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      <title>Padlet - Ewylle Farias Valdevino by Ewylle Farias</title>
      <link>https://padlet.com/ewylle/psicologiadaaprendizagem</link>
      <description>𝑈𝑚 𝑐𝑎𝑛𝑡𝑖𝑛ℎ𝑜 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑐𝑜𝑛𝑡𝑟𝑖𝑏𝑢𝑖𝑟 𝑐𝑜𝑚 𝑎 𝑑𝑖𝑠𝑐𝑖𝑝𝑙𝑖𝑛𝑎 𝑃𝑠𝑖𝑐𝑜𝑙𝑜𝑔𝑖𝑎 𝑑𝑎 𝐴𝑝𝑟𝑒𝑛𝑑𝑖𝑧𝑎𝑔𝑒𝑚 / 4º 𝑝𝑒𝑟í𝑜𝑑𝑜 ✨</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-23 23:21:55 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-01-05 12:01:20 UTC</lastBuildDate>
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         <title>O início de um novo ciclo</title>
         <author>ewylle</author>
         <link>https://padlet.com/ewylle/psicologiadaaprendizagem/wish/2273168693</link>
         <description><![CDATA[<div>Oi! Você aí!</div><div>É! Você que está do outro lado da tela! Te desejo as boas-vindas ao meu Padlet!</div><div>Pra quem ainda não me conhece, meu nome é Ewylle! E pra quem conhece continua sendo Ewylle kkkk (se pronuncia Évili)!</div><pre><strong>Sobre mim:</strong></pre><div>Eu sou daqui de Maceió-AL, gosto de ler, assistir filmes, jogar joguinhos... E sou o que vocês conhecem da sala de aula: uma pessoa tímida, centrada etc. Mas também tenho o meu lado descontraído e aleatório que demora a aflorar. 🥲</div><div>Com relação à psicologia, ainda tenho muitas dúvidas sobre qual caminho seguir. Assim, estou me permitindo vivenciar de tudo um pouco.</div><pre><strong>Sobre a disciplina:</strong></pre><div>Eu gosto muito da ideia de cada estudante ter seu padlet para personalizá-lo com a sua carinha, é um diferencial muito legal da disciplina. Acredito que a Psicologia da Aprendizagem será interessantíssima de estudar, e estou animada para conhecer a psicologia com esse enfoque na educação. O plano de aula é muito rico e, certamente, aprenderemos bastante ao longo desse período.<br><br></div><div>Esse é apenas o começo do que esse singelo mural irá se tornar. Me acompanha nessa jornada? ❤️💬</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-26 23:59:45 UTC</pubDate>
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         <title>Aula (30/08) - Teorias da psicologia da aprendizagem 💫</title>
         <author>ewylle</author>
         <link>https://padlet.com/ewylle/psicologiadaaprendizagem/wish/2280670950</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>O texto <strong>“Uma Crítica às Teorias Clássicas da Aprendizagem e à sua Expressão no Campo Educativo”</strong> e a aula do dia 30 de agosto, me fizeram refletir sobre algumas coisas. Entre elas, na questão de como a escola pode (e deve!) ser um ambiente facilitador para o desenvolvimento e a aprendizagem de uma forma menos padronizada e regrada, mas sim de modo a aprimorar as habilidades dos estudantes de diferentes formas, afinal, não há uma aprendizagem única e universal. Como visto no texto:&nbsp;<br><br></div><blockquote>“Na instituição escolar são produzidos diferentes tipos de aprendizagem (...) aprendizagens de fatos e condutas, aprendizagem social, aprendizagem verbal e conceitual, e aprendizagem de procedimentos, ou seja, muitas e diversas formas de aprendizagem.” (p. 117)</blockquote><div>&nbsp;<br>E também:<br><br></div><blockquote>“Em princípio, a aprendizagem depende da posição que ocupa o educando no campo de forças e influências pedagógicas, isto é, da função que este realiza na situação pedagógica.” (p. 118)</blockquote><div><br>Ou seja, é inegável na instituição escolar a presença do Outro - os educadores -, para auxiliar os alunos nos mais diversos tipos de aprendizagem, em especial, a assimilação do conteúdo propriamente dito. Mas se faz necessário a busca de estratégias para que essa assimilação não seja de forma passiva e sem considerar a individualidade de cada um.</div><div>Com isso, como sugestão eu trago o documentário <strong>“Caramba, Carambola: o Brincar tá na escola!”</strong> (Disponível no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=oJSKrU-CKys) que apresenta estratégias para o desenvolvimento infantil na escola com a utilização de brincadeiras para estimular o aprendizado das crianças de forma lúdica. Não se faz uma divisão entre “hora de brincar” e “hora de estudar”, ambos os processos se interligam e o aprendizado ocorre de forma muito mais espontânea. Nesse documentário podemos observar que as educadoras promovem o aprendizado a partir de diferentes atividades: contação de histórias, apresentações teatrais, disponibilização de diferentes materiais para a brincadeira e a promoção de momentos de lazer com alunos de diferentes turmas e faixas etárias. Com isso, as crianças exercem papéis de protagonistas no seu aprendizado com o uso de criatividade e imaginação para transformar objetos aparentemente sem serventia em brinquedos, e ao se relacionarem e trocarem experiências com crianças mais velhas ou mais novas. Assim, o brincar e a ludicidade na educação infantil são elementos-chave para uma plena aprendizagem.</div><div>Por outro lado, diferentemente do que trás o documentário e também o texto, no que se refere ao trabalho pedagógico, a realidade é diferente. Embora nos primeiros anos escolares se explore o lúdico e as habilidades particulares de cada criança, com o passar dos anos as salas de aula costumam ser mais padronizadas e regradas, demonstrando uma clara diferença entre aluno e professor. Além disso, a carga de disciplinas aumenta e o tempo para a brincadeira fica restrito a um singelo “intervalo”, e o estudante mais valorizado é o estudante dócil que não questiona a realidade e corrobora para a manutenção desse sistema. 💭</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-02 12:50:09 UTC</pubDate>
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         <title>Aula (06/09) - Pedagogia das encruzilhadas: Exu como Educação</title>
         <author>ewylle</author>
         <link>https://padlet.com/ewylle/psicologiadaaprendizagem/wish/2289116411</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto e a aula dessa semana me despertaram vários <em>insights</em> quando cada vez mais eu ficava imersa no conteúdo. Confesso que no primeiro momento estranhei o título do material, achando que se tratava de uma educação completamente fundamentada em dogmas religiosos, o que caiu por terra com a explicação ao longo do texto. Aliás, refleti depois que, ainda que fosse, <strong>qual seria o problema?*</strong> Afinal, como discutido em sala, inúmeras escolas cristãs existem, seja abertamente pelo nome da instituição, seja pela tradição de rezar ou orar diariamente, seja ainda pela disciplina de Ensino Religioso – que, ou é voltada unicamente para a prática da fé cristã, ou também contempla o estudo de outras religiões, mas pelo ponto de vista cristão e não por elas mesmas –. Ou seja, resultado do colonialismo.<br><br></div><div>E, retomando ao texto, a <strong>Pedagogia das Encruzilhadas</strong> surge justamente como uma alternativa para essa educação centralizada e pouco diversa. Não me refiro apenas ao ensino religioso, mas também à história, à biologia etc. Disciplinas que, por muitas vezes consideram um único ponto de vista - o do colonizador. E é preciso se desvincular da ideia&nbsp; de que só existe um modo de ser e, então, considerar a pluralidade. Pois bem, o intuito da <strong>Pedagogia das Encruzilhadas</strong> é trazer Exu e tudo o que ele representa a fim de modificar a educação e permitir experiências diversas e um mundo de possibilidades por meio das práticas discursivas. É agir eticamente, criticamente, politicamente... É transformar os modos de ser e fazer pedagogia.<br><br></div><div>Como material para agregar a discussão, eu trouxe uma imagem interativa com trechos do texto que julguei relevantes para uma melhor compreensão da <strong>Pedagogia das Encruzilhadas</strong>. Espero que ajude! 😉<br>__________________<br><sub>*</sub><strong><sub>“Qual seria o problema?”</sub></strong><sub> foi uma pergunta retórica, pois sabemos que, infelizmente, o racismo e a intolerância religiosa assolam nossa sociedade de forma brutal, de forma que essa proposta não seria facilmente aceita e posta em prática para além das comunidades tradicionais.</sub><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-09 03:08:53 UTC</pubDate>
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         <title>Aula (13/09) – Contribuições da análise do comportamento à educação: Um convite ao diálogo</title>
         <author>ewylle</author>
         <link>https://padlet.com/ewylle/psicologiadaaprendizagem/wish/2301155166</link>
         <description><![CDATA[<div>Com relação ao texto, o que mais me chamou atenção foram os seguintes trechos:<br><br></div><blockquote>“Falar em previsão e controle do comportamento parece ser algo que coloca em risco ou nega a liberdade e criatividade humana; e sugere que o homem é uma máquina, que o comportamento humano é simples e não complexo, linear e não mutável.” (HENKLAIN e CARMO, 2013, p. 709)</blockquote><div><br></div><blockquote>“Pensar assim é um equívoco. Ao contrário do que se acredita, previsão e controle podem gerar liberdade. Quando se diz que é possível prever um comportamento, não significa propriamente dizer qual será o futuro da pessoa, mas da probabilidade de se produzir um tipo de interação. Quanto mais soubermos quais e como as variáveis afetam nosso comportamento, maior será a nossa “liberdade” de mudar nossos caminhos e alterar o nosso futuro” (HENKLAIN e CARMO, 2013, p. 709 apud SKINNER, 1998 [1953], 1999 [1974]).</blockquote><div><br></div><div>Achei muito interessantes porque, para mim, na maioria das vezes a ideia de previsão de comportamento remetia a moldes já pré-estabelecidos e à aniquilação de possibilidades. Porém, com a leitura integral do texto e com a última aula, ficou evidente que não se trata disso, mas sim de possibilidades disponíveis para que o indivíduo aja da melhor forma, a depender do contexto.<br><br></div><div>Nesse sentido, é válido mencionar como a <strong>Análise do Comportamento</strong> atua no âmbito educacional. Afinal, dentre tantas pedagogias possíveis, de que maneira o aprendizado de uma turma é mais efetivo? 🤔<br><br>A <strong>Análise do Comportamento</strong> parte justamente desse ponto, experimentando o que é viável e o que não é, se os estudantes são capazes de realizar as atividades por conta própria após serem ensinados (sendo sujeitos ativos) etc. Sob esse viés, o que também me chamou atenção é que o texto trata da importância do acompanhamento individualizado de cada aluno - ainda que façam parte do mesmo grupo - a fim de o docente considerar cada caso e fazer uso de recursos reforçadores se necessário para preencher possíveis lacunas.<br><br>Sobre a imagem acima, a partir do texto, relacionei o reforço positivo do behaviorismo de Skinner com a série animada "Scooby Doo", quando, por diversas vezes o personagem título e o amigo Salsicha - os "medrosos" do grupo - são persuadidos a participarem das investigações porque ganharão biscoitos como recompensa no final. Utiliza-se determinada estratégia para atingir um objetivo específico, tal qual a <strong>Análise do Comportamento</strong> atrelada à educação. 🌠</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-17 18:40:52 UTC</pubDate>
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         <title>Aula (27/09) - A representação da linguagem e o processo de alfabetização 🌟</title>
         <author>ewylle</author>
         <link>https://padlet.com/ewylle/psicologiadaaprendizagem/wish/2322047490</link>
         <description><![CDATA[<div>A publicação dessa semana é um resumo feito por mim tendo como base o texto de Emilia Ferreiro. A ideia surgiu porque considerei o material bastante conceitual, e uma síntese ajuda bastante a compreender os termos principais sem precisar recorrer ao texto original (a exemplo de uma das publicações das colegas Rayane e Roberta). Dessa forma, espero que seja útil e possa contribuir nos estudos do pessoal! 😊<strong>💕</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-01 14:31:48 UTC</pubDate>
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         <title>Aula (11/10) - Na vida dez; na escola zero: os contextos culturais da aprendizagem da matemática. 📐</title>
         <author>ewylle</author>
         <link>https://padlet.com/ewylle/psicologiadaaprendizagem/wish/2341547375</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto da semana e as discussões em sala de aula, principalmente, me fizeram pensar em várias problematizações no que diz respeito ao <strong>ensino e aprendizagem da matemática nas escolas</strong>. Com isso, para ajudar na discussão, trouxe um slide simples com dois materiais que serão posteriormente destrinchados. Recomendo que acessem o material e depois deem continuidade a leitura. 😉<br><br></div><div>Pois bem, o primeiro material é um vídeo de um youtuber que gosto bastante e que traz críticas, com doses de humor, acerca do ensino e aprendizagem da matemática. Um exemplo, também mencionado no texto Carraher, Carraher e Schliemann, é a <strong>formulação dos problemas matemáticos</strong> que, para tentar facilitar e tornar aquela questão mais próxima da realidade do aluno, faz o uso de objetos, frutas, etc. No entanto, ainda que se busque essa aproximação a fim de transformar o abstrato em concreto, na prática ainda é algo um pouco confuso e distante.&nbsp;</div><div>Outro ponto interessante é a <strong>prova real</strong> de um problema matemático, que consiste em fazer o cálculo ao contrário para chegar à operação inicial. E é curioso observar que esse processo pode ir além de uma simples confirmação do cálculo, mas atuar também como um critério que coage estudantes a realizarem operações matemáticas apenas de uma única maneira, desconsiderando a obtenção dos resultados de outras formas e, consequentemente, <strong>suprimindo a curiosidade e criatividade</strong>.</div><div>Por fim, acerca do vídeo, vale a pena mencionar a participação do aluno em aula (claramente de humanas kkkk), que suas respostas, apesar de não serem o que o professor esperava, tinha fundamento e sentido. Nesse viés, me veio a reflexão da <strong>supervalorização das exatas</strong> em comparação às humanas, que se dá desde o ensino básico até o Exame Nacional do Ensino Médio.</div><pre>O aluno inteligente é o que é bom em matemática. A segunda maior nota da TRI do Enem é em matemática. Quem sabe matemática, exatas no geral, é visto como genial.💡</pre><div>E isso se relaciona com o segundo material que eu trouxe, que é uma imagem que apresenta um aluno com dificuldades em realizar um cálculo e, por conta disso, é visto como incapaz, porém o mesmo aluno tem habilidades com as artes, pintando um quadro facilmente. Dessa forma é possível constatar que, nas escolas, a homogeneização é nociva e essa supervalorização de uma área em detrimento das demais <strong>prejudica as potencialidades do aluno</strong> que, ou abandona os estudos, ou permanece na escola apenas com o intuito de completar sua educação básica, sem um interesse genuíno pelo conteúdo. 💭<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-15 22:02:31 UTC</pubDate>
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         <title>AB2 (06/12) - Desenhos Animados e Aprendizagem</title>
         <author>ewylle</author>
         <link>https://padlet.com/ewylle/psicologiadaaprendizagem/wish/2409681331</link>
         <description><![CDATA[<div>Primeiramente gostaria de agradecer a todos os comentários e feedbacks de todas as minhas publicações, pois foram de grande valia para a continuidade do meu aprendizado fora do ambiente de sala de aula. Cada complemento e apontamento foi necessário e cumpriram com a proposta do Padlet, de ser esse ambiente de trocar figurinhas. Obrigada ❤️<br><br>E por falar em aprendizado fora da sala da aula, meu grupo - Ewylle, Gabriella, Maria Eduarda, Nicoly e Yasmin - optou por falar da relação ensino-aprendizagem a partir de desenhos animados e como eles podem ser aliados das crianças nesse processo.<br><br>Para nos aprofundarmos na discussão, criamos um novo Padlet para a exposição dos nossos achados, a seguir:<br>✨ https://padlet.com/ewylle/desenhosanimadoseaprendizagem ✨<br><br>Esperamos que gostem do conteúdo, e comentários e feedbacks são bem vindos! Enfim, muito obrigada e até a apresentação em aula! 🥰 (Ou depois dela, se você está vendo essa postagem depois kkkk).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-05 19:34:02 UTC</pubDate>
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