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      <title>SEMINÁRIO 10 ANOS - FUNBEA : Como a EA pode contribuir para estratégias de enfrentamento em tempos de incertezas: da pandemia às mudanças climáticas? by Oca - Laboratório de Politica e Educação Ambiental</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-04-05 17:05:33 UTC</pubDate>
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         <title>DICAS PARA INTERAÇÃO NO PADLET</title>
         <author>Ocaesalq</author>
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         <description><![CDATA[<div>&gt; Como criar a minha apresentação?&nbsp;<br>Clique no botão "+" no canto inferior direito da tela. Isso adicionará um novo post no mural do Padlet. Você poderá fazer a sua contribuição em forma de texto ou clicar nos três pontinhos abaixo que indica a opção "Mais" (para inserir um link, fazer um desenho, postar uma foto, gravar um áudio entre outras opções)&nbsp;<br><br>&gt; É necessário criar uma conta?<br>Não! Você pode criar seu post de forma anônima, o cadastro é opcional. Mas, sugerimos que nos indique seu nome e cidade ao final de sua contribuição.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-05 19:32:14 UTC</pubDate>
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         <title>Arte, Cultura e Educação Ambiental (José Matarezi e Eliane Café).</title>
         <author>lmarianesouza</author>
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         <description><![CDATA[<div>Necessidade de enriquecer o imaginário, de identidade nacional e uma construção de mundo. Ampliar a capacidade de ler o mundo, quebrar o estado de anestesia da modernidade. <br>A integração entre arte e ciência traz um resgate entre a racionalidade e a sensibilidade, pelo caminho da interdisciplinaridade e transdisciplinaridade, pelo pensamento complexo, pelo diálogo de saberes e pela razão sensível. Junção de linguagens. <br><em>Dica: Uma e três cadeiras.</em><br>Desvendar os sujeitos: ampliar o campo de visão e os sentidos dele. <br><em>Dica: Teoria das 5 peles.</em><br>Um novo campo - arte educação ambiental - destacando o NEMA.&nbsp;<br>Cartografia do imaginário - Michele Sato.<br>Dimensões essenciais: experiência e participação.<br><br>Diversidade de linguagens, cenários, perspectivas, realidades.. .&nbsp;<br>Necessidade de sair das caixinhas mentais cifradas por todo um contexto cultural vivenciado atualmente e construído historicamente. Inclusive as do ativismo. Estamos tendo que nos adaptar às linguagens das grandes indústrias, como o google. Necessidade de criar um circuito entre as redes. Ex: a periferia mostrar para a periferia, e não para a grande mídia.&nbsp;<br><br>Desenvolver um trabalho de militância com as bases.&nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 13:46:24 UTC</pubDate>
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         <title>Florestas e Mudanças Climáticas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Antônio Donato Nobre:</strong> Relatou que em seu caminho profissional, percebeu quão pouco a ciência sabia sobre a floresta, inclusive sobre a sua relação com as chuvas. A ciência chegou onde os povos indígenas já estavam. A ciência identificou o que os povos indígenas sabiam há muito tempo, a partir dos espíritos da floresta. Os povos indígenas representam cerca de 0,4% da população brasileira. Temos um tesouro aí e temos muito a aprender com a elegância do saber indígena sobre a natureza.</div><div><br></div><div>Rios voadores no contexto da EA: Se você se encanta com algo, você acopla outros níveis de cognição, não apenas a analítica, cartesiana, mas outros níveis, como a cognição do coração. A partir dos aprendizados com os povos indígenas, Antônio construiu uma narrativa mais simplificada dos termos meteorológicos que indicavam a existência dos rios voadores. Apesar de os rios voadores terem tocado muitas pessoas, inclusive alimentando uma perspectiva imagética, há muita gente dizendo que não é verdade que a floresta produz a chuva. Existe um setor bastante retrógrado e ideológico que não gostou que o senso comum valorizasse a floresta.&nbsp;</div><div>A amazônia está em processo de desertificação na porção leste, isso já é senso comum na ciência. Quando você tem a floresta, você tem um clima amigo. Os extremos de chuva ou seca são atenuados. Quanto à potência da vegetação mundial: O grosso da atividade vegetal que tem a ver com o gás carbônico na atmosfera, com a transpiração e emissão de vapor de água está nas condições equatoriais, especialmente na Amazônia.</div><div><br></div><div>O caminho, hoje, não é mais ciência, mais do mesmo. O caminho é a união. Precisamos que os caminhos se integrem, mas precisamos usar a cognição do coração. Precisamos usar a força da fusão e colocar o amor em tudo que fazemos.</div><div><br></div><div>Resumo Vivian: Divulgador científico na busca da elegância, que contribui na construção do senso comum e&nbsp; no enfrentamento das fakenews e com a humanização do cientista. A fala de Antônio rompe com a compreensão do senso comum sobre um cientista, pois fala de amor, de encantamento, brilho nos olhos, outras cognições..</div><div><br></div><div><strong>Dagobrto Azevedo:</strong> Indígena Tukano do alto Rio Negro. Apresentou seu livro que trata sobre a Terra Floresta, bilingue (português e tukano). O livro se baseia nos conhecimentos dos especialistas tradicionais Tukano, detentores de narrativas míticas, benzimentos, xamanismos e outros conhecimentos tradicionais. &nbsp;</div><div>A amazônia é cheia de habitantes humanos e não humanos que vivem na floresta. Inclusive os espíritos são seres que têm suas casas, mas estas casas são visitadas apenas pelos especialistas anteriormente mencionados. Rios, montanhas, chapadas… para nós, são casas. Além disso, são nossos laboratórios de conhecimento, nossas universidades. A Amazônia não é um deserto verde, mas uma área densamente povoada, com muitas casas, considerando diferentes tipos de compreensão, como as narrativas místicas dos especialistas tradicionais. Esses conhecimentos vão chegando com o tempo. Os mais velhos convidam os mais novos a conhecer e ajudar em algumas coisas e isso vai se ampliando. Se criança, coisas mais simples; se adolescente, por exemplo, buscar folhas nas roças… nisso há uma troca sobre o tipo das plantas, do solo, dos animais… Aí começam as narrativas místicas de origem das plantas, da humanidade… no retorno, as pessoas vão reforçando o aprendizado. Durante a caça, a pesca… são momentos importantes. E não são apenas narrativas, são nossas teorias. Meus avós, por exemplo, já sabiam dos rios voadores, isso já era observado, caminhos de ventos e chuvas. Os cientistas, com as tecnologias, conseguiram solidificar as teorias. O povo Tukano se cuidou em relação a covid 19 com seus saberes tradicionais. Existem especialistas indígenas fazendo sua parte para enfrentar a mudança do clima, o desmatamento… de acordo com o conhecimento deles.</div><div><br></div><div>Resumo Vivian: Dagoberto trouxe a perspectiva do povo Tukano, indicando a necessidade de diálogo com os povos indígenas, considerando a diversidade de experiências e saberes. A educação é a vida do coletivo no viver cotidiano.&nbsp;</div><div><br></div><div><strong>Marilena Loureiro:</strong> Não diria da pandemia às mudanças climáticas, mas das mudanças climáticas à pandemia. A ciência precisa se relacionar com outras formas de saberes, sem uma perspectiva hierárquica. Marilena apresentou uma série de iniciativas próximas ao Pará que se relacionam em movimentos na contra mão, emergindo das discussões e acúmulos com a sociedade, com os movimentos e com o ambientalismo local.</div><div>Do ponto de vista do financiamento, observamos que o maior problema dos fundos ambientais é a necessidade um monitoramento melhor destes investimentos, os impactos das ações e efetivação em políticas públicas (estudo de 2014). A EA dificilmente é considerada uma área prioritária e isso é uma dificuldade. A saída se constrói na relação permanente entre diferentes setores da sociedade. Precisamos fortalecer as cieas, redes, espaços para construirmos a EA com paciência e acreditando em outras possibilidades de futuro.&nbsp;</div><div><br><strong>Palavras chave:</strong> Diversidade; Mudanças Climáticas; Natureza; Povos; Diálogo entre saberes tradicionais e ciência. Diálogo entre diferentes setores da sociedade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-30 17:10:05 UTC</pubDate>
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         <title>REBEA e a malha de Redes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ocaesalq/rouibiy2u9snvnp8/wish/1561363910</link>
         <description><![CDATA[<div>Importância das redes na manutenção da EA,&nbsp;<br><br></div><div>Necessidade para se manter uma politica viva: participação e controle social e isso precisa de investimentos!!<br><br></div><div>As políticas fortalecem as pp Cieas.<br><br></div><div>Encaminhamentos/demandas de continuidade:<br><br></div><div>1.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Incremento no financiamento de REDES!!</div><div>2.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Alinhamento a pps dentro do FunBEA e bem forte, e fica a pergunta: temos uma representação da REAPOP dentro do FunBEA?</div><div>3.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;EA institucionalizada nos municípios e nos territórios, e a construção via FunBEA, é um bom caminho!</div><div>4.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Fórum de Secretários de Meio Ambiente – Rede PAEA: mostrando para os secretários de MA do Pará, a importância e necessidade de fortalecimento da EA nos municípios!!</div><div>5.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Rede de EA da Serra dos órgãos, RJ: necessidade e importância de ser um elo do REBEA;</div><div>6.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;“Orgulho de fazer parte de uma Rede”</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 13:38:38 UTC</pubDate>
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         <title>Conexões FunBEA nas 5 regiões</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ocaesalq/rouibiy2u9snvnp8/wish/1561370336</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Participantes:</strong></div><div>Eda Tassara, Maria Henriqueta A. Raymundo, Rachel Trajber.</div><div><br></div><div><strong>Mediação:</strong></div><div>Semíramis Biasoli.</div><div><br><br><br></div><div><strong>Palavras -chaves :</strong> conexão ambiental, financiamento socioambiental, política ambiental e recursos, políticas de financiamento ambiental, respeito as formas de vida, diálogo e diversidade, busca coletiva.&nbsp;</div><div><br></div><div><strong>Maria Henriqueta</strong></div><div><br></div><div>&nbsp;O clima de emoção pela resistência e pelo que vivemos hoje, ganha um sentido mais amplo. O FunBea é um sonho coletivo.</div><div>	Na institucionalização da Política Ambiental foram negados recursos específicos para Educação Ambiental. Isso gerou uma demanda.O FunBea foi uma alternativa a isso. Ele surge para concretizar as políticas de EA.</div><div>Fundo se materializa a partir dos princípios da educação crítica e emancipatória nas políticas e programas de EA.</div><div>O FunBea pauta Políticas Públicas, ele busca atender o público, o bem comum. Tem como agenda trazer para as instituições as políticas de financiamento.&nbsp;</div><div>As políticas de EA precisam incidir com outras como as de conservação, saneamento, clima e habitação.</div><div>&nbsp;O FunBea, no âmbito da ANPPEA, desde 2013, busca ouvir e escutar pessoas responsáveis por&nbsp; Fundos. Eles falaram que é dificil saber o que é a EA&nbsp; - não sabemos mediar as ações, não temos parâmetros para saber como são essas ações.&nbsp;</div><div>&nbsp;Foi criada então a plataforma Monitora EA( 2015) de forma participativa e desde 2019 vem sendo implementada. É uma ferramenta que busca o diálogo, a conexão. É um sistema que vem da subjetividade, do diálogo, constituído a luz do Tratado ( Rio 92 ), e que busca vínculos fortalecimento no território.</div><div><br><br></div><div><strong>Raquel Trajber&nbsp; &nbsp;</strong></div><div><br><br></div><div>FunBea tem a ver com capilarização e polinização, com um DNA que se viu nas conexões, diálogos e diversidade (CIEAS- REABS).</div><div>Lembrou Fidelix paixão e a REAPOP.</div><div>FunBea tem o DNA coletivo de ultrapassar essas escassez e incompreensão de EA.&nbsp;</div><div>Como organização da sociedade civil, o FunBea tem a confiança da sociedade, mas o financiador quer concretude.&nbsp;</div><div>Nós não temos lastros e nem recursos públicos, mas estamos prontos para fomentar projetos que sejam construídos pelas pessoas e junto com elas.</div><div>Com sociedades que resistam e sejam resilientes, # aprender para previnir de desastres climáticos até a Pandemia.Isso é importante nesses tempos de desastres ambientais e desgoverno como o nosso !</div><div>Temos que mudar o sistema e não o clima. Para a biosfera estamos causando muitas ameaças.</div><div>Agora vem a fome e temos que juntar forças para combater a fome !&nbsp;</div><div>&nbsp;Exemplo das hortas agroecológicas do MTST !</div><div><br></div><div><strong>Eda Tassara&nbsp;</strong></div><div><br></div><div>Estamos num momento que não conseguimos enxergar soluções para os problemas.Não podemos perder a memória.</div><div>Estou há 65 anos no mundo das idéias ( desde os 17 anos), e tenho experiência zero em conseguir grana. &nbsp;</div><div>Trabalho, mais informação,&nbsp; mais luta geravam recursos para aquilo que nos orientavam como metas políticas e éticas.</div><div>Fóruns da SBPC, fim da ditadura, idéias que são revolucionárias na sua origem e se expressavam como movimentos políticos.</div><div>Nossa busca não mudou. Criar formas de vida que respeitem as formas de vida das pessoas.Ser o que ele é sendo. necessidades materiais e grandes lutas no plano político.</div><div>Política aristotélica pelo bem comum. Política ambiental , SBPC, construção intencional do futuro, conduzida pelo bem critica a concepção iluminista - o esclarecimento seria produzido pelo sacrifício das vanguardas.</div><div>O todo é a multidão. Educação libertária, democratizante significa que cada um é um ponto de uma rede.</div><div>&nbsp;Discussão geopolítica: Estado &amp; privado.&nbsp;</div><div>No plano macro, da globalização, as coisas prosseguem.</div><div>A globalização criou uma forma de domínio, o poder de se produzir,adaptado às realidades locais.</div><div>Cada indivíduo do planeta é um ponto.</div><div>&nbsp;Não mudamos a busca.</div><div>&nbsp;Conviver é estabelecer reciprocidades.</div><div>Hoje não convivemos, existimos paralelamente.</div><div>O convívio humano não pode mais continuar assim !</div><div>Mídia reflete o que acontece. Nossa ação é como se o futuro não existisse.</div><div>&nbsp;Há 22 anos é difícil ser crítico sem formação. Desenvolver consciência.&nbsp;</div><div>O importante é saber que tem uma busca que é coletiva, que é enraizada,que é socioambiente. É preciso ter afeto para fazer isso !</div><div><br></div><div>Rede é uma estrutura algébrica. Técnica eletrônica para veicular informação em rede. Ela é a nova condição da política digital.</div><div>&nbsp;A peste é uma metáfora. Doença de rede. O vírus usa a rede ,que são as pessoas.</div><div>&nbsp;Ação, conhecimento, investigação.</div><div>A EA não está no phisis - não podemos perder a memória ! A busca é sempre a mesma. A vanguarda não pode ser importante, ela conduz a massa , que é a vanguarda.</div><div>Sófocles: Tu tens o poder, deves curar a peste.</div><div>A vida não é a física, que responde às influências da vida sobre ele.&nbsp;</div><div>Reafirmo bem forte - não percam o fio, amplie...</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 13:40:08 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre Águas</title>
         <author>contato279</author>
         <link>https://padlet.com/Ocaesalq/rouibiy2u9snvnp8/wish/1561394138</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>7 mil pessoas vivem sobre as águas poluídas do estuário<br></strong><br></div><div>O <a href="https://youtu.be/58Ijlizk5dA">documentário Sobre Água, 20 minutos</a>, produzido pela Zumbi Filmes com iniciativa e realização do FunBEA – Fundo Brasileiro de Educação Ambiental e apoio do Fundo Estadual de Recursos Hídricos do Estado de São Paulo, faz um mergulho no dia a dia dos moradores da comunidade Caminho da União, onde atualmente cerca de 7 mil pessoas vivem sobre as águas poluídas do estuário, invisíveis e às margens da sociedade santista.&nbsp; O local faz parte de um conglomerado de favelas, formando um dos maiores complexos de palafitas do Brasil. Na margem destas comunidades, se concentra o maior porto da América Latina.<br><br></div><div>O filme aborda com poesia a realidade e a dificuldade das pessoas, que vivem sem nenhum tratamento de esgoto e com grande racionamento de água potável. Esse problema, que não é nenhuma novidade no Brasil, se agrava diariamente,&nbsp; e hoje só na Baixada Santista se contabiliza mais de 300 mil moradores vivendo em áreas irregulares, sem infraestrutura básica.<br><br></div><div><strong>Ferramenta audiovisual ativista<br></strong><br></div><div>A ideia do filme, desenvolvido especialmente para fortalecer processos educadores ambientalistas na região,&nbsp; é também ser uma ferramenta ativista, provocando o espectador para a ação. A Zumbi Filmes em parceria com o FunBEA recebeu o desafio de olhar para a questão do saneamento na Baixada Santista. “É impossível ignorar as comunidades que se formaram sobre as águas do estuário e as condições em que as pessoas vivem no local. Isso precisa ser visto com prioridade e seriedade”, explica Grace Luzzi, produtora do documentário.<br><br></div><div>A proposta do documentário&nbsp; não é apenas uma denúncia audiovisual sobre a situação na região. Mas também uma tentativa de dar passos para que se promova um&nbsp; verdadeiro diálogo da sociedade com as questões socioambientais que perpassam todo o estuário da Baixada Santista.<br><br></div><div>“Há cerca de 10, 20 anos atrás, a gente tinha 100 moradores com água regularizada, com essa demanda de invasão perdeu-se o controle em relação a isso” explica Marco Antônio de Vasconcelos Ferraz, morador e líder comunitário do Caminho da União.<br><br></div><div><strong>Seminário 10 anos do FunBEA – Conexões<br></strong>A Webinar aconteceu no dia 5 de abril com exibição gratuita pelo <a href="https://www.youtube.com/watch?v=QJ3nZ4Dzz7Q">Youtube</a> e <a href="https://www.facebook.com/503001883125877/posts/3880550672037631/">Facebook</a> do FunBEA, abrindo o Seminário Conexões FunBEA, o filme vai ser o ponto mobilizador para o&nbsp; financiamento coletivo Ativismo e saneamento básico – enfrentando as desigualdades na comunidade Caminho da União/Santos SP.<br><br></div><div>Thaís Brianezi, conselheira do FunBEA , jornalista e membro fundadora da Escola de Ativismo, lembra que o registro audiovisual é uma ferramenta importante de mobilização e luta por visibilidade. “O FunBEA agora quer seguir nessa construção junto com a comunidade, cumprindo seu papel de buscar financiamento para pautas e trabalhos socioambientais, desta vez por uma campanha de arrecadação online”, completa ela.<br><br></div><div><strong>Financiamento Coletivo<br></strong><br></div><div>O financiamento coletivo tem o objetivo de apoiar o Instituto EcoFaxina, uma das ONGs que atua no local há mais de 10 anos, adquirir uma bicicleta coletora de resíduos, para auxiliar na proposta do projeto Ecobarreiras que será desenvolvido no local com a participação da comunidade, além de apoiar processos e campanhas de mobilização com jovens da comunidade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 13:45:33 UTC</pubDate>
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         <title>Filantropia, justiça social e Educação Ambiental</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ocaesalq/rouibiy2u9snvnp8/wish/1561409954</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>Sobram recursos porque faltam bons projetos?<br></strong><br></div><div><strong>Palavras-chave (em ordem de prioridade):</strong> Captação de Recursos; Projetos; Educação Ambiental.<br><strong><br>A prática diz que não!</strong></div><div>Graciela Hopstein e outros especialistas que estiveram no <strong>Encontro</strong> "<strong>Filantropia, Justiça Social e Educação Ambiental",</strong> no Seminário de 10 anos do FunBEA - ”O Brasil é um grande laboratório socioambiental”-&nbsp; e&nbsp; completa, que quando participa de avaliação de projetos, observa que são poucos recursos para a quantidade de projetos incríveis que existem no Brasil. &nbsp;<br><br></div><div>Guilherme Romano, conselheiro do FunBEA, consultor na área de projetos socioambientais, fez uma análise sobre a forma de captar projetos via fundos públicos ou empresas privadas,&nbsp; o que dificulta ou facilita a captação pelas organizações.<br><br></div><div>Segundo ele, os fundos públicos, às vezes, não direcionam os recursos para as agendas necessárias, no tempo necessário. A burocracia é grande demais e isso dificulta o acesso à captação de recursos pela população. “O perfil no país, analfabetismo, falta de cultura da organização, são fatores que complicam ainda mais o acesso ao recurso”.</div><div><br>Nas experiências com a iniciativa privada, Guilherme explica que trabalha na tentativa de que este recurso chegue mais perto, facilite a vida das instituições. Ele diz que dá para cumprir a legislação e usar o recurso de forma adequada. “Existem bons projetos. Hoje quem afirma o contrário talvez precise estruturar melhor os mecanismos para receber os bons projetos”. Guilherme Romano - Conselheiro FunBEA.<br><strong><br>A Rede de Captação de Recursos&nbsp;</strong></div><div>Fabio Deboni, mediador do encontro, ressaltou que na pandemia, as organizações da sociedade civil estão batendo recordes de mobilização e engajamento para a captação de recursos. &nbsp; Dados da Rede Filantropia contabilizou 17 milhões de reais doados por fundos emergências com editais para apoiar a sociedade civil, conseguindo fazer o repasse direto dos recursos para as organizações.</div><div><br>As agendas destes Fundos são diversificadas - territorial e socioambiental,&nbsp; fundo de mulheres, equidade racial, direitos humanos, entre outros. Possuem diversos orçamentos e diversos focos. São fundos locais cujo objetivo é fortalecer as organizações da sociedade civil brasileira, e com isso, a democracia.&nbsp;</div><div><strong><br>Mobilização de Recursos</strong></div><div>“A sociedade civil é a chave para pensar em qualquer sistema democrático. Devemos valorizar os saberes locais, ter a articulação com a comunidade entendendo a sua demanda.&nbsp; Isto é uma tendência na mobilização de recursos” alerta Graciela.&nbsp;</div><div><br>Guilherme explica que indicadores e o cumprimento à legislação são também importantes. “Criamos um edital simples como forma de divulgação direta. Abriu pra escrever a mão, íamos de comunidade em comunidade divulgando, ajudávamos as pessoas a escreverem os seus projetos”.&nbsp; Neste modelo,&nbsp; o repasse foi entre R$10 a R$50 mil reais para grupos formalizados e informais, e foi possível fazer a prestação de contas de uma forma simples e eficaz.</div><div><br>Outra tendência é integrar a proposta formativa em uma das etapas do Edital. “É fundamental para que o repasse financeiro seja bem utilizado. Se por um lado é importante flexibilizar, por outro, é importante seguir a regra. No processo de formação você contribui para ajudar as pessoas acessarem os recursos. finaliza Guilherme.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 13:49:25 UTC</pubDate>
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         <title>Natureza e Educação: Caminhos Para Questão Ecológica e Ambiental no Brasil</title>
         <author>contato279</author>
         <link>https://padlet.com/Ocaesalq/rouibiy2u9snvnp8/wish/1561502628</link>
         <description><![CDATA[<div>Convidados:</div><div>Moderadora: Professora Isabel Carvalho</div><div>Professor Marcos Sorrentino</div><div>Liderança Indigena Airton Krenak</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Isabel começou apresentando o evento e o tema da mesa, bem como os convidados.Ela informou que o Airton Krenak ainda não estava presente na plataforma.Iniciou o debate chamando o Marcos para fazer sua exposição.&nbsp;</div><div>Marcos iniciou sua exposição afirmando que o seminário é importante nesse momento, pois viabiliza materializarmos o desconforto que a sociedade vem vivendo no momento atual, causado pela ausência do estado brasileiro, principalmente a ausência no enfrentamento da pandemia, na coordenação de ações. Então ele enxerga o FunBEA como uma estratégia de organização de enfrentamento disso, de forma que seja possível manter as condições de fazer educação ambiental mesmo na ausência de recursos, pois destacou que atualmente o setor ambiental enfrenta um desmonte de muita coisa que foi conquistada.&nbsp;</div><div>Ele iniciou a fala de conteúdo apresentando o binômio Natureza e Educação como uma trilha , um caminho para esses empasses ambientais, bem como impactos socioeconômicos e civilizatórios, no Brasil e no mundo. Destacou a importância da conexão entre os temas natureza e questões socioambientais a partir da década de 1990, o que proporcionou a apropriação de conceitos ambientais por parte de vários movimentos sociais. Citou o Fórum Popular da Natureza, que emerge de movimentos como MST e sindicatos, pois compreenderam a força dos conceitos ambientais para apontar caminhos para a terra.</div><div>Ele pergunta “ o que é natureza” e responde que pode ter várias respostas; pode ser Deus, sendo esta uma compreensão mais centrada no ser humano, que materializado chamamos de religião, que também pode ser entendido como crenças, mitos e diversas perspectivas. Ele destaca que apesar de variadas formas de compreensão de natureza, a percepção é a mesma em todos os casos, de que a natureza apresenta possibilidade de respostas para os empasses que a sociedade vive atualmente, como degradação, erosão genética, aquecimento global e pandemia, além de vários outros que podem citados.</div><div>Quanto ao conceito de educação, ele aborda que através dela é possível construir processos educadores que dialoguem com essa trilha, sendo a educação ambiental uma forma específica de educação, desenvolvida com a natureza e\ou na natureza. Destacou que politicamente a educação ambiental deixa em haver, pois se desenvolve apenas através de denúncias ou com a criação de partidos políticos, que são ações importantes, porém não são suficientes, pois a ecologia da vida exige comunhão e participação de diversos setores da sociedade. Exige a contribuição de várias vertentes, e principalmente a revisão da compreensão do que é a natureza, bem como o que é o ser humano na natureza.</div><div>Ele destaca que talvez o melhor conceito de natureza seja o nascimento de uma criança, ou seja, a renovação da vida. Destaca que é importante construir processos educadores que contemplem todas as partes da natureza, inclusive o homem. Ele destaca que são processos educadores comprometidos com compreensão de natureza, sendo estes processos comprometidos com uma nova cultura da terra, do planeta e dos territórios.&nbsp;</div><div>Passou fala para Isabel, que começou citando o livro publicado por Airton Krenak “Ideias para adiar o fim do mundo”, comentado sobre fim de mundo e educação e natureza. Começou sua reflexão expondo que nossa ideia de fim de existência é muito reduzida, pois nossa existência é curta e pontual na terra, diante disso temos uma visão muito limitada dos processos evolutivos que o planeta terra percorre. Nos atentamos a entender o presente, cujo momento é muito difícil, visto a pandemia. É normal dentro do nosso tempo de existência entender que parece o fim do mundo o momento atual, pois o vírus sempre existiu, no entanto agora ele faz parte das relações humanas, devido à proporção que atingiu.&nbsp;</div><div>Ressaltou que o vírus sempre existiu, e que já fomos alertados sobre a possibilidade dele tomar a proporção que tomou, no entanto isso foi ignorado. Mas outro problema maior é que mesmo temos sido alertados, ainda fomos surpreendidos, sendo que o mesmo o com outros problemas, como a crise climática, crise hídrica, crise sanitária. Ela ressaltou que todas essas crises têm relações muito diretas, mencionou ainda a relação com o aumento da pobreza e da desigualdade social. Sobre o aumento da fome, ressaltou que trata-se de um momento de retrocesso, lembrou da luta do Betinho pela diminuição da fome e o quanto isso tudo foi desmontado em pouco tempo. Diante de tudo isso, se perguntou se estamos vivendo o fim do mundo.&nbsp;</div><div>Como forma de gerar alternativas deu exemplo de uma espécie de cogumelo que só ocorre em regiões que sofreram grandes desastres e foram praticamente destruídas por guerras ou problemas ambientais. Destacou a importância da capacidade de sobreviver aos grandes desastres na terra, da capacidade de resiliência. Assim, observar a natureza é uma forma de gerar mecanismo de sobrevivência. Além disso, permite gerar uma nova perspectiva do que estamos vivendo.&nbsp;</div><div>Destacou a importância de mudarmos de posição, pois a humanidade se vê como sujeito, no entanto nós temos pouca memória e apagamos o que vem antes de nós, sendo que a Terra é o sujeito, com todos os processos que antecedem nossa existência. Assim, não existe fim do mundo, existe fim do ser humano, ou das boas condições em que vivemos.</div><div>Assim, a educação ambiental deve ser pensada aprendendo a pertencer a parte orgânica da natureza, sobrevivendo e coabitando, de maneira que sejamos preparados para reconstruir ambientes degradados, aprender a viver em tempos de crise, aprender com os desastres, criar estratégias para momentos críticos da história da terra, que busquem respostas afirmativas.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;<strong>Resumo</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;Nesse sentido, destacou a importância do FunBEA, que tem representantes de diversos setores entre estado, privado e universidades.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 14:10:15 UTC</pubDate>
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         <title>UNIVERSO DO FINANCIAMENTO</title>
         <author>contato279</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Como fazer que o projeto desperte o interesse dos financiadores?</strong></div><div><strong>Palavra chave</strong> – Democracia, Mudança Social, Desgoverno,&nbsp; Justiça Social, Filantropia, Captação de recursos</div><div><br>Primeiro analisar o campo de atuação das organizações sociais –<br><br>Mobilizar recursos não significa sair correndo desesperado,&nbsp; sem critérios e sem parâmetros.<br><br></div><div><em>A Sustentabilidade da Instituição esta associada diretamente as causas que elas defendem na sociedade</em>.</div><div><br>Hoje as organizações que defendem os direitos humanos estão tendo dificuldades na sustentabilidade, porque a sustentabilidade do princípio dos direitos humanos estão ameaçada.<br><br>Mobilização de recursos tem caráter político,&nbsp; de dinamizar uma base social de apoio , sensibilizar atores e opinião publica para que se tornam visíveis e valoradas.<br><br>Causas como quilombolas, indígenas, direitos lgbts, e outras causas de direitos humanos estão sob ataque, principalmente no Brasil<br><br></div><div><strong><em>Qual a sustentabilidade deste campo das organizações que trabalham com a educação ambiental no Brasil?&nbsp; Como vimos um dos vetores fundamentais que é a&nbsp; política publica federal, deixou de existir e a sociedade civil n tem adesão forte ao tema na área da Educação ambiental<br></em></strong><br></div><div>Precisamos ter uma atitude política de defesa destas causas, destes valores princípios. Não é possível simplesmente procurar recursos financeiros, mas a forma de mobilizar recursos de estabelecer relacionamentos, parcerias estratégicas.<br><br></div><div>Capacidade de ser protagonistas e promotor de mudanças sociais.<br><br>&nbsp;Iniciativas que geram impactos relevantes rápido<br><br>Maior profissionalização da governança<br><br></div><div>Desafios estratégicos: clareza de propósito, narrativa convincente e capaz de sensibilizar corações e entre em contato com as mensagens<br><br>Pontos fortes e fracos no ecossistema de sustentabilidade<br><br></div><div>Fortes:</div><div>1.&nbsp; &nbsp;	Serviços voltados à captação de recursos, há muitas organizações, prestadores de serviços, consultores , coletivos nesta área vem se desenvolvendo com apoio de organizações internacionais.</div><div>2.&nbsp; &nbsp;	Temos organizações especializadas em mobilizar recursos,&nbsp; e outras que contribuem para o processos como gife , idis que&nbsp; tem contribuindo com pesquisa, reflexão no campo internacional<br><br></div><div>3.&nbsp; &nbsp;	Mídia cobre mais hj. Organizações são fontes. Já somos reconhecido pela opinião pública como relevante<br><br>Fracos:<br>Legislação.&nbsp; Não temos incentivo a doação no Brasil, temos algumas iniciativas mas ainda é muito marcada pela doação no campo religioso. Vai crescendo cultura de apoio às causas. Demanda esforço e investimentos de tempo e recurso. Ainda é difícil mobilizar recursos da pessoa física para causas sociais.<br>Fracos em políticas públicas<br>Capacidade das organizações em mobilizar recursos, ,dominar ferramentas: teoria da mudança, marco lógico, aferir indicadores, imprescindível para mobilizar recursos. Plano estratégico com experiências inovadoras<br><br></div><div><strong>Tendências:<br></strong>Seleção não só de projetos mas de parceiros estratégicos<br>Apoio a pessoas não brancas.<br><br></div><div><strong>Fundação Ford<br></strong>Apoio financeiro tem&nbsp; muito haver com os desafios da democracia e direitos no Brasil.<br><br>Organizações estão mudando a maneira de alocar recursos. Espaços Colaborativos<br><br>&nbsp;- primeiro momento muito focado na agenda de direitos e fortalecimento da democracia,<br><br></div><div>- outro grupo surge na filantropia privada ( apoio de resultados focado em atividade ligadas aos negócios, com temas mais restritos..)</div><div><br>- setores de apoio conversam mais. Espaços Colaborativos. Pra se pensar o futuro, igualdade e justiça social</div><div><br>Destacar 3 dimensões : desafio de captar recursos</div><div>1 Importante ter clareza estratégica sobre o seu papel e sobre objetivos. Olhar o universo e ver como você se encaixa. Entender o lugar que seu projeto ocupa no ecossistema que você atua. E apresentar com transparência isso<br>2. Com quem você quer trabalhar, com quem vc vai somar – buscar a construção da complementaridade de parcerias para otimizar recursos. Construção de confiança, , autoconhecimento e conhecimento mútuo<br>3 organizações precisam incorporar na estrutura de equipe aqueles atores sociais que estão na ponta das lutas por igualdade. Representatividade importa.<br><br>&nbsp;Capacidade de disposição imaginar outro futuro</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 17:57:53 UTC</pubDate>
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         <title>Greve Pelo Clima</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Mediador:</strong> Lucas Harder via Instagram<br><strong>Convidado:</strong> Victor Hugo (Fridays For Future Brasil)<br><br>Apresentação feita pelo Victor Hugo:<br>O Greve Pelo Clima surgiu com a figura da Greta Thumberg, uma jovem sueca que tomou uma iniciativa com relação as questões climáticas. Ela percebeu que só estudar na escola essas questões não era suficiente. Assim, Greta decidiu criar o movimento Fridays For Future, onde ela faltava em todas as suas aulas de sextas-feiras e ia protestar contra as mudanças climáticas em frente ao Parlamento da Suécia. <br>Essa atitude repercutiu no mundo todo e seu movimento ganhou representantes em diversas cidades.<br><br>Victor Hugo se apresentou e comentou que no mundo todo muitas pessoas se reconheceram com a atitude da Greta, e assim surgiram diversas Greves Pelo Clima, chegando no Brasil em um período sério e polêmico, em 2019. O país enfrentava um boom de queimadas, principalmente na Amazônia que gerou enormes nuvens de fumaça em todo o País. <br><br>No Brasil, surgiram várias pessoas que queriam ir as ruas reivindicar sobre as questões climáticas e exigir que o governo cumprisse o que havia sido tratado internacionalmente sobre o Clima. Victor Hugo começou um movimento em Natal, ao mesmo tempo em que surgiam outros grupos em outras cidades. Assim a rede Greve Pelo Clima e o Fridays For Future Brasil começou a tomar forma. <br><br>Entre 2019 e 2020, foram feitas 3 Greves Pelo Clima. A proposta do FFF são as greves semanais as sextas-feiras, iniciadas pela Greta Thumberg, porém no Brasil não houve&nbsp; sucesso na participação popular para os movimentos semanais. <br><br><strong>Como participar da Greve e Como nossas ações podem fazer efeito?<br></strong>Os movimentos sociais tem a missão de pressionar os governantes. A população mundial não tem acesso ás informações sobre os impactos gerados diretamente sobre as mudanças climáticas. Um exemplo são os dados atuais que indicam um aumento significativa na população de refugiados cilmáticos, pessoas que são obrigadas a mudar de lugar e de costumes devido ás forças da natureza acentuadas pelas mudanças climáticas. Essas informações ficam apenas na esfera governamental e não chegam à população. <br>As mudanças climáticas precisam estar nas políticas públicas dos países, necessário trazer a tona esse assunto. Pressionar os governos para debater com a população. Criar redes mundiais que tenham forças de disseminar informações e pressionar governantes. <br><br><strong>Como a Educação Ambiental Pode Contribuir para as Estratégias da Pandemia às Mudanças Climáticas?</strong><br>Uma das propostas principais do FFF que trabalha a Educação Ambiental é o Escolas Pelo Futuro. Que trás as mudanças climáticas de uma forma dialógica e prática para os jovens na base da formação.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-30 14:48:36 UTC</pubDate>
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