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      <title>Conceituação de Romania by Patricia Oliveira</title>
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      <description>Feito com um pouco de travessura</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-03-27 23:53:11 UTC</pubDate>
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         <title>Romanus</title>
         <author>tricia_kostta</author>
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         <description><![CDATA[<div>Originalmente significava <strong>Habitante da cidade de Roma</strong>. Posteriormente com a expansão do Império Romano o termo foi estendido também para habitantes das províncias romanas.<br><strong>"Aquele que não é bárbaro"</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-27 23:56:17 UTC</pubDate>
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         <title>Roma se transforma num império - România Antiga</title>
         <author>tricia_kostta</author>
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         <description><![CDATA[<div>com a auto proclamação de <strong>Júlio César  em 44 a.C </strong>.<br>Firmou-se como império com a ascensão do sobrinho de Júlio, o imperador <strong>Augusto em 28 a.C.</strong><br>Atinge o <strong>apogeu</strong> no inicio do século II d.C.<br>O conjunto de províncias que constituíram o Império Romano neste período dá-se o nome<strong> </strong>România Antiga.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-28 00:01:32 UTC</pubDate>
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         <title>Queda do Império Romano 476 d.C</title>
         <author>tricia_kostta</author>
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         <description><![CDATA[<div>O território romanizado é ocupado por diferentes povos, mas o <strong>latim continua a ser língua de cultura e administração </strong>por muito tempo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-28 00:08:40 UTC</pubDate>
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         <title>Fragmentação Politica e Lingüística do Império Romano</title>
         <author>tricia_kostta</author>
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         <description><![CDATA[<div>Províncias distantes mantiveram traços de romanização em graus variados, dependendo do tempo em que ficaram submissos ao império e da profundidade dos contatos com os falantes do latim.<br>Acabaram desenvolvendo dialetos mais ou menos próximos do <strong>latim vulgar.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-28 00:12:18 UTC</pubDate>
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         <title>România Medieval</title>
         <author>tricia_kostta</author>
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         <description><![CDATA[<div>Deu-se em partes por causa dos contatos linguístico com povos falantes de outras línguas.<br><strong>Substrato:</strong> falantes das chamadas línguas dos povos que já encontravam nos territórios <mark>conquistados.</mark><br><strong>Superstratos:</strong> falantes das línguas dos povos que <mark>conquistaram</mark> os territórios romanizados.<br><strong>Adstrato: </strong>povos que <mark>conviveram</mark> com falantes do latim em situações de bilinguismo devido as proximidades territoriais. Exemplo: falantes do grego. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-28 00:19:10 UTC</pubDate>
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         <title>Exemplos</title>
         <author>tricia_kostta</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Substrato</strong>: Basco &gt; castelhano. /f/ pronunciado como /h/ aspirado. <br><mark>Hablar = Falar</mark><br><strong>Superstrato: </strong>germânico &gt; francês (empréstimos) <mark>blâo &gt; bleu &gt; blue</mark> (azul em inglês).<br><strong>Adstrato</strong>: árabe &gt; português. <mark>&nbsp;</mark><em><mark>as-sukkar &gt; açúcar&nbsp;</mark></em></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-28 00:32:52 UTC</pubDate>
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         <title>România Moderna</title>
         <author>tricia_kostta</author>
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         <description><![CDATA[<div>São todos os povos falantes de línguas modernas derivadas do latim. Exemplo: América do Sul, parte do Canadá, parte dos Estados Unidos,  alguns países da África e da Ásia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-28 00:43:35 UTC</pubDate>
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         <title>Características das línguas pan-românicas</title>
         <author>tricia_kostta</author>
         <link>https://padlet.com/tricia_kostta/rn4a0zkssf8i/wish/246727963</link>
         <description><![CDATA[<div>1- Todas as línguas românicas desenvolveram o <strong><em><mark>artigo definido</mark></em></strong> a partir do pronome <em>ille</em>.<br>(Exceção do sardo e do catalão que foi do pronome <em>ipse).<br></em>2- Todas as línguas generalizaram<em> </em>os usos das <mark>preposições</mark><em> </em><strong><em>de</em></strong><em> </em>e <strong><em>a</em></strong> para substituir as funções dos casos oblíquos latinos. O genitivo, dativo e o ablativo. <br>3- Todas formaram <mark>comparativos</mark> analíticos a partir de<em> magis </em>ou <em>plus</em>, enquanto o latim clássico fazia o comparativo sintético com desinências -<em>ior</em> ou -<em>ius</em>.<em> <br></em>4- Todas as línguas românicas desenvolveram <mark>tempos verbais analíticos </mark>baseados nos verbos auxiliares habere (haver), etenere (ter), esse (ser).<br>5- Todas utilizam com maior ou menor grau de obrigatoriedade o <mark>pronome pessoal</mark> para marcar as pessoas verbais (em latim o padrão era não usar os <mark>pronomes</mark> que apareciam apenas para dar ênfase aos sujeitos).<br>6- Todas formaram o futuro a partir das formas vulgares habere + infinitivo (com exceção do romeno).<br>7- Todas desenvolveram <mark>advérbios</mark> a partir do ablativo -mente (derivado do ablativo mente).<br>8- Todas usam <mark>sufixo</mark>s e prefixos estranhos ao latim clássico.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-28 00:50:00 UTC</pubDate>
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