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      <title>Clima e Saúde by Analu Egydio</title>
      <link>https://padlet.com/analuegydio/rqnnv7cg3o9kmaaq</link>
      <description>Disciplina de Ambiente e Saúde - Medicina Estácio Ribeirão Preto (As histórias e entrevistas apresentam nomes fictícios baseados em casos reais)
Docente: Profa. Dra. Analu Egydio dos Santos</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-01 20:29:19 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-10-02 01:30:06 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Como as mudanças do clima favorecem a distribuição das doenças emergentes e reemergentes?</title>
         <author>analuegydio</author>
         <link>https://padlet.com/analuegydio/rqnnv7cg3o9kmaaq/wish/796356775</link>
         <description><![CDATA[<div>Podcast feito por:<br>Alexandra Lara Silvestre<br>Ana Rosa Goulart<br>Iuri Tranali<br>João Vitor Simão<br>Leonardo Sasse<br>Vanessa Veiga Dwornik <br><br>De fato, vimos que as modificações ambientais afetam a distribuição das doenças infecciosas pois estudos apontam mais de 65 doenças sensíveis ao clima (DSC) que possuem muitas variáveis, por exemplo, o local que no caso da malária e da dengue ocorre em países tropicais igual ao Brasil. A dengue é a principal doença reemergente nos países tropicais e subtropicais. Próximo à rodovia Belém-Brasília houve casos da febre do Oropouche por causa da região que fora desmatada e um plantio de cacau, nisso os mosquitos começaram a se reproduzir nas cascas da fruta e houve um surto na região.<br><br></div><div>Em relação com o aquecimento global, o aumento de doenças seria por causa das intensificações das chuvas nos estados do Sul do país, que ano após ano tem se tornado cada vez mais violentas e isso acaba contribuindo para doenças relacionadas a enchentes e alagamentos, como a Leptospirose.<br><br></div><div> Todavia, há outros fatores que influenciam a distribuição  dessas doenças, como os ambientais (vegetação, clima, hidrologia), sociodemográficos ( migrações e densidade populacional),  biológicos ( clico vital dos insetos vetores de agentes infecciosos) e médico-sociais (estado imunológico da população) e a história da doença no lugar, com os dois últimos esquecidos por conta das mudanças climáticas e doenças vetorias.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-01 20:48:43 UTC</pubDate>
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         <title>Como as mudanças do clima favorecem a distribuição das doenças emergentes e reemergentes?</title>
         <author>analuegydio</author>
         <link>https://padlet.com/analuegydio/rqnnv7cg3o9kmaaq/wish/796359963</link>
         <description><![CDATA[<div>Podcast feito por:<br>Lourdes Helena Rabelo Dias<br>Gabriela Bridi<br>Cecília Secchin<br>Maria Karolina Assis<br>Julio Kassio <br><br>O processo de mudanças climáticas, que vem se agravando nas últimas décadas, porta um grande desafio relacionado às causas e o papel das alterações ambientais sobre as condições de saúde da população, no que tange a incidência de doenças emergentes - problemática que cresceu nos últimos anos -, bem como, as doenças reemergentes - enfermidades já conhecidas que foram controladas há algum tempo, mas que estão aparecendo com maior frequência.  A ocorrência desses processos, principalmente aqueles devido ao aquecimento global possuem efeitos diretos sobre a morbidade e mortalidade, por meio da intensificação de desastres como enchentes, ondas de calor, secas e queimadas. O que consequentemente afeta a qualidade e o acesso a água, intensifica problemas respiratórios, aumenta a disseminação de patologias e ainda acarreta situações de desnutrição.</div><div>Em primeiro lugar, é importante salientar que o clima da Terra esteve, desde sempre, sujeito a mudanças. Dessa forma, as flutuações climáticas sazonais produzem um efeito na dinâmica das doenças vetoriais, como por exemplo, a maior incidência da dengue no verão e da malária na Amazônia durante o período de estiagem. Nos períodos chuvosos, há uma maior sensibilização da dinâmica das doenças de veiculação hídrica, como a leptospirose, as hepatites virais e as doenças diarreicas. Nesse caso, a principal estratégia de controle é o saneamento básico, porém segundo a OMS, a ausência e ineficiência do mesmo é responsável por cerca de 15 mil óbitos por ano no País.</div><div>Diversas doenças estão fortemente relacionadas à dinâmica ambiental dos ecossistemas onde estes vivem. A dengue é considerada a principal doença reemergente nos países tropicais e subtropicais. A malária continua sendo um dos principais problemas de saúde pública da África e dos países amazônicos da América do Sul. As leishmanioses, tegumentar e visceral, têm ampliado sua incidência e distribuição geográfica. Outras doenças, como a febre amarela, a filariose, e outras transmitidas por carrapato e inúmeras arboviroses, têm ganhado relevância no cenário brasileiro e em diferentes países de todos os continentes. O aquecimento global e a invasão do habitat natural de vetores naturais têm gerado ainda uma preocupação sobre a possível expansão da área atual de incidência de algumas doenças transmitidas por insetos.</div><div>Concomitante, em áreas urbanas, os efeitos de inversões térmicas potencializados pela exposição a poluentes atmosféricos de fontes fixas e móveis associados a altas temperaturas, umidade e precipitação acarretam doenças de coração, stress oxidativo, infecções respiratórias e alérgicas ou alterações hemodinâmicas, principalmente nos grupos mais suscetíveis, que incluem as crianças menores de 5 anos e indivíduos maiores de 65 anos de idade. Segundo a OMS, 50% das doenças respiratórias crônicas e 60% das doenças respiratórias agudas estão associadas à exposição a poluentes atmosféricos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-01 20:50:15 UTC</pubDate>
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         <title>Quais as medidas de adaptação no setor de saúde no contexto das mudanças do clima?</title>
         <author>analuegydio</author>
         <link>https://padlet.com/analuegydio/rqnnv7cg3o9kmaaq/wish/811983490</link>
         <description><![CDATA[<div>Podcast feito por:<br>Ana Clara Rodrigues do Canto</div><div>Gabriel Mendes de Carvalho</div><div>Luiz Augusto Fernandes da Silva</div><div>Raissa Vitória Pires Morais</div><div>Roberto Misahel do Amaral</div><div>Victor Teli Satel de Araújo<br><br>Nota-se que, ao longo das décadas, a mudança climática na Terra tem se manifestado de forma cada vez mais intensa e danosa à população mundial. Desse modo, o aquecimento global é evidenciado, sobretudo, por diversas pesquisas científicas que comprovam, principalmente, a partir de 1980, o aumento da temperatura atmosférica, que, desde então, passou a se elevar de forma exponencial em comparação às últimas décadas. Tal transformação drástica acarreta diversas e acentuadas alterações no clima da Terra, o que é perfeitamente notório em algumas decorrências, como a alteração do ciclo hidrológico, fator exemplificado genuinamente pela elevação dos períodos de seca e pelo agravo de temporais tropicais, que ultimamente contam com um maior volume de água. É mister ponderar que a situação supracitada afeta de forma direta a qualidade de vida da população. Por isso, a fim de minimizar esses efeitos nefastos à saúde humana, urge elaborar medidas de adaptação no setor de saúde.</div><div><br>Outrossim, diante desses fatores de alterações no clima, faz-se necessário elaborar e, posteriormente, implementar medidas que, no contexto dos impactos ocasionados pela referida variação climática, objetivem uma preparação eficaz do setor de saúde, haja vista a gradual e inevitável recepção de um maior número de pacientes afetados por eventos meteorológicos atípicos, tangentes a tais modificações climáticas, como secas, enchentes, tempestades mais frequentes e violentas. Dessa forma, sobretudo nas regiões Sudeste e Sul, evidencia-se um número expressivo de inundações cada vez mais frequentes; cenário esse provocado por alterações nas correntes marítimas e na dinâmica das massas de ar, processos que apresentam seus agravamentos originados não só pelo aquecimento global, mas também pela diminuição do escoamento superficial nas zonas urbanas, que encontram-se extremamente impermeabilizadas. É primordial, assim, que a área da saúde, mormente a Tropical, apresente maior prudência com doenças interligadas às mudanças meteorológicas e climáticas, visto que essas podem facilitar a propagação de patologias transmitidas por vetores, por alimentos e pela água; situação perceptível também em doenças relacionadas a um maior índice pluviométrico, como as transmissíveis em inundações, exemplificadas pela leptospirose e pela dengue. Por conseguinte, é de extrema relevância que o Estado destine mais recursos para o setor da saúde, visando aprimorar a infraestrutura da saúde pública e os seus serviços de atendimento, de forma a assistir esses pacientes. Ademais, é de grande relevância a difusão de medidas de profilaxia e de combate a mosquitos vetores de doenças.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Por fim, é válido considerar que, no sertão nordestino, principalmente na região do polígono das secas, a mudança climática torna os eventos da seca cada vez mais frequentes e intensos, por consequência, os casos de desidratação e desnutrição são intensificados nessas localidades. Assim, a adaptação da saúde é essencial para lidar com esses distúrbios intensificados pela desregulação do clima, desse modo, é relevante um maior investimento relacionado aos profissionais de saúde da família que, em parceria com os órgãos de infraestrutura, como a SUDENE, deve identificar os grupos familiares e as regiões que encontram-se em um contexto de maior vulnerabilidade, realizando a distribuição de caminhões-pipa e auxílios sociais, principalmente, em momentos de estiagem mais aguda. É preciso, portanto, entender o contexto das mudanças do clima e as necessidades concernentes a cada região para propor medidas de adaptação eficientes no setor de saúde.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 22:04:44 UTC</pubDate>
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         <title>Como a poluição veicular afeta a saúde nos grandes centros urbanos? </title>
         <author>isabelamarquetti33</author>
         <link>https://padlet.com/analuegydio/rqnnv7cg3o9kmaaq/wish/816590032</link>
         <description><![CDATA[<div>Podcast feito por:<br>Ana Júlia Oliveira Freitas<br>Marcela Vaz<br>Isabela Pires Marquetti<br>Maria Fernanda Siqueira<br>Joselita Brito<br><br></div><div>Em primeiro plano, é notório que os poluentes atmosféricos são um grave problema para a saúde dos seres humanos, uma vez que estes se dispersam com o material particulado para a troposfera. Destarte, vale ressaltar alguns, como os aldeídos (RCHO), dado que são compostos químicos resultantes da oxidação parcial de álcoois, logo são oriundos da emissão da queima de combustíveis de veículos automotores, o dióxido de enxofre (SO2), visto que é um gás tóxico proveniente, também, de atividades humanas (queima de combustíveis fósseis que contenham enxofre) e, ainda, o dióxido de nitrogênio (NO2), em virtude de possuir ação altamente oxidante e auxiliar na formação de ozônio troposférico. É produzido em maior escala pela ação antropogênica, logo possui maior impacto nos centros urbanos.  <br><br></div><div> Outrossim, os problemas ambientais têm impactado a saúde humana de maneira significativa desde os primórdios da civilização, uma vez que diversas doenças emergiram e deterioraram grande parcela populacional. Deste modo, destacam-se várias teorias relacionadas ao aparecimento de doenças, como a Teoria da Nidalidade de Pavlovsky, dado que afirma os patógenos surgem de ambientes naturais, entretanto, o ser humano ao se inserir neste torna-se o principal portador de novas patologias. Portanto, a questão social é classificada como considerável determinante para a disseminação de novas doenças emergentes e reemergentes, uma vez que as alterações ambientais ocasionadas pela mobilização social degradam este, assim, contribuindo para o surgimento de novas doenças. <br><br></div><div> Portanto, conclui-se que o surgimento de doenças emergentes e reemergentes não é algo novo, visto que a febre amarela, cólera, dengue, entre outras estão presentes na sociedade há um bom tempo. Entretanto, observa-se que os meios de transporte contribuem gradativamente para a disseminação destes patógenos. Em suma, vale ressaltar que não somente as doenças emergentes são prejudiciais à saúde humana, uma vez que a poluição veicular dos grandes centros urbanos se difunde juntamente com o material particulado adentra os alvéolos e ocasiona a desestruturação das mucosas e, consequentemente, os tecidos não recebem oxigênio suficiente até regredir a um dano cardiovascular. Além disso, a emissão desses poluentes podem causar irritabilidade nos olhos e das vias respiratórias, que ao chegar nos alvéolos podem ocasionar crises asmáticas e, ainda, alteração genética, pois são classificados como compostos carcinogênicos. Diante do exposto, é primordial que a sociedade incentive o uso de catalisadores automotivos, filtros nas fábricas, tratamento de resíduos, entre outros, para que a qualidade de vida da comunidade melhore de forma significativa. <br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-09 13:14:37 UTC</pubDate>
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         <title>Quais as principais doenças emergentes e reemergentes no Brasil no contexto das mudanças do clima?</title>
         <author>joaovilera79</author>
         <link>https://padlet.com/analuegydio/rqnnv7cg3o9kmaaq/wish/816593470</link>
         <description><![CDATA[<div>Podcast feito por:<br>Gabrielly Braga Inácio<br>Heloisa Moreira de Arruda<br>João Fellipe Vilerá<br>Juliana Luz lima<br>Lucas Bernardo<br><br>A doenças emergentes são as que surgem pela primeira vez, podendo ser associadas com o avanço do estilo de vida consumista e exploratório atual desenfreado e as reemergentes são aquelas cuja há uma reincidência em humanos. Ambas vem aumentando nas últimas duas décadas ou ameaça aumentar num futuro próximo graças ao avanço desenfreado da urbanização.<br> <br>As principais doenças emergentes e reemergentes no Brasil são as transmitidas por vetores como a dengue, malária e outras como leishmaniose, febre amarela, filariose também tem aumentado sua incidência em distintas regiões, além dessas, outras com alta incidência no Brasil são as doenças de veiculação hídrica como a leptospirose, hepatites virais, doenças diarreicas. Por fim, as doenças relacionadas a poluição como as do trato respiratório e cardíacas. No Brasil não há apenas as doenças emergentes e reemergentes, mas também as "permanecentes” que são doenças que há muito tempo se demonstram frequentes em nosso território<br><br></div><div>Essas enfermidades tem muita relação com as grandes mudanças climáticas que vêm ocorrendo em escala mundial, como o aquecimento global, as secas, inundações, desmatamento crescente e a industrialização contribuem para a emergência e disseminação de doenças pois aos poucos os agentes transmissores vão cada vez mais perdendo seu habitat natural e migrando para os grandes centros e causando problemas por não possuírem predadores naturais como é o caso do mosquito transmissor da dengue , febre amarela, zika vírus <em>aedes aegypt</em> que não possui predadores naturais por estar infelizmente cada vez mais ligado ao meio urbano.<br><br></div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-09 13:15:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Considerando a vulnerabilidade individual e coletiva às mudanças do clima, quais os grupos populacionais mais afetados e quais as regiões brasileiras mais vulneráveis?</title>
         <author>brunaqbmedeiros</author>
         <link>https://padlet.com/analuegydio/rqnnv7cg3o9kmaaq/wish/816595830</link>
         <description><![CDATA[<div>Podcast feito por:<br>Ana Ritta<br>Bruna Queiroz Bazaga Medeiros<br>Isabella Moura<br>Laura Olipe<br>Sarah Elisa<br>Juliano<br><br>É importante salientar que as mudanças climáticas afetam os mais diversos grupos populacionais e as mais diversas regiões brasileiras de maneira específica. Nesse sentido, cabe destacar a população indígena, que tem seu estilo de vida dependente diretamente dos recursos naturais das áreas onde vivem, o que faz com que sofram severamente com os impactos das mudanças climáticas, sendo um grupo de alta vulnerabilidade a elas. Inclusive, os povos indígenas do Brasil já participam ativamente das discussões sobre mudança do clima nos âmbitos nacional e internacional. Inclusive, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil – organização que representa os interesses dos povos indígenas em escala nacional – criou o<strong> </strong>Comitê Indígena de Mudanças Climáticas – CIMC,<strong> </strong>importante para inclusão social e capacitação de sua autonomia nesse aspecto.<br><br></div><div>Ao que tange às regiões, observa-se que na região Norte há o aumento no número de dias secos e quentes, o que faz com que a população com doenças cardiovasculares e pulmonares sofram mais. Além, ainda, das enchentes, que afetam a população ribeirinha. Na região Nordeste, por sua vez, há aumento da temperatura e da escassez de água, o que afeta os grupos populacionais que dependem da agricultura, além de também afetar os indivíduos que sofrem com doenças cardiovasculares. Na região Sudeste, tem-se aumentos de temperatura e incertezas sobre mudanças pluviométricas, podendo tanto ter escassez de água, quanto enchentes e deslizamentos, que afetam as pessoas que vivem nas encostas, ou seja, aqueles que têm renda mais baixa. Já no Centro-Oeste, há aumentos nos extremos de chuva e de ondas de calor, além das queimadas, que afetam os indivíduos que sofrem de doenças respiratórias, além de afetar a agricultura de forma significativa. E na região Sul, por sua vez, há a intensidade de extremos de chuva, enchentes e ondas de calor, repercutindo sobre agricultura e saúde da população. <br><br></div><div>Nesse contexto, tem-se um estudo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realizado em 2012 acerca dos desastres naturais ocorridos no Brasil entre 1991 a 2010 que demonstram que as regiões com maior concentração de desastres pelas mudanças ocorridas no clima estão no Norte, Nordeste, Sudeste (norte e faixa litorânea) e na região Sul. Nota-se, ainda que estas se localizam, majoritariamente, em locais de grande exposição climática, com destaque para Norte e Nordeste. Outro termo que se aplica aqui a essas situações é o fenômeno da dupla exposição que se expressa na coexistência entre grupos de populações de baixa renda e que sofrem com alta privação (vulnerabilidade social) e áreas de risco ou degradação ambiental (vulnerabilidade ambiental) segundo o Centro de Orientação e Encaminhamento Profissional (COEP) em 2011.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-09 13:16:25 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Refugiados do clima: quais os impactos sociais causados pelas mudanças climáticas?</title>
         <author>camilamandelo1</author>
         <link>https://padlet.com/analuegydio/rqnnv7cg3o9kmaaq/wish/816794604</link>
         <description><![CDATA[<div>Podcast feito por:<br>Camila Oliveira Araujo <br>Camila Mandelo de Oliveira<br>Elaise Cagnin<br>Enzo Gambini<br>Thaís Rezende<br><br>Os refugiados do clima são pessoas forçadas a emigrar de sua terra natal devido às mudanças no meio ambiente. Dentre as principais problemáticas ambientais que motivam essas migrações, estão: a desertificação, a subida do nível do mar, as secas, eventos sazonais que perduram mais que o normal e vários outros problemas causados pela poluição. Esses deslocamentos já chegam a uma média de 21,5 milhões de pessoas forçadas, a cada ano desde 2008, a deslocar-se por causa de intempéries, de acordo com a ACNUR - Agência da ONU para Refugiados. <br><br>Os impactos dessas mudanças climáticas são uma das maiores ameaças para a população no futuro<strong>. </strong>Já se pode afirmar que ondas de calor reduzirão a capacidade de trabalho e a produtividade de inúmeros trabalhadores. Há grandes evidências que aumentará o número de furacões, ciclones e tufões, o que deixará milhões de pessoas na mais absoluta pobreza após arrasar cidades. As grandes secas, que inclusive já podem ser observadas, reduzirão as colheitas, dificultando cada vez mais a complicada questão de alimentar a população. Segundo a ONU, acredita-se que chegará a 10 bilhões de pessoas em situação de fome até 2050. Visto isso, o Banco Mundial adverte: se não adotarmos medidas de caráter urgente, os impactos causados pelas mudanças climáticas poderão levar mais de 100 milhões de pessoas à pobreza até 2030.<br><br>Sendo assim, nos é imposto um grande desafio à frente. Já sabemos que os eventos climáticos extremos estão ficando cada vez mais frequentes, as temperaturas médias anuais do planeta estão subindo e o desmatamento continua aumentando. Mas ainda dá tempo de mudar essa realidade, a ciência nos mostra não apenas as causas, mas também as possíveis soluções para trabalharmos em ações com potencial de mitigar ou diminuir os impactos. Nesse sentido, é de grande importância a sensibilização da sociedade para as questões climáticas, que se dará fundamentalmente pelo sistema educacional informando e propondo ações e pesquisas em todos os níveis de ensino. Além do engajamento governamental, a adesão aos acordos climáticos, cobrados e fiscalizados pela sociedade. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-09 14:11:26 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>COMO A MODIFICAÇÃO DA DINÂMICA DA ATMOSFERA PODE INFLUENCIAR NA SAÚDE?</title>
         <author>isabellabarbosa19</author>
         <link>https://padlet.com/analuegydio/rqnnv7cg3o9kmaaq/wish/834291511</link>
         <description><![CDATA[<div>Podcast feito por:<br>Igor Mota Andrade<br>Isabella Barbosa Santos<br>Kauane Regina Jaques<br>Matheus Garofo Cristino<br>Stéfani Borges Alves de Paula<br><br>A atmosfera é uma camada de ar formada por uma mistura de gases que envolve a superfície terrestre e é um dos fatores essenciais para a difusão e manutenção da vida, pois consegue conciliar os dois principais elementos que explicam a existência das diversas formas de vida na Terra: a temperatura e a umidade. Entretanto, a dinâmica atmosférica vem sofrendo mudanças significativas nos últimos anos, as quais, por sua vez, têm afetado diretamente os seres vivos, principalmente no que tange à saúde.<br>   A princípio, é válido pontuar que a atmosfera apresenta uma intensa e variada dinâmica natural. Contudo, inúmeras ações antrópicas têm contribuído para a sua alteração e intensificação, modificando a frequência e a força de eventos climáticos e alterando a instabilidade de diversos ecossistemas. Ademais, diversos estudos da biometeorologia humana também indicam que a alteração na dinâmica atmosférica tem afetado fortemente a saúde humana, como ocorre com o aquecimento global, que influência diretamente na morbidade e na mortalidade, pois pode provocar desastres (enchentes, picos de temperaturas, secas e queimadas).<br>   Dessa forma, ressalta-se que as mudanças atmosféricas e climáticas impactam a saúde humana de duas formas. A primeira está relacionada com o impacto de forma direta, ou seja, diz respeito às ondas de calor e às mortes causadas pelos eventos meteorológicos intensos, como os furacões e os alagamentos. A segunda forma já está relacionada a um impacto indireto e é influenciado por alterações ambientais, que podem contribuir para a incidência de doenças infecciosas e de vetores, para a modificação de ciclos infecciosos e para a desidratação. Além disso, a forma como cada organismo responde as mudanças climáticas está diretamente ligada ás questões de vulnerabilidade individual, coletiva- questões como idade, perfil de saúde, resiliência fisiológica e questões sociais pois indiretamente afetando a saúde a atmosfera pode afetar na agricultura com queimadas e secas, e assim influencias a economia e a fome de algumas regiões <br>   O impacto também ao aquecimento global, algo que tem sido notado nos últimos tempos devido ao alto número de emissão de gases que afetam e aumentam o buraco da camada de ozônio, acomete direta e indiretamente à saúde do homem pois além do aquecimento em toda área do globo terrestre causar incomodo e ter as vezes efeito precordial em algumas patologias, ele afeta também como dito antes na economia.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-16 00:13:55 UTC</pubDate>
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         <title>Como a dinâmica climática afeta a incidência de doenças do sistema respiratório?</title>
         <author>analeticiasj01</author>
         <link>https://padlet.com/analuegydio/rqnnv7cg3o9kmaaq/wish/835254558</link>
         <description><![CDATA[<div>Podcast feito por:<br>Ana Flávia Balestero<br>Ana Letícia Jorge<br>Ana Paula Boaro<br>Giovanna Palis<br>Gustavo Oliveira<br><br>Como a dinâmica climática afeta a incidência de doenças do sistema respiratório? <br>A espécie humana está no topo da cadeia alimentar, é a inteligência e a capacidade de abstração. Sendo assim, está cada vez mais desagradável de manter-se saudável com as mudanças abruptas de temperatura. Visto que o clima influência na agricultura, acesso à água e na saúde dos seres vivos, e por consequência, agrava, de modo crítico, o sistema respiratório. <br>Dessa forma, a temperatura e índices de umidade em picos extremos pode afetar e limitar a capacidade dos indivíduos de responder a determinadas doenças respiratórias, visto que o cenário é propício à concentração de gases poluentes, principalmente em centros urbanos que ocorre o fenômeno “ilha de calor”. Dados recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS) admitem que as doenças respiratórias ocupam o terceiro lugar entre as maiores causas de morte no mundo.<br>No entanto, o sistema respiratório está em contato direto com o ar, embora disponha de um complexo mecanismo de defesa contra agentes nocivos externos. Sendo as doenças mais comuns relacionadas às mudanças repentinas de temperatura as gripes, resfriados e viroses. Infecções ou alergias respiratórias como sinusite, rinite e bronquite também são agravadas, sobretudo quando a umidade do ar fica muito baixa. Portanto recomenda-se um planejamento urbano, visando a qualidade de vida e conforto térmico para a população, como também ingerir bastante líquido, utilizar umidificadores, e ter uma alimentação saudável.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-16 11:57:08 UTC</pubDate>
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         <title>COMO A ARBORIZAÇÃO PODE ESTAR RELACIONADA A INCIDÊNCIA DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES E CEREBROVASCULARES?</title>
         <author>analuegydio</author>
         <link>https://padlet.com/analuegydio/rqnnv7cg3o9kmaaq/wish/836395347</link>
         <description><![CDATA[<div>Podcast feito por:<br>Ana Beatriz Neves de Lima<br>Elisa Mendes Chaguri<br>João Pedro Cuelhar Rodrigues<br>Mateus Martins Moraes<br>Tainá Crespo Mendonça de Oliveira<br><br>Doenças cardiovasculares estão entre os principais problemas mundiais de saúde. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, das mortes ocorridas no mundo em 2012, mais de 31% foram atribuídas a essa causa, sendo 13% causadas pelas doenças isquêmicas do coração e 6,7 milhões 12%, pelas doenças cerebrovasculares.<br><br>Os estudos sobre as doenças cardiovasculares, têm focado nos risco comportamentais e biológicos. Há um crescente interesse na influência de determinantes referentes ao local de moradia. Dentre os fatores contextuais ou ambientais que influenciam a saúde, a exposição aos espaços verdes vem sendo pesquisada.<br><br>Diversos estudos têm observado benefícios da exposição aos espaços verdes para a redução da morbimortalidade geral, inclusive por doenças cardiovasculares. Saber mais sobre as influências de fatores ambientais na saúde da população é importante para orientar medidas de promoção da saúde no ambiente urbano. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-16 17:24:52 UTC</pubDate>
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