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      <title>Entre Mapas e Memória: Patrimônios Materiais e Imateriais de Feira de Santana - BA. by História 2020.2</title>
      <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc</link>
      <description>Mapa Interativo criado como avaliação do componente-curricular EDU 397 - Oficina de Ensino e Pesquisa em Educação Patrimonial do curso de Licenciatura em História da UEFS - Universidade Estadual de Feira de Santana.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-10 01:04:52 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-05-28 17:23:19 UTC</lastBuildDate>
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         <title> MERCADO DE ARTE POPULAR</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361227069</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br></p><p>O prédio foi concluído pelo então intendente Bernardino da Silva Bahia entre 1914 e 1915 ( Em 1914 os açougueiros estavam insatisfeitos com a demora do intendente em inaugurar o prédio e por isso Bernardino Bahia resolveu inaugurar a parte que já estava pronta. A segunda parte foi inaugurado em 1915 e foi utilizada pelos vendedores de cereais). Com a mudança da feira livre para o Centro de Abastecimento em 1977, o prédio ficou desativado. No início da década de 1980 foram realizadas reformas e passou a abrigar o MAP - Mercado de Arte Popular que tinha o objetivo de comercializar a produção artesanal da região.</p><p><br></p><p>Fonte: DÓREA, Juraci. Feira de Santana: memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 16:56:37 UTC</pubDate>
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         <title> CASARÃO OLHOS D&#39;ÁGUA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361228165</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br></p><p>O Casarão dos Olhos D´água fica na Rua Araujo Pinho, bairro Olhos D´água. Reformado em 2019, o prédio, em estilo colonial, é considerado a habitação que deu origem a Feira de Santana. Foi construído no início do século XVIII pelos pioneiros Domingos Barbosa de Araujo e sua esposa Ana Brandão, para servir de pouso aos tropeiros que passavam pela região. A reforma, contudo, não conseguiu recuperar por completo suas características originais. Mantido pela Prefeitura, foi transformado em Casa da Cultura. Atualmente abriga o Memorial de Maria Quitéria e as sedes do Instituto Histórico e Geográfico de Feira de Santana, da Academia Feirense de Letras, Academia de Educação, Academia Regional de Letras Jurídicas e Academia de Ciência e Artes de Feira de Santana.</p><p><br></p><p>Fonte (Imagem e Texto): FEIRA DE SANTANA. Casarão Olhos d'Água. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://conhecafeira.com.br/casarao-olhos-dagua/>acesso">https://conhecafeira.com.br/casarao-olhos-dagua/&gt;acesso</a> em 05 de abril de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 16:57:29 UTC</pubDate>
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         <title>CASARÃO FRÓES DA MOTTA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361228512</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado</p><p><br/></p><p>O casarão foi construído por Agostinho Fróes da Motta que ao visitar Hamburgo na Alemanha em 1902 se impressiona com a arquitetura de uma casa e decide construir a sua em formato semelhante em Feira de Santana. Após a sua morte em março de 1922 a casa passou a ser propriedade de seu filho, Eduardo Fróes da Motta que realizou algumas reformas em 1923. Após a morte de Eduardo Fróes da Motta o prédio ficou fechado e começou a se deteriorar. Em 1999 o imóvel foi adquirido pela Fundação Senhor dos Passos por iniciativa de Carlos Brito e foi restaurado. Atualmente o prédio integra a lista de bens tomados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultura da Bahia, conforme o Decreto nº 9.985 de 19 de abril de 2006.</p><p><br/></p><p>Fonte: DÓREA, Juraci. <strong>Feira de Santana:</strong> memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 16:57:43 UTC</pubDate>
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         <title>PRÉDIO DA IGREJA DOS REMÉDIOS</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361229938</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br/></p><p>Trata-se de um dos mais antigos templos de Feira de Santana. Sua construção iniciou-se no século XVII visto a realização do sacramento do matrimônio nos anos de 1707 - 1711 na capela com invocação de Nossa Senhora dos Remédios. A edificação passou por diversas reformas ao longo dos anos. Entre 1895 e 1900 o imóvel chegou a ser desativado devido  ao estado de precariedade. Em 1930 o imóvel já necessitava de outras reformas e somente veio reabrir as portas em 1936. Entre 1997 e 1998 ocorreu uma reforma por iniciativa da Fundação Senhor dos Passos. O templo foi tombado pelo IPAC em 2006 através do decreto nº 9.986 de 19 de abril de 2006.</p><p><br/></p><p>Fonte da Imagem: FEIRA DE SANTANA. Memorial da Feira. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=7">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=7</a>&gt; Acesso em 07 de abril de 2025.</p><p><br/></p><p>Fonte: DÓREA, Juraci. Feira de Santana: memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 16:58:34 UTC</pubDate>
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         <title> CÂMARA MUNICIPAL DE FEIRA DE SANTANA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361230371</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br/></p><p>O prédio inaugurado em 1929 foi anteriormente uma cadeia pública. Em 1980 aconteceu a primeira reforma no imóvel,  após a construção do Presídio Regional  e a  desativação da antiga cadeia pública. As obras iniciaram em 1982 durante o mandado do então prefeito Colbert Martins da Silva (1928-1994). Em 2002 ocorreram outras reformas que alteraram a planta do imóvel.</p><p><br/></p><p>Fonte: DÓREA, Juraci. <strong>Feira de Santana:</strong> memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 16:58:50 UTC</pubDate>
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         <title> PAÇO MUNICIPAL</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361230691</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br></p><p>A construção do Paço Municipal iniciou-se em 1921 durante a gestão do intendente Bernardino Bahia e foi concluída em 1926 pelo novo intendente Arnold Ferreira da Silva. Ao longo dos anos o prédio passou por algumas reformas como adaptações e pintura. Entre 2006 e 2007 uma reforma foi realizada durante a gestão do então prefeito José Ronaldo de Carvalho visando a recuperação das características originais do prédio. Atualmente o imóvel é tombado pelo IPAC através do decreto nº 9.210 de 5 de novembro de 2004.</p><p><br></p><p>Fonte da Imagem: FEIRA DE SANTANA. Sancionado orçamento 2023 da Prefeitura de Feira de Santana. Prefeitura de Feira, 2023. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?s=a&amp;titulo=Sancionado%20or%E7amento%202023%20da%20Prefeitura%20de%20Feira%20de%20Santana&amp;id=1&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=32365">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?s=a&amp;titulo=Sancionado%20or%E7amento%202023%20da%20Prefeitura%20de%20Feira%20de%20Santana&amp;id=1&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=32365</a>&gt; acesso em 05 de abril de 2025</p><p><br></p><p>Fonte: DÓREA, Juraci. <strong>Feira de Santana:</strong> memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 16:59:04 UTC</pubDate>
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         <title>CAIXA DE ÁGUA DO TOMBA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361231321</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br/></p><p>A Caixa d' Água do Tomba foi construída na década de 1980 pelo então governador do Estado e feirense João Durval Carneiro e foi um importante equipamento do Sistema de Abastecimento d'Água do Paraguaçu.  O monumento, possui cerca de 30 metros de altura, sendo 20 metros da altura das colunas e 10 metros do reservatório (caixa d'água). Desativada há algum tempo atualmente serve como uma espécie de cartão postal de Feira de Santana.</p><p><br/></p><p>Fonte da Imagem:<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://br.pinterest.com/pin/748160556831827207/"><strong> Pinterest</strong></a></p><p><br/></p><p>Fonte: </p><p><br/></p><p>TRINDADE, Andrea. Conheça a história da caixa d'água do Tomba, o reservatório que virou cartão postal de Feira de Santana. Acorda Cidade, 2021. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.acordacidade.com.br/feira-de-santana/conheca-a-historia-da-caixa-dagua-do-tomba-o-reservatorio-que-virou-cartao-postal-de-feira-de-santana-2/">https://www.acordacidade.com.br/feira-de-santana/conheca-a-historia-da-caixa-dagua-do-tomba-o-reservatorio-que-virou-cartao-postal-de-feira-de-santana-2/</a>&gt; Acesso em 05 de abril de 2025.</p><p><br/></p><p>PORTO, Zadir Marques. Caixa d'Água do Tomba - Cartão Postal da Cidade Princesa. Prefitura Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?s=a&amp;titulo=CAIXA-D%C2%92%C3%81GUA-DO-TOMBA-%C2%96-CART%C3%83O-POSTAL-DA-CIDADE-PRINCESA.html&amp;id=1&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=39164#noticias">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?s=a&amp;titulo=CAIXA-D%C2%92%C3%81GUA-DO-TOMBA-%C2%96-CART%C3%83O-POSTAL-DA-CIDADE-PRINCESA.html&amp;id=1&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=39164#noticias</a>&gt; Acesso em 05 de abril de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 16:59:34 UTC</pubDate>
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         <title>CUCA - CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CULTURA E ARTE</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361233352</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br></p><p>A construção do prédio iniciou-se em 1912 após a autorização do então governador José Joaquim Seabra. Em 12 de março de 1916 o prédio foi inaugurado passando a funcionar uma escola de ensino fundamental. Em 1927, o Grupo Escolar Dr. J. J. Seabra, como se tornou conhecido, sediou a Escola Normal de Feira de Santana. Durante a 2º Guerra Mundial o edifício serviu como um quartel para o 18º Batalhão de Infantaria da 6º Região Militar. Quando a Escola Normal mudou-se para a avenida Sampaio, em 1956, o prédio ficou desocupado. Em seguida em 1968 passou a abrigar a Faculdade de Educação e a partir de 1970 o Seminário de Música. Em 1995 foi recuperado para receber o acervo de artes visuais do Museu Regional de Feira de Santana que havia sido incorporado à UEFS. Para explicitar melhor sua nova identidade, o museu passou a se chamar Museu Regional de Arte. Atualmente, integra o Centro Universitário de Cultura e Arte (CUCA). Em 2011 o imóvel foi fechado para visitação retornando a abrir as portas em 2015 devido a uma reforma.</p><p><br></p><p>Fonte: DÓREA, Juraci. Feira de Santana: memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p><p><br></p><p>Fonte: DÓREA, Juraci. Feira de Santana: memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 17:01:02 UTC</pubDate>
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         <title> CASA DE SAÚDE SANTANA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361235976</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br></p><p>O imóvel pertenceu ao Dr. Renato Santos Silva  que ali residiu durante vários anos. Na década de 1960 foi adquirido por um grupo de médicos que transformaram o imóvel em uma unidade hospitalar: a Casa de Saúde Santana, inaugurado em 1968 com apenas oito leitos na época.</p><p><br></p><p>Fonte: DÓREA, Juraci. Feira de Santana: memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 17:02:52 UTC</pubDate>
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         <title>ESCOLA MARIA QUITÉRIA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361238420</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado parcialmente.</p><p><br/></p><p>O prédio foi construído pelo intendente Agostinho Fróes da Motta e inaugurado em 1 de janeiro de 1918. O imóvel foi reformado e descaracterizado, perdendo parte da proporção da fachada principal. </p><p><br/></p><p>Fonte: DÓREA, Juraci. Feira de Santana: memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 17:04:02 UTC</pubDate>
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         <title> ARQUIVO PÚBLICO MUNICIPAL</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361244631</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado</p><p><br></p><p>O imóvel foi edificado em 1917 pelo intendente Agostinho Fróes da Motta, foi o primeiro prédio escolar construído pelo município.  Sediou durante longos anos a Escola João Florêncio. Na década de 1990 passou a abrigar o Arquivo Público Municipal. Anos depois precisou de uma reforma devido a problemas na cobertura. Em 2002 foi recuperado e ganhou o aspecto atual, inclusive o anexo e a nova pintura.</p><p><br></p><p>Fonte: DÓREA, Juraci. Feira de Santana: memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 17:08:08 UTC</pubDate>
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         <title> CATEDRAL METROPOLITANA DE SANT&#39;ANA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361248365</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br></p><p>A história da catedral possui sua origem ao casal Domingos Barbosa de Araújo e Ana Brandão que em 1732 doou terras de sua fazenda para a construção de uma capela em louvor a Santana e São Domingos. O imóvel passou por uma série de reformas.</p><p><br></p><p>Fonte: DÓREA, Juraci. Feira de Santana: memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 17:10:34 UTC</pubDate>
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         <title> USINA DE ALGODÃO</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361252859</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br></p><p>O prédio foi construído em 1938 pelo então governador Landulfo Alves e foi usado como dependência da Usina de Algodão.Sendo o Governador, além de alto oficial do Exército Brasileiro, notável engenheiro agrônomo de profundos conhecimentos, ao visitar Feira de Santana, descobriu o seu potencial para a lavoura seca e financiou um plantio de trezentas tarefas de algodão em São José das Itapororocas, mostrando aos feirenses a vocação do solo.</p><p>Iniciada a lavoura, ele fez construir a Usina de Algodão. Foi o seu grande diretor o também agrônomo Dr. Asclepíades Negrito de Barros.</p><p>Outros distritos aderiram ao plantio de algodão e tivemos um período de muito progresso agrícola.</p><p>Talvez pelo seu amor à profissão de agrônomo, procurou diversificar a lavoura comprando da Família Papagaio aquele sítio, que hoje tomou o nome de distrito do Papagaio, e ali fez desenvolver grande plantio de coco.</p><p>Continuando o seu objetivo, criou o Instituto do Fumo da Bahia, onde hoje está uma parte do DERBA.</p><p>E finalmente comprou do Dr. Arthur Froes da Motta (pai do nosso amigo José Motta) a Fazenda Mocó, com o objetivo de melhorar as raças bovinas, o que ainda continua, para beneficio dos pequenos criadores.</p><p>Com a chegada do Instituto do Fumo, Feira e região tiveram um grande desenvolvimento no plantio,  no beneficiamento e na exportação do produto, tendo chegado a possuir oito grandes armazéns de escolha e seleção do fumo.</p><p>Eram os maiores exportadores e donos de armazéns os srs. Chico Maia, na Praça da Piedade, Bartolomeu Santos na Rua Mal. Deodoro, Agostinho Fróes da Motta e João Mamona na Rua de Aurora, Alexandre Falcão Farias e Stefânio Souza na Praça da República, (também conhecida como o Fiado), Zelito e Raimundo Maia no Tanque da Nação, e Adalberto Pereira na Praça Fróes da Motta.  O prédio passou por reformas atualmente  funcionando agora uma escola do Estado.</p><p><br></p><p>Fonte:</p><p>FEIRA DE SANTANA. Usina de Algodão. Prefeitura Feira, 2017. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?titulo=USINA%20DE%20ALGOD%C3O&amp;id=38&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=17412">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?titulo=USINA%20DE%20ALGOD%C3O&amp;id=38&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=17412</a>&gt; acesso em 07 de abril de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 17:13:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>CORETO DA PRAÇA BERNADINO BAHIA </title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361255671</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br/></p><p>O coreto foi inaugurado em 1915 na gestão do então intendente Bernardinho Bahia e passou por diversas reformas. Este foi o primeiro coreto edificado em Feira de Santana. Atualmente o coreto é tombado pelo IPAC através do decreto nº 8.357 de 5 de novembro de 2002. </p><p><br/></p><p>Fonte: DÓREA, Juraci. Feira de Santana: memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 17:15:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>CORETO DA PRAÇA FRÓES DA MOTTA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361258193</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br/></p><p>A construção do coreto iniciou-se em fevereiro de 1918 e a inauguração em 1919 pelo então intendente Agostinho Fróes da Motta.  Os coretos em sua maioria eram utilizados como palcos para os políticos e as filarmônicas locais. O Coreto é tombado pelo IPAC por meio do decreto nº 8.357 de 5 de novembro de 2002.</p><p><br/></p><p>Fonte: DÓREA, Juraci. <strong>Feira de Santana:</strong> memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 17:16:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>CORETO DA PRAÇA DA MATRIZ</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361258749</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br/></p><p>O coreto foi construído em 1916 e tombado em 2002 pelo IPAC através do decreto nº 8.357 de 5 de novembro de 2002. Ao contrário de outros coretos este não possui a parte inferior utilizada e sempre muda a sua pintura sem que se busque resgatar a cor original. Infelizmente são poucas as informações acerca deste coreto.</p><p><br/></p><p>Fonte: DÓREA, Juraci. <strong>Feira de Santana:</strong> memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1628556045/594e1249713387cd8ba484bb343b929a/Coreto_da_Pra_a_da_Matriz___2.jpg" />
         <pubDate>2025-03-11 17:17:20 UTC</pubDate>
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         <title>MONUMENTO O DIVINO E O SERTÃO</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361261267</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br></p><p>Elementos da cultura sertaneja mesclados a símbolos da religião cristã compõem o belo mural intitulado O Divino e o Sertão. Compondo a fachada do Centro Paroquial Senhora Santana, no centro da cidade, o mural é feito com a técnica de mosaico e possui 5,50 metros de altura por 12,70 de largura. É mais uma obra do artista plástico Juraci Dórea que reafirma a condição sertaneja de Feira de Santana. O prédio onde ele está instalado foi projetado pelo arquiteto feirense Luiz Humberto Carvalho.</p><p><br></p><p>Fonte (Texto e Imagem): FEIRA DE SANTANA. O Divino e o Sertão. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://conhecafeira.com.br/o-divino-e-o-serta%cc%83o/>acesso">https://conhecafeira.com.br/o-divino-e-o-serta%cc%83o/&gt;acesso</a> em 05 de abril de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 17:19:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>PAINÉIS DO PROJETO NORDESTE</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361262115</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br/></p><p>ão doze gigantescos painéis em azulejo que compõem dois murais nas paredes laterais do prédio da Reitoria da Universidade Estadual de Feira de Santana. Seis de cada lado, de autoria dos artistas plásticos Antonio Brasileiro, Bel Borba, Juraci Dórea, Murilo, Washington Falcão, Juarez Paraíso, Chico Liberato, Eckenberger, Sônia Rangel, Cesar Romero, J. Cunha e Márcia Magno. Os painéis, confeccionados no Atelier Cerâmico Udo Knoff, em Salvador, representam elementos estilizados da cultura nordestina, e fazem parte do Projeto Nordeste, realizado por este grupo de artistas na década de 1980, com incursões por vários estados nordestinos, para divulgar, fortalecer e criar intercâmbios entre os artistas plásticos da região.</p><p><br/></p><p>Fonte (Texto e Imagem): FEIRA DE SANTANA. Painéis do projeto nordeste. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://conhecafeira.com.br/paineis-do-projeto-nordeste/>acesso">https://conhecafeira.com.br/paineis-do-projeto-nordeste/&gt;acesso</a> em 05 de abril de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 17:19:47 UTC</pubDate>
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         <title>CASARÃO DA PRAÇA JOÃO PEDREIRA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361274411</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado</p><p><br></p><p>O prédio foi construído pelo coronel João Pedreira de Cerqueira em 1878. Em 1888 o Conselho Municipal adquiriu o prédio onde, até 1890 funcionou a sede da Câmara Municipal. Depois o casarão também abrigou a Intendência Municipal e o Fórum. Nas últimas décadas do século XX, ele pertencia à família Fróes da Motta. Em seguida já dividido em lotes foi vendido a terceiros. Atualmente existem vários estabelecimentos tanto na parte inferior quanto no segundo piso do imóvel. Em 12 de maio de 2003 o imóvel foi atingido por um incêndio que deixou parte da estrutura comprometida. Na época discutiu-se a possibilidade do imóvel ser demolido, mas devido a pressão da opinião público os proprietários decidiram recuperar o prédio. Como o imóvel não fazia parte do IPAC pensou-se mais em realizar uma reforma do que uma restauração e por isso o interior do edifico foi modificado. A reforma desfigurou a última edificação de traços neoclássicos que restava em Feira de Santana.</p><p><br></p><p>Fonte da Imagem: FEIRA DE SANTANA. Memorial da Feira. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=7">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=7</a>&gt; acesso em 07 de abril de 2025</p><p><br></p><p>Fonte: DÓREA, Juraci. Feira de Santana: memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 17:28:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> ANTIGO COLÉGIO INTELECTO</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361280083</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolido em 2025.</p><p>Motivo: Omissão das autoridades responsáveis pela preservação do patrimônio do Município.</p><p><br></p><p>O prédio integrava um conjunto de residências que até pouco tempo definia a visualidade daquela parte da avenida. Durante a década de 1990  funcionou a Cooperescola e depois o Colégio Intelecto. O prédio foi demolido em 2025.</p><p><br></p><p>Fonte: </p><p><br></p><p>ACORDA CIDADE. Mais um prédio histórico é demolido na avenida Senhor dos Pasos, em Feira de Santana. Acorda Cidade, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.acordacidade.com.br/feira-de-santana/mais-um-predio-historico-e-demolido-na-avenida-senhor-dos-passos-em-feira-de-santana/">https://www.acordacidade.com.br/feira-de-santana/mais-um-predio-historico-e-demolido-na-avenida-senhor-dos-passos-em-feira-de-santana/</a>&gt; acesso em 07 de abril de 2025.</p><p><br></p><p>DÓREA, Juraci. Feira de Santana: memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 17:32:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title> ABRIGO MARAJÓ</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361287601</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br></p><p>Os abrigos surgiram provavelmente a partir da década de 1940 sua origem não é bem clara, mas pode estar relaiconada com o transporte ferroviário. Eles funcionavam como receptores, congregando visitantes de outros locais, oferecendo café, lanches, refeições frugais e eram onde ficavam os passageiros esperando alguma forma de transporte. Em Feira de Santana eram quatro abrigos: o Nordestino, na praça D. Pedro II, que foi demolido para a construção de uma loja de confecções; o Santana, localizado na praça João Pedreira, próximo à prefeitura, também demolido em 1991 para a instalação do monumento "Todos os Caminhos" do artista plástico e arquiteto Juracy Dórea; O Marajó e o Predileto os únicas que ainda continuam de pé.</p><p><br></p><p>Fonte: PORTO, Zadir Marques. Abrigos: foram importantes para a cidade em época de crescimento. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?s=a&amp;titulo=ABRIGOS%20-%20FORAM%20IMPORTANTES%20PARA%20A%20CIDADE%20EM%20%C9POCA%20DE%20CRESCIMENTO&amp;id=38&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=39069">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?s=a&amp;titulo=ABRIGOS%20-%20FORAM%20IMPORTANTES%20PARA%20A%20CIDADE%20EM%20%C9POCA%20DE%20CRESCIMENTO&amp;id=38&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=39069</a>&gt; acesso em 10 de abril de 2025</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 17:38:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>MERCADO DO FATO</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361319823</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolido nos anos finais de 1960.</p><p>Motivo: ?</p><p><br></p><p>O Mercado do Fato não era grande e destinava-se apenas ao comércio de vísceras. A carne era vendida nos açougues do Mercado Municipal, que ficava próximo. Nos anos finais da década de 1960 o prédio foi demolido e já se encontrava desativado. No local do imóvel foi construído o prédio que funcionou, a partir de 1970, a Superintendência de Urbanização de Feira de Santana e depois a Procuradoria Geral do Município a partir de 1995. </p><p><br></p><p>Fonte da Imagem: FEIRA DE SANTANA. Memorial da Feira. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=7">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=7</a>&gt; acesso em 15 de abril de 2025.</p><p><br></p><p>Fonte: DÓREA, Juraci. <strong>Feira de Santana:</strong> memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 18:02:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>MONUMENTO MARIA QUITÉRIA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361338028</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br></p><p>Localizado no cruzamento das avenidas Getúlio Vargas e Maria Quitéria, o Monumento a Maria Quitéria é de autoria do arquiteto e artista plástico feirense Luiz Humberto de Carvalho. Trata-se de uma sólida estrutura de concreto sustentando três barras de metal, apontadas para o céu, sugerindo a vocação do desenvolvimento constante de Feira de Santana. Encravada na estrutura de concreto está a silhueta de Maria Quitéria, a heroína feirense que lutou pela Independência do Brasil na Bahia, em 1823. Esta silhueta é de autoria do artista plástico Juraci Dórea.</p><p><br></p><p>Fonte:</p><p>FEIRA DE SANTANA. Monumento a Maria Quitéria. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://conhecafeira.com.br/monumento-a-maria-quiteria/>acesso">https://conhecafeira.com.br/monumento-a-maria-quiteria/&gt;acesso</a> em 05 de abril de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 18:16:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>MONUMENTO TODOS OS CAMINHOS</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361343526</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado</p><p><br></p><p>Fica bem no centro da cidade, em frente à Prefeitura e à Igreja Senhor dos Passos. Intitulado Todos os Caminhos, o monumento é de autoria do arquiteto e artista plástico Juraci Dórea. É uma réplica em ferro das esculturas em madeira e couro cru que o artista espalhou pelas caatingas do nordeste da Bahia, na década de 1970, como parte do Projeto Terra. Selecionado para as Bienais de Veneza, Havana e São Paulo, o projeto consiste na intervenção artística em pleno sertão, para ser vista e admirada pelo homem simples do campo. Na sua réplica urbana, o monumento sugere a vocação de Feira de Santana para aglutinar e irradiar culturas, pelos mais variados caminhos, dando múltiplos abraços às mais diversas contribuições que vem de fora.</p><p><br></p><p>Fonte da Imagem: WIKIPEDIA. Monumento Todos os Caminhos - Feira de Santana. Wikipedia, 2024. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Monumento_Todos_os_Caminhos_-_Feira_de_Santana_-_20240915094916.jpg">https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Monumento_Todos_os_Caminhos_-_Feira_de_Santana_-_20240915094916.jpg</a>&gt; acesso em 10 de abril de 2025.</p><p><br></p><p>Fonte :</p><p>FEIRA DE SANTANA. Monumento todos os caminhos. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://conhecafeira.com.br/monumento-todos-os-caminhos/>acesso">https://conhecafeira.com.br/monumento-todos-os-caminhos/&gt;acesso</a> em 05 de abril de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 18:21:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> IGREJA SENHOR DOS PASSOS</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361347243</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br></p><p>A história da Igreja da Senhor dos Passos iniciou-se no século XIX quando o comendador Felipe Pedreira de Cerqueira obteve a permissão do Arcebispo de São Salvador da Bahia (Salvador) para construir ao lado de sua residência um cemitério e uma capela para sua família cujo o patrono era o Senhor dos Passos. Mais tarde a capela e o cemitério foram demolidos para a construção do Paço Municipal. Em 1921 foi aprovada a construção de uma nova igreja pelo Arcebispo D. Jerônimo Accioly Ferreira da Silva.  Em dezembro de 1979 foi realizada a inauguração final do imóvel. A Igreja passou uma série de reformas -- 1991, 2004 e 2005, 2010, 2011, 2013 e recentemente. A solicitação de tombamento foi encaminhada pelo IPAC em 1991 pelo processo 018/91.</p><p><br></p><p>Fonte da Imagem: WIKIPEDIA. Igreja Senhor dos Passos. Wikipedia, 2013. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Igreja_Senhor_dos_Passos.JPG">https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Igreja_Senhor_dos_Passos.JPG</a>&gt; acesso em 05 de abril de 2025.</p><p><br></p><p>Fonte: DÓREA, Juraci. <strong>Feira de Santana:</strong> memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1628556045/116a7bdf3315a79e026950f557217df6/Igreja_Senhor_dos_Passos.JPG" />
         <pubDate>2025-03-11 18:24:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361347243</guid>
      </item>
      <item>
         <title> BOATE JERIMUM</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361351464</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Em deterioração. </p><p><br></p><p>A boate Jerimum foi criada na década de 1970 e fazia parte do Complexo Carro do Boi, esse composto por uma cozinha, um restaurante e uma boate. Tal complexo foi projetado pelo arquiteto Amélio Amorim (1929 - 1982). O espaço  foi um importante polo cultural em Feira de Santana. Ao longo dos anos, o espaço abrigou apresentações musicais, exposições e eventos voltados para a valorização da cultura sertaneja, sendo um marco na história cultural da cidade. Hoje encontra-se em ruínas.</p><p><br></p><p>Fonte:</p><p><br></p><p>MORAES, Ísis. Amélio Amorim e a fantasia concreta que remodelou o sertão Tribuna Feirense, 2018. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.tribunafeirense.com.br/noticias/31845/amelio-amorim-e-a-fantasia-concreta-que-remodelou-o-sertao.html">https://www.tribunafeirense.com.br/noticias/31845/amelio-amorim-e-a-fantasia-concreta-que-remodelou-o-sertao.html</a>&gt; acesso em 10 de abril de 2025.</p><p><br></p><p>AUGUSTO, Carlos. Governador Jerônimo Rodrigues anuncia reforma do Complexo Carro de Boi e ampliação do Centro Cultural Amélia Amorim em Feira de Santana; Investimento é de R$ 7.5 milhões. Jornal Grande Bahia, 2024. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornalgrandebahia.com.br/2024/08/governador-jeronimo-rodrigues-anuncia-reforma-do-complexo-carro-de-boi-e-ampliacao-do-centro-de-cultura-amelio-amorim-em-feira-de-santana-investimento-e-de-r-75-milhoes/">https://jornalgrandebahia.com.br/2024/08/governador-jeronimo-rodrigues-anuncia-reforma-do-complexo-carro-de-boi-e-ampliacao-do-centro-de-cultura-amelio-amorim-em-feira-de-santana-investimento-e-de-r-75-milhoes/</a>&gt; acesso em 10 de abril de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 18:27:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> RESTAURANTE CARRO DO BOI</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361352525</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolido em 2022.</p><p><br></p><p>O restaurante Carro de Boi foi criado em 1970 e fazia parte do Complexo Carro do Boi, esse composto por uma cozinha, um restaurante e uma boate. Tal complexo foi projetado pelo arquiteto Amélio Amorim (1929 - 1982). O espaço  foi um importante polo cultural em Feira de Santana. Ao longo dos anos, o espaço abrigou apresentações musicais, exposições e eventos voltados para a valorização da cultura sertaneja, sendo um marco na história cultural da cidade. O imóvel foi demolido em 2022. </p><p><br></p><p>Fonte:</p><p><br></p><p>MORAES, Ísis. Amélio Amorim e a fantasia concreta que remodelou o sertão Tribuna Feirense, 2018. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.tribunafeirense.com.br/noticias/31845/amelio-amorim-e-a-fantasia-concreta-que-remodelou-o-sertao.html">https://www.tribunafeirense.com.br/noticias/31845/amelio-amorim-e-a-fantasia-concreta-que-remodelou-o-sertao.html</a>&gt; acesso em 10 de abril de 2025.</p><p><br></p><p>MORAES, Ísis. Carro de Boi vai ao chão, levando parte da memória feiresen. Tribuna Feirense, 2022. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.tribunafeirense.com.br/noticias/48386/carro-de-boi-vai-ao-chao-levando-parte-da-memoria-feirense.html">https://www.tribunafeirense.com.br/noticias/48386/carro-de-boi-vai-ao-chao-levando-parte-da-memoria-feirense.html</a>&gt; acesso em 10 de abril de 2025.</p><p><br></p><p>AUGUSTO, Carlos. Governador Jerônimo Rodrigues anuncia reforma do Complexo Carro de Boi e ampliação do Centro Cultural Amélia Amorim em Feira de Santana; Investimento é de R$ 7.5 milhões. Jornal Grande Bahia, 2024. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornalgrandebahia.com.br/2024/08/governador-jeronimo-rodrigues-anuncia-reforma-do-complexo-carro-de-boi-e-ampliacao-do-centro-de-cultura-amelio-amorim-em-feira-de-santana-investimento-e-de-r-75-milhoes/">https://jornalgrandebahia.com.br/2024/08/governador-jeronimo-rodrigues-anuncia-reforma-do-complexo-carro-de-boi-e-ampliacao-do-centro-de-cultura-amelio-amorim-em-feira-de-santana-investimento-e-de-r-75-milhoes/</a>&gt; acesso em 10 de abril de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 18:28:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>CASARÃO DE ZECA PORTUGAL</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361360791</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolida em 2014.</p><p>Motivo: Negligência do proprietário.</p><p><br></p><p>O prédio foi construído provavelmente no início do século XX pelo  Dr. João Evangelista que dá nome à rua. A partir de 1910 o prédio passou a pertencer a diversos proprietários até que em 1962 foi comprado por José Simões Portugal conhecido como Zeca Portugal. Nos anos finais da década de 1990 o imóvel foi colocado à venda sendo comprado por Edite Costa que tentou reformar o espaço. A reforma não aconteceu devido ao estado do imóvel ocorrendo em seguida seu completo arruinamento. Hoje existe apenas um muro de proteção e alguns escombros.</p><p><br></p><p>Fonte da Imagem: FEIRA DE SANTANA. Memorial da Feira. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=7">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=7</a>&gt; acesso em 15 de abril de 2025.</p><p><br></p><p>Fonte: DÓREA, Juraci. <strong>Feira de Santana:</strong> memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 18:36:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>CASA ANTIGA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361597754</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolida.</p><p><br></p><p>Não possuímos muitas informações sobre esse imóvel, apenas que entre 2018 e 2019 o mesmo foi demolido e em seu lugar foi construído um estacionamento para carros.</p><p><br></p><p>Fonte da Imagem: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.google.com/maps/@-12.2581497,-38.9654903,3a,75y,278.05h,87.84t/data=!3m8!1e1!3m6!1sRGcoWaoV7Y3W3OdlpbIfhw!2e0!5s20180101T000000!6shttps:%2F%2Fstreetviewpixels-pa.googleapis.com%2Fv1%2Fthumbnail%3Fcb_client%3Dmaps_sv.tactile%26w%3D900%26h%3D600%26pitch%3D2.1590922548660956%26panoid%3DRGcoWaoV7Y3W3OdlpbIfhw%26yaw%3D278.0463971660933!7i13312!8i6656?entry=ttu&amp;g_ep=EgoyMDI1MDQzMC4xIKXMDSoJLDEwMjExNDU1SAFQAw%3D%3D"><strong>Google Maps</strong></a>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 23:01:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>SOCIEDADE MONTEPIO DOS ARTISTAS FEIRENSES</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361607225</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: x</p><p><br></p><p>x</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 23:14:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>SOCIEDADE FILARMÔNICA 25 DE MARÇO</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361613576</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Em deterioração</p><p><br></p><p>A Filarmônica 25 de Março foi criada em 1868, no entanto não existe informações a respeito do período em que o imóvel foi construído. Até1937, a “sede da Filarmônica abria seus salões para grandes festas, considerados o principal lazer de Feira de Santana”, conforme artigo publicado no Jornal A Tarde, de 12/07/85. Segundo este mesmo jornal, já em 1986, o prédio estava em “estado de abandono”, pela falta de apoio oficial às Filarmônicas (IPAC). Segundo o site Feirenses: Feira de Santana Aprofundada, o imóvel foi tombado em 1998.</p><p><br></p><p>FONTE:  DÓREA, Juraci. Feira de Santana: memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p><p><br></p><p>FERREIRA, Danillo. <strong>Os 16 patrimônios materiais feirenses tombados</strong>. Feirenses: Feira de Santana aprofundada, 2015. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://feirenses.com.br/patrimonios-materiais-feirenses-tombados/">https://feirenses.com.br/patrimonios-materiais-feirenses-tombados/</a> &gt; Acesso em 09 de março de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 23:22:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PRÉDIO DA SOCIEDADE FILARMÔNICA VITÓRIA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361623368</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br/></p><p>Não há muitas informações acerca do início da construção, mas a fachada passou por reformas em 1917, sendo provavelmente dessa época a atual decoração eclética do tipo classicizante. A filarmônica foi criada em 1873 pelo padre Ovídio Alves de São Boaventura e viveu momentos de glória no passado. Com o tempo a situação mudou, a filarmônica desapareceu e o prédio foi usado por pequenos comerciantes. Em julho de 2004 o telhado e algumas paredes desabaram. A reconstrução preservou apenas a fachada e uma janela lateral. Infelizmente, o brasão que ficava na fachada do imóvel desapareceu.</p><p><br/></p><p>Fonte: DÓREA, Juraci. Feira de Santana: memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p><p><br/></p><p>BLOG DE FEIRA. Sumiu o brasão da fachada do prédio da Filarmônica Vitória. Blog de Feira, 2021. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://blogdafeira.com.br/home/2021/03/20/sumiu-o-brasao-da-fachada-do-predio-da-filarmonica-vitoria/">https://blogdafeira.com.br/home/2021/03/20/sumiu-o-brasao-da-fachada-do-predio-da-filarmonica-vitoria/</a>&gt; acesso em 17 de abril de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 23:33:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PAINEL DE LÊNIO BRAGA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361837814</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br/></p><p>Instalado na Estação Rodoviária, o painel em azulejo possui 39,93 X 2,95 metros quadrados e é tombado pelo IPAC – Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia. Representa vários elementos da cultura e do folclore do sertão nordestino, como a feira-livre, o vaqueiro, o cangaceiro Lampião, o lobisomem, santos populares, a mula-sem-cabeça e a literatura de cordel. De autoria do artista plástico paranaense Lênio Braga, o painel é um dos mais valiosos e importantes cartões de visita da cidade, sendo contemplado por centenas de pessoas que passam diariamente pela Estação Rodoviária, no embarque e desembarque de suas viagens.</p><p><br/></p><p>Fonte (Texto e Imagem): FEIRA DE SANTANA. Painel de Lênio Braga. Prefeitura Feira, 2017. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://conhecafeira.com.br/painel-de-le%cc%82nio-braga/">https://conhecafeira.com.br/painel-de-le%cc%82nio-braga/</a>&gt; acesso em 07 de abril de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-12 01:45:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>IGREJA SÃO JOSÉ DE ITAPOROROCAS</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361865527</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br></p><p>A Igreja do Distrito de Maria Quitéria é bem mais antiga do que o surgimento da própria cidade de Feira de Santana. Foi construída em 1657, quando o então povoado de São José das Itapororocas, antigo nome do distrito, ainda pertencia à Comarca de Cachoeira. Conforme documentação existente no Arquivo Municipal da Torre do Tombo, em Lisboa, a paróquia foi implantada em 1657, sendo confirmada por Alvará Régio em 9 de março de 1696, ano em que foi também desmembrada da jurisdição eclesiástica de Cachoeira. Mas antes disso, em 1655, o ato de concessão de terras às sesmarias de João Peixoto Viegas já fala da capela que daria origem à igreja. Foi transferida para a então Vila de Feira de Santana em 19 de março de 1846.</p><p><br></p><p>Fonte: FEIRA DE SANTANA. Igreja de Maria Quitéria. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://conhecafeira.com.br/igreja-de-maria-quiteria/>acesso">https://conhecafeira.com.br/igreja-de-maria-quiteria/&gt;acesso</a> em 05 de abril de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-12 02:00:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>IGREJA DE SÃO VICENTE </title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361875598</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservada.</p><p><br></p><p>A Capela de São Vicente Ferrer, no Distrito de Tiquaruçu, foi construída no século XVIII. A igreja possui valiosas relíquias históricas, como a pia em que foi batizada a heroína feirense Maria Quitéria, no ano de 1798, conforme placa existente no local; e a imagem de São Vicente Ferrer, pregador dominicano, nascido na Espanha em 1350. Tido como milagroso, ele anunciava a segunda vinda de Jesus Cristo para o Juízo Final.</p><p><br></p><p>Fonte (Texto e Imagem): FEIRA DE SANTANA. Igreja de Tiquaruçu. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://conhecafeira.com.br/igreja-de-tiquaruc%cc%a7u/>acesso">https://conhecafeira.com.br/igreja-de-tiquaruc%cc%a7u/&gt;acesso</a> em 05 de abril de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-12 02:06:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> IGREJA MATRIZ DE HUMILDES </title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361883620</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado</p><p><br></p><p>Em estilo barroco, a Igreja do Distrito de Humildes foi construída no meado do século XVIII, pelo bandeirante baiano Romão Gramacho Falcão, tendo funcionado por muitos anos como um centro de romaria. Na década de 1830 funcionou também como escola para rapazes. Na época Humildes pertencia a São Gonçalo dos Campos, tendo sido incorporado ao município de Feira de Santana em 13 de julho de 1859. Inicialmente ele abrigou a Escola Municipal José Joaquim Seabra. Em 1927 passou a sediar a Escola Normal de Feira de Santana. Em 1943, por ocasião de 2a Guerra Mundial, serviu de quartel provisório para o 18o Batalhão de Infantaria da 6a Região Militar. Abrigou depois a Faculdade de Educação (década de 1960) e o Seminário de Música (década de 1970). Depois de um tempo desativado, passou a sediar o CUCA em 1995.</p><p><br></p><p>Fontes (Texto e Imagem): FEIRA DE SANTANA. Igreja de Humildes. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://conhecafeira.com.br/igreja-de-humildes/>acesso">https://conhecafeira.com.br/igreja-de-humildes/&gt;acesso</a> em 05 de abril de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-12 02:11:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> PARÓQUIA SENHOR DO BONFIM</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361894065</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservada.</p><p><br></p><p>A Igreja de Senhor do Bonfim, no Distrito de Bonfim de Feira, tem uma história interessante: teria surgido de uma promessa feita pelo casal Manoel Antonio de Bastos e Bernarda Maria da Conceição, em 1783, devido ao sumiço de um escravo por quem tinham muita estima. O escravo apareceu e eles doaram a terra para a construção de uma capela, tendo como padroeiro Senhor do Bonfim e São João Nepomuceno. Tem estilo neoclássico, com os altares em estilo barroco, possui muitas imagens sacras, e passou por várias reformas.</p><p><br></p><p>Fonte (Texto e Imagem): FEIRA DE SANTANA. Igreja de Bonfim de Feira. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://conhecafeira.com.br/igreja-de-bonfim-de-feira/>acesso">https://conhecafeira.com.br/igreja-de-bonfim-de-feira/&gt;acesso</a> em 05 de abril de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-12 02:16:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>PRÉDIO DO BAR PINHEIRO</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361912706</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br/></p><p>O prédio foi construído em 1934. Infelizmente possuímos poucas informações sobre o imóvel.</p><p><br/></p><p>Fonte (Texto e Imagem): BLOG DA FEIRA. João Pinheiro, o mais antigo morador de Tiquaruçu. Bar Pinheiro, 2018. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://blogdafeira.com.br/home/2018/01/08/joao-pinheiro-o-mais-antigo-morador-de-tuiquarucu-fala-sobre-reisado-de-outrora/">https://blogdafeira.com.br/home/2018/01/08/joao-pinheiro-o-mais-antigo-morador-de-tuiquarucu-fala-sobre-reisado-de-outrora/</a>&gt; Acesso em 05 de abril de 2025.</p><p><br/></p><p>RÊGO, Jânio. Bar de João Pinheiro em Tiquaruçu. Blog da Feira, 2021. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://blogdafeira.com.br/home/2021/06/27/bar-de-joao-pinheiro-em-tiquarucu/>acesso">https://blogdafeira.com.br/home/2021/06/27/bar-de-joao-pinheiro-em-tiquarucu/&gt;acesso</a> em 05 de abril de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-12 02:27:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title> IGREJA CATÓLICA DE JAÍBA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361924599</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservada</p><p><br></p><p>A Igreja de Senhor do Bonfim, no Distrito de Jaíba, foi construída no século XIX pelo fazendeiro Martiniano Freire e sua irmã Sinhá Chiquinha, numa área originalmente habitada por seus escravos. Inicialmente ela tinha a frente virada para o lado oposto do atual, voltada para o rio Pojuca. Depois, com a construção da praça, foi feita uma reforma e a frente foi invertida. Atualmente é administrada pelos frades capuchinhos.</p><p><br></p><p>Fonte (Texto e Imagem): FEIRA DE SANTANA. Igreja de Jaíba. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://conhecafeira.com.br/igreja-de-jaiba/>acesso">https://conhecafeira.com.br/igreja-de-jaiba/&gt;acesso</a> em 05 de abril de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-12 02:33:08 UTC</pubDate>
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         <title> IGREJA CATÓLICA DE JAGUARA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3361929855</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservada</p><p><br></p><p>Segundo dados da Cúria Metropolitana de Feira de Santana, a Paróquia de Nossa Senhora do Carmo, Distrito de Jaguara, antes chamado de Bom Despacho, tornou-se Freguesia pela Lei Provincial de número 1795, de 7 de julho de 1877, sendo instalada em 3 de agosto de 1877, como território desmembrado da Freguesia de Bonfim de Feira. Recebeu o nome de Jaguara em 31 de dezembro de 1943.</p><p><br></p><p>Fonte (Texto e Imagem): FEIRA DE SANTANA. Igreja de Jaguara. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://conhecafeira.com.br/igreja-de-jaguara/>acesso">https://conhecafeira.com.br/igreja-de-jaguara/&gt;acesso</a> em 05 de abril de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-12 02:36:20 UTC</pubDate>
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         <title>CASA DE FRANCISCO PINTO [CHICO PINTO]</title>
         <author>historiauefs2020</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3431897780</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolida em 2005.</p><p><br></p><p>A casa era parte da história de Feira de Santana, pois lá nasceu o ex-prefeito Francisco Pinto, conhecido como Chico Pinto, cassado durante a Ditadura Militar. O imóvel chamado pelos jornalistas de "Casa Rosada" recebeu a visita de dois presidentes (Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek). Além destes, estiveram no prédio outras personalidades como Tancredo Neves, Ulysses Guimarães, Orestes Quércia, Miguel Arraes, Marcos Freire, Fernando Lyra, Luis Inácio Lula da Silva e Waldir Pires. O imóvel apresentava características típicas da habitação eclética (entrada lateral, porão e jardim). Atualmente no local está a loja Mega Torra.</p><p><br></p><p>Fonte da Imagem: FEIRA DE SANTANA. Memorial da Feira. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=7">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=7</a>&gt; acesso em 11 de abril de 2025</p><p><br></p><p>Fonte: DÓREA, Juraci. Feira de Santana: memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-30 16:04:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>PONTE DO RIO BRANCO</title>
         <author>historiauefs2020</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3431901695</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolida.</p><p><br/></p><p>Para construí-la, pesou fortemente o fato de que seria a primeira ponte construída sobre o Rio Jacuípe, em estradas carroçáveis que ligavam o Oeste à Capital. Em todo o interior da Bahia só existia, à época, a ponte que ligava Cachoeira a São Felix, sobre o Rio Paraguaçu. Autorizada pela Lei 823, de 21 de julho de 1911, a Ponte teve projeto do engenheiro Alexandre Góes, no governo de Dr. Bráulio Xavier da Silva Pereira. Era, então, secretário Geral do Estado o Dr. Theophilo Borges.&nbsp; Aberta a concorrência pública para a construção, foi vencedora a proposta do engenheiro Portela Passos. O contrato de construção foi celebrado em 25 de março de 1912, já no governo do Dr. J.J. Seabra, quando já era Secretário, o Dr. Arlindo Coelho Fragoso.</p><p>Querendo oferecer o melhor, o secretário, mediante nova concorrência pública resolveu dotar o equipamento público de uma superestrutura de aço medindo 170 metros de comprimento. Localizada’ sobre o Rio Jacuípe, entre Feira de Santana e Anguera, os seus passeios eram de cimento armado, sobre longarinas das vigas mestras. As varandas por onde atravessavam os pedestres, eram de rara beleza, protegidas por corrimões de ferro, sendo o gradil de tubos horizontais cuidadosamente embutidos em colunas de ferro fundido. Chamava a atenção as suas cabeceiras ornamentadas por pórticos compostos de três arcos onde, encimando tudo ficavam as Armas do Estado. Construída com a finalidade de permitir, no futuro, a passagem de trens pesados, a obra durou cinco anos, ocorrendo durante a construção uma longa paralização de dois anos. A Ponte Rio Branco foi inaugurada em 18 de março de 1918. Concluída a obra, a cidade de Feira de Santana preparou-se para a inauguração a ser feita pelo Dr. Joaquim Arthur Pedreira Franco, Secretário da Agricultura, Viação e Obras Públicas. Pouco usada, a Ponte foi sendo destruída. No governo Colbert Martins da Silva foi construída um arremedo de ponte que ganhou o apelido de “Passagem Molhada”. Em 2011, chegou a ser reformada, mas sem sucesso. Mesmo servindo a moradores da região, até 2014, quase 100 anos após sua inauguração, a Coordenação Municipal de Proteção e Defesa Civil resolveu interditar de vez o equipamento, ou o que restou dele… Para isto, através da SMT (Superintendência Municipal de Trânsito), a Defesa Civil realizou vistoria técnica atendendo solicitação da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (SEDUR).</p><p><br/></p><p>Fonte: kRUSCHEWSKY, Eduardo José de Miranda. A PONTE RIO BRANCO - Patrimônio Histórico destruído Academia Feirense de Letras, 2022. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://academiafeirensedeletras.com.br/a-ponte-rio-branco-patrimono-historico-destruido/>acesso">https://academiafeirensedeletras.com.br/a-ponte-rio-branco-patrimono-historico-destruido/&gt;acesso</a> em 18 de abril de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-30 16:07:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> CASA DE EPIFÂNIO JOSÉ DE SOUZA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3432367787</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolido.</p><p><br></p><p>O imóvel estava situado em um terreno amplo de frente para a Praça da República. O prédio era conhecido como "palacete do coronel Epifânio José de Souza" mas, em um dos portões o imóvel também era identificado como Villa Áurea. O ediífico foi construído no século XX, inicialmente foi adquirido por um alemão que tinha negócios em Feira. Depois em 1918 o imóvel foi comprado  por Epifânio e passou por uma reforma transformando toda a sua estrutura. Epifânio foi um comerciante de fumo em Cachoeira e assim como Agostinho Fróes da Motta em Feira de Santana. Os dois negociantes eram sócios e fundaram a firma Motta &amp; Souza que depois foi transferida para Salvador. Durante a Segunda Guerra Mundial o palacete foi utilizado pelo comando do batalhão, o armazém de fumo improvisado em quartel e as demais casas da região foram ocupadas pelo Exército. Durante muito tempo o palacete abrigou o Orfanato Evangélico da Assembleia de Deus que também mantinha a Escola Dr. Gamaliel anexada ao imóvel. Com a venda da propriedade na década de 1980, tanto o orfanato quanto a escola foram transferidos para uma área no bairro Tomba e o prédio veio a ser demolido em 1991. O portão principal e as grades que completavam  os muros foram vendidos.</p><p><br></p><p>Fonte da Imagem: FEIRA DE SANTANA. Memorial da Feira. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=7">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=7</a>&gt; Acesso em 10 de abril de 2025.</p><p><br></p><p>Fonte: DÓREA, Juraci. Feira de Santana: memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-01 01:04:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> CASA DE FERNANDO RAMOS</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3432388950</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolida em 2006.</p><p><br></p><p>A casa pertenceu à família do escritor feirense Fernando Ramos e foi construída em 1929 pelo seu pai, Hildebrando Ramos dos Santos. Posteriormente, Fernando Ramos e seus familiares mudaram para Salvador e a casa permaneceu fechada. Em 1989 o professor Raimundo Gama entrou com um pedido para tombamento do imóvel junto ao IPAC resultando no processo nº 0008/89 de 04.10.1989. A empresa que era da família foi impedida de demolir o imóvel e realizar qualquer intervenção. O prédio permaneceu fechado durante anos. A ideia do tombamento, no entanto, não avançou. A  Universidade Estadual de Feira de Santana nos anos finais de 1990 desenvolveu juntamente com a Diocese de Feira de Santana um projeto visando instalar na casa o Museu de Arte Sacra de Feira de Santana. Porém, em setembro de 2006 o prédio foi demolido.</p><p><br></p><p>Fonte da Imagem: FEIRA DE SANTANA. Memorial da Feira. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=7">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=7</a>&gt; Acesso em 07 de abril de 2025.</p><p><br></p><p>Fonte: DÓREA, Juraci. Feira de Santana: memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-01 01:24:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ESPELHO D&#39;ÁGUA  ou FONTE LUMINOSA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3432392782</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolido</p><p><br></p><p>O espelho d'água funcionou durante a década de 1990 na praça João Pedreira a sua construção ocorreu no mesmo período em que foi instalado o monumento Todos os Caminhos. Antes da construção da fonte luminosa existia no local o Abrigo Santana que foi demolido em 1988. O espelho enfrentou diversos problemas devido à falta de manuntenção o que deixou a população vulnerável à doenças como dengue e cólera. Além disso, as pessoas em situação de rua utilizavam a fonte para o banho.</p><p><br></p><p>Fonte da Imagem: Acervo pessoal de Carlos Melo postado na página <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.facebook.com/FotosDaPrincesaDoSertaoFeiraDeSantanaBahia/photos/antiga-fonte-luminosa-da-pra%C3%A7a-jo%C3%A3o-pedreira-no-centro-de-feira-de-santana-foto-/1060418736085833/"><strong>Fotos de Feira de Santana - Bahia a Princesa do Sertão</strong></a> no Facebook</p><p>Fonte: Manuela Luna: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.instagram.com/manalula/p/C-JLbHhuG0i/"><strong><em>@Manalula</em></strong></a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-01 01:27:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> ASILO NOSSA SENHORA DE LOURDES e COLÉGIO PADRE OVÍDIO</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3432440394</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br></p><p>O Asilo Nossa Senhora de Lourdes, como era chamado, funcionou inicialmente em diversos endereços. Em 1925, foi lançada a pedra fundamental do atual edifício que funciona na Av. Senhor dos Passos, 269. O terreno foi doado pela família de D. Úrsula Martins Catharino. Uma figura muito importante na construção do Asilo Nossa Senhora de Lourdes, foi Mons. Mário Bahiense da Silva Pessoa, jovem sacerdote, que aqui chegou em busca de melhoras para a saúde abalada, assumindo, em 1920, a capelania do Asilo e colaborando na sua administração. Com a necessidade de abrir-se ao atendimento das crianças da comunidade, de um modo geral, fundou-se a Escola SS. Sacramento, ministrando o curso primário até 19 de março de 1962, quando foi instalado e inaugurado o Ginásio Padre Ovídio, contando inicialmente com 32 alunas. O Asilo Nossa Senhora de Lourdes transformou-se na Fundação Nossa Senhora de Lourdes, registrada no Cartório de Títulos e Documentos sob n.º 313, em março de 1977, constando de dois Departamentos: Departamento Educacional (Colégio Padre Ovídio) e o Departamento Sócio-Assistencial (Asilo Nossa Senhora de Lourdes).</p><p>Desde a sua fundação até 1986, o Colégio Padre Ovídio só atendia alunos do sexo feminino. A partir daí, alunos do sexo masculino passaram a ser matriculados.</p><p><br></p><p>Fonte:</p><p><br></p><p>COLÉGIO PADRE OVÍDIO. Nossa História. Colégio Padre Ovídio, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.padreovidio.com.br/sobre.php>acesso">https://www.padreovidio.com.br/sobre.php&gt;acesso</a> em 07 de abril de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-01 02:12:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> PALÁCIO DO MENOR</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3432456582</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Em preservação.</p><p>Motivo: Reformas.</p><p><br></p><p>O casarão foi construído entre os anos de 1850 e 1959 pelo coronel João Pedreira de Cerqueria, um comerciante e político feirense, com o intuito de hospedar o imperador D. Pedro II e sua esposa, D. Teresa Cristina. No entanto, devido a divergências políticas e questões financeiras, o casal imperial, que veio a Feira de Santana em 07 de novemrbo de 1859, acabou se hospedando na casa do coronel Joaquim Pedreira, primo e reival de João Pedreira. O imponente sobrado que realmente serviu de abrigo à família real ficava na antiga Rua Direita, hoje a Conselheiro Franco. No casarão funcionou, em diferentes momentos, uma fundação de acolhimento a órfãos, o Palácio do Menor; a sede da antiga Santa Casa; e o 1º Batalhão de Polícia Militar da cidade. Em 1987, o casarão passou a sediar o Palácio do Menor, entidade criada para abrigar crianças órfãs e em risco social. Durante longos anos, a instituição funcionou em condições precárias, já que parte do prédio, quase totalmente em ruínas, corria sérios riscos de desabar. Desativado tempos depois, o imóvel foi relegado ao esquecimento durante muitos anos, até ser doado ao Sesc. No início de 2014, no entanto, reconhecendo o valor histórico do imóvel, o Sesc anunciou a restauração, que, segundo a entidade, seria realizada com a supervisão técnica do Instituto do Patrimônio Artístico Cultural da Bahia (IPAC).</p><p><br></p><p>Fonte da Imagem: FEIRA DE SANTANA. Memorial da Feira. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=7">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=7</a>&gt; acesso em 10 de abril de 2025.</p><p><br></p><p>Fonte:</p><p>MORAES, Ísis. Casarão construído para receber Dom Pedro II espera por restauração há 11 anos. Tribuna Feirense, 2018. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://tribunafeirense.com.br/noticias/30804/casarao-construido-para-receber-dom-pedro-ii-espera-por-restauracao-ha-11-anos.html">https://tribunafeirense.com.br/noticias/30804/casarao-construido-para-receber-dom-pedro-ii-espera-por-restauracao-ha-11-anos.html</a>&gt; acesso em 17 de abril de 2025.</p><p>ACORDA CIDADE. Sesc estuda restauração do antigo Palácio do Menor, em Feira de Santana. Acorda Cidade, 2023. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.acordacidade.com.br/feira-de-santana/sesc-estuda-restauracao-do-antigo-palacio-do-menor-em-feira-de-santana/">https://www.acordacidade.com.br/feira-de-santana/sesc-estuda-restauracao-do-antigo-palacio-do-menor-em-feira-de-santana/</a>&gt; acesso em 17 de abril de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-01 02:25:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title> CASA DA TORRE</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3435194654</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolido em 2005.</p><p><br/></p><p>O imóvel foi construído em 1922 pertenceu ao coronel Agostinho Fróes da Motta e depois, a seu filho, Eduardo Fróes da Motta.  Na edificação havia uma pequena torre, em forma de tronco de pirâmide, que se destacava ba cobertura, daí a denominação "Casa da Torre".Nela residiu durante anos o ex-deputado Oscar Marques. Com a morte de Oscar Marques em 1991 o Imóvel perdeu sua função residencial e começou a ter outros usos. No início abrigou um restaurante e manteve as características arquitetônicas originais. Em outubro de 2001 passou por reforma que interferiu na fachada alterando-o por completo. O prédio foi demolido em julho de 2005.</p><p><br/></p><p>Fonte da Imagem: FEIRA DE SANTANA. Memorial da Feira. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=7">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=7</a>&gt; acesso em 03 de maio de 2025.</p><p><br/></p><p>Fonte: DÓREA, Juraci. <strong>Feira de Santana:</strong> memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 01:21:58 UTC</pubDate>
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         <title>CASA DE JOÃO MARINHO FALÇÃO.</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3435200482</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolida em 1976</p><p><br/></p><p>O imóvel estava situado na esquina da Avenida Senhor dos Passos com a Praça Bernardino Bahia . Pertenceu a Bernardino Bahia (1870 - 1931) um comerciante que se dedicou ao comércio do gado e à pecuária e que teve destaque na política local devido a sua intensa participação. O imóvel foi arrematado em hasta pública em 1930 por 68 contos de réis. Nela morou o ex-prefeito João Marinho Falção (1893 -1971) entre os anos de 1931 a 1964 segundo o seu filho o jornalista e escritor João da Costa Falção. A residência era um dos edifícios mais belos da cidade. Rivalizava com o Paço Municipal, com a Santa Casa de Misericódia e com o prédio do Grupo Escolar J. J. Seabra. O imóvel foi demolido em 1976 e não houve grande repercurssão na época. No local, surgiu na década de 1980 o prédio das Lojas Brasileiras e Marisa.</p><p><br/></p><p>Fonte da Imagem: Acervo de Juraci Dórea postado na página <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.facebook.com/photo.php?fbid=3624340897688007&amp;id=345403648915098&amp;set=a.578413988947395&amp;locale=pt_BR"><strong>Fotos de Feira de Santana - Bahia a Princesa do Sertão</strong></a> no Facebook</p><p><br/></p><p>Fonte:DÓREA, Juraci. Feira de Santana: memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 01:45:31 UTC</pubDate>
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         <title>CASA DE NOZINHO FALÇÃO</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3435205448</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolida.</p><p><br/></p><p>O imóvel serviu por anos como residência para a família de Nozinho Falção [João Nery Falção] um pecuarista e comerciante de Feira de Santana. A casa foi construída em 1932 como indificava o medalhão na frente do imóvel.  Na parte posterior do prédio havia uma pequena fazenda. A casa foi demolida para dar lugar ao Condomínio Saphire Residence.</p><p><br/></p><p>Fonte da Imagem: FEIRA DE SANTANA. Memorial da Feira. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=7">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=7</a>&gt; acesso em 07 de abril de 2025.</p><p><br/></p><p>Fonte: DÓREA, Juraci. Feira de Santana: memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 02:04:11 UTC</pubDate>
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         <title>CASA DE ARTHUR FRÓES DA MOTTA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3435208397</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservada</p><p><br/></p><p>O imóvel foi construído em 1923 pelo farmacêutico Arthur Fróes da Motta, filho de Agostinho Fróes da Motta. Após da morte de Arthur Motta o prédio ficou para seu filho, José Fróes da Motta. Segundo ele, a construção ocorreu na mesma época em que Eduardo Fróes da Motta reformou o palacete da rua General Câmara. O edifício passou por um período não esclarecido funcionando como uma unidade do INPS - Instituto Nacional de Previdência Social e depois uma Escola de Música [trata-se do Seminário de Música criado na década de 1960 e atualmente incorporado ao CUCA]. Em 1967, o pavimento térreo foi adaptado para receber o Centro Educacional O Pequeno Príncipe que terminou ocupando todo o imóvel em 1972. Em 1996 o imóvel foi adquirido por Florentino Ribeiro Matos, dono do Centro Educacional, a José Fróes da Motta. Após o encerramento das atividades do Centro Educacional em dezembro de 2010 o prédio ficou desativado. Depois passou abrigar a Secretaria Municipal de Educação.</p><p><br/></p><p>Fonte da Imagem: FEIRA DE SANTANA. Memorial da Feira. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=7">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=7</a>&gt;</p><p> acesso em 05 de abril de 2025.</p><p><br/></p><p>Fonte: DÓREA, Juraci. Feira de Santana: memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 02:16:39 UTC</pubDate>
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         <title>RECEITA ESTADUAL</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3435209999</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolido em 1984.</p><p>Motivo: Construção de um novo prédio.</p><p><br/></p><p>O imóvel que também se chamou Villa Sampaio, pertenceu ao coronel da Guarda Nacional Antonio Silvany Ribeiro Sampaio. O prédio foi inaugurado em 1919 e após a morte de coronel em 1922 ficou para sua esposa, Lybia Cohim Pacheco. Em 1948, ela vendeu o prédio ao Estado que passou a usá-lo como uma divisão da Secretaria da Fazenda. O imóvel foi demolido em 1984 sendo substituído por uma construção moderna.</p><p><br/></p><p>Fonte da Imagem: FEIRA DE SANTANA. Memorial da Feira. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=7">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=7</a>&gt;</p><p> acesso em 08 de abril de 2025.</p><p><br/></p><p>Fonte: DÓREA, Juraci. Feira de Santana: memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 02:23:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1º ESTAÇÃO FERROVIÁRIA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3435215912</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolida.</p><p><br></p><p>Inicialmente, a estação&nbsp;ficava atrás da Igreja Matriz, onde hoje funciona o Feiraguay. Naquela época, a&nbsp;região era basicamente o limite da zona urbana de Feira. Ainda segundo Poppino, a estrada foi um sucesso imediato. No primeiro ano de operações a companhia que operava a linha, a londrina&nbsp;“The Brazilian Imperial Central Bahia Railway Company Limited”, transportou mais de 25 mil passageiros e quase 6 mil toneladas de carga, principalmente fumo e gêneros alimentícios para os mercados da capital e das cidades do Recôncavo. O tráfego de passageiros foi uma consequência da velocidade do transporte ferroviário. Por causa da estreita colaboração com os serviços marítimos da Baía de Todos os Santos, a viagem para Salvador durava menos de sete horas.&nbsp;Assim, tornou-se possível ir de Feira à capital pela manhã e voltar na manhã seguinte. O trecho entre Cachoeira e Feira de Santana foi o primeiro aberto, no ano de 1876. Em 1942, com a remodelação geral das linhas da região, o trecho entre Conceição de Feira e Feira de Santana passou a ser um ramal, que foi extinto oficialmente em 1975, mas que não operava, pelo menos com passageiros, desde 1964.</p><p><br></p><p>Fonte da Imagem: WIKIPEDIA. Estação de Feira de Santana, Bahia. Estrada de Ferro Central da Bahia. Wikipedia, 2018. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Esta%C3%A7%C3%A3o_de_Feira_de_Santana,_Bahia._Estrada_de_Ferro_Central_da_Bahia.jpg">https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Esta%C3%A7%C3%A3o_de_Feira_de_Santana,_Bahia._Estrada_de_Ferro_Central_da_Bahia.jpg</a>&gt; acesso em 03 de maio de 2025.</p><p><br></p><p>Fonte : FEIRENSES: Feira de Santana Aprofundada. A História da Estrada de Ferro de Feira de Santana. Feirenses: Feira de Santana Aprofundada, 2016. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://feirenses.com.br/historia-estrada-de-ferro-feira-de-santana/">https://feirenses.com.br/historia-estrada-de-ferro-feira-de-santana/</a>&gt; acesso em 03 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 02:44:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>HOTEL SOLAR SANTANA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3435220481</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolido em 2003.</p><p><br/></p><p>Não se sabe ao certo a data da construção do imóvel, mas,  quando Ruy Barbosa visitou Feira de Santana, em dezembro de 1919, a foto do prédio já figurava num álbum de fotografias da cidade, que "uma comissão de senhoras para a sua recepção" pretendia oferecer "à sua esposa Maria Augusta Ruy Barbosa". O prédio pode ser classificado como um chalé. Trata-se de um padrão de construção que se desenvolveu no Brasil em finais dos século XIX e início do século XX. Uma grande reforma realizada provavelmente em finais da década de 1980 apagou as características originais do imóvel. Restou apenas a sua estrutura. A imagem resultante da reforma permaneceu até 2002 quando começou a demolição total do prédio concluída em 2003.</p><p><br/></p><p>Fonte da Imagem: FEIRA DE SANTANA. Memorial da Feira. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=7">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=7</a>&gt; acesso em 03 de maio de 2025.</p><p><br/></p><p>Fonte: DÓREA, Juraci. Feira de Santana: memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 03:02:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2º ESTAÇÃO FERROVIÁRIA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3435220993</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolida.</p><p><br></p><p>Em 1958, a estação “velha” [A primeira Estação Ferroviária de Feira de Santana] foi desativada e uma nova estação foi construída em ponto mais afastado, isolado na época.&nbsp;A estação ficava onde hoje é a Avenida João Durval Carneiro, ao lado da feirinha do bairro Estação Nova – que recebeu esse nome graças ao ponto&nbsp;da ferrovia em Feira de Santana.</p><p>A nova estação deveria servir de saída para a jamais construída extensão da linha para Alagoinhas. Depois de funcionar por poucos anos e ser desativada em 1964, inicialmente serviu de sede para o Funrural, depois foi abandonada&nbsp;e&nbsp;demolida. Tudo indica que a área da estação foi vendida para pagar dívidas trabalhistas com os ferroviários. Após a demolição, foi construído um estabelecimento privado no local.</p><p><br></p><p>Fonte (Texto e Imagem):  FEIRENSES: Feira de Santana Aprofundada. A História da Estrada de Ferro de Feira de Santana. Feirenses: Feira de Santana Aprofundada, 2016. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://feirenses.com.br/historia-estrada-de-ferro-feira-de-santana/">https://feirenses.com.br/historia-estrada-de-ferro-feira-de-santana/</a>&gt; acesso em 03 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 03:04:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>FEIRA TÊNIS CLUBE</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3435226647</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br></p><p>Fundado em dezembro de 1944, o Feira Tênis Clube – que era conhecido como “FTC” (lê-se “fe-te-cê”, e não “efe-te-cê”) – já não existe mais enquanto centro de entretenimento em Feira de Santana. O clube, que foi arrematado em leilão por 1,6 milhões de reais em 2013. O imóvel possuía 15 mil metros quadrados de piscinas, área de show, ginásio de esportes, salão de festas e outras áreas que &nbsp;eram frequentadas principalmente pelas elites feirenses de&nbsp;meados do século XX até o&nbsp;início dos anos 2000. O FTC recebia grandes nomes das artes brasileiras como Maysa (1960),&nbsp;Clara Nunes (1976) e Emilinha Borba (1976). Entre os eventos ocorridos “no Tênis”, um destaques era&nbsp;“Uma noite no Hawaii”, realizado sempre nos Sábados de Aleluia, cerca de 15 dias antes da Micareta de Feira de Santana. Atualmente no imóvel funciona Centro Integrado de Educação Inclusiva Colbert Martins da Silva.</p><p><br></p><p>Fonte (Texto e Vídeo): FERREIRA, Danillo. O FEIRA TÊNIS CLUBE. Feirenses: Feira de Santana Aprofundada, 2015. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://feirenses.com.br/feira-tenis-clube/">https://feirenses.com.br/feira-tenis-clube/</a>&gt; acesso em 03 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 03:28:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RÁDIO CULTURA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3435486493</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolido.</p><p><br/></p><p>A televisão mal despontava e o Brasil vivia a “era de ouro do rádio”, que no sudoeste do país consagrava cantores e grupos musicais, levando o público a verdadeiros delírios nos programas de auditório. Em Feira de Santana, não era diferente. A Rádio Cultura (ZYN-24), inaugurada em 1950, enchia o seu grande auditório e premiava o público com muita música e alegria. Fundada por Eduardo Fróes da Mota, a Rádio Cultura foi pioneira, conquistando o título de segunda emissora de rádio a se estabelecer em Feira de Santana. Seus programas de auditório e rádio-teatro tornaram-se símbolos de uma era, cativando a audiência local.Os programas de auditório da Rádio Cultura preenchiam as manhãs de domingo em Feira de Santana, atraindo verdadeiras multidões que lotavam completamente o grande auditório da ZYN-24 (OM), localizada na Rua Professor Geminiano Costa, ao lado do Feira Tênis Clube. Tudo ou quase tudo que as emissoras de televisão fazem hoje, aos domingos, era feito naquela época pelas rádios, com a diferença natural dos recursos financeiros e técnicos que o rádio não dispunha 70 anos <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://atr%C3%A1s.Na">atrás.Na</a> verdade, a televisão veio do rádio com uma única diferença: a imagem que a TV tem. Mas sem a criatividade e o pensamento futurista dos produtores de rádio daquela época, talvez não existisse a televisão em seu formato atual, ou fosse algo bem diferente. Inaugurada em 28 de agosto de 1950, dois anos após a Rádio Sociedade de Feira, graças a um grupo de empresários, tendo à frente Oscar Marques (Oscar Tabaréu), a Rádio Cultura, cognominada ‘A Emissora da Família Feirense’, entrou na disputa de audiência com a vantagem de ter uma sede muito bem estruturada no centro da cidade, contando com um amplo auditório.</p><p>A programação de rádio era um tanto diferente do que se faz atualmente. Um programa com músicas sertanejas ou de forró marcava a abertura dos trabalhos. Francisco Almeida (Chico Caipira) começou na emissora com um programa de música caipira, o que foi anexado artisticamente ao seu nome. Às 7 horas, o jornalismo entrava em ação e, a partir daí, musicais, programas com astrólogos, leitura de cartas e programas sociais (registrando aniversários e outras datas importantes). Ao meio-dia, um programa esportivo, geralmente de grande audiência, e à tarde outros musicais, com pausa às 18 horas para a Hora do Ângelus.</p><p>À noite, programas de variedades, esportes, humor e música. Havia também os programas sociais, realizados por colunistas sociais que falavam dos eventos da alta sociedade, sendo o famoso M. Portugal (o Ibrahim Sued baiano) o precursor desse tipo de programa no rádio local. Na Rádio Cultura, quarta-feira à noite, "Duas Vozes e Um Violão", com Ivanito Rocha e Raimundo Lopes, ‘o cantor galã’, e a apresentação de Dourival Oliveira, era audiência certa entre o público local, de tal maneira que permaneceu no ar durante 14 anos. Havia ainda a "Grande Seresta", com Aristeu Pinto de Queiroz, e programas musicais com Geraldo Borges (bela voz) e o trio Os Divinais – similar ao famoso Trio Irakitan.</p><p>Todavia, toda a movimentação da semana caminhava para o clímax no domingo. Com o auditório repleto, a professora Alcina Dantas (Alcina Gomes Dantas), natural de Itaberaba, realizava, a partir das 8 horas, o programa <em>Brasil de Amanhã</em>, voltado para crianças, e que foi o grande responsável pela revelação de talentos como os cantores Davi Silva, Antônio Moreira (autor do Hino do Fluminense), Leny Madalena, o locutor Itajay Pedra Branca e o jornalista Oydema Ferreira. Pianista, violonista e cantora, a professora Alcina Dantas (1895/1974) teve uma significativa participação na vida da cidade, como profissional do magistério e apresentadora de rádio.Joel Magno, os irmãos Dourival Oliveira, Raimundo e Aristides também apresentaram programas de auditório na Cultura. Em determinadas datas, o auditório era tomado por outro público: o aficionado pelo teatro. Os grupos teatrais da cidade esmeravam-se na produção de peças para os públicos adulto e infantil, garantindo entretenimento educativo e saudável para as diferentes faixas etárias. Entre os anos de 1960/1962, o Festival do Rock, promovido por Ivanito Rocha, movimentou a juventude. Os programas musicais da ‘emissora da família feirense’ tinham uma força muito grande, reunindo cantores de qualidade como Silton Brandão, Léo Ramos, Raimundo Oliveira, Ivanito Rocha, Geraldo Borges, Antonieta Correia, Miriam Arruda, Maria Luiza, Edinalva Santana, Zeny Sales, Margara Sônia, ao tempo que propiciava o surgimento de talentos como Dilma Ferreira, Antônio Moreira, Israel Exalto e Davi Silva. A trajetória da Rádio Cultura reflete transformações significativas ao longo do tempo, adaptando-se às mudanças tecnológicas e à dinâmica do meio de comunicação. Em 26 de julho de 1985, deu um passo importante ao migrar para a frequência FM (107,1) e, a partir de 1994, passou a fazer parte do grupo de rádio e televisão Rede Record.  Atualmente a Rádio Cultura está localizada na Rua Castro Alves e no local e onde estava localizado o antigo imóvel está a CSE - Centro de Saúde Especializado Dr. Leone Coelho Leda</p><p><br/></p><p>Fonte: MARQUES, Zadir. Auditório da Rádio Cultura - uma inigualável época de alegria e sonhos em Feira de Santana. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/secom/noticias.asp?idn=38978">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/secom/noticias.asp?idn=38978</a>&gt; acesso em 04 de abril de 2025.</p><p><br/></p><p>Fonte (Texto e Imagem): JORNAL GRANDE BAHIA. Rádio Cultura celebra 73 anos de história e contribuição para Feira de Santana. Jornal Grande Bahia, 2023. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornalgrandebahia.com.br/2023/09/radio-cultura-celebra-73-anos-de-historia-e-contribuicao-para-feira-de-santana/>acesso">https://jornalgrandebahia.com.br/2023/09/radio-cultura-celebra-73-anos-de-historia-e-contribuicao-para-feira-de-santana/&gt;acesso</a> em 04 de abril de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 14:48:29 UTC</pubDate>
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         <title>CINE TEATRO SANTANA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
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         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolido.</p><p><br/></p><p>“Cine-Teatro Santana, que me faz sonhar, outrora com bandidos roubando a minha coleção de selos e com certa lourinha mordendo-me a ponta do nariz!” (Eurico Alves Boaventura)</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Há 96 anos, em 24 de maio de 1919, a inauguração do Cine-Teatro Santana, a partir da fusão do Cinema da Vitória e o Teatro Santana, que existiam no século XIX. O espaço passou a ser utilizado tanto para as exibições de filmes, quanto para os espetáculos teatrais, musicais e literários. Era situado na antiga Rua Direita, atual Rua Conselheiro Franco, em área pertencente à Santa Casa de Misericórdia. O espaço era considerado um instrumento de difusão dos ideais de civilidade e modernização. Quanto às exibições de filmes e séries, foram apresentados aqueles que tinham a participação de atores renomados no período, como Buck Jones, Buster Keaton, Charles Chaplin, Douglas Fairbanks Jr., Rodolfo Valentino, Tom Mix, entre outros. Filmes como “Tarzan, O Homem Macaco”, de Scot Sidney, 1919, com Elmo Lincoln; “O Garoto”, de e com Charles Chaplin, 1921; “O Filho do Sheik”, de George Fitzmaurice, 1926, com Rodolfo Valentino e Vilma Banky; “A General”, de e com Buster Keaton, 1926; “Cavalheiro Amador”, de Thornton Freeland, 1936, com Douglas Fairbanks Jr. e Elissa Landi; ‘Flash Gordon”, de Frederick Stephani, 1936, com Buster Crabbe e Jean Rogers; “As Aventuras de Sherlock Holmes”, de Alfred L. Werker, 1939, com Basil Rathbone e Nigel Bruce e muitos outros. Os espetáculos musicais ficavam a cargo das filarmônicas locais – Euterpe Feirense, 25 de Março e Vitória – que faziam saraus, além de cantores de fora que animavam as noites das elites feirenses com diversos ritmos. A poetisa e musicista Georgina Erismann, criadora do Hino à Feira, por várias vezes se apresentou no espaço. Em 1919, quando da passagem do Circo Belga pela cidade, foi realizada uma exibição da trupe belga LebAlberts e “seus cães sábios”. Nas apresentações teatrais, destaque para o Grupo Dramático Taborda, o Grêmio Lítero-Dramático Rio Branco e as apresentações de cunho religioso, organizadas por grupos como o núcleo das Noelistas. Além de um espaço de cultura e lazer, o Cine-Teatro Santana foi palco de grandes eventos políticos, como a conferência de Rui Barbosa, quando de sua visita a Feira de Santana, em 25 de dezembro dc 1919. Foi quando ele denominou Feira de Santana de “Princesa do Sertão”.</p><p><br/></p><p>Fonte (Texto e Imagem): SIMAS, Adilson. Feira de Santana: Cinema da Vistória e Teatro Santana, uma fusão que deu certo, no século XIX. Jornal Grande Bahia, 2018. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornalgrandebahia.com.br/2018/03/feira-de-santana-cinema-da-vitoria-e-teatro-santana-uma-fusao-que-deu-certo-no-seculo-xix/>acesos">https://jornalgrandebahia.com.br/2018/03/feira-de-santana-cinema-da-vitoria-e-teatro-santana-uma-fusao-que-deu-certo-no-seculo-xix/&gt;acesos</a> em 04 de abril de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 15:07:18 UTC</pubDate>
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         <title>CASA DE COSME CARNEIRO</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3435541147</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolida em 2000.</p><p>Motivo: Havia ocorrido um incêndio.</p><p><br/></p><p>O imóvel estava situado na rua Marechal Deodoro, 355, esquina com a rua de Santanana. Imponnete, tinha porão e acesso lateral. Serviu como residência para Cosme Carneiro. Também foi utilizado como hospital e delegacia. Depois, se transformou em ponto comercial. Foi demolido, após um incêndio em 2000.</p><p><br/></p><p>Fonte da Imagem: Acervo de Carlos Brito postado na página <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.facebook.com/photo/?fbid=3885741028214658&amp;set=a.578413988947395"><strong>Fotos de Feira de Santana - Bahia a Princesa do Sertão </strong></a>do Facebook.</p><p><br/></p><p>Fonte: DÓREA, Juraci. Feira de Santana: memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 16:23:37 UTC</pubDate>
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         <title>ABRIGO PREDILETO</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
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         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br></p><p>O abrigo Predileto foi construído em 1926 e, como o próprio nome diz, teve como objetivo servir de ponto de ônibus. Ao longo dos anos, tornou-se uma das referências como pontos de conversas sobre a vida feirense, e a lanchonete criou fama principalmente pelo sorvete com doce de leite.</p><p><br></p><p>Fonte (Texto e Imagem): FEIRA DE SANTANA. Iniciado tombamento do abrigo Predileto. Prefeitura Feira, 2017. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/secom/noticias.asp?idn=17460">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/secom/noticias.asp?idn=17460</a>&gt; acesso em 04 de abril de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 16:29:38 UTC</pubDate>
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         <title>ABRIGO SANTANA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
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         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolido em 1991.</p><p><br/></p><p>O abrigo Santana ficava localizado na Praça João Pedreira  próximo ao Paço Municipal [Prefeitura]. O imóvel foi demolido em 1991 para a construção do monumento Todos os Caminhos do artista Juracy Dórea.</p><p><br/></p><p>Fonte: PORTO, Zadir Marques Porto. Abrigos - forma importantes para a cidade em época de crescimento. Prefeitura de Feira. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/secom/noticias.asp?idn=39069">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/secom/noticias.asp?idn=39069</a>&gt; acesso em 04 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 16:44:09 UTC</pubDate>
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         <title>RELÓGIO ROTARY</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3435560376</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br/></p><p>Construído com fibra de vidro, e com 16 metros de altura, o Monumento Relógio Rotary está instalado no cruzamento da Av. Getúlio Vargas com a Rua Visconde do Rio Branco. Suas linhas suaves e sinuosas ajudam a tornar mais leve e aprazível o cenário urbano do agitado centro da cidade. O equipamento teve a parte mecânica&nbsp; projetada pelo engenheiro <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servicos.asp?titulo=FEIRA-191-ANOS:-grande-cientista-feirense-premiado-pela-NASA,-o-g%C3%AAnio-da-tecnologia-Drance-Amorim.html&amp;id=6&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=37895#noticias">Drance Amorim, que trabalhou na NASA</a>, e a base por seu irmão, o arquiteto Amélio Amorim. O relógio foi doado à prefeitura  pelo Rotary Clube de Feira de Santana e foi inaugurado em 1997, contando com o apoio do Banco Sudameris, na época, gerenciado por Helenilton Moreira Silva. Conforme informações, o projeto original eletrônico teria sido modificado para adequá-lo aos recursos então disponíveis. São 27 anos do Relógio do Rotary, que merece mais atenção da comunidade.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Fonte (Texto e Imagem): FEIRA DE SANTANA. Relógio Rotary. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://conhecafeira.com.br/relogio-do-rotary-clube/">https://conhecafeira.com.br/relogio-do-rotary-clube/</a>&gt; acesso em 04 de maio de 2025.</p><p><br/></p><p>PORTO, Zadir Marques Porto. FEIRA 191 ANOS: Relógio Rotary, olhá-lo é preciso. Prefeitura de Feira. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/secom/noticias.asp?idn=37906">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/secom/noticias.asp?idn=37906</a>&gt; acesso em 04 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 16:56:14 UTC</pubDate>
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         <title>HANGAR ASSIS CHATEAUBRIAND</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3435568797</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolido.</p><p><br/></p><p>Precedido de uma série e eventos importantes, a partir da criação do Ministério da Aeronáutica, pelo presidente Getúlio Vargas e a decisiva participação do jornalista Assis Chateaubriand ao lado do interventor federal na Bahia, Landulpho Alves, o primeiro campo de pouso de Feira de Santana foi inaugurado em 27 de outubro de 1942, pelo prefeito Heráclito Dias de Carvalho (Seu Lolô) e várias outras autoridades. O denominado “campo de aviação” ficava localizado no atual bairro George Américo [o bairro recebeu o nome de George Américo devido ao líder das invasões de terra] em uma ampla área que havia sido adquirida em 1936 pelo mesmo prefeito. Vale lembrar que até 1930 no país todo só havia 31 campos de pouso, quatro companhias aéreas e 27 pilotos mercantes. A inauguração do campo de aviação de Feira de Santana aconteceu em meio a grande festa no dia 27 de outubro de 1942, com muitas delegações visitantes como excursionistas de São Gonçalo dos Campos e Paraguaçu, o TG 499 e Filarmônica Sanfelixta (ambos de São Félix), além de alunos da Escola Profissional de Cachoeira. O hangar, com capacidade para seis aviões, foi projetado pelo engenheiro José Lopes de Brito. Às 9 hs.30minutos do dia 27 de outubro de 1942 sobrevoava a cidade o primeiro avião do Aeroclube de Feira, pilotado por Valter Batista Armando Arruda.</p><p>No antigo campo de aviação floresceu o Aeroclube, que formou inúmeros pilotos sob o comando de oficial da Aeronáutica, contando com aviões doados por Assis Chateaubriand. Um daqueles aviões, pilotado por José Torres Ferreira (Zé Petitinga), caiu em mangueira de chácara, no Ponto Central, provocando comoção pública.</p><p>A notícia chegou ao dono do imóvel, quando dava aula de Francês, no Colégio Santanópolis, o Dr. Pedro Américo de Brito, que saiu, precipitadamente, em direção ao local do desastre, seguido por quase todos os estudantes do Colégio e populares, em desabalada e esbaforida correria. O acontecimento era sensacional e inédito, mas resultou em frustração porque soldados do II, 18º. R.I., armados, já haviam isolado toda a área, não permitindo a aproximação de curiosos. O avião teve danos de pequena monta, o piloto livrou-se incólume para novas aventuras aéreas, que não foram poucas, e o Dr. Pedro Américo, salvo alguns galhos quebrados e umas poucas mangas sacrificadas, não sofreu prejuízos. Diante da invasão e ocupação desordenada do campo, outro governador, que tinha propriedade rural em Jaíba, resolveu dar, ao Município, novo campo de pouso, com o nome de aeroporto, unindo o útil ao agradável, mas o campo, construído perto de sua fazenda, caiu no abandono. Nem os “Irmãos Metralha” ali permaneceram. “Brevemente, entretanto, segundo promessa do governo, será recuperado”.</p><p><br/></p><p>Fonte: OLIVEIRA, Evandro. Aeroculbe e Feira de Santana. Santanópolis, 2018. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ginasiosantanopolis.blogspot.com/2018/10/evandro-j.html">https://ginasiosantanopolis.blogspot.com/2018/10/evandro-j.html</a>&gt; acesso em 04 de maio de 2025.</p><p>SIMAS, Adilson.Feira e Santana em história: Do antigo campo de aviação ao aeroporto. Jornal Grande Bahia, 2019. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornalgrandebahia.com.br/2019/02/feira-de-santana-em-historia-do-antigo-campo-de-aviacao-ao-aeroporto-por-adilson-simas/">https://jornalgrandebahia.com.br/2019/02/feira-de-santana-em-historia-do-antigo-campo-de-aviacao-ao-aeroporto-por-adilson-simas/</a>&gt; acesso em 04 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 17:12:39 UTC</pubDate>
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         <title>CINE SANTANOPÓLIS</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3435576124</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolido.</p><p><br/></p><p>O <strong>Cine Santanópolis</strong>, inaugurado em 1958, foi um dos principais centros de entretenimento e cultura em <strong>Feira de Santana</strong>, Bahia. Reconhecido pela sua estrutura moderna e capacidade para 1.500 espectadores, o cinema marcou uma época de grande efervescência cultural na cidade, sendo palco de grandes exibições cinematográficas e apresentações musicais ao vivo. Durante as décadas de <strong>1950 e 1960</strong>, a população de Feira de Santana viveu o auge dos <strong>cinemas de rua</strong> como a principal opção de lazer. Nesse período, as produções hollywoodianas dominavam a programação, levando às telonas histórias de aventura, drama e comédia. As <strong>matinês dominicais</strong> tornaram-se tradição, reunindo pessoas de diferentes idades para uma experiência coletiva que marcaria a memória da cidade. Na década de 1950, Feira de Santana contava com duas casas cinematográficas de destaque: o <strong>Cine Teatro Íris</strong>, localizado na Avenida Senhor dos Passos, e o <strong>Cine Plaza</strong>, de menor porte e ambiente mais intimista. Ambas as salas contribuíram para consolidar a cultura cinematográfica local antes da chegada do Cine Santanópolis.</p><p>Com sua inauguração em <strong>1958</strong>, o <strong>Cine Santanópolis</strong> se destacou pela modernidade de suas instalações, incluindo uma <strong>tela cinemascope colorida</strong> e poltronas confortáveis, além de um sistema de ar renovado. A estrutura diferenciada atraiu um público numeroso e diversificado, consolidando o cinema como referência no cenário cultural de Feira de Santana. Além da programação com os <strong>grandes clássicos de Hollywood</strong>, o <strong>Cine Santanópolis</strong> também se tornou palco de apresentações musicais com artistas de renome nacional, como <strong>Cauby Peixoto</strong>, <strong>Nelson Gonçalves</strong> e <strong>Maysa Matarazzo</strong>. O espaço promovia ainda eventos teatrais e outras manifestações culturais, ampliando sua relevância na cena local. Mesmo com a posterior transformação no <strong>Cine Timbira</strong>, o local manteve o espírito original de centro cultural. Sua trajetória representa um marco na história do entretenimento em Feira de Santana e preserva-se na memória de gerações que frequentaram suas dependências.</p><p><br/></p><p>Fonte (Texto e Imagem): JORNAL GRANDE BAHIA. Cine Santanópolis: Um marco na história do entretenimento em Feira de Santana. Jornal Grande Bahia, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornalgrandebahia.com.br/2025/03/cine-santanopolis-um-marco-na-historia-do-entretenimento-em-feira-de-santana/">https://jornalgrandebahia.com.br/2025/03/cine-santanopolis-um-marco-na-historia-do-entretenimento-em-feira-de-santana/</a>&gt; acesso em 04 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 17:25:57 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>ARMAZÉM MARINHO, SANTOS &amp; CIA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3435582032</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolido.</p><p><br/></p><p>O Armazém Marinho, Santos &amp; Cia foi destruído por um incêndio em 25  de dezembro de 1960. O estabelecimento comercial não estava no seguro. O  armazém foi transferido para outro prédio, na mesma rua, emprestado por  Joaquim Bonfim de Oliveira, enquanto João Marinho e os filhos  reconstruíam o prédio. Um ano depois, a empresa voltava para o mesmo  local, com instalações mais modernas.</p><p><br/></p><p>Fonte (Texto e Imagem): página do Facebook <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="x1i10hfl xjbqb8w x1ejq31n xd10rxx x1sy0etr x17r0tee x972fbf xcfux6l x1qhh985 xm0m39n x9f619 x1ypdohk xt0psk2 xe8uvvx xdj266r x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r xexx8yu x4uap5 x18d9i69 xkhd6sd x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz xkrqix3 x1sur9pj xzsf02u x1s688f" href="https://www.facebook.com/groups/362453737286631/posts/1277690849096244/"><strong>Memórias de Feira de </strong>Santana</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.facebook.com/groups/362453737286631/posts/1277690849096244/">&nbsp;</a><strong><br></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 17:37:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1º IGREJA BATISTA DE FEIRA DE SANTANA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3435587577</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br></p><p>A Igreja foi fundada em 1947 e o imóvel foi construído em 1955.</p><p><br></p><p>Fonte (Imagem): WIKIPEDIA. Primeira Igreja Batista de Feira de Santana. Wikipedia, 2024. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Primeira_Igreja_Batista_de_Feira_de_Santana.jpg">https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Primeira_Igreja_Batista_de_Feira_de_Santana.jpg</a>&gt; acesso em 04 de abril de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 17:48:50 UTC</pubDate>
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         <title>ESTÁTUA DE PADRE OVÍDIO</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3435672143</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br></p><p>A estátua de Padre Ovídio Boaventura está instalada na praça que também leva o seu nome, ao lado da Catedral de Santana. Inaugurada em 1892, foi feita em Paris, por encomenda do primeiro intendente da cidade, o coronel José Freire de Lima. Representa o padre, de corpo inteiro, com uma criança órfã ao seu lado. Considerado um homem muito caridoso, Padre Ovídio Boaventura é uma das personalidades históricas mais importantes de Feira de Santana. Morreu jovem, aos 44 anos, em 1886, mas deixou importantes legados para a cidade, como o Montepio do Artista Feirense, o Asilo Nossa Senhora de Lourdes e a Sociedade Filarmônica Vitória. Ajudou na libertação de muitos escravos, com a compra de cartas de alforria.</p><p><br></p><p>Fonte (Texto e Imagem): FEIRA DE SANTANA. Estátua de Padre Ovídio. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://conhecafeira.com.br/estatua-de-padre-ovidio/">https://conhecafeira.com.br/estatua-de-padre-ovidio/</a>&gt; acesso em 04 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 20:50:29 UTC</pubDate>
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         <title>LIBERDADE DE UMA POETISA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3435675031</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br></p><p>Liberdade de uma Poetisa é o nome dessa escultura instalada na Av. João Durval Carneiro, próximo ao Boulevard Shopping. De autoria do artista plástico feirense Gil Mário, é uma homenagem à poetisa e pianista Georgina Erismann. Autora do Hino à Feira, Georgina Erismann é uma das mais destacadas personalidades da história de Feira de Santana, tendo sido uma brilhante ativista cultural na década de 1930. Costumava promover recitais de piano e saraus poéticos em sua residência, reunindo os mais importantes poetas e intelectuais feirenses daquela época.</p><p><br></p><p>Fonte (Imagem): GIL MÁRIO DE O. MENESEZES ARTISTA PLÁSTICO. Monumento a Georgina Erisman. Gil Mário de O. Menezes artista plástico, 2010. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://gilmarioom.blogspot.com/2010/03/monumento-georgina-erismann.html">https://gilmarioom.blogspot.com/2010/03/monumento-georgina-erismann.html</a>&gt; acesso em o4 de abril de 2025.</p><p><br></p><p>Fonte (Texto): FEIRA DE SANTANA. Liberdade de uma Poetisa. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://conhecafeira.com.br/liberdade-de-uma-poetisa/">https://conhecafeira.com.br/liberdade-de-uma-poetisa/</a>&gt; acesso em 04 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 20:57:46 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>PAINÉIS DO MAP</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3435676288</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br/></p><p>Quem entra no Mercado de Arte Popular pela Avenida Getúlio Vargas logo se depara com dois painéis em azulejo, colocados em cada lado do amplo salão de entrada do mercado: um, intitulado A Feira, o outro intitulado Vaqueiro. Instalados em 1980, quando o antigo mercado de gêneros alimentícios foi reinaugurado com o nome de Mercado de Arte Popular, os painéis são de autoria do artista plástico Juraci Dórea. No inconfundível estilo do autor, em sua primeira fase de produção artística, os painéis retratam um dos tipos característicos do município, o vaqueiro, e uma cena da antiga feira-livre, patrimônio histórico e cultural da cidade que foi extinto pela Prefeitura em 1977.</p><p>Inicialmente ele abrigou a Escola Municipal José Joaquim Seabra. Em 1927 passou a sediar a Escola Normal de Feira de Santana. Em 1943, por ocasião de 2a Guerra Mundial, serviu de quartel provisório para o 18o Batalhão de Infantaria da 6a Região Militar. Abrigou depois a Faculdade de Educação (década de 1960) e o Seminário de Música (década de 1970). Depois de um tempo desativado, passou a sediar o CUCA em 1995.</p><p><br/></p><p>Fonte: FEIRA DE SANTANA. Painéis do MAP. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://conhecafeira.com.br/paineis-do-map/">https://conhecafeira.com.br/paineis-do-map/</a>&gt; acesso em 04 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 21:01:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2º CAMPO DO GADO</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3435677711</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolido</p><p><br></p><p>A expansão do comércio de gado levou à construção de novos currais. Em 1936, na gestão do prefeito Heráclito Dias de Carvalho, foi construído o primeiro campo do gado na área conhecida como Gameleira, hoje Praça do Nordestino. Em 1943, no segundo mandato de Heráclito, novos “currais modelo” foram inaugurados, modernizando a estrutura e permitindo que o comércio de gado se expandisse ainda mais. O evento contou com a presença de autoridades, incluindo o jornalista Assis Chateaubriand, e destacou a crescente importância da Feira de Santana no cenário comercial da Bahia. No entanto, a rápida urbanização da cidade levou à relocação dos currais. Em 1960, o comércio de gado foi transferido para a zona leste de Feira de Santana, onde surgiu o bairro Campo do Gado Novo</p><p><br></p><p>Fonte (Imagem): FEIRA DE SANTANA. Memorial da Feira. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=7">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=7</a>&gt;acesso em 04 de maio de 2025.</p><p><br></p><p>Fonte: Prefeitura de Feira de Santana. Você conhece a história do Campo do Gado ?. You Tube, 2022. 2m49s. Disponível em: </p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=FQtAnnXoQUU&amp;t=47s">https://www.youtube.com/watch?v=FQtAnnXoQUU&amp;t=47s</a>&gt; acesso em 04 de maio de 2025.</p><p><br></p><p>JORNAL GRANDE BAHIA. O papel do Gado na formação e expansão de Feira de Santana. Jornal Grande Bahia, 2024. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornalgrandebahia.com.br/2024/12/o-papel-do-gado-na-formacao-e-expansao-de-feira-de-santana/">https://jornalgrandebahia.com.br/2024/12/o-papel-do-gado-na-formacao-e-expansao-de-feira-de-santana/</a>&gt; acesso em 04 de abril de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 21:05:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1º CAMPO DO GADO</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3435680385</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolido.</p><p><br/></p><p>O comércio de gado cresceu rapidamente, e a cidade começou a se formar em torno dessa atividade. Com o aumento do número de moradores, surgiu a necessidade de manter o gado em áreas delimitadas, evitando que causasse danos à infraestrutura emergente. Surgiram, então, cercados feitos de madeira retirada da mata local, sendo o Alto da Boa Vista, nas proximidades da capela de Senhora Santana, um dos primeiros locais a abrigar esses animais.</p><p>A expansão do comércio de gado levou à construção de novos currais. Em 1936, na gestão do prefeito Heráclito Dias de Carvalho, foi construído o primeiro campo do gado na área conhecida como Gameleira, hoje Praça do Nordestino, local que ficou famoso pelo fato de ali ter ocorrido, em 25 de setembro de 1849, o enforcamento de Lucas da Feira (Lucas Evangelista dos Santos), um escravo que, revoltado, se transformou em terrível bandido. Na verdade, embora popularmente chamada de Praça do Nordestino, no declive final da Avenida Senhor dos Passos, oficialmente trata-se de Praça Dom Pedro II, em homenagem ao imperador que ali esteve em visita ao forte comércio de gado que era feito às segundas-feiras e que dele teria recebido elogios, favoravelmente impressionado.</p><p><br/></p><p>Fonte (Imagem): Página do Facebook <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.facebook.com/photo/?fbid=3304811139640986&amp;set=a.578413988947395"><strong>Fotos de Feira de Santana - Bahia a Princesa do Sertão</strong></a>.</p><p><br/></p><p>Fonte: Prefeitura de Feira de Santana. Você conhece a história do Campo do Gado ?. You Tube, 2022. 2m49s. Disponível em: </p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=FQtAnnXoQUU&amp;t=47s">https://www.youtube.com/watch?v=FQtAnnXoQUU&amp;t=47s</a>&gt; acesso em 04 de maio de 2025.</p><p><br/></p><p>JORNAL GRANDE BAHIA. O papel do Gado na formação e expansão de Feira de Santana. Jornal Grande Bahia, 2024. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornalgrandebahia.com.br/2024/12/o-papel-do-gado-na-formacao-e-expansao-de-feira-de-santana/">https://jornalgrandebahia.com.br/2024/12/o-papel-do-gado-na-formacao-e-expansao-de-feira-de-santana/</a>&gt; acesso em 04 de abril de 2025.</p><p><br/></p><p>PORTO, Zadir Marques. Sem Touradas - Feira de Santana deve muito aos touros. Prefeitura de Feira, 2024. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/secom/noticias.asp?idn=38444#:~:text=Isso%20ocorreu%20em%201960%2C%20na,est%C3%A1%20sediada%20uma%20secretaria%20municipal">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/secom/noticias.asp?idn=38444#:~:text=Isso%20ocorreu%20em%201960%2C%20na,est%C3%A1%20sediada%20uma%20secretaria%20municipal</a>.&gt; acesso em 04 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 21:11:28 UTC</pubDate>
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         <title>TERMINAL RODOVIÁRIO DE FEIRA DE SANTANA </title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3435693996</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br></p><p>O Terminal Rodoviário de Feira de Santana foi inaugurado em 1967.&nbsp; A iluminação da avenida até o Parque de Exposição João Martins da Silva foi colocada no final da década de 60 pelo prefeito João Durval Carneiro.</p><p><br></p><p>Fonte (Texto e Imagem): RIOS, Matheus. Avenida Presidente Dutra em Feira: Origens e modificações históricas. Feirenses: Feira de Santana Aprofundada, 2018. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://feirenses.com.br/avenida-presidente-dutra/">https://feirenses.com.br/avenida-presidente-dutra/</a>&gt; acesso em 04 de abril de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 21:48:05 UTC</pubDate>
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         <title>HOSPITAL D. PEDRO DE ALCÂNTARA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3435698378</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br></p><p>O Hospital Dom Pedro de Alcântara tem raízes profundas na história de Feira de Santana. É mantido pela Santa Casa de Misericórdia, instituição criada com 2 contos de réis doados diretamente pelo próprio Imperador Dom Pedro II, durante sua visita a Feira de Santana, em 1859. O prédio atual do HDPA, na Rua Edelvira de Oliveira, foi inaugurado em 1956. Contando atualmente com 145 leitos, incluindo 12 de Unidade de Terapia Intensiva, é o único hospital de referência nas áreas de cardiologia e oncologia conveniada ao SUS no interior da Bahia, atendendo a mais de 100 municípios. Também oferece tratamento moderno de doenças renais, incluindo transplante de rins, diagnóstico por imagem, laboratório de análises, anatomia patológica, angioplastia, cateterismo, marca-passo, biópsia e ablação.</p><p><br></p><p>Fonte (Texto e Imagem): FEIRA DE SANTANA. Hospital Dom Pedro de Alcântara. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://conhecafeira.com.br/hospital-dom-pedro-de-alcantara/">https://conhecafeira.com.br/hospital-dom-pedro-de-alcantara/</a>&gt; acesso em 04 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 22:01:27 UTC</pubDate>
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         <title>CENTRO DE ABASTECIMENTO</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3435699474</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado</p><p><br/></p><p>O Centro de Abastecimento de Feira de Santana foi inaugurado em 1977, em substituição à histórica feira-livre que ocupava várias ruas do centro da cidade. Com três pavimentos e oito galpões, 1.500 boxes e 3.000 bancas de feirantes, é considerado o maior entreposto comercial do interior do Nordeste. Recebe mercadorias de todas as regiões da Bahia, e também de estados vizinhos, principalmente Sergipe e Pernambuco. Em 2020, teve parte de sua área ocupada pelo shopping popular Cidade das Compras, mas continua sendo um grande mercado de gêneros alimentícios produzidos principalmente pela agricultura familiar.</p><p><br/></p><p>Fonte (Texto e Imagem): FEIRA DE SANTANA. Centro de Abastecimento. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://conhecafeira.com.br/centro-de-abastecimento/">https://conhecafeira.com.br/centro-de-abastecimento/</a>&gt; acesso em 04 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 22:04:54 UTC</pubDate>
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         <title>OBSERVATÓRIO ANTARES</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3435702055</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br/></p><p><strong>Dois jovens entusiastas da ciência, Carlos Bacelar e Augusto César Orrico, idealizaram a criação do Observatório Astronômico Antares</strong>, após o primeiro receber de sua mãe um telescópio, instrumento que despertou o interesse do segundo. <strong>O projeto ganhou forma com o apoio de amigos e autoridades públicas</strong>, tornando-se uma das principais estruturas do tipo no país. Inaugurado em 1971, o Antares se consolidou por duas décadas como um centro de observação astronômica relevante, até ser incorporado à Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) em 1992.</p><p>A origem do Observatório Astronômico Antares remonta à amizade entre Carlos Bacelar e Augusto César Orrico, moradores da Rua Barão de Cotegipe, em Feira de Santana. O ponto de partida ocorreu com o presente dado por Maria Edite Bacelar ao filho, um telescópio, que imediatamente foi compartilhado com o vizinho. A proposta de fundar um observatório surgiu da observação do céu, mas os jovens sabiam das limitações financeiras.</p><p>O pai de Augusto, o professor de Inglês César Orrico, levou a ideia adiante, apresentando-a ao deputado Áureo de Oliveira Filho, que articulou apoio junto ao governador da Bahia, Antônio Carlos Magalhães. Com a adesão de nomes como José Olympio, Egberto Costa, Nailson Chaves, Zadir Porto e o professor Leopoldo, o projeto avançou. A Prefeitura cedeu um terreno no Jardim Cruzeiro e o fotógrafo Antônio Ferreira Magalhães iniciou, com os filhos, a limpeza da área e a construção da cerca de isolamento.</p><p>Augusto Orrico e Antônio Magalhães se capacitaram em fotografia astronômica no Observatório de Juiz de Fora, identificando um telescópio de médio porte como ideal. O equipamento foi adquirido com recursos viabilizados por Ângelo Calmon de Sá, a pedido do governador. O trabalho inicial, conduzido de forma voluntária por uma equipe liderada por Orrico, envolveu nomes como José Ângelo Leite Pinto, Gemicrê Nascimento Silva, Ulisses Lemes Bezerra e Antônio Carlos de Graças Souza.</p><p>A produção científica incluiu o Anuário Astronômico Antares, boletins mensais e divulgação de fenômenos esporádicos. A carta celeste “O Céu da Bahia”, associada à publicação de tábuas de maré, fases da lua e previsões astronômicas, consolidou o caráter técnico do observatório. O engenheiro eletrônico Drance Amorim, ex-colaborador da NASA, contribuiu com a criação de um relógio de quartzo com elevado grau de precisão.</p><p>A diretoria obteve junto à Receita Federal um fotoheliógrafo e, posteriormente, um Telescópio Laser. Entre os principais registros realizados pelo Antares, destacou-se a observação da passagem do cometa Halley, em 1986. Dificuldades financeiras levaram ao fechamento do centro e à sua oferta ao município, que não pôde assumir sua manutenção. Com isso, em 28 de agosto de 1992, o Antares foi formalmente integrado à Universidade Estadual de Feira de Santana.</p><p><br/></p><p>Fonte (Texto e Imagem): JORNAL GRANDE BAHIA. Observatório Antares de Feira de Santana: Trajetória de jovens idealistas à integração universitária. Jornal Grande Bahia, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornalgrandebahia.com.br/2025/05/observatorio-antares-de-feira-de-santana-trajetoria-de-jovens-idealistas-a-integracao-universitaria/#:~:text=Centro%20astron%C3%B4mico%20foi%20fundado%20em,despertou%20o%20interesse%20do%20segundo">https://jornalgrandebahia.com.br/2025/05/observatorio-antares-de-feira-de-santana-trajetoria-de-jovens-idealistas-a-integracao-universitaria/#:~:text=Centro%20astron%C3%B4mico%20foi%20fundado%20em,despertou%20o%20interesse%20do%20segundo</a>&gt; acesso em 04 de abril de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 22:12:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3435702055</guid>
      </item>
      <item>
         <title>FEIRA LIVRE  NA MARECHAL DEDODORO - FOTOGRAFIA FEITA EM 1968</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3435704846</link>
         <description><![CDATA[<p>A história oficial, contestada por alguns, conta que a feira-livre, assim como a própria Feira de Santana, nasceu em volta da capelinha do casal português Domingos e Ana Brandão e lado a lado com a cidade foi crescendo com o passar do tempo, reunindo cada vez mais tropeiros, boiadeiros, vaqueiros, mascates, feirantes e usuários de um modo geral. Independente de quem surgiu primeiro, a verdade é que a feira-livre confundia-se com a própria cidade. O jurista Filinto Bastos, por exemplo, na sua conferência no Cine Santana em junho de 1917 é taxativo recordando a Feira de Santana nas ultimas décadas do século XIX:</p><p>&nbsp;</p><p><em>Feira de Sant'Anna era naquele tempo quase que exclusivamente uma feira de negócios. As preocupações dos lucros e das especulações mercantis tudo empolgavam. Aos domingos poucos freqüentavam as &nbsp;igrejas, tal a azáfama que se notava &nbsp;na ida para as estradas que dão para esta cidade, especialmente a que vem &nbsp;de S. José das Itapororocas, onde mais avultava o número de viajantes chegados do alto sertão e até da então província de Piauhy.&nbsp;</em></p><p>&nbsp;</p><p>Dando fama à cidade, atraindo turistas e visitantes, já no começo do século XX a feira-livre se apresentava como geradora de muitas fontes de renda. Foi nesse tempo que surgiu na planta principal da cidade o Mercado Municipal construído na intendência do coronel Bernardino da Silva Bahia em 1914, custando aos cofres públicos cem contos de réis. Em 1926, edificaria nas suas proximidades o mercado do fato. Durante toda a primeira metade do século passado quando o comercio era incipiente e a industrialização não existia nem em sonho, era a feira-livre que sustentava a economia da cidade, tendo, portanto papel decisivo na instalação, em 1919, de uma agencia do Banco do Brasil. O importante papel desempenhado pela feira-livre, nos primórdios em volta da capelinha e no começo do século XX em volta do mercado municipal, explica a reação de muitos segmentos da cidade, quando o prefeito José Falcão, no final do seu mandato, em janeiro de 1977 transferiu feirantes e usuários do centro da cidade para o Centro de Abastecimento, obra edificada ao longo do seu quatriênio.&nbsp; Afinal, quando da mudança, em 1977, a feira-livre já não funcionava apenas em volta do mercado. Ao se espalhar pelas ruas Sales Barbosa e Marechal Deodoro, ao longo da Avenida Getulio Vargas e por várias transversais, a feira-livre fazia da segunda-feira um dia de grandes negócios, mas também de muita festa, atraindo turistas de várias partes do país.&nbsp; Foram muitas as vozes que se levantaram, mesmo quando o fato já estava consumado. O jornalista Helder Alencar, em longo artigo ao comentar a inconveniência da mudança foi taxativo: Ela, que era tão livre como o pássaro que voa, não poderá subsistir num Centro de Abastecimento...para em seguida reconhecer o fato irreversível: A feira já não existe, pertence a um passado não muito distante e será sempre lembrada por todos os feirenses, que nela viam um pedaço da própria terra, pedaço que agora foi extirpado. Franklin Machado, poeta e também jornalista reconheceu que a feira-livre no centro da cidade, dava qualquer coisa de original e único, mas condenou o saudosismo nesta Feira que se industrializa, que se asfalta em ruas e estradas, que se alteia, arranhando o céu. No seu artigo, depois de lembrar que nós feirenses somos gente portuguesas acostumadas a sair pelo mundo para criar mundos e citar os novos feirenses que tiveram a coragem de sacudir a poeira dos séculos, encerra lembrando que Viver é estar sempre mudando, se renovando. Quando se perde esta capacidade é a velhice e a morte. Decorridos quase quatro décadas da retirada da feira-livre do centro da cidade e em que pese as melhorias e ampliações promovidas pelos diversos prefeitos pós Centro de Abastecimento, inclusive o próprio José Falcão, a verdade é que muitos feirantes, às vezes estimulados pelos próprios usuários dos mais diversos produtos, ainda são vistos em pontos estratégicos do centro comercial, fato profetizado pelo jornalista Franklin Machado que no mesmo artigo previu que a feira "Teimará &nbsp;em ficar pelas adjacências como mulher apaixonada que não quer deixar seu homem".</p><p><br/></p><p>Fonte:  SIMAS, Adilson. A feira livre ao longo do tempo. Prefeitura de Feira, 2015. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?titulo=A%20feira%20livre%20ao%20longo%20do%20tempo&amp;id=38&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=13078">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?titulo=A%20feira%20livre%20ao%20longo%20do%20tempo&amp;id=38&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=13078</a>&gt; acesso em 08 de maio de 2025.</p><p><br/></p><p>FEIRA DE SANTANA. Memorial da Feira. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=8">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=8</a>&gt; acesso em 04 de abril de 2025</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 22:20:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>FEIRA LIVRE NA SALES BARBOSA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3435706567</link>
         <description><![CDATA[<p>Fonte: FEIRA DE SANTANA. Memorial da Feira. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=8">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=8</a>&gt; acesso em 04 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 22:23:24 UTC</pubDate>
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         <title>FEIRA LIVRE NA PRAÇA DA BANDEIRA - FOTOGRAFIA  FEITA EM 1920</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3435707355</link>
         <description><![CDATA[<p>Fonte: FEIRA DE SANTANA. Memorial da Feira. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=8">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=8</a>&gt; acesso em 04 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 22:25:32 UTC</pubDate>
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         <title>HOTEL BELA VISTA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3437115297</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolido em 2007.</p><p><br/></p><p>Possuímos poucas informações sobre este imóvel. Nele funcionou o Hotel Bela Vista. Ao que parece já em 1997 o imóvel já estava abandonado. Em 2007 ocorreu a sua demolição.</p><p><br/></p><p>Fonte (Texto e Imagem): DÓREA, Juraci. Feira de Santana: memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-05 23:35:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>FÁBRICA JURUBEBA LEÃO DO NORTE</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3437148764</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolida</p><p><br/></p><p>Em 1924 o químico Paulo da Costa Lima, criador de um vinho tipo seco feito de jurubeba, criou em Feira de Santana a primeira fábrica de grande porte na cidade: Fábrica Leão do Norte. A fábrica estava situada entre os fundos da Prefeitura e o ABC (hoje Avenida Sampaio) . Era a única construção em meio a um grande matagal. Ocupava uma área de uns 20.000 m², incluindo a chácara com a residência do seu fundador e proprietário. Quando a cidade tornou-se pequena para abrigá-la, levou-a para Salvador onde existe até hoje dentro dos parâmetros atuais. Ficaram os seus discípulos: Francisco Ferreira da Silva, Francisco Valadares, Emídio Trindade, Afonso Rico, Janico Aguiar e Durval Lago, até que o progresso que surgiu após a guerra, em 1945, popularizou o vinho de uva e sepultou as pequenas fábricas de vinho e vinagre.</p><p><br/></p><p>Fonte (Imagem): FEIRA DE SANTANA. Memorial da Feira. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=8">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=8</a>&gt; acesso em 04 de maio de 2025.</p><p><br/></p><p>Fonte: PREFEITURA DE FEIRA. As primeiras Fábricas. Prefeitura de feira, 2017. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?titulo=AS%20PRIMEIRAS%20F%C1BRICAS&amp;id=38&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=17543#:~:text=Assim%20o%20qu%C3%ADmico%20Paulo%20da%20Costa%20Lima,de%20grande%20porte:%20F%C3%A1brica%20Le%C3%A3o%20do%20Norte.&amp;text=Foi%20em%201950%20que%20os%20queimados%20deram,Marivaldo%20Pereira%20Franco%20e%20Carlos%20Sim%C3%B5es%20Oliveira.>acesso">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?titulo=AS%20PRIMEIRAS%20F%C1BRICAS&amp;id=38&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=17543#:~:text=Assim%20o%20qu%C3%ADmico%20Paulo%20da%20Costa%20Lima,de%20grande%20porte:%20F%C3%A1brica%20Le%C3%A3o%20do%20Norte.&amp;text=Foi%20em%201950%20que%20os%20queimados%20deram,Marivaldo%20Pereira%20Franco%20e%20Carlos%20Sim%C3%B5es%20Oliveira.&gt;acesso</a> em 05 de maio de 2025.</p><p><br/></p><p>SIMAS, Adilson. FEIRA EM HISTÓRIA: Fábrica Leão do Norte, primeira indústria de Feira de Santana. Prefeitura de Feira, 2019. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?s=a&amp;titulo=FEIRA%20EM%20HIST%D3RIA:%20F%E1brica%20Le%E3o%20do%20Norte,%20primeira%20ind%FAstria%20de%20Feira%20de%20Santana%20%20&amp;id=38&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=22841">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?s=a&amp;titulo=FEIRA%20EM%20HIST%D3RIA:%20F%E1brica%20Le%E3o%20do%20Norte,%20primeira%20ind%FAstria%20de%20Feira%20de%20Santana%20%20&amp;id=38&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=22841</a>&gt; acesso em 05 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 00:25:23 UTC</pubDate>
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         <title>EUTERPE FEIRENSE</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3437167990</link>
         <description><![CDATA[<p>A Euterpe Feirense foi fundada em 17 de dezembro de 1921 por Leolindo Ramos Júnior e teve como sede, durante trinta anos, o edifício de dois pavimentos e sótão, localizado em frente à Igreja Senhor dos Passos e que também já foi sede da Prefeitura Municipal, da Câmara de Vereadores e da Biblioteca Municipal, hoje um prédio comercial. Na época, havia renhida disputa nas retretas entre a Filarmônica 25 de Março, a mais antiga de Feira de Santana, fundada em 1868, e a Filarmônica Vitória, surgida em 1873.</p><p>Essa porfia, segundo alguns, motivou o nascimento da Euterpe (deusa da música) por cidadãos que não se atrelavam a essa disputa, que também envolvia aspectos político-partidários e até de caráter social. Todavia, foi fundamental o interesse de Hermínio Francisco dos Santos Arsênio Oliveira, sócio comercial de João Marinho Falcão, no processo reinante. Homem de posses, ele doou a área de terra no centro comercial de Feira de Santana, na Rua Conselheiro Franco, e contribuiu financeiramente para a edificação do prédio, cabendo-lhe parte dele. Em 13 de abril de 1952, a sede própria foi inaugurada e a Euterpe não ficou apenas como uma entidade musical, dotada de banda de música, tornando-se também um importante clube social, onde eram realizados importantes eventos como concursos de beleza, datas comemorativas, festas dançantes com consagrados cantores e bandas e, no período da micareta, eram quatro dias de festa com enorme público. A sede no centro da cidade, inaugurada em 1952, no governo municipal do professor e tabelião Almachio Alves Boaventura (1951/1955), com andar térreo e dois pavimentos, dotados de elevador, teve um significado de modernidade para Feira de Santana. No térreo, funcionava o clube social e, nos dois outros pavimentos, o Hotel Euterpe. Durante muito tempo, foi importante a participação da banda musical (filarmônica) da Euterpe em eventos sociais, retretas, inaugurações e comemorações de datas cívicas. A Euterpe manteve sempre uma relevante banda musical (filarmônica), congregando artistas de qualidade e dedicados, sob a regência de renomados maestros como: Onório Rios, Álvaro Lima, Armando Nobre, Aloísio Pimenta, Antônio Menezes e Nilo Pereira Souza. Do mesmo modo, contou com representativos dirigentes, dentre os quais o advogado José Falcão da Silva e o professor José Raimundo de Azevedo, que ocuparam a cadeira de prefeito de Feira de Santana.</p><p><br/></p><p>Fonte (Texto e Imagem): PORTO, Zadir Marques. EUTERPE FEIRENSE- Mais de um século na vida da cidade Princesa. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?s=a&amp;titulo=EUTERPE%20FEIRENSE%20%96%20MAIS%20DE%20UM%20S%C9CULO%20NA%20VIDA%20DA%20CIDADE%20PRINCESA&amp;id=38&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=39147">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?s=a&amp;titulo=EUTERPE%20FEIRENSE%20%96%20MAIS%20DE%20UM%20S%C9CULO%20NA%20VIDA%20DA%20CIDADE%20PRINCESA&amp;id=38&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=39147</a>&gt; acesso em 05 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 00:49:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ESTÁDIO ALBERTO OLIVEIRA [JÓIA DA PRINCESA]</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3437180048</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br/></p><p>O dia 15 de novembro — data da Proclamação da República, feriado nacional — também é significativo para os apaixonados por futebol em Feira de Santana. São poucos os que não apreciam esse esporte. Exatamente no dia 15 de novembro de 1964, era inaugurado o atual estádio municipal, que, em 1993, por meio de um projeto do então vereador Hosanah Leite (falecido), aprovado pela Câmara Municipal e sancionado pelo prefeito João Durval Carneiro, passou a se chamar Estádio Alberto Sampaio de Oliveira, em homenagem ao desportista que foi vice-presidente e presidente do Fluminense, clube campeão baiano em 1963 e 1969.Embora oficialmente denominado Estádio Alberto Sampaio de Oliveira, em justa homenagem ao "Dr. Beto", pela sua extrema contribuição ao Fluminense, clube no qual também jogou, o estádio é mais conhecido como "Joia da Princesa". Esse apelido foi dado pelo narrador esportivo Edmundo de Carvalho Junior, o "Palito" (falecido), que, na época, chefe da equipe de esportes da Rádio Sociedade de Feira, em 1967, fez essa associação com o estádio Brinco de Ouro da Princesa, do Guarani de Campinas (SP).</p><p>Originalmente, o estádio municipal de Feira de Santana foi construído entre 1951 e 1953, pelo prefeito Almachio Alves Boaventura, no mesmo local do atual. Era dotado de uma mureta em torno do gramado, com pouco mais de um metro e meio de altura, e um alambrado. Havia um pequeno lance de arquibancada, de cerca de 30 metros, e o gramado era muito irregular, com o chamado "capim de burro". O estádio foi inaugurado em 23 de abril de 1953, com o amistoso entre o Bahia de Feira (time amador) e o fortíssimo Galícia, primeiro tricampeão baiano de futebol. O Bahia de Feira, conhecido como "bicho-papão do interior", venceu por 2 a 0, com gols do atacante Mário Porto, um em cada tempo. O estádio original foi desativado e demolido em 1964, durante a gestão do prefeito Joselito Falcão de Amorim, que iniciou a construção do novo estádio, concluído pelo prefeito João Durval Carneiro, que esteve à frente da prefeitura de 1967 a 1971. Com o Fluminense, o Bahia de Feira e o Feirense na segunda divisão do futebol baiano, o Joia da Princesa, nos seus 60 anos, aguarda a nova temporada em 2025 para voltar a sentir o calor da torcida.</p><p><br/></p><p>Fonte (Texto e Imagem): PORTO, Zadir Marques. Estádio Joia da Princesa - 60 anos no dia 15 de novembro. Prefeitura de Feira, 2024. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?s=a&amp;titulo=Est%E1dio%20Joia%20da%20Princesa%20-%2060%20anos%20no%20dia%2015%20de%20novembro&amp;id=38&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=38378">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?s=a&amp;titulo=Est%E1dio%20Joia%20da%20Princesa%20-%2060%20anos%20no%20dia%2015%20de%20novembro&amp;id=38&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=38378</a>&gt; acesso em 05 de maio de 2025</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 01:02:19 UTC</pubDate>
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         <title>CASARÃO OLHOS D&#39;ÁGUA </title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3437182336</link>
         <description><![CDATA[<p>Casarão em 1974, antes da reforma.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 01:05:02 UTC</pubDate>
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         <title>BAR RN</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3437200970</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolido.</p><p><br/></p><p>O Bar RN, fundado por José Bacelar Rios, conhecido como Zeca Bacelar, em 1959, tornou-se um ícone da vida social de Feira de Santana. Localizado na confluência das ruas Carlos Gomes e Visconde do Rio Branco, em frente ao imóvel do antigo Feira Tênis Clube, o estabelecimento atraía moradores locais e visitantes, especialmente migrantes do Nordeste. O seu surgimento no final da década de 1950 coincidiu com o despontar do Feira Tênis Clube (FTC), atraindo a sociedade feirense para os eventos festivos ali realizados e a notoriedade alcançada pela feira-livre nos dias de segunda-feira. Desse modo, antes e depois das programações desenvolvidas no FTC, como bailes, apresentação de cantores e grupos musicais, formaturas, ou mesmo festas como a Micareta, grande parte dos seus associados reunia-se no Bar RN.O RN adotado no nome do estabelecimento, que muitos pensavam tratar-se de uma referência ao Rio Grande do Norte, por ser o proprietário potiguar, nada tinha de verdadeiro. Baiano de Mairi, Zeca Bacelar focava inteligentemente na população migrante da região Nordeste, tanto assim que quase ao mesmo tempo ele inaugurou o Abrigo Nordestino, na Praça Dom Pedro II, que foi transformado em uma loja de confecções. Zeca Bacelar faleceu ainda jovem em 1969. Durante dois anos, seus filhos Joselito (falecido) e Carlinhos ficaram à frente do Bar RN e do Abrigo Nordestino, mas eram muito jovens e sem experiência, preferindo a família desfazer-se dos dois estabelecimentos.</p><p><br/></p><p>Fonte (Texto e Imagem): PORTO, Zadir Marques. BAR RN: marca de um tempo feliz na cidade princesa. </p><p>Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?s=a&amp;titulo=Bar%20RN:%20marca%20de%20um%20tempo%20feliz%20na%20cidade%20princesa&amp;id=38&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=38732">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?s=a&amp;titulo=Bar%20RN:%20marca%20de%20um%20tempo%20feliz%20na%20cidade%20princesa&amp;id=38&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=38732</a>&gt; acesso em 05 de maio de 2025.</p><p><br/></p><p>JORNAL GRANDE BAHIA. Bar RN: Memórias de um tempo marcante em Feira de Santana. Jornal Grande Bahia, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornalgrandebahia.com.br/2025/02/bar-rn-memorias-de-um-tempo-marcante-em-feira-de-santana/">https://jornalgrandebahia.com.br/2025/02/bar-rn-memorias-de-um-tempo-marcante-em-feira-de-santana/</a>&gt; acesso em 05 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 01:23:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>FEIRA TÊNIS CLUB - MICARETA EM 1990</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3437209208</link>
         <description><![CDATA[<p>Reportagem de Beto Fernandes no FTC em 1990.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 01:32:52 UTC</pubDate>
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         <title>CASA DE ÁLVARO SIMÕES FERREIRA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3437227083</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolida.</p><p><br/></p><p>O imóvel pertenceu ao coronel Álvaro Simões Ferreira. Em dezembro de 1919 recebeu a visita de Ruy Barbosa que estava em campanha política pelo interior do Estado. Ruy Barbosa foi recepcionando com grande entusiasmo na Praça da Matriz. A presença de Barbosa, entretanto, durou pouco: apenas uma noite. Ruy Barbosa achou a residência "pouco ventilada" e optou por uma chácara nos arredores da cidade. O edíifico Marla foi construído depois que o antigo imóvel foi demolido, ainda no corredor lateral existe a placa preservada que registra a visita histórica de Ruy Barbosa.</p><p><br/></p><p>Fonte (Texto e Imagem): DÓREA, Juraci. Feira de Santana: memória e remanescentes da arquitetura eclética. Feira de Santana: UEFS Editora, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 01:51:48 UTC</pubDate>
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         <title>MONUMENTO AO CAMINHONEIRO</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3437459635</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br></p><p>No segundo mandato como prefeito de Feira, em setembro de 2007, Zé Ronaldo inaugurou o ‘<strong>Monumento ao Caminhoneiro do Brasil’,</strong> o nosso “Giganti della Strada”, uma enorme escultura em forma de pórtico, em metal e cimento, de autoria do artista Gil Mário, erguida na avenida Presidente Dutra, no centro de Feira de Santana. “<em>Trata-se de um cartão postal de Feira de Santana</em>“, dizem os entusiastas não sem certo exagero embora seja um equipamento que não deixe de chamar a atenção na movimentada via onde se encontra.&nbsp; O arrojado monumento que substituiu um tímido busto de bronze de um eminente da Feira, passados já 15 anos, ainda não é uma unanimidade, o que não deixa de ser saudável, e as críticas mais evidentes e populares são pela falta de obviedade da homenagem: “<em>caminhoneiro passa ali mas não sabe que a homenagem é pra ele, não entende”.&nbsp;</em>Quem percebe os detalhes vê o caminhão, as carrocerias e seus desenhos, a sinuosidade das estradas, a curva das chaparias, a alma do caminhoneiro. Talvez,&nbsp; como homenagem pública que é, falte uma placa grande, um indicativo com o nome visualizado de longe: “<strong>Monumento ao Caminhoneiro do Brasil”.</strong></p><p><br></p><p>Fonte (Imagem): FEIRA DE SANTANA. Monumento ao Caminhoneiro. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://conhecafeira.com.br/monumento-ao-caminhoneiro/">https://conhecafeira.com.br/monumento-ao-caminhoneiro/</a>&gt; acesso em 05 de maio de 2025.</p><p><br></p><p>Fonte (Texto): RÊGO, Jânio. Monumento ao Caminhoneiro completa 15 anos. Blog da Feiram 2022. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://blogdafeira.com.br/home/2022/08/03/monumento-ao-caminhoneiro-completa-15-anos/>acesso">https://blogdafeira.com.br/home/2022/08/03/monumento-ao-caminhoneiro-completa-15-anos/&gt;acesso</a> em 05 de maio de 2025</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 06:01:12 UTC</pubDate>
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         <title>CASA SUSPENSA </title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3437475373</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolido em 2023 </p><p><br/></p><p>O imóvel foi projetado pelo arquiteto Amélio Amorim. O prédio foi construída em plano elevado, sobre pilares que a mantinham distante do solo.</p><p><br/></p><p>Fonte (Imagem): Google Maps.</p><p><br/></p><p>Fonte (Texto): JÚNIOR, Rubem. Feira de Santana e seus últimos retrocessos históricos culturais. Diário da Notícia, 2023. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.diariodanoticia.com/2023/09/feira-de-santana-e-seus-ultimos.html>acesso">https://www.diariodanoticia.com/2023/09/feira-de-santana-e-seus-ultimos.html&gt;acesso</a> em 05 de maio de 2025</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 06:15:27 UTC</pubDate>
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         <title>TEATRO MAGARIDA RIBEIRO</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3437483605</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br/></p><p>O Teatro Municipal Margarida Ribeiro [ o teatro recebeu esse nome em homenagem a Margarida Ribeiro foi atriz e ativista política em Feira de Santana, tendo participado do célebre XXX Congresso da UNE, realizado clandestinamente num sitio, em Ibiúna, em São Paulo, quando acabou sendo presa por policiais do Dops. Atuou em várias peças encenadas nos anos 60 em Feira de Santana, incluindo "O Boi e o Burro a Caminho de Belém", "Joãozinho e Maria" e "Pinóquio". Estudava na Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia, UFBA, quando faleceu tragicamente em acidente automobilístico, em 5 de maio de 1975.] foi aberto em novembro de 1982, com concerto da Orquestra Sinfônica da Bahia, depois de intervenção do então prefeito José Raimundo de Azevêdo, que transformou o auditório do Colégio Monteiro Lobato no Teatro Municipal Margarida Ribeiro a pedido da classe artística. O prédio, localizado no bairro Capuchinhos, ficou fechado de 1997 a 2007 para espetáculos, sendo utilizado apenas para ensaios e oficinas até 2003. Foi reestruturado e reinaugurado no dia 25 de setembro de 2008. A data lembra o aniversário do jornalista Egberto Tavares Costa, que nomina a Fundação Cultural Municipal. Um sistema de refrigeração foi instalado, a platéia recebeu 258 poltronas e mais quatro espaços para portadores de necessidades especiais.</p><p><br/></p><p>Fonte (Imagem): FEIRA DE SANTANA. Teatro Margarida Ribeiro reabre com uma delícia de comédia. Prefeitura de Feira, 2015. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?titulo=Teatro%20Margarida%20Ribeiro%20reabre%20com%20uma%20del%EDcia%20de%20com%E9dia&amp;id=29&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=12327">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?titulo=Teatro%20Margarida%20Ribeiro%20reabre%20com%20uma%20del%EDcia%20de%20com%E9dia&amp;id=29&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=12327</a>&gt; acesso em 05 de maio de 2025.</p><p><br/></p><p>Fonte: FEIRA DE SANTANA. Teatro Municipal Margarida Ribeiro. Prefeitura de Feira, 2015. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?id=29&amp;s=a&amp;link=funtitec/teatro.asp">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?id=29&amp;s=a&amp;link=funtitec/teatro.asp</a>&gt; acesso em 05 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 06:22:35 UTC</pubDate>
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         <title>BAR FERRO DE ENGOMAR</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3437499808</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br/></p><p>O bar ferro de engomar é o  mais antigo da princesa do sertão instalado entre início da Avenida Senhor dos Passos com a Rua Senador Quintino e defronte para a Praça Duque de Caxias, em um prédio de primeiro andar. Construído por volta de 1930 pelo comerciante Manoel Dias da Silva, com o objetivo de abrir uma mercearia a fim de atender aos poucos moradores das proximidades. Só que Manoel não imaginou que a sua mercearia fosse durar tanto tempo, e sempre com sucesso. Na ocasião, a mercearia servia de ponto de apoio aos viajantes que iam e vinham de outras cidades, pela antiga estrada que dava acesso a Salvador (Bahia). Depois de uma temporada, o comerciante resolveu desligar-se da mercearia e passou para o seu filho Milton, que permaneceu algum tempo como titular, já que a então mercearia era um ponto de referência. Tempos depois, a família resolveu se desfazer do negócio, passando-o para um espanhol de nome Palmiro, que tinha como funcionário conhecido por Carlito. Como Palmiro não demorou muito, o Carlito resolveu assumir o negócio, já que a mercearia dava bons lucros e era bastante conhecida. Quando do quarto proprietário, o Sinval, aconteceu à primeira reforma e foi transformado em um bar, sem fechar a mercearia. Em 1971 o ponto foi adquirido por Edson Valter Barreto de Oliveira que investiu na época, 15 mil cruzeiros e transformou o Ferro de Engomar em um bar. Quanto à origem do nome é pelo formato do prédio “parece um ferro de engomar”. Os frequentadores eram atraídos pelas variedades e qualidade dos tira-gostos: caldos de siri, bolinho de bacalhau e peixe frito, carne do sol, lambreta, caldos diversos, a especial sopa de mariscos às terças-feiras e aperitivos da época “caipirinha”. O movimento nos fins de semana era grande que as mesas eram armadas no meio da rua, devido à falta de espaço no bar. Uma vitrola propiciava boa música. O “Ferrinho” como era chamado pelos frequentadores, após a morte de Edson, viveu alguns momentos felizes. Esteve sob a direção do ex-craque de futebol Ubaldo que foi jogador do Fluminense de Feira e Bahia da capital. Posteriormente o bar foi adquirido por Zilcar Oliveira de Souza, que vindo de São Paulo com experiência no ramo, procurou manter o bar na sua originalidade, tanto no aspecto físico do prédio, como no cardápio e no atendimento. Velhos frequentadores foram aparecendo, juntando-se aos novos. O bar funcionava de segunda-feira a sábado e viveu nos fins de semana com uma grande frequência. O antigo cardápio foi mantido com adesão do espetinho, e servido o melhor cupim. As bebidas eram as mais tradicionais, aguardente com licor de pequi. Som ambiente e como não poderia deixar de ser, futebol pela televisão quando tinham jogos do campeonato nacional das séries A e B.Todavia, nos últimos quatro anos, o sistema de funcionamento tornou-se mais restrito. “Depois da pandemia do Covid e com a violência ou insegurança, que vem se verificando em toda a parte, o funcionamento passou a ser mais limitado”, explica Genilda Moreira Barbosa, esposa do proprietário.</p><p><br/></p><p>Fonte (Texto e Imagem): A VERACIDADE. Ferro de Engomar: Um patrimônio Feirense. A Veracidade: A Notícia Verdade, 2021. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://averacidade.com.br/sem-categoria/ferro-de-engomar-um-patrimonio-feirense/">https://averacidade.com.br/sem-categoria/ferro-de-engomar-um-patrimonio-feirense/</a>&gt; acesso em 05 de maio de 2025.</p><p><br/></p><p>PORTO, Zadir Marques. Ferro de Engomar - uma história secular com algumas interrogações. Acorda Cidade, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.acordacidade.com.br/feira-de-santana/ferro-de-engomar-uma-historia-secular-com-algumas-interrogacoes/">https://www.acordacidade.com.br/feira-de-santana/ferro-de-engomar-uma-historia-secular-com-algumas-interrogacoes/</a>&gt; acesso em 05 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 06:36:08 UTC</pubDate>
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         <title>CINE TEATRO ÍRIS</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3437526824</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolido em 2013</p><p><br/></p><p>O Cine Teatro Iris foi inaugurado em 9 de maio de 1944 graças a uma sociedade formada pelos senhores: Iderval Alves, Felinto Marques de Cerqueira, Teodomiro Alves, Adalberto Constâncio Pereira, Hermínio Francisco dos Santos, Cícero Freitas de Carvalho, Arnold Ferreira da Silva, Eduardo Froes da Mota, Mercedes Freitas de Carvalho e Carlos Rubinho Bahia. Em 1948, o cinema foi vendido por R$400 mil ao empresário Afonso Cavalcante de Carvalho, na época proprietário da maior rede de cinemas do estado. Em 1962, o Iris foi adquirido pelos irmãos Normando e Nilton Barreto, numa transação de R$1.250 mil, pagos em 12 prestações mensais. No período de 1970 a 1981, o estabelecimento foi arrendado à Distribuidora de Filmes Calumbí e, com o final do contrato, voltou aos irmãos Barreto. O Iris contava com 1.200 assentos e, na época de ouro de Hollywood, entre as décadas de 1940 e 1960, a sociedade feirense ali se reunia elegantemente trajada nas sessões noturnas para assistir a películas como <em>E o Vento Levou</em>, <em>Assim Caminha a Humanidade</em>, <em>Olhai os Lírios no Campo</em>, <em>Os Canhões de Navarone</em>, <em>Casa de Bonecas</em>, com atores do nível de Clark Gable, Ernest Borgnine, Rock Hudson, Doris Day, Ingrid Bergman, Brigitte Bardot, Humphrey Bogart e muitos outros.</p><p><br/></p><p>Fonte: PORTO, Zadir Marques. Quem lembra do Cine Íris? O faroeste nas telas foi o sonho de uma geração. Acorda Cidade, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.acordacidade.com.br/feira-de-santana/quem-lembra-do-cine-iris-o-faroeste-nas-telas-foi-o-sonho-de-uma-geracao/">https://www.acordacidade.com.br/feira-de-santana/quem-lembra-do-cine-iris-o-faroeste-nas-telas-foi-o-sonho-de-uma-geracao/</a>&gt; acesso em 05 de maio de 2025.</p><p><br/></p><p>PORTO, Zadir Marques.Cine Teatro Iris - O farwest nas telas foi o sonho de uma geração. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?s=a&amp;titulo=Cine%20Teatro%20Iris%20%96%20O%20farwest%20nas%20telas%20foi%20o%20sonho%20de%20uma%20gera%E7%E3o&amp;id=38&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=38884">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?s=a&amp;titulo=Cine%20Teatro%20Iris%20%96%20O%20farwest%20nas%20telas%20foi%20o%20sonho%20de%20uma%20gera%E7%E3o&amp;id=38&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=38884</a>&gt; acesso em 05 de maio de 2025.</p><p><br/></p><p>PEIXOTO, Alberto. E lá se foi o Cine Iris. Jornal Grande Bahia, 2014. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornalgrandebahia.com.br/2014/05/e-la-se-foi-o-cine-iris/">https://jornalgrandebahia.com.br/2014/05/e-la-se-foi-o-cine-iris/</a>&gt; acesso em 05 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 06:54:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>COLÉGIO SANTANOPÓLIS</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3437584704</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolido.</p><p><br/></p><p>Tendo funcionado entre 1933 e 1984, o Colégio Santanópolis marcou época em Feira de Santana, sendo considerado uma das melhores instituições de ensino da Bahia. Foi responsável pela formação intelectual de muitas pessoas que viriam a se destacar nas artes, nas profissões liberais, na política e na administração pública de Feira de Santana e da Bahia.</p><p><br/></p><p>Fonte: FEIRA DE SANTANA. Colégio Santanopólis. Memorial da Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=11">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=11</a>&gt; acesso em 04 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 07:37:42 UTC</pubDate>
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         <title>VISTA DA PREFEITURA EM 1950</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3437590847</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p>CINE TEATRO SANTANOPÓLIS</p></li><li><p>PREFEITURA DE FEIRA DE SANTANA</p></li><li><p>PAVIMENTO 01 DO COLÉGIO SANTANOPÓLIS</p></li><li><p>PAVIMENTO 02 DO COLÉGIO SANTANOPÓLIS</p></li><li><p>PAVIMENTO 03 DO COLÉGIO SANTANAPÓLIS</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 07:42:02 UTC</pubDate>
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         <title>AVENIDA SR. DOS PASSOS DURANTE DESFILE</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3437597283</link>
         <description><![CDATA[<p>Estudantes do Colégio Santanopólis participando de um desfile em 1945, ao fundo da imagem podemos ver o Casarão localizado ao lado da Igreja do Senhor dos Passos.</p><p><br></p><p>Fonte:  FEIRA DE SANTANA. Colégio Santanopólis. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=11">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=11</a>&gt; acesso em 04 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 07:46:15 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>CASINO IRAJÁ</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3438234188</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolido.</p><p><br></p><p>Muito se tem falado sobre a existência nesta cidade do Cassino Irajá, uma casa noturna concebida pelo saudoso Oscar Marques, o ‘Oscar Tabaréu’. Em 1984 o dublê de publicitário e jornalista José Carlos Pedreira, o Zé Coió, após entrevistar Oscar Marques publicou na então Revista Hoje os sete anos que marcaram a existência do famoso cassino. No início da década de 40, chegava a Feira de Santana, vindo de um pequeno lugarejo, chamado Anguera um rapazinho. Era Oscar Marques que foi estudar no colégio do professor Leonídio Rocha. No curso que frequentava existiam mais quatro garotos com o nome de Oscar, e ele, por ter vindo de vilarejo e ser muito acanhado, foi logo batizado com o apelido de “Oscar Tabaréu”, nome pelo qual ficou conhecido e chamado por toda a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://vida.Al">vida.Al</a>ém de estudar, Oscar passou a trabalhar no armazém de secos e molhados de propriedade de seu irmão Alto Marques. Pouco tempo depois já acostumado a uma cidade em franco desenvolvimento, Oscar Tabaréu iniciou sua vida de comerciante. Abriu a famosa Sorveteria Riviera, na Rua Direita, e mais tarde o Hotel Universo, onde hoje está localizado o Centro Comercial Mandacaru.Feira de Santana crescia muito, pois ficava num dos principais entroncamentos rodoviários do país, constituindo-se em ponto de parada para todos os viajantes em trânsito na região. Com a instalação de uma Companhia do Exército a cidade cresceu mais ainda e ressentia-se da necessidade de uma grande noturna para o deleite dos visitantes e dos próprios moradores da terra.O Brasil tinha, naquela época muitos cassinos e Feira haveria de ter o seu. Em 1942 um amigo de Oscar, José Berbet Tavares foi nomeado prefeito e sentindo também o progresso da cidade, prometeu a Oscar que Feira teria um cassino nos mesmos moldes dos que existiam em Salvador, onde o Tabarís e o Palace Hotel eram as mais famosas casas das noites baianas. Oscar Tabaréu adquiriu uma área na praça dos Remédios e em 1943 inaugurava o Cassino Irajá. Funcionaria com roletas, bacará, jogos diversos e show. Em 1945, o novo presidente da República, Eurico Gaspar Dutra decretou o fim do jogo no Brasil. O Cassino Irajá sofreu as consequências, da mesma forma como sofreram os cassinos famosos da época: Tabaris, em Salvador; Quitandinha, em Petrópolis; Atlântico e Cassino da Urca, no Rio e outros. Proibido o jogo, Oscar transformou o Irajá numa casa exclusivamente para shows. Vieram então as grandes orquestras, inclusive internacionais, e muitas atrações artísticas. Ai, começou realmente a fase áurea do Cassino Irajá, uma casa noturna alinhadíssima, com homens engravatados e bem trajados, mulheres bonitas vindas de todas as partes do país, e os grandes espetáculos, tais como os balés de Evandro Castro Lima e Sérgio Maia, o grande cantor argentino Fernando Borel, o caboclinho Sílvio Caldas, Orlando Silva, Nelson Gonçalves, a famosa Marilu, as orquestras do Cassino de Sevilha e Frevos de Pernambuco, além da orquestra da casa com 17 figurantes.</p><p>O Cassino Irajá possuía ainda outra orquestra, composta de violinos, contra-baixos, piano e acordeon, que tocava nos intervalos. A orquestra era dirigida pelo maestro Leonel Brito e possuía músicos excelentes: Miro, Davi, Elias, Aloisio, etc. De lá saíram músicos que foram brilhar em orquestras de sucesso no sul do país, tais como Aurino e Maneca. Emocionado Oscar conta: “O Cassino Irajá foi a grande escola da época. Lá os homens aprendiam a dançar, a se comportar bem perante uma dama (curvar-se, buscá-la e levá-la de volta à mesa), além de procurarem sempre se vestir bem, com o chic da época”. As mulheres Sempre lindas, educadas e bem vestidas, pintadas e prontas para as maravilhosas noitadas. Moravam em apartamentos do próprio cassino ou em hotéis da cidade. O Irajá as importava de todas as partes e as que ficaram famosas foram: Isaurinha, Ortência, Darke, China, Madalena, Elenita e muitas outras que dançavam boleros e valsas”.</p><p>Sobre a clientela, com sinais de saudades “Um lugar de muito respeito e com a presença da nata da cidade. Inclusive chegamos a ter, numa mesma noite, gente de três gerações, de uma só família, como foi o caso de Aníbal, Zezé e Zelito Tavares, avô, pai e filho que iam assistir aos grandes shows. Outros exemplos: Aurinho e Juca, Oscar Erudilho e Carlito, Manuel e Carlos Marques. E todo esse verdadeiro “sonho dourado” durou sete anos, período em que as melhores orquestras e balés do país vieram se exibir no Cassino Irajá, que também proporcionou meios para que todos os shows pudessem ser igualmente apresentados no Feira Tênis Clube e no Cinema Iris, locais onde as senhoras e senhoritas da sociedade assistiam aos espetáculos.</p><p><br></p><p>Fonte (Imagem): SIMAS, Adilson. Feira de Santana em História: A Feira há 66 anos. Jornal Grande Bahia, 2019. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornalgrandebahia.com.br/2019/03/feira-de-santana-em-historia-a-feira-ha-66-anos-por-adilson-simas/">https://jornalgrandebahia.com.br/2019/03/feira-de-santana-em-historia-a-feira-ha-66-anos-por-adilson-simas/</a>&gt; acesso em 06 de maio de 2025.</p><p><br></p><p>Fonte: SIMAS, Adilson. Feira de Santana em História: O Cassino Irajá. Jornal Grande Bahia, 2019. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornalgrandebahia.com.br/2019/07/feira-de-santana-em-historia-o-cassino-iraja-por-adilson-simas/">https://jornalgrandebahia.com.br/2019/07/feira-de-santana-em-historia-o-cassino-iraja-por-adilson-simas/</a>&gt; acesso em 06 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 15:15:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1º IGREJA BATISTA FUNDAMENTALISTA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3438431363</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br/></p><p>Não temos informações sobre o período em que o imóvel foi construído. De acordo com a placa na entrada da Igreja a mesma foi fundada em 1937 e organizada em 1949.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 17:31:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>MÓDULO POLICIAL</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3438740806</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br></p><p>Não possuímos informações acerca do módulo policial.</p><p><br></p><p>Fonte (Imagem): SUZARTE, Gutemberg. FEIRA DE SANTANA NO PASSADO E NO PRESENTE (EPISÓDIO 5).Gutemba News, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gutembanews.com.br/2025/04/feira-de-santana-no-passado-e-no.html?m=0">https://www.gutembanews.com.br/2025/04/feira-de-santana-no-passado-e-no.html?m=0</a>&gt; acesso em 06 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 23:16:54 UTC</pubDate>
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         <title>MONUMENTO MAÇÔNICO</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3438756710</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br></p><p>O monumento foi criado em 2012 com o objetivo de divulgar os trabalhos da maçônicos em Feira de Santana. Sobre a história da Maçonaria em Feira de Santana, destaco os extratos presente na pesquisa do historiador Israel Silva:</p><p><br></p><p>"</p><p>No Brasil a história de implementação da maçonaria perpassa pelas relações internacionais dos</p><p>expoentes europeus maçônicos: Inglaterra e França,</p><p>que não por acaso também eram os expoentes da</p><p>economia e do discurso de modernidade. Há relatos</p><p>da presença de maçons pelas cidades litorâneas brasileiras de modo avulso como Olinda, Salvador e Rio</p><p>de Janeiro e podemos dar destaque a Sebastião José</p><p>de Carvalho, Conde de Oeiras e Marquês de Pombal</p><p>(KLOPPENBURG, 2000) porém sem organização federativa, ou como os maçons falam, uma Oficina justa,</p><p>perfeita e regular. Em 1801 fora fundada e instalada a primeira loja maçônica devidamente reconhecida, ‗Reunião‘</p><p>filiada ao Grande Oriente Francês usando o Rito do</p><p>respectivo Oriente, Moderno ou Francês. Ao ser informado que no Brasil havia uma loja filiada ao oriente</p><p>francês, Portugal filiado ao Grande Oriente Inglês,</p><p>enviou em 1804 um representante que falhou na missão de subordinar a loja, e assim acabou por fundar</p><p>outras duas lojas. Kopplenburg (2000) afirma que encontramos nesta ocasião desde o começo ―a semente</p><p>da discórdia no seio da maçonaria no Brasil. As iniciativas baianas de fundar lojas maçônicas foram positivas: em 1802 fora fundada a ‗Virtude</p><p>e Razão‘, em 1807 a ‗Humanidade‘ e em 1813 a</p><p>‗União‘ e tendo três lojas regulares em funcionamento na Bahia fundou-se então o primeiro Grande Oriente Brasileiro, que devido a uma revolução em 1817</p><p>tiveram seu funcionamento encerrado, ou como dizem os maçons: colunas adormecidas.</p><p>Na cidade de Feira de Santana, situada no</p><p>interior da Bahia, a fundação da primeira loja maçônica tem duas datas diferentes. Alberto Alves Boaventura (1981, p.14) afirma que fora fundada a Loja Maçônica Caridade e Segredo Feirense em 1882 filiada ao</p><p>Grande Oriente do Brasil pelos seguintes membros:</p><p><strong>Agostinho Fróes da Mota</strong>, Barbarino Alves de São Boaventura, Antonio dos Santos Rubem, Valentim José</p><p>de Souza, Romão Vasco Marinho, Cirilo da Silva Carneiro, José Pedro de São Leão, José Antunes Guimarães e Cicero da Silva Carneiro instalada em na Rua Conselheiro Franco em um sobrado. É importante situarmos Feira de Santana do</p><p>fim do séc XIX e início do XX para compreendermos a</p><p>motivo da implementação da maçonaria na cidade</p><p>mesmo que de forma breve; Este período, fim do séc</p><p>XIX e séc XX, a cidade teve um considerável desenvolvimento socioeconômico, sendo esta um entroncamento que conectava os interiores da Bahia, como afirma Silva (2000), sendo que temos que levar em</p><p>consideração o novo ideal republicano que proporcionou o desejo da busca pelo moderno, pela civilidade que se alinha com o preceito maçônico de progresso. Preceito de progresso que Souza (2015) explica que bebe da fonte do Iluminismo entendendo que</p><p>as sociedades possuíam histórias que atendiam às</p><p>regras gerais e totais que possuíam um fim e finalidade em direção a um contexto moralmente justo e</p><p>perfeito. A maçonaria se alimenta disto e acredita no</p><p>progresso do coletivo tão quão individual através da</p><p>razão e ciência de forma cartesiana para um futuro de</p><p>moral subjetiva baseando-se na moral e virtude. É</p><p>importante salientar que não apenas acreditam no</p><p>progresso inevitável da sociedade, como também acreditam ser vanguarda deste e usam deste discurso</p><p>para valorizar a instituição perante a sociedade externa, profana. Assim se da parte da distinção entre o sagrado e profano na maçonaria, sendo eles sagrados</p><p>por serem possuidores da responsabilidade, poder e</p><p>luz de ser a ponta de lança do progresso no combate</p><p>as trevas da ignorância e atraso."</p><p><br></p><p>Fonte (Imagem): Postagem na página <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.facebook.com/groups/790659164401256/posts/3424613397672473/">Feira de Santana Fotos</a> do Facebook</p><p><br></p><p>Fonte:  SILVA, Israel Santos. O Processo de Fundação da Loja Maçônica Luz e Fraternidade: 1954 - 1957, Feira de Santana - BA. C&amp;M: Revista Ciência &amp; Maçonaria, Brasília, vol. 5, n.1, p. 25 - 34, jan/jun, 2018. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cienciaemaconaria.com.br/index.php/cem/article/view/109/60">https://www.cienciaemaconaria.com.br/index.php/cem/article/view/109/60</a>&gt; acesso em 06 de maio de 2025.</p><p><br></p><p>SIMAS, Adilson. Maçonaria ganha monumento em Feira. Blog Por Simas, 2012. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://porsimas.blogspot.com/2012/08/maconaria-ganha-monumento-em-feira.html">https://porsimas.blogspot.com/2012/08/maconaria-ganha-monumento-em-feira.html</a>&gt; acesso em 06 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 23:36:45 UTC</pubDate>
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         <title>BANCO BANEB</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3438863703</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br/></p><p>A fotografia é de 1990 e foi encontrada na Página do Facebook <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.facebook.com/photo/?fbid=1109168004544239&amp;set=pb.100063531505525.-2207520000"><strong>Fotos de Feira de Santana - Bahia, a Princesa do Serão</strong></a>. Atualmente no local funciona o Banco do Bradesco.</p><p><br/></p><p>Fonte (Imagem): Página do Facebook <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.facebook.com/photo/?fbid=1109168004544239&amp;set=pb.100063531505525.-2207520000"><strong>Fotos de Feira de Santana - Bahia, a Princesa do Serão</strong></a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-07 00:47:04 UTC</pubDate>
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         <title>PRAÇA DA MATRIZ NA DÉCADA DE 1970</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3438938678</link>
         <description><![CDATA[<p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://facebook.com/photo/?fbid=1069520055175701&amp;set=pb.100063531505525.-2207520000"> Fotos de Feira de Santana - Bahia, a Princesa do Sertão</a>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-07 01:28:25 UTC</pubDate>
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         <title>HOTEL UNIVERSAL</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3439412197</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Demolido.</p><p><br/></p><p>No imóvel morou a poeta e compositora do hino de Feira de Santana, Georgina Erismann (1883 - 1940). Atualmente é o Edíficio Mandacaru.</p><p><br/></p><p>Fonte (Texto e Imagem): FEIRA DE SANTANA. Progressos da Feira. Memorial da Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=9#tag">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=9#tag</a>&gt; acesso em 07 de maio de 2025</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-07 06:21:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>PARQUE DE EXPOSIÇÃO JOÃO MARTINS DA SILVA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3439432819</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br></p><p>Iniciadas durante a gestão do prefeito Joselito Falcão de Amorim (UDN, de 8 de maio de 1964 a 30 de janeiro de 1967) e inauguradas em 19 de fevereiro de 1967, na administração do prefeito João Durval Carneiro (Arena, de 31 de janeiro de 1967 a 30 de janeiro de 1971), as obras do Parque de Exposições Agropecuária João Martins da Silva marcaram um momento significativo na história de Feira de Santana e do agronegócio da Bahia. A fundação do Parque de Exposições João Martins representou um esforço conjunto de cooperação entre o setor privado, liderado pela Associação Rural de Feira de Santana e pecuaristas locais, e o setor público, sob a liderança da Prefeitura Municipal, com o objetivo de estabelecer um espaço estratégico para o desenvolvimento do setor agropecuário. Com a expansão da cidade em direção à Rodovia Federal BR-324, no trecho Feira de Santana – Salvador, foi escolhido um terreno às margens da rodovia, parte do qual foi doado pelo pecuarista João Martins da Silva, cuja generosidade foi reconhecida ao se atribuir seu nome ao parque. Além dos rituais tradicionais de inauguração, como a bênção do padre e o corte da fita, a programação incluiu uma exposição de animais, que marcou o início da Feira de Animais, evento precursor da Exposição Agropecuária de Feira de Santana (EXPOFEIRA), que se tornaria um dos mais importantes do calendário anual da cidade e referência para o agronegócio do País. O parque foi pensado para ser mais do que uma simples área de exposição; ele foi planejado como um polo de negócios, atraindo pecuaristas, empresários e investidores do Brasil e de outros países. Desde sua criação, o Parque passou por constantes ampliações. Nos primeiros anos, foram construídos modernos pavilhões, além de espaços específicos como currais, baias, boxes e banheiras, todos fundamentais para as atividades pecuárias.</p><p><br></p><p>Fonte: AUGUSTO, Carlos. Fundação do Parque de Exposições João Martins da Silva: um marco no agronegócio de Feira de Santana e da Bahia. Jornal Grande Bahia, 2024. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornalgrandebahia.com.br/2024/09/fundacao-do-parque-de-exposicoes-joao-martins-da-silva-um-marco-no-agronegocio-de-feira-de-santana-e-da-bahia/">https://jornalgrandebahia.com.br/2024/09/fundacao-do-parque-de-exposicoes-joao-martins-da-silva-um-marco-no-agronegocio-de-feira-de-santana-e-da-bahia/</a>&gt; acesso em 07 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-07 06:34:44 UTC</pubDate>
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         <title>MONUMENTO AOS PIONEIROS DO PARQUE</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3439443203</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br/></p><p>Na abertura oficial da 45ª Exposição Agropecuária de Feira de Santana (Expofeira 2024), realizada no domingo (01/09/2024), foi inaugurado um monumento em homenagem aos precursores do Parque de Exposição João Martins da Silva, um dos principais marcos do agronegócio na Bahia. A cerimônia contou com a presença de diversas autoridades, incluindo o prefeito Colbert Martins Filho, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornalgrandebahia.com.br/2024/09/presidente-da-confederacao-nacional-da-agricultura-destaca-atuacao-da-entidade-na-45a-exposicao-agropecuaria-de-feira-de-santana/">João Martins da Silva Júnior</a>, presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornalgrandebahia.com.br/2024/09/presidente-da-faeb-destaca-45a-exposicao-agropecuaria-de-feira-de-santana-como-referencia-para-o-agronegocio-da-bahia/">Humberto Miranda</a>, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (FAEB), que destacaram a importância histórica do parque para a comunidade local e o desenvolvimento agropecuário da região. A Expofeira, que é um dos eventos mais tradicionais do setor rural no estado, marca a retomada de atividades econômicas e sociais no parque, temporariamente desativado durante a pandemia de Covid-19.</p><p>O monumento, localizado no centro do parque, presta tributo a seis personalidades fundamentais para a fundação e o crescimento do espaço: João Martins da Silva, Vicente Quezado Leite, Joselito Falcão de Amorim, Gil Marques Porto, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornalgrandebahia.com.br/2024/09/expofeira-2024-homenagem-ao-presidente-da-cna-marca-retomada-da-tradicao-em-feira-de-santana/">João Martins da Silva Júnior</a> e Coriolano Carvalho de Pacheco, conhecido como Cori Neto. Cada um desses pioneiros teve um papel crucial na consolidação do parque como um dos principais centros de eventos agropecuários do estado. João Martins da Silva, por exemplo, foi o responsável pela doação da área de sua fazenda em 1967, o que possibilitou a criação do parque. Vicente Quezado Leite e Gil Marques Porto lideraram o sindicato rural e foram fundamentais na transformação da associação de pecuaristas em um sindicato, facilitando a transferência do terreno ao município.</p><p>Além de celebrar a herança dos pioneiros, a Expofeira 2024 simboliza a resiliência e a renovação do setor agropecuário em Feira de Santana. A realização do evento, após a paralisação devido à pandemia, representa um marco de retomada para a cidade, destacando-se como um ponto de encontro para inovação, sustentabilidade e crescimento econômico no agronegócio.</p><p><br/></p><p>Fonte (Imagem): PREFEITURA DE FEIRA.Novidades da Expofeira 2024 são apresentadas a profissionais de imprensa. Prefeitura de Feira, 2024. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?s=a&amp;titulo=Novidades%20da%20Expofeira%202024%20s%E3o%20apresentadas%20a%20profissionais%20de%20imprensa&amp;id=15&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=37853">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?s=a&amp;titulo=Novidades%20da%20Expofeira%202024%20s%E3o%20apresentadas%20a%20profissionais%20de%20imprensa&amp;id=15&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=37853</a>&gt; acesso em 07 de maio de 2025.</p><p><br/></p><p>Fonte: AUGUSTO, Carlos. Fundação do Parque de Exposições João Martins da Silva: um marco no agronegócio de Feira de Santana e da Bahia. Jornal Grande Bahia, 2024. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornalgrandebahia.com.br/2024/09/fundacao-do-parque-de-exposicoes-joao-martins-da-silva-um-marco-no-agronegocio-de-feira-de-santana-e-da-bahia/">https://jornalgrandebahia.com.br/2024/09/fundacao-do-parque-de-exposicoes-joao-martins-da-silva-um-marco-no-agronegocio-de-feira-de-santana-e-da-bahia/</a>&gt; acesso em 07 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-07 06:40:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>BANDO ANUNCIADOR</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3440634732</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br/></p><p>O <strong>Bando Anunciador</strong> da Festa da Senhora Santana, a padroeira da cidade, é uma importante manifestação cultural e histórica. O evento que ocorre no mês de julho é a parte profana que antecede as comemorações e homenagens a Senhora Santana, com participação dos mais diversos segmentos populares e faixas etárias. O Bando em si é formado por levas de populares, vários trajando fantasias (nos mais diversos estilos e temáticas), acompanhados por bandas e fanfarras, que percorrem as ruas do centro histórico da cidade de Feira de Santana, notadamente, a partir da Praça da Igreja Matriz, as ruas Conselheiro Franco e Sales Barbosa, passando por diferentes becos e ruas transversais, sempre ao som de marchinhas e canções populares, tendo a irreverência e alegria como marcas registradas.</p><p>A origem do Bando está ligada à tradição católica de festejo da Senhora Santana. Em tempos idos, com limitados recursos de comunicação, o principal evento religioso da cidade precisava ser divulgado. Cumprindo essa finalidade, um grupo passou a sair pelas ruas da cidade anunciando a celebração da padroeira. Nascia assim o Bando Anunciador da Festa de Santana. Tal prática pode ter raízes ainda na colonização portuguesa, mas pode-se afirmar com segurança que, pelo menos a parir da década de 1860, o Bando Anunciador já desfilava pelas ruas da cidade. Naquele período esse desfile acontecia com cerca de dois meses de antecedência em relação à Festa de Santana. Por volta de meados do século XX, o bando já havia passado a desfilar apenas uma semana antes da festa principal. As características e a composição do Bando se alteraram bastante ao longo de sua existência. No século XIX, segundo os estudiosos do assunto, o bando era formado por cavaleiros que saíam em marcha pela cidade, sem a participação feminina. No início do século XX as mulheres já começam a integrar os grupos que, então, a pé, faziam o anúncio da Festa. Por volta da década de 1940 têm-se evidências da participação de outros elementos começando a se fazer mais presentes, como, por exemplo, os integrantes das religiões afro-brasileiras, incrementando o lado sincrético da festa.  Na segunda metade do século XX a diversidade do bando já está bem evidente e elementos de contestação política e social começam a se fazer marcantes nos desfiles. Nesse momento a dimensão profana da festa já suplantava sua ‘função’ religiosa, o que começava a incomodar a muitos, assim como os episódios de violência ocorridos no contexto do festejo. Tal incômodo resultou em reação, em 1987 quando, com o apoio do movimento de restauração católica, o Bispo Diocesano Dom Silvério Albuquerque extinguiu toda a parte profana da Festa de Santana (a levagem da lenha, a lavagem da igreja), sob a alegação de que esta já havia se descaracterizado de seu propósito inicial e de que havia, naquele momento, muita violência e consumo de álcool associados ao evento. Com tal medida, extinguiu-se o Bando Anunciador, após, pelo menos, 127 anos de existência. Mas as críticas aos excessos do Bando não partiam só da Igreja em 1987. Então, naquele momento, o fim do Bando Anunciador resultou também da falta de apoio de parte da sociedade. O processo que resultou no seu fim foi mais complexo do que um ‘simples’ ato unilateral da Igreja. A Igreja Católica, tendo atualmente dirigentes mais sensíveis às questões relacionadas à cultura, tornou-se uma parceira no sentido de assegurar o acesso do Bando à Praça da Matriz. E o com o seu apoio deu-se a retomada deste evento, em 2007, a partir da iniciativa do Centro Universitário de Cultura e Arte, que pretende que o Bando seja hoje uma celebração da cultura popular. E um mote para as discussões relacionadas com a cultura em Feira de Santana, seu passado e seus rumos no futuro.</p><p><br/></p><p>Fonte (Imagem): SIMAS, Adilson. As origens do Bando Anunciador. Prefeitura de Feira, 2015. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?s=a&amp;titulo=As%20origens%20do%20Bando%20Anunciador&amp;id=38&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=12763">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?s=a&amp;titulo=As%20origens%20do%20Bando%20Anunciador&amp;id=38&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=12763</a>&gt; acesso em 07 de maio de 2025.</p><p><br/></p><p>Fonte (Texto): SILVA, Aldo José Morais. Histórico do Bando Anunciador. CUCA, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://cuca.uefs.br/historico-do-bando-anunciador/#:~:text=O%20Bando%20Anunciador%20da%20Festa,segmentos%20populares%20e%20faixas%20et%C3%A1rias">https://cuca.uefs.br/historico-do-bando-anunciador/#:~:text=O%20Bando%20Anunciador%20da%20Festa,segmentos%20populares%20e%20faixas%20et%C3%A1rias</a>.&gt; acesso em 07 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-07 23:33:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>SAMBA DE RODA: QUIXABEIRA DA MATINHA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3440677511</link>
         <description><![CDATA[<p>Situação: Preservado.</p><p><br/></p><p>O samba de roda é uma manifestação cultural popular e o primeiro gênero musical brasileiro a ser considerado bem imaterial brasileiro em 2004 e patrimônio oral e imaterial pela Unesco no ano seguinte. Dança e música são aspectos inseparáveis desta expressão. Apesar do reconhecimento patrimonial ter sido do samba de roda do recôncavo baiano e Feira de Santana ser Portal do Sertão, há uma relação bastante estreita entre estes territórios da Bahia que possuem o samba de roda tradicional como parte da expressão cultural local . No distrito Matinha, localizado na parte leste da BR 116 Norte e limitado pelo rio Pojuca, culturalmente se destaca a presença de dois grupos de Samba de Roda. O mais famoso, chamado Quixabeira da Matinha, surgiu em 1989 a partir de um evento anual organizado pelo mestre Coleirinho sua esposa dona Chica do Pandeiro na comunidada da Lagoa da Camisa. O grupo era formado inicialmente por trabalhadores rurais da comunidade quilombola Matinha dos Pretos que aprenderam a cantar e tocar sem frequentar nenhuma escola de música. O nome do grupo veio da Quixaba, planta muito resistente do interior que simboliza a luta e a persistência do grupo ao manter e divulgar a cultura popular tradicional do samba de roda, considerado patrimônio oral e imaterial da humanidade pela UNESCO. Seus pioneiros foram os cantores e compositores Aureliano Sambador e Mestre Coleirinho da Bahia, autor da canção "Alô meu Santo Amaro", regravada por nomes como Caetano Veloso, Maria Bethânia, Carlinhos Brown e Harmonia do Samba. Com quatro álbuns lançados, sendo um deles um gravado pela Wave Music, e dois documentários ("Quixabeira da Roça: A Indústria Cultural" e "Cantos da Matinha"), o grupo se consolidou como um dos mais importantes expoentes da cultura popular da Bahia. Já tocou em vários estados brasileiros, bem como no exterior, com turnê em Portugal feita 2018. Em 2010 foi fundado o Bloco Quixabeira, inicialmente sob o nome Samba de Preto com o objetivo de mobilizar os admiradores do samba de roda que reivindicavam espaço na maior festa popular do munípcio para manifestações da cultura afrodescendente. No domingo, dia 04 de maio de 2025, o bloco completou 15 anos de atuação na Micareta de Feira de Santana. O grupo de Samba de Roda Quixabeira da Matinha é conduzido pela voz, padeiro e composições de Guda Quixabeira e Dona Chica do Pandeiro, mãe e filho. Outros membros da família também fazem parte da banda como Andrea Oliveira (sambadeira), Aline Souza (voz e percussão), Zezé (voz e percussão) e Marcos Oliveira (cavaquinho).</p><p>Além dos filhos e neto, o grupo ainda é formado por Luciano de Almeida (cavaquinho); Dermeval Marciel, Antônio Fernando, Luis Eduardo na percussão; Devid Santos e Tarcísio, no violão; Islan Raimundo, no contrabaixo; Waderson Santiago, na bateria; Marcelo Santana coordenando a técnica de som e Ivonildo das Virgens coordenando o palco. Outro grupo é o “Sambadores do Nordeste”, também muito apreciada dentro e fora do distrito, mantém um trabalho considerado muito bom pelos admiradores do ritmo musical</p><p><br/></p><p>Fonte: JORNAL GRANDE BAHIA.Bloco Quixabeira celebra 15 anos de samba de roda e resistência cultural na Micareta 2025 de Feira de Santana. Jornal Grande Bahia, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornalgrandebahia.com.br/2025/05/bloco-quixabeira-celebra-15-anos-de-samba-de-roda-e-resistencia-cultural-na-micareta-2025-de-feira-de-santana/">https://jornalgrandebahia.com.br/2025/05/bloco-quixabeira-celebra-15-anos-de-samba-de-roda-e-resistencia-cultural-na-micareta-2025-de-feira-de-santana/</a>&gt; acesso em 07 de maio de 2025.</p><p><br/></p><p>PROGRAMA ALDIR BLANC BAHIA. Samba de Roda Quixabeira da Matinha (Casa do Samba Dona Chica do Pandeiro). Programa Aldir Blanc Bahia, 2021. Disponível em:</p><p>&lt;&gt; acesso em 07 de maio de 2025.</p><p><br/></p><p>CÂMARA MUNICIPAL DE FEIRA DE SANTANA. FEIRA 190 ANOS: um passeio pelos oito distritos, sua história e atrações. Câmara Municipal de Feira de Santana, 2023. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.leg.br/feira-190-anos-um-passeio-pelos-oito-distritos-sua-hist-ria-e-atra-es">https://www.feiradesantana.ba.leg.br/feira-190-anos-um-passeio-pelos-oito-distritos-sua-hist-ria-e-atra-es</a>&gt; acesso em 07 de maio de 2025.</p><p><br/></p><p>LIBÂNIO, Clarice; MAURÍCIO, César (org.). Distritos de Feira: Imagens das culturas populares. Feira de Santana: Favela é isso aí, 2020.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 00:10:27 UTC</pubDate>
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         <title>GEORGINA ERISMAN (1893 - 1940)</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3440803831</link>
         <description><![CDATA[<p>Georgina Erismann é uma das primeiras mulheres que se destacaram em Feira de Santana por causa de sua produção artística. Nascida em 27 de janeiro de 1893, Georgina era poetisa, musicista, compositora, professora, pianista e declamadora. Filha de família abastada (sua mãe era a professora e também pianista Leolinda Bacelar), foi matriculada no Instituto de Música da Bahia, em Salvador, onde deu continuidade aos estudos de piano. Lá, juntamente com as amigas Zulmira Silvany e Georgina Silva, criou a Sociedade Auxiliadora do Conservatório de Música, na qual eram ministradas aulas de canto e piano. Mais tarde, para dar continuidade aos estudos musicais, foi para o Rio de Janeiro, onde estudou harmonia e composição.</p><p>Após essas experiências, Georgina retorna a Feira de Santana, realizando várias apresentações lítero-musicais no Teatro Santana, em benefício do Clube Coreógrafo Dois de Julho, Asilo Nossa Senhora de Lourdes, Albergue Noturno, Igreja Senhor dos Passos, Igreja Senhor do Bonfim e em beneficência a crianças órfãs. Sempre requisitada para dar aulas de piano em domicílio, resolveu abrir um curso em sua residência.Onde hoje fica situado o Edifício Mandacaru, na Rua Conselheiro Franco, funcionava a Pensão Universal, de propriedade dos pais de Georgina. Ali se tornou um lugar privilegiado, pois além de pousada de viajantes, vendedores e comerciantes que visitavam Feira de Santana, era ponto de encontro social. Na sala de música da Pensão, muita gente comparecia para ouvir Georgina executar ao piano partituras musicais de sua autoria. Foi lá que o hóspede alemão Walter Tudy Erismann, de quem Georgina herdou o sobrenome, conheceu-a, iniciando um namoro que foi transformado em matrimônio no dia 8 de setembro de 1926.</p><p>Formada em Magistério, Georgina Erismann foi nomeada professora de música e canto da Escola Normal de Feira de Santana (onde hoje fica o Centro Universitário de Cultura e Arte, o CUCA). Na comemoração do primeiro aniversário da Escola Normal, sob sua regência, um coral de alunas cantou pela primeira vez o Hino à Feira, atualmente adotado oficialmente pela cidade. Em agosto de 1936 foi indicada pelo Governador do Estado, Juraci Magalhães, para representar oficialmente a Bahia na Feira Artística, Industrial e Comercial realizada na cidade de Campinas, São Paulo, em homenagem ao centenário de nascimento do maestro Carlos Gomes, nascido naquele município. Em 13 de junho de 1937 foi inaugurada a Escola de Música de Feira de Santana, anexa ao Instituto de Música da Bahia, tendo como Diretora Georgina Erismann. Em 1939 a Escola foi transferida para o Ginásio Santanópolis, mesmo ano em que Georgina e seu esposo partem para o Rio de Janeiro, onde passam a morar. Em 7 de fevereiro de 1940 a artista feirense publica sua última obra, o poema “Solicitude”, que se constitui uma espécie de despedida de Feira de Santana. No dia 23 de fevereiro do mesmo ano, Georgina tem um mal súbito e falece em sua residência, sendo sepultada no Rio de Janeiro. Os meios de comunicação do país registraram o seu falecimento. Georgina não teve filhos.Após seu falecimento, foram prestadas várias homenagens a Georgina Erismann: a Escola de Música de Feira passou a denominar-se Escola de Música Georgina de Mello Erismann. Em novembro de 1951 a Câmara de Vereadores de Feira de Santana denomina uma rua com seu nome: Rua Professora Georgina Erismann. Em 1981, uma Escola Estadual de 1º Grau no bairro Jardim Acácia foi denominada Georgina de Mello Erismann. Foi também construído um monumento em homenagem à musicista, na Avenida João Durval.</p><p><br></p><p>Fonte: MELLO, Carlos Alberto Almeida. Quem foi Georgina Erismann. Feirenses: Feira de Santana Aprofundada, 2016. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://feirenses.com.br/georgina-erismann/">https://feirenses.com.br/georgina-erismann/</a>&gt; acesso em 07 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 01:18:31 UTC</pubDate>
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         <title>LUIZ CALDAS</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3440821885</link>
         <description><![CDATA[<p>Saiu do icônico bairro do Tomba o feirense que é símbolo fundamental da história da cultura baiana e se tornou o "pai" do Axé Music: Luiz César Pereira Caldas, ou apenas Luiz Caldas. Ainda pequeno, observava o irmão Durval Ângelo nas aulas de música e se tornou autodidata. Também tirava "de ouvido" as canções que escutava no rádio popular.</p><p>Autor de grandes hits do axé, como Tieta, Haja Amor, Fricote, Magia, e muitas outras, Luiz tem 61 anos e lança um disco por mês na internet, de ritmos diversos, como forró e samba. Ele morou em outras cidades baianas, em São Paulo e no Rio de Janeiro, antes de voltar a residir na Bahia, especificamente em Salvador.</p><p><br></p><p>Fonte: SILVA, Valma; BRANDÃO, Milena. Conheça 12 personalidades que levaram o nome de Feira de Santana pelo mundo. G1 Últimas Notícias, 2024. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/ba/feira-de-santana-regiao/noticia/2024/12/17/conheca-12-personalidades-que-levaram-o-nome-de-feira-de-santana-pelo-mundo.ghtml">https://g1.globo.com/ba/feira-de-santana-regiao/noticia/2024/12/17/conheca-12-personalidades-que-levaram-o-nome-de-feira-de-santana-pelo-mundo.ghtml</a>&gt; acesso em 07 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 01:25:41 UTC</pubDate>
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         <title>IRVING SÃO PAULO (1964 - 2006)</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3440836390</link>
         <description><![CDATA[<p>Irving São Paulo nasceu em 26 de outubro de 1964, em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/ba/feira-de-santana-regiao/cidade/feira-de-santana/"><strong>Feira de Santana</strong></a>, onde começou a atuar em peças de teatro. Após ganhar notoriedade nos palcos, ele foi chamado para a televisão, e participou de grandes novelas brasileiras, como “Bebê a bordo”, “Mulheres de Areia”, “A Viagem” e “Torre de Babel”.</p><p>O ator era filho de Olney São Paulo, cineasta e escritor, nascido em Riachão do Jacuípe, cidade a 78 quilômetros de Feira. Irving faleceu aos 41 anos de idade, vítima de pancreatite necro-hemorrágica. A morte precoce do talento baiano gerou forte comoção no país nos anos 90.</p><p><br></p><p>Fonte: SILVA, Valma; BRANDÃO, Milena. Conheça 12 personalidades que levaram o nome de Feira de Santana pelo mundo. G1 Últimas Notícias, 2024. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/ba/feira-de-santana-regiao/noticia/2024/12/17/conheca-12-personalidades-que-levaram-o-nome-de-feira-de-santana-pelo-mundo.ghtml">https://g1.globo.com/ba/feira-de-santana-regiao/noticia/2024/12/17/conheca-12-personalidades-que-levaram-o-nome-de-feira-de-santana-pelo-mundo.ghtml</a>&gt; acesso em 07 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 01:32:02 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>JURACI DÓREA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3440858426</link>
         <description><![CDATA[<p>Juraci Dórea é o grande nome das artes plásticas feirense. É escultor, pintor, desenhista, fotógrafo e poeta, graduado em arquitetura pela Universidade Federal da Bahia (UFBA).</p><p>Na década de 80, iniciou o Projeto Terra, voltado à criação de grandes esculturas de couro e madeira, além de murais do sertão. Muitas dessas peças estão espalhadas por Feira de Santana, como um painel na estação rodoviária e o Monumento Caminhos de Feira, no cruzamento entre as avenidas Senhor dos Passos e Getúlio Vargas.</p><p>A arte de Juraci ultrapassou as fronteiras e chegou a países como Itália e Cuba. Aos 80 anos, continua em atividade. Somente em 2024, fez três exposições em São Paulo, uma em Curitiba e duas na Europa.</p><p><br></p><p>Fonte: SILVA, Valma; BRANDÃO, Milena. Conheça 12 personalidades que levaram o nome de Feira de Santana pelo mundo. G1 Últimas Notícias, 2024. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/ba/feira-de-santana-regiao/noticia/2024/12/17/conheca-12-personalidades-que-levaram-o-nome-de-feira-de-santana-pelo-mundo.ghtml">https://g1.globo.com/ba/feira-de-santana-regiao/noticia/2024/12/17/conheca-12-personalidades-que-levaram-o-nome-de-feira-de-santana-pelo-mundo.ghtml</a>&gt; acesso em 07 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 01:43:29 UTC</pubDate>
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         <title>HILTON COBRA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3440862262</link>
         <description><![CDATA[<p>José Hilton Santos Almeida, 68 anos, ou Hilton Cobra, como é conhecido, é ator de teatro. Ele morou na cidade onde nasceu - especificamente na Rua Cristóvão Barreto, no bairro Serraria Brasil - até os 18 anos. Depois, foi transferido pela construtora onde trabalhava para Salvador, onde morou por uma década</p><p>Foi na capital baiana que a história de Hilton com o teatro deu os primeiros passos, em 1975, quando conheceu pessoas da área. Três anos depois, entrou para o grupo de teatro "Carrancas", da Universidade Federal da Bahia (Ufba), e nunca mais parou. Atualmente, ele vive no Rio de Janeiro.</p><p>Hilton tem passagens pela televisão e pelo cinema. Recentemente, interpretou o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/ba/bahia/noticia/2024/03/01/hilton-cobra-celebra-sucesso-de-cata-ouro-personagem-marcante-na-novela-fuzue.ghtml"><strong>personagem Cata Ouro, na novela "Fuzuê"</strong></a>, da Rede Globo e no cinema também participou do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/ba/bahia/noticia/2022/04/06/distopia-plausivel-com-critica-racial-e-bom-humor-medida-provisoria-marca-estreia-de-lazaro-ramos-como-diretor-de-cinema.ghtml"><strong>filme "Medida Provisória"</strong></a>, dirigido por Lázaro Ramos. Ainda no teatro, está há sete anos em cartaz com o espetáculo monólogo <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/ba/bahia/noticia/monologo-traga-me-a-cabeca-de-lima-barreto-com-ator-hilton-cobra-chega-a-salvador.ghtml"><strong>"'Traga-me a cabeça de Lima Barreto".</strong></a></p><p>Ao longo da carreira, Hilton dirigiu o Centro Cultural José Bonifácio, voltado para a valorização da cultura afro-brasileira (1993-2001), fundou a "Companhia dos Comuns", companhia de teatro somente com atores e atrizes negros e foi presidente da Fundação Cultural Palmares.</p><p><br/></p><p>Fonte: SILVA, Valma; BRANDÃO, Milena. Conheça 12 personalidades que levaram o nome de Feira de Santana pelo mundo. G1 Últimas Notícias, 2024. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/ba/feira-de-santana-regiao/noticia/2024/12/17/conheca-12-personalidades-que-levaram-o-nome-de-feira-de-santana-pelo-mundo.ghtml">https://g1.globo.com/ba/feira-de-santana-regiao/noticia/2024/12/17/conheca-12-personalidades-que-levaram-o-nome-de-feira-de-santana-pelo-mundo.ghtml</a>&gt; acesso em 07 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 01:45:47 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>ANDERSON TALISCA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3440869490</link>
         <description><![CDATA[<p>O jogador de futebol Anderson Souza Conceição, conhecido como Anderson Talisca, cresceu nos bairros periféricos da Rua Nova e Aviário. Ingressou nas categorias de base do Esporte Clube Bahia ainda na adolescência e, em 2013, aos 18 anos, estreou profissionalmente na mesma equipe.</p><p>O sucesso no Brasil o levou ao futebol europeu, e ele se destacou no time português Benfica. A atuação internacional rendeu a Talisca a convocação para a Seleção Brasileira em 2018. Atualmente, ele é atacante do Al-Nassr, da Arábia Saudita.</p><p><br/></p><p>Fonte: SILVA, Valma; BRANDÃO, Milena. Conheça 12 personalidades que levaram o nome de Feira de Santana pelo mundo. G1 Últimas Notícias, 2024. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/ba/feira-de-santana-regiao/noticia/2024/12/17/conheca-12-personalidades-que-levaram-o-nome-de-feira-de-santana-pelo-mundo.ghtml">https://g1.globo.com/ba/feira-de-santana-regiao/noticia/2024/12/17/conheca-12-personalidades-que-levaram-o-nome-de-feira-de-santana-pelo-mundo.ghtml</a>&gt; acesso em 07 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 01:49:37 UTC</pubDate>
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         <title>RACHEL REIS</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3440875710</link>
         <description><![CDATA[<p>Aos 27 anos, Rachel Reis desponta como um dos grandes nomes da nova geração musical brasileira. Criada no bairro Parque Ipê, ela começou a relação com a música ainda dentro de casa, com a mãe Maura Reis e a irmã Sarah Reis, que também são cantoras. A "sereiona", como é chamada pelos fãs, teve a música “Maresia” incluída na trilha sonora da novela Fuzuê, da Rede Globo. Quase que simultaneamente, gerou a canção “Caju” para a série "Cangaço Novo". Em 2023, foi indicada ao Grammy Latino com o álbum de estreia Meu Esquema (2022) na categoria Melhor Álbum de Rock ou Música Alternativa em Língua Portuguesa.</p><p><br></p><p>Fonte: SILVA, Valma; BRANDÃO, Milena. Conheça 12 personalidades que levaram o nome de Feira de Santana pelo mundo. G1 Últimas Notícias, 2024. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/ba/feira-de-santana-regiao/noticia/2024/12/17/conheca-12-personalidades-que-levaram-o-nome-de-feira-de-santana-pelo-mundo.ghtml">https://g1.globo.com/ba/feira-de-santana-regiao/noticia/2024/12/17/conheca-12-personalidades-que-levaram-o-nome-de-feira-de-santana-pelo-mundo.ghtml</a>&gt; acesso em 07 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 01:52:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>MARIA QUITÉRIA (1792 - 1853)</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3440885971</link>
         <description><![CDATA[<p>Maria Quitéria de Jesus é uma das figuras femininas mais importantes da história do país e se tornou conhecida por participar da guerra pela Independência do Brasil na Bahia, em uma época em que somente homens faziam parte das Forças Armadas.</p><p>Para integrar o Exército Brasileiro na luta contra as tropas portuguesas, precisou se tornar "Soldado Medeiros" e, disfarçada de homem, atuou nos combates em Salvador e cidades da região recôncavo. Mesmo descoberta depois de um tempo, continuou nas batalhas por ter atuação valente e eficaz. Renegada pela família por causa da coragem de ir à guerra disfarçada de homem, recebeu várias honrarias e foi reconhecida pelo então imperador Dom Pedro I. Ela morreu na capital baiana em 1853, aos 61 anos, vítima de doenças hepáticas.</p><p><br/></p><p>Fonte: SILVA, Valma; BRANDÃO, Milena. Conheça 12 personalidades que levaram o nome de Feira de Santana pelo mundo. G1 Últimas Notícias, 2024. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/ba/feira-de-santana-regiao/noticia/2024/12/17/conheca-12-personalidades-que-levaram-o-nome-de-feira-de-santana-pelo-mundo.ghtml">https://g1.globo.com/ba/feira-de-santana-regiao/noticia/2024/12/17/conheca-12-personalidades-que-levaram-o-nome-de-feira-de-santana-pelo-mundo.ghtml</a>&gt; acesso em 07 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 01:58:07 UTC</pubDate>
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         <title>MARILENE BRITO</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3441900711</link>
         <description><![CDATA[<p>Nascida em 9 de maio de 1958, na fazenda Sítio da Pedra, Distrito de Ipuaçu [Governador João Durval atualmente], município de Feira de Santana. Marilene desenvolveu suas técnicas artísticas ainda criança, com base nos trabalhos que o pai fazia com madeira, corda e cipó. Alfabetizada aos doze anos de idade e formada no magistério, dedicou-se na alfabetização de jovens e adultos, e considera que “umas das maiores riquezas do ser humano é saber ler e escrever”.</p><p>A falta de recursos e o desejo de brincar deram inspiração para Marilene criar suas primeiras bonecas de pano, confeccionadas com sobras de materiais como goma de mandioca, grãos, papel, retalhos de tecidos, embalagens plásticas, entre outros.</p><p>Marilene considera que suas bonecas são terapêuticas e ecológicas, pois são criadas com armação de arame, tornando-as flexíveis, sendo úteis no tratamento de problemas nas articulações. Além disso, a artesã reutiliza sacos plásticos, que são coletados na comunidade, limpos e secos antes de ser usado no enchimento do corpo das bonecas. Vestidas com roupas coloridas, feitas com retalhos de tecidos, descartados da indústria têxtil, as bonecas de Marilene busca homenagear a mulher do campo.</p><p>Marilene Brito também retrata nas esculturas com papel trançado e a técnica do papel machê, os desencantos do homem do campo, a problemática da seca e os retirantes expulsos pela estiagem prolongada. Mas, também contempla a fé, a história e a riqueza cultural, como danças de quadrilha e forró, além de destacar os mitos e lendas que compõem o cenário da cultura popular brasileira, como o Saci Pererê e a Mãe-D'água, Sereia Iara. O reaproveitamento de materiais demonstra a consciência ambientalista da artesã, evidenciando assim, a sua luta pela preservação do patrimônio ambiental. A artesã expôs seu trabalho em diversos museus e feiras de artesanato. Recebeu uma premiação especial no 23º Salão Regional de Artes Plásticas na Categoria Arte Popular, em 1993. Em março de 2007, recebeu o Troféu Zeferina em Salvador, o qual tem o objetivo de valorizar mulheres negras e indígenas que se destacam na luta pela melhoria de suas comunidades.</p><p><br></p><p>Fonte: MUSEU CASA DO SERTÃO. O sertão pelas mãos de Marilene Brito. Museu Casa do Serão, s/n. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mcs.uefs.br/exposi%C3%A7%C3%A3o-virtual/o-sert%C3%A3o-pelas-m%C3%A3os-de-marilene-brito">https://mcs.uefs.br/exposi%C3%A7%C3%A3o-virtual/o-sert%C3%A3o-pelas-m%C3%A3os-de-marilene-brito</a>&gt; acesso em 08 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 13:42:29 UTC</pubDate>
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         <title>CRISPINA DOS SANTOS (1927 - 2014)</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3441928310</link>
         <description><![CDATA[<p>Nascida num povoado denominado de Camondongo, nas proximidades de Humildes, distrito de Feira da Santana, em 25 de outubro de 19271 , ela passou a infância na zona rural, onde aprendeu com sua mãe, Lúcia dos Santos, uma das muitas louceiras do município, a lidar com o barro. Em entrevista gravada pelo professor Raymundo Luiz Lopes, na década de 80, ela explica: “Com idade de 8 a 9 anos2 eu comecei a aprender, mãe fazia louça, eu fazia um bocado de caburé, mãe fazia, eu fazia tombém, depois mãe fazia figura, eu tombém fazia figura”. (Santos, 1982, p. 89) Algumas louceiras, é verdade, na época do Natal, além das peças utilitárias, costumavam confeccionar as figuras destinadas aos presépios. Desse ambiente teria nascido o contato da pequena Crispina com a cerâmica e, em especial, com as figuras de barro. Com a morte de sua mãe, entretanto, ela foi forçada a mudar-se para a cidade de Feira de Santana, perdendo, ainda adolescente, os vínculos com as atividades e com o mundo de sua infância. A vida urbana não lhe permitiu, obviamente, dar seguimento ao ofício de louceira, porém não conseguiu apagar de todo suas vivências no esquecido povoado de Camondongo. Prova disso é que, logo em seguida, ela descobriria que também em Feira de Santana havia espaço, na época do Natal, para a modelagem de figuras de barro. A partir daí, Crispina dos Santos nunca mais parou de fazer figura. Não se deve pensar, no entanto, que a trajetória da ceramista desenvolveu-se com facilidade, pois inúmeros foram os percalços de ordem doméstica que ela teve de superar para manter a sua paixão. pelas figuras de barro. Apesar das dificuldades, conseguiu estabelecer, ao longo de quase toda a sua vida, uma rotina que lhe permitia, no período que antecedia ao Natal, dedicar-se de corpo e alma à modelagem das figuras para presépios.Crispina morreu em 2014, aos 87 anos, deixando uma enorme lacuna na cultura popular de Feira de Santana, onde enriquecia os presépios de Natal, principalmente nas casas da gente humilde, com seus anjos, bois e jumentinhos feitos de barro.</p><p><br></p><p>Fonte: BLOG DA FEIRA. Crispina dos Santos, a criadora de anjos, um documentário. Blog da Feira, 2020. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://blogdafeira.com.br/home/2020/12/09/crispina-dos-santos-criadora-de-anjos-documentario-de-juraci-dorea/">https://blogdafeira.com.br/home/2020/12/09/crispina-dos-santos-criadora-de-anjos-documentario-de-juraci-dorea/</a>&gt; acesso em 08 de maio de 2025.</p><p><br></p><p>DÓREA, Juraci.O presépio sertanejo de Crispina dos Santos.Légua &amp; meia: Revista de literatura e diversidade cultural. Feira de Santana: UEFS, v. 3, nº 2, 2004, p. 101-114</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 13:58:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>DOCUMENTÁRIO CRISPINA DOS SANTOS</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3441930457</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=KhI0efxe_H0" />
         <pubDate>2025-05-08 13:59:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>MICARETA DE FEIRA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3442408018</link>
         <description><![CDATA[<p>O primeiro dia da primeira Micareta da “Princesa do Sertão” aconteceu exatamente em <strong>27 de março de 1937</strong>. O coletor Maneca Ferreira, conhecido como “Maneca da Coletoria”, e o professor Antônio Garcia foram os criadores. Além <strong>dos</strong> dois, participavam da comissão <strong>organizadora</strong> da festa João Bojô (artista), Oscar Marques (comerciante), Deraldo Araújo (cenógrafo), Arlindo Ferreira (tipógrafo), Ezichio Carneiro (comerciante), Lindauro Lima (tipógrafo), Artur Sales (poeta) e Olímpio Ramos (comerciante). Manuel da Costa Ferreira, o Maneca Ferreira, era criador dos carros alegóricos e ficou inconformado com o cancelamento do Carnaval, em razão das chuvas na cidade, resolvendo então propor a mudança da data da festa, o que foi plenamente aceito. Os carros alegóricos tinham uma participação marcante, na mesma proporção dos trios elétricos das micaretas a partir da década de 1950, nas festas momescas feirenses. Maneca Ferreira contava com a parceria de João Bojô e do trabalhador braçal Rosalvo França na confecção deles. A festa foi iniciada, na verdade, com o nome francês de <em>Micareme</em>, copiado de uma festa popular francesa, mas terminou sendo substituído por Micareta, escolhido em um concurso realizado especialmente para dar uma nova denominação à folia fora de época. O chamado sítio da festa foi formado pelas ruas Conselheiro Franco, também na época conhecida como rua Direita, e Tertuliano Carneiro, que começa na praça Dr. Remédios Monteiro e termina na praça Fróes da Mota. Mas, além das duas ruas, a folia também se estendia pelas praças da Bandeira e João Pedreira, onde fica o Mercado de Arte Popular. A Rainha da primeira Micareta foi a foliã Eunira Boaventura. A escolha da majestade e das princesas aconteceu em clima de euforia e alegria que lembrou os concursos de Miss. O rei Momo, a princípio, era o do carnaval de Salvador. Somente em 1975 aconteceu o primeiro concurso para eleger um feirense, Hilquias Carvalho, para reinar durante a folia. A Micareta na rua era animada por grupos folclóricos e bandinhas como Filhos do Sol, As Melindrosas, Zé Pereira, Cruz Vermelha, Flor do Carnaval, entre outros. Havia também os foliões que desfilavam sozinhos, com suas fantasias ou mascarados. Aconteciam ainda os bailes nos tradicionais clubes da cidade e nas sedes das filarmônicas feirenses, sendo as principais a 25 de Março e Vitória. Em 1954, a Micareta de Feira de Santana passou por uma revolução: houve a primeira participação de um trio elétrico, o Patury, criado por Péricles Soledade em parceria com José Urbano Cerqueira, um fabricante de instrumentos da época, com a participação também do industrial Joaquim Bacelar, fabricante da aguardente de cana Patury. O Patury fez tanto sucesso que nos anos seguintes essa grande invenção dos carnavais baianos foi definitivamente incorporada à folia feirense. Outros trios de Salvador vieram para Feira de Santana, a exemplo do Tapajós, Jacaré e Ypiranga. Mais tarde, a partir das décadas de 1960 e 1970, o circuito da festa foi sendo transferido para a avenida Senhor dos Passos, mas ainda assim englobava as praças da Bandeira e João Pedreira. A rua Conselheiro Franco virou o palco para o desfile de escolas de samba. Em seguida, a festa passou a ser feita na avenida Getúlio Vargas, pois os trios cada vez mais aumentavam de tamanho e, no ano 2000, foi criado o circuito Maneca Ferreira, na avenida Presidente Dutra, onde a folia acontece até hoje. Em 2002, a Micareta ganhou dois novos espaços, além do circuito Maneca Ferreira: o Quilombola, num trecho da avenida João Durval Carneiro, para o desfile de blocos afros, e o Charles Albert, no bairro da Kalilândia, para bailes infantis e destinados à melhor idade. Ao longo desses 88 anos, a Micareta de Feira de Santana só não aconteceu em três ocasiões: a primeira durante a Segunda Guerra Mundial, da qual alguns soldados feirenses também participaram, a segunda em 1964, em razão do Golpe de Estado e a terceira de 2020 a 2022 devido à pandemia de COVID-19. </p><p><br/></p><p>Fonte: G1.Após três anos sem festa por causa da pandemia da Covid-19, micareta de Feira de Santana será no mês de abril; veja datas. G1, 2023. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/ba/bahia/noticia/2023/01/12/micareta-de-feira-de-santana-em-2023-sera-no-mes-de-abril-veja-datas.ghtml">https://g1.globo.com/ba/bahia/noticia/2023/01/12/micareta-de-feira-de-santana-em-2023-sera-no-mes-de-abril-veja-datas.ghtml</a>&gt; acesso em 08 de maio de 2025.</p><p><br/></p><p>PREFEITURA MUNICIPAL DE FEIRA DE SANTANA. História da Micareta. Micareta: feira de Santana 2019, 2019. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/micareta/amicareta.asp">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/micareta/amicareta.asp</a>&gt; acesso em 08 de maio de 2025.</p><p><br/></p><p>PREFEITURA MUNICIPAL DE FEIRA DE SANTANA. História da Micareta. Micareta de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://micaretadefeira.com.br/historia/">https://micaretadefeira.com.br/historia/</a>&gt; acesso em 08 de maio de 2025</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 21:31:11 UTC</pubDate>
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         <title>MICARETA DE FEIRA - FOTOGRAFIA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3442409338</link>
         <description><![CDATA[<p>Fonte: PREFEITURA MUNICIPAL DE FEIRA DE SANTANA. História da Micareta. Micareta de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://micaretadefeira.com.br/historia/">https://micaretadefeira.com.br/historia/</a>&gt; acesso em 08 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 21:34:23 UTC</pubDate>
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         <title>FESTA DO VAQUEIRO</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
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         <description><![CDATA[<p>O tipo humano mais característico de Feira de Santana, ligado à própria origem da cidade, é o grande homenageado na Festa do Vaqueiro do Distrito de Jaguara. Criada em 1985, e realizada sempre num fim de semana do mês de setembro, a festa é promovida pelos moradores do distrito, e atrai pessoas de toda a região. No sábado, vaqueiros encourados de Feira de Santana e vários municípios vizinhos desfilam em seus cavalos pelas ruas do distrito, acompanhados de várias amazonas. Depois tem a Missa do Vaqueiro, celebrada em frente à igreja do distrito, e é escolhida a Rainha e as Princesas dos Vaqueiros. No domingo, a festa é animada durante todo o dia por trios de forrozeiros e grupos de samba-de-roda.</p><p><br></p><p>Fonte (Imagem): PREFEITURA MUNICIPAL DE FEIRA DE SANTANA. 36ª Festa do Vaqueiro de Jaguara acontece nos dias 30 de setembro e 1º de outubro. Prefeitura de Feira, 2025</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?s=a&amp;titulo=36%AA%20Festa%20do%20Vaqueiro%20de%20Jaguara%20acontece%20nos%20dias%2030%20de%20setembro%20e%201%BA%20de%20outubro&amp;id=8&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=34419">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?s=a&amp;titulo=36%AA%20Festa%20do%20Vaqueiro%20de%20Jaguara%20acontece%20nos%20dias%2030%20de%20setembro%20e%201%BA%20de%20outubro&amp;id=8&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=34419</a>&gt; acesso em 08 de maio de 2025.</p><p><br></p><p>Fonte: FEIRA DE SANTANA. Festa do Vaqueiro de Jaguara. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://conhecafeira.com.br/festa-do-vaqueiro-de-jaguara/">https://conhecafeira.com.br/festa-do-vaqueiro-de-jaguara/</a>&gt; acesso em 05 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 21:38:48 UTC</pubDate>
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         <title>THIAGO AQUINO</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3442415241</link>
         <description><![CDATA[<p>Conhecido por grandes sucessos como "Erro que dá certo" e "Casamento cancelado", o cantor Thiago Aquino é feirense, nascido e criado no bairro Queimadinha. O primeiro contato com a música foi aos 13 anos, influenciado pelo então vocalista da banda 'Desejo de Menina', Leno. Aos 15, Aquino já fazia suas primeiras apresentações em barzinhos da cidade.Um dos grandes nomes na cena do arrocha, o artista 'estourou' em 2020, com o lançamento do projeto 'Só Pedrada'. Em 2022, gravou o primeiro DVD no Farol da Barra, em Salvador. Em 2024, o cantor alcançou a marca de um bilhão de play's nas plataformas digitais.</p><p><br></p><p>Fonte: BRANDÃO, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://Milena.De">Milena.De</a> Irmã Rosa a Junior Caldeirão: 10 personalidades de Feira de Santana. Ibahia, 2024. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ibahia.com/interior-da-bahia/feira-de-santana/de-irma-rosa-a-junior-caldeirao-10-personalidades-de-feira-de-santana-326817">https://www.ibahia.com/interior-da-bahia/feira-de-santana/de-irma-rosa-a-junior-caldeirao-10-personalidades-de-feira-de-santana-326817</a>&gt; acesso em 08 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 21:43:56 UTC</pubDate>
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         <title>LUCAS DA FEIRA (1807 - 1849)</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3442426426</link>
         <description><![CDATA[<p>Para muitos, Lucas da Feira foi um bandido, para outros um herói. No dia 25 de setembro de 1849, em patíbulo armado no local onde estava localizado o Cine Iris, Lucas Evangelista dos Santos, famoso Lucas da Feira, era enforcado, após ser processado e julgado, por crimes que cometeu e por crimes que não cometeu. Filho de escravizados, cativo também seria Lucas, quando veio ao mundo em 18 de julho de 1807, no Saco do Limão, freguesia de São José, ao sul do Município de Feira de Santana. Nascido de Inácio e Maria, dois escravizados gêges, Lucas seria escravo até o dia em que resolveu se libertar em 1828. Escravo e analfabeto, sem meios para se manter, perseguido por ser negro, aspirando ser livre, Lucas, que, a princípio, matava bichos para alimentar-se e realizava trabalhos de capina por quase dez anos enveredou pelo crime. A partir de 1839, quando as perseguições ficaram mais fortes, constituiu um "quilombo volante", definido pelo historiador Clóvis Ramaiana, junto com os companheiros, também escravizados, e vivia de produtos oriundos de roubos e assaltos. Trinta homens, somente trinta, compunham o seu bando, onde despontava Nicolau, Flaviano, Bernardino, Januário, José e Joaquim. Todos negros que foram escravizados, fugidos com ele. A perseguição foi cruel e intensa. Lucas pulava de esconderijo em esconderijo. Seus companheiros iam sendo presos, espancados,  mortos. Sofriam toda espécies de atrocidades.</p><p>O primeiro foi Nicolau, o mais íntimo. Preso, junto com outro companheiro foi morto. Os corpos entregues a um grupo de pessoas que os queimou em fogueiras armadas nas ruas de Santana da Feira.</p><p>Vieram os outros, um por um. Impiedosamente mortos. Cada qual de uma maneira mais estúpida. Nada, porém, satisfazia. Era preciso capturar Lucas. Cazumbá, oficial de Justiça, compadre do bravo negro, condenado, conhecia o esconderijo. Foi-lhe proposto o perdão em troca da delação. E a caça começou naqueles dias quentes de janeiro de 1848. Policiais e figuras outras da cidade, guiados por Cazumbá,  buscavam Lucas  nas matas de San'anna da Feira. Atiravam para todos os lados e em todas as direções. Lucas resistia bravamente, escondido no fundo da Fazenda Tapera, junto ao Poço do Gurunga. Uma bala quebra-lhe o braço, minando-lhe as forças. Os policiais, comandados por Cazumbé e Benedito (outro amigo de Lucas) prosseguiam a busca que durou até 28 de janeiro. Lucas é finalmente preso e levado ao centro da cidade. Cazumbá, que com um tiro quebrara-lhe o braço, alcançara o perdão e ainda recebe dinheiro e presentes. Lucas seguia para a prisão, depois de interrogado  por Inocêncio Marques de Araújo Góes, futuro Barão do Desterro. Julgado nesta Vila, a 1º de Março de 1948, foi condenado à pena de morte, ao enforcamento. Necessário se fazia a ratificação da pena na Capital do Estado. Para lá removido, Lucas fica trancafiado na fortaleza de Santo Antonio Além do Carmo. Ia longe a fama de Lucas. O seu nome deixava os limites do Estado e o Imperador  D. Pedro II  demonstrou desejo de  conhecê-lo. Levado secretamente à então Capital da República, pode D. Pedro II satisfazer a sua curiosidade. Com o braço amputado, abatido e enfermo, Lucas aguardava o instante final de subir à forca. Na manhã de 25 de setembro de 1849. As ruas estão repletas. Veio gente de toda a redondeza. Era o último ato. O cortejo estava formado. Policiais armados, os carrascos à frente, padre José Tavares, vigário da freguesia, e dois franciscanos ao fundo, Lucas no meio de todos, puxado pela corda, como se estivesse arrastando um animal. O patíbulo estava ali armado. No fim da hoje Avenida Senhor dos Passos, Vai Lucas cumprir a última etapa de sua vida. Fala ao povo, pede perdão. Seu corpo é sepultado na Igreja Matriz, hoje Catedral.</p><p><br/></p><p>Fonte: SIMAS, Adilson. Lucas da Feira. Prefeitura de Feira, 2016. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/secom/noticias.asp?idn=14154#:~:text=No%20dia%2025%20de%20setembro%20de%201849%2C%20em%20pat%C3%ADbulo%20armado,por%20crimes%20que%20n%C3%A3o%20cometeu">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/secom/noticias.asp?idn=14154#:~:text=No%20dia%2025%20de%20setembro%20de%201849%2C%20em%20pat%C3%ADbulo%20armado,por%20crimes%20que%20n%C3%A3o%20cometeu</a>.&gt; acesso em 08 de maio de 2025.</p><p><br/></p><p>BRANDÃO, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://Milena.De">Milena.De</a> Irmã Rosa a Junior Caldeirão: 10 personalidades de Feira de Santana. Ibahia, 2024. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ibahia.com/interior-da-bahia/feira-de-santana/de-irma-rosa-a-junior-caldeirao-10-personalidades-de-feira-de-santana-326817">https://www.ibahia.com/interior-da-bahia/feira-de-santana/de-irma-rosa-a-junior-caldeirao-10-personalidades-de-feira-de-santana-326817</a>&gt; acesso em 08 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 22:03:29 UTC</pubDate>
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         <title>MARYZÉLIA SANTOS CONCEIÇÃO</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3442431139</link>
         <description><![CDATA[<p>Com seu canto forte, Maryzelia tem se firmado na cena do samba nacional. Ao longo dos 13 anos de carreira, a artista tem um disco intitulado "Samba na Veia", dois singles "Dona do Pedaço" e "Awo" e já dividiu palcos com artistas como Xande de Pilares, Maria Rita e Diogo Nogueira. Maryzelia Santos Conceição é natural de Feira de Santana. Atualmente, vive no Rio de Janeiro. A menina que nasceu na Casa de Saúde Santana sabe ter paciência.Perseverança. Positividade (expressão que ela adora). A Bahia não lhe sai do pensamento e ela volta, esporadicamente, pra tocar no Carnaval do Pelourinho, na Micareta de Feira, nas feiras de livros, congressos, casamentos, aniversários, reisados. E retorna ao bar, da música na madrugada, onde começa sua carreira e cativa sua turma fiel de admiradores.Gente de toda idade e classe social, feirenses e gringos.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Fonte: FEIRENSES.Cantora feirense Maryzélia é destaque no Jornal O Globo. Feirenses: Feira de Santana Aprofundada, 2016. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://feirenses.com.br/cantora-feirense-maryzelia-e-destaque-no-jornal-o-globo/">https://feirenses.com.br/cantora-feirense-maryzelia-e-destaque-no-jornal-o-globo/</a>&gt; acesso em 08 de maio de 2025.</p><p><br/></p><p>MARQUES, Caique. Maryzélia, sempre Maryzélia!. Blog da Feira, 2018. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://blogdafeira.com.br/home/2018/02/18/maryzelia-sempre-maryzelia-por-caique-marques/#:~:text=A%20menina%20que%20nasceu%20na,%2C%20casamentos%2C%20anivers%C3%A1rios%2C%20reisados">https://blogdafeira.com.br/home/2018/02/18/maryzelia-sempre-maryzelia-por-caique-marques/#:~:text=A%20menina%20que%20nasceu%20na,%2C%20casamentos%2C%20anivers%C3%A1rios%2C%20reisados</a>.&gt; acesso em 08 de maio de 2025.</p><p><br/></p><p>BRANDÃO, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://Milena.De">Milena.De</a> Irmã Rosa a Junior Caldeirão: 10 personalidades de Feira de Santana. Ibahia, 2024. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ibahia.com/interior-da-bahia/feira-de-santana/de-irma-rosa-a-junior-caldeirao-10-personalidades-de-feira-de-santana-326817">https://www.ibahia.com/interior-da-bahia/feira-de-santana/de-irma-rosa-a-junior-caldeirao-10-personalidades-de-feira-de-santana-326817</a>&gt; acesso em 08 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 22:12:19 UTC</pubDate>
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         <title>JOÃO DURVAL CARNEIRO</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3442434769</link>
         <description><![CDATA[<p>Formado em Odontologia pela Universidade Federal da Bahia em 1953, João Durval exerceu a profissão até ingressar na carreira política. Foi vereador, duas vezes&nbsp;deputado federal, duas vezes eleito prefeito de Feira, governador da Bahia e senador. Talvez seja o feirense com a mais notória trajetória política. O distrito onde nasceu (Ipuaçu) hoje também é batizado com seu nome.</p><p><br></p><p>Fonte (Imagem): AGÊNCIA SENADO.Joao Durval. Wikipedia, 2009. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Joao_durval.JPG">https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Joao_durval.JPG</a>&gt; acesso em 08 de maio de 2025.</p><p><br></p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://FEIRENSES.As">FEIRENSES.As</a> personalidades que nomeiam as principais avenidas de Feira. Feirenses: Feira de Santana Aprofundada, 2016. Disponível em</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://feirenses.com.br/avenidas-de-feira/">https://feirenses.com.br/avenidas-de-feira/</a>&gt; acesso em 08 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 22:19:24 UTC</pubDate>
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         <title>NÓIDE CERQUEIRA (1940 - 1995)</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3442437250</link>
         <description><![CDATA[<p>Advogado, político e empresário feirense. Filho do empresário Modesto Cerqueira (fundador da Jacuípe Veículos, Norauto Veículos, Norauto Caminhões e Pedro Falcão Vieira Center), foi também Chefe de Gabinete e Secretário do governo José Falcão em Feira. Também foi vereador e deputado federal. Além disso, <a rel="noopener" href="http://oliveiradimas.blogspot.com.br/2014/08/quem-foi-noide-cerqueira.html">de acordo com o jornalista Dimas Oliveira</a>, foi dirigente e conselheiro do Clube de Campo Cajueiro, do Feira Tênis Clube e da Sociedade Filarmônica Euterpe Feirense, além do Ali-Babá. Também dirigiu o Bahia de Feira, quando colocou o time no Campeonato Baiano, e do Fluminense de Feira. Faleceu prematuramente em acidente automobilístico, na BR-324.</p><p><br/></p><p>Fonte (Imagem): CÂMARA DOS DEPUTADOS. Noide Cerqueira. Câmara dos Deputados, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.camara.leg.br/deputados/131602/biografia">https://www.camara.leg.br/deputados/131602/biografia</a>&gt; acesso em 08 de maio de 2025</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://FEIRENSES.As">FEIRENSES.As</a> personalidades que nomeiam as principais avenidas de Feira. Feirenses: Feira de Santana Aprofundada, 2016. Disponível em</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://feirenses.com.br/avenidas-de-feira/">https://feirenses.com.br/avenidas-de-feira/</a>&gt; acesso em 08 de maio de 2025.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 22:24:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>PRIMEIRA BOMBA DE GASOLINA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3442471671</link>
         <description><![CDATA[<p>Não foi identificada o ano na fotografia, mas vemos nesta a cruz gamada na Bomba de Gasolina, símbolo que foi usado pelo regime nazista, que começou em 1930 após a Grande Depressão em 1929. No governo de Hitler todo o produto industrial teria que colocar a logomarca do nazismo. Outra imagem é datada em 1932 segundo o site Memorial da Feira, mas estas fotos deve ser de 1935 a 1937.</p><p><br></p><p>Fonte: SANTANÓPOLIS.Feira Antiga Praça do Comércio. Santanópolis, 2020. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ginasiosantanopolis.blogspot.com/2020/06/feira-antiga-praca-do-comercio.html">https://ginasiosantanopolis.blogspot.com/2020/06/feira-antiga-praca-do-comercio.html</a>&gt; acesso em 08 de maio de 2025.</p><p><br></p><p>FEIRA DE SANTANA. Memorial da Feira. Prefeitura de Feira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=1">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/memorialdafeira/conteudo.asp?catimg=1</a>&gt; acesso em 08 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 23:24:12 UTC</pubDate>
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         <title>HALL DO HOTEL UNIVERSAL</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3442474554</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 23:27:52 UTC</pubDate>
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         <title>EDITH MENDES DA GAMA E ABREU (1903 - 1982)</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3442490693</link>
         <description><![CDATA[<p>Nascida em 13 de outubro de 1903, Edith Gama era filha de Maria Augusta Falcão Mendes da Costa e de João Mendes da Costa, ex-prefeito de Feira de Santana (1931-1933). Feminista e conferencista nata, fez seu primeiro pronunciamento no Grêmio Rio Branco, em Feira de Santana, com o título “A Mulher”. Era o início da sua bravura. E seguiu:</p><ul><li><p>foi diretora do Departamento de Ação Cultural da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino (FBPF);</p></li><li><p>foi membro do Conselho de Educação e Cultura do Estado da Bahia;</p></li><li><p>presidiu a Sociedade Baiana de Combate à Lepra;</p></li><li><p>presidiu a Pró-Mater da Bahia;</p></li><li><p>foi conselheira do Abrigo de Salvador;</p></li><li><p>e mais, bem mais.</p></li></ul><p>Sua vida política é marcada por grandes feitos em prol das mulheres baianas. Apesar de opositora do então governador baiano Juraci Magalhães, Edith Gama conseguiu convencê-lo a vetar o projeto de lei do general Goes Monteiro, que dava à mulher o direito ao cargo público apenas se ela tivesse, assim como o homem, a carteira de reservista. Além disso, o anteprojeto do Código Eleitoral, naquela altura, apresentava restrições ao voto feminino. Restrições essas que foram dissolvidas, dada a argumentação da feirense perante o deputado e relator João Cabral. Após a redemocratização do Brasil, em 1945, e depois de algumas frustrações políticas, passou a se dedicar inteiramente às atividades literárias, jornalísticas e educacionais.</p><p>Edith Gama foi a mulher mais representativa da Bahia entre os anos 1930 e 1940. Sua obra “Problemas do Coração”, publicada em 1930, colocou-a em seu lugar de escritora ensaísta e profundamente tocada pelas questões femininas. A obra em questão trata de um assunto delicado: o diálogo (ou a falta dele) entre casamento, educação e feminismo na vida conjugal. A educação masculina marcadamente diferente e os problemas enfrentados pelas mulheres. O contexto histórico trazia ressaltada a discussão a respeito da modernização, higienização e urbanização. Acompanhando essas e outras transformações, também se modificava o comportamento feminino, de modo mais acelerado ou mais lento, a depender da classe, meio e profissão das mulheres. Modificavam-se também as relações entre homens e mulheres, que se acusavam reciprocamente como os responsáveis pela quebra dos costumes.“Problemas do Coração” põe lenha na fogueira desse debate, sobretudo na capital baiana, que recebeu, um ano depois, uma filial da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino. Na obra, Edith Gama fala aos homens, confere relevância aos diferentes tratamentos dados aos meninos e meninas no processo educacional, aponta a mulher como superior em sentimentos e o homem como “Retardatário do aperfeiçoamento moral, tem instinctos ancestraes mal refreados a par de inclinações elevadíssimas”. A educação, para a feminista, é a veia determinante da desigualdade entre os sexos. Ambos são “egualmente passiveis do mesmo aperfeiçoamento”. No entanto, o tratamento dispensado aos diferentes gêneros torna homem e mulher absurdamente estereotipados e desiguais: “Indubitavelmente elle ama menos e odeia mais que ella. E é a falta de amor ao cumulo de odio que se estende a immensa cadeia de delictos […] as futilidades e as nevroses, adquirem-n’as ellas no ambiente de uma educação mal-sã”. Critica os pais por tal educação dispensada aos filhos e aponta o casamento como o ambiente onde essas diferenças entrarão em conflito.</p><p>Edith Gama, em suma, aponta a sociedade como a grande vilã, cheia de códigos de conduta, regras e princípios. As discussões hoje vistas e ouvidas por um sem fim de atuais feministas (as famosas e as anônimas) são as mesmas da época de Edith e de outras tantas mulheres: liberdade para a mulher; igualdade entre os gêneros; conciliação entre tarefas do lar, maternidade e trabalho e outras.</p><p>A defesa às mulheres e as críticas mordazes de Edith Gama a destacaram na militância feminista, levando-a a ocupar a presidência da Federação Bahiana pelo Progresso Feminino. Em 1938, oito anos após a publicação do “Problemas do Coração”, a feirense ocupou uma cadeira na Academia de Letras da Bahia (ABL), a primeira mulher a assumir tal posto.</p><p><br></p><p>Fonte: LÉLIS, Ena.Edith Mendes da Gama e Abreu, a primeira feminista feirense. Feirenses: Feira de Santana Aprofundada, 2016. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://feirenses.com.br/edith-mendes-gama-abreu/">https://feirenses.com.br/edith-mendes-gama-abreu/</a>&gt; acesso em 08 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 23:46:08 UTC</pubDate>
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         <title>DOCUMENTÁRIO - FRANCISCO SALES BARBOSA</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3442509751</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-09 00:02:18 UTC</pubDate>
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         <title>FRANCISCO SALES BARBOSA (1862 - 1888)</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3442515986</link>
         <description><![CDATA[<p>Todos os feirenses conhecem a rua Sales Barbosa, mas pouquíssimos sabem quem foi Francisco Salles Barbosa, o poeta romântico que empresta seu nome a uma das vias principais do centro comercial de Feira de Santana. Nascido em 1862, foi um dos principais protagonistas do romantismo e do abolicionismo em Feira de Santana. O poeta feirense estudou Direito em Recife, onde participou do <em>Clube do Cupim</em>, e foi representante desse movimento abolicionista em Feira de Santana, juntamente com Padre Ovídio Alves Boaventura, Dr. Remédios Monteiro e Filinto Bastos. O grupo se reunia no Teatro Santana, nas filarmônicas Vitória e 25 de Março e na Capela dos Remédios, onde angariavam fundos para comprar cartas de alforria e libertar escravos. Salles Barbosa morreu aos 26 anos, em 1888, justamente no ano da Abolição da Escravatura.</p><p><br></p><p>Fonte (Imagem): Postagem da página no Facebook <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.facebook.com/FotosDaPrincesaDoSertaoFeiraDeSantanaBahia/photos/outra-imagem-restauradafotografia-restaurada-do-poeta-e-abolicionista-francisco-/1245344280926610/?_rdr">Fotos de Feira de Santana - Bahia a princesa do sertão</a>.</p><p><br></p><p>Fonte: BLOG DA FEIRA.Evento no Calçadão homenageia o poeta romântico Salles Barbosa. Blog da Feira, 2022. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://blogdafeira.com.br/home/2022/09/23/evento-no-calcadao-homenageia-o-poeta-romantico-salles-barbosa/">https://blogdafeira.com.br/home/2022/09/23/evento-no-calcadao-homenageia-o-poeta-romantico-salles-barbosa/</a>&gt; acesso em 08 de maio de 2025</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-09 00:07:41 UTC</pubDate>
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         <title>DOCUMENTÁRIO - ALOÍSO RESENDE </title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3442535564</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-09 00:21:12 UTC</pubDate>
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         <title>MUSEU CASA DO SERTÃO</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3442658239</link>
         <description><![CDATA[<p>Construído no Campus Universitário, em 1978, pelo Lions Clube de Feira de Santana, que doou o espaço à Universidade, o Museu contava, inicialmente, apenas com uma sala para exposições temporárias, uma sala para a exposição do acervo permanente e uma pequena biblioteca.</p><p>Ao longo dos anos, houve um notável crescimento, tanto em termos de estrutura física quanto de acervo museológico. Novas peças foram incorporadas à coleção do Museu Casa do Sertão, a exemplo do Acervo do Couro, que pertenceu ao Museu Regional de Arte de Feira de Santana (MRA), sendo transferido para a Casa do Sertão em 1995, após a vinculação do MRA à UEFS; e da biblioteca pessoal do Monsenhor Renato de Andrade Galvão, doada em vida pelo sacerdote, educador, historiador e Vice-Reitor da Universidade (1979 – 1987) pouco antes de sua morte, em 1995. Entre 1995 e 1996, o prédio que abriga o Museu Casa do Sertão sofreu uma grande reforma, triplicando a sua área construída, que passou de 212,72 m² para 708,46 m². A ampliação possibilitou a redistribuição do acervo, em função da criação de novos espaços, como a Sala do Artesanato, que passou a abrigar o acervo iconográfico; a Sala Eurico Alves Boaventura, que recebeu o acervo do Ciclo do Couro; a Sala Dival da Silva Pitombo, reservada a exposições temporárias; a Sala da Administração; o Centro de Estudos Feirenses; o Núcleo de Literatura de Cordel; a Biblioteca Setorial; a Reserva Técnica e o Pavilhão Anexo, destinado às peças de grande porte.A Casa do Sertão possui também uma discoteca de músicas sertanejas, uma biblioteca especializada em diversas áreas do conhecimento sobre Feira de Santana e região e um acervo de Literatura de Cordel, com aproximadamente 2.400 exemplares, escritos por autores clássicos e modernos.</p><p><br/></p><p>Fonte: JORNAL GRANDE BAHIA. O museu Casa do Sertão na UEFS. O Jornal Grande Bahia, 2017. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornalgrandebahia.com.br/2017/02/museu-casa-do-sertao/">https://jornalgrandebahia.com.br/2017/02/museu-casa-do-sertao/</a>&gt; acesso em 08 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-09 01:26:21 UTC</pubDate>
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         <title>MAQUINÁRIOS AGRÍCOLAS</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3442685205</link>
         <description><![CDATA[<p>No Pavilhão Anexo Lucas da feira no Museu Casa do Sertão estão os maquinários utilizados em fazendas de  uma Feira de Santana colonial, agrária e escravista. Dentre esses instrumentos podemos citar os carros de boi, pilão de madeira, arados, moenda de cana e prensas.</p><p><br/></p><p>Fonte (Imagem):</p><p><br/></p><p>Fonte: MUSEU CASA DO SERTÃO. Pavilhão Anexo Lucas da Feira. Museu Casa do Sertão, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mcs.uefs.br/espa%C3%A7os-do-museu/pavilh%C3%A3o-anexo-lucas-da-feira">https://mcs.uefs.br/espa%C3%A7os-do-museu/pavilh%C3%A3o-anexo-lucas-da-feira</a>&gt; acesso em 08 de maio de 2025.</p><p><br/></p><p>NUNES, Maylla. Museu Casa do Sertão celebra 45 anos com exposições de artistas locais; veja como visitar. Acorda Cidade, 2023. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.acordacidade.com.br/feira-de-santana/museu-casa-do-sertao-celebra-45-anos-com-exposicoes-de-artistas-locais-veja-como-visitar/">https://www.acordacidade.com.br/feira-de-santana/museu-casa-do-sertao-celebra-45-anos-com-exposicoes-de-artistas-locais-veja-como-visitar/</a>&gt; acesso em 08 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-09 01:39:54 UTC</pubDate>
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         <title>FRANCISCO JOSÉ PINTO DOS SANTOS (1930 - 2008)</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3443552278</link>
         <description><![CDATA[<p>Francisco José Pinto dos Santos (Feira de Santana, 16 de abril de 1930 — Salvador, 19 de fevereiro de 2008) foi um advogado e político brasileiro . Era conhecido pelo epíteto de Chico Pinto.&nbsp;Chico Pinto lançou-se na política na década de 50, ao ser eleito vereador em Feira de Santana. Em 1963 foi eleito prefeito pelo PSD. Inovou a administração ao criar o orçamento participativo. Em 1964, foi tirado da prefeitura pelo regime militar.</p><p>Deposto e preso, respondeu a oito processos e inquéritos policiais militares (IPMs). Julgado pelo Conselho Permanente do Exército e pelo Superior Tribunal Militar (STM), defendeu-se em causa própria e foi absolvido por unanimidade. Ingressou depois no MDB, pelo qual foi eleito deputado federal em 1970. Processado em 28 de março de 1974, pelo Executivo, por ter proferido discurso na tribuna da Câmara denunciando violências praticadas pelo general Pinochet, do Chile, foi condenado a seis meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em outubro de 1974, e perdeu o mandato por decisão da Mesa da Câmara. Cumpriu pena no 1º Batalhão da Polícia Militar do DF.</p><p>Ainda nos anos 70 foi dirigente do semanário O Movimento e, em 1994, do jornal nacionalista Questão Nacional. Voltou à Câmara em 1979 e atuou no Parlamento até se afastar por problemas de saúde.</p><p><br></p><p>Fonte: JORNAL GRANDE BAHIA. Morre ex-prefeito de Feira de Santana Chico Pinto. Jornal Grande Bahia, 2008. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornalgrandebahia.com.br/2008/02/morre-ex-prefeito-de-feira-de-santana-francisco-jose-pinto-dos-santos-chico-pinto/">https://jornalgrandebahia.com.br/2008/02/morre-ex-prefeito-de-feira-de-santana-francisco-jose-pinto-dos-santos-chico-pinto/</a>&gt; acesso em 09 de maio de 2025.</p><p><br></p><p>CARLOS, Augusto.Biografia de Chico Pinto será lançada na Câmara de Feira de Santana. Jornal Grande Bahia, 2013. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornalgrandebahia.com.br/2013/05/biografia-de-chico-pinto-sera-lancada-na-camara-de-feira-de-santana/">https://jornalgrandebahia.com.br/2013/05/biografia-de-chico-pinto-sera-lancada-na-camara-de-feira-de-santana/</a>&gt; acesso em 09 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-09 13:00:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>AGOSTINHO FRÓES DA MOTTA (1856 - 1922)</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3443563772</link>
         <description><![CDATA[<p>O Grupo Escolar J. J. Seabra, depois Escola Normal e Faculdade Estadual de Educação, onde hoje funciona o Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca), a Escola João Florêncio, atualmente Arquivo Municipal, e a Escola Maria Quitéria, são legados de sua atuação na área da educação. Ele nomina o Colégio Estadual Agostinho Fróes da Motta, vizinho ao Ginásio Municipal Joselito Falcão de Amorim.</p><p>Conta-se que o coronel Agostinho foi o responsável pela imponente obra da Escola J. J. Seabra. Dificuldades financeiras estavam ameaçando a conclusão do edifício. Então, ele, intendente, lançou mão de recursos do próprio bolso para que a construção não parasse, só tendo recebido a devolução da importância anos depois.</p><p>"Chefe político de real expressão, intendente, e que quando exigiu do Estado um grupo escolar para sua terra, por não ter recursos o Estado, fez ele do seu bolso o grande palácio da rua Direita, esperando que lhe pagasse a despesa o governador posteriormente", contou Eurico Alves Boaventura.</p><p>A praça Fróes da Motta, antes praça General Argolo, foi construída pelo próprio em terreno de sua propriedade. O logradouro passou a ter seu nome em 1922, graças ao conselheiro farmacêutico José Alves Boaventura, que apresentou projeto de lei nesse sentido. A lei aprovada foi sancionada imediatamente pelo intendente coronel Bernardino Bahia. Na praça, a existência de busto de bronze do coronel, que foi colocado pelo prefeito João Marinho Falcão, em 1956, por ocasião das comemorações do seu centenário de nascimento.</p><p>Na mesma praça, esquina com a rua General Câmara, a antiga morada dos Fróes da Motta, a Villa Motta, hoje sede da Fundação Senhor dos Passos.<br>A construção, de 1903, é imponente e que impressiona e maravilha os passantes e visitantes.<br>Agostinho Fróes da Motta teve o desejo de construir o palacete com moldes europeus, após viagem a Hamburgo, Alemanha. A responsabilidade pela construção ficou ao encargo do mestre de obras João Pascoal dos Santos.<br>O coronel Fróes da Motta atuou ainda como provedor da Santa Casa de Misericórdia, presidente da Sociedade Montepio dos Artistas Feirenses, da Liga da Defesa Nacional e da Junta de Alistamento Militar, presidente honorário do Tiro Brasileiro 310 e representante da primeira agência de crédito do Banco do Brasil instalada na cidade.<br>Ele tinha muito prestígio perante a sociedade feirense e eram diversos os postos de destaque ocupados, de cunho filantrópico, de assistência social, espaços de cunho militar e seu poder político, marcado pelos projetos ligados a escolarização.<br>Destaque ainda para o processo de urbanização com a construção de praças e pavimentação de ruas e logradouros da região central da cidade. Entre os melhoramentos feitos, os calçamentos da rua dos Remédios (atual rua Monsenhor Tertuliano Carneiro) e da rua Conselheiro Franco. Ele também efetivou o embelezamento da então praça da Matriz, construindo o coreto e os jardins em torno.<br>"Acometido de uma grave doença em dezembro de 1921, o coronel Agostinho Fróes da Motta ficou no leito durante vários dias, nos quais foram improfícuos a ação da ciência e os carinhos de parentes e amigos. Faleceu aos 65 anos de idade, em sua residência, onde o corpo foi velado, às 14h10 de uma quarta-feira, dia 22 de março de 1922. Às 15 horas do dia seguinte, o corpo foi acompanhado pelas Filarmônicas 25 de março, Vitoria e Euterpe Feirense ao lado da comunidade, autoridades civis, militares e eclesiásticas, além de convidados vindos de outras regiões. O sepultamento ocorreu no Cemitério Piedade", noticiou o jornal "Folha do Norte".</p><p><br/></p><p>Fonte: BLOG DEMAIS.97 anos do falecimento de Agostinho Fróes da Motta. Blog Demais, 2019. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://oliveiradimas.blogspot.com/2019/03/97-anos-do-falecimento-de-agostinho.html">https://oliveiradimas.blogspot.com/2019/03/97-anos-do-falecimento-de-agostinho.html</a>&gt; acesso em 08 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-09 13:10:20 UTC</pubDate>
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         <title>BUMBA MEU BOI DA COMUNIDADE FULÔ E ADJACÊNCIAS.</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
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         <description><![CDATA[<p>A Festa do Bumba-Meu-Boi é realizada pela Associação de Moradores e Produtores Rurais do Fulô e Adjacências (AMPRUFA) do distrito de Humildes na segunda semana de fevereiro82. O bumba-meu-boi é um folguedo brasileiro típico do nordeste brasileiro. Na Comunidade Fulô, o homem vestido de boi conduz a dança e o cortejo pelas ruas, embalados pelo som percussivo dos sambas de roda. No século XVIII, o gado tinha grande importância simbólica e econômica e tinha como grandes criadores os colonizadores que faziam uso de mão de obra escrava. A manifestação já sofreu perseguição das elites nordestinas e também da polícia, pois era praticada por pessoas escravizadas. O bumba meu boi tem influências das culturas africana, europeia e indígena e a história que envolve a dança é de um casal de escravos, Pai Francisco e Mãe Catirina (ou Catarina). Grávida, Catirina começa a ter desejos por língua de boi. Para atender suas vontades, seu marido tem de matar o boi mais bonito de seu senhor. Percebendo a morte do animal, o dono da fazenda convoca curandeiros e pajés para ressuscitá-lo. Quando o boi volta à vida, toda a comunidade celebra.</p><p><br/></p><p>Fonte: LIBÂNIO, Clarice; MAURÍCIO, César. Distritos de Feira: Imagens das culturas populares. Feira de Santana: Favela é isso aí, 2020.<br><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-09 13:46:05 UTC</pubDate>
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         <title>FESTA DE REIS EM TIQUARUÇU</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
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         <description><![CDATA[<p>O dia de Santos Reis é comemorado no dia 06 de janeiro. Tradição do catolicismo popular, os reisados, folia de reis marcam a visita dos três reis magos ao menino Jesus. Uma marca importante no reisado de Tiquaruçu é a presença do vaqueiro. A figura mítica do vaqueiro anuncia e festeja a chegada do menino Jesus junto aos três reis magos. Se cada rei realiza sua oferenda, podemos atualizá-la na manifestação cultural de Tiquaruçu assim: o ouro representa a realeza; o incenso, a divindade; a mirra, imortalidade... e o couro, a resistência. Os Festejos de Santos Reis no distrito de Tiquaruçu acontecem no fim de semana inteiro. No entanto, os costumes de visita de casa em casa pelos cantadores de reis não é mais uma prática comum no distrito. Tiquaruçu é um distrito de Feira de Santana que ainda guarda uma arquitetura rural específica em muitas de suas casas. A Organização Cultural e Artística Reisado de São Vicente (ORCARE), fundada em 2003, era um ponto de cultura de Tiquaruçu que cumpria uma função importante no distrito, de memória, formação e difusão do reisado e de outras manifestações culturais existentes na região, como a bata do feijão. No entanto, o casarão onde funcionava a sede, construído em 1930, está com a estrutura bastante comprometida, com riscos de desabamento, o que inviabiliza as atividades que aconteciam no local. O reisado de São Vicente é um dos mais conhecidos da cidade de Feira de Santana, muito através do artista Asa Filho, criador da ORCARE. Há registros de mais de duzentos anos de existência da tradição da folia de reis no distrito. O Reisado possui hoje características de festa de largo, com palcos e shows nas imediações do Mercado Municipal. Costuma iniciar com a missa na capela de São Vicente e com um pequeno cortejo. Este cortejo atualmente acontece somente nos espaços públicos e transita pelas ruas do Ferreira, de Maria Quitéria e pela Praça São Vicente. As figuras que orientam o cortejo e abrem os festejos são os três reis magos e o vaqueiro, todos devidamente caracterizados e o grupo cultural Reisado de Tiquaruçu. Este grupo reúne, pelo menos, três senhores mais velhos com suas vozes em coro e seus respectivos pandeiros e estes conectam a memória de um reisado idealizado que existiu em outro formato juntamente com outros cantores e cantoras mais jovens que assumem os vocais do grupo. O samba de roda sambado pelas mulheres compõe a performance. Hooooje é dia de santos reis... é cantado em ritmo de samba e axé para abrir e fechar a apresentação do grupo cultural. </p><p><br/></p><p>Fonte: LIBÂNIO, Clarice; MAURÍCIO, César. Distritos de Feira: Imagens das culturas populares. Feira de Santana: Favela é isso aí, 2020.</p><p><br/></p><p>PREFEITURA DE FEIRA.Tradição secular, Reisado de Tiquaruçu volta a acontecer após dois anos. Prefeitura de Feira, 2023. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?titulo=Tradi%E7%E3o%20secular,%20Reisado%20de%20Tiquaru%E7u%20volta%20a%20acontecer%20ap%F3s%20dois%20anos&amp;id=8&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=32020">https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servico.asp?titulo=Tradi%E7%E3o%20secular,%20Reisado%20de%20Tiquaru%E7u%20volta%20a%20acontecer%20ap%F3s%20dois%20anos&amp;id=8&amp;link=secom/noticias.asp&amp;idn=32020</a>&gt; acesso em 08 de maio de 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-09 13:52:09 UTC</pubDate>
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         <title>RUSSO PASSAPUSSO</title>
         <author>walacedeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/historiauefs2020/rpyv8sffpar9nrtc/wish/3456116277</link>
         <description><![CDATA[<p>Roosevelt Ribeiro de Carvalho, conhecido mais como Russo Passapusso, nasceu em Feira de Santana em 1983. Iniciou a carreira artística por volta de 2004. Distanciando-se do esteriotipo do axé music, desenvolveu ao longo da carreira uma mistura que vai de rap, reggae e cultura system. Atuou em grupos como o coletivo MiniStereo Público, de Salvador organizando festas e intervenções sonoras. Liderou o BananaSystem, fazendo uma progressão eletrônica da guitarra baiana. Em 2014, após um processo de criação coletiva nos estúdios Navegantes e A Magnífica, lançou seu primeiro CD “Paraíso da Miragem”, que contou com produção e arranjos dos músicos baianos Curumim, Zé Nigro e Lucas Martins. O CD contou ainda com as participações especiais de Bnegão, um dos fundadores do grupo Planet Hemp, o guitarrista Edgar Scandura, do conjunto Ira, o tecladista Marcele Jeneci, e das cantoras Anelis Assumpção e Thalma de Freitas, em músicas como “Autodidata”, com Bnegão, “Flor de Plástico”, “Anjo”, “Sem Sol” e “Sangue do Brasil”.</p><p>Ao longo de dez anos de carreira, participou de projetos musicais em países como Rússia, França, Dinamarca, Japão e Estados Unidos, misturando influências que vão de Dorival Caymmi a Jorge Bem Jor, convergindo samba, rap, baião e música eletrônica. Em 2017, apresentou-se à frente de sua banda BaianaSystem em show na Marina da Glória, Rio de Janeiro. No mesmo ano, durante apresentação no carnaval em Salvador, comandou o BaianaSystem em uma grande manifestação contra o governo Temer, cujo vídeo correu o Brasil. Ainda em 2017, fez dois shows no Rio de Janeiro, um no Sesc Ginástico e outro no Sesc Copacabana contando com a participação especial da cantora Tulipa Ruiz, e interpretando repertório baseado em seu CD de estreia “Paraíso da miragem”. Em 2022 lançou, em parceria com a dupla Antonio Carlos &amp; Jocafi, o CD “Alto da Maravilha”, produzido por Curumin, Lucas Martins e Zé Nigro. O álbum teve participações especiais de Bule Bule em “Forrobodó”, Gilberto Gil em “Mirê mirê”, Karina Buhr em “Olhas pidão” e do próprio Curumin em “Catendê”. Em 2024 entrou para o elenco de apresentadores do programa “Papo de Segunda”, do canal GNT, ao lado de Francisco Bosco, João Vicente e Eduardo Sterblitch.</p><p><br/></p><p>Fonte (Texto e Imagem): DICIONÁRIO CRAVO ALBIN DA MUSICA POPULAR BRASILEIRA. Russo Passapuso. Dicionário Cravo Albin da Musica Popular Brasileira, 2025. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://dicionariompb.com.br/artista/russo-passapusso/">https://dicionariompb.com.br/artista/russo-passapusso/</a>&gt; acesso em 18 de maio de 2025</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-19 00:26:18 UTC</pubDate>
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