideais do Iluminismo da Europa, que os encorajavam a se opor à Coroa quando seus interesses eram prejudicados. Como aconteceu na Inconfidência Mineira.<br>&nbsp; &nbsp;A fixação dos nobres no país em 1808 baseou-se na exploração da população bem como na assinatura da Abertura dos Portos às Nações Amigas, o que permitiu às elites reforçar e consolidar o seu poder na medida em que podiam comercializar com outros países, além Portugal.<br>&nbsp; &nbsp;Fica claro, no entanto, que elite e nobreza juntos moldaram a narrativa da Independência, enfatizando as reformas vistas até então como precipitadamente decisivas para a Independência do Brasil.<br>Hoje ele insiste em romantizar o processo retratando-o na narrativa tradicional e como um movimento pacífico. A versão tenta ignorar a premissa realizada pelas camadas oprimidas que tentaram mudar de posição com suas tentativas de imersão sangrenta,para lacaios de elite.<br><br>A narrativa tradicional, fortemente propagada por historiadores eurocêntricos como Adolfo de Varnhagen, continua enfatizando apenas "Dia do Fico" como o prólogo decisivo e o grito de Dom Pedro I às margens do rio Ipiranga.Tentar apagar da história as ações do povo e criar linearidade no complexo processo que é a Independência. Na realidade, era muito ramificado e irregular, resultado de milhares de memórias distorcidas e guerras populares propositais.Uma verdadeira ruptura com Metrópole<br>&nbsp; &nbsp;Nesta exposição, caro visitante, olhando para o passado com um olhar livre de impostos, você descobrirá que este lago aparentemente raso e cristalino é muito mais profundo e desconhecido do que no passado&nbsp; que conta a história idealizada. Assim você entenderá a importância de questionar a narrativa tradicional no Bicentenário.&nbsp;<br><br>Alunos: Victor Gabriel Freire Reis e&nbsp;<br>Antonia Taynara Marques Araújo.&nbsp;<br>- 3º ano Comércio&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-15 19:12:18 UTC</pubDate>
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         <title>Independência,a história que não contaram.</title>
         <author>monalizabezerra</author>
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         <description><![CDATA[<h1>&nbsp; &nbsp; O processo de independência do Brasil teve início no ano de 1808,quando a família real migrou para o Brasil mediante ameaça de invasão napoelônica a Portugal. O motivo da vinda monárquica para a Colônia foi a prevenção da violência,entretanto,o que realmente fizeram foi traze-la,tendo em vista que ouve opressão contra os indígenas a fim de ocupar as suas terra.<br>&nbsp; &nbsp; Após a instalação da monarquia no Rio de Janeiro,houve aumento de impostos com intuito de melhorar a infraestrutura local para a nobreza. Essa ação provocou o descontentamento das populações de outras regiões brasileiras pois o dinheiro dos impostos cobrados só provia a capital.</h1><h1>&nbsp; &nbsp; A partir de 1820,a articulação da independência se intensificou por parte da família real,por conta da Revolução do Porto - movimento que objetivava o rebaixamento do Brasil à Colônia,depois da colônia tornar-se um reino unido a Portugal e igual politicamente à metropole o que desfavorecida os portugueses.Isso fez Dom João orientar seu filho a tornar o país independente e impedindo que essa ação fosse feita por algum brasileiro. Diante dos fatos citados,é viável refletir que a independência do Brasil não foi um processo pacífico ou homogêneo.A história propaga que o único sangue ileso foi o aristocrático. Infelizmente,pobres,pretos e indígenas dispuseram de um apagamento de suas expectativas pela elite,que promoveu um legado de violência e negligência estatal fomentando por interesses econômicos e políticos.</h1><div><br></div><blockquote>              Monaliza Lima e Maria Gomes 3°C</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-15 23:31:45 UTC</pubDate>
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         <title>A independência de quem? </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Um pouco desse resumo ...&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-18 11:17:19 UTC</pubDate>
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         <title>Independência de quem? </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Na imagem, fica evidente a desinformação do processo que acontecia por parte da população. Pois, ao ser anunciado que a independência foi conquistada, é visto dois homens a comemorando enquanto a filha e a mãe da imagem não compreendem o que seria a independência. Além disso, elas creem que a independência seria um produto inglês, evidenciando a influência inglesa e associando a independência brasileira à apenas mais um investimento inglês.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-18 12:09:53 UTC</pubDate>
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         <title>O papel da mulher na Independência do Brasil</title>
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         <description><![CDATA[<div>A pintura mostra a princesa Leopoldina e oito homens em uma sala. Ela, à esquerda, está sentada na cadeira segurando papéis. É perceptível que o mérito das mulheres&nbsp; foi sendo acobertado durante toda a história, mas algo que poucas pessoas sabem é da importância que princesa Leopoldina teve no processo de consolidação da independência do Brasil devido a influência que a mesma exercia sobre meu marido. Além de Maria Leopodina, as mulheres&nbsp; baianas tiveram um papel de grande transcendência nesse processo de tamanha importância, mencionando como exemplo:</div><div>Maria Felipa: É tida como uma das figuras de destaque na defesa de Itaparica e representa o protagonismo feminino, negro e popular nas lutas pela Independência nacional.</div><div>Joana Angélica: Colocou-se diante das tropas para impedir que homens invadissem a clausura. Com a intenção de proteger as noviças e outras irmãs da invasão, acabou tornando-se a primeira heroína da independência.</div><div>Maria Quitéria: Primeira mulher a integrar as Forças Armadas, Maria Quitéria foi condecorada por D. Pedro 1º como heroína, exaltada pelo Exército Brasileiro.<br><br><br>Lidiani Soares e Letícia Vitória </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-22 13:40:09 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo da independência: principais pontos</title>
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         <description><![CDATA[<div><br><br>•A independência do Brasil aconteceu em 1822.<br><br>•Durante o Período Joanino, medidas modernizadoras foram implantadas no Brasil.<br><br>•Em 1815, o Brasil foi elevado à condição de Reino Unido e, assim, o Brasil deixou de ser colônia.<br><br>•Em 1820, a Revolução Liberal do Porto foi iniciada em Portugal e reivindicava o retorno do rei português.<br><br>•Com o retorno de D. João VI para Portugal, D. Pedro foi colocado como regente do Brasil.<br><br>•As cortes portuguesas exigiam a revogação das medidas implantadas no Brasil e o retorno do príncipe regente.<br><br>•Durante o “Dia do Fico”, D. Pedro declarou que permaneceria no Brasil.<br><br>•No “Cumpra-se”, determinou-se que as ordens portuguesas só seriam cumpridas no Brasil com o aval de D. Pedro.<br><br>•O grito da independência – se de fato tiver acontecido – ocorreu nas margens do Rio Ipiranga, no dia 7 de setembro de 1822.<br><br>•Em 12 de outubro de 1822, D. Pedro foi aclamado imperador e no dia 1º de dezembro de 1822 ele foi coroado D. Pedro I.<br><br>•Houve conflitos após a declaração de independência, na Bahia, no Pará, no Maranhão e na Cisplatina.<br><br>Rebeca Ferreira da Costa<br>3° "C"<br>N 36.<br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-29 22:23:14 UTC</pubDate>
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