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      <title>Ações Estratégicas do Sistema Viário e de transportes by FRANCISCO CLAILTON MOUTA FERREIRA</title>
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      <pubDate>2021-04-26 19:00:47 UTC</pubDate>
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         <title>Plano direto
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Planejar o espaço urbano demanda abordagens integradoras e multidisciplinares, dado seu caráter coletivo e envolvimento de atores com interesses variados. A dificuldade de integração dos esforços de planejamento é questão central a ser enfrentada, seja na adoção de princípios norteadores do processo, na identificação de problemas ou no estabelecimento de objetivos comuns. Na interpretação científica do objeto do planejamento – o espaço urbano –, o plano diretor se impõe como importante instrumento orientador das políticas de desenvolvimento local. Enquanto produto histórico, vinculado aos valores humanos de uma época e lugar, serve como indicador paradigmático do próprio planejamento, revelando a fase evolutiva, ideologicamente delimitada, dessa área do conhecimento. Neste artigo, analisam-se planos diretores selecionados da cidade de Fortaleza, segundo o Paradigma do Planejamento da Acessibilidade e Mobilidade da Urbe Sustentável (PAMUS), que considera central na análise do planejamento três subsistemas urbanos correlacionados: atividades, uso do solo e transportes. Para tanto, trabalhou-se a interpretação qualitativa do conteúdo programático dos planos diretores, segundo o modelo conceitual ALUTI.<br><br>(João Wênio Rodrigues Linhares)</div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-26 19:21:46 UTC</pubDate>
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         <author>luizagomes51</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Ceasa-CE adquiriu um gerador de 180 KVA para, na falta de energia no entreposto de Maracanaú, garantir o funcionamento de todo o sistema de combate a incêndio, da portaria de entrada e saída e de diversas áreas comuns. A ação, faz parte de um conjunto de melhorias que central de abastecimento vem recebendo. O investimento foi da ordem de R$ 103 mil.<br><br></div><div>“É uma demanda antiga da nossa gestão, extremamente necessária e que conseguimos concretizar agora, pois vai assegurar que não falte energia em locais estratégicos da Ceasa-CE, garantindo, assim, ainda mais segurança para permissionários, funcionários e compradores,” destaca , o presidente da Ceasa-CE, Maximiliano Quintino.<br><br></div><div><br></div><div>Além disso, a Ceasa-CE deu início à implantação da sinalização de trânsito horizontal e vertical na portaria de entrada e nas principais vias da central de abastecimento. “Com o recapeamento de toda nossa malha viária, estamos agora implantando as sinalizações para que possamos ter um trânsito mais ordenado dentro da Ceasa-CE,” explica Quintino.<br><br>*LUIZA VITÓRIA DE ANDRADE GOMES&nbsp;<br>Achei bem interessante essa informação&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-26 19:28:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>franciscosales811</author>
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         <description><![CDATA[<div>Análise da evolução dos padrões de mobilidade no sistema de transporte coletivo por ônibus em Fortaleza utilizando Bbig Data.<br><br><br><br><br>Nome= Francisco Rogger Marques Sales</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-26 19:29:11 UTC</pubDate>
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         <title>A Evolução do transporte público na capital</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>https://youtu.be/rmf09is9vAk<br><br>Kayane Vitória de Sena Silva</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-26 19:30:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>define ações prioritárias para esse sistema, tais como: implantação de novos corredores de ônibus, terminais, estações de transferência e conexões em áreas estratégicas, requalificação da rede existente, garantia de acessibilidade a pessoas com deficiência e mobilidade reduzida e atualização das formas de operação, incluindo a aplicação de novas tecnologias, e adoção de soluções ambientalmente sustentáveis.<br>NOME:GUSTAVO LUÍS DOS SANTOS SANTANA&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-26 19:31:44 UTC</pubDate>
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         <title>ESTAÇÃO DE FORTALEZA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Estação Fortaleza, evolução do transporte público.&nbsp;<br>GLAYSE SANTANA DOS SANTOS&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/ELjtvwvrpXw" />
         <pubDate>2021-04-26 19:32:42 UTC</pubDate>
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         <title>Sistema de transportes coletivos de Fortaleza - Camile dos Santos Gomes.</title>
         <author>camilegomes4</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://youtu.be/vmj_o-HLBks</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-26 19:37:33 UTC</pubDate>
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         <title> AÇÃO ESTRATÉGICA AGENTES ENVOLVIDOS LOCUS PRIORITÁRIOS PRAZO </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;AÇÃO ESTRATÉGICA AGENTES ENVOLVIDOS LOCUS PRIORITÁRIOS PRAZO DE&nbsp;<br>EXECUÇÃO<br>CUSTO BAIXO&nbsp;<br>IMPACTO BAIXO<br>CUSTO ALTO&nbsp;<br>IMPACTO ALTO<br>CUSTO ALTO&nbsp;<br>IMPACTO BAIXO<br>CUSTO BAIXO&nbsp;<br>IMPACTO ALTO<br>ASPECTOS&nbsp;<br>HISTÓRICOS<br>1. Identificar os espaços históricos da cidade e seus&nbsp;<br>bairros e implantar placas físicas informativas com&nbsp;<br>interface com mídias digitais (QR Code, por&nbsp;<br>exemplo), formando circuitos para pedestre&nbsp;<br>interligando os pontos históricos orientando aos&nbsp;<br>pedestres informações relevantes para o percurso,&nbsp;<br>como distância em caminhada para o próximo ponto&nbsp;<br>relevante. Interligar também esse circuito ao&nbsp;<br>transporte público, com estação que seja um ponto&nbsp;<br>de partida.<br>SEUMA, SECULTFOR,&nbsp;<br>AMC, SETFOR, SECULT&nbsp;<br>e ETUFOR<br>Centro e Beira Mar CURTO<br>2. Elaborar rotas dos marcos históricos e culturais&nbsp;<br>por meio de software (podendo implantar QRCODE&nbsp;<br>e realidade aumentada).<br>SEUMA, SECULTFOR,&nbsp;<br>SETFOR, SECULT e&nbsp;<br>IPHAN<br>Todos os bairros CURTO<br>3. Atuar junto aos movimentos de bairros, ao&nbsp;<br>observatório de Fortaleza e outras organizações não&nbsp;<br>governamentais para a identificação de&nbsp;<br>personalidades e acontecimentos que marcam a&nbsp;<br>história de cada bairro e o registro destes por meio&nbsp;<br>de placas e/ou monumentos alusivos.<br>SEUMA, IPLANFOR,&nbsp;<br>SECRETARIAS&nbsp;<br>REGIONAIS,&nbsp;<br>AGENTES DE&nbsp;<br>CIDADANIA e&nbsp;<br>ASSOCIAÇÕES DE&nbsp;<br>BAIRROS<br>Todos os bairros CURTO<br>4. Incentivar programas e divulgação publicitária,&nbsp;<br>para promover a valorização histórica da cidade,&nbsp;<br>que atuem por meio da realização de&nbsp;<br>passeios/caminhadas guiadas.<br>SEUMA, SECULTFOR,&nbsp;<br>SETFOR, SECULT e&nbsp;<br>IPHAN<br>Não convém CURTO<br>5. Incentivar a participação de artistas do bairro&nbsp;<br>para pintura de murais relacionados a história do&nbsp;<br>bairro ou personagens da literatura, música ou&nbsp;<br>cultura cearense, a fim de tornar a cidade atrativa.<br>SEUMA e&nbsp;<br>SECRETARIAS&nbsp;<br>REGIONAIS<br>Todos os bairros CURTO<br>Suelen santos</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-26 19:47:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/franciscoferreira21/rmlpbkjjsrg30hl9/wish/1461431770</link>
         <description><![CDATA[<div>Evolução do transporte publico em Fortaleza&nbsp;<br><br><br>Emanuel Arthur do Nascimento Couto</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/rmf09is9vAk" />
         <pubDate>2021-04-26 19:48:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/franciscoferreira21/rmlpbkjjsrg30hl9/wish/1461431822</link>
         <description><![CDATA[<div>LIBERAÇÃO DE NOVO TRECHO DO ANEL VIÁRIO DE FORTALEZA<br>OO Governo do Ceará liberou importantes trechos para o tráfego de veículos na Região Metropolitana de Fortaleza. Por volta das 8h foi liberado o viaduto da CE-065, sobre o Anel Viário, nos dois sentidos (Fortaleza-Maranguape). Além disso, foi aberto o trecho do Anel Viário sentido Caucaia-Maracanaú – a pista inversa já estava autorizada para a passagem de veículos. Com isso, todo o entroncamento do Anel Viário com a CE-065, que são as principais conexões entre a Capital, Maranguape, Caucaia e Maracanaú está completamente liberado para a passagem de veículos.<br>“A duplicação do Anel Viário vai desafogar todo o tráfego de veículos na Região Metropolitana de Fortaleza, além de favorecer o transporte de carga, melhorar a ligação entre os portos do Pecém e do Mucuripe, e promover mais segurança ao deslocamento da população entre os principais polos da RMF”, citou o governador Camilo Santana.<br>A entrega completa de toda a obra de duplicação do Anel Viário pela Superintendência de Obras Públicas (SOP), realizada em convênio com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), do Governo Federal, deve ocorrer ao longo deste ano. Os trabalhos continuam nas estruturas de ligação entre Anel Viário e CE-065, assim como em outros pontos da rodovia federal, onde seguem em implantação de alças e acessos, retornos e ciclovias.<br>A ampliação da capacidade do Anel Viário (BR-020) é fundamental para o fortalecimento do corredor logístico na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). Em conjunto com a CE-010, a BR-222 e a CE-155, o Anel Viário proporciona a ligação entre os portos do Pecém e do Mucuripe. E, por meio também da interligação com as rodovias BR-116 e CEs 040, 060 e 065, viabiliza melhor deslocamento para os polos produtivos da RMF e de todo o Estado, impulsionando o desenvolvimento do Ceará.<br><br>Kairo Klever Santos de Almeida</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-26 19:48:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luanasousa85</author>
         <link>https://padlet.com/franciscoferreira21/rmlpbkjjsrg30hl9/wish/1461439509</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=aam-FA9q2dA" />
         <pubDate>2021-04-26 19:50:46 UTC</pubDate>
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         <title>Mudanças na infratrutura viária da Capital incentivam mobilidade sustentável e redução de acidente.</title>
         <author>caiograciano</author>
         <link>https://padlet.com/franciscoferreira21/rmlpbkjjsrg30hl9/wish/1461446347</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando uma cidade tira do papel políticas de mobilidade urbana, a estrutura física dos modais de deslocamento muda, mas é no comportamento sustentável do usuário, incentivado por essas ações, e na segurança nas vias, onde estão os maiores ganhos. Em Fortaleza, sobretudo nos últimos oito anos, a rede cicloviária passou por expansão, o transporte coletivo registrou aumento na velocidade operacional e a infraestrutura viária ficou mais robusta, conforme dados da Secretaria Municipal da Conservação e Serviços Públicos (SCSP). Avanços que precisam de estratégias continuadas, avaliam especialistas.<br><br>Se em 2013, a Capital possuía apenas 3,3 km de faixas exclusivas para o tráfego de ônibus, atualmente, há 117 km de contra-fluxos prioritários, número 35 vezes maior que o anterior. Essa alternativa fez reduzir o tempo de viagem dos coletivos, a exemplo dos veículos que circulam na Avenida Santos Dumont, onde a velocidade média era em torno de 4 km a 5 km/h, e agora, avançou para 14 km a 15 km/h. Ainda nesse modal, a implantação dos primeiros BRTs na cidade, localizados nas avenidas Bezerra de Menezes e Aguanambi, provocou uma queda de 48% no tempo de deslocamento dos coletivos que passam por esses dois corredores.&nbsp;<br><br>No que se refere à infraestrutura de circulação viária, em oito anos, Fortaleza ganhou seis túneis e seis viadutos juntos ao 34 binários implantados em cerca de 40 bairros. Segundo o coordenador da Iniciativa Bloomberg de Segurança Viária, Dante Rosado, essas obras contribuíram para destravar antigos nós no trânsito da cidade. “Ajudaram a desfazer gargalos históricos da cidade, como no cruzamento das avenidas Antônio Sales com Engenheiro Santana Júnior e Engenheiro Santana Júnior/Padre Antônio Tomás, além das obras no entorno da própria Via Expressa”, aponta.<br><br>brt<br><br>Legenda: BRT da avenida Aguanambi, no bairro de Fátima, começou a funcionar em janeiro de 2019<br>Foto: Helene Santos<br>Em vias com alta incidência de acidentes, como as avenidas Osório de Paiva e Duque de Caxias, a velocidade máxima permitida caiu de 60 km/h para 50 km/h com o intuito de evitar ocorrências mais graves. Na avenida Leste-Oeste, por exemplo, a SCSP estima um recuo de 83% nos atropelamentos após essa readequação, de 2018 até agora. Apesar de os motoristas terem pisado com menos intensidade no acelerador, o balanço da Pasta confirma que o movimento de veículos fluiu, tanto é que, entre 2014 e 2019, o índice de congestionamento caiu 23%, com base em dados georreferenciados pela empresa Tom Tom.&nbsp;<br><br>BICICLETA<br>No transporte cicloviário, os indicadores também evidenciam os avanços na mobilidade de usuários de bicicletas. A partir das diretrizes do Plano Diretor Cicloviário Integrado (PCDI), Fortaleza expandiu a quantidade de ciclovias e ciclofaixas, passando de 68,6 km, em 2013, para 347,2 km neste ano, um crescimento de 406%. E, 7 em cada 10 ciclovias/ciclofaixas estão na periferia da cidade.&nbsp;<br><br>Além da infraestrutura, as políticas voltadas para ciclistas também oferecem o equipamento de duas rodas. A Capital dispõe de quatro sistemas de bicicletas compartilhadas, com destaque para o Bicicletar, criado há seis, que tem 188 estações e contabiliza 3,5 milhões de viagens. O programa conta ainda com o Mini-Bicicletar para crianças, o Bicicleta Integrada nos terminais de ônibus para rotas casa-trabalho e o Bicicletar Corporativo nas secretarias da Prefeitura de Fortaleza.&nbsp;<br><br>Dos atuais 5 milhões de deslocamentos feitos diariamente na cidade, que envolvem transporte individual ou coletivo, 250 mil são por bicicletas. O número corresponde a 5% do total, enquanto no ano de 2015 esse indicador estava em 3%. Em dias úteis, a avenida Bezerra de Menezes chega a registrar 3.800 ciclistas e a Ciclofaixa de Lazer, que liga os bairros Cocó, São Gerardo e Montese à Praia de Iracema, reúne outros 4 mil ciclistas aos domingos.&nbsp;<br><br>ciclo<br>Legenda: Rede cicloviária de Fortaleza tem 347,2 km de extensão<br>Foto: Thiago Gadelha<br>“Fortaleza é exemplo nacional de expansão da infraestrutura cicloviária, da afirmação da bicicleta enquanto meio de transporte”, atesta Kelly Fernandes, especialista em mobilidade do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). Através do indicador PNT (People Near Transit, na sigla em inglês), ela cita que&nbsp; o Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento (ITDP) mede o percentual da população que tem acesso a ciclovias e ciclofaixas até 300 metros do local de moradia. O levantamento aponta que 49% residem a essa distância dos equipamentos.&nbsp;<br><br>Dessa forma, destaca Kelly Fernandes, a Capital estimula o interesse dos usuários pela mobilidade sustentável que reduz a possibilidade de problemas ambientais. “Promover essa mobilidade é fazer com que as pessoas consigam chegar onde precisam com o uso de meios de transporte não poluentes, que é andar a pé ou de bicicleta, e do transporte coletivo que usa menos combustível para circular e ocupa menos espaço enquanto circula”, pontua.&nbsp;<br><br>EXPERIÊNCIA<br>Quando optou por trocar o ônibus pela bicicleta, há dois anos, a auxiliar de produção Luiza Alves, 47, pensou na comodidade e na economia. Ela justifica que utilizando o próprio transporte para chegar ao trabalho, a cerca de três quilômetros da sua casa, na Barra do Ceará, não ficaria refém dos horários dos coletivos e ainda pouparia dinheiro por não pagar passagem. Com o passar do tempo, percebeu impactos positivos na saúde.&nbsp;<br><br>“No começo, realmente, eu pensei só na facilidade de ir trabalhar na minha bicicleta sem me preocupar com ônibus, e economizar dinheiro. Mas, agora, eu vejo também que até a minha disposição para fazer outras atividades depois do expediente, melhorou. Eu considero que isso é um ganho muito positivo, porque saúde é fundamental para tudo nessa vida”, conta.&nbsp;<br><br>A execução das políticas públicas de mobilidade tem repercussão direta nas ocorrências de trânsito. Isso porque, pela primeira vez, a Capital conseguiu atingir a meta da Organização das Nações Unidas (ONU) ao reduzir em 50,3% o número de óbitos no trânsito em um intervalo de 10 anos. No ano passado, a cidade contabilizou 7,4 mortes por 100 mil habitantes, e em 2010 o índice era de 14,9 mortes. De acordo com a Secretaria da Conservação e Serviços Públicos, “há uma estimativa de que 578 vidas foram salvas”.&nbsp;<br><br>Para chegar a esses resultados, porém, as ações precisaram integrar gestão e sociedade, conforme detalha o engenheiro de transportes da Prefeitura de Fortaleza, Victor Macêdo. “Tem que ter um alinhamento muito forte. Não é fácil quebrar um paradigma de um modelo de cidade voltada para automóveis que vinha sendo construído há décadas. Você mudar esse pensamento é um desafio grande e só consegue com engajamento político, corpo técnico, adesão dos usuários e suporte da imprensa”, reflete.<br><br>Ainda em etapa de produção, o Plano de Acessibilidade Sustentável de Fortaleza (Pasfor) irá nortear as novas estratégias de mobilidade para os próximos 10 anos, uma vez que a cidade precisa de ações continuadas, segundo o engenheiro. “Essas ações vão estar sempre em pauta. Não é uma discussão fácil, mas a SCSP, a AMC e a Etufor têm tratado isso com um olhar muito forte”, assegura Macêdo.&nbsp;<br><br>-Caio Rodrigues Graciano</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-26 19:52:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luanasousa85</author>
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         <description><![CDATA[<div>A revolução da ciclomobilidade<br><br>Luana Santos de sousa</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-26 19:57:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>paulogama2</author>
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         <description><![CDATA[<h1>Malha Cicloviária</h1><div><br></div><div>Com o Programa de Expansão da Malha Cicloviária em amplo desenvolvimento, a Prefeitura de Fortaleza, somente no período da atual gestão, bateu um recorde histórico, ampliando em 277% a rede cicloviária na cidade. Dessa forma, a cidade, que tinha apenas 68,2 km de rede cicloviária ao final de 2012, hoje conta com os atuais 257,5 km de infraestrutura cicloviária, sendo 105,9 km de ciclovias, 147,5 km de ciclofaixas, 4 km de ciclorrotas e 0,1 km de passeio compartilhado. Os trabalhos são coordenados pela Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos (SCSP), por meio do Plano de Ações Imediatas de Transporte e Trânsito de Fortaleza (PAITT), em parceria com a Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC), a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinf) e as Regionais.</div><div><strong>Plano Diretor Cicloviário Integrado (PDCI)</strong></div><div>Com o desenvolvimento do Programa de Expansão da Malha Cicloviária, a meta estabelecida pelo Plano Diretor Cicloviário Integrado (PDCI) para 2020, que era de cerca de 236 km de rede para deslocamento de ciclistas, já foi ultrapassada. Dando um passo bem mais à frente, a Prefeitura de Fortaleza projeta uma meta maior até o final de 2020, que é chegar a uma marca de cerca de 400 km de malha cicloviária. No total, o PDCI prevê que Fortaleza conte com, no mínimo, 524 km de malha cicloviária disponível até 2030.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-26 20:02:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>SISTEMA VIÁRIO 4. Metodologia de análise da mobilidade<br>&nbsp;As iniciativas referentes à mobilidade urbana do município de Fortaleza foram<br>avaliadas através da aplicação do Índice de Mobilidade Urbana Sustentável -<br>IMUS, combinada com a análise de projetos e obras específicos.<br>O IMUS é uma ferramenta desenvolvida na Escola de Engenharia de São Carlos<br>&nbsp;da Universidade de São Paulo - EESC/USP pela pesquisadora Marcela da Silva<br>Costa em 2008. Seu objetivo é auxiliar no suporte à gestão da mobilidade e na<br>formulação de políticas públicas. O conceito de mobilidade urbana sustentável<br>implícito no Índice está alinhado com as diretrizes estabelecidas pela PNMU e<br>também com os princípios da mobilidade urbana sustentável defendidos pelo<br>2<br>ITDP , justificando sua aplicação para esta avaliação. A escolha do IMUS teve<br>ainda a intenção de dar continuidade ao estudo previamente realizado por<br>pesquisadores da Universidade Federal do Ceará - UFC - no qual o Índice foi<br>&nbsp;2 Os princípios da mobilidade urbana sustentável defendidos pelo ITDP encontram-se descritos na publicação Padrão de Qualidade TOD, disponível para download em http://itdpbrasil.org.br/padrao-de-qualidade-tod/.<br>6<br><br>&nbsp;calculado para os anos de 2013 e 2014.<br>A estrutura do IMUS é formada por indicadores distribuídos em Domínios e<br>Temas que visam traduzir impactos e perspectivas da mobilidade urbana<br>utilizando dados de fácil obtenção e cálculo direto. Suas principais características<br>podem ser resumidas nos pontos abaixo:<br> Estrutura-se através de uma hierarquia de critérios baseada em conceitos e elementos identificados por técnicos e gestores atuantes no âmbito do<br>&nbsp; planejamento urbano e dos transportes de onze cidades ou regiões<br>metropolitanas brasileiras;<br> Possui um sistema de pesos para os critérios. Os pesos foram obtidos através de consulta a especialistas de diferentes países (Brasil, Portugal, Estados Unidos, Austrália e Alemanha). A partir destes pesos, é possível identificar a importância relativa dos elementos e conceitos considerados no índice, bem como avaliar o impacto de alterações ocorridas nas três dimensões da sustentabilidade: social, ambiental e econômica;<br> Contém um modelo de agregação que permite compensações de critérios com pesos baixos por critérios com pesos altos entre os 9 Domínios, 37 Temas e 87 indicadores que compõem o índice;<br> Constitui ferramenta de fácil entendimento e aplicação, por não exigir o uso de programas de computador específicos ou de modelos matemáticos complexos. Os cálculos são realizados por meio de planilha eletrônica e/ou<br>&nbsp;calculadora. (Costa, 2008)<br>&nbsp;Os domínios, indicadores e respectivos pesos utilizados no IMUS encontram-se<br>listados na Figura 1; o índice conta com indicadores quantitativos e qualitativos.<br>Após a definição dos pesos, passa-se ao cálculo do escore normalizado para cada<br>indicador, com valores entre 0 e 1. Com base nestes escores normalizados,<br>calcula-se o valor final do IMUS, que utiliza a mesma escala de variação definida<br>para os indicadores, entre 0 e 1 (Costa, 2008; Projeto Copa, 2014).<br>O estudo da UFC utilizado como referência fez parte do subprojeto Mobilidade<br>Urbana do "Projeto Copa", encomendado pelo Conselho Nacional de Pesquisas<br>&nbsp;7<br><br>&nbsp;(Cnpq) a um grupo de universidades nas cidades sede dos jogos da Copa do<br>Mundo FIFA 2014. No documento encontram-se uma análise da mobilidade<br>urbana em Fortaleza com foco no legado da Copa, assim como uma avaliação<br>pontual das obras acordadas entre governo municipal, estadual e federal na<br>Matriz de Responsabilidades da Copa, que envolviam projetos de corredores de<br>ônibus, veículo leve sobre trilhos (VLT) e estações de metrô. Os valores dos<br>indicadores calculados pela equipe da UFC serviram de parâmetro para a<br>comparação com os indicadores calculados para 2015 no presente documento</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-26 20:18:14 UTC</pubDate>
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         <title>MELHORIAS DAS CICLOVIAS E DAS CICLOFAIXAS</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O objetivo é incentivar o uso da bicicleta visando a melhoria da mobilidade urbana. Entenda por que a construção de estrutura cicloviária é tão importante para as cidades brasileiras.<br><br>Sabemos que há um crescente&nbsp;movimento contrário&nbsp;à implantação de ciclovias na capital paulista que, apesar de alegar motivos nobres como “qualidade” e “segurança do ciclista”, resumem-se a uma disputa mesquinha para preservar áreas de estacionamento e não reduzir em hipótese alguma o espaço de circulação do automóvel (nem mesmo na forma de redução da largura de faixas de rolamento em avenidas).<br><br>&nbsp;a redução dos índices de emissão de poluentes;<br>a melhoria da qualidade de vida nos centros urbanos e das condições de saúde da população;<br>o desenvolvimento de ações voltadas para a melhoria do sistema de mobilidade cicloviária;<br>a inclusão dos sistemas cicloviários nas ações de planejamento espacial e territorial;<br>a conscientização da sociedade quanto aos efeitos indesejáveis da utilização do automóvel nas locomoções urbanas, em detrimento do transporte público e de alternativas não motorizadas.<br><br><br>* ISABELLE SOUSA FURTADO *&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-26 21:01:23 UTC</pubDate>
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         <title>Mudanças na infraestrutura viária da Capital incentivam mobilidade sustentável e redução de acidente</title>
         <author>carlospereira96</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br>https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/metro/mudancas-na-infraestrutura-viaria-da-capital-incentivam-mobilidade-sustentavel-e-reducao-de-acidente-1.3023686<br><br>Carlos Fernando de Oliveira Pereira<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-26 21:13:27 UTC</pubDate>
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         <title>Transporte sustentável- Bicicletar Fortaleza </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Maria Bianca dos Santos de Sousa&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/kyjIGFATtJo" />
         <pubDate>2021-04-26 21:16:30 UTC</pubDate>
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         <title>FORTALEZA QUER SER UMA CIDADE 100% CICLÁVEL.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>https://www.mobilize.org.br/noticias/12234/fortaleza-quer-se-tornar-uma-cidade-100-ciclavel-veja-como.html<br><br>Carolina Castro Sant'anna.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-26 21:35:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>claudineyeufrasio</author>
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         <description><![CDATA[<div>SISTEMA DE TRASNPORTES COLETIVOS DE FORTALEZA<br>Claudiney Ferino Eufrasio&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/vmj_o-HLBks" />
         <pubDate>2021-04-26 21:52:43 UTC</pubDate>
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         <title>Diário do Nordeste</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/franciscoferreira21/rmlpbkjjsrg30hl9/wish/1461969047</link>
         <description><![CDATA[<div>https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/metro/amp/mudancas-na-infraestrutura-viaria-da-capital-incentivam-mobilidade-sustentavel-e-reducao-de-acidente-1.3023686<br><br>*IZAC GREGÓRIO DE ARAÚJO*</div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-26 23:32:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>amandasantos71</author>
         <link>https://padlet.com/franciscoferreira21/rmlpbkjjsrg30hl9/wish/1461983594</link>
         <description><![CDATA[<div>Lei orgânicas de Fortaleza&nbsp;<br>Amanda Evelyn dos santos&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1036218214/611cacf25ed0ec1b08fb04f6bab44565/Lei_Org_nica_de_Fortaleza__32_de_42____DOS_TRANSPORTES_COLETIVOS_M4A_128K__1.mp3" />
         <pubDate>2021-04-26 23:40:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bicicleta Integrada- transporte público</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>http://www.bicicletaintegrada.com/<br><br>Samile Amaral Oliveira&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 00:35:58 UTC</pubDate>
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         <title>App meu onibus </title>
         <author>marcosnascimento84</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fortaleza facilita rotina dos funcionários do transporte coletivo.<br><br>MARCOS VINICIUS DA ROCHA NASCIMENTO</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1034541090/81464edc7a846a002ed6a62c5332be90/APP_Meu__nibus_Fortaleza_facilita_rotina_dos_funcion_rios_do_transporte_coletivo_240P_.mp4" />
         <pubDate>2021-04-27 09:10:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/franciscoferreira21/rmlpbkjjsrg30hl9/wish/1463586871</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Transporte rodoviário.&nbsp;<br><br></em></strong><em>Transporte rodoviário é um tipo de transporte realizado em estradas, rodovias e ruas, que podem ser pavimentadas ou não. O transporte em questão movimento mercadorias, matérias-primas, animais, pessoas e muitos outros. Nesse tipo de transporte são usados Veículos automotores, como carros, ônibus e caminhões.<br><br>As primeiras rodovias surgiram no final do século XIX, substituindo as estradas de carruagens. Porém, o desenvolvimento efetivo no transporte rodoviário ocorreu no século XX em decorrência do crescimento da Indústria automobilística, um dos símbolos do capitalismo, superando rapidamente o transporte Ferroviário no deslocamento de pessoas e cargas.<br><br>Apesar de sua importância, apresenta elevados custos, principalmente se comparado com outros tipos de Transportes, como o hidroviário e o Ferroviário, por exemplo isso se deve aos altos valores pagos pelo petróleo, incluindo ainda a manutenção Periódica do veículo ( pneus, motor,entre outros).&nbsp;<br><br>A construção e a manutenção das vias por onde os veículos transitam requerem elevados recursos financeiros, Principalmente quando o relevo da região é acidentado. Nesse caso,é indispensável à execução de complexas obras no de Engenharia, como a construção de túneis, viadutos, Pontes, aterros,entre outros.&nbsp;<br><br><br><br>Maria Eduarda de Sousa Pimentel.&nbsp;</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 10:03:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>PLANOS PARA MELHORAR A MOBILIDADE URBANA - CARLOS EDUARDO OLIVEIRA RODRIGUES</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/franciscoferreira21/rmlpbkjjsrg30hl9/wish/1463605891</link>
         <description><![CDATA[<div>O Plano Diretor trata a mobilidade urbana a&nbsp;&nbsp;partir da integração e articulação entre diferentes meios de transporte. Estabelece recursos mínimos e permanentes para ampliar a rede e qualificar o transporte público e os meios de transporte não-motorizados (sistema cicloviário e de circulação de pedestres), menos poluentes. Reconhece, ainda, novos componentes do sistema de mobilidade urbana (sistema de logística, hidroviário e compartilhamento de automóveis) para estruturação de uma matriz de deslocamentos mais abrangente, eficiente e ambientalmente equilibrada.<br><br>PROPOSTAS PARA O SISTEMA VIÁRIO:&nbsp;<br>• Desenvolver e implantar Plano Viário para o município para os próximos 25 anos, com a sua&nbsp;<br>institucionalização através de projeto de lei, de forma a complementar ao Plano de&nbsp;<br>Mobilidade Urbana.&nbsp;<br>• Desenvolver o sistema Viário com o aproveitamento das rodovias que cortam o município.&nbsp;<br>• Articulação de ações junto ao Governo Estadual para a implantação de marginais junto às&nbsp;<br>principais rodovias de forma a complementar a rede existente e promover a integração da mobilidade local com segurança</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 10:11:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>denilsonferreira1</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Aplicativo Bicicletar Fortaleza ganhar nova versão com melhorias para os ciclistas - Denilson da Silva Pereira&nbsp;</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/metro/bicicletar-fortaleza-ganha-nova-versao-de-aplicativo-e-funcoes-ineditas-veja-o-que-muda-1.3073606" />
         <pubDate>2021-04-27 15:51:37 UTC</pubDate>
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         <title>BICICLETAR EM FORTALEZA.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>GISLEYVE MEDEIROS DE PAULO.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/g7KS3PKbw-Q" />
         <pubDate>2021-04-27 16:46:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/franciscoferreira21/rmlpbkjjsrg30hl9/wish/1465369960</link>
         <description><![CDATA[<div>https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/noticias/sobre/Sociedade%20e%20Sa%C3%BAde-transporte%20p%C3%BAblico</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-04-27 16:56:19 UTC</pubDate>
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         <title>
O sistema de transporte urbano e a garantia do ir e vir na cidade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/franciscoferreira21/rmlpbkjjsrg30hl9/wish/1465518855</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Às 7 da manhã, os passageiros formam filas nos terminais de ônibus. No mesmo horário, vindos de Caucaia, usuários do sistema ferroviário da capital cearense descem na Estação Engenheiro João Felipe, no centro da capital cearense. Na avenida 13 de maio, motoristas rumam ao trabalho. Ciclistas cruzam a avenida Washington Soares.</div><div>A Fortaleza não é mais aquela visitada pelo britânico Henry Koster, que esteve na colônia do Siará Grande em 1810 e reclamou da “dificuldade de transportes terrestres, particularmente nessa região, e falta de um porto. As terríveis secas afastam algumas ousadas esperanças no desenvolvimento de sua prosperidade”. Contra as evidências, contra o areal que parecia não acabar nunca, contra o sol torrencial, Fortaleza cresceu. Principalmente a partir da segunda metade do século XIX, por conta de um ditame econômico.</div><div>O algodão produzido no interior, beneficiado com a crise que abalara o mercado estadunidense do produto, passava pela capital para abastecer em grande medida a indústria inglesa e fomentar o capitalismo europeu. Os ingleses suplantaram as empresas portuguesas na área e os empresários locais se aproveitaram sabiamente da conjuntura para fazer negócios com os anglo-saxões. Foi um período de esplendor financeiro, artístico, urbanístico, científico para Fortaleza.<br><br><br><br>Ana Clara Carneiro Barroso 🤍</div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-27 17:23:59 UTC</pubDate>
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