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      <title>Destaquem o que mais surpreendeu vocês com relação aos 10 tópicos da matéria  &quot;As cidades explicadas em dez questões&quot; e em seguida aponte um exemplo concreto que ilustre cada um deles.  by Sociologia PUC-Rio</title>
      <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k</link>
      <description>https://pp.nexojornal.com.br/perguntas-que-a-ciencia-ja-respondeu/2020/As-cidades-explicadas-em-10-quest%C3%B5es</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-04-13 12:22:39 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-03-19 02:55:23 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Grupo 5</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2557568164</link>
         <description><![CDATA[<div>Um ponto que chama atenção no texto relativo a esse tópico é a medida adotada por determinados países em que o tipo de ocupação da região afetem a forma de governo. Para entender melhor esse ponto, pesquisamos exemplos concretos e encontramos um que ilustra bem esse tópico: Estados Unidos, onde o formato de governo é baseado em uma federação, em que o poder é dividido entre o governo federal e os governos estaduais. Isso ocorre porque os Estados Unidos têm uma grande diversidade de ocupações, desde grandes cidades até áreas rurais e selvagens, cada uma com suas próprias necessidades e demandas.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-17 20:56:10 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 5 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2557577992</link>
         <description><![CDATA[<div>Um ponto importante e desconhecido por algumas pessoas que foi abordado logo no início do tópico é a relação entre o tamanho da população e o número de vereadores do município. No Brasil, por exemplo, o número de vereadores de um município pode variar entre 9 e 55, de acordo com a Constituição Federal. Porém, existem ainda municípios com menos de 9 vereadores, devido a Lei Orgânica Municipal ainda não ter sido atualizada para se adequar à legislação federal. Exemplo disso é Borá, município localizado no estado de São Paulo que possui uma população estimada de 837 habitantes e conta com apenas 5 vereadores.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-17 21:10:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 4 Carolina Deris, Dominique Jardim, Giovana Fetal, João Pedro Serrão e Luísa Vieira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2557586108</link>
         <description><![CDATA[<div>Cidade é uma concentração populacional no território onde ocorre uma especialização em certos tipos de atividades, ela pode ser classificada como sede de município ou sede de distrito. O Rio De Janeiro, por exemplo, é uma cidade com densidade demográfica de 5.556 hab./Km², com uma população estimada em 6.775.561 pessoas e que possui comércio, turismo, serviços, construção civil e indústria como principais atividades econômicas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-17 21:22:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 5</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Um ponto que chama a atenção no tópico é o debate acerca da questão da divisão da cidade entre áreas comerciais e residenciais, onde se destaca uma maior mistura dessas áreas em cidades em que a qualidade de vida é elevada, como, por exemplo, Nova Iorque e Londres. Entretanto, podemos encontrar cidades com alto padrão de qualidade de vida que possuem uma demarcação maior entre as áreas comerciais e residenciais, assim como Brasília. Um exemplo disso é Auckland. A cidade é dividida em várias áreas comerciais e residenciais, assim como muitas outras cidades ao redor do mundo. Auckland é a maior cidade da Nova Zelândia e é dividida em várias regiões, cada uma com suas próprias características e funções. A região central de Auckland é a principal área comercial da cidade, onde se concentram lojas, restaurantes, bares, hotéis e escritórios, mas possui outras áreas comerciais importantes, onde é possível encontrar uma grande variedade de lojas e serviços. Quanto às áreas residenciais, Auckland possui uma grande diversidade de bairros, cada um com seu próprio estilo e perfil. Por outro lado, existem bairros mais modernos e desenvolvidos, que oferecem apartamentos e casas mais novas e modernas, além de serem bem conectados com o transporte público e as principais áreas comerciais da cidade. Assim, como muitas outras cidades ao redor do mundo, Auckland possui uma variedade de áreas comerciais e residenciais, que oferecem diferentes opções para atender às necessidades e preferências dos seus habitantes.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-17 21:35:02 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 4 Carolina Deris, Dominique Jardim, Giovana Fetal, João Pedro Serrão e Luísa Vieira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2557605484</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto descreve o formato institucional dos governos municipais, com cada município sendo governado por um prefeito e uma Câmara de vereadores, eleitos a cada quatro anos. Existem diferentes formatos de governos locais em todo o mundo, com alguns escolhidos por eleições partidárias e outros não partidárias, além de diferentes combinações de prefeitos e Câmaras.No Brasil, as atribuições formais do prefeito e da Câmara correspondem às do Executivo e do Legislativo, respectivamente, mas o prefeito tem um papel mais importante do que simplesmente ser um zelador da cidade.O prefeito tem controle sobre recursos e instrumentos de poder e pode tomar decisões que afetam a vida dos habitantes da cidade, especialmente em políticas urbanas com baixa regulação pelo governo federal. Estudos mostram que os prefeitos têm preferências políticas e ideológicas distintas e que a formação de coalizões é comum nos governos municipais. Os vereadores desempenham um papel importante em vocalizar as demandas territoriais das partes da cidade que representam, e são essenciais para mobilizar essas demandas politicamente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-17 21:53:20 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 4 Carolina Deris, Dominique Jardim, Giovana Fetal, João Pedro Serrão e Luísa Vieira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2557606400</link>
         <description><![CDATA[<div>O papel do planejamento das cidades diz respeito a um conjunto de atividades que estabeleça quais tipos de atividades devem acontecer e em que partes das cidades e como isso deve mudar no tempo. As experiências das melhores cidades do mundo para se viver, possuindo um bom controle de uso do solo nas cidades se baseiam na mistura de possuir áreas e bairros separados, com espaços específicos para comércio, residência, escritórios e áreas com usos e atividades misturadas. Nova Iorque, sendo uma cidade bem sucedida, possui bons exemplos desse aspecto, possuindo o seu centro financeiro, onde estão situados apenas escritórios e comércios e o bairro do SoHo, onde possui residências e atividades econômicas, como galerias de arte e restaurantes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-17 21:54:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 5 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2559125815</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao final do tópico publicado no nexo, o autor fala: "como políticas típicas do urbano sofrem muito menos regulação federal e, por isso, são mais influenciadas pelos processos decisórios locais."&nbsp;<br><br>Isso chama atenção, pois como bem pontuado, as políticas públicas são divididas entre os três entes da federação (união, Estados e Municípios) e em como cada município consegue enxergar melhor quais são suas necessidades.&nbsp;<br><br>Para contextualizar com um tema atual, temos o chefe do executivo do município, o atual prefeito Eduardo Paes trazendo um apelo à população para que o aeroporto internacional do Rio de Janeiro seja revigorado, reestruturado tendo voos domésticos para fazer conexões e não deixando tudo ao Santos Dumont, apenas nacional.&nbsp;<br><br>Ao trazer a questão, foi pontuado pelos moradores que para que a reestruturação do Galeão seja completa, há a necessidade de políticas públicas para melhorar o transporte que comunica o Galeão a outras áreas da cidade. O transporte público é precário, a área em que ele se localiza é perigosa e o custo de deslocamento por aplicativos de transporte é exorbitante quando comparado ao Santos Dumont.&nbsp;<br><br>Por isso, claro exemplo de como políticas municipais impactam o dia a dia de uma camada da população. Ao deixar área da cidade em condições precárias, grande parte da população sofre as consequências.&nbsp;<br><br>Essa ideia, serve aplicada a todas as questões de políticas municipais. Quando se tem grandes chuvas, e vários bairros da grande cidade e zonas rurais ficam alagados, a falta de uma política de saneamento e limpeza dos bueiros afeta àqueles cidadãos que ali residem.&nbsp;<br><br>Conclui-se, portanto, que políticas municipais versam sobre atribuições do prefeito e políticas urbanas afetam todos os cidadãos que ali residem de alguma forma. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-18 19:44:27 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 5</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2559424153</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto diz respeito à urbanização das cidades brasileiras, que ocorreram principalmente nas décadas de 1960 e 1980, alimentadas por migração intensiva, a vila para a cidade e entre regiões de vários níveis de desenvolvimento econômico. Esse processo resultou na constituição da rede municipal marcada por várias grandes cidades e metrópoles.<br><br>No entanto, a partir da década de 1980, a migração para grandes centros das cidades e a fertilidade diminuiu em todo o país e em todos os grupos sociais. No entanto, como as populações de grandes cidades são muito altas, uma pequena taxa de crescimento ainda significa alto volume de novos residentes. No entanto, a escala de crescimento de grandes cidades estabilizou, enquanto cidades de tamanho médio e centros regionais se tornaram mais lentos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-19 01:40:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 5</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2559457340</link>
         <description><![CDATA[<div>Nos anos 90, com a diminuição dos modelos BNH, vários governos municipais desenvolveram políticas inovadoras e várias políticas para enfrentar os desafios da política habitacional. No entanto, as eleições atuais permanecem limitadas pela herança de políticos anteriores que foram propícios à produção de apartamentos para venda, limitando o acesso àqueles que tinham renda e estabilidade no mercado de trabalho. <strong>Esse</strong> modelo de produção também tende a mover a produção de apartamentos para áreas periféricas, onde a Terra era mais barata.<br><br>O texto indica que vários países europeus adotaram uma política baseada na produção pública de leasing social, que pode ser modulada para diferentes níveis de renda e localização, diferindo do modelo brasileiro. Além disso, a luta contra a incerteza existente se tornou um problema cada vez mais ardente, e a produção de novas unidades está se tornando cada vez mais equivocada. Em áreas incertas, como favelas e divisão, é quase sempre melhor urbanizador do que remover os moradores para conjuntos habitacionais. É possível usar a tecnologia e a metodologia para colocar infraestrutura em favelas e alocações, melhorar o acesso à rua e resolver o risco de risco, minimizando a remoção para as condições nas quais são necessários para a segurança e a urbanização.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-19 02:06:21 UTC</pubDate>
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         <title>GRUPO 3 - Gabrielle, Marina, Giovanna e Viviane </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2563197580</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto traz para reflexão a questão da marginalização das pessoas de baixa renda e da busca por lugares dignos para moradia dos mesmos. Isso porque, diante do baixo poder aquisitivo dessa parte da população, essas pessoas são obrigadas a encontrar soluções para que consigam estabelecer moradias, e na maioria das vezes, a solução que encontram, não é segura ou propícia, mas são obrigados a viver naquele lugar para conseguirem ter uma casa.</div><div><br></div><div>Tal reflexão fica clara diante dos 3 tipos de situações habitacionais precárias que o texto mostra que o Brasil viveu ao longo do tempo:</div><div><br></div><div>A primeira foram os cortiços/ habitações coletivas com elevado número de habitantes e incompletas, nesse caso, cada cômodo servia para uma família completa. Nesse sentido, é importante refletir se, seria possível viver dessa forma em ambiente limpo, salubre, com boas condições.</div><div><br></div><div>A segunda solução são as favelas, que tem-se até hoje e ocupam grandes espaços nas cidades, são áreas de baixa renda aonde os habitantes construíram edificações em terras ocupadas.</div><div><br></div><div>E a terceira forma envolve os loteamentos clandestinos irregulares, nesse caso os moradores adquirem lotes de um promotor (usualmente, mas nem sempre privado) que não completou o processo de licenciamento necessário para o parcelamento da gleba e concessão de títulos individuais para os residentes</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-21 12:46:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 3 - Gabrielle, Marina, Giovanna e Viviane</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2563206943</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto traz a ideia de que deve-se melhorar a mobilidade urbana e o trânsito nas nossas cidades, e para isso acontecer, deve-se investir em transportes coletivos, criando novas frotas, vias exclusivas, e pensando sempre no público de classe baixa, para não colocar tarifas exorbitantes e todos consigam ter acesso. Isso porque, ao investir apenas em transportes individuais, geraria melhoras a curto prazo, porém, a longo prazo seria pior. Além disso, outro ponto a se pensar quando se fala em melhoria, seria focar nos transportes ativos, que são aqueles que não são motorizados, e para isso, uma solução seria investir em ciclovia.</div><div><br></div><div>Para o caso dos transportes coletivos, deve-se observar dois exemplos em que investiu-se em facilitadores para o transporte coletivo aqui no Rio de Janeiro, o BRT e o VLT, ambos criados para facilitar a circulação das cidades.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-21 12:56:04 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Grupo 3: Gabrielle, Giovanna, Marina e Viviane</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2563542699</link>
         <description><![CDATA[<div>A precarização dos serviços públicos, a falta de investimento nos profissionais e nos equipamentos colaboram para a privatização se tornar algo rotineiro e mais ativo neste setor de indústria. A privatização de serviços públicos, como ônibus e coleta de lixo, pode ocorrer por diversas razões. Uma delas é a busca por eficiência e redução de custos por parte do governo, que muitas vezes pode acreditar que empresas privadas possam realizar esses serviços de maneira mais eficiente do que o setor público.&nbsp;<br>Além disso, a privatização pode atrair investimentos privados para setores que antes eram monopolizados pelo Estado, o que pode levar a uma maior competitividade e inovação na prestação de serviços.<br>Outro motivo é a possibilidade de transferir os riscos e responsabilidades para empresas privadas, o que pode reduzir a carga de trabalho e a responsabilidade do governo na prestação desses serviços.<br>No entanto, a privatização de serviços públicos é um tema controverso e pode gerar críticas e preocupações, principalmente em relação à qualidade dos serviços prestados, à regulação e fiscalização dessas empresas e ao aumento dos preços para os usuários.<br>Exemplos: Existem várias situações que podem levar à privatização dos serviços de ônibus e coleta de lixo, incluindo:<br>- Dificuldades financeiras do governo: quando o governo enfrenta dificuldades financeiras e precisa reduzir os gastos, pode optar por privatizar esses serviços para reduzir os custos operacionais.<br>-Ineficiência na gestão pública: se o governo não está gerenciando eficientemente esses serviços públicos, a privatização pode ser vista como uma opção para melhorar a eficiência e qualidade da prestação de serviços.<br>-Falta de recursos: em algumas situações, o governo pode não ter os recursos necessários para manter esses serviços públicos, o que pode levar à privatização.<br>-Aumento da demanda: se houver um aumento na demanda por esses serviços, o governo pode optar por privatizá-los para que as empresas privadas possam investir na expansão da capacidade de atendimento.<br>Exemplo real:&nbsp;<br>-Coleta seletiva feita em condomínios operadas por empresas privadas, tendem a ter maior facilidade na manutenção e investimentos nos equipamentos, além de ser possível a coleta voltada para a reciclagem.<br>-Onibus privados tanto em condomínios ou fretados por empresas viabilizam aos moradores uma melhor condição de transoporte, quando esses equipamentos urbanos se tornaram privatizados pelas empresas públicas, exemplo os BRTs novos, a manutenção e os funcionários recebem melhor acolhimento pela empresa contratada, pro haver maior investimento e cuidado com o que foi contratado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-21 18:17:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 3: Gabrielle, Giovanna, Marina, Viviane</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2563618450</link>
         <description><![CDATA[<div>A segregação vem de uma cultura longínqua, ela é estabelecida para diferenciar classes sociais, etnias, raças. Podemos claramente ver espaços de nossa cidade, onde a infraestrutura urbana não é universal, causando essa separação visível de desigualdade socioeconômico. A verticalização busca minimizar o impacto que a segregação causa, unindo as classes em uma única região, porém ela pode gerar um impacto grande na cidade, criando espaços cada vez mais densos e unidades saturadas.<br>No Rio de Janeiro, podemos encontrar exemplos de segregação, verticalização e dispersão, como:<br>-Segregação: A cidade do Rio de Janeiro apresenta uma significativa segregação socioespacial. Por exemplo, bairros da zona sul, como Ipanema e Leblon, são conhecidos por terem um alto padrão de vida e infraestrutura, enquanto bairros da zona norte e oeste apresentam maior vulnerabilidade socioeconômica e maior falta de serviços básicos. A favelização também é um exemplo de segregação espacial, com comunidades sendo marginalizadas e muitas vezes sem acesso a serviços básicos como água potável, esgoto e serviços de saúde.<br>-Verticalização: O Rio de Janeiro é uma cidade com muitos prédios altos, especialmente na zona sul, onde muitos edifícios possuem mais de 20 andares. No entanto, a verticalização também pode ser encontrada em outras áreas da cidade, como na Barra da Tijuca e na região central. O resultado disso pode ser um congestionamento do trânsito, sombreamento e aumento da demanda por serviços públicos.<br>-Dispersão: A cidade do Rio de Janeiro tem um território extenso, o que leva a uma dispersão da população e dos serviços públicos. Algumas áreas mais afastadas da cidade, como a região da Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes, exigem maiores investimentos em infraestrutura, como transporte público, para que seus moradores possam ter acesso aos serviços básicos oferecidos pela cidade. Além disso, a dispersão pode aumentar a dependência de automóveis particulares, aumentando a poluição e o congestionamento do trânsito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-21 20:00:21 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>GRUPO 3 - Gabrielle, Marina, Giovanna e Viviane</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2563642313</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O terceiro tópico fala sobre a governança das cidades - ou municípios, como mencionado no texto -, seus formatos de poder institucional, suas dinâmicas eleitorais.<br><br>Cada cidade corresponde a uma unidade de governo municipal, liderada por um prefeito e uma câmara de vereadores que são eleitos diretamente pela população. No entanto esse formato varia, ou seja, as cidades podem ser governadas não por um prefeito em si mas por uma câmara representativa com líderes indiretos que são eleitos internamente pelos vereadores. &nbsp;<br><br>Cabe a um prefeito de um município controlar os recursos e exercer o seu poder trabalhando sobre as demandas locais de efeito imediato na vida dos cidadãos, onde na maioria das vezes o governo federal não alcança. Essas demandas podem ser de mobilidade urbana - qualidade dos transporte públicos e pavimentação -, saneamento básico, de serviços básicos de saúde - no caso do Rio de Janeiro, a manutenção dos CMS, os Centros Municipais de Saúde e das Clínicas da Família -, e de educação, por exemplo.<br><br>Para que o prefeito consiga colocar seus planos em prática ele opta, na maioria das vezes, pelo governo de coalizão onde pode-se obter a maioria dos votos dos vereadores a seu favor, visto que nem sempre a Câmara representa o governo e formam bases sólidas de oposição. Portanto, através das coalizões o prefeito consegue nomear vereadores que o representem em bancadas estratégicas para o governo.<br><br><br>Uma parte interessante é a representatividade que um vereador pode exercer na Câmara. Como trata-se de uma dimensão municipal, a função de um vereador seria estreitar demandas específicas locais e levar a Câmara para propor soluções a essas demandas, por exemplo, no Rio de Janeiro tivemos a vereadora Marielle Franco, uma mulher negra e periférica que usou do poder do seu cargo público para propor políticas públicas aos cidadãos de seu municípios - os estudantes, as mulheres e as pessoas LGBTQIA+. Atualmente, cinco anos após seu falecimento, formou-se na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro a ‘Bancada Marielle’ composta por políticos que assumiram o compromisso com as causas defendidas pela vereadora.&nbsp;<br><br>Um exemplo de outro tipo de governo de cidades é o modelo da cidade de Toronto. Ela é governada por um sistema de prefeito-conselho. A estrutura do governo municipal é estipulada pela Lei da Cidade de Toronto. O prefeito de Toronto é eleito por voto popular direto para atuar como chefe executivo da cidade. A cidade tem quatro conselhos comunitários que consideram assuntos locais. O Conselho Municipal delegou a autoridade de decisão final sobre assuntos locais e de rotina, enquanto outros - como planejamento e questões de zoneamento - são recomendados para o conselho da cidade.<br><br>Fontes: (https://veja.abril.com.br/coluna/radar/bancada-marielle-tem-32-parlamentares-negras-pelo-pis/)<br>https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Toronto#Governo_e_pol%C3%ADtica<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-21 20:47:21 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Grupo 3 - Gabrielle, Marina, Giovanna e Viviane</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2563644238</link>
         <description><![CDATA[<div>Nessa questão se introduz o crescimento acelerado das cidades brasileiras na década de 1980. O êxodo rural foi, portanto, um dos fatores mais decisivos para o crescimento das grandes cidades: <em>“Nos países desenvolvidos, foram necessários 70 anos (1880-1950) para que a população urbana crescesse de 26,6% para 47,1%. O Brasil levou pouco mais de 30 anos. Entre 1950 e 2010, mais de 50 milhões de brasileiros deixaram a zona rural. Só entre 1970 e 1980, foram 12 milhões, o equivalente a 30% de toda a população rural brasileira em 1970.” </em><br>A concentração da população nas áreas mais ricas e mais desenvolvidas das cidades muito provavelmente se deu devido às possibilidades de empregabilidade, estudo e acesso a serviços básicos como saúde e infraestrutura.<br><br>Assim nasceram as grandes metrópoles, a industrialização das grandes cidades brasileiras empregou toda essa massa, transformando agricultores rurais em operários industriais.&nbsp;<br><br>Esse crescimento desenfreado das grandes cidades foi interrompido, as migrações diminuíram e a taxa de fecundidade caiu consideravelmente; na região Sudeste ela caiu de 2,06 filhos por mulher (em 2000) para 1,66 (em 2011). A tendência agora é a estabilização.&nbsp;<br><br>No entanto, as cidades permanecem grandes, porém os grandes problemas urbanos como violência e precariedade habitacional não são relacionados diretamente a dimensão populacional das cidades. Ou seja, os problemas das metrópoles não se justificam no seu tamanho populacional, obviamente elas possuem mais demandas quando comparadas às cidades médias, mas a sua estrutura administrativa deve se adaptar ao seu tamanho para corresponder a essas demandas.&nbsp;<br><br>Fontes: (https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Axodo_rural_no_Brasil#:~:text=Com%20a%20mecaniza%C3%A7%C3%A3o%20da%20agricultura,para%20o%20maci%C3%A7o%20%C3%AAxodo%20rural.)<br><br>(http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/idb2012/a05b.htm)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-21 20:50:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 1 - Lívia Montenegro, Cecília Carlier e Bernard Leão.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2564628437</link>
         <description><![CDATA[<div>O que se pode entender de cidade é que é uma concentração populacional no território onde ocorre uma especialização em determinadas atividades, e pode ser classificada variando em termos de uso econômico ou densidade populacional. Visto que esses dados&nbsp; são fornecidos e calculados formalmente pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).Entretanto no Brasil não há essas diferenciações de tamanho e função, tendo um formato único nacional. Logo, a cidade do Rio de Janeiro possui densidade demográfica de <strong>5.556 hab./Km² (</strong>Referindo-se à distribuição de habitantes por determinada área) e como classificada como uma metrópole, exerce influência nacional, seja do ponto de vista cultural, econômico ou político brasileiros, e é um dos principais centros econômicos, culturais e financeiros do país.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/tipos-cidades.htm" />
         <pubDate>2023-04-23 14:04:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 1 - Lívia Montenegro, Cecília Carlier e Bernard Leão.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2564653959</link>
         <description><![CDATA[<div>Para discutir sobre essa questão vale ressaltar o crescimento desenfreado das cidades até a década de 1980 pela migração intensa da população do campo para as cidades ( êxodo rural) resultado dos processos de urbanização e industrialização, tendo eles a busca de melhores recursos econômicos e recursos básicos, como procura por empregos, saúde, educação e moradia, criando então grandes cidades e metrópoles ao longo do tempo.&nbsp;<br>Assim, essa demanda populacional recebida nas cidades que obviamente não estavam preparadas para isso, trouxe grandes problemas como o desemprego, aumento do trânsito, a violência e a precariedade habitacional que podemos ligar ao surgimento das favelas e da segregação socioespacial. Entretanto, a falta de políticas prévias ou erradas e a desigualdade são impulsionadores desses problemas apesar do crescimento urbano.&nbsp;<br><br>Além disso, O crescimento das grandes cidades e metrópoles podem estar se estabilizando pois o aumento do movimento para as cidade médias tem sido maior, acreditamos que justo pelo fato de parte da população querer escapar dessa movimentação e inchaço e seus problemas presentes das grandes cidades, buscando mais tranquilidade nas cidades médias visto seu crescimento menos exagerado.&nbsp;<br>Logo, a segregação socioespacial que trouxe a gentrificação ( fenômeno que transforma e valoriza determinada área urbana, afastando moradores locais mais antigos e de menor renda) existente como&nbsp; consequência desse crescimento pode ser evidenciado na seguinte noticia de Tiradentes, onde os moradores foram retirados do centro histórico da cidade.<br>https://ufmg.br/comunicacao/noticias/gentrificacao-afasta-moradores-do-centro-historico-de-tiradentes</div>]]></description>
         <enclosure url="https://ufmg.br/comunicacao/noticias/gentrificacao-afasta-moradores-do-centro-historico-de-tiradentes" />
         <pubDate>2023-04-23 14:52:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 1 - Lívia Montenegro, Cecília Carlier e Bernard Leão.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2564675526</link>
         <description><![CDATA[<div>Para melhoria do trânsito nas cidades deve-se investir nos transportes públicos coletivos&nbsp; que diferente dos transportes individuais, trazem melhoria a longo prazo. Assim, ao se falar em investimento desses transportes como ônibus, brt, vlt e o até o metrô, se fala também em investir na otimização de traçados e construção de&nbsp; vias exclusivas, tendo em vista o fundo público, e as tarifas, sem deixar de ser acessível às pessoas de baixa renda.<br>Como exemplo temos em 2011 o incentivo do uso do transporte público no RJ com a criação de faixas exclusivas para ônibus, os BRTs, que com corredores exclusivos tornaram&nbsp; os deslocamentos coletivos mais rápidos que os individuais.<br>Além disso, não se vale apenas ao investimento e sim no incentivo de diferentes modais de transportes retirando muitos carros do trânsito, mas também, não só os motorizados coletivos e sim como o chamado transporte ativo (não motorizado), o uso de bicicletas e os deslocamentos a pé. Logo, com esse incentivo maior na população e investimentos mais direcionados pode ser possível melhor mobilidade e melhora no trânsito das cidades.<br><br>https://www.dados.rio/especiais/brt</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.dados.rio/especiais/brt" />
         <pubDate>2023-04-23 15:33:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 1 - Lívia Montenegro, Cecília Carlier e Bernard Leão </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2564684424</link>
         <description><![CDATA[<div>O que faz a privatização dos serviços públicos como de ônibus e coleta de lixo é a falta de recursos do poder público para manutenção constante desses serviços. Logo, a privatização é trazida á tona com a contratação de empresas ou consórcios de empresas que diferente da precariedade pública, obtêm os recursos privados para comprar os equipamentos e contratar profissionais e meios necessários para manter a operação desses serviços, e de outro lado, está a prefeitura que permite que a empresa mantenha essa operação por um período longo ao cobrar uma tarifa pela oferta dos serviços, o que serve para repor o investimento inicial ao longo do período. E a consequência dessa privatização é a melhoria dos serviços oferecidos à sociedade.<br>Um exemplo de privatização foi em 1996 da Light, que atualmente, é uma das três distribuidoras de energia elétrica do estado do Rio de Janeiro, com presença em mais de 30 municípios e atuação em uma região que abrange 10 milhões de pessoas. &nbsp;<br><br>https://www.infomoney.com.br/cotacoes/b3/acao/light-ligt3/</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.infomoney.com.br/cotacoes/b3/acao/light-ligt3/" />
         <pubDate>2023-04-23 15:52:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 4 Carolina Deris, Dominique Jardim, Giovana Fetal, João Pedro Serrão e Luísa Vieira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2564831362</link>
         <description><![CDATA[<div>A parte mais surpreendente foi a que diz que “o combate à precariedade existente se tornou um problema cada vez mais premente, e a insistência da produção de unidades novas tornou-se crescentemente equivocada”, pois é de senso comum que se são necessárias mais moradias, a construção de novas unidades resolveria o problema. Entretanto, após a leitura do texto e maior reflexão sobre o tema, pode chegar-se à conclusão de que, de fato, da maneira que esse tipo de política habitacional é feita são gerados mais malefícios para a população do que uma melhora na condição de vida. Assim, sempre é necessário se pensar sobre todos os aspectos que envolvem a moradia e os diversos desafios da política habitacional; e como bem pontuado pelo texto, nos lugares em que as populações já estão situadas, na maioria das vezes, não há espaço para a construção de novas habitações para todos os moradores daquela área, o que leva à remoção e ao deslocamento de populações para locais mais periféricos da cidade.</div><div><br></div><div>Um exemplo disso é a antiga Favela do Esqueleto, no bairro do Maracanã, no local onde hoje encontra-se a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).&nbsp; Ela tinha esse nome por se tratar da invasão de um terreno onde havia o esqueleto de um prédio do Hospital das Clínicas da Universidade do Brasil, que estava inacabado, pois as obras foram abandonadas na década de 1930. A favela do Esqueleto foi removida no governo de Carlos Lacerda, no início da década de 1960, consequência da política de remoções do Estado da Guanabara, para dar lugar ao campus da UERJ; transferindo, então, à força, os moradores para conjuntos habitacionais longínquos. Neste caso, a maior parte de seus moradores foi removida para Vila Kennedy, em Bangu, distante cerca de 37 km do seu local original e 41 km do centro da cidade.</div><div><br></div><div>Logo, a conclusão dada no último parágrafo se reafirma como mais coerente, porque a política habitacional mais apropriada é aquela que considera todos os âmbitos da moradia e que, dispondo que vários programas diferenciados, apresenta a solução mais adequada para o problema enfrentado na ocasião, e não uma solução generalizada de somente produzir novas unidade, ao invés de melhor urbanizar os núcleos em que essas populações vivem, por exemplo, para assim combater a precariedade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-23 21:37:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 4 Carolina Deris, Dominique Jardim, Giovana Fetal, João Pedro Serrão e Luísa Vieira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2564831967</link>
         <description><![CDATA[<div>O ponto que chama mais atenção é o que diz que “as melhores cidades do mundo para se viver em termos de mobilidade, de uso das infraestruturas e da potencialização do convívio social em espaços públicos, inclusive em países ricos, são mais densas e compactas do que São Paulo, por exemplo.” pois essa afirmação só se faz verdadeira se houver um planejamento urbano que a embase.<br><br></div><div>Como indicado pelo termo “uso das infraestruturas” está implícito que existe uma infraestrutura não precária e de amplo acesso a esta população, o que viabiliza que as cidades densas e compactas sejam melhores. O que pode verificar-se no Brasil, por exemplo, são cidades que tiveram um crescimento acelerado, espontâneo e sem planejamento, nas quais muitas vezes não se encontra meios de transporte adequado e acesso igualitário a infraestrutura; sendo assim, uma cidade ser densa e compacta só oferece as melhores condições de vida se aspectos como mobilidade, infraestrutura e convívio social em espaços públicos forem subsidiados por um bom planejamento inclusivo e não segregatório.<br><br></div><div>Um exemplo, em escala reduzida, é o bairro de Copacabana, situado na zona sul do Rio de Janeiro e famoso ponto turístico internacional. Com uma alta densidade demográfica de mais de 35 mil habitantes por km² em um espaço compacto de somente 7,84 km² de extensão, o bairro ainda conta com a presença de 4 comunidades - Pavão-Pavãozinho (mais de 5,5 mil hab.), Cantagalo (mais de 4,7 mil hab.), Ladeira dos Tabajaras e Morro dos Cabritos.</div><div><br></div><div>A partir da década de 1930, houve uma grande verticalização das construções, pois esta era uma área na qual a configuração física e geográfica não permitia mais a incorporação de novos locais ao tecido urbano e os já disponíveis estavam totalmente ocupados. Ademais, em um espaço tão pequeno há 100 quarteirões, 78 ruas e 05 avenidas; dentre as quais na Avenida Atlântica que mede 4 km de extensão, por exemplo, há um volume diário médio de 65 mil veículos. O que demonstra que mesmo que não haja longas distâncias a serem percorridas, pode haver intenso trânsito de veículos pela grande quantidade de pessoas em um mesmo espaço; e que uma urbanização induzida pelo predomínio do uso de carro que é uma solução inadequada para o deslocamento de grandes massas.<br><br></div><div>Além disso, a distribuição desigual de riqueza e pessoas é materializada pela presença tão próxima entre as comunidades e os imóveis altamente valorizados no mercado imobiliário da cidade. Fica, então, o questionamento da qualidade de vida destes diferentes grupos sociais que ocupam um mesmo espaço urbano e se realmente uma cidade densa e compacta é a melhor de se viver, ou se isso somente acontece se houver um planejamento urbano prévio.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-23 21:38:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 4 Carolina Dias, Dominique Jardim, Giovana Fetal, João Pedro Serrão e Luísa Vieira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2564866292</link>
         <description><![CDATA[<div>As cidades brasileiras enfrentam diversos tipos de precariedade habitacional, que podem ser causados por fatores como falta de planejamento urbano, desigualdade social, crescimento desordenado, entre outros. Um exemplo de precariedade habitacional no Brasil é a favela da Rocinha, localizada na cidade do Rio de Janeiro. Com mais de 70 mil habitantes, a Rocinha é uma das maiores favelas do país e enfrenta diversos problemas, como falta de saneamento básico, violência, falta de segurança e acesso limitado a serviços básicos, como saúde e educação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-23 23:11:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 2: Daniel Infante e Lucas Melendez</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2564878221</link>
         <description><![CDATA[<div>No Brasil, as cidades são divididas em duas categorias: sede de município ou sede de distrito, de acordo com o IBGE. Ao contrário de outros países, não há distinções formais entre os municípios brasileiros em termos de características, tamanho ou função regional. Dentro de cada município, a legislação local define as áreas urbanas, que deveriam corresponder às áreas urbanizadas. No entanto, muitas vezes essas áreas não estão atualizadas ou são definidas de forma a aumentar a arrecadação de impostos municipais, já que áreas rurais pagam impostos federais em vez de municipais. É comum que as áreas urbanas ultrapassem os limites municipais, especialmente em regiões metropolitanas. Apesar disso, as políticas urbanas ainda são de responsabilidade de cada município, com pouca cooperação formal entre eles</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-23 23:35:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 2: Daniel Infante e Lucas Melendez </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2564926934</link>
         <description><![CDATA[<div>No Brasil, os municípios são governados por prefeitos e Câmaras de vereadores eleitos diretamente a cada quatro anos. Os prefeitos têm poderes significativos e podem influenciar políticas urbanas e tomar decisões que afetam a vida dos habitantes das cidades. As coalizões são comuns nas Câmaras de vereadores, seguindo a lógica do presidencialismo de coalizão federal, e os vereadores muitas vezes se alinham com o governo em troca de recursos e indicações. A produção legislativa dos vereadores pode ser menos relevante do que em nível nacional, mas eles vocalizam demandas territoriais de partes da cidade e são essenciais para mobilizar politicamente seus eleitores.</div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-04-24 00:45:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 2: Daniel Infante e Lucas Melendez</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2564941566</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com o texto as cidades brasileiras cresceram rapidamente nas últimas décadas devido à migração do campo para a cidade e das regiões mais pobres para as mais ricas. Esse processo levou à urbanização e formação de grandes cidades e metrópoles. No entanto, desde os anos 80, a migração para as grandes cidades e a taxa de natalidade diminuíram em todo o país, embora o número absoluto de novos habitantes ainda seja alto.&nbsp;<br>As grandes cidades têm enfrentado problemas como trânsito, habitação precária, poluição e violência, mas esses problemas não são causados apenas pelo seu crescimento ou tamanho populacional. Desigualdades sociais, políticas inadequadas e demandas não resolvidas também contribuem para esses problemas.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-04-24 01:01:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 2: Daniel Infante e Lucas Melendez</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2564947241</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo o texto, as políticas habitacionais públicas no Brasil começaram na década de 1930 e eram seletivas, disponíveis apenas para grupos específicos considerados estratégicos pelo Estado. Durante o regime militar, esse modelo foi ampliado, produzindo conjuntos habitacionais em grande escala com financiamento pelo BNH. No entanto, essas políticas se baseavam na venda de unidades habitacionais, o que limitava o acesso a quem tinha renda e estabilidade no mercado de trabalho. Enquanto isso, países europeus adotavam políticas de produção pública para locação social, que eram mais flexíveis em termos de renda e localização. No Brasil, o combate à precariedade habitacional se tornou uma prioridade, e a produção de unidades novas se mostrou inadequada em muitos casos. Em áreas precárias, como favelas e loteamentos, é mais eficiente urbanizar e regularizar do que remover os moradores para conjuntos habitacionais. Isso pode ser feito com tecnologias e metodologias que melhorem a infraestrutura, acesso e segurança nas áreas já consolidadas. A política habitacional mais adequada é aquela que oferece programas diversos com soluções específicas para cada tipo de problema, incluindo produção de unidades habitacionais novas e para locação, urbanização de favelas e regularização de loteamentos, entre outros. Atualmente, o Brasil possui programas variados e bem-sucedidos em várias cidades do país.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 01:08:28 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 2: Daniel Infante e Lucas Melendez</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2564951961</link>
         <description><![CDATA[<div>No Brasil, ao longo da história, três tipos principais de situações habitacionais precárias se desenvolveram de acordo com o texto, sendo elas os cortiços, as favelas e os loteamentos clandestinos e irregulares.</div><div>Os cortiços são habitações coletivas de alta densidade, geralmente localizadas em casarões antigos no centro das cidades, onde várias famílias ocupam um único cômodo e compartilham banheiros, cozinhas e áreas de serviço. São alugados a preços elevados e encontrados em áreas centrais e periféricas, incluindo conjuntos habitacionais públicos.</div><div>As favelas são áreas de baixa renda onde os habitantes construíram suas próprias moradias em terrenos ocupados, embora muitas favelas urbanas já tenham acesso a infraestrutura básica devido a investimentos e ações dos moradores e políticas públicas de urbanização. Os moradores são geralmente proprietários das edificações, mas não da terra.</div><div>Os loteamentos clandestinos e irregulares ocorrem quando os moradores adquirem lotes de terrenos de um promotor que não completou o processo de licenciamento e concessão de títulos individuais. Alguns loteamentos são clandestinos, sem qualquer processo de aprovação junto à prefeitura, enquanto outros são irregulares, com processos iniciados, mas não concluídos. Os moradores são proprietários das edificações e da terra, mas não possuem títulos legais.</div><div>Essas três formas de precariedade habitacional estão associadas a diferentes condições de posse, aluguel e acesso a infraestrutura básica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 01:13:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 1: Bernard Leão, Cecília Carlier e Lívia Montenegro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2564967996</link>
         <description><![CDATA[<div>Na maioria dos países, cidades são governadas por vereadores e prefeitos, embora a estrutura exata de governo possa variar de acordo com o país, estado, província ou região. Os vereadores e prefeitos são eleitos pelos cidadãos locais para representá-los e controlar os assuntos governamentais de suas cidades. No Brasil, ss vereadores são responsáveis por legislar em nível local, criando e aprovando leis e regulamentos municipais. Já os prefeitos, são como líderes executivos de uma determinada cidade e, portanto, são responsáveis por administrá-la como um todo. Eles devem implementar as políticas e programas estabelecidos pelos vereadores e garantir que a cidade funcione eficientemente. Os vereadores realizam demandas territoriais e são essenciais para a mobilização política durante o mandato do prefeito, sendo muito influentes nas políticas urbanas. Sua produção quanto às leis e à constituição pode ser menos relevante das que atuam em nível nacional, porém possuem papel extremamente importante na política local.<br>Um exemplo do funcionalismo dos vereadores nas políticas urbanas recentemente foi aprovação em Natal do dia pela valorização da vacinação. http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/vereadores-de-natal-aprovam-dia-pela-valorizaa-a-o-a-pra-tica-da-vacinaa-a-o/562672<br><br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://mais.opovo.com.br/colunistas/carlos-mazza/2023/04/25/deputados-e-vereadores-participam-de-ato-contra-taxa-do-lixo-na-quinta-feira.html" />
         <pubDate>2023-04-24 01:27:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2564967996</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Grupo 1: Bernard Leão, Cecília Carlier e Lívia Montenegro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2564979111</link>
         <description><![CDATA[<div>As políticas habitacionais brasileiras têm se concentrado na construção de unidades habitacionais como propriedades, limitando o acesso apenas para aqueles com renda e estabilidade no mercado de trabalho. Isso resultou na concentração de moradias desfavorecidas em áreas periféricas das cidades onde os terrenos são mais baratos. No entanto, em áreas mais precárias, como favelas ou loteamentos, é de uma maior eficiência e adequação a urbanização e reconstrução, do que a remoção dos milhares de habitantes que ali vivem, para conjuntos de moradias governamentais. Portanto, uma política habitacional mais apropriada seria aquela com programas diversificados, tais como a construção de unidades habitacionais para venda e aluguel, urbanização de favelas e áreas periféricas de baixa renda, regularização de terrenos, entre outros. Atualmente, existem programas testados e bem-sucedidos em diversas cidades brasileiras que podem ser adotados para desenvolver políticas habitacionais mais efetivas e abrangentes, sendo mais sustentáveis e adequados perante ao quadro. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://direcional.com.br/blog/minha-casa-minha-vida/subsidio-minha-casa-minha-vida/" />
         <pubDate>2023-04-24 01:38:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 2: Daniel Infante e Lucas Melendez </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2564980855</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto diz que&nbsp;investir apenas no transporte individual pode ter melhorias de curto prazo no trânsito, mas pode gerar problemas no médio e longo prazo. A solução mais eficaz é incentivar o uso e investimento em transportes coletivos, como demonstrado em cidades com melhor qualidade de vida ao redor do mundo. Isso inclui não apenas melhorias nos transportes motorizados, mas também a promoção de opções de transporte ativo, como caminhar e andar de bicicleta, por meio de investimentos em infraestrutura, como ciclovias e calçamento reformado.<br>Quanto aos transportes coletivos, como os ônibus, é necessário investir na construção de vias exclusivas, otimizar rotas com frequências planejadas e renovar a frota, além de melhorar o planejamento das viagens para garantir maior pontualidade dos serviços para a população.<br>É importante também considerar subsídios para usuários de baixa renda, uma vez que a tarifa pode ser uma barreira de acesso ao sistema de transporte público. Isso envolve aumentar o financiamento público para expandir as gratuidades e reduzir a pressão sobre o orçamento das famílias de baixa renda. É necessário considerar não apenas como o transporte acontece, mas também quem tem acesso à rede de transporte público nas cidades.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-04-24 01:40:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 1: Bernard Leão, Cecília Carlier e Lívia Montenegro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2564990035</link>
         <description><![CDATA[<div>O planejamento e o controle do uso do solo são elementos fundamentais na gestão urbana e têm um papel crucial no desenvolvimento sustentável das cidades. Seu controle é muito mais do que o desenvolvimento de planos para as cidades, como é obrigatório para cidades brasileiras com mais de 20 mil habitantes. Está envolvida também uma série de atividades amplas que estabelecem que tipos de atividades devem ocorrer e em quais partes da cidade. O uso adequado do solo pode contribuir para que cidades atinjam diversos benefícios, sendo eles: organização urbana, maior qualidade de vida, desenvolvimento econômico, preservação do meio ambiente e sustentailidade na mobilidade urbana. No planejamento urbano, é importante considerar a mistura de usos como estratégia para promover cidades mais inclusivas e com melhor qualidade de vida. Cidades como Paris, Londres e Nova York, que são grandes capitais mundiais, têm mostrado que a segregação de áreas exclusivas para comércio, residências ou escritórios, pode não ser a melhor abordagem. Ao contrário, a mistura de usos tem se mostrado mais eficiente, promovendo melhores padrões de mobilidade e sociabilidade nos espaços públicos. Conforme os usos sejam categorizados como poluentes ou barulhentos, sua separação deve ser necessária. Portanto, é importante repensar os padrões de separação de espaços nas cidades, tendo em mente uma maior integração e inclusão de pessoas e locais.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/marco-regulatorio/plano-diretor/#:~:text=O%20Plano%20Diretor%20Estrat%C3%A9gico%20do,crescimento%20da%20cidade%20at%C3%A9%202029." />
         <pubDate>2023-04-24 01:49:39 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 2: Daniel Infante e Lucas Melendez</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2564999683</link>
         <description><![CDATA[<div>Com o crescimento das cidades, o poder público muitas vezes não tem recursos para adquirir e manter equipamentos como ônibus e incineradores. Uma solução comum é conceder serviços públicos para empresas privadas, que fornecem os recursos necessários em troca do direito de operar os serviços e cobrar tarifas dos usuários. Essa tendência de concessões é observada em vários setores da economia e tem suas origens na ineficiência da operação estatal. Atualmente, o papel do Estado é principalmente regular e fiscalizar os serviços concedidos, garantindo o controle público sobre os mesmos.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-04-24 01:59:24 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 2: Daniel Infante e Lucas Melendez</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2565005676</link>
         <description><![CDATA[<div>A segregação social nas cidades acontece quando grupos semelhantes vivem separados em áreas distantes uns dos outros. Isso pode ser observado na forma como as pessoas se distribuem nas áreas residenciais da cidade, com pouca interação entre grupos diferentes. Isso é importante porque afeta o acesso a oportunidades econômicas e sociais, serviços e interação social. Para combater esse problema, as melhores práticas de planejamento urbano incentivam a densificação e compacidade das cidades, promovendo a mistura social. A verticalização pode ajudar a aproveitar melhor a infraestrutura existente, mas precisa ser feita de forma cuidadosa para evitar problemas. Cidades mais densas e compactas tendem a ter uma melhor qualidade de vida em termos de mobilidade, uso de infraestrutura e convívio social em espaços públicos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 02:05:31 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 1 - Lívia Montenegro, Cecília Carlier e Bernard Leão.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2565009478</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto aborda unidades habitacionais precárias que passam a existir por diversos fatores como migração populacional, e urbanização desordenada que estão diretamente relacionadas a desigualdade social.<br>Os três modelos citados são:<br>Os cortiços, originados no século XIX, que são unidades habitacionais que contam com espaços como cozinha, banheiro e área de serviço são de uso coletivo. Esse modelo visa a superconcentração de pessoas na mesma estrutura, já que a falta desses espaços de serviço individuais permite que existam mais unidades habitacionais dentro de um edifício.<br>As favelas, que no Brasil já fazem parte do cotidiano urbano, são áreas urbanas informais que possuem grande densidade populacional e vulnerabilidade socioeconômica. Diferente dos cortiços, as favelas são um tipo de assentamento informal, improvisado e geralmente caracterizado por falta de infraestrutura básica, como resultado da ocupação irregular de terras urbanas.<br>Loteamentos clandestinos são áreas urbanas ou rurais que foram divididas em lotes e vendidas para fins de habitação sem seguir a regulamentação e as normas urbanísticas estabelecidas pelas autoridades municipais ou estaduais. Esses também podem surgir da ocupação ilegal de terras públicas e privadas.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/noticia/2020/05/19/brasil-tem-mais-de-51-milhoes-de-domicilios-em-situacao-precaria-aponta-ibge.ghtml" />
         <pubDate>2023-04-24 02:09:13 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 2: Daniel Infante e Lucas Melendez </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2565011214</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo o texto, o poder público é responsável por planejar as cidades, o que vai além do desenvolvimento de planos obrigatórios, como os planos diretores, para cidades com mais de 20 mil habitantes. Planejar a cidade envolve várias atividades, como determinar que tipos de atividades devem ocorrer em diferentes partes da cidade e como isso pode mudar ao longo do tempo. Isso inclui questões como política habitacional, combate à precariedade, criação de cidades mais compactas e menos segregadas, e também a questão tributária urbana, que define quem deve pagar por quais serviços na cidade.</div><div>Outra dimensão importante é a separação de usos na cidade. Cidades podem ter áreas e bairros separados para comércio, residências e escritórios, como era comum no urbanismo modernista (exemplificado pelo Plano Piloto de Brasília), ou podem ter usos e atividades misturados. Experiências de cidades consideradas as melhores para se viver, como Paris, Londres e Nova York, mostram que a mistura de usos é mais comum, resultando em melhor mobilidade e sociabilidade nos espaços públicos. Embora alguns usos poluidores e barulhentos precisem ser isolados, a mistura de usos intensifica o contato entre as pessoas e melhora a vida urbana.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-04-24 02:10:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 2: Daniel Infante e Lucas Melendez</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2565014857</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo o texto&nbsp;políticas urbanas são ações do governo que têm como objetivo construir, manter e gerenciar a cidade e a vida urbana. Elas abrangem várias áreas, como transporte, planejamento urbano, controle do uso do solo, tráfego, coleta de resíduos, saneamento e segurança pública, entre outras. Essas políticas são geralmente implementadas pelos governos municipais, embora nem todas sejam exclusivamente urbanas devido às características dos municípios no Brasil, que têm diferentes níveis de governo. Os governos municipais são responsáveis por serviços urbanos, infraestrutura e regulação de atividades privadas. No entanto, em alguns casos, políticas urbanas também são implementadas por governos estaduais, como transporte público e abastecimento de água. Políticas de habitação, renovação urbana e combate à precariedade habitacional são geralmente executadas pelos governos municipais, mas também podem receber financiamento do governo federal. Políticas sociais como saúde, educação e assistência social são reguladas principalmente pelo governo federal, enquanto as políticas urbanas são mais influenciadas pelas decisões locais.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 02:14:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 1 - Lívia Montenegro, Cecília Carlier e Bernard Leão.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2565027046</link>
         <description><![CDATA[<div>Como consequência do desenvolvimento urbano a necessidade de serviços atrelados a cidade também cresce, mas na maioria das vezes o estado não é capaz de arcar com os custos de maneira simultânea. Devido a ausência de capital, as autoridades buscam as empresas privadas como solução, visando o cumprimento do dever público através de concessões públicas.&nbsp;<br>Na maioria das vezes esses contratos são longos, de forma a atrair empresas, que em alguns casos, compram essas licenças por meio de leilões organizados pelo próprio órgão público responsável.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://ibre.fgv.br/blog-da-conjuntura-economica/artigos/sem-ajuda-metade-das-empresas-de-onibus-urbanos-nao-chegam-ao" />
         <pubDate>2023-04-24 02:24:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 1: Bernard Leão, Cecília Carlier e Lívia Montenegro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2565029849</link>
         <description><![CDATA[<div>A segregação, verticalização e dispersão são processos urbanos que podem ter impactos significativos nos moradores das cidades. A segregação, que ocorre quando determinados grupos são separados espacialmente em áreas específicas, pode resultar em desigualdades socioespaciais, onde algumas áreas são privilegiadas e outras são marginalizadas. Isso pode levar a exclusão social, falta de acesso a serviços e oportunidades, e aumento de conflitos entre grupos.<br><br></div><div><br>A verticalização, que é o crescimento vertical das cidades com a construção de edifícios cada vez mais altos, pode alterar a paisagem urbana, mudar o uso do solo e ter impactos ambientais, como a perda de áreas verdes e a maior demanda por energia e recursos. Além disso, a verticalização pode criar desafios de mobilidade, como congestionamentos e falta de acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida.<br><br></div><div><br>A dispersão urbana, que é o crescimento extensivo das cidades com a expansão urbana em áreas periféricas, pode levar a problemas de mobilidade, fragmentação do espaço urbano e dependência do uso de transporte individual. Isso pode resultar em maior consumo de recursos, aumento dos custos de infraestrutura e menor coesão social.<br><br></div><div><br>Esses processos urbanos podem ter efeitos complexos e variados nos moradores das cidades. Por um lado, podem trazer benefícios, como o acesso a melhores serviços e infraestruturas. Por outro lado, podem gerar desigualdades, exclusão social e degradação ambiental. É essencial compreender e abordar esses efeitos na busca por cidades mais justas, inclusivas e sustentáveis, promovendo políticas e planejamento urbano que busquem equidade, acessibilidade, coesão social e sustentabilidade ambiental</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.revistas.usp.br/geousp/article/view/125392" />
         <pubDate>2023-04-24 02:28:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2565673504</link>
         <description><![CDATA[<div>As cidades correspondem a definições legais e administrativas, que variam de país para país. Nesse sentido, cumpre mencionar que tal distinção se dá em razão à diferentes tipos de governo e instituições presentes no mundo moderno.&nbsp;<br><br></div><div>No caso brasileiro, as cidades podem ser entendidas como sede de município ou sede de distrito e dentro desse ente federado, existem leis locais que definem os perímetros urbanos, sendo extremamente relevante pelo fato da diferença de tributação existente entre área urbanas e rurais. Porém, cumpre mencionar que é muito comum que as manchas urbanas extrapolam os limites de municípios, como nos casos de metrópoles ou regiões metropolitanas.<br><br><br>Bruno Alfena</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-04-24 13:09:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2565673940</link>
         <description><![CDATA[<div>As políticas municipais podem ser descritas como ações do poder municipal que constroem, mantém e fazem funcionar a cidade e a vida urbana. Dessa maneira, há de se mencionar a prestação de serviços urbanos (como transporte urbano e coleta de resíduos sólidos), políticas de investimento, construção e manutenção de infraestruturas (de ruas, pontes, praças e parques) e políticas de regulação de atividades privadas (como a regulação de atividades de construção, uso do solo, incorporação imobiliária ou comércio). Acontece que em alguns casos, certas políticas públicas, apesar de apresentarem caráter municipal, são realizadas por outros entes federativos, justificado pelo alto custo de implementação dessas.&nbsp;<br><br></div><div>O cotidiano está diretamente ligado ao pleno funcionamento das políticas urbanas, uma vez que sem essas, a cidade encontra-se deficitária.<br><br><br>Bruno Alfena</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 13:09:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2565674724</link>
         <description><![CDATA[<div>Cada município corresponde a um governo municipal, sendo governado por um prefeito e uma Câmara de vereadores, de tamanho proporcional à população. São escolhidos por eleições diretas a cada quatro anos. Esse formato institucional é produto de várias escolhas, e são muitos os formatos existentes internacionalmente para os governos locais. Há governos locais escolhidos por eleições partidárias e não partidárias, cidades geridas por prefeitos e Câmara ou por Câmaras associadas a gerentes não eleitos, ou mesmo coletivos de gerentes executivos, escolhidos regularmente dentre os membros da Câmara com composições rotativas. Há uma certa associação entre esses formatos e os escolhidos para a organização do governo em nível nacional, mas nem sempre.<br><br></div><div>No Brasil, as atribuições formais do prefeito e da Câmara correspondem respectivamente às do Executivo e do Legislativo, como em nível federal. diferentemente do que se pensa, o prefeito não se assemelha a um mero zelador da cidade, controlando um conjunto importante de recursos e instrumentos de poder, e podendo decidir sobre um conjunto expressivo de temas que têm efeito concreto sobre a vida dos habitantes das cidades, em especial nas políticas com baixa regulação pelo governo federal como as políticas urbanas.<br><br></div><div>O papel de produção legislativa por parte dos vereadores tende a ser menos relevante do que nacionalmente, mas eles muito mais claramente vocalizam demandas territorializadas de partes da cidade.<br><br><br>Bruno Alfena</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 13:10:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2565675238</link>
         <description><![CDATA[<div>Até a década de 1980, as cidades brasileiras cresceram em ritmo muito acelerado, como produto de intensa migração do campo para a cidade, assim como das regiões mais pobres do país para as mais ricas. Foi esse processo de urbanização, e em muitos casos metropolização, que constituiu nossa rede urbana, marcada por diversas cidades grandes e metrópoles. Desde os anos 1980, entretanto, tanto a migração para os grandes centros quanto a fecundidade (quantas crianças nascem) reduziram muito em todo o país e entre todos os grupos sociais. Ainda assim, como suas populações são muito grandes, pequenas taxas de crescimento significam volumes elevados de novos habitantes.<br><br></div><div>Dessa forma, pode-se afirmar que muito dos problemas presenciados nas cidades não tem relação direta com o crescimento populacional, mas sim, por políticas públicas errôneas.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br>Bruno Alfena</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 13:10:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2565675687</link>
         <description><![CDATA[<div>As políticas habitacionais públicas começaram no Brasil nos anos 1930, associadas às políticas previdenciárias e à montagem do aparato corporativista do Estado varguista. Apresentavam grande seletividade, sendo acessíveis apenas aos grupos ocupacionais escolhidos pelo Estado como estratégicos para o desenvolvimento. Apesar de pequena em termos quantitativos, essa produção foi importante pois estabeleceu um formato de política baseada na construção de unidades habitacionais novas para venda financiada em conjuntos de periferia.<br><br></div><div>Entretanto, o produto típico das políticas habitacionais brasileiras continua como legado das políticas atuais e constrangeu as escolhas ao longo do tempo. Para concretizar o problema para o leitor, a escolha de que a produção deveria prover um bem – a casa – como propriedade limitou as políticas a quem tinha renda e estabilidade no mercado de trabalho para poder pagar o seu financiamento, assim como tendeu a empurrar geograficamente a produção mais para a franja das zonas rurais nas periferias das cidades, onde poderia ser encontrada terra muito barata.<br><br></div><div>A política habitacional mais apropriada é a que dispõe de vários programas com várias soluções para cada tipo de problema. Isso inclui tanto a produção de unidades novas para venda, quanto para locação, urbanização de favelas, regularização de loteamentos. Dessa forma, será estabelecida moradias mais dignas e adequadas para usufruto da população.&nbsp;<br><br><br><br>Bruno Alfena</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 13:11:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2565676240</link>
         <description><![CDATA[<div>O Brasil desenvolveu basicamente três tipos de situações habitacionais precárias historicamente.<br><br></div><div>A primeira a se desenvolver ainda no século 19 foram os cortiços, ou habitações coletivas de alta densidade e unidades habitacionais incompletas. Historicamente, o cortiço é um casarão antigo em uma localização central onde cada cômodo serve de habitação para uma família inteira e onde banheiros, cozinhas e áreas de serviço são utilizados coletivamente. Dadas as condições de densidade e uso, essa é uma solução habitacional precária de muitos conflitos cotidianos.<br><br></div><div>A segunda solução a se desenvolver historicamente acabou alcançando maior visibilidade – a favela. Embora com muitos nomes regionais diferentes, define-se usualmente como favela uma área de baixa renda onde os habitantes construíram edificações em terra ocupada. Os moradores nesse caso são proprietários das edificações, mas não da terra onde elas se assentam.<br><br></div><div>A terceira forma de precariedade envolve os loteamentos clandestinos e irregulares. Nesse caso, os moradores adquirem lotes de um promotor (usualmente, mas nem sempre privado) que não completou o processo de licenciamento necessário para o parcelamento da gleba e concessão de títulos individuais para os residentes. Como isso usualmente envolveu problemas de projeto ou a não execução da infraestrutura estabelecida em lei, os loteamentos apresentam graus diferenciados de precariedade.<br><br><br><br>Bruno Alfena</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 13:11:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2565676838</link>
         <description><![CDATA[<div>A melhor solução é o incentivo ao uso e investimento em transportes coletivos, como demonstram as experiências das cidades com melhor padrão de vida no mundo.<br><br></div><div>A melhoria da mobilidade não deve só incorporar, mas também incentivar a realização de viagens de forma integrada a partir de diferentes modais de transportes. Isso significa, por exemplo, investimentos em ciclovias e reformas do calçamento.<br><br></div><div>Quanto à principal modalidade de transportes coletivos nas cidades brasileiras (ônibus), os investimentos devem centrar-se na construção de diferentes tipos de vias exclusivas, otimização de traçados com frequências planejadas. Em muitos casos, é também necessária a renovação da frota e um melhor controle das viagens, envolvendo tanto o seu desenho quanto o controle de partidas para o aprimoramento da pontualidade dos serviços para a população.<br><br></div><div>Por último, é preciso que as políticas de mobilidade considerem subsídios para usuários de rendas baixas, pois em muitos casos a tarifa representa uma barreira no acesso ao sistema de transporte. Isso envolve o aumento do fundo público para o financiamento dos serviços de transportes para a expansão das gratuidades e a redução das pressões sobre os orçamentos de famílias de baixa renda.<br><br><br>Bruno Alfena</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 13:12:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2565677263</link>
         <description><![CDATA[<div>Com o crescimento das cidades, o investimento necessário em equipamentos como ônibus, caminhões e incineradores também aumenta muito. No curto prazo, o poder público não tem recursos suficientes para adquirir e manter atualizados e, ao mesmo tempo, pagar pela manutenção e por todo o quadro de pessoas necessárias para operar esses sistemas. Por isso, uma saída cada vez mais utilizada é a concessão de serviços de utilidade pública: de um lado, empresas ou consórcios de empresas obtêm os recursos privados para comprar os equipamentos e contratar as pessoas e os serviços necessários para manter a operação; de outro lado, a prefeitura permite que essa empresa ou esse consórcio mantenha essa operação por um período muito longo, de 20 anos ou mais, e cobre uma tarifa pela oferta dos serviços, o que serve para repor o montante investido no início e no decorrer do período da concessão.<br><br></div><div>Dessa forma, os Estados passaram a se concentrar em atividades de regulação, ou seja, determinar normas, regras e padrões e fiscalizar a operação dos serviços privatizados ou concedidos, aplicando sanções.<br><br><br>Bruno Alfena</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 13:12:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2565677941</link>
         <description><![CDATA[<div>A segregação é então uma característica dos espaços das cidades e de como eles se organizam internamente. A segregação é importantíssima pois estabelece o maior ou menor acesso que os grupos sociais têm a oportunidades econômicas e sociais, assim como serviços e políticas, além do quanto podem interagir socialmente entre si. Isso é importante em especial em cidades como as nossas em que a infraestrutura urbana não é universalizada e onde as oportunidades econômicas são muito concentradas no espaço.<br><br></div><div>A forma urbana e a distribuição das densidades no espaço estruturam cidades de forma mais dispersa ou compacta, também com importantes consequências para as políticas e a vida urbana. Em cidades extensas ou dispersas, especialmente quando isso se associa a baixa densidade, o custo da produção e manutenção das infraestruturas cresce muito. São também cidades em que as pessoas têm que se deslocar por longas distâncias, gerando intenso trânsito de veículos e longos tempos de percurso.<br><br></div><div>Considerando que a verticalização faz com que a densidade média aumente em cidades dispersas, é melhor para aproveitar a infraestrutura existente. As melhores cidades do mundo para se viver em termos de mobilidade, de uso das infraestruturas e da potencialização do convívio social em espaços públicos.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br>Bruno Alfena</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 13:12:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2565678582</link>
         <description><![CDATA[<div>Planejar a cidades diz respeito a um conjunto de atividades muito mais amplo que promova ou estabeleça: 1. que tipos de atividades devem acontecer e em que partes das cidades; 2. como isso deve mudar no tempo.<br><br></div><div>Uma outra dimensão diz respeito aos padrões de separação de usos. Será melhor ter áreas e bairros separados, só com comércio, só com residências, só com escritórios, como pressupunha o urbanismo modernista (a ocupação original do Plano Piloto de Brasília sendo o nosso melhor exemplo), ou com usos e atividades misturados? As experiências das melhores cidades do mundo para se viver, considerando padrões de mobilidade e a promoção da sociabilidade nos espaços públicos, inclusive em países ricos, se baseiam em misturas de usos.<br><br></div><div>Dessa forma, usos poluidores e barulhentos devem ficar isolados, mas usos mistos intensificam o contato entre as pessoas e melhoram a vida urbana.<br><br><br>Bruno Alfena</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 13:13:02 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 5 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2565710478</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesse tópico, o texto fala sobre condições precárias de moradia, e traz os exemplos de cortiços, no passado e atualmente, das favelas.&nbsp;<br><br>Em uma cidade, as áreas precárias, também marginalizadas, contemplam pessoas de baixa renda que não possuem condições de morar em um lugar com mais serviços e melhores condições de vida, mais confortável.&nbsp;<br><br>Com essa precarização da moradia, que vem historicamente no país, o cenário só se renova e não se revoluciona. A manutenção dessas condições favorecem uma política focada em não atender a população e fornecer a essa população que vive a margem condições dignas de vida como saneamento básico, água potável e um lugar salubre.&nbsp;<br><br>O Brasil por ser um país de tamanho continental tem diferentes tipos de precarização da moradia. Nos grandes centros certamente são as favelas, no interior, a falta de políticas públicas de acesso a educação, saúde, transporte e moradia se evidenciam. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 13:32:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 5 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2565729740</link>
         <description><![CDATA[<div>No texto, é falado sobre subsídios para usuários do transporte público de baixa renda, pois a tarifa representa uma barreira ao acesso. <br><br>Na Cidade do Rio de Janeiro, a tarifa social foi instituída no metrô. A passagem para os que seguem os critérios de aderência passa a ser um valor consideravelmente menor que o da tarifa atual. Essa iniciativa demonstra uma política de acesso ao transporte público. <br><br>Outro ponto interessante, foi a integração dos meios de transporte, já que algumas pessoas precisam pegar mais de 2, ou 3 meios de transporte para chegar ao local necessário e depois, voltar para casa. <br><br>Apesar de ainda existirem diversos pontos que ainda precisam melhorar, essas iniciativas fornecem mais conforto a população. <br><br>A aprimoração do transporte precisa vir a partir de um estudo populacional e do seu deslocamento e também, dos seus horários para que nos horários de pico tenham mais alternativas de locomoção. <br><br><a href="https://www.metrorio.com.br/como-pagar/tarifa-social">https://www.metrorio.com.br/como-pagar/tarifa-social</a><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.metrorio.com.br/como-pagar/tarifa-social" />
         <pubDate>2023-04-24 13:44:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Linda Mendes, Lucca Lage, Mariana Amaral e Marcella Marinho</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2565803170</link>
         <description><![CDATA[<div>A segregação, verticalização e a dispersão têm impactos significativos nos moradores das cidades, podendo afetar a qualidade de vida suas relações sociais.&nbsp;<br>A segregação pode levar à exclusão social. Os moradores de áreas segregadas podem enfrentar barreiras para acesso a inúmeros serviços básicos.&nbsp;<br>A verticalização pode causar poluição sonora e visual e falta de privacidade. Além disso, a verticalização pode excluir os moradores de baixa renda da área central da cidade, levando a um aumento da segregação espacial e social. EX: reforma Pereira Passos no centro do Rio de Janeiro. A dispersão pode levar a uma maior dependência de carros e a um aumento dos tempos de deslocamento, o que pode afetar a qualidade de vida dos moradores. A dispersão também pode levar a uma fragmentação social e enfraquecer os laços comunitários.</div><div><br>No geral esses fatores podem levar a uma desigualdade social e exclusão espacial, criando áreas de privilégio e de exclusão na cidade. Por isso, é importante que as políticas públicas busquem promover a integração e a inclusão social, garantindo que todos os moradores tenham o mesmo acesso a serviços e oportunidades em toda a cidade.</div><div><br><br><br><br></div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 14:29:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Linda Mendes, Lucca Lage, Mariana Amaral e Marcella Marinho.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2565816929</link>
         <description><![CDATA[<div>Investir em transporte público eficiente e de qualidade pode reduzir o número de carros nas ruas, melhorando a mobilidade urbana. É importante investir em opções de transporte coletivo que atendam as necessidades da população, incluindo ônibus, metrô, trens e BRTs, visando não somente a quantidade de meios de transportes, mas também as linhas e vias.<br>Incentivar o uso de bicicletas pode ser uma forma eficiente de reduzir o tráfego de carros, melhorando a mobilidade urbana e reduzindo a poluição. É importante investir em ciclovias e infraestrutura para bicicletas, além de campanhas de conscientização para incentivar o uso de bicicletas como meio de transporte.<br>Reduzir a dependência de carros pode ser uma forma eficiente de melhorar a mobilidade urbana. É importante investir em opções de transporte público e infraestrutura para bicicletas, além de promover o planejamento urbano que facilite o acesso a serviços e locais de trabalho.<br>Promover um planejamento urbano sustentável pode ajudar a melhorar a mobilidade urbana e reduzir o tráfego de carros. É importante investir em espaços públicos que&nbsp; reduzem a segregação espacial e garantir que os locais de trabalho, serviços e lazer estejam bem distribuídos pela cidade.</div><div>&nbsp;É importante que as políticas públicas sejam direcionadas para a promoção de uma mobilidade urbana sustentável, que garanta acessibilidade e qualidade de vida para todos os cidadãos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 14:38:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 5 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2565823414</link>
         <description><![CDATA[<div>A concessão, como trazido pelo texto, se estabelece quando o poder público abre mão de exercer tal tarefa e deixa que uma empresa privada se estabeleça no setor.&nbsp; Tais contratos são longos e benéficos pois a exploração da atividade pela empresa privada perdura por 20 anos.&nbsp;<br><br>Uma das razões pela coleta de lixo ser cada vez mais operada por empresas privadas se dá no crescimento das cidades.&nbsp; Algumas cidades são tão grandes que o Estado não consegue abarcar toda a coleta, em todas as casas e contratar mais pessoas e investir nesse setor não é tão benéfico quanto realizar a concessão.&nbsp;<br><br>Outro ponto que merece destaque é o papel regulador que o Estado assumiu. Criando normas e regulamentando a atividade de coleta e reciclagem. Ao. invés de intervir no setor, boa parte está preocupada em regularizar o setor. O fechamento de diversos lixões pelo Brasil e a preocupação com a reciclagem mostram essa iniciativa estatal e sua regulação do mercado. &nbsp;<br><br><a href="https://www.gov.br/pt-br/noticias/meio-ambiente-e-clima/2021/04/brasil-desativa-mais-de-600-lixoes-em-menos-de-um-ano">https://www.gov.br/pt-br/noticias/meio-ambiente-e-clima/2021/04/brasil-desativa-mais-de-600-lixoes-em-menos-de-um-ano</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.gov.br/pt-br/noticias/meio-ambiente-e-clima/2021/04/brasil-desativa-mais-de-600-lixoes-em-menos-de-um-ano" />
         <pubDate>2023-04-24 14:42:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 4 Carolina Deris, Dominique Jardim, Giovana Fetal, João Pedro Serrão e Luísa Vieira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2565833173</link>
         <description><![CDATA[<div>No capitalismo tardio caracterizado pelas políticas neoliberais de chefes estatais como Ronald Reagan e Margaret Thatcher, é muito notável o sucateamento das instituições públicas e, posterior a esse sucateamento, uma tentativa de resgate da iniciativa privada para operá-las. Disso se origina um problema notável surgido da função primária das instituições privadas, o lucro. Essa motivação acarreta uma série de questões sociais, principalmente a focalização desses serviços em áreas mais nobres das grandes metrópoles.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 14:48:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 4 Carolina Deris, Dominique Jardim, Giovana Fetal, João Pedro Serrão e Luísa Vieira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2565836202</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A parte mais surpreendente foi a que diz que “o combate à precariedade existente se tornou um problema cada vez mais premente, e a insistência da produção de unidades novas tornou-se crescentemente equivocada”, pois é de senso comum que se são necessárias mais moradias, a construção de novas unidades resolveria o problema. Entretanto, após a leitura do texto e maior reflexão sobre o tema, pode chegar-se à conclusão de que, de fato, da maneira que esse tipo de política habitacional é feita são gerados mais malefícios para a população do que uma melhora na condição de vida. Assim, sempre é necessário se pensar sobre todos os aspectos que envolvem a moradia e os diversos desafios da política habitacional; e como bem pontuado pelo texto, nos lugares em que as populações já estão situadas, na maioria das vezes, não há espaço para a construção de novas habitações para todos os moradores daquela área, o que leva à remoção e ao deslocamento de populações para locais mais periféricos da cidade.<br><br>Um exemplo disso é a antiga Favela do Esqueleto, no bairro do Maracanã, no local onde hoje encontra-se a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).&nbsp; Ela tinha esse nome por se tratar da invasão de um terreno onde havia o esqueleto de um prédio do Hospital das Clínicas da Universidade do Brasil, que estava inacabado, pois as obras foram abandonadas na década de 1930. A favela do Esqueleto foi removida no governo de Carlos Lacerda, no início da década de 1960, consequência da política de remoções do Estado da Guanabara, para dar lugar ao campus da UERJ; transferindo, então, à força, os moradores para conjuntos habitacionais longínquos. Neste caso, a maior parte de seus moradores foi removida para Vila Kennedy, em Bangu, distante cerca de 37 km do seu local original e 41 km do centro da cidade.<br><br>Logo, a conclusão dada no último parágrafo se reafirma como mais coerente, porque a política habitacional mais apropriada é aquela que considera todos os âmbitos da moradia e que, dispondo que vários programas diferenciados, apresenta a solução mais adequada para o problema enfrentado na ocasião, e não uma solução generalizada de somente produzir novas unidade, ao invés de melhor urbanizar os núcleos em que essas populações vivem, por exemplo, para assim combater a precariedade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 14:50:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 4 Carolina Deris, Dominique Jardim, Giovana Fetal, João Pedro Serrão e Luísa Vieira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2565838662</link>
         <description><![CDATA[<div>É evidente, no discurso político-sociológico hegemônico no Brasil, uma recuperação do neo-malthusianismo que associa a falta de recursos com o crescimento populacional, corroborando com as políticas neoliberais de abandono das políticas públicas e favoricemento do Mercado em detrimento de políticas públicas estatais, visando que a regulação do mercado na sociedade é o modo mais eficiente de redistribuição de recursos.<br>Essa crítica é notória também no texto base apresentado, mostrando que apesar da estagnação no crescimento das grandes cidades, contrário ao que aconteceu na metade do século passado em função do êxodo rural e de maiores taxas de fecundidade, há uma continuidade nos problemas que eram erroneamente atribuídos ao crescimento populacional. Por mais que esse crescimento urbano tenha ocasionado uma atribulação no funcionamento dos grandes centros urbanos, o problema a ser destacado é justamente a falta de resiliência e o abandono do Estado.<br>Ao analisarmos os números e dados do IBGE sobre a migração interna brasileira, nos 30 anos do contínuo fluxo migratório brasileiro, entre 1950 e 1980, houve uma mudança significativa nos números absolutos de moradores da zona urbana, que pasaram a compor mais da metade da população brasileira em 1970.<br>O que foi dito acima é exemplificado por meio de diversos textos de autores brasileiros, como Nelson Rodrigues, ao manifestar em contos como “As Chagas do Mendigo”, versando sobre um garoto de família burguesa que se frustra ao se apaixonar pela filha de um contínuo da Zona Norte que o rejeita em função do grande poder que ele exercia. A segregação ocorrida em função da atenção prestada à burguesia ascendente carioca e o prejuízo que a população pobre foi acometida a partir desse abandono são visíveis na literatura brasileira como um todo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 14:51:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Linda Mendes, Lucca Lage, Mariana Amaral e Marcella Marinho</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2565838875</link>
         <description><![CDATA[<div>No Brasil, há alguns tipos precariedades habitacionais que foram citadas no texto.<br><br>Os cortiços são habitações coletivas precárias, muitas vezes superlotadas e sem condições sanitárias adequadas. Muitas vezes, são ocupados por trabalhadores de baixa renda.&nbsp;<br>Muitas pessoas no Brasil vivem em favelas, que são áreas urbanas ocupadas irregularmente e geralmente carentes de serviços básicos como água, esgoto e coleta de lixo.</div><div>Os loteamentos clandestinos são áreas de terrenos urbanos subdivididos irregularmente, sem a aprovação dos órgãos públicos responsáveis pelo planejamento urbano e pela regularização fundiária. Esses loteamentos são criados ilegalmente, muitas vezes em áreas de risco, sem infraestrutura adequada e sem os serviços públicos básicos.&nbsp;<br><br>Essas são apenas algumas das formas de precariedade habitacional enfrentadas pelas cidades brasileiras. Essas condições podem levar a problemas de saúde, violência e exclusão social.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 14:51:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Linda Mendes, Lucca Lage, Mariana Amaral e Marcella Marinho.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2565859738</link>
         <description><![CDATA[<div>Com o crescimento das cidades, a demanda por esses serviços cresceu&nbsp; muito, por esse motivo, o custo e a manutenção dos mesmos também aumenta. Muitas vezes, a privatização de serviços públicos é vista como uma forma de reduzir os custos do governo, uma vez que empresas privadas muitas vezes têm uma estrutura de custos mais eficiente do que o setor público, o que pode levar a uma redução nos custos operacionais dos serviços. </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 15:05:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Linda Mendes, Lucca Lage, Mariana Amaral e Marcella Marinho.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2565890990</link>
         <description><![CDATA[<div>O poder público deve planejar as cidades de forma ampla, considerando o que deve acontecer em cada parte da cidade e como isso deve mudar ao longo do tempo. Isso envolve diversas dimensões, como a política habitacional, a redução da precariedade, a produção de cidades compactas e menos segregadas, a questão tributária urbana e os padrões de separação de usos. Misturar usos e atividades em uma mesma região intensifica o contato entre as pessoas e melhora a vida urbana, conforme mostram as experiências de cidades como Paris, Londres e Nova York.<br>O planejamento e o controle do uso do solo nas cidades são fundamentais para garantir um desenvolvimento urbano equilibrado e sustentável, capaz de atender às necessidades da população e proteger o meio ambiente.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 15:26:12 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 3 - Gabrielle, Marina, Giovanna e Viviane </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2566017532</link>
         <description><![CDATA[<div>“No caso de áreas de precariedade como favelas e loteamentos, por exemplo, é quase sempre melhor urbanizar do que remover os moradores para conjuntos habitacionais.”<br><br></div><div>O Jardim Edite era uma favela que misturava estruturas improvisadas de alvenaria com tantas outras de madeira, e se espraiava entre os trilhos da Linha Esmeralda da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e a Avenida Jornalista Roberto Marinho, no sul da capital paulista.<br><br></div><div>Nos arredores foi construída uma série de edifícios em uma estrutura adensada que permitiu a permanência de uma população pobre em uma região de forte atividade econômica.<br><br></div><div>financiada na maior parte pela prefeitura, o projeto teve apoio de construtoras e empresas de material de construção, mitigando seus custos. Foram 252 apartamentos entregues, com 50 m² cada.<br><br></div><div>Os que ali vivem têm facilitado acesso a oportunidades de trabalho, melhores escolas, comércio vivo, área segura e transporte coletivo em diferentes modais — uma vida urbana mais rica e diversificada.<br><br></div><div>Este é um exemplo de que com uma aplicação adequada, pode-se entregar moradias sem a necessidade de deslocar os morados para regiões periféricas, afastando os beneficiários das moradias da mobilidade social. E que é possível gerir com sucesso uma infraestrutura urbana utilizando parcerias com a iniciativa privada.<br><br>Fonte: <a href="https://caosplanejado.com/a-nova-habitacao-social-jardim-edite-e-outros-casos-de-sucesso/?gclid=CjwKCAjwrpOiBhBVEiwA_473dK9YitiKSkS1MOU-82BKVknhMlfhhrkP0Hs0VYw6pUz_XCjUXTQkZxoCpOMQAvD_BwE">https://caosplanejado.com/a-nova-habitacao-social-jardim-edite-e-outros-casos-de-sucesso/?gclid=CjwKCAjwrpOiBhBVEiwA_473dK9YitiKSkS1MOU-82BKVknhMlfhhrkP0Hs0VYw6pUz_XCjUXTQkZxoCpOMQAvD_BwE<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 16:55:39 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 3 - Gabrielle, Marina, Giovanna e Viviane </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2566043822</link>
         <description><![CDATA[<div>“Usos mistos intensificam o contato entre as pessoas e melhoram a vida urbana.”<br><br></div><div>Os bairros de uso misto reúnem as características residenciais e comerciais.&nbsp; Esses bairros têm boa infraestrutura de estabelecimentos, costumam apresentar mobilidade urbana, melhoram as conexões sociais e proporcionam conforto, pois permitem às pessoas viverem, trabalharem e se divertirem numa única área.&nbsp;<br><br></div><div>Um bom exemplo é o bairro Vila Mariana na zona sul de São Paulo, que além de residencial e comercial, o bairro tem forte presença acadêmica, hospitais, clínicas e institutos de estudo e pesquisa, boa infraestrutura de comércio, serviços, transporte público e lazer.<br><br></div><div>O maior problema é que este tipo de bairro costuma ter o custo de vida alto e os imóveis residenciais costumam ser mais caros.<br><br>Fonte: <a href="https://creci-rj.gov.br/um-bairro-que-tem-tudo-e-mais-um-pouco/">https://creci-rj.gov.br/um-bairro-que-tem-tudo-e-mais-um-pouco/<br></a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 17:16:41 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 3 - Gabrielle, Marina, Giovanna e Viviane </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2566108061</link>
         <description><![CDATA[<div>“A produção pública de habitação e o combate à precariedade habitacional e os projetos de renovação urbana também são municipais. Considerando o seu alto custo, entretanto, são também usualmente executadas por governos estaduais diretamente e/ou financiadas pelo governo federal.”<br><br></div><div>No Brasil, o direito à moradia está mais do que assegurado no papel - na Constituição de 1988 e legislações posteriores, incluindo o Estatuto da Cidade e a garantia da função social das cidades e da propriedade. Entretanto, os avanços ocorridos na legislação de direito à moradia a partir da Constituição de 1988 não se traduziram em avanços concretos nas condições de habitação e acesso a serviços urbanos da população brasileira.&nbsp;<br><br></div><div>Isso ocorre porque não há integração no Sistema Nacional de Habitação de Interesse Social das esferas federal, estadual e municipal, para criar um projeto que atenda e forma adequada as camadas de baixa renda. Desta forma, a grande maioria dos conjuntos habitacionais é destinada somente ao uso residencial, sem espaço para comércio e serviços, as moradias ficam distantes dos locais que oferecem serviços essenciais como educação e saúde, de sistemas de transporte e de locais de empregos, resultando em uma série de dificuldades para os moradores, que passam a ter de gastar mais tempo e dinheiro nos deslocamentos, e para o poder público, que precisa estender a estrutura de seus serviços.&nbsp;<br><br></div><div>Nos casos em que as prefeituras estão totalmente envolvidas nos projetos os problemas citados acima tendem a ser minimizados ou são inexistentes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 18:07:28 UTC</pubDate>
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         <title>Linda Mendes, Lucca Lage, Mariana Amaral e Marcella Marinho</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2566126687</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma cidade é uma área urbanizada densamente povoada, com infraestrutura e serviços públicos que atendem às necessidades básicas da população, como água potável, eletricidade, transporte público, moradia, escolas e hospitais. As cidades costumam ser centros econômicos, culturais e políticos, onde as pessoas se reúnem para trabalhar, estudar, se divertir e interagir com outras pessoas. Elas são marcadas por uma grande diversidade de pessoas, culturas, estilos de vida e opções de entretenimento. As cidades podem ser muito diferentes umas das outras, variando em tamanho, estilo arquitetônico, geografia e história. No entanto, todas elas compartilham a característica de serem locais onde as pessoas vivem juntas em comunidades interdependentes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 18:21:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 4 Carolina Deris, Dominique Jardim, Giovana Fetal, João Pedro Serrão e Luísa Vieira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2566148631</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;As políticas municipais são aquelas que ajudam a construir e a manter o bom funcionamento das cidades. No Brasil se encontram municípios muito heterogêneos, tanto em relação a seu tamanho, quanto sua necessidades provenientes de diferenças regionais, fazendo com que essas políticas mudem bastante de um para outro. Ciente disso, como via de regra temos por exemplo o governo municipal responsável pela implementação das políticas de transporte; segurança pública; circulação e tráfego; coleta de lixo e saneamento; de planejamento urbano e territorial entre outras.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; São elas as responsáveis diretamente pela vida urbana, e parte da nossa qualidade de vida em determinado lugar, por mais que parte dessas políticas fiquem na mão do governo estadual por questões de tradição, como o próprio autor aponta em "Em certos casos, por legado das políticas prévias, políticas urbanas são prestadas diretamente por outro nível de governo, como o saneamento básico (água e esgoto), que é de atribuição municipal, mas na maior parte do país é concedido a empresas estaduais."<br>    Na cidade do Rio de Janeiro vemos isso acontecer em relação ao abastecimento de água, ele é feito e mantido pela CEDAE, uma empresa estadual.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 18:40:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 3 - Gabrielle, Marina, Giovanna e Viviane</title>
         <author>vivianechilarios</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2566156804</link>
         <description><![CDATA[<div>Conforme a matéria lida, uma cidade é um centro urbano que se desenvolveu ao longo do tempo através da concentração de população e atividades econômicas. Elas são centros de atividade econômica, cultural e social, mas também correspondem a delimitações legais e administrativas que variam conforme o país em que ela se encontra. Dependendo do país, o território pode ser composto de cidades e outros tipos de ocupação conforme suas características como representação econômica e densidade populacional, o que não é o caso do Brasil; há apenas um formato único nacional não havendo distinção entre as distintas ocupações territoriais.&nbsp;<br>No Brasil, através do IBGE estabelece uma classificação formal para os seus núcleos urbanos que são classificados como “sede de município ou sede de distrito (dentro de um município, que por sua vez tem uma sede)”. A cidade de Niterói, por exemplo, é uma cidade localizada no estado do Rio de Janeiro situada na margem leste da Baía de Guanabara com cerca de 513.000 habitantes com área total de 129,3 km². Com cerca de 3.972 habitantes por km² (IBGE, 2019) e um IDH de 0,837 - considerado como muito alto -, possui uma economia diversificada com destaque para o setor de serviços - como turismo e comércio -, diversos pontos turísticos e paisagens naturais.&nbsp;<br>Niterói é governada por um prefeito e uma câmara de vereadores, assim como o Rio de Janeiro e desempenha um importante papel na política do estado do Rio.<br><br>Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Niter%C3%B3i</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 18:46:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Linda Mendes, Lucca Lage, Mariana Amaral, Marcella Marinho</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2566162759</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br>As políticas municipais são aquelas que são implementadas pelas autoridades locais, como prefeitos, vereadores e outros representantes eleitos nas cidades. Algumas das políticas municipais mais comuns incluem transporte público, habitação, saneamento básico, educação, saúde, segurança pública, meio ambiente, entre outras.<br><br>O seu dia a dia pode depender muito das políticas urbanas implementadas em sua cidade. Por exemplo, se o transporte público não é eficiente, você pode ter dificuldades para chegar ao trabalho ou a outras atividades diárias. Se o saneamento básico não é adequado, você pode enfrentar problemas de saúde pública. Se a segurança pública é precária, você pode sentir medo de sair de casa. Por outro lado, se a cidade investe em políticas urbanas adequadas, você pode ter mais qualidade de vida, com acesso a serviços públicos de qualidade, espaços públicos seguros e saudáveis, e outras vantagens que contribuem para a qualidade de vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 18:51:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Linda Mendes, Lucca Lage, Mariana Amaral, Marcella Marinho</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2566166074</link>
         <description><![CDATA[<div>Não necessariamente todas as cidades são governadas por vereadores e prefeitos, isso varia de acordo com a forma de organização política adotada pelo país. Em muitos países, especialmente aqueles com sistemas democráticos, as cidades são governadas por prefeitos e vereadores eleitos pelo povo.&nbsp;<br><br>Os prefeitos são responsáveis por liderar o governo municipal, estabelecendo políticas públicas, programas e projetos para a cidade. Eles são responsáveis pelo planejamento urbano, transporte, saúde, educação, cultura, meio ambiente e outras questões importantes que afetam a vida dos cidadãos.<br><br>Já os vereadores são responsáveis por representar os interesses da população e fiscalizar as ações do prefeito e do governo municipal. Eles têm o poder de criar e aprovar leis e projetos de lei que afetam a vida na cidade. Além disso, os vereadores também são responsáveis por fiscalizar o orçamento e as contas do governo municipal, garantindo que os recursos públicos sejam utilizados de forma adequada e transparente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 18:54:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 4 Carolina Deris, Dominique Jardim, Giovana Fetal, João Pedro Serrão e Luísa Vieira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2566185204</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Por mais que o transporte individual seja frequentemente apontado como a forma mais imediata de resolver a questão da mobilidade urbana, ela traz a longo prazo graves complicações no transito da cidade, além de tornar a população dependente de um carro, acarretando outro problema, já que a maioria da população não tem as condições para a realizar a aquisição de um.<br>&nbsp; &nbsp;A forma mais eficaz para a resolução de ambas problemáticas seria o investimento imediato em uma rede eficiente de transporte coletivo como ônibus; trem e metrô por exemplo, assim teria uma ampliação na mobilidade urbana ao mesmo tempo que reduziria o trânsito, por fazer com que a população não se tornasse dependentes de seus carros, e usasse o transporte coletivo que ocupa bem menos espaços nas vias.<br>   Tomando São Paulo como exemplo, cidade com maior números de habitantes no país, observamos um grande número de veículos que tornavam o trânsito da cidade insustentável. Para isso foi estabelecido um rodízio semanal em que determinadas placas só poderiam circular durante determinados dias da semana, o que inclina as pessoas a usarem o transporte público, como a extensa malha de metrô da cidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 19:12:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Marcella Marinho, Linda Mendes, Mariana Amaral, Lucca Lage</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2566215853</link>
         <description><![CDATA[<div>As cidades brasileiras enfrentam problemas por crescerem muito rapidamente e de maneira desordenada. O aumento da população e a concentração de atividades econômicas nas cidades são alguns dos principais fatores que contribuem para esses problemas.</div><div>Entre os problemas mais comuns enfrentados pelas cidades brasileiras estão o trânsito intenso e congestionado, a falta de saneamento básico, a poluição do ar e da água, a violência urbana, a desigualdade social, a falta de moradia adequada e a degradação do meio ambiente.</div><div>Esses problemas são agravados pela falta de planejamento urbano adequado e pela má gestão dos recursos públicos, o que resulta em serviços públicos insuficientes e de baixa qualidade.</div><div>Para enfrentar esses problemas, é necessário um planejamento urbano mais cuidadoso e estratégico, bem como investimentos em infraestrutura e políticas públicas voltadas para o desenvolvimento sustentável das cidades.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 19:43:25 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Marcella Marinho, Linda Mendes, Mariana Amaral, Lucca Lage</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2566219487</link>
         <description><![CDATA[<div>As políticas habitacionais podem ter um grande impacto na melhoria das cidades brasileiras, ajudando a reduzir a desigualdade social e a melhorar a qualidade de vida dos moradores de áreas urbanas. Algumas maneiras em que as políticas habitacionais podem melhorar as cidades brasileiras incluem:<br><br></div><ol><li>Redução do déficit habitacional: As políticas habitacionais podem ajudar a reduzir o déficit habitacional, que é o número de famílias que não têm acesso adequado a moradias decentes. Isso pode ser feito por meio da construção de novas moradias, reformas de habitações existentes e programas de financiamento habitacional para pessoas de baixa renda.</li><li>Acesso a serviços básicos: As políticas habitacionais também podem garantir que as famílias tenham acesso a serviços básicos, como água, esgoto, eletricidade e transporte público. Isso pode ser feito por meio da construção de habitações próximas a áreas de serviços públicos e infraestrutura urbana, e também por meio de investimentos em transporte público e infraestrutura urbana.</li><li>Revitalização de áreas urbanas: As políticas habitacionais também podem ser usadas para revitalizar áreas urbanas em decadência. Isso pode incluir a reconstrução de áreas degradadas, a requalificação de áreas antigas e a construção de novas moradias em áreas urbanas abandonadas. Isso pode ajudar a melhorar a segurança e a atratividade dessas áreas para os residentes locais e visitantes.</li><li>Promoção da inclusão social: As políticas habitacionais também podem ser usadas para promover a inclusão social, ajudando a integrar grupos marginalizados na sociedade. Isso pode incluir programas habitacionais voltados para comunidades de baixa renda, pessoas com deficiência, idosos, entre outros.</li></ol><div><br>Em resumo, as políticas habitacionais podem melhorar as cidades brasileiras de várias maneiras, ajudando a reduzir o déficit habitacional, garantindo o acesso a serviços básicos, revitalizando áreas urbanas e promovendo a inclusão social.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 19:47:31 UTC</pubDate>
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         <title>Marcella Marinho, Linda Mendes, Mariana Amaral, Lucca Lage</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2566223286</link>
         <description><![CDATA[<ol><li>Trânsito congestionado: Com o aumento do número de veículos nas ruas, as cidades podem se tornar congestionadas, o que pode levar a um aumento nos tempos de viagem, poluição do ar.</li><li>Escassez de espaço: O aumento da população e da demanda por moradia pode levar a uma escassez de espaço, o que pode levar a preços elevados de imóveis e falta de acesso à moradia adequada para algumas pessoas.</li><li>Poluição do ar: devido à emissão de gases pelos veículos, indústrias e outras fontes de poluição.</li><li>Poluição sonora: O aumento do tráfego e das atividades humanas nas cidades pode levar a um aumento da poluição sonora, o que pode ser prejudicial para a saúde e o bem-estar dos moradores.</li><li>Falta de áreas verdes: À medida que as cidades crescem, a quantidade de áreas verdes, como parques e jardins, pode diminuir, o que pode afetar negativamente a qualidade de vida dos moradores.</li></ol><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 19:51:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 5</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/rngxyiml9dnddp4k/wish/2566267360</link>
         <description><![CDATA[<div>A segregação urbana é um fenômeno que ocorre nas cidades devido à concentração de renda e à falta de planejamento público que promova políticas de controle ao crescimento desordenado das cidades. A especulação imobiliária é um dos fatores que contribuem para a exclusão social, tornando os locais próximos aos grandes centros inacessíveis à maioria da população. A falta de planejamento urbano e a precariedade do transporte público aumentam a distância entre as moradias e os centros comerciais e de trabalho, afetando especialmente a população de baixa renda.<br><br></div><div><br>Outro problema gerado pela especulação imobiliária é a questão dos lotes vagos, que contribuem para a degradação urbana, o acúmulo de lixo e o aumento dos riscos de doenças. Além disso, a falta de condições financeiras para custear moradias leva muitas pessoas a ocupar áreas de forma irregular, como em invasões, aumentando o processo de favelização.<br><br></div><div><br>Esses problemas sociais urbanos estão diretamente relacionados à concentração de renda, ao desemprego e à falta de políticas públicas adequadas para o planejamento urbano. É necessário que haja um planejamento eficiente, que promova a integração social e a melhoria da qualidade de vida para todos os habitantes da cidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 20:47:07 UTC</pubDate>
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