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      <title> Início Vida Adulta (21 a 28 anos) by Yasmin Oliveira</title>
      <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/rpm6780bea58h065</link>
      <description>Professora Yasmin (Turma F)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-17 20:18:56 UTC</pubDate>
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         <title>Adulto jovem</title>
         <author>yasmincoliveira</author>
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         <description><![CDATA[<div>“Não faz tanto tempo (coisa de 30 ou 40 anos atrás), as opções de estilo de vida eram um tanto restritas. As mulheres eram educadas para se casar e ter filhos. Já os homens, para serem chefes de famílias e manterem um emprego estável. Quando atingiam esse estágio, pronto, se tornavam adulto aos olhos de todos. E o que fugisse disso causava certa indignação. O negócio é que os dias de hoje – ainda bem – permitem outras escolhas que não são mais marginalizadas. É possível não casar, trocar de emprego toda hora, não ter filhos, deixar a faculdade para mais tarde ... o leque é infinito.” (1)<br><br>Apesar de não existir um marco para a entrada na vida adulta e cada um de vocês ter um percurso diferente, todos têm em comum a escolha pelo curso de medicina, o que requer uma responsabilização por seus atos.<br><br><strong>&nbsp;Dessa forma o convite é que você conte uma história com início, meio e fim, que fale sobre essa responsabilidade, autonomia ou autocontrole necessários em uma das situações abaixo:<br><br>•	A escolha pelo curso de medicina<br>•	Ou as peripécias para a entrada no curso (estudo) e/ou primeiro ano</strong><br><br><strong>&nbsp;(Obs: lembrem de assinar)</strong><br><br>1. Matéria de Mariana Sgarione (2016):&nbsp; https://super.abril.com.br/cultura/o-adulto-desmontado/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-17 20:18:56 UTC</pubDate>
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         <title>Ingresso na EBMSP</title>
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         <description><![CDATA[<div>O meu ingresso na bahiana foi um tanto quanto inesperado. Durante o 3º ano, não me preparei para o vestibular e nem fiz a prova no fim do ano. Ainda assim, não obtive um desempenho tão bom no ENEM e nos outros vestibulares, por conta do nervosismo. Então, em 2020 comecei o cursinho pronto para um ano de estudos intensos.&nbsp;<br>Como bom soteropolitano, defini que depois do carnaval ia me dedicar totalmente aos estudos, sem saber o que estava por vir. Algumas semanas depois do carnaval, é decretada a quarentena, após a chegada do COVID no Brasil. E agora?<br>Como todo ser humano em sua primeira pandemia, fiquei perdido. A adaptação para as aulas remotas foi desafiadora.&nbsp;<br>Aceitei que o melhor estudante que poderia ser no EAD era bem distante do que seria no presencial. Segui assim durante o semestre, com algumas fases que conseguia me dedicar mais e outras, menos.&nbsp;<br>Em junho, a EBMSP anunciou que abriria o processo seletivo atraavés do ENEM. Não dei importância, afinal não tinha ido tão bem assim. Até que um dia, vi no instagram que poderiam ser utilizados os ENEMs anteriores e lembrei que minha nota do 2º ano tinha sido melhor do que a 3º. Após conversar com alguns amigos sobre a média de notas das pessoas, decidi me inscrever.<br>Um longo mês depois, o resultado saiu, e eu tinha passado. Assim, aprendi que se dedicar mesmo quando não é "pra valer" pode te ajudar muito! E sou grato ao meu eu de 16 anos, que escolheu dar o melhor de si :).<br><br>Rodrigo Amazonas</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-23 13:19:06 UTC</pubDate>
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         <title>O caminho até aqui</title>
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         <description><![CDATA[<div>Desde muito pequeno, antes mesmo de entender o significado de tal palavra, eu afirmava " querer ser dotô " , conforme fui crescendo comecei a selecionar as instituições com as quais me identificava com as visões e princípios, nesse processo, em 2017 eu decidi que faria EBMSP, mas eu jamais imaginaria o quanto essa decisão mudaria minha vida. Após tal decisão, meus pais decidiram me enviar pra morar em Salvador, já que, na minha cidade, os cursos pré-vestibular eram focados no Enem e na UEfS (instituição local) , e em questão de 15 dias eu saí de um ambiente familiar extremamente acolhedor e cômodo para me encontrar em um apartamento (moradia da qual não sou nada fã 😂) sozinho, em uma cidade que eu não conhecia muito bem , em um cursinho que eu não conhecia ninguém, e embora tenha sido difícil esse processo de êxodo do seio familiar para viver só, hoje vejo que tal experiência me trouxe muita maturidade, responsabilidade e um senso de dever que eu nem sempre tive, alguns anos após (mais do que eu gostaria) finalmente me vi entrando na instituição que sempre sonhei, e isso me trouxe uma grande sensação de conquista e realização, um sentimento de que se vc se dedica verdadeiramente, conseguirá.<br>(Foto do cursinho com professor e colegas)<br>Ass:Lucas Borges</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-24 16:04:39 UTC</pubDate>
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         <title>Escolha do curso</title>
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         <description><![CDATA[<div>Bom, é no ensino médio que as pessoas geralmente decidem por qual curso irá escolher como profissão futura. No meu caso, eu terminei o EM sem saber direito o que queria e as pessoas sempre perguntavam e eu não sabia responder, o que criava uma pressão/responsabilidade enorme. Por muito tempo eu disse que queria direito ou engenharia, só pra dar uma resposta para as pessoas, mas no fundo eu sabia que eu não gostava nada daquilo. Na escola, sempre gostei muito de biologia humana o que me leva a inclinar para escolher a medicina, mas como o estigma no país é muito alto, eu sempre via aquilo como um sonho bem distante e quase impossível, então nem considerava. Meus pais me deram autonomia pra escolher o curso que eu quisesse e sempre estavam ali pra me apoiar, mas foi no cursinho que finalmente descobri que eu queria fazer medicina. No bernoulli, tinha o professor Cláudio, de biologia, que era médico e foi quem me inspirou a querer ser também, por causa do jeito apaixonado que ele falava da profissão e do quão belo e nobre é ter o poder de ajudar as pessoas. A partir dai, me concentrei bastante em entrar numa faculdade, principalmente UFBA, mas a oportunidade de entrar na bahiana surgiu e essa foi uma das melhoras escolhas que fiz na vida. Hoje sou muito feliz e realizado fazendo o que eu gosto. :)&nbsp;<br><br>Juan Victor Costa Lopes </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-24 18:56:29 UTC</pubDate>
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         <title>A escolha do curso de Malik..</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A minha história de começo meio e fim será sobre a minha escolha pelo curso. A minha escolha profissional foi uma loucura total, sai do meu 3º ano certo que queria engenharia civil, na UFBA, passei, demorou nem 1 mês e já sabia que não era aquilo que eu queria.<br>&nbsp;Depois, veio "o que eu vou fazer?", porque todos ao meu redor já tinham escolhido e entrado nas suas respectivas faculdades. A responsabilidade e autocontrole em um momento desse tinha que prevalecer, mas infelizmente não consegui, porque simplesmente agi na impulsividade. Então, por todo cenário que eu estava, mais uma falsa "autonomia" que eu almejava fez com que eu tomasse uma atitude precipitada, e no SISU, do meio do ano, coloquei para direito, na UFBA, e passei, mas antes de entrar minha mãe virou pra mim e falou "você sabe que realmente não quer isso... para que você está indo?". Mãe é Mãe né! Sabem demais!<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Então fiz menos de meio ano de cursinho no Bernoulli, e passei no final do ano em ADM, na UFBA, e Medicina, na FACS, achando que teria como dar conta, mas é humanamente impossível manter algo além de Medicina.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Então, fiz um semestre na UNIFACS, tirando um rim de cada membro da família para pagar, e felizmente, no meio do ano de 20.2 a Bahiana abriu o processo seletivo pelo ENEM, só fiz comemorar, porque como no terceiro ano foquei muito na UFBA, o ENEM para mim era muito mais dboas do que a prova da Bahiana.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Assim, termina a história da minha escolha profissional, muito feliz com a minha escolha. E recomeça a minha história no curso de Medicina, pela Bahiana, com 19 anos. No primeiro semestre, foi realmente um caos, acostumar que professores não dão aula, sendo na base do, ou você estuda sozinho, ou você não aprende nada, foi muito tenso e louco. Graças a jah essa loucura de professor não dar aula está acabando. E assim, estou no terceiro semestre e cada vez mais me encontrando com a Medicina..</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-24 22:21:01 UTC</pubDate>
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         <title>A Escolha</title>
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         <description><![CDATA[<div>No começo da Pandemia do Coronavírus, minhas aulas do curso de Direito estavam paradas, assim como quase tudo no mundo. Eu estava apenas estagiando remotamente.&nbsp;</div><div>Foi aí que minha amiga Blenda me mandou uma mensagem dizendo que era possível, excepcionalmente naquele semestre, usar a nota do ENEM para tentar uma vaga no curso de Medicina da Bahiana.&nbsp;</div><div>Como todos sabemos, foi um período especialmente muito louco e confuso e nem sei mais o quê. Então, eu pensei: “Não custa tentar, né?”. Na verdade, eu não achei que iria passar.&nbsp;</div><div>Coloquei minha nota do ENEM de 2017 no páreo e nem falei nada com meus pais.&nbsp;</div><div>Não sabia nem mesmo o dia em que a lista de aprovados seria divulgada. Realmente não dei muita importância a isso porque não acreditava que poderia passar, já que as notas de corte para Medicina sempre são estupidamente altas.&nbsp;</div><div>Estava em uma reunião online quando meu amigo Maurício me ligou. Ele disse: “Você passou, você passou! Eu sabia que você ia passar!”. Eu fiquei em choque. Minha ansiedade voou para além do teto. Estava perdida.&nbsp;</div><div>Corri para a casa do meu namorado à procura de um ombro amigo para chorar. Conversamos por horas. Eu estava muito angustiada diante dessa necessidade de escolha repentina. E aí? Fico em Direito ou vou para Medicina? Por que eu fiz isso? Medicina não tem nada a ver comigo!</div><div>Eu ainda tinha uns 3 dias para fazer a matrícula, caso eu realmente fosse fazê-la. Decidi visitar minha madrinha, médica, e conversar com ela. A verdade é que toda a conversa do mundo não iria me ajudar naquele momento. Eu tinha que tirar minhas próprias conclusões.&nbsp;</div><div>Chegou a hora de contar para meus pais. Eles ficaram muito surpresos - eles sempre quiseram que eu fosse médica, e eu sempre disse que não queria ser médica de jeito nenhum. Perguntei se podia experimentar um semestre e eles concordaram. Fiz minha matrícula no último dia.&nbsp;<br>A verdade é que até hoje não sei explicar ao certo o motivo de ter decidido experimentar Medicina. </div><div>Fui gostando cada vez mais do curso e escolhi ficar. Confesso que às vezes bate aquela saudade da minha vida em Direito, também sinto que não pude ter a despedida que gostaria.&nbsp;</div><div>Enfim, cá estou eu.&nbsp;</div><div><br></div><div>Maria Fernanda Silva Caribé</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-24 22:34:38 UTC</pubDate>
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         <title>Escolha do curso </title>
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         <description><![CDATA[<div>Quando eu era criança falava que queria fazer veterinária porque era, e ainda sou, completamente apaixonada por animais. Fui ficando um pouco mais velha e comecei a falar em medicina, mas mais por pressão de familiares e pessoas do meu convívio, não tinha muita noção de fato. Quando tava no ensino fundamental II/ início do ensino médio é que fui pensar realmente nesse assunto, minha própria opinião do que queria realmente fazer. Eu queria muito poder trabalhar com gente e medicina envolvia isso. Comecei a pesquisar mais e decidi que queria isso é queria algo relacionado com clínica. E aí foi mais o menos no segundo ano do ensino médio que decidi de fato. E hoje estou aqui!!!<br><br>Beatriz Cunha </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 02:15:03 UTC</pubDate>
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         <title>É sobre isso e está tudo bem (?)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Com o diploma em mãos e a carteira da OAB&nbsp; no bolso, decidi que me dedicaria ao sonho de ser médico. Depois de um ano sabático após a formatura universitária, decidi me matricular em um cursinho pré vestibular! Acreditava piamente que não precisaria de mais do que um ano para alcançar meu objetivo. Ledo engano. Foram 2 anos de estudos intensos voltados exclusivamente para o ENEM. Nunca havia feito prova de nenhuma faculdade privada porque não pensando na possibilidade de cursar em uma instituição privada.&nbsp;<br>2018, 2019 e nada de aprovação. Eram horas e mais horas de estudo! Saia de casa 06:20 e retornava 21:00 durante toda a semana e aos sábados também. Era um ir e vir sem fim para as aulas das matérias isoladas. 2 anos que convivi mais com meu colegas do que com minha família - quase não os via.&nbsp;<br>Bom, decidi que em 2020 estudaria em casa. A verdade é que não toquei nos livros mais do que 5 vezes em 6 meses. Com o início da pandemia, as atividades se tornaram on-line e o prosef da BAHIANA também. Sem expectativa nenhuma fiz a inscrição é só paguei no último dia e ainda reclamando do valor do boleto! Para minha surpresa, fui aprovado! Mas, a partir desse momento começou a saga do “Mãe? Vai pagar?”. Pois bem, nos organizamos e decidimos que eu iria cursar. Mobilizei toda a família para ajudar e deu tudo certo! Aqui estou e não poderia estar mais feliz com a escolha que fiz! O Gabriel de 2017 não imaginava o quanto seria feliz nesse curso! Ah, e sigo pagando a anuidade da OAB para ganhar descontos em farmácias!&nbsp;<br><br>Gabriel Guimarães</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/9Nrt58bAXlM" />
         <pubDate>2021-10-25 02:33:49 UTC</pubDate>
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         <title>Minhas peripécias para entrar no curso de Medicina</title>
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         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/rpm6780bea58h065/wish/1840449618</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante a minha infância, só pensava em trabalhar com animais quando crescesse, especialmente cavalos por serem meus favoritos. No entanto, com o passar dos anos, a insistência da minha mãe e a série House, eu abri a mente para pensar em estudar Medicina na faculdade. De primeira, eu decidi que só faria UFBA ou Bahiana, sendo que logo no final do meu 3º ano do EM eu passei na primeira fase do vestibular da EBMSP, mas não passei na segunda. Em janeiro, com o SISU, vi que minha nota não era suficiente para passar em med na UFBA, mas eu poderia entrar no BI de Saúde. Como eu já tinha um primo cursando e um tio que cursou e depois entrou com sucesso para medicina, eu decidi arriscar. Foram 3 anos de muito aprendizado e muuuito mais amadurecimento. Tive que fazer viagens, aplicar questionários na praia e cuidar de um museu de peças de taxidermia! Mesmo tendo ficado muito triste de não conseguir entrar em medicina na UFBA pelo BI, eu não desisti e voltei para o cursinho. Com um semestre eu passei em med na Facs e, no meio de 2020, com a pandemia, fui aprovada na Bahiana que era uma das minhas preferências! Um sonho realizado! Agora estou muito feliz onde estou!<br><br>Maria Clara Moysés de Siqueira.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 03:09:21 UTC</pubDate>
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         <title>Minha entrada na EBMSP </title>
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         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/rpm6780bea58h065/wish/1840497772</link>
         <description><![CDATA[<div>Na atividade anterior, eu comentei sobre a minha escolha de curso e como eu entrei aqui na Bahiana. Dessa vez, contarei outra história que envolve responsabilidade e autocontrole, que consiste justamente no meu primeiro semestre na faculdade de medicina. Inicialmente, quando recebi a notícia da aprovação na Bahiana e decidi ingressar, eu estava em um contexto muito "desfavorável": Em uma pandemia; eu estava "morando" em uma casa na linha verde que minha família alugou por alguns meses(por conta da pandemia); estava sem aula da minha então faculdade por uns 4 meses. Atrelado a isso, eu fazia um curso totalmente de humanas e não via mais qualquer outra matéria do EM há quase 2 anos, não conhecia o formato de ensino da Bahiana e ainda precisava de um notebook, visto que o meu tinha quebrado durante a pandemia. É... Foi nesse contexto que eu entrei em uma faculdade totalmente nova, com assuntos totalmente novos e de maneira totalmente remota. Sendo assim, lembro que meu inicio foi muito complicado e bastante desafiador, além das dificuldades em saber como a faculdade funciona (eu não sabia nem o que era tutoria por exemplo), o ambiente físico (Casa na linha verde) atrapalhava bastante, pois o barulho era muito alto (meus primos menores estavam morando comigo) e a internet ficava caindo o tempo todo. Dessa forma, toda essa adaptação exigiu de mim bastante responsabilidade, sobretudo em organização de estudo e foco, além disso, eu lembro de ter aprendido a possuir um controle emocional mais consistente nesse período, pois eu "surtava" em vários momentos pensando de verdade que eu não iria conseguir dar conta das minhas obrigações, fora o questionamento perturbador que pairava nessas situações "será que fiz a escolha certa?". Finalmente, eu felizmente consegui me adaptar, gostei muito do curso, consegui cumprir com todos os objetivos acadêmicos e pessoais, além dessa fase ter sido bastante importante para o meu desenvolvimento humano principalmente no sentido emocional e estudantil. Ademais, ao finalizar meu primeiro semestre, eu consegui dar duas respostas essenciais em minha vida: "Sim, você consegue" e "Sim, você escolheu o curso certo".&nbsp;<br><br>Alexandre Moraes</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 03:33:29 UTC</pubDate>
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         <title>O caminho</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Desde pequeno me encontrei em grandes dilemas acerca do que queria ser, desde engenheiro químico (achava que seria como algum cientista de laboratório que nem o dexter do desenho) a medicina veterinária (profissão do meu pai), entretanto a certeza demorou de existir de fato, sempre foi algo que flutuou dentro de tudo. Entretanto, a partir do meu 5º ano, quando comecei a estudar para tentar ingressar no CMS, dei início a ideia do que hoje quero ser, já que ser médico do exército (eu achava que ia ser médico no meio da guerra...) parecia muito legal. Então, mesmo não conseguindo o ingresso no CMS, ainda assim a ideia de ser médico perdurou, principalmente quando comecei a presenciar pessoas à minha volta (familiares principalmente) adoecerem e eu não poder fazer nada. Assim, esse sentimento de impotência e vontade de fazer algo (não só a meus familiares) começou a fomentar dentro de mim e dessa forma foi crescendo. Infelizmente, durante esse processo, acabei passando por experiências trágicas, mas que me fizeram ter cada dia mais certeza de quer quero mudar a forma de exercitar a medicina, já que alguns que um dia cuidaram de outros os quais pude observar não tiveram o tato que tanto mereciam e precisavam, e é isso que quero mudar.<br><br>João Augusto Chaves Weyll</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 04:32:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cecilialcantararibeiro</author>
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         <description><![CDATA[<div>Bom, quando eu penso em uma história sobre responsabilidade e medicina, é impossível não lembrar da sequência de eventos que me trouxe até aqui. Tudo começou no primeiro ano do ensino médio, quando eu bati o martelo na medicina. E junto com o curso, eu escolhi, também, a faculdade. Na época pareceu uma escolha inocente, manhã verdade era só uma preferência, que não teria tanto impacto caso não se realizasse, mas com o passar dos anos acabou se enraizando MUITO na minha cabeça. Enfim, o tempo foi passando e eu finalmente fiz o ENEM, no fim do terceiro ano. Eu lembro que saí chorando da prova, desesperada, porque tinha certeza de que não ia passar na faculdade que eu queria. E realmente, não passei. Era um resultado que eu meio que esperava porque só tinha tentado universidades públicas e elas sempre tiveram uma concorrência inimaginável. Aí comecei a fazer o cursinho e estava bem centrada, estudando todos os dias, até que a quarentena começou. Depois de começar o EAD, eu perdi totalmente o foco e me via em um estado que eu estudava 5 dias e depois ficava 15 sem estudar. Isso gerava discussões homéricas aqui em casa porque meus pais sabiam quais eram meus planos e que eu não tava me esforçando o suficiente para o que eu queria. O tempo foi passando e algumas faculdades começaram a aceitar a nota do ENEM como forma de ingresso. Minha mãe viu e me inscreveu em dois vestibulares, o da FPS e o da Bahiana. O da FPS foi o primeiro a sair e eu passei na primeira lista. Mas, como eu tinha falado antes, aquela história de escolher uma faculdade específica, que era a UFBA, tava muito sedimentada na minha cabeça. E aqui, um traço importante da minha personalidade, que eu tento trabalhar hoje em dia, acaba ganhando muita relevância. Eu tendo a ser inflexível com coisas que eu quis por muito tempo. E foi assim com a faculdade. Baseado nisso, eu abri mão facilmente da vaga na FPS. Todo mundo ao meu redor se assustou com essa decisão. Eu lembro de amigos dos meus pais falando comigo no telefone sobre isso e tentando me convencer a entrar, realmente todo mundo ficou em choque. Enfim, dessa primeira vez eu sustentei, mas de certa forma, as coisas que eu ouvi me fizeram refletir um pouco sobre as minhas escolhas. Um tempo depois, saiu a primeira lista da Bahiana. Eu não tinha passado. Meus pais criaram uma certa expectativa por causa da aprovação na FPS e sentiram como se eu tivesse jogado a chance da minha vida fora ao rejeitar aquela vaga. Eu fiquei tranquila, de certa forma, porque ainda tinha muito forte na minha cabeça o caminho que eu idealizei no primeiro ano do ensino médio. Eu realmente estava disposta a tentar o tempo que fosse necessário e de todo jeito, eu não tinha muito o que escolher nessa época, já que eu não tinha passado na Bahiana, e na minha cabeça, não tinha chance de passar. Aí,&nbsp;a lista rodou e meu nome saiu em uma delas. Foi um caos porque ninguém sabia o que eu ia fazer. Meus pais literalmente não sabiam se comemoravam ou não. Mesmo depois desse perrengue todo, eu ainda estava inclinada para desistir da vaga, mas a dúvida existia. Foi a primeira vez na minha vida que eu realmente senti o peso de tomar uma decisão. Eu fiquei dividida entre abrir mão da UFBA ou arriscar os vestibulares do final do ano e no fim das contas não conseguir nenhuma das duas. Esses dois cenários me assombravam. Hoje em dia eu percebo como eu dramatazei uma questão que não era tão profunda assim, mas enfim, acontece. O que realmente virou a chave na minha cabeça foi o olhar do meu pai quando eu falei que não ia me matricular e a conversa que ele teve comigo depois. E nesse primeiro momento, eu só entrei na faculdade porque ele me prometeu que eu não precisava abrir mão da UFBA naquela hora. Tanto que eu continuei fazendo cursinho e tentando estudar pra um ENEM que, no fim das contas, eu nem cheguei a fazer. Quando eu entrei na Bahiana, eu me apaixonei e percebi o quanto eu preferia, um milhão de vezes, estudar os assuntos da faculdade no lugar da mesmice do ensino médio. E aos pouquinhos, eu fui largando o sonho de fazer faculdade na UFBA e percebendo que não precisava nem de metade do show da xuxa que eu tinha feito meses atrás. Quando chegou na época do ENEM, os casos de covid estavam lá em cima e eu simplesmente preferi não me expor e continuar na Bahiana, porque naquela altura do campeonato, eu já estava em paz com essa escolha. Claro, sempre vai existir uma parte de mim que vai pensar no que poderia ter acontecido se eu tivesse escolhido o outro caminho, mas quando eu observo a minha vida, hoje em dia, e o quanto eu sou realizada, eu não me arrependo de nada e acredito que isso foi importante pra me mostrar que eu não posso ser tão inflexível assim na minha vida. Que nem sempre o único caminho que vale a pena ser vivido é aquele que eu cultivei por anos na minha cabeça.</div><div>P.s: obrigada, pai&nbsp;</div><div><br></div><div>Cecília de Alcântara Ribeiro</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 05:24:20 UTC</pubDate>
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         <title>Lugar certo, Hora certa</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Decidi que iria estudar para entrar em Medicina no 1º ano do EM. Esse foi o principal motivo de ter me mudado para Salvador no 2º ano do EM. <br>Mas os estudos focados para passar no vestibular só realmente começaram em 2019, no cursinho (antes disso, eu só estava tentando sobreviver ao colégio). Decidi que iria para o Único depois de refletir acerca dos docentes de lá e de outras instituições.<br>Meu foco dos estudos eram as provas do ENEM e da EBMSP, com isso estudava "como uma condenada". Na metade de 2019, passei para a 2ª fase da EBMSP, mas não fui aprovada - não fiquei tão frustrada, pois já imaginava que não seria dessa vez. Sentia que ainda não estava preparada.<br>Já no fim desse mesmo ano, a situação era outra: eu me sentia preparada, conseguia controlar de forma inteligente meu emocional... Então, dessa vez, expectativas foram criadas - tanto para a prova do ENEM, quanto para a 2ª fase da Bahiana.<br>O resultado da 2ª fase saiu e eu não tinha passado... dessa vez, a tristeza bateu. Chorei, mas como meu pai falou no mesmo dia "Você está cada vez mais perto. Não desista!". Meses depois o resultado do SISU saiu e eu também não havia passado. Outra decepção.<br>A pandemia chegou, mas eu continuei firme nos estudos, mesmo que remotos. A Bahiana anunciou que o 1º ProSel de 2020 seria com a nota do ENEM. Me inscrevi, paguei, mas já sem esperanças.<br>Até que um dia, enquanto almoçava, recebi a ligação de uma amiga que mora nos EUA. Atendi, achando estranho Sofia ter me ligado assim repentinamente.<br>Ao iniciar a conversa, ela percebeu que eu não sabia da notícia ainda:<br>"Jaque, você viu a lista da Bahiana?"<br>&nbsp;"A lista que saiu que dia, Sófi?"<br>"Hoje"<br>"Saiu lista hoje?"<br>"Jaqueline, vá olhar seu WhatsApp agora"<br>E eu fui.<br>A partir daí foi uma histeria coletiva KKKKK<br>Eu, sem acreditar, falei pra meu pai que também não acreditou. Depois que olhei o celular direito, percebi que eu tinha sido a última a saber (o celular já estava lotado de mensagens me parabenizando).<br>No fim das contas, só acreditei que era eu mesma e que não havia engano depois de receber o comprovante de matrícula.<br>E então iniciou-se a realização de um sonho.<br><strong>-Jaqueline Dourado</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 07:19:02 UTC</pubDate>
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         <title>Escolha do curso</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 2016, pensava em engenharia e medicina. O mais fácil de entrar era engenharia, logo, entrei no ano de 2017. Passei 1 ano e logo larguei. Qual era a outra opção? Medicina!&nbsp;<br>Comecei a estudar em um cursinho presencial em 2018, passei em uma faculdade da minha cidade pelo fies, fiquei 1 mês e deu problema na aprovação da documentação, por irresponsabilidade da faculdade, e decidi sair, depois de 1 mês para aprovar a documentação. Voltei para estudar sozinho, em 2019(antecipando a pandemia kkkkk). Fiz um vestibular no final do ano para uma faculdade que ficava no meio do nada, em uma cidade que não sabia que existia, mas o valor da faculdade era o que conseguíamos pagar. Fiz sem estudar para o vestibular tradicional, e acreditava que ia me sair mal, mas consegui entrar.&nbsp;<br>Meus pais sempre falaram da bahiana, por conta da qualidade e proximidade, mas eu nunca havia estudado para o vestibular. No meio do semestre da minha faculdade, abriu o prosel da bahiana pelo enem e eu coloquei minha nota.&nbsp;<br>Obviamente, eu passei e saí da minha segunda para a terceira faculdade de medicina, que não pretendo sair para uma quarta kkkkkk.<br><br>Pedro Henrique de Aquino Dantas</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 09:23:20 UTC</pubDate>
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         <title>Adulto jovem </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Bem, era a hora de ingressar na faculdade, trabalhar, decidir uma ocupação que provavelmente me acompanharia para toda a vida.<br>Confesso que não acertei de primeira, perambulei por outros curso universitários, fiz engenharia (inconcluso), fiz direito (inconcluso), mudei de cidade, fiz novos amigos.<br>Quando resolvi fazer medicina tive de abdicar de algum tempo livre e de algum comodismo. Valeu a pena.<br>De fato, agora após mais de um ano de curso, afirmo que gosto bastante da matéria quanto da faculdade escolhida. Muito bom acertar.<br>Quanto à familia, agora um pouco mais distante, continua apoio às minhas decisões positivas.<br><br>Thiago Sampaio</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 10:28:16 UTC</pubDate>
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         <title>A escolha pela medicina </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A minha escolha pela medicina começou quando eu decidi que gostaria de trabalhar na área da saúde. Após algum tempo de cursinho, já cansada da rotina, decidi ir fazer odontologia na Universidade Federal de Goiás em Goiânia - onde eu morava. Com as matérias básicas da área da saúde eu me dei muito bem, o problema foi quando chegaram as matérias específicas do curso. Eu precisei de muita responsabilidade e autonomia para falar para meus pais que aquele curso me fazia muito infeliz e que meu sonho realmente era a medicina. Eles me apoiaram bastante, voltei a estudar e 6 meses depois passei na Bahiana.<br>- Nayane Duarte Dorneles</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 10:38:44 UTC</pubDate>
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         <title>Como escolhi a medicina?</title>
         <author>lizeeglesg</author>
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         <description><![CDATA[<div>Como eu já falei alguma vezes eu sou oceanógrafa de formação e a escolha da medicina foi um tanto inesperada até para mim mesma. Quando eu acabei o curso de oceanografia, eu logo entre no mestrado de ecologia e biomonitoramento, já que no Brasil trabalhar com meio ambiente fora da área acadêmica é um tanto complicado. Parece que eu sabia que entrar no mestrado seria um período desafiador para mim, porque com a minha primeira bolsa, eu já paguei as primeira consultas com uma psicóloga. Ou talvez seja porque as pós-graduações são os locais com maior índice de doenças mentais e eu sempre fui uma pessoa precavida. Como falei anteriormente não digo que me arrependo do meu curso e até do meu mestrado porque conheci pessoas maravilhosas, evolui bastante e aprendi um bocado. Mas enfim... porque eu estou dando essa volta? No final do meu mestrado eu comecei a ter episódios de ataque de pânico e depois fui diagnosticada com transtorno de ansiedade generalizada. Na minha ida a emergência, eu fui atendida por um médico que simplesmente desmereceu minhas queixas e me mandou para casa, para uma pessoa tendo um ataque de pânico naquele momento eu realmente achei que iria pra casa e ia morrer sem nem ter ajuda. Mas o que isso tem relação a minha entrada na medicina? Depois desse episódio e um tempo só existindo, eu decidi olhar pra mim e para de viver o que eu achava que os outros queriam que eu vivesse e seguir o meu coração. Eu sabia que queria fazer alguma diferença no mundo e sempre achei que ajudando o meio ambiente, eu ajudaria o mundo, mas e se as pessoas fossem os meios mais importantes de transformação. Por essa pergunta, eu escolhi a medicina. Além de que quando eu entrei na faculdade lá em 2010 eu não me achava capaz de muita coisa e uma dela era ser capaz de ser uma médica, então na naquela época fazer medicina não era uma opção da minha mente adolescente. Hoje eu sei que não sou capaz de muita coisa, mas acho que devo a mim mesma ao menos tentar e foi assim que eu decidi seguir um sonho que eu nem sabia que poderia ser real. Eu dei sorte de ter o apoio da minha família, da maioria dos meus amigos e ter os privilégios de poder abandonar tudo e tentar. Por fim, coloco essa foto que marca lá em 2019 quando eu decidi começar essa nova jornada.<br><br><em>Lize Gonzaga</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 11:30:08 UTC</pubDate>
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         <title>Escolha do curso</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Eu sempre fui uma pessoa extremamente curiosa e nunca tive absoluta certeza do que queria fazer na vida profissional, na verdade, acho que até hoje ainda não tenho essa certeza toda kkkk. Mas enfim, até o ensino médio e seu começo não tinha uma escolha única, eu pensei em fazer: direito, relações internacionais, engenharia aeroespacial, e as mais diversas coisas. Porém, quando cheguei ao segundo ano me decidi em fazer cinema, o que durou por um bom tempo até que eu comecasse a pesquisar mais sobre medicina e perceber que podia não só entender o curioso funcionamento do corpo humano mas também usar esse conhecimento para ajudar outros; assim, já entrei no terceiro ano do ensino médio decidido a fazer o curso!<br><br>Ass: Théo Nunes Pustilnik<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 11:41:31 UTC</pubDate>
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         <title>as peripécias para a entrada no curso</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/rpm6780bea58h065/wish/1841353155</link>
         <description><![CDATA[<div>O despertar para o caminho do vestibular ocorreu, para mim, no terceiro ano. Assim, deixei de lado muitas coisas e foquei bastante no estudo esse ano, foi bastante desafiador, porém, também foi um ano muito mágico.<br>Acabei não passando logo de cara aqui na EBMSP, mas sim, em Recife, na FPS. me mudei para lá e acabei fazendo&nbsp; um semestre também de medicina.<br>Já estava conformado que ficaria em recife para continuar meu curso, até que chegou a pandemia, muitas coisas mudaram com o ensino remoto e algumas faculdades resolveram abrir o processo seletivo pelo enem.<br>Quando vi que na EBMSP seria assim, tive uma leve esperança que poderia passar, e assim foi, No final das contas, acabei voltando para Salvador!!! estou muito feliz e realizado com meu curso.<br><br>Vitor Sampaio</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 11:41:31 UTC</pubDate>
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         <title>Escolha do Curso</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div> Eu terminei o 3º ano em 2019 e ainda estava um pouco indeciso sobre qual curso eu queria fazer, eu gostava muito de estudar sobre alguns temas do curso de Administração, mas sempre tive interesse em fazer medicina e me tornar um cirurgião. Assim, no final do ano, acabei prestando vestibular para o curso de medicina, mas infelizmente eu não fui aprovado. Por isso, entrei no cursinho (no mesmo colégio que eu estudei, o Bernoulli) em 2020 e continuei a estudar.<br>&nbsp;Com a chegada da pandemia o vestibular da EBMSP precisou ser pelo ENEM e isso foi bom, pq a minha escola era focada no ENEM. Assim, consegui ser aprovado na EBMSP e comecei a cursar medicina.<br>&nbsp;Entretanto, ao começar o semestre algumas coisas do curso me desanimaram (o método PBL, o EAD, o estilo das aulas, a falta de contato com os colegas, etc...), por isso tive a vontade de tentar a minha segunda opção de curso.<br>&nbsp;No começo do segundo semestre (2021.1) o resultado saiu e eu consegui ser aprovado em adm na usp, assim comecei a fazer os 2 cursos em paralelo para escolher qual eu iria cursar. Nesse tempo, a bahiana voltou a ter algumas aulas presenciais e eu tive a oportunidade de acompanhar alguns médicos o que me incentivou a estudar mais. Entretanto, o curso de adm estava com os mesmos problemas que me fizeram desanimar da medicina e além disso não sabia em qual área da administração eu gostaria de trabalhar, assim acabei escolhendo continuar na bahiana.<br>&nbsp;Portanto, hoje em dia, eu sou muito feliz com a minha escolha e tenho certeza que ela foi a correta. Além disso, essa história me ensinou que devemos testar todas as opções para termos certeza do que queremos fazer.<br><br>Leonardo Batista Dourado</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 11:45:50 UTC</pubDate>
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         <title>A escolha da minha vida</title>
         <author>jptimotio_10</author>
         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/rpm6780bea58h065/wish/1841486095</link>
         <description><![CDATA[<div>Terminar o 3º ano e já partir para sua escolha profissional não é uma tarefa nada fácil. No final de 2018 retornei do meu intercâmbio e cheguei ao Brasil meio perdido quanto a escolha profissional que teria que fazer no ano seguinte, 2019 seria meu 3º ano na escola. Sempre tive uma certa tendência a medicina, mas ainda não tinha certeza se queria aquilo para minha vida e após perder 6 meses de estudo no Brasil, sabia que para entrar nesse curso provavelmente precisaria de cursinho. Em 2019, decidi que iria estudar o ultimo ano da minha vida fora da zona de conforto para tentar alcançar os meus objetivos, me matriculei no Bernoulli e como quase todos foi um 3º bastante complicado, tinha que recuperar o tempo "perdido" e isso me desgastou muito. Entretanto, com 6 meses de aula decidi testar o quão atrasado eu estava e fiz o vestibular da bahiana. Para minha surpresa fui aprovado para a segunda fase, porém por poucos décimos na redação, não fui aprovado. Ao chegar o fim do ano, meu foco era o ENEM e novamente por poucos pontos, não consegui entrar na UFBA, e ali iniciaria a minha jornada no cursinho que ja previa, caso a bahiana não tivesse aberto sua inscrição pelo ENEM, foi então que mesmo matriculado no cursinho, não precisei continuar e aqui estou eu, cursando medicina em uma das melhores faculdades do Brasil.&nbsp;<br><br>João Pedro Timotio </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 12:38:29 UTC</pubDate>
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         <title>Danadão adulto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/rpm6780bea58h065/wish/1841572357</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde do fundamental já tinha na cabeça que iria tentar cursar Medicina. A partir do segundo ano do ensino médio decidi efetivamente abdicar de muita coisa para focar pro vestibular. Meu objetivo sempre foi entrar em uma faculdade pública, então focava no Enem. Não consegui passar direto do terceiro ano e vim para Salvador fazer cursinho. Passei mais dois anos e meio tentando. Nesse período ainda tentei uma única vez o vestibular da Bahiana - mais por pressão da família. No último Enem que realizei fiquei perto, mas não foi o suficiente. Porém, fui surpreendido com a adesão da nota do Enem pela Bahiana em plena pandemia. Meu nome saiu na segunda lista e por mais que sempre tive o desejo de cursar uma faculdade pública percebi que era uma oportunidade que não podia dispensar por todo o contexto atual e por todo o tempo também já lutando para passar.&nbsp;<br><br>Douglas Medeiros</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 13:06:53 UTC</pubDate>
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         <title>Engenharia -&gt; Medicina</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Minha escolha por Medicina aconteceu bem cedo na minha vida. Quando eu tinha 13 anos, perdi um parente próximo (foi a primeira vez) que ficou bastante tempo internado. Não conseguia entender porque com tanto tempo internado ele não melhorava. O impacto que a perda dele trouxe à família somado a vontade de entender o porquê dele não ter melhorado, despertaram em mim a vontade de exercer saúde, mais especificamente, medicina.<br><br>Todavia, no meu terceiro ano, meus dois irmãos mais velhos estavam na faculdade de Engenharia da UFBA, juntando-se ao meu pai que também é engenheiro. Isso me fez achar que engenharia talvez também fosse meu caminho, até porque eu era bastante seguro em matérias exatas na época (pura ilusão).<br><br>Com 3 anos de curso, totalmente frustrado com minha decisão, depois de muitos transtornos psicológicos e de muitas besteiras feitas, decidi abandonar engenharia pra seguir meu sonho de ser médico. Foi quando decidi que ia fazer o vestibular de Medicina do ano seguinte, no caso o ENEM, quando a Bahiana abriu as portas, devido a pandemia.<br><br>Não me arrependo da minha escolha de forma alguma dessa vez. Sinto que agora me encontrei e estou no caminho certo para ser uma pessoa, não somente realizada, mas também feliz!<br><br><strong><em>Luji Iseki Takenami</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 13:10:42 UTC</pubDate>
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         <title>Trajetória </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/rpm6780bea58h065/wish/1841658273</link>
         <description><![CDATA[<div>Decidi que queria medicina no meio do 3º ano do ensino médio, e então tive que focar mais ainda nos estudos. Como é de de esperar, não passei de primeira em medicina. Então, fiz 1 ano de cursinho e resolvi cursar Nutrição, pois não queria mais fazer cursinho. Após, 2 semestres de nutrição, entendi que não era o que eu realmente queria para minha vida e que não adiantava forçar algo que não vinha do meu coração. Diante disso, larguei tudo e voltei para o cursinho pra focar em Medicina, fiz 2 anos de cursinho. No início da pandemia, eu não queria mais fazer cursinho, decidi que iria me inscrever em medicina e biomedicina, caso eu não passasse em medicina, entraria em biomedicina e faria a transferência interna na Bahiana. Saiu a lista de medicina e meu nome não estava, e saiu de biomedicina e meu nome estava. No dia em que ia me matricular em biomedicina saiu outra lista de medicina e eu passei!!! Diante de todos os processos e ciclos que passei, aprendi que a autoconfiança e o autocontrole são essenciais para conseguirmos lidar com todas as adversidades!!<br>Thayse Moreira Klein Boaventura </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 13:30:53 UTC</pubDate>
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