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      <title>Poesia Ana Luísa Amaral 12.º A by Laura Rodrigues</title>
      <link>https://padlet.com/professoralaurarodrigues7/rorfk4p1kk209ks5</link>
      <description>Trabalho de Grupo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-15 16:02:51 UTC</pubDate>
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         <title>Figurações do poeta</title>
         <author>professoralaurarodrigues7</author>
         <link>https://padlet.com/professoralaurarodrigues7/rorfk4p1kk209ks5/wish/2098050212</link>
         <description><![CDATA[<div>1- O poema faz-nos pensar na família: a poetisa estava a escrever um poema quando a filha a interrompeu. A chegada da filha compara-se com a chegada de madrugada, pois esta chegou “tão de mansinho” (v.3). A entrada da filha pode ser caracterizada pelo silêncio, meiguice e tranquilidade.<br>A presença da filha neste poema surge como duas formas: como a inspiração da mãe ou como a inspiração para este poema.<br>O valor expressivo da comparação é evidente na chegada da filha, pois a mãe parece compará-la a um assaltante disfarçado.<br><br>2- O “eu” poético constrói-se entre duas figuras: a de poetisa e mãe ou a de mãe e poetisa. Com a chegada do seu rebento, quando escreve, em que assume o seu papel de mãe. Podendo ainda estar interligado à criação poética: o “eu” é a poeta que é mãe.&nbsp;<br><br>3- A entrada da filha fez com que fosse interrompida a sua escrita “O poema invadia como ela/ tão mansamente, não com esta exigência/ tão mansinha” (vv.7-9). Estabelecendo uma comparação entre a chegada da filha e a conclusão do poema.&nbsp;<br><br>4- Metáfora, é a aproximação silenciosa e disfarçada e o facto da atenção da mãe na escrita ser virada para a filha.<br><br>5- Uma possível explicação para o título é a articulação existente entre as situações reveladas no texto: é a chegada da filha. Ou seja, a visita da filha pode igualar-se à inspiração para criar o poema.<br><br>6- As características do “eu” poético são: o facto da poeta revelar um descentramento do sujeito quotidiano, as formas de enunciação ambíguas entre a ficção do eu e a sua figuração e a indeterminação da figuração do eu poético, que está «entre», numa tensão quase permanente.<br>Por último, a mensagem global do poema, a meu ver, é não deixarmos de dar atenção àqueles de que mais gostamos.<br>Portanto, as características da poetisa e a mensagem global estão relacionadas.<br><br>Carolina Tira-Picos&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 13:37:29 UTC</pubDate>
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         <title>Representações do quotidiano</title>
         <author>professoralaurarodrigues7</author>
         <link>https://padlet.com/professoralaurarodrigues7/rorfk4p1kk209ks5/wish/2098050919</link>
         <description><![CDATA[<div>1- A realidade referida no início do poema é uma viagem de avião .<br>2- A reação da autora face à viagem de avião foi ter medo de alturas, ter sonhos confusos e  tomar calmantes. (“medo de alturas” ; “tomar calmantes” ; “ter sonhos confusos”).<br>3- A poetisa refere-se ao canto pois a sua filha ainda é uma criança e quer que esta tenha uma história para ser contada antes de adormecer. Esta referência liga-se ao “amor” representado na&nbsp; terceira estrofe , pois o sujeito poético quer que a sua filha continue a receber amor após a sua morte provocada pela viagem de avião , refere-se também à “fantasia” e ao “sonho” pois deseja que a sua filha sonhe com algo diferente da sua realidade.<br>4- As alusões estão relacionadas com as atividades do nosso dia a dia, mas o sujeito poético não quer que estas atividades tenham muita importância na vida da sua filha.<br>5-O sujeito poético quer que seja dado à filha amor e que ela sonhe, não quer que seja preparada para as atividades do dia a dia . Os últimos quatro versos mostram que o que traz alegria ao sujeito poético é a importância dada ao amor , ao sonho e à fantasia.<br>6-A representação do contemporâneo modifica-se aquando o sujeito poético se refere à viagem que vai fazer e às tarefas domésticas que não quer que sejam ensinadas à filha.<br>Lucília</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 13:37:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Arte poética</title>
         <author>professoralaurarodrigues7</author>
         <link>https://padlet.com/professoralaurarodrigues7/rorfk4p1kk209ks5/wish/2098051332</link>
         <description><![CDATA[<div>1-No poema está presente uma visão subversiva da criação poética, pois a poeta associa-se à tradição poética (rima, estrofe,…) mas ao mesmo tempo opõe-se querendo que esta seja renovada para que a criatividade não seja comprometida.<br>2-O verso 4 significa que na arte não há moralidade, nem certo nem errado, ou seja, há a liberdade de expressão e manifestação de sentimentos.<br>3-Na arte de Ana Luísa Amaral,o sujeito poético explora os temas em contradição com as regras seguidas por outros poetas (“Que me interessa que seja por soneto/em vez de versos ou linhas devastadas?/O soneto é antigo ?Pois que seja /também o mundo é é ainda existe”).<br>4-O poema chama-se “Soneto científico a fingir “porque é constituído por 5 quadras, logo não corresponde à estrutura de soneto. <br>5-O antigo é o ponto de partida para a inovação e originalidade pois não segue as regras do soneto (2quadras e 2 tercetos, nem tem rima em todos os versos).<br>6-A criação poética de Ana Luísa Amaral baseia-se na liberdade criativa, na espontaneidade e na rejeição das regras, pois estas podem comprometer a criatividade. Apesar disso, a poetisa não nega por completo a tradição literária .<br>Gabriela Armada</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 13:38:03 UTC</pubDate>
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         <title>Tradição literária</title>
         <author>professoralaurarodrigues7</author>
         <link>https://padlet.com/professoralaurarodrigues7/rorfk4p1kk209ks5/wish/2098051783</link>
         <description><![CDATA[<div>1. O título do poema remete para a famosa história de amor proibido entre Pedro e Inês de Castro.<br><br>2. A história amorosa é evocada diversas vezes em obras portuguesas, como por exemplo em "Os Lusíadas" , "Frei Luís de Sousa" (cena 1, ato I - D. Madalena lê o episódio de "Inês de Castro"), na obra "Inês de Portugal", de João Aguiar.<br><br>3. No decorrer dos versos, o poema adquire uma visão diferente e modernizada, na qual Inês não morre, envelhecendo, assim, com Pedro. Nesta versão há a constatação da passagem do tempo, do desgaste/cansaço da relação entre os dois. Pedro tem joanetes e cãibras nos tornozelos. Inês ouve mal, tem artrose nos joelhos, não tem dentes e está mais sábia e precavida. A beleza da juventude e a paixão sofreram as suas transformações. A poeta pode ter feito uma crítica, pois o casal já não se esforça para impressionar o parceiro e por vezes descuidam-se consigo próprios. Para reforçar este ponto, Pedro cita: "Mulher que tanto amei, o javali é duro! (...) / e tu perdeste aquela forma ardente de temperar / os grelhados!".&nbsp;<br><br>4. Logo na primeira estrofe, observamos que ambos estão velhos ("Inês é velha. / Os joanetes de Pedro não o deixam calçar / e passa o dia todo em solene toada") e podemos ver com isso como o poema se irá desenvolver até ao fim.<br><br>5. Nos versos 22 a 24 faz-se referência à coroação pós morte de Inês como rainha, onde fidalgos são obrigados a beijar a mão da mesma e vê-se também a forma de como Pedro a amava intensa e incondicionalmente.<br><br>6. A poetisa apresenta um tom lúcido e irónico no tratamento deste episódio histórico e, por isso, podemos afirmar que a tradição literária está presente neste poema.<br><br>Eliana Felisberto</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 13:38:17 UTC</pubDate>
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         <title>Figurações do poeta</title>
         <author>professoralaurarodrigues7</author>
         <link>https://padlet.com/professoralaurarodrigues7/rorfk4p1kk209ks5/wish/2098053045</link>
         <description><![CDATA[<div>1- Nos três primeiros versos, vv. 1-3, é comparada a chegada de filha à chegada da madrugada; a comparação da entrada da filha à madrugada sugere que a sua entrada, no lugar onde o sujeito se encontra a escrever, é um acontecimento natural e espontâneo, destacando que a sua entrada foi feita de mansinho, interrompendo a escrita da mãe.&nbsp;<br><br>2- O «eu» poético constrói-se entre duas figurações: a de poeta. Com o surgimento da filha em cena, no momento em que escreve, em que cria, assume o papel de mãe. Este papel maternal pode também relacionar-se com o ato da criação poética: o «eu», enquanto poeta, é mãe do poema que escreve.<br><br>3- Na 4.ª estrofe, a filha representa uma inspiração para a mãe. Por um lado, a filha pode ser para o sujeito poético a fonte de inspiração que lhe falta e a sua presença pode ser o impulso para que o poema surja.<br><br>4- O recursos expressivo presente na alusão a um crime é a metáfora. É feita uma comparação da filha a um ladrão furtivo que se vai aproximando sem fazer barulho, sem se denunciar, e rouba a atenção da vítima, a mãe.<br><br>5- O título do poema pode ser interpretado de várias maneiras. Por um lado, o surgimento da filha, de mansinho, a sua visitação, ainda que seja uma visitação mental e artística do poema, a visitação da filha pode equivaler à visitação da inspiração para a criação poética.&nbsp;<br>Por outro lado, a personificação é associada à mansidão, a docilidade da jovem ao poema.&nbsp;<br><br>6- As características do “eu” poético estão relacionadas com a dificuldade do sujeito poético de separar o seu papel como mãe do seu papel de poeta, e quando está no seu momento criativo, enquadro escreve, desempenha um papel e quando a filha entra passa a ter o papel de mãe. Este poema demonstra que devemos dar atenção às pessoas que mais amamos que são importantes na nossa vida, separando os diferentes papéis que podemos desempenhar.&nbsp;<br><br>Silvana Silva&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 13:38:51 UTC</pubDate>
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         <title>Representações do quotidiano</title>
         <author>professoralaurarodrigues7</author>
         <link>https://padlet.com/professoralaurarodrigues7/rorfk4p1kk209ks5/wish/2098053648</link>
         <description><![CDATA[<div>1- A realidade referida no início do poema é a realização de uma viagem de avião.&nbsp;<br><br>2- O “eu” poético reagiu com medo de morrer na viagem, essa possibilidade leva o “eu” poético a exprimir o desejo de que a filha não se esqueça de si.&nbsp;<br><br>3- O sujeito poético refere-se ao canto, pois a sua filha ainda e criança e quer que esta tenha uma história para ser contada antes de adormecer. Esta referência liga-se ao amor, na terceira estrofe, pois a mãe quer que a sua filha continue a receber amor após a sua morte. O sujeito poético refere-se também à fantasia e ao sonho porque deseja que a filha sonhe com algo diferente da sua realidade.&nbsp;<br><br>4- Estão relacionadas com as atividades do nosso dia a dia mas o sujeito poético quer que essas atividades não tenham importância na vida da filha.&nbsp;<br><br>5- O sujeito poético quer que seja dado amor à filha e que ela sonhe, não quer que a preparem para o dia a dia. Os últimos quatro versos mostram que a alegria do sujeito poético resulta da importância dada ao amor, ao sonho e à fantasia, desvalorizando as tarefas do quotidiano.&nbsp;<br><br>6- A representação do contemporâneo manifesta-se quando o sujeito poético se refere  viagem que&nbsp; vai fazer e as tarefas que não quer que ensinem à filha.&nbsp;<br><br>Dinis Silva&nbsp;<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 13:39:08 UTC</pubDate>
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         <title>Arte poética</title>
         <author>professoralaurarodrigues7</author>
         <link>https://padlet.com/professoralaurarodrigues7/rorfk4p1kk209ks5/wish/2098054101</link>
         <description><![CDATA[<div>1- O sujeito poético finge um soneto e refere-se à criação poética como uma mentira, rejeitando, assim, seguir as regras formais da poesia.<br><br>2- A arte tem uma função estética, tem como objetivo dar prazer aos sentidos. Na arte não existe o certo ou o errado, existe uma manifestação de emoções sem limitações de qualquer ordem. Sendo assim, a arte não tem um valor utilitário, surge de um momento de inspiração e transporta valores éticos sobre os que acedem à sua mensagem.<br><br>3- O poeta valoriza o momento criativo, inspirado em temas do dia a dia, sem precisar de seguir regras formais, que poderão comprometer a criatividade. O mais importante é criar sobre o tema, o que é valorizado no poema (“e depois desviar. Isso é ciência!”).<br><br>4- O título do poema é “soneto científico a fingir” porque é constituído por 5 quadras.<br><br>5- O antigo é o ponto de partida para a originalidade, pois não segue as regras formais de um soneto.<br><br>6- A criação poética de Ana Luísa Amaral baseia- se na liberdade criativa, na espontaneidade e na rejeição das regras porque estas podem comprometer a criatividade. Apesar disso, a poeta não nega por completo a tradição literária.&nbsp;<br><br>Joana Fernandes&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 13:39:22 UTC</pubDate>
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         <title>Tradição literária</title>
         <author>professoralaurarodrigues7</author>
         <link>https://padlet.com/professoralaurarodrigues7/rorfk4p1kk209ks5/wish/2098054404</link>
         <description><![CDATA[<div>1- O titulo do poema indica que o poema vai expor a relação de Pedro e de Inês quarenta anos depois de se apaixonarem.<br><br>2- Vários poetas de renome portugueses, tal como Camões, Pessoa e Miguel Torga escreveram poemas sobre D. Pedro e Inês de Castro, daí este tema ter uma linha de tradição na literatura portuguesa.<br><br>3- Ana Luísa Amaral vai tratar deste tema de uma maneira diferente dos restantes poetas, fazendo uma abordagem mais fria da relação, caso Inês de Castro não tivesse morrido.<br><br>4- As palavras de D. Pedro na primeira estrofe remetem para o seu envelhecimento, daí estar mais “chato” também achar a carne mais cara.<br><br>5- Nos versos 22 a 24, o poema faz referência ao momento em que D. Pedro mandou os seus fidalgos beijarem a mão de Inês de Castro, que se encontrava morta e coroada no trono.<br><br>6- Neste poema está presente a temática amorosa que faz parte da tradição literária.<br><br>Manuel Ribeiro&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 13:39:30 UTC</pubDate>
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         <title>Figurações do poeta</title>
         <author>professoralaurarodrigues7</author>
         <link>https://padlet.com/professoralaurarodrigues7/rorfk4p1kk209ks5/wish/2098054800</link>
         <description><![CDATA[<div>1-A entrada da filha, que é feita de mansinho, é comparada à chegada da madrugada (versos 1 a 3). As comparações sugerem que a entrada da filha é um acontecimento natural e espontâneo e destaca a mansidão, brandura e silêncio que caracterizam essa entrada.<br><br><br>2-O «eu» poético constrói-se entre duas figurações: a de poeta e a de mãe ou mãe e poeta. Com o surgimento da filha em cena, no momento em que escreve, em que cria, assume o papel de mãe. Este papel maternal pode também relacionar-se com o ato da criação poética: o «eu», enquanto poeta, é mãe do poema que escreve.<br><br><br>3- A 4.ª estrofe remete para aquilo que a inspiração representa para o sujeito poético; por outro lado, a filha pode ser para o sujeito poético a fonte de inspiração que lhe falta e a sua presença pode ser o impulso para que o poema surja.<br><br><br><br>4- A metáfora final do «crime» sugere a sua aproximação silenciosa e furtiva e o roubo da atenção da mãe.<br><br><br>5-O título do poema sugere a articulação existente entre as situações descritas no texto – decorrentes da visitação da filha – e o surgimento, ainda que seja uma visitação mental e artística do poema, e ambos – filha e poema – são apresentados como «mansos», como dóceis. Dito de outra forma, a visitação da filha pode equivaler à visitação da inspiração para a criação poética.</div><div>Por outro lado, a personificação presente em “que se diz manso” associa a mansidão, a docilidade da jovem ao poema, que o seria também por influência dela.<br><br>6-O título do poema pode suscitar diferentes interpretações: «visitações por um lado, da filha, por outro, da inspiração;<br>«ou o poema que se diz manso, personificação do poema,<br>que, perante a mansidão da filha, surge contagiado por essa mansidão.<br>José Manuel</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 13:39:43 UTC</pubDate>
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         <title>Representações do quotidiano</title>
         <author>professoralaurarodrigues7</author>
         <link>https://padlet.com/professoralaurarodrigues7/rorfk4p1kk209ks5/wish/2098055335</link>
         <description><![CDATA[<div>1- No início do poema é referida uma viagem de avião como podemos ver no verso 1 "vou partir de avião".<br><br></div><div>2-&nbsp; O eu poético sente receio de fazer a tal viagem "medo das alturas" (v.2),"tomar calmantes" (v.2) e sonhos confusos" (v.3).<br><br>3- A poeta refere-se ao canto pois a sua filha ainda é criança quer que esta tenha uma história para ser contada antes de adormecer. Esta referência liga-se ao amor na 3ª estrofe pois a mãe quer que a sua filha continue a receber amor após a sua morte. O sujeito poético refere-se também à fantasia ao sonho porque deseja que a filha sonhe com algo diferente da sua realidade.<br><br>4- Estão relacionados com as atividades de nosso dia a dia, mas o sujeito poético quer que estas atividades não tenham importância na vida da sua filha.<br><br>5- O sujeito poético quer que a sua filha receba amor e que também possa sonhar. Os últimos quatro versos fazem alusão à desvalorização do amor e do sonho no quotidiano.<br><br>6- A representação do contemporâneo&nbsp; manifesta-se quando o sujeito poético se refere a viagem que vai fazer e as tarefas domésticas que não quer que ensinem à sua filha.<br><br>Miguel Rodrigues&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 13:39:59 UTC</pubDate>
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         <title>Arte poética</title>
         <author>professoralaurarodrigues7</author>
         <link>https://padlet.com/professoralaurarodrigues7/rorfk4p1kk209ks5/wish/2098055733</link>
         <description><![CDATA[<div>1- A criação poética de Ana Luísa Amaral assenta no fingimento e na liberdade criativa, que passa pela rejeição das regras sociais.<br><br>2- A arte tem uma função estética, pretende deleitar os sentidos e as pessoas que apreciam.<br>Por outro lado, "se for antigo, seja/Mas é belo/e como a arte: nem útil nem moral.<br><br>3- O sujeito poético valoriza essencialmente o momento criativo e esse surge espontaneamente, inspirado em temas do quotidiano, como o amor e não precisa de seguir regras formais, que poderão comprometer a criatividade.<br><br>4-O poema chama-se “Soneto científico a fingir “porque é constituído por 5 quadras e não há tercetos.<br><br>5-O antigo é o ponto de partida para a inovação e originalidade, pois não segue as regras do soneto (duas quadras e dois tercetos), e também não tem rima em todos os seus versos.<br><br>6- A criação poética de Ana Luísa Amaral consiste na espontaneidade, na liberdade criativa&nbsp; e na rejeição das regras pois estas podem comprometer a criatividade. Para além disso a poeta não nega por completo a tradição literária.<br>Ricardo<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 13:40:11 UTC</pubDate>
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         <title>Tradição literária</title>
         <author>professoralaurarodrigues7</author>
         <link>https://padlet.com/professoralaurarodrigues7/rorfk4p1kk209ks5/wish/2098056113</link>
         <description><![CDATA[<div><br>1- Inês era apaixonada por D. Pedro. Este poema conta um episódio da imaginação do poeta caso esta não tivesse falecido 40 anos após da relação vivida.<br><br>2-A história de Inês de Castro é referenciada por vários e ilustres poetas, como por exemplo Luís Vaz de Camões e Almeida Garrett. Daí a tradição literária presente no poema.<br><br>3-O fator inovador desta história é o facto de esta contar a história de Inês de Castro se esta não tivesse morrido. Bastantes autores referenciaram esta história, embora esta seja a primeira a demonstrar este detalhe original.<br><br>4-As palavras de D. Pedro, na primeira estrofe, querem indicar o envelhecimento do casal, nomeadamente 40 anos após o início do relacionamento. Fala de uma possível perda de interesse.<br><br>5-A referência histórica presente nos versos 22 a 24 indica o momento em que D. Pedro ordenou a que os fidalgos beijassem a mão da Rainha coroada pós-morte (Inês de Castro).<br><br>6-Está presente neste poema um tema amoroso, característica de tradição literária.<br><br>Matias Gonçalves</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 13:40:21 UTC</pubDate>
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         <title>Linguagem, estrutura e estilo</title>
         <author>professoralaurarodrigues7</author>
         <link>https://padlet.com/professoralaurarodrigues7/rorfk4p1kk209ks5/wish/2098057059</link>
         <description><![CDATA[<div>1-O poema é composto por três quintilhas e uma sétima.<br><br>2-O poema apresenta uma métrica irregular, tal podemos observar na segunda estrofe: "para que as mãos depois sejam tão/ brandas".<br><br>3-Este poema apresenta ausência de rima, como podemos comprovar através dos últimos vocábulos que ocorrem no final dos versos da primeira estrofe: "preciso", "sol", "nós", "longínquo" , "fiz".<br><br>4-Este poema não apresenta qualquer rigor formal devido à ausência de rima e a sua métrica irregular.<br><br>5-Ana Luísa Amaral criou este poema utilizando uma pontuação inovadora que não segue a regras da gramática. Podemos comprovar isto através da ausência de pontos finais e do uso do travessão no final do poema.<br><br>Gonçalo Pereira</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 13:40:41 UTC</pubDate>
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         <title>Figurações do poeta</title>
         <author>professoralaurarodrigues7</author>
         <link>https://padlet.com/professoralaurarodrigues7/rorfk4p1kk209ks5/wish/2098057689</link>
         <description><![CDATA[<div>1- Nos três primeiros versos é comparada a entrada da filha do sujeito poético com a entrada da madrugada na noite. Ambas entram de mansinho mas a madrugada destaca-se pela sua delicadeza e por ser sorrateira a entrar.<br><br>2- A figura da poeta surge associada à de mãe que se relaciona com o ato da criação poética e que lhe dá inspiração.<br>3- Para a mãe, a filha representa o mesmo que a inspiração representa para o sujeito poético. A filha pode ser para o sujeito poético sinónimo de inspiração que lhe falta e com a filha o sujeito poético tem mais facilidade em construir o poema.<br><br>4- O recurso expressivo é a metáfora, que simboliza a aproximação silenciosa disfarçada e o facto da atenção da mãe na escrita ser virada para a filha.<br><br>5- O título do poema tem várias interpretações diferentes, pelo lado da filha as “visitações”, e “ou o poema que se diz manso” que é a personificação do poema que surge contagiado por essa mansidão.<br><br>6- A mistura do sujeito poético com o autor, a relação consigo mesma e com outro (relação mãe/filha).<br><br>Afonso Cardoso Alves&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 13:40:59 UTC</pubDate>
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         <title>Representações do quotidiano</title>
         <author>professoralaurarodrigues7</author>
         <link>https://padlet.com/professoralaurarodrigues7/rorfk4p1kk209ks5/wish/2098058151</link>
         <description><![CDATA[<div>1 - A realidade referida no início do poema é uma viagem que o sujeito poético vai fazer.<br>2 - O "eu" poético revela ter "medo de alturas", ter que "tomar calmantes" e tem "sonhos confusos.&nbsp;<br>3 - O "eu" lírico faz referência ao "amor", à "fantasia" e ao "sonho", porque mesmo que ela morra ela quer que a filha continue a receber amor e que ela sonhe com algo diferente da sua realidade.<br>4 - O sujeito poético não quer que ensinem à filha as coisas básicas, como fazer "contas de somar" e "descascar batatas" .<br>5 - O "eu" lírico quer que seja dado à filha amor e que ela sonhe, não quer que a preparem para o dia a dia. Os últimos quatro versos mostram que o que traz alegria ao sujeito poético é a importância dada ao amor, ao sonho e à fantasia, desvalorizando o quotidiano.&nbsp;<br>6 - A representação do quotidiano manifesta-se quando o sujeito poético se refere à viagem de avião e às tarefas domésticas.<br>Ana Catarina</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 13:41:12 UTC</pubDate>
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         <title>Arte poética </title>
         <author>professoralaurarodrigues7</author>
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         <description><![CDATA[<div>1.<br>No poema está presente uma visão subversiva da criação poética. A criação poética de Ana Luísa Amaral assenta no fingimento e na liberdade criativa, que passa pela rejeição das regras sociais. A criação poética molda-se, portanto, na criatividade e espontaneidade e inspira-se em temas do quotidiano, como o amor, neste caso.<br>2. O verso " e como a arte: nem útil nem moral.” significa que na poesia/arte “não há moralidade, não há certo nem errado, há uma manifestação livre das emoções de quem a produz, sem preconceitos ou limitações de qualquer ordem.<br>3.&nbsp;<br>O sujeito poético valoriza essencialmente o momento criativo e esse surge espontaneamente, inspirado em temas do quotidiano, como o amor e não precisa de seguir regras formais, que poderão comprometer a criatividade.<br>4<br>A última estrofe justifica o título, concluindo a linha de pensamento, na indiferença em relação à estrutura do “soneto” e relativamente à construção do poema, afirma a importância do tratamento do tema “amor” e promover o desvio poético é ciência.&nbsp;<br>5.<br>O antigo é o mote para a inovação e originalidade pois não segue as regras do soneto ( duas quadras e dois tercetos), e também não tem rima em todos os seus versos.<br>6.<br>A criação poética assenta na criatividade e espontaneidade e inspira-se em temas do quotidiano, como o amor, neste caso. A desobediências às regras formais justificam-se exatamente pelo facto de a obediência às mesmas poder comprometer a criatividade do poeta.<br><br>João Lima&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 13:41:24 UTC</pubDate>
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         <title>Tradição literária</title>
         <author>professoralaurarodrigues7</author>
         <link>https://padlet.com/professoralaurarodrigues7/rorfk4p1kk209ks5/wish/2098058960</link>
         <description><![CDATA[<div>1- O poema fala sobre uma história de amor que faz parte da tradição literária portuguesa, a história de D. Pedro e Inês de Castro. Mais especificamente como seria a relação deles 40 anos depois se Inês não tivesse morrido jovem.&nbsp;<br><br>2- O poema fala sobre uma história de amor tradicional portuguesa por isso o poema inscreve-se numa linha de tradição literária portuguesa.<br><br>3- A história de Pedro e Inês já foi muito utilizada por vários autores, mas Ana Luísa Amaral modernizou a história escrevendo-a, se ainda estivessem juntos 40 anos depois.<br><br>4- As palavras de D. Pedro na introdução demonstram o envelhecimento do casal.<br><br>5- Na história verdadeira, Inês de Castro foi coroada rainha depois de morta e D. Pedro obrigou os fidalgos a beijarem a mão dela por isso no verso 25 diz-se “de ver as suas mãos beijadas por patifes”.<br><br>6- Este poema privilegia a temática amorosa que faz parte da tradição literária.<br><br>Raquel</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 13:41:33 UTC</pubDate>
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         <title>Linguagem, estrutura e estilo</title>
         <author>professoralaurarodrigues7</author>
         <link>https://padlet.com/professoralaurarodrigues7/rorfk4p1kk209ks5/wish/2098059729</link>
         <description><![CDATA[<div>1. O poema é composto por três quintilhas e uma sétima.</div><div><br></div><div>2. A estrutura métrica observada é irregular tal como podemos observar na segunda estrofe: “para que as mãos depois sejam tão/brandas”.</div><div><br></div><div>3. Neste poema podemos observar a ausência de rima através dos últimos vocábulos da primeira estrofe: "preciso", "sol", "nós", "longínquo", "fiz".</div><div><br></div><div>4. Podemos observar neste poema a inexistência de rigor formal devido à ausência de rima e à métrica e estrofes irregulares.</div><div><br></div><div>5. A pontuação utilizada é inovadora e não segue as regras da gramática.&nbsp;<br><br>Carolina Rodrigues&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 13:41:54 UTC</pubDate>
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         <title>Figurações do poeta</title>
         <author>professoralaurarodrigues7</author>
         <link>https://padlet.com/professoralaurarodrigues7/rorfk4p1kk209ks5/wish/2098060570</link>
         <description><![CDATA[<div>1. A chegada da filha surge como comparação à chegada da madrugada. Esta comparação pretende descrever o momento em que a filha entra no lugar onde o sujeito poético&nbsp; se encontra como um momento natural.<br><br>2. O sujeito poético surge em dois papéis, como poeta e mãe. Surge no papel de mãe&nbsp; com o aparecimento da filha e surge na condição&nbsp; de poeta, tentando encontrar a inspiração.<br><br>3. Para a mãe, a filha representa aquilo que é a inspiração&nbsp; para o sujeito poético.&nbsp; No entanto, para o sujeito poético&nbsp; a filha pode ser a fonte de inspiração&nbsp; que lhe falta.<br><br>4. Metáfora. Faz-se a aproximação&nbsp; da filha a um "ladrão furtivo".<br><br>5. O título pode sugerir várias interpretações. A primeira parte, "Visitações", refere-se ao aparecimento&nbsp; da inspiração e à visita da filha. Relativamente à outra parte do título,&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;"ou poema que se diz manso" faz-se referência&nbsp; ao facto de o sujeito poético&nbsp; ficar contagiado com a mansidão da filha.<br><br>6.&nbsp; Neste poema, existem formas de enunciação&nbsp; ambíguas&nbsp; entre&nbsp; a ficção do <em>eu</em>&nbsp; e a sua figuração, indeterminação da figuração&nbsp; do <em>eu</em> poético e o descentramento do sujeito quotidiano.<br><br>Maria</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 13:42:19 UTC</pubDate>
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         <title>Representações do quotidiano</title>
         <author>professoralaurarodrigues7</author>
         <link>https://padlet.com/professoralaurarodrigues7/rorfk4p1kk209ks5/wish/2098060604</link>
         <description><![CDATA[<div>1- O sujeito poético inicia o poema "Testamento" com referência a uma viagem de avião que irá realizar.&nbsp;<br><br>2- O "eu" poético, face a esta realidade, revela "medo de alturas" de tal forma que precisa de "tomar calmantes" e tem "sonhos confusos".&nbsp;<br><br>3- O sujeito poético fala do "amor" pois a mãe quer que a sua filha continue a receber o amor que sempre recebeu, mesmo após a sua morte. Refere-se também à fantasia e ao sonho pois quer que a filha cresça sempre feliz e que sonhe com algo diferente da sua realidade.&nbsp;<br><br>4- As alusões presentes no texto são referentes ao desejo da mãe de não querer que ensinem à filha apenas as coisas comuns do dia a dia como "cama bem feita", "contas de somar" e "descascar batatas".&nbsp;<br><br>5- O "eu" poético quer que seja dado à filha amor e quer principalmente que ela sonhe, não quer que a preparem apenas para a vida com as coisas básicas. Os últimos quatro versos mostram que o que traz alegria ao sujeito poético é a importância do amor, do sonho e da fantasia, desvalorizando assim o quotidiano.&nbsp;<br><br>6- A representação do contemporâneo manifesta-se quando o sujeito poético se refere à viagem que vai fazer e às tarefas domésticas que não quer que ensinem à filha.<br><br>Diana Moreira&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 13:42:20 UTC</pubDate>
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         <title>Arte poética</title>
         <author>professoralaurarodrigues7</author>
         <link>https://padlet.com/professoralaurarodrigues7/rorfk4p1kk209ks5/wish/2098060959</link>
         <description><![CDATA[<div>1- O sujeito poético neste poema finge um soneto e rejeita as regras formais da criação.&nbsp;<br>O fingimento como forma de criação e a transposição das regras são a base do poema “E se é soneto coxo, não faz mal. / E se não tem tercetos, paciência:<br>dar o mote ao amor, glosar o tema, / e depois desviar. Isso é ciência!”(vv. 17-20).&nbsp;<br><br>2- A Arte tem uma função estética. Na arte não há moralidade, não há certo nem errado, há manifestações livres das emoções de quem a produz, sem preconceitos ou limitações de qualquer ordem.&nbsp;<br>A Arte não tem um valor utilitário, surge de um momento de inspiração e transporta consigo valores estéticas, como a beleza, o equilíbrio e a harmonia que poderiam ou não exercer influência sobre aqueles que acedem à sua mensagem.&nbsp;<br><br>3- O sujeito poético valoriza essencialmente o momento criativo e esse surge espontaneamente, inspirado em temas do quotidiano, como o amor e não precisa de seguir regras formais, que poderão comprometer a criatividade,<br>“ Que me interessa que seja por soneto<br>em vez de verso ou linha devastada?<br>O soneto é antigo? Pois que seja:<br>também o mundo é e ainda existe.“(vv. 5-8).&nbsp;<br><br>4- O poema chama-se “Soneto científico a fingir” pois é constituído por cinco quadras e nenhum terceto.&nbsp;<br><br>5- O poema não é composto por duas quadras e dois tercetos, nem tem métrica regular (versos decassílabos), não se trata de um soneto. Além disso, não apresenta a mesma métrica em todos os versos, como acontece nesta composição poética.&nbsp;<br><br>6- A criação poética de Ana Luísa Amaral baseia-se na liberdade, na espontaneidade e na rejeição das regras, pois estas podem afetar a criatividade. Apesar disso não nega por completo a tradição literária.&nbsp;<br><br>Carolina Brito&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 13:42:28 UTC</pubDate>
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         <title>Tradição literária</title>
         <author>professoralaurarodrigues7</author>
         <link>https://padlet.com/professoralaurarodrigues7/rorfk4p1kk209ks5/wish/2098061341</link>
         <description><![CDATA[<div>1) A história tradicional portuguesa de Inês de Castro e Pedro é evocada no título do poema, porém quarenta anos depois da relação vivida entre o casal, ou seja, caso Inês não tivesse morrido.&nbsp;<br><br>2) Na literatura portuguesa, a história de Inês e Pedro é vulgarmente relembrada. Antes de Ana Luísa Amaral já Camões, Miguel Torga e outros poetas tinham feito referência a esta história, o que faz desta uma tradição literária.&nbsp;<br><br>3) Ana Luísa Amaral reaviva, mais uma vez, a história de Inês e Pedro, no entanto a poetisa inova a forma como a história é tratada. Em vez de realçar o romance fracassado pelos dois jovens, como já havia sido feito anteriormente por outros autores, Ana Luísa Amaral opta por modernizar a história, relatando a vida em conjunto dos dois enamorados quarenta anos depois da paixão acesa.<br><br>4) As palavras de D. Pedro que introduzem o poema mostram o que mudou na relação amorosa do casal, expressando o envelhecimento de ambos.<br><br>5) Nos versos 22 e 24 faz-se referência ao momento em que Pedro obrigou os fidalgos a beijar a mão de Inês depois de morta.<br><br>6) A tradição literária está presente na poesia de Ana Luísa Amaral, uma vez que os seus poemas privilegiam a temática amorosa, inscrevendo-se na longa tradição da lírica amorosa.<br><br>Ana Rita<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 13:42:39 UTC</pubDate>
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         <title>Linguagem, estrutura e estilo</title>
         <author>professoralaurarodrigues7</author>
         <link>https://padlet.com/professoralaurarodrigues7/rorfk4p1kk209ks5/wish/2098061921</link>
         <description><![CDATA[<div>1.&nbsp; A estrutura estrófica presente no poema apresenta-se com três quintilhas e uma sétima.&nbsp;<br><br>2. A estrutura métrica observada é irregular, por exemplo, o verso dez ("para que as mãos depois sejam tão") tem nove sílabas métricas (eneassilábico) e o verso onze ("brandas") tem uma sílaba métrica (monossilábico).&nbsp;<br><br>3. Este poema tem ausência de rima, como se comprova no final dos versos da primeira estrofe em "preciso" (v.1), "sol" (v.2), "nós" (v.3), "longínquo" (v.4) e "fiz" (v.5).&nbsp;<br><br>4. Este poema não tem rigor formal, como observamos na métrica irregular, na ausência de rima e na pontuação inovadora. A poetisa desvaloriza, de certa forma, técnicas gramaticais usuais e formais.&nbsp;<br><br>5. A poetisa usa uma pontuação inovadora e não segue as regras gramaticais. Por exemplo, termina o poema com travessão, não usa pontos finais, apresenta dois versos seguidos com dois pontos ("que nem nos foi preciso:/ no fundo do amor, tenho-a comigo:", entre outros.&nbsp;<br>Ana Luísa Amaral destaca-se como inovadora entre os outros poetas contemporâneos como Miguel Torga e Eugénio Andrade que apresentam rigor formal e dão importância ao trabalho técnico do verso e poema.&nbsp;<br><br>Rita</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 13:42:56 UTC</pubDate>
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