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      <title>PORTFÓLIO  by Karen Schildt</title>
      <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg</link>
      <description>Portfólio constituído como instrumento de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), para o Curso de Especialização em Educação Especial e Inovação Tecnológica (EEIT). Este curso de pós-graduação lato sensu é oferecido pela Escola de Extensão da UFRRJ em parceria com a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (SECTI) e a Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Fundação CECIERJ).</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-04-16 17:53:36 UTC</pubDate>
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         <title>UM POUCO SOBRE MIM:</title>
         <author>karenschildt20</author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá, seja bem-vinda(o) ao meu portfólio. Me chamo Karen e sou uma mulher de 25 anos, branca, com os cabelos ruivos tingidos, estatura média e que utiliza óculos constantemente.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-16 18:07:05 UTC</pubDate>
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         <title>VERBETE:</title>
         <author>karenschildt20</author>
         <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg/wish/2555925869</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>KAREN (KA.REN) Substantivo feminino.&nbsp;<br><br>1. Nasceu no município de Nilópolis, em 14 de outubro de 1997. Morou em queimados até os 3 anos de idade, logo residiu em Nova Iguaçu, bairro de Austin, onde vive até hoje.&nbsp;<br><br>2. Filha de Alcemir Schildt Corrêa, homem pardo de 53 anos de idade, e de Luciana Zanon de Rezende, mulher branca de 53 anos de idade. Irmã de Carolina, Wesley e Kauet.&nbsp;<br><br>3. Leitora nos momentos oportunos e admiradora do universo de Harry Potter.&nbsp;<br><br>4. Adora música nacional.<br><br>5. Entusiasta dos conhecimentos da psicanálise.&nbsp;<br><br>6. Irmã de um adulto que vive no Transtorno do Espectro Autista (TEA) em seu grau severo.&nbsp;<br><br>7. Graduada de Licenciatura em Pedagogia pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro - IM.&nbsp;<br><br>8. Seu tema de monografia foi INCLUSÃO DIGITAL E ACESSIBILIDADE TECNOLÓGICA PARA AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA: a experiência do Projeto +Casas da Inovação, orientado pela Profa. Dra. Márcia Denise Pletsch.&nbsp;<br><br>9. Neste ano, se tornou funcionário pública da Rede Municipal de Educação de Nilópolis.&nbsp;<br><br>10. Acredita que a mudança só é possível a partir da inclusão.</blockquote><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-16 18:19:41 UTC</pubDate>
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         <title>SOBRE O CURSO: </title>
         <author>karenschildt20</author>
         <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg/wish/2555954477</link>
         <description><![CDATA[<div>"O Curso de Especialização em Educação Especial e Inovação Tecnológica (EEIT) é resultado do projeto “Pesquisas e ações intersetoriais entre educação e saúde na promoção da escolarização e do desenvolvimento de crianças com síndrome congênita do zika vírus”, financiado pela FAPERJ processo E-26/010.002186/2019, aprovado pelo Protocolo de Ética 135/2021. A pesquisa multidisciplinar foi estruturada em três eixos, a saber: 1) criança e família; 2) escola e professores; 3) intersetorialidade entre Educação, Saúde e Assistência Social. O projeto é constituído por cerca de 50 pesquisadores da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com integrantes da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) e do Instituto Fernandes Figueira (IFF)." (GUIA DE CURSO, 2022). <br><br><strong>OBJETIVOS DO CURSO:</strong>&nbsp;<br><br>✔Promover a formação continuada de profissionais da Educação Básica em nível de especialização na área de Educação Especial e Inovação Tecnológica.<br>✔Promover a formação continuada de profissionais que atuam em setores de apoio à inclusão e acessibilidade na Educação Superior em nível de especialização na área de Educação Especial e Inovação Tecnológica.&nbsp;<br>✔Ampliar e consolidar as parcerias entre Educação Superior e Educação Básica, visando incrementar a formação continuada de professores das redes públicas de ensino em perspectiva inclusiva.&nbsp;<br>✔Desenvolver recursos de inovação tecnológica e pedagógica a partir dos trabalhos de conclusão de curso (produtos educacionais).&nbsp;<br>✔Oferecer aos participantes conhecimentos sobre os processos de ensino e aprendizagem de estudantes com deficiência, assim como estratégias curriculares acessíveis e recursos tecnológicos e pedagógicos a serem empregados em sua escolarização.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-16 19:19:57 UTC</pubDate>
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         <title>MATRIZ CURRICULAR DO CURSO: </title>
         <author>karenschildt20</author>
         <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg/wish/2555956845</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-04-16 19:24:54 UTC</pubDate>
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         <title>COMO ESTE CURSO ME IMPACTOU:</title>
         <author>karenschildt20</author>
         <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg/wish/2555964001</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Como educadora e, sobretudo, irmã de uma pessoa que vivencia o Transtorno do Espectro Autista, vejo este curso de especialização como uma ação potente de transformação social. Através dessa formação continuada, um grande número de pessoas será impactado e muitos espaços do estado do Rio de Janeiro poderão ser beneficiados com práticas e concepções de uma Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Sinto-me privilegiada por ter participado da primeira turma de muitas que ainda virão. Fazer parte deste tipo de especialização com um tema tão importante, tutores e coordenadores tão competentes, aulas tão significativas e professores valiosos para a construção do pensamento inclusivo é algo incomum. Com isso, afirmo que encerro este processo com aprendizagens e vivências que nortearão as minhas concepções e ações, tanto dentro quanto fora da educação.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-16 19:43:04 UTC</pubDate>
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         <title>DEDICATÓRIA:</title>
         <author>karenschildt20</author>
         <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg/wish/2555965460</link>
         <description><![CDATA[<div>Dedico este trabalho e a conclusão deste curso ao meu irmão Wesley, por quem me formei como educadora e quem me motiva a pensar na inclusão e equidade como caminhos principais para a mudança social.&nbsp; <br><br><strong><em>"A inclusão é um processo que exige a construção de uma sociedade para todos, na qual as diferenças não sejam consideradas defeitos, mas sim, características que enriquecem a todos." - Simone de Beauvoir, em "O Segundo Sexo".</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-16 19:46:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>DISCIPLINA 1: INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO ESPECIAL, EDUCAÇÃO INCLUSIVA E DIREITOS HUMANOS</title>
         <author>karenschildt20</author>
         <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg/wish/2555969653</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-04-16 19:56:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>DISCIPLINA 2: PSICOLOGIA E PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM</title>
         <author>karenschildt20</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>"[...] é necessário criar instrumentos culturais especiais, adaptados à estrutura psicológica da criança com deficiência. É necessário propiciar o acesso ao conhecimento geral com a ajuda de procedimentos pedagógicos especiais. Esta é a condição primordial para o desenvolvimento cultural que valendo se de caminhos distintos pode tornar perfeitamente possível o desenvolvimento das pessoas com deficiência."</em> (VIGOTSKI, 1997).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-16 20:11:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>DISCIPLINA 3: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA, DESENHO UNIVERSAL PARA A APRENDIZAGEM (DUA) E TECNOLOGIA ASSISTIVA</title>
         <author>karenschildt20</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-04-16 21:20:04 UTC</pubDate>
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         <title>DISCIPLINA 4: CORPO, MOVIMENTO E RELAÇÕES DE ENSINO</title>
         <author>karenschildt20</author>
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         <pubDate>2023-04-16 21:42:02 UTC</pubDate>
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         <title>DISCIPLINA 5: BRINCAR E APRENDER</title>
         <author>karenschildt20</author>
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         <description><![CDATA[<div>"<em>Vigotski e outros teóricos da abordagem histórico-cultural (Elkonin, 1984; Leontiev, 1986) argumentam que o brincar é uma atividade fundamental ao desenvolvimento psíquico da criança e dão ênfase à brincadeira imaginativa ou jogo de papéis. Para aquele autor (Vigotski, 1984), essa forma de jogo surge num momento em que a criança pequena vivencia "tendências não realizáveis", quando ela busca a satisfação de forma imediata, mas se depara com limites da realidade, e no brincar essa satisfação torna-se possível." (</em>MARTINS; GÓES, 2019)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-18 22:41:07 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>DISCIPLINA 6: DIREITO DE APRENDER E RELAÇÕES DE ENSINO</title>
         <author>karenschildt20</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-05 22:17:20 UTC</pubDate>
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         <title>DISCIPLINA 7: PROCESSOS EDUCACIONAIS PARA ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA E INTELECTUAL</title>
         <author>karenschildt20</author>
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         <pubDate>2023-05-05 22:19:10 UTC</pubDate>
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         <title>DISCIPLINA 8: ENSINO COLABORATIVO, PLANEJAMENTO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO (PEI) E PROPOSTAS INTERSETORIAIS</title>
         <author>karenschildt20</author>
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         <pubDate>2023-05-05 22:20:08 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>DISCIPLINA 9: RELAÇÃO ESCOLA E FAMÍLIA</title>
         <author>karenschildt20</author>
         <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg/wish/2580016311</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>"A família é a instituição social que mais influencia o desenvolvimento humano" - Émile Durkheim</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-05 22:20:39 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO</title>
         <author>karenschildt20</author>
         <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg/wish/2580016663</link>
         <description><![CDATA[<div>Para a conclusão deste curso, eu pretendo produzir&nbsp; uma sequencia didática para professores da educação básica nos anos iniciais do ensino fundamental, com o objetivo de prepará-los para o uso de tecnologias assistivas e comunicação alternativa. <br><br><strong>TÍTULO PROVISÓRIO: SEQUÊNCIA DIDÁTICA PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM&nbsp; TECNOLOGIA ASSISTIVA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-05 22:21:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>SEMANA I:</title>
         <author>karenschildt20</author>
         <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg/wish/2580031256</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>CURTA-METRAGEM:</strong> O "O Balão Vermelho", dirigido por Albert Lamorisse e lançado em 1956.<br><br>O curta retrata uma criança, em fase escolar, que encontra um balão vermelho e grande. A partir desde momento, inicia-se uma verdadeira odisseia, onde o menino precisa enfrentar diversos desafios com o objetivo de permanecer com o balão. Em um ponto de vista de Vygotsky (1896-1934), o brincar é uma atividade complexa que envolve diversas atividades cognitivas, sociais e afetivas da criança.&nbsp; Por meio do brincar, a criança pode experimentar diferentes papéis e situações, desenvolver a criatividade, a imaginação, a linguagem e a capacidade de solucionar problemas. Com isso, entendo que o curta nos traz esse perspectiva, uma vez que o balão representa para a criança a experimentação do faz de conta, da imaginação e da brincadeira. <br><br><strong>SUGESTÃO DE LEITURA: </strong><br><br>Cordazzo, T. D., &amp; Vieira, M. L. (2015). <strong>A brincadeira e suas implicações nos processos de aprendizagem e de desenvolvimento.</strong> Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, 10(2), 469-483.<br><br>Destaco este trecho: <br><br>De acordo com Cordazzo e Vieira (2015, p. 471), "a brincadeira se apresenta como uma das atividades mais significativas para a criança, que, por meio dela, constrói e reconstrói o mundo, as relações sociais e as formas de representação e comunicação".<br><br><strong>AULA SINCRONA (02/09/2022</strong> de <strong>18H às 20H): </strong>“A escola como espaço brincante” Ministração da aula: Prof.ª Ms. Andréa Silveira Dutra.<br><br>A partir da aula da professora Andréa, pude refletir sobre o quanto a brincadeira é menosprezada pela sociedade. Na era em que vivemos, atravessada pelo capitalismo, a brincadeira é percebida como uma atividade improdutiva. Assim, toda e qualquer manifestação de brincadeira no espaço escolar é permeada por entraves que partem dos adultos. Contudo, é necessário compreender que as brincadeiras organizam os pensamentos e contribuem para o desenvolvimento da criança, que, por sua vez, entende o mundo através da imaginação e da reprodução interpretativa dos fatos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-05 23:13:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>SOBRE AS TUTORIAS:</title>
         <author>karenschildt20</author>
         <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg/wish/2582814411</link>
         <description><![CDATA[<div>A professora e tutora Magda Fernandes foi uma peça crucial para a minha chegada até aqui. Todas as segundas-feiras lá estava ela, muito bem humorada, nos auxiliando com a atividade da semana e nos dando dicas valiosas para a nossa formação acadêmica. "Além disso, sempre que havia a participação das minhas colegas de curso, me sentia muito bem com o alto astral das aulas em vídeo tutoriais. Adorei ter feito parte disto!</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 00:18:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>DISCIPLINA TCC:</title>
         <author>karenschildt20</author>
         <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg/wish/2582866621</link>
         <description><![CDATA[<div>Para o trabalho de conclusão de curso, estamos realizando uma disciplina destinada a orientar os processos de pesquisa e a construção do produto educacional. Para isso, foram criados fóruns e vídeos tutoriais para a resolução de possíveis dúvidas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 00:57:41 UTC</pubDate>
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         <title>SEMANA II:</title>
         <author>karenschildt20</author>
         <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg/wish/2587913652</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>AULA SINCRONA (09/09/22</strong> de <strong>18h às 20h): </strong>“A cultura lúdica” - Ministração da aula: Prof.ª Drª Flávia Miller Naethe Motta (UFRRJ).<br><br>Esta, para mim, foi uma das aulas mais ricas em reflexões e conhecimentos que pude assistir. A professora Flávia Motta nos apresentou uma série de contribuições teóricas e práticas para a compreensão da brincadeira como parte integrante do desenvolvimento da criança. A docente nos trouxe um olhar sobre a criança que não corrobora com as ideias impregnadas no nosso imaginário, como a infância relacionada à inocência e os sujeitos infantis como tabulas rasas. Além disso, também compreendemos conceitos importantes para o desenvolvimento infantil de teóricos como Vygotsky e Corsaro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 00:40:44 UTC</pubDate>
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         <title>SEMANA III:</title>
         <author>karenschildt20</author>
         <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg/wish/2587991477</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>DOCUMENTÁRIO: </strong>&nbsp;“Caramba, Carambola: o Brincar tá na escola!” Direção Olindo Estevam, 2014, Cenpec.<br><br>"Brincar é uma forma de existir". Assim, inicio as considerações sobre este documentário. Em uma realidade permeada por violência, desigualdade e preconceito, a brincadeira representa para a criança uma maneira de existir no mundo. Quando um educador impede a realização de atividades relacionadas à brincadeira, ele limita também&nbsp; o pleno desenvolvimento desses sujeitos. <br><br>Ao compreender isto, os professores e a direção da escola municipal de Porto Alegre buscam inserir o brincar como parte essencial da rotina das crianças, além de se empenharem na criação de um ambiente lúdico e acolhedor, com espaços e materiais que estimulam a criatividade e o desenvolvimento integral das crianças.<strong><br><br>AULA SÍNCRONA (16/09/22</strong> de <strong>18h às 20h): </strong>&nbsp;Relatos de brincadeira nas práticas pedagógicas da educação especial numa perspectiva inclusiva, por Professoras Caroline Martins Numes (Rede Municipal de Ensino de Angra dos Reis) e Janete Aníbal de Oliveira (Rede Municipal de Ensino de Mesquita e Nova Iguaçu).<br><br>A aula com as professoras Caroline e Janete nos trouxe alguns relatos de experiência sobre a importância do brincar em suas práticas pedagógicas. Na perspectiva da Educação Inclusiva, a brincadeira assume um papel central no campo das aprendizagens, das relações e das vivências. As docentes nos proporcionaram relatos de atividades que nos permitiram ter um olhar atento para o público da Educação Especial. No dia a dia, é possível não percebermos o desenvolvimento dessas crianças por meio de atividades mais lúdicas. No entanto, com a atenção correta, é possível notar que o brincar é acolhedor e inclusivo, proporcionando um ambiente de aprendizagem mais estimulante e criativo para todos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 01:43:26 UTC</pubDate>
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         <title>SEMANA IV: </title>
         <author>karenschildt20</author>
         <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg/wish/2589520278</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>SUGESTÃO DE LEITURA</strong>: <br><br>DELIBERATO, D.; ADURENS, F. D. L.; ROCHA A. N. D. C. <strong>Brincar e contar histórias com crianças com Transtorno do Espectro Autista: mediação do adulto.</strong> Revista Brasileira de Educação Especial, v. 26, n. 1, p. 59-72, 2020. <br><br>Destaco este trecho:<br><br>"A mediação do adulto por meio do uso de sistemas suplementares e alternativos de comunicação pode favorecer a aquisição de vocabulário das crianças com TEA, além de favorecer o desenvolvimento de interação e comunicação" (Nunes &amp; Walter, 2017<strong> </strong>apud<strong> </strong>DELIBERATO et al., 2020).<br><br><strong>AULA SINCRONA (23/09/22</strong> de <strong>18h às 20h):</strong>&nbsp; “Brincar, objetos sensoriais e inclusão educacional” - Ministração da aula: Prof.ª Drª Daniela de Carvalho Marçal (ObEE/UFRRJ).<br><br>Conforme a professora Daniela, a interação é parte essencial da constituição do ser humano. Ela norteia seu trabalho a partir das teorias de Vygotsky (1998). Assim, a docente nos leva a refletir sobre as ações da imaginação, onde a criança utiliza seu próprio corpo para manipular objetos, vivenciar o espaço e criar possibilidades. Esses múltiplos modos de interagir - também chamados de linguagens - são os que possibilitam a diversidade de ser e estar no mundo, vivenciando experiência comuns, mas com interpretações singulares. Ao pensar na crianças com deficiência, esta ideia é fundamental, visto que a interação destes pode se apresentar dentre uma ou mais linguagens diferentes. Nesse sentido, o conceito do objeto e a ampliação do repertório de cada aprendizagem será vivenciado na interação com o meio e com o outro. É de extrema importância oferecer experiências diversas para a construção de sentidos significativos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-13 12:55:33 UTC</pubDate>
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         <title>SEMANA V: </title>
         <author>karenschildt20</author>
         <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg/wish/2589555110</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>SUGESTÃO DE FILME:&nbsp; </strong>“O milagre de Anne Sullivan” (The Miracle Worker), 1962.<br><br><strong>Ficha técnica:</strong><strong><em> <br><br>Ano produção - </em></strong>1962 <br><strong><em>Dirigido por -&nbsp; </em></strong>Arthur Penn<br><strong><em>Duração - </em></strong>107 minutos<br><strong><em>Classificação -&nbsp; </em></strong>L - Livre para todos os públicos<br><strong><em>Gênero -&nbsp; </em></strong>Biografia Drama<br><strong><em>Países de Origem -&nbsp; </em></strong>Estados Unidos da América.<br><br>Destaco neste filme a cena em que a personagem Anne - que dedicou sua vida a ensinar e incluir Helen Keller -&nbsp;<br>finalmente consegue fazer com que a personagem compreenda o significado da palavra "água", ao colocar suas mãos sob a torneira e deixar a água escorrer sobre elas. A alegria no rosto de Helen ao compreender o significado é muito comovente, e a cena é um momento chave no processo de aprendizado, assimilação do conceito e conexão entre as duas personagens.<br><br>Entendo esta cena como a síntese de todas as aulas de tivemos ao longo desta disciplina, onde a importância da experimentação e vivencia é fundamental para a construção de repertório e assimilação dos conceitos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-13 14:05:46 UTC</pubDate>
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         <title>SEMANA I:</title>
         <author>karenschildt20</author>
         <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg/wish/2589639464</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>VIDEOS SUGERIDOS:</strong></div><ul><li><strong><em>"</em></strong><em>O que é família hoje?” - Entrevista com a psicóloga Rosely Saião.</em></li><li><em>“Querida futura mamãe”&nbsp;</em></li></ul><div><br>Rosely nos leva a refletir sobre as diversas e inúmeras configurações familiares existentes. Até a década de 1960, o conceito de família era permeado de conservadorismo, tradições e ideias relacionados à religião cristã. Contudo, a partir desta década, este padrão começa a ser questionado e novos núcleos familiares ganham força. É interessante pensar que, para alguns teóricos, a relação familiar é ilusória, visto que é uma invenção social. No entanto, é inegável a importância dos sujeitos que exercem esses papéis. A família é a nossa primeira fonte de interação social e, por meio dela, aprendemos os códigos linguísticos que vão além da comunicação verbal. Como bem representado no vídeo "Querida futura mamãe", muitas famílias, diante de um diagnóstico de deficiência, são tomadas pelo medo de que suas crianças não possam assimilar esses padrões relacionais. Contudo, geralmente, não sempre, esses tutores enfrentam o preconceito e os temores, pois se nutrem de afeto para assumir a responsabilidade de cuidar, criar e contribuir no desenvolvimento do sujeito que vivencia a deficiência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-13 16:56:28 UTC</pubDate>
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         <title>SEMANA II</title>
         <author>karenschildt20</author>
         <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg/wish/2589639664</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>AULA SINCRONA </strong>(<strong>14/04/23</strong> das <strong>18h às 20h): </strong>A importância da efetivação da parceria entre escola e família para o sucesso da escolarização” - Professora convidada: Prof.ª Mestre Maria Antônia Goulart (Movimento Down).<br><br>A professora Maria Antônia nos convida a refletir sobre o "mito do aluno médio", uma compreensão equivocada sobre as capacidades e aprendizagens dos nossos estudantes. Em uma sociedade marcada por desigualdades e avanços tecnológicos, a educação se apresenta como um grande desafio. Nesse contexto, é fundamental que a escola se torne um espaço de desenvolvimento, socialização e respeito às diferenças, competências que estão presentes na Base Nacional Comum Curricular. Não é possível consolidar práticas pedagógicas inclusivas se o fazer educativo do professor está voltado apenas para os estudantes com rendimento escolar considerado alto ou médio.<br><br></div><div>Quanto à questão da família, é notável a expectativa que ela tem em relação ao espaço escolar. De forma recíproca, a equipe escolar também gera muitas perspectivas sobre a família. Contudo, ao pensar em educação, especialmente na pública, é comum encontrar famílias desestruturadas. A família também é atravessada por diferentes questões e a educação precisa estar atenta a esses sujeitos que exercem um papel fundamental na vida do estudante atendido. É essencial que o espaço escolar seja democrático, envolva e receba contribuições dos responsáveis. Há muitos modos de participação, entre eles é possível citar alguns: informativo, consultivo, decisório, avaliativo e educativo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-13 16:56:54 UTC</pubDate>
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         <title>SEMANA III:</title>
         <author>karenschildt20</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>SUGESTÃO DE VÍDEO:</strong> “Roda de conversa com mães de estudantes com deficiência” - mediação pela Profa. Dra. Miriam Calheiros de Sá.<br><br>Na roda de conversa, a professora Miriam dialoga com quatro mães de pessoas com deficiência. Inicialmente, elas se apresentam e contam como foi descobrir que seriam mães de PCD. Entre as questões discutidas, uma que me chamou a atenção foi a reflexão das mães sobre a rede de apoio que elas têm. É interessante notar que esta realidade não é um consenso entre elas. Apesar de encontrarem apoio nos profissionais que atendem seus filhos, algumas não encontram o mesmo apoio nas famílias. Isso me toca bastante, já que vivencio a realidade de ter um irmão com Transtorno do Espectro Autista em grau severo desde sempre. Assim, ao longo da minha vida, vi minha mãe sobrecarregada com os afazeres domésticos e o cuidado com meu irmão. Hoje em dia, tento conciliar estudos, trabalho e cuidados com meu irmão junto com ela. Mesmo assim, a maior parte dos afazeres ainda é feita por ela, e isso traz uma certa angústia. Mesmo assim, sigo na luta por uma sociedade inclusiva e acolhedora, inclusive com as famílias de pessoas com deficiência.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-13 16:57:16 UTC</pubDate>
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         <title>SEMANA IV:</title>
         <author>karenschildt20</author>
         <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg/wish/2589639950</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>AULA SINCRONA (28/04/23</strong> das <strong>18h</strong> às 20h): A parceria entre escola e família: relações familiares, autodefensoria e vida independente - Ministração da aula: Profª Drª Rosana Glat (UERJ). <br><br>Antes de tudo, gostaria de enfatizar que foi um privilégio poder ouvir a professora Rosana Glat, que é uma referência e uma fonte de inspiração no meu processo acadêmico. Encerrar esse ciclo com os saberes desta pesquisadora, falando de um assunto tão importante, foi potente e simbólico. <br><br>Nesta aula, Glat nos leva a refletir sobre o estigma que as pessoas com deficiência carregam consigo, frequentemente sendo tratadas de maneira infantilizada, o que acaba fazendo com que assumam esse papel. Devemos entender que a limitação surge da interação da pessoa com deficiência com um ambiente inacessível. Estes sujeitos devem ter como direito o empoderamento, ao exercerem sua autonomia. No entanto, isto só é possível se transpormos as barreiras que impõem a exclusão e o olhar capacitista. O propósito de programas que adotam essas concepções é trazer protagonismo para esses indivíduos que foram por muito tempo invisibilizados. Nesse processo, a família desempenha um papel central, visto que o apoio de quem vive e compartilha essas questões é de supra importância.<br><br>Finalmente, encerro este disciplina com um lema tão reivindicado pelas pessoas com deficiência:<em> "Nada sobre nós sem nós!"</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-13 16:57:36 UTC</pubDate>
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         <title>SEMANA I:</title>
         <author>karenschildt20</author>
         <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg/wish/2589791082</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>AULA SÍNCRONA (06/05/2022</strong> das 18h às 20h): Escola como espaço para a Diversidade e o Desenvolvimento Humano – Profa. Dr. Mônica Kassar - UFMS.&nbsp;<br><br>A aula ministrada pela professora Mônica tem como tema as políticas educacionais para pessoas com deficiência. A docente apresenta um panorama histórico dessas políticas no Brasil, desde a República até os dias atuais. Inicialmente, a educação era vista como algo relevante, porém, problemas como evasão e repetência eram frequentes. Com a ampliação das políticas públicas, houve uma melhora nesse cenário, especialmente com a implementação de programas para grupos sociais marginalizados. No campo da Educação Especial, é possível citar programas alguns:&nbsp;</div><ul><li>Programa de Educação Inclusiva, 2003;</li><li>Programa Implantação de Salas de Recursos Multifuncionais, 2007;</li><li>Programa Escola Acessível, 2007;</li><li>&nbsp;Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), 2015.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 00:56:26 UTC</pubDate>
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         <title>SEMANA II:</title>
         <author>karenschildt20</author>
         <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg/wish/2589791111</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>AULA SÍNCRONA</strong> <strong>13/05/22</strong> das 18h às 20h: “O que há de especial na Educação Especial Brasileira? Estrutura, funcionamento, e aspectos legais da Educação Especial numa perspectiva inclusiva” -&nbsp; Profa. Dr. Márcia Pletsch - UFRRJ.<br><br>Na aula ministrada por Márcia Pletsch e Rafael, são discutidos a história e os modelos de compreensão da Educação Especial no contexto brasileiro. A partir disso, são apresentados os processos educacionais e sociais vividos pelas pessoas com deficiência, desde a exclusão até a inclusão. É destacado que o modelo médico, que considera a deficiência como um problema da pessoa, foi predominante por muito tempo, enquanto o modelo social, que compreende a deficiência como uma construção social, passou a ser mais reconhecido a partir da década de 1980. Os pesquisadores também abordam as leis e políticas públicas voltadas para a Educação Especial no Brasil, a partir de uma linha do tempo.<br>Ao longo da aula, o que mais me interessou foi a percepção destes modelos e como os sujeitos com deficiências eram categorizados.&nbsp;</div><ul><li>&nbsp;Modelo caritativo: PCD vista como coitado.&nbsp;</li><li>Modelo médico: PCD ainda vista como sujeito de pena, mas que poderia ter o auxilio médico.&nbsp;</li><li>Modelo social: deficiência vista como diversidade e barreiras sociais como entraves que dificultam a inclusão.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 00:56:36 UTC</pubDate>
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         <title>SEMANA III: </title>
         <author>karenschildt20</author>
         <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg/wish/2589791140</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>AULA SÍNCRONA</strong> <strong>20/05/22</strong> das 18h às 20h: "A Educação Especial, Educação Inclusiva e Anticapacitismo" -&nbsp; Prof. Dr. Décio Guimarães (IFF).<br><br>Décio nos faz refletir sobre como a educação envolve poder e disputa de interesses. Essas relações também se manifestam na Educação Inclusiva, por meio de ações e discursos capacitistas. No contexto escolar, é possível perceber isso pela invisibilidade dos estudantes com deficiência, pelas práticas pedagógicas excludentes e pelas barreiras de acessibilidade que exercem forças opressoras. Nesse sentido, o professor e pesquisador nos convida a um movimento oposto, o anticapacitismo, em que nós somos os sujeitos capazes não só de contribuir para a remoção das barreiras existentes, mas também para evitar a criação de novas barreiras.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 00:56:45 UTC</pubDate>
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         <title>SEMANA IV: </title>
         <author>karenschildt20</author>
         <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg/wish/2589791172</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>VIDEO SUGERIDO: </strong>&nbsp;“Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva”, por Prof. Dr. Allan Damasceno. <br><br>Neste breve vídeo, o professor aborda marcos políticos e legais para a inclusão da pessoa com deficiência. Considero que esta foi uma maneira bastante interessante de sintetizar os conteúdos da matéria, visto que podem ser um pouco densos dado a quantidade de informação sobre legislação. <br><br><strong>AULA SÍNCRONA </strong>&nbsp;(<strong>27/05/22</strong> das 18h às 20h): “Estrutura da Educação Especial numa perspectiva inclusiva considerando os aspectos abordados em aula sobre acessibilidade e suas diferentes dimensões” -&nbsp; Profa.&nbsp; Dra. Márcia Pletsch - UFRRJ.<br><br>Da mesma forma, a professora Márcia Pletsch também encerra a disciplina sintetizando as principais informações sobre políticas educacionais inclusivas. Além disso, ela nos apresenta alguns direitos previstos na LBI, como os tipos de acessibilidade e o fim de barreiras, o uso de tecnologias assistivas, os programas de atendimento e apoio ao estudante com deficiência, entre outros. Como esses foram temas centrais nas próximas disciplinas, a apresentação desses direitos contribui para uma dimensão prévia de conhecimento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 00:56:55 UTC</pubDate>
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         <title>SEMANA I:</title>
         <author>karenschildt20</author>
         <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg/wish/2589829241</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>AULA SÍNCRONA</strong> (<strong>03/06/2022</strong> de <strong>18h às 20h): </strong>“Questões de desenvolvimento humano na perspectiva histórico-cultural” - Ministração da aula: Profª Drª Ana Luiza Bustamante Smolka (UNICAMP).<br><br>Inicialmente, Smolka apresenta cursos que resultam em referências bibliográficas importantes no campo do desenvolvimento humano na perspectiva histórico-cultural. A partir disso, a pesquisadora se ancora em Vygotsky para explicar a história e implicações do conceito. A palavra desenvolvimento passa por muitas correntes e períodos de pensamento, muitas ideias se fundem, outras se confundem, se contrapõem ou se distanciam. Contudo, na perspectiva histórico-cultural, este conceito esta muito vinculado a cultura, nas relações e nos produtos das atividades dos indivíduos. Smolka também perpassa, nesta aula, pela questão da linguagem e do pensamento que, respectivamente, significam mediação e internalização de cultura. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 03:30:09 UTC</pubDate>
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         <title>SEMANA II:</title>
         <author>karenschildt20</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>AULA SÍNCRONA</strong> (<strong>10/06/22</strong> de <strong>18h às 20h): </strong>Defectologia - Ministração da aula: Profª Drª Débora Dainez (UFSCAR).<br><br>Nesta aula, a professora Débora aborda a Defectologia que, segundo ela, consiste nos estudos de Vygotsky sobre a educação e o desenvolvimento humano. Entendo que uma grande contribuição para esta aula foi a abordagem de um dos seus conceitos mais importantes para o campo da Educação Especial: a compensação.<br><br>A compensação é um conceito-chave para compreender que as condições biológicas não determinam o processo de desenvolvimento humano por si só, visto que existem múltiplas determinações na vida social. Ele sugere que pessoas com deficiência podem superar as barreiras impostas pelo meio através de estratégias e recursos disponíveis. Nesse sentido, ao dialogas com os estudos atuais, é possível afirmar que com o uso de recursos tecnológicos, a cooperação entre pares e a mediação pedagógica é possível alcançar a inclusão.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 03:30:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>SEMANA III:</title>
         <author>karenschildt20</author>
         <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg/wish/2589829342</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>VÍDEO SUGERIDO: </strong>“Coleção Grandes Educadores: Lev Vygotsky”.<br><br>O vídeo narra um pouco sobre a história de Lev Vygotsky e o desenvolvimento de suas principais teorias. Este teórico da psicologia trouxe muitas contribuições para o campo da educação, visto que seus estudos sobre o interacionismo são fundamentais até os dias de hoje para compreender o desenvolvimento social e cognitivo humano.&nbsp;<br><br>Dentre as teorias discutidas, gostaria de destacar a Zona de Desenvolvimento Proximal, pois através dela é possivel compreender o papel do educador na formação do individuo. Nesse sentido, ZDP seria a distância entre o nível de desenvolvimento atual de uma criança e seu potencial de desenvolvimento com o auxílio de um adulto ou de um par mais capaz. O papel do professor é, portanto, o de identificar a ZDP e proporcionar atividades que possam ajudar a criança a avançar nessa área.&nbsp;<br><br>No que concerne a Educação Especial, este conceito é central para o docente que atua com crianças com deficiência. Através do trabalho com a mediação dos conhecimentos, é possível identificar as habilidades e saberes que as crianças já possuem e, em seguida, propor atividades que estejam ligeiramente além de seu nível atual de desenvolvimento, mas ainda dentro de sua ZDP.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 03:30:33 UTC</pubDate>
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         <title>SEMANA IV:</title>
         <author>karenschildt20</author>
         <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg/wish/2589829382</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>AULA SÍNCRONA</strong> (<strong>24/06/22</strong> de <strong>18h às 20h):</strong> Casos de ensino em educação especial na perspectiva inclusiva - Ministração da aula: Profª Drª Maíra Rocha (CPII) e Profª Drª Mariana Pitanga (UFRRJ).<br><br>Com base nos relatos das professoras Maíra e Mariana, pude&nbsp; refletir sobre as diversas possibilidades para os processos de ensino e aprendizagem. Quando os educadores se comprometem com práticas pedagógicas inclusivas, é perceptível o desenvolvimento educacional do estudante com deficiência. <br><br>Na foto, está um estudante da minha turma de 1º ano. João [nome fictício] é uma criança que vive o Transtorno do Espectro Autista. Ele apresenta interesse por desenhos e atividades que envolvem organização, alinhamento e montagem. Com isso, propus esta atividade de chamadinha com um personagem querido por ele. Nos estudos da alfabetização, no processo de escrita e leitura, é recomendado o uso do nome da criança, visto que elas o usam e o ouvem constantemente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 03:30:44 UTC</pubDate>
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         <title>SEMANAS I, II, III, IV E V:</title>
         <author>karenschildt20</author>
         <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg/wish/2589829876</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Como esta foi uma disciplina mais extensa, pensei que fosse melhor resumir minhas considerações em apenas um post, a fim de otimizar espaço. <br><br></em><strong>SEMANA I: <br>AULA SÍNCRONA (01/07/22</strong> das <strong>18h às 20h):</strong>&nbsp; “Tecnologia e Inovação Tecnológica: papel social e implicações no campo educacional” Professora/Pesquisadora convidada: Profª Drª Rosália Maria Duarte (PUC/RJ).<br><br>Nesta aula, a professora Rosália nos traz uma conhecimento vasto e necessário a respeito da inovação tecnológica e das tecnologias assistivas.&nbsp;<br><br>Galvão Filho e Damasceno (2006) compreendem a tecnologia assistiva como um conjunto de artefatos, técnicas e práticas que visam atender os cidadãos com deficiência. Assim, estes recursos e serviços podem ser concebidos desde o mais simples instrumento, como uma bengala, até o mais elaborado, como os sofisticados softwares constituídos para tornar o uso de computador mais acessível&nbsp;<br><br>De acordo com a legislação brasileira, considera-se:&nbsp;<br><br>Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação, de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social. (BRASIL, 2007).&nbsp;</div><div><strong><br>SEMANA II:<br><br></strong>&nbsp;<strong>AULA SÍNCRONA (08/07/22</strong> das <strong>18h às 20h) </strong>“DUA - Desenho Universal para a Aprendizagem como estratégia de inclusão escolar” Professora/Pesquisadora convidada: Profª Drª Ana Paula Zerbato (USP)<strong><br></strong><br></div><div>Conforme a professora Ana, o Desenho Universal da Aprendizagem (DUA) busca respostas para demandas sociais que visam à participação de todos. Na realidade brasileira, há uma tendência de restringir o conceito de acessibilidade aos aspectos físicos e arquitetônicos de um espaço. No entanto, para uma inclusão efetiva, é necessário pensar em outras dimensões desse conceito.<br><br>O DUA é constituído por três princípios: engajamento, autoenvolvimento; representação, percepção, possibilidade de compreensão; e ação e expressão, que envolvem execução e comunicação. <br><br>Nesse sentido, a premissão do DUA é a eliminação de barreiras de acessibilidade. <br><strong><br>SEMANA III:<br><br>AULA SÍNCRONA (15/07/22</strong> das <strong>18h às 20h): </strong>&nbsp;“Tecnologia Assistiva (TA) e Comunicação Alternativa (CA)” Professora/Pesquisadora convidada: Profª Drª Débora Deliberato (UNESP).<br><br></div><div>Débora nos convida a pensar sobre a apropriação plena dos sujeitos com deficiência em seus processos educativos. Não basta oferecer recursos de TA e Comunicação Alternativa. A acessibilidade só pode ser garantida quando há o envolvimento total do sujeito que necessita desses recursos.<br><br></div><div>Nesse sentido, o trabalho do professor está relacionado à mediação. É possível citar algumas estratégias que permitem alcançar esse objetivo: formação inicial e continuada do docente em relação a esses recursos, planejamento, trabalho colaborativo, participação da família, protagonismo do educando, entre outros.</div><div><strong><br>SEMANA IV:<br><br>SUGESTÃO DE LEITURA: </strong>Pletsch, M.D., Oliveira, M.C.P., &amp; Colacique, R.C. (2020). <strong>Inclusão digital e acessibilidade: desafios da educação contemporânea. Revista Brasileira de Educação Especial</strong>, 24(4), 543-556.<br><br>A inclusão digital tem sido discutida como um dos desafios para a efetivação da inclusão escolar, tendo em vista que o uso das tecnologias da informação e comunicação (TIC) tem sido cada vez mais frequente no cotidiano das pessoas. A democratização do acesso às TIC é fundamental para garantir a inclusão digital e, consequentemente, a acessibilidade às informações e aos serviços disponíveis na rede mundial de computadores. Para que isso ocorra, é necessário que as escolas estejam preparadas para oferecer recursos e estratégias que possibilitem a participação plena e efetiva de todos os alunos, inclusive os que apresentam deficiências (PLETSCH, OLIVEIRA, COLACIQUE, 2020). <br><strong><br>SEMANA V:</strong><br><br><strong>AULA SÍNCRONA</strong> (<strong>29/07/22</strong> das <strong>18h às 20h): </strong>“A utilização de recursos de TA e CA no cotidiano escolar: experiências e possibilidades para as práticas de ensino”. Condução da aula: Prof. Dr. Fábio Bernardo e Profª Drª Maíra Rocha.<br><br>Dentre as experiências relatadas pelos professores, a que mais me impactou sou o recurso OR-CAM. Este tipo de tecnologia assistiva auxilia pessoas com deficiência visual ou dislexia a ler textos, reconhecer rostos e objetos, identificar cores e até mesmo reconhecer cédulas de dinheiro. O dispositivo consiste em uma pequena câmera que é acoplada a um óculos ou presa a uma faixa na cabeça do usuário, e se comunica por meio de áudio, emitindo informações sobre aquilo que está sendo capturado pela câmera.&nbsp;<br><br>Achei muito interessante e inovador. No entanto, em uma sociedade desigual, é triste imaginar que nem todos os indivíduos que necessitam desse recurso terão acesso a ele.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 03:32:33 UTC</pubDate>
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         <title>SENAMA I:</title>
         <author>karenschildt20</author>
         <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg/wish/2589830657</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>VIDEO SUGERIDO:&nbsp; </strong>Examined Life - Judith Butler &amp; Sunaura Taylor<br><br>No documentário "Examined Life", a filósofa Judith Butler e a artista Sunaura Taylor discutem a relação do corpo a partir da perspectiva da deficiência. Butler nos faz refletir que a ideia de um corpo "normal" ou "ideal" é construída socialmente, e que essa construção serve para excluir e marginalizar aqueles corpos que não se enquadram nesse padrão. Ela ainda afirma que essa exclusão é uma questão política, e que a luta por uma sociedade mais justa e inclusiva passa pela valorização da diversidade corporal.<br><br></div><div>Taylor, que possui uma deficiência física, fala sobre sua experiência de lidar com um corpo que não se enquadra nos padrões de "normalidade" e sobre como essa experiência a levou a refletir sobre a relação do corpo com as outras esferas de sua vida. Ela afirma que a deficiência não é uma característica inerentemente negativa, mas sim uma diferença que deve ser valorizada e respeitada.<br><br></div><div>Juntas, Butler e Taylor discutem a importância de uma perspectiva que valorize a diversidade corporal e a luta por uma sociedade mais inclusiva e justa, que respeite as diferenças e combata a exclusão. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 03:35:33 UTC</pubDate>
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         <title>SEMANA II:</title>
         <author>karenschildt20</author>
         <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg/wish/2589830711</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>TEXTO SUGERIDO: COSTA, </strong>M. T. M. S.; SILVA, D. N. H. <strong>O corpo que escreve: considerações conceituais sobre aquisição da escrita</strong>, Mar de 2012.<br><br>"O corpo tem sido objeto de discussão em diversas áreas do conhecimento, como a Filosofia, a Sociologia, a Antropologia, a Psicologia e outras, apresentando (ao longo do tempo) diferentes tratamentos conceituais. Sem dúvida, há um paradoxo epistemológico, pois o corpo é, ao mesmo tempo, múltiplo/uno e sujeito/objeto. Nele, natureza e cultura se complementam e se superpõem, rompendo com a clássica dicotomia razão <em>versus</em> emoção" (Villaça, 2009).</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 03:35:47 UTC</pubDate>
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         <title>SEMANA III:</title>
         <author>karenschildt20</author>
         <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg/wish/2589830776</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>AULA SINCRONA</strong> (<strong>19/08/22</strong> das <strong>18h</strong> às 20h): <em>“O corpo na brincadeira” </em>Prof.ª Dr.ª Daniela Nunes (UNB/UNICAMP)<br><br>Nesta aula, o que mais me chamou a atenção foram as quatro leis elaboradas pelo teórico Vygotsky em relação à imaginação. Portanto, irei descrevê-las abaixo:<br><br></div><div>1ª lei: Relação entre imaginação e realidade, visto que quanto mais rica é a experiência humana, maior é também a capacidade de imaginar;</div><div><br>2ª lei: Relação entre experiência e fantasia, uma vez que as experiências são constituídas por meio de produtos da fantasia;<br><br></div><div>3ª lei: Laço emocional, já que a emoção e a imaginação são indissociáveis;</div><div><br>4ª lei: Imaginação cristalizada, sendo a imaginação uma força ativa que leva à materialização/produto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 03:36:01 UTC</pubDate>
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         <title>SEMANA IV:</title>
         <author>karenschildt20</author>
         <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg/wish/2589830846</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>AULA SÍNCRONA </strong>(<strong>26/08/22</strong> das <strong>18h</strong> às 20h): "Práticas corporais inclusivas: pesquisa, ensino e acessibilidade" Ministração da aula: Profª Drª Vanessa Helena Santana Dalla Déa (UFG)<br><br>Nesta aula, tivemos o grande privilégio de ouvir a professora Vanessa contar um pouco sobre sua experiência pessoal com a chegada de sua filha. Além de superar muitas barreiras pela falta de acessibilidade, ambas são exemplos de luta pelo fim do estigma e pela inclusão da pessoa com deficiência nas atividades corporais. Muitos projetos que trazem essa perspectiva inclusiva foram citados pela professora, como "Projeto Dando Asas - Práticas Corporais Inclusivas", "Asdown na pandemia" e, o que mais me impactou, "Diversus - Grupo de Dança".</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 03:36:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>SEMANAS I, II, III, IV, V, VI, VII E VIII: </title>
         <author>karenschildt20</author>
         <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg/wish/2590402631</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Como esta foi uma disciplina mais extensa, pensei que fosse melhor resumir minhas considerações em apenas um post, a fim de otimizar espaço. <br><br></em><strong>SEMANA I: <br><br>VÍDEO:</strong> “<strong>Deficiência Múltipla</strong>” – Profª Drª Márcia Denise Pletsch (UFRRJ/ObEE) em programa produzido pela MultiRio.<br><br>Conforme a professora Márcia Pletsch, deficiência multipla é uma condição que afeta a presença, a funcionalidade e a participação do indivíduo em diversas atividades. É caracterizada pela associação de duas ou mais deficiências, que podem ser físicas, sensoriais ou intelectuais.<br><br></div><div>Segundo a professora, a deficiência múltipla exige uma abordagem pedagógica individualizada e especifica para atender as condições de cada aluno.&nbsp;</div><div><br>Além disso, Pletsch enfatiza a importância da acessibilidade e da tecnologia assistiva para promover a inclusão escolar e social de pessoas com deficiência múltipla. Recursos como materiais adaptados, equipamentos de comunicação alternativa, softwares de reconhecimento de voz e leitores de tela podem ajudar a compensar e a potencializar as habilidades dos alunos com deficiência múltipla.<br><br><strong>SEMANA II: <br><br>AULA SÍNCRONA (11/11/22</strong> das 18h às 20h): “Síndrome Congênita do Zika Vírus: aspectos conceituais, sistemas de apoio e intervenção educacional” Ministração da aula: Profª Drª Érica Costa Vliese Zichtl Campos (SME Duque de Caxias e Nova Iguaçu/ObEE) e Profª Drª Miriam Ribeiro Calheiros de Sá (IFF/Fio Cruz/ObEE).<br><br></div><div>A aula das professoras Miriam e Érica foi rica em conhecimento e informação. Dentro os aspectos abordados, me interessei bastante pelas formas de intervenções apresentadas por elas. Muitas crianças afetadas pela SCZ apresentam comprometimentos em seus canais sensoriais, tais como a audição, visão e percepção tátil. Por isso, é importante que as práticas pedagógicas voltadas para essas crianças considerem e estimulem estes canais sensoriais, visando ampliar suas possibilidades de interação com o mundo e com as pessoas ao seu redor. Isso pode incluir a utilização de recursos como brinquedos sensoriais, materiais com texturas variadas, música, objetos com cores contrastantes e luzes piscantes.<br><br></div><div><strong>SEMANA III: </strong><br><br><strong>TEXTO SUGERIDO:</strong> Dainez, D., &amp; Freitas, A. P. de. (2018). Concepção de educação social em Vigotski: apontamentos para o processo de escolarização de crianças com deficiência. <em>Horizontes</em>, <em>36</em>(3), 145–156. https://doi.org/10.24933/horizontes.v36i3.685<br><br><em>"Nessa&nbsp; perspectiva,&nbsp; assume-se&nbsp; que&nbsp; a&nbsp; desigualdade&nbsp;</em></div><div><em>entre &nbsp; os &nbsp; homens &nbsp; não &nbsp; emana &nbsp; das &nbsp; incapacidades biológicas,&nbsp; mas &nbsp; da &nbsp; desigualdade &nbsp; econômica, &nbsp; da divisão&nbsp; &nbsp; das&nbsp; &nbsp; classes&nbsp; &nbsp; sociais,&nbsp; &nbsp; que&nbsp; &nbsp; demarca&nbsp; &nbsp; a disparidade &nbsp; dos &nbsp; meios &nbsp; de &nbsp; apropriação &nbsp; dos &nbsp; bens culturais &nbsp; acumulados &nbsp; no &nbsp; processo &nbsp; histórico &nbsp; de produção.&nbsp; &nbsp; As&nbsp; &nbsp; condições&nbsp; &nbsp; de&nbsp; &nbsp; possibilidades&nbsp; &nbsp; de desenvolvimento&nbsp; humano&nbsp; ultrapassam,&nbsp; portanto,&nbsp; os&nbsp;</em></div><div><em>limites impostos pela natureza/desigualdade inata." (Dainez, Freitas, 2018).</em><br><br><strong>SEMANA IV:<br><br>AULA SÍNCRONA (25/11/22</strong> das 18h às 20h): “A deficiência múltipla sensorial e as possibilidades para a prática educativa numa perspectiva inclusiva” Ministração da aula: Profª Drª Flávia Daniela Moreira (IBC).<br><br>A comunicação alternativa é fundamental para estudantes com deficiência múltipla, pois muitas vezes eles não possuem as habilidades de comunicação oral e escrita desenvolvidas. Nesse sentido, A comunicação alternativa pode ajudar esses estudantes a se expressarem, compreenderem informações e se envolverem em atividades educacionais de maneira mais eficaz. Este questão é abordada pela professora Flávia, quando ela demonstra que <br>existem diversas formas de comunicação alternativa. É possível citar alguns: pranchas de comunicação, softwares de voz sintetizada, pictogramas, gestos e outros recursos visuais.<br><br><strong>SEMANA V:<br><br>AULA SÍNCRONA</strong> (<strong>02/12/22 de 18h às 20h):</strong> “Avaliação educacional de estudantes com deficiência intelectual e múltipla: pareceres pedagógicos e outras estratégias avaliativas”. Ministração da aula: Profª Drª Ana Paula de Freitas (USF).</div><div><br>Nesta aula, a professora nos leva a refletir que as estratégias de avaliação para pessoas com deficiência múltipla devem considerar as especificidades de cada indivíduo e suas habilidades. É importante que a avaliação seja realizada de maneira ampla e não se restrinja apenas a um tipo de recurso.<br><br><strong>SEMANA VI:</strong><br><strong><br>TEXTO SUGERIDO: </strong>Pletsch, M. D. (2010).<strong> Educação especial e inclusão escolar: políticas, práticas curriculares e processos de ensino e aprendizagem.</strong> Educação e Pesquisa, 36(3), 849-866. doi: 10.1590/S1517-97022010000300010.<br><br>Destaque para a citação: <br><br><em>"Mas é preciso ter clareza que, para trilhar outros caminhos de desenvolvimento, faz-se necessário oferecer ao sujeito com deficiência intelectual condições sociais e educacionais para tal. Outras vezes, é preciso oferecer, ainda, suportes da área da saúde (especialmente nos casos de maior comprometimento), com profissionais como terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, psicólogos e outros. Infelizmente, nossos dados indicaram que a estrutura pública de saúde oferecida para a população da Baixada Fluminense é bastante Poíesis Pedagógica, Catalão-GO, v.12, n.1, p. 7-26, jan/jun. 2014 18 Márcia Denise Pletsch precária frente às demandas. Além disso, histórica e culturalmente, o sistema de saúde brasileiro tem focado no diagnóstico e/ou na reabilitação das pessoas com deficiências, não atuando em sintonia com a área educacional para planejar ações e intervenções mais abrangentes e sistematizadas" (PLETSCH &amp; GLAT, 2013</em>) <br><br><strong>SEMANA VII:<br><br>AULA SÍNCRONA (16/12/22</strong> das 18h às 20h):<strong> </strong>“O trabalho colaborativo com o AEE e outros suportes/apoios para a escolarização de estudantes com deficiência intelectual e múltipla” Ministração da aula: Profª Drª Márcia Marin (FTESM)<br><br>A professora Márcia nos ensina sobre como o trabalho colaborativo e a oferta de suportes e apoios adequados podem contribuir para uma escolarização mais inclusiva e efetiva dos estudantes com deficiência intelectual e múltipla, garantindo-lhes o direito à educação de qualidade e o desenvolvimento de suas potencialidades.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-15 00:44:34 UTC</pubDate>
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         <title>SEMANAS I, II, IV:</title>
         <author>karenschildt20</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Como esta foi uma disciplina mais extensa, pensei que fosse melhor resumir minhas considerações em apenas um post, a fim de otimizar espaço. Destaco aqui as aulas mais significativas para a minha formação.<br></em><strong><br>SEMANA I:<br><br>AULA SÍNCRONA (03/02/2023</strong> de 18h às 20h): “Formação do professor na perspectiva inclusiva” - Ministração da aula: Prof. Dr. Luiz Antônio Senna (UERJ).<br><br>O professor Luiz discute conosco a questão da avaliação no âmbito da Educação Especial. Dentre todos os objetivos da avaliação, o mais importante a ser levado em consideração deveria ser a ênfase no desenvolvimento do estudante. Essa perspectiva não deveria ser considerada apenas no campo da inclusão, mas em todos os outros.<br><br>Entretanto, mesmo que alguns educadores coloquem em prática a avaliação com esse tipo de enfoque, são pressionados por políticas internas e externas de exames nacionais que acabam por demandar o uso da avaliação como instrumento de diagnóstico da aprendizagem do estudante.<br><br>A avaliação com ênfase no desenvolvimento na educação inclusiva busca valorizar a individualidade de cada aluno, promover uma cultura de aprendizado contínuo e incentivar o desenvolvimento integral. É uma abordagem que reconhece a importância de ir além dos resultados escolares e acadêmicos, proporcionando uma educação inclusiva, a partir de um olhar holístico e formativo e com o protagonismo dos estudantes. <br><strong><br>SEMANA II:<br><br>AULA SÍNCRONA (10/02/2023</strong> de 18h às 20h) <strong>“Conceito do Ensino Colaborativo: reflexões sobre trabalho docente articulado”</strong> - Ministração da aula: <strong>Prof.ª Dr.ª Patrícia Macedo</strong> (Colégio Pedro II).<br><br>A professora Patrícia no leva a reflexão de que é de extrema importância que as escolas, tanto públicas quanto privadas, repensem suas abordagens educacionais levando em consideração as necessidades específicas dos alunos, valorizando a diversidade humana e reconhecendo a singularidade de cada indivíduo, independentemente de sua deficiência. Embora seja um desafio, ações coordenadas e colaborativas entre os diversos atores da comunidade escolar e além dela, como professores de Atendimento Educacional Especializado (AEE), professores do ensino regular, equipe de gestão, famílias, agentes de apoio à inclusão (AAI), profissionais de saúde, entre outros, podem impulsionar a efetiva implementação do paradigma da inclusão.<strong><br><br>SEMANA IV:<br><br>SUGESTÃO DE LEITURA: </strong>BRAUN, P.; MARIN, M. Ensino colaborativo: uma possibilidade do Atendimento Educacional Especializado. <strong>Revista Linhas</strong>, Florianópolis, v. 17, n. 35, p. 193 - 215, 2016. Disponível em: https://www.revistas.udesc.br/index.php/linhas/article/view/1984723817352016193. Acesso em: 15 maio. 2023.<br><br>A&nbsp; proposta&nbsp; do&nbsp; ensino&nbsp; colaborativo,&nbsp; fundamentalmente,&nbsp; tem&nbsp; por&nbsp; finalidade&nbsp; a colaboração&nbsp; entre&nbsp; professores&nbsp; no&nbsp; desenvolvimento&nbsp; de&nbsp; atividades&nbsp; no&nbsp; cotidiano&nbsp; escolar,&nbsp;</div><div>mais &nbsp; especificamente &nbsp; na &nbsp; sala &nbsp; de &nbsp; aula. &nbsp; Ou &nbsp; seja,&nbsp;</div><div>todos &nbsp; os &nbsp; envolvidos no &nbsp; processo educacional&nbsp; compartilham&nbsp; as&nbsp; decisões&nbsp; tomadas&nbsp; e&nbsp; são&nbsp; responsáveis&nbsp; pela&nbsp; qualidade&nbsp; das ações&nbsp; efetivadas.&nbsp; Desse&nbsp; modo,&nbsp; não&nbsp; há&nbsp; uma&nbsp; sobreposição&nbsp; ou&nbsp; uma&nbsp; hierarquia&nbsp; entre&nbsp; a&nbsp;</div><div>atuação&nbsp; de&nbsp; cada&nbsp; professor&nbsp; e&nbsp; sim&nbsp; relações&nbsp; que&nbsp; intentam&nbsp; “atingir&nbsp; objetivos&nbsp; comuns negociados&nbsp; pelo&nbsp; coletivo”&nbsp; a&nbsp; partir&nbsp; da&nbsp; “liderança&nbsp; compartilhada,&nbsp; confiança&nbsp; mútua&nbsp; e&nbsp;</div><div>corresponsabilidade pela condução das ações” (DAMIANI, 2008, p. 214).<br><br>Nessa abordagem, não há uma sobreposição ou hierarquia entre os professores, mas sim relações que visam alcançar objetivos comuns negociados pelo coletivo. Isso é alcançado por meio de uma liderança compartilhada, confiança mútua e corresponsabilidade na condução das atividades. Essa perspectiva promove a colaboração, o diálogo e o trabalho em equipe, permitindo uma abordagem mais abrangente e efetiva no processo de ensino e aprendizagem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-15 02:23:07 UTC</pubDate>
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         <title>SEMANAS I, II, III E IV:</title>
         <author>karenschildt20</author>
         <link>https://padlet.com/karenschildt20/rms5iovab8bow9jg/wish/2590526728</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>SEMANA I:<br><br>AULA SÍNCRONA (07/10/22</strong> das 18h às 20h): “Direito de aprender e políticas educacionais” Professor convidado: Prof. Dr. Jefferson Mainardes (UEPG)<strong><br><br></strong>Um ponto chave desta aula para mim foi quando o professor Jefferson nos trouxe aspectos importantes para garantir a aprendizagem. O pesquisador nos ensinou que não basta oferecer o conteúdo, é necessário um bom currículo, procedimentos adequados de avaliação e registro da avaliação, condições de trabalho, materiais pedagógicos, número satisfatório de alunos em sala de aula, apoio pedagógico, diferenciação curricular, entre outros. No entanto, sabemos que na maioria das instituições de ensino essas condições e recursos não são ofertados. Essa realidade ainda requer muita luta, mas é importante compreender que a educação é um direito garantido por lei para todos.<br><br><strong>SEMANA II: <br><br>TEXTO SUGERIDO: </strong>Melo, Doglas Christian Ferrari de, and Andressa Caetano Mafezoni. "O direito de aprender e os alunos público-alvo da educação especial." (2019).<br><br>"Além disso, por que não se falar em uma educação igual para todos? É muito comum, no caso dos alunos da educação especial, ficarem afastados/alienados dos processos de aprendizagem, mesmo dentro da sala de aula. Na prática, enquanto os outros alunos estão aprendendo os conteúdos consagrados histórica e sistematicamente nas disciplinas escolares (Português, Matemática, História, Geografia etc.), a maioria dos alunos com deficiência estão nos cantos das salas de aula rabiscando, pintando, aprendendo, eternamente, as vogais, em um processo de infantilização do sujeito" (MELO; Mafezoni, 2019)<br><br>Decidi destacar este trecho, pois ele reflete a realidade de muitos espaços escolares. Apesar de termos avançado significativamente em conhecimentos sobre a Educação de Pessoas com Deficiência, na prática ainda vemos esses sujeitos à margem de uma educação de qualidade e inclusiva.<br><br><strong>SEMANA III:<br><br>SUGESTÃO DE VÍDEO: </strong><em>Inclusão na Educação de Jovens e Adultos – </em>Prof. Dr. Renato Pontes Costa.<br><br>Nos últimos anos, o aumento do público com deficiência na Educação de Jovens e Adultos enfatiza a relevância de estudar e compreender este campo. Se por si só a EJA representa um desafio para a educação nacional, nos aspectos da educação especial, esse cenário se torna ainda mais agravado, visto que as pessoas com deficiência (PCD) vivenciam as desigualdades sociais e econômicas de maneira ainda mais impactante.<br><br>Além disso, a inclusão de pessoas com deficiência na Educação de Jovens e Adultos requer uma abordagem inclusiva e diversificada para necessidades de cada indivíduo. É fundamental considerar os diferentes tipos de deficiência, como deficiências físicas, sensoriais, intelectuais ou múltiplas, e garantir o acesso a recursos e apoios necessários para uma aprendizagem efetiva.<br><br><strong>SEMANA IV:<br></strong><br></div><div><strong>SUGESTÃO DE VÍDEO:</strong> Pelo direito de aprender: inclusão de pessoas com deficiência no Ensino Superior. <br><br>Nesta entrevista, coordenada pela Professora Márcia Pletsch, estudantes e funcionários concursados da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro compartilham suas experiências no Ensino Superior. É enriquecedor ouvi-los, pois nos permite compreender suas demandas nessa esfera. Apesar dos avanços nas políticas de cotas e ingresso de pessoas com deficiência, ainda é evidente a falta de políticas consistentes de permanência para esse público. Contudo, é importante reconhecer os significativos avanços que ocorreram nesta universidade, especialmente com a consolidação do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão (NAI).&nbsp; </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-15 02:24:35 UTC</pubDate>
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